Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Horas Extraordinarias


Oi pessoal! Vou aqui relatar-vos o que me aconteceu faz uns dias, e como tal, ainda estou completamente alucinado. Julgava que estas coisas apenas aconteciam nos filmes pornográficos, mas enfim, a vida tem agradáveis surpresas. Antes de mais nada vou-me apresentar. Chamo-me Alberto, sou moreno, tenho 23 anos, sou de Lisboa e sou um recém licenciado da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Para além disso tenho namorada (se é que isso interessa para aqui...)!
Em Junho, e já pensando nas férias, antes de entrar em estágio curricular, decidi arranjar emprego e a coisa proporcionou-se através de uma pessoa conhecida, que tem uma empresa de Artes Gráficas na zona de Oeiras. Como percebia alguma coisa de computadores, especialmente programas de tratamento de imagem e desenho, não tivesse eu um curso de Belas Artes, facilmente fui integrado no trabalho. No primeiro dia fui apresentado ao pessoal do escritório, duas meninas um pouco mais velhas que eu, na casa do vinte e muitos. Soube ainda que havia mais uma mas que estava de férias no momento. No entanto uma delas deixou-me logo de sobreaviso e chamou-me a atenção, pois a sua alta estatura e o seu escuro bronzeado, com uns cabelos pretos lindos, sobressaiam. Não que ela fosse especialmente bonita, mas apesar de tudo chamava e chama a atenção. O pessoal da parte da oficina gráfica não tive nenhum prazer em conhecer, pois para além de antipáticos, eram todos homens e como se costuma dizer, "gosto muito de cú, mas tem de ser sem pêlos..." Mas era interessante o toque dado pelas duas (que eram 3, como disse) mulheres. Mais tarde tive de voltar à sala e então reparei melhor naquela mulher que há pouco me despertara. Que peito lindo. Imaginei-a logo nua! Mal eu sabia o que me esperava. O seu nome era Carolina. Até pelo nome eu me apaixonei pois é fora do vulgar! Embora eu namore, como disse, não posso dizer que esteja muito contente com a minha vida sexual com ela, pois a minha namorada, ainda que eu goste bastante dela, não se pode dizer que seja uma pessoa que adore sexo. Frequentemente recusa fazermos amor, e é um pouco púdica, virtude da educação que também teve dos pais. E loucuras na cama (anal ou oral), com ela, então é para esquecer! Como é difícil ás vezes convencê-la e um homem não é de ferro, com tanta mulher ávida por aí, lá me vou desenrascando por fora, embora saiba que não é muito correcto o que estou a fazer. Culpa dela. É ela que perde. E outras vezes vai mesmo à mão...
Mas voltando à minha coleguinha, a Carolina, logo me imaginei com ela! Pouco depois fui à casa de banho, e demorei um pouco mais que o costume, e vê-se porquê. Abri as calças, saquei do meu piço, e acariciando-o, levantou imediatamente. Batendo com força, imaginado que ela me estava a bombar forte e feio com boca, na minha mente pronunciando obscenidades, algum tempo depois esporrei-me contra a tampa da sanita. Naquele momento pensei como gostava que fosse a cara dela que estivesse a escorrer. Como seria aquela cona. Ai meu deus, será que eu iria conseguir trabalhar? E estava apenas no primeiro dia...
De vez em quando via-a passar no corredor, pela porta da minha sala e parece que eu disparava. Nunca uma mulher me tinha deixado "apanhado" tão depressa!
Nos dias seguintes continuava a olhá-la apenas e a falar-lhe quando havia assuntos de trabalho. Entretanto, a Isabel, a minha colega que eu não conhecia (que estava de férias) já tinha voltado, mas não era nada de especial e ainda por cima já tinha uma catrefada de filhos (3) e era mais velha, quarentona. Como eu gosto de "carne fresca"... estava fora de questão.
Passados cerca de quinze dias de lá estar, e após algumas punhetas na casa de banho quando via a Carolina, e umas quecas com a minha namorada imaginado que era ela, a sorte bateu à minha porta. Um computador do escritório decidiu fazer "greve" e avariar, e sendo que eu na minha sala tinha um computador vago desde o inicio, que pertencera a um antigo desenhador que se tinha ido embora, e o chefe queria um orçamento de paginação para uma grande encomenda de uma revista de B.D., sugeriu à Carolina ir para a minha sala para poder fazê-lo no computador vago. Agora é que seriam elas! Eu não iria conseguir trabalhar! Calma é que era preciso. Ela estava divinal. Com um bronze invejável, um top justo de alças que mostrava aquela barriguinha que me apetecia passar a língua e evidenciava as mamas, com uns bicos que davam tusa até a um velho de 70 anos. Ao mesmo tempo que trabalhava-mos, íamos falando de coisas banais. Entretanto chegaram as seis horas e o pessoal da oficina saiu, e as outras duas mulheres do escritório também, tal como o meu conhecido, o chefe, ou gerente, ou lá o que ele é! Ela como iria ficar até mais tarde, eu disse também que ficaria a adiantar umas coisas para o dia seguinte. À medida que trabalhava-mos, conversa puxa conversa, passaram duas horitas, até que começámos a falar de Internet, sites, etc., até que falámos de pornografia na Internet. Eu fiz-me de santinho e disse que não estava por dentro do assunto. Ela prontamente e sem qualquer vergonha decidiu mostrar-me o chat de sexo que frequentava. Eu perguntei-lhe porquê e ela disse que era