Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

O Jogo


Era Junho, Sábado à tarde e eu e a Marlene tínhamos ido passear junto à praia quando encontramos o Vasco e a Joana. Um casal amigo que já não os víamos aos uns dois anos e naquela altura era normal sairmos quase sempre juntos.
Foi uma grande festa o nosso reencontro, que combinamos logo para à noite um jantar em minha casa.
Chegada a noite, apareceram à hora marcada e acompanhados com uma garrafa de Esporão (reserva de 2004) para os homens e uma Gazela para as senhoras.
Na altura comentei logo, o quanto o vinho me subia à cabeça muito rapidamente, mas recebi de resposta que esta noite era mesmo para festejar.
Durante o jantar, como era costume, as nossas conversas tinham sempre mais do que um sentido, pois era a forma que nós tínhamos de manter sempre aceso qualquer assunto que falássemos.
No fim, tomamos café e a Marlene disse-lhes que agora já tínhamos jogos novos e que podia ser os homens contra as mulheres, que foi aceite da parte deles e incentivar-nos a começarmos já.
Então as senhoras levantaram as coisas da mesa e nós preparamos um digestivo para os quatro.
Já com todos na mesa, abri a porta do armário onde temos todos os jogos e o que estava por cima era o “Trivial Pursuit” é um jogo de perguntas e respostas que começamos logo a jogar.
Nas duas partidas que fizemos, os homens ganham ambas, então a Joana pergunta se não temos outro jogo pois naquele éramos muito fortes, então o a seguir foi o “Pictionary” que já se trata de descobrir palavra ou palavras através de desenhos ou rabiscos e ai empatamos um a um.
Então para decidir quem ganhava, resolveram que seria com um outro jogo. O que estava a seguir era o “Castelo do Prazer”.
Este é um jogo, como diz na caixa, para maiores de 18 anos, pois a palavra “prazer” aqui é tomada à letra.
È jogado desta forma, as donzelas saem primeiro, por isso levam uma jogada à nossa frente, em que o objectivo é elas conquistarem umas cartas com desenhos, para se livrarem dos castigos que os homens tem direito se calharem na casa delas, perante as cartas que lhe saiam e dessas existem três níveis, basicamente o 1ª nível é mais sensual e coisas do género, o nível 2º já é muito mais atrevido e o 3º nível é mesmo sexual.
Antes de começarmos, expliquei todas as regras e de que se tratava o jogo e que se quisessem tudo bem, se não tudo bem na mesma e passávamos ao jogo seguinte.
Então a Joana pergunta: “Mas qual era o próximo jogo?” que lhe respondo: “O Monopoly.” Mas ela diz: “Olha por mim pode ser o tal do Castelo.”
O Vasco volta a perguntar: “De certeza? Percebeste bem as regras e as consequências?
“Claro que sim, além do mais, tanto eu como a Marlene, já vos vimos em cuecas e até mesmo sem elas. Qual é que seria o problema? Se com a Marlene estiver tudo bem, comigo tudo bem está.” Responde a Joana.
A Marlene sem demora responde: “Por mim tudo bem. Eu não tenho problema nenhum com isso. Além do mais isto é apenas um jogo e não passa disso, por isso o que calhar, calhou.
Então passamos a joga-lo e lá começaram elas com uma jogada de avanço e nós fomos logo a trás.
A primeira a ser apanhada foi a Marlene por mim e então íamos começar pelo 1º nível, além do mais era ainda para aquecer e criar o ambiente.
A carta que me saiu dizia: “É tremente de emoção e prazer, suplicou-lhe que descrevesse o estado de excitação dela enquanto ele a acariciava.”
E assim o fiz, levantei-me e fui para junto da Marlene que continuava sentada, então calmamente comecei a passar as minhas mãos pela face, ombros e descendo até aos peitos, aí ela com os olhos fechados e com os outros dois a olhar, ela começa a dizer que aí gosta muito e que os arrepios começam a aparecer e põem-se de pé. Volto a descer até à zona vaginal e aí ela ferra os lábios, dá um arrepio grande coloca a sua mão por cima da minha e diz-me: “Já chega, já chega para já.”
Tanto o Vasco como a Joana estavam espantados ou assustados, mas a sorrir.
Foi a vez da Joana, que estava à minha frente, jogar e saiu-lhe apenas duas casas para andar e à Marlene três casas, então foi a vez do Vasco que calhou ficar na mesma casa da Marlene, que retirou mais uma carta que dizia: “E sentindo o desejo envolvê-lo suavemente, descreveu-lhe como gostaria de a possuir.”
Mal acaba de ler alto, olha de imediato para mim e diz-me: “Ò Daniel e agora?”
“’Bora meu. Se entramos no jogo, agora é até ao fim.” Digo-lhe eu.
Ele ainda olha para a sua mulher que ela lhe diz: “Estas à espera de quê? Estamos todos à espera que digas à Marlene como a gostarias de a possuir.”
Esta só se ria.
“Começava por beija-la… “ começa ele que é de imediato interrompido pela própria Marlene que lhe diz: “Mas espera lá. Afinal estas a falar para mim ou para os outros. Começava por beija-la ou começava por beijar-te… como ficamos. Esta carta é só para mim e para ti.”
