Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

EU Mais minha Mulher e Outro...


Apesar de já nos encontrarmos na casa dos 40 podemos dizer que a nossa vida sexual tem sido bastante interessante e nada aborrecida, isto porque procuramos a excitação com coisas que ás vezes até são absurdas e outras nem tanto assim. O que vos conto nasceu numa das nossas loucuras no decurso do acto sexual.

Eu não escondo que uma das minhas grandes fantasias era ver a minha mulher a ser possuída por outro, mais dotado que eu, uma vez que sou pobre nesse aspecto. Esta fantasia surgiu quando uma ocasião nos encontrávamos de férias no Algarve. Tínhamos por hábito ir á Ilha de Tavira e apreciar as pessoas que ali praticam nudismo. Comecei a reparar no interesse com que a minha mulher olhava e admirava os belos exemplares que por ali apareciam e o interesse como comentava o seu tamanho. Admirava-se e dizia que em repouso eram assim o que seriam quando entesados.

Eu alimentava-lhe a fantasia e perguntava-lhe se não gostaria de sentir uma coisa daquelas dentro de si ao que ela replicava, invariavelmente que não pois o que tinha lhe era suficiente. O que ela não conseguia esconder era alguma excitação quer pelo que via, quer pelas provocações que lhe lançava. E se dúvidas havia elas dissipavam-se quando lhe metia a mão dentro do calção do bikini e verificava que se encontrava com a sua greta cheia de suco, sinal de que tinha excitado. Invariávelmente, acabávamos nas dunas a satisfazer-nos tendo eu a sensação que quando estava dentro dela era naqueles bacamartes em que pensava e com os quais fantasiava. Todos os dias era obrigatória a nossa romagem á praia dos nudistas assim como muito gostosa o modo como nos possuíamos nas dunas.

Então, quando a possuía, provocava-a, perguntando-lhe se aquela cona ainda não tinha conhecido outro caralho. Ela, doida de tesão, entrava no jogo e dizia que sim e que já tinha fodido com outro, com uma picha com o dobro da minha que a tinha deixado muito consolada e inundada de leite. Isto acontecia quando ela estava de quatro e eu a penetrava por trás. Então em batia-lhe nas nádegas para a castigar, chamava-lhe puta reles e ela quanto mais lhe batia mais insistia na sua descrição e completamente loucos de tesão, vinhamo-nos abundantemente. Depois do acto, era normal ela perguntar-me se eu gostaria de ser corno e eu nunca ganhava coragem de lhe declarar a verdade e dizia-lhe que era uma fantasia que me dava gozo. Mas que não passava disso. Isto começou a fazer parte das nossas vidas e então já nem era eu mas sim ela que provocava, contando altas fodas no pinhal que já não metiam só um mas dois a até três indivíduos, sempre muito bem apetrechados, que a possuíam das mais variadas formas fazendo-a ter sucessivos orgasmos. Eu adorava aquela ousadia, imaginava a realidade da situação e gozava loucamente. Durante muito tempo deixou de perguntar, como antes o fizera bastas vezes, se eu gostaria que ela fosse possuída por outro. Há algum tempo atrás, numa conversa normal e fora do acto sexual, chamou novamente o assunto á fala e disse-me que gostaria que lhe explicasse a razão pela qual eu me excitava tanto com a ideia de ele ser possuida por outro.