interessante fazer-se fácil e depois gozar com os rebarbados que lá vão! Eu perguntei-lhe - Que prazer isso te dá? - E ela respondeu - Não me dá prazer nenhum, dá gozo! Prazer tenho de outra forma... - Decidi então passar de santo a sacaninha e perguntei-lhe - Que outra forma? -. Aí então ela com um tom irónico afirmou - Comendo um homem ou uma mulher todinhos! - Com que então tinha a meu lado uma bissexual e pelos vistos assumida. Por instantes senti-me intimidado. Carolina era diferente do que eu tinha imaginado. Ela não perdeu pela demora e chegou-se a mim, pondo-se a acariciar-me o caralho por cima das calças. Escusado será dizer que já estava duro como pedra. Eu estupidamente perguntei - Queres tê-lo? - Ela como resposta abriu-me as calças, puxou-me as cuecas e abocanhou-o. Começou a fazer-me um broche como nunca me tinham feito. Tive medo que aparecesse alguém, mas a emoção era mais forte! Que se lixe, se me despedirem, azar... Após uns cinco minutos em que ela não parava, batendo-me uma punheta ao mesmo tempo que me chupava, eu disse-lhe - Também te quero lamber a cona...- Ela sem o tirar da boca acenou que não! Compreendi que estava disposta a acabar o serviço. Uiii, e que broche ela me estava a fazer. Comecei a sentir aquele prazerzinho extra de quem se estava quase a vir. Ela parecendo perceber aumentou ainda mais o ritmo com a mão e com a boca. Dei um grito, - Ahhh, minha louca, enchi-te a boca!!!! - Ela saboreava tudo mas não largava o pau. Continuava agora lentamente a lamber de alto a baixo. Não havia dúvida, aquela vaquinha sabia bem o que fazia e tinha bastante experiência, pelos vistos. Aquele momento que estava a viver nunca pensei que acontecesse com ela, só mesmo na minha imaginação, e afinal era verdade. Sempre existem mulheres com "M" grande. Foi abrandando até largá-lo, e de seguida disse-me - Agora é a tua vez de provar o meu molho todo! Quero um minete , que me lambas a pachacha todinha. - Respondi - É aquilo que quero, vou-te retribuir esta mamada, minha tarada... - Ela sentou-se na secretária, inclinou-se para trás. Eu beijei-lhe a boca, que sabia e cheirava a piço e a esporra, e lentamente lambi-lhe o pescoço, mordisquei as orelhas. Ao mesmo tempo apalpava-lhe os seios, com uns bicões. Era altura de lhe tirar aquele top, de seguida foi o soutien. Aquela visão encheu-me de vigor novamente. Mergulhei a boca naquelas mamonas. Ela gemia e suspirava baixinho. Estava ávida. A minha língua desceu até ao umbigo, beijando-lhe a barriga. Neste momento foi ela própria que desapertou o botão das calças. Via-se mesmo o que ela queria! Ajudei-a a baixar as calças. As suas cuequinhas eram lindas. Uma fina tanguinha preta de renda, onde se evidenciava pelos buraquinhos a sua negra e densa pintelheira. Ela gemeu baixinho - Lambe-me, lambe-me... - Como poderia dizer aqui, "a cuequinha não engana", pois notava-se bem que estava toda molhada. E tanto molho ela tinha. Até nas pernas, junto aos lábios maiores ela tinha langonha. Não me fiz rogado. Que pitéu! Meti-lhe um dedo, que entrou sem a mínima dificuldade, e pus logo outro. Iniciei uns movimentos. Carolina contorcia-se de tanta tesão. Então com os dedos em V abri-lhe bem os lábios, o seu clitóris apareceu do seu esconderijo de carnes molhadas rosadas e macias. Aproximei a minha boca e comecei a lambê-lo lentamente e descendo um pouco penetrava-a com a língua, e subia novamente até ao seu clitóris. O meu pau apontava bem para cima. Sentia-o junto ao umbigo. Durante uns minutos fui brincando em todo este mar de carnes quentes e húmidas. Ela gemia, suspirava. Comecei a aumentar o ritmo da minha língua. Foi aí que os gemidos aumentaram, e senti as suas mãos na minha cabeça, empurrando-me bem entre as suas pernas, contra aquela cona sedenta de prazer. Que espectáculo devíamos estar a dar, ela deitada na secretária e eu sentado na cadeira, com a cabeça entre as suas pernas. Ela estremecia e roçava-se na minha língua, dando gritinhos, mostrando o prazer que estava a ter. Os espasmos sucediam-se. Sentia-a a viajar à lua, sem órbita. Ela vinha-se na máxima força. Sentia-a cada vez mais molhada na minha boca, e isso deixava-me totalmente passado. Mais um minuto ou dois e parei! Olhei-a nos olhos, ela mostrou um sorriso cúmplice mas exausto! Disse-me - És o máximo...- Depois afirmou que devíamos parar por ali, pois estávamos a correr um grande risco de aparecer alguém. Eu também já estava satisfeito e acedi. Dei-lhe mais um beijo e por sugestão dela decidimos continuar a encontrar-mo-nos numa casa que ela tem, onde dá explicações a putos do ciclo e secundário, para tratar-mos de outros assuntos, que não foram "resolvidos" desta vez. Estes encontros sucederam-se apenas duas vezes, onde fizemos o que faltou da primeira vez, e relembro cada pormenor de cada um. Acorda-mos que fora dessa "casa da depravação", como já lhe chamei por brincadeira, seríamos apenas colegas de trabalho, até porque existe a minha namorada que não sabe e nem deve saber de nada, evidentemente! Depois contarei as outras. Foram as horas extraordinárias mais lucrativas que tive. E é o que eu digo - Coisas destas só pensava que acontecessem nos filmes...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:16
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