Então ele recomeça: “Começava por beijar-te enquanto te apalpava os seios, depois começava a despir-te e ia te beijar os teus mamilos até ficarem durinhos, de seguida tirava-te as calças e as cuecas e lambia-te os lábios vaginais até ficares completamente húmida, depois subia e penetrava-te de uma forma louca. Já está.”
Começamos os três a rir à gargalhada da maneira como ele falou com medo e nervoso. Até que ele também começou a rir.
Voltamos a jogar os quatro e nada aconteceu até que na próxima rodada voltou o Vasco a tirar uma carta para a Marlene que dizia: “E com o amor a iluminar-lhe as feições, pediu-lhe que o deixasse acariciar as suas nádegas ainda que fosse por cima da roupa.”
Desta vez ele já se sentia sem complexos e como não queria nos ver novamente a rir dele, nem perdeu tempo, levantou-se e a Marlene também, foi logo apalpar-lhe as nádegas.
Agora era a minha vez e saiu-me 6 e fui para na casa da Joana, que mal viu arregalou os olhos para as peças do tabuleiro.
Passou o olhar por todos à volta da mesa e parou em mim a ouvir o que dizia a carta: “E continuando com uma voz sensual e cativante, pediu-lhe que pegasse na sua mão dele e o ajudasse a acariciar os seus seios ainda que por cima da roupa que trajava.”
Levanto-me, chego junto dela e ela pega-me na mão direita e coloca-a no seu peito esquerdo e aproveitando os meus dedos abertos fá-los passar cada um deles pelo seu mamilo que deixa completamente erecto e fechando os olhos vai à busca da minha outra mão para os seus dois seios serem acariciados e tomando o mesmo procedimento ferra os lábios. Aquela cena estava demasiadamente excitante até que ela segura-me os dedos e fá-los apertar os seus mamilos que a faz dizer: “Ai fodasssse… já chega, já chega.”
Ela estava vermelha e notava-se que tinha tido prazer.
Voltei a sentar-me já todo excitado e ela sentou-se e abaixou a cabeça de vergonha. Então, Marlene vira-se para ela colocando a sua mão na cabeça dela e pergunta-lhe: “Estás bem?” E ela olha para a Marlene sem saber o que dizer, pois esta já tinha percebido o que ela tinha sentido e a minha companheira volta-lhe a dizer: “Isto é só um jogo. Está tudo bem. Vamos continuar?” Que ela acena com a cabeça dizendo que sim e a Marlene dá-lhe um beijo na face e diz-nos: “Vamos então continuar e a partir de agora vamos já jogar o nível 2. Por isso, Joana, Joga o dado e foge ou não, destes dois gafilões.”
Fizemos mais duas jogadas, os quatro, e nada aconteceu, mas na jogada seguinte já não foi bem assim e a donzela a ser apanhada foi novamente a Joana mas só que desta vez pelo Vasco e ele tinha que tirar uma carta do nível 2: “E aproximando-me lentamente dela sem a assustar, postou-se por trás, tomou-lhe um dos seios por baixo da blusa e com a outra mão acariciou-a ao longo do corpo.”
E lá foi ele com a sua própria esposa e cumprir o que a carta dizia e logo depois joguei eu e que também calhei na casa dela que de imediato a Joana disse: “Assim não aguento. A mim parece-me que este jogo está viciado.” E ficamos todos a rir com aquele comentário.
“E sentindo ter encontrado aquela por quem o seu coração ansiava, despiu-lhe a saia deixando-a de calcinhas e beijou-a em seguida em torno do sexo dela, sem no entanto lho tocar.”
Ouvindo isto ela volta novamente à carga: “Estão a ver, estão a ver. Eu não disse, assim não há condições.” Dizendo isto, levanta-se e vai para junto dos sofás, onde havia mais espaço e começa a abrir o cinto, (é que ambas as meninas estavam de calças), que a Marlene diz-lhe: “Pára. Não és tu que te despes, mas sim o Daniel.”
Chego lá e passo a olhar nos olhos dela e pergunto-lhe: “Posso?” Que ela acena com a cabeça dando uma resposta afirmativa e começo eu a abrir-lhe o cinto, o fecho e desço-lhe as calças, ficando apenas com umas cuecas de fio dental cor de rosa transparentes só com uma florzinha amarela na parte de cima junto ao elástico. Ela senta-se no sofá e abre as pernas para facilitar o que eu começo de imediato beijando e lambendo todas as partes envolventes da vagina dela que iniciei mesmo pela parte interior das coxas que a fez logo suspirar e puxar a sua cabeça para trás fechando os olhos. Muito lento e suavemente ia deixando-a cheia de tesão até que ela já ia colocar uma mão na minha cabeça, só que tanto a Marlene como o Vasco a alertaram que não o podia fazer e então nessa altura parei e disse-lhe: “Vamos jogar.”
Elas bem tentaram fugir, (ou não), mas a Marlene teve que ir ao castigo (ou não) e o cavaleiro era o Vasco que leu: “E tentando controlar o fogo da paixão, suplicou-lhe que fingisse esquivar-se ao seu amplexo para que ele a fosse segurando e sentindo as formas do corpo dela.”
Ele foi logo para onde eu tinha estado com a Joana e notasse nele que já estava todo excitado e então a Marlene vai ter com ele e começa a empurra-lo e ele sem perceber que aquilo era parte do jogo, ficou surpreendido, até que ela lhe disse que ele é que tinha que tentar a agarrar-se a ela, foi então que começou a tentar agarra-la pelos braços e depois tentou segura-la pelo rabo só que ela virou-se e então coloca as mãos nos peitos dela e puxa-a até se encostarem completamente e ele coloca de imediato uma mão na vagina que ela se solta e dá um passo à frente e ele vai ao encontro dela e agarrou-se novamente aos peitos dela que então ela aproveita para se encostar nele e roçar o seu rabo no pénis dele que já estava de tal forma volumoso, que se notava bastante bem.
A Joana já se ria com esta cena toda.
Voltamos a jogar e eu não apanhei nenhuma delas e começamos uma nova volta e continuamos sem apanhar nenhuma das duas, mas cada vez mais se notava que quando ninguém apanhava ninguém o outro ou a outra apanhava logo o dado e jogava logo para acelerar, até que eu apanhei a Joana e reparei disfarçadamente na cara de satisfação dela e tirei logo a carta: “E sabendo que não podia deixar fugir a oportunidade que se lhe deparava, pediu-lhe que tocasse com a sua língua a língua dele.”
Nem foi preciso sair da mesa, levantamo-nos e com a mesa, o jogo e os olhares dos nossos companheiros, começamos de imediato com as línguas de fora a tocarem-se suave e lentamente. Era inevitável que os nossos lábios se tocassem e acabassem mesmo por se unir e se transformar num linguado que os outros ao princípio nada disseram, mas depois acabaram por separarem-nos dizendo que não era isso que estava escrito na carta.
Mais uma vez ficamos os quatro a rir à gargalhada.
Foi então que tanto o Vasco como a Joana quase ao mesmo tempo pergunta: “E o nível 3, como é?” Que então ficou acordado que a partir desta jogada já estaríamos a tirar as cartas desse nível.
Logo na primeira jogada o Vasco acerta na mesma casa da Marlene e leu: “E querendo perder-se numa aventura de amor desvairado, pediu-lhe que o despisse enquanto a despia. Seguidamente, acercou-se dela e voltando-a de costas para ele segurou-lhe nos dois seios e assim dançaram alguns minutos.”
Ambos vão para junto dos sofás e começam a despirem-se um ao outro muito delicadamente até ficarem completamente nus. Eu ligo a rádio e sintonizo até encontrar o programa “Oceano Pacifico” que iria ajudar na parte da música e assim dançaram uma música e meia.
Quando voltavam a vestir-se e voltavam para a mesa, eu joguei o dado e pelas minhas contas e a dos outros eu calhava numa casa à frente, mas a Joana disse logo que tinha ficado na casa dela, mas como o ambiente já estava fervendo ninguém se importou com isso e quiseram logo saber o que dizia a carta: “E com uma paixão doida inundando o seu coração, ajoelhou-se, retirou suavemente as calcinhas à donzela e levantando-lhe as saia beijou-lhe o sexo desnudo.”
Fomos de imediato para o mesmo sitio e tiro-lhe as calças aproveitando já para ficar de joelhos que de seguida retiro-lhe aquelas cuecas que da outra vez tinham ficado e começo a beijar-lhe o sexo que ela flecte um pouco as pernas para facilitar, que mesmo assim não chegava e então ela senta-se meia deitada e agora sim, fui-lhe beijar e lamber aquela vagina que já estava completamente molhada e que com os movimentos da minha boca e língua iam fazer quase ela atingir o orgasmo, que quando o senti parei e disse-lhe: “Tem calma, ainda não.” Que ela diz: “Ai, assim não. Assim não.” E tanto o Vasco como a Marlene começam, a rir.
Era a vez da Joana jogar e logo de seguida a Marlene e depois o Vasco que calhou na casa da sua companheira e leu: “Então, querendo possuir aquela graça de luar, pediu-lhe que o despisse enquanto ele a despia. Seguidamente deitou-se no chão e sentando a donzela desnuda por cima dele penetrou-a acariciando-lhe os seios ao mesmo tempo.”
Ela que ainda nem estava bem arranjada nem perdeu tempo e foi logo para o sofá e de imediato começou a despir completamente o Vasco que este fez o mesmo com ela e sem demoras penetrou-a com todo o fulgor que fez a Joana atingir o seu muito pretendido orgasmo que a fazia gemer deliciando-se de prazer.
Então eu e a Marlene ficamos ali a vê-los até que olhamos um para o outro e nem foi preciso falar. Levantamo-nos e começamos a despir-nos um ao outro e penetro-a do mesmo modo e só paramos quando ambos atingimos o orgasmo.
Nessa altura já estavam eles parados e agarrados a ver-nos.
Fomos nos lavar e despedimo-nos deles e de mais uma fabulosa noite de prazer louca.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:33
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