Enchi-me de coragem e declarei-lhe toda a verdade confessando-lhe que quando estávamos naquela fantasia eu a imaginava como na realidade e isso deixa-me doido, porque efectivamente eu vivia com a ideia de a ver a ser comida por outro e isso excitava-me muito. Surpreendentemente, não se mostrou indignada com a minha declaração. Disse-me apenas que eu era completamente louco e se imaginava que ela era capaz de se meter debaixo de outro. Aproveitei a oportunidade para lhe lembrar que também ela gozava com a situação e que ultimamente até era ela que a provocava pelo que não colocava de parte a possibilidade de ela ver com agrado que tal acontecesse. Dava para constatar que minha análise era correcta. Ela não se mostrava irritada e ia dizendo que eu não era normal por ter um desejo desses. Eu contrapunha com o facto de não considerar isso nada de anormal desde que fosse com o consentimento mútuo e que ambos tirássemos partido da situação gozando ambos com isso. Eu já me sentia excitado com o decurso da conversa e também dava para constatar, que ela estava a sentir o mesmo. E se dúvidas tinha elas desfizeram-se quando me perguntou se, caso levássemos isso para diante quem é que arranjaria para a comer. Se alguém conhecido ou não. Não tinha dúvidas que ela também tinha pensado na concretização da fantasia e ao fazer aquela pergunta estava a conduzi-la para a sua concretização. Là lhe expliquei que isso era o mais fácil e que gente conhecida nunca. A Internet oferece essa possibilidade apesar dos perigos que também acarreta. Mas, eu sempre lhe disse que até chegar aí, todas as propostas eram devidamente analisadas e só concretizadas depois de eu avaliar o pretendente sozinho. Uma certeza haveria que só depois dessa avaliação é que avançaríamos e ela, até lá, estaria sempre protegida. Esta explicação parece tê-la deixada satisfeita e, logo ali iniciámos o nosso ritual de excitação, com o hipotético terceiro indivíduo, e fodemo-nos intensamente como sempre fazíamos. A partir daí este assunto era tema diário de conversa e a preparação para a sua concretização começou com a publicação de um a anuncio na Internet, acompanhado de foto da minha mulher, sem roupa mas de costas. Como calculam as propostas foram mais que muitas. As ordinárias, em maior número, foram logo colocadas de parte e, daquela panóplia, havia cinco que considerámos interessantes e com pernas para andar, pela idade dos candidatos, pela forma de apresentação e principalmente pela morada. Queríamos alguém que residisse suficientemente longe para, caso fosse necessário, nunca mais nos encontrarmos. Dos cinco, três eram casados, um divorciados e um solteiro. Para completar a nossa informação, pedimos que nos fosse enviadas fotografias as quais teriam que mostrar o membro, se possível em erecção.

Este processo de selecção deu origem a grandes fodas com cada um de nós a imaginar as cenas que aquelas candidatos e seus membros proporcionariam. Dos cinco acabámos por seleccionar por sinal o divorciado, residente na zona de Barcelos mas possuidor de casa de férias na Póvoa do Varzim. Estabelecido o contacto lá marcámos encontro, apenas eu e ele, para poder avaliar pessoalmente o candidato. O encontro aconteceu precisamente na casa da Póvoa do Varzim e não fiquei com dúvidas quanto á escolha. Entusiasmei-o com as descrições, pormenorizadas da nossa fantasia e o ansioso candidato acabou de pau feito e cheio de água no boca. Finalmente, aprazámos o encontro para Sábado do final daquele mês de Setembro. Ele não podia esperar e eu também não. Nesse dia, antes de partirmos, notei na minha mulher alguma ansiedade e receio do que iria encontrar. Estava naquela fase da fantasia passar á realidade e já não se mostrava tão disposta como antes pelo que foi preciso convencê-la a descontrair e transmitir-lhe a certeza de que nada aconteceria se ela não quizesse. Se não rolasse viríamos embora e nada mudaria nas nossas vidas. Com esta convicção lá partimos na nossa aventura. O nosso anfitrião recebeu-nos com a maior atenção comigo a lembrar-lhe os receios que a minha mulher apresentava, pelo que tudo deveria acontecer com naturalidade. Afinal tínhamos todo o tempo do mundo. Na sua sala de estar ficámos sentados eu e a minha mulher lado a lado enquanto ele ocupava um outro frente a nós. Fomos conversando, bebendo um copo e eu não podia de deixar de reparar no modo guloso do indivíduo que apesar de ansioso não avançou para a minha mulher. Serviu-a e atendeu-a como se se tratasse de uma visita normal e não como alguém que ele estaria prestes a comer. A conversa, como não podia deixar de ser abordou a nossa fantasia, a maneira como tinha começado e modo erótico como a tínhamos vivido. O relato, com todos os pormenores que envolveu, deixou-me cheio de tesão. Virei-me então para a minha mulher acariciei-a, beijei-lhe o pescoço e perguntei-lhe ao ouvido se estava preparada. Ela olhou-me e suavemente disse-me que sim. Não pude deixar de reparar no brilho dos seus olhos que deixavam transparecer o desejo que eu tão bem conhecia. Os seus lábios foram naquele momento uma tentação e beijei-a sofregamente a que ela correspondeu de modo muito intenso. Encaminhei então a minha mão para as suas coxas que acariciei. Este movimento fez-lhe subir a roupa e mostrou as suas generosas e brancas coxas. Passei depois a acariciar-lhe o interior das coxas, acção que ela facilitou abrindo suavemente as suas pernas. Neste momento, o nosso anfitrião, que continuava sentado frente a nós, já tinha a visão das coxas abertas da minha mulher e da sua cuequinha, o que diga-se deveria ser bastante excitante. Não tardou que déssemos por ele de joelhos junto a nós a acariaciar a par comigo as coxas da minha mulher a quem eu continuava beijando na boca, no pescoço, nas orelhas, em tudo quanto era sítio que eu sabia que a excitava. A mão do nosso anfitrião encontrava-se com a minha entre as coxas da minha mulher. Eu então afastei ligeiramente a sua cueca e acariciei a sua greta. Meu Deus como estava encharcada. A mão do nosso amigo logo me acompanhou e, á vez, íamos percorrendo com os nosso dedos o seu clitóris e o buraco da sua gruta. Estas massagens e a introdução dos dedos no seu buraco estavam a deixá-la louca. Desapertei-lhe o resto das blusa e libertei as sua belas maminhas. Fui mamando numa e e acariciando a outra enquanto o nosso amigo se mantinha de volta da sua greta. Reparei então que estava a querer tirar as cuecas a minha mulher, acção que ela facilitou. Tirou-lhe de seguida a saia e puxou-a bem para a beira do sofá o que a deixou quase deitada, com a sua coninha bem exposta pois a suas pernas já se encontravam bem abertas para se entregar. Ele pegou nas suas pernas e começou por beijar as coxas e tudo quanto era sítio junto á “minha” coninha, o que deixou a minha mulher muito ansiosa bem expressa na maneira como arfava e se mexia, desejando aquela boca na sua greta, daí que com as suas mãos tenha afastado os seus grandes lábios deixando exposta todo o interior da sua greta, encharcado e vermelho de tesão. Como o nosso amigo tardava em colocar ali sua boca, com uma mão puxou-lhe para lá a cabeça ao que ele também não resistiu, começando a mamar sofregamente todo aquele suco, percorrendo a greta desde o ânus até ao clitóris, uma vezes com intensidade outras vezes languidamente, ou fixando-se a mamar o clitóris ou a tentar introduzir a sua língua no buraco.

A minha mulher estava completamente louca e eu não estava melhor. Estava a viver o meu sonho e quase não aguentava tanta tesão Eu já me tinha despido, a minha mulher permanecia com as mamas de fora do soutien e com a blusa vestida mas totalmente despertada. O nosso amigo permanecia ainda vestido o que não aconteceu por muito tempo. Rapidamente se desfez das calças e das cuecas, expondo pela primeira vez a imponência do seu membro, grande e bem grosso como na fotografia que nos tinha enviado. Eu, entretanto, peguei na câmara de filmar para guardar os momentos que se iriam seguir. O nosso amigo, depois de acariciar algumas vezes o seu membro, arregaçando a glande e mostrar a sua imponência, passou-o suavemente na greta da minha mulher. Percorria-a desde o ânus até ao clitóris. Quando passava no buraco, ela agitava-se com a ansiedade de o sentir dentro de si. Ele castigava-a e aumentava o seu desejo continuando a passar nas suas bordas. É então quando ela perde a paciência, deita-lhe a mão e encaminha-o para o seu buraco. Ela assim que o sentiu á entrada atirou a sua cona contra aquela verga que rapidamente desapareceu na totalidade dentro daquele buraco e debaixo dos seus os ais de gozo. Aquele avantajado pedaço de carne entrava e saía e arrastava consigo o muco produzido pelo tesão da minha mulher. E ela estava de facto cheia de tesão, coisa que não era capaz de esconder pelos ais de prazer que emitia. Desta vez tinha dentro de si um pedaço que a satisfazia e assim parecia ser pelo gozo que demonstrava. Mesmo assim, as suas mãos, colocadas nas nádegas do seu amante, puxavam-no contra si, obrigando a penetração a ir ao seu máximo dando-lhe grande gozo senti-lo bem lá no fundo de si. Eu estava surpreendido com a prestação da minha mulher e do modo atrevido como conduzia o acto, procurando tirar daí o maior partido. Eu sabia que era louca mas confesso que nunca imaginei que no primeiro contacto, mostrasse o á vontade que revelava. Eu ia filmando o melhor que podia aquela cena. Coloquei a minha cabeça por baixo do cu da minha mulher, que estava suspenso no sofá e via ali, junto ao meu nariz, o membro vigoroso do nosso amigo a vergastar a cona da minha mulher. De quando em vez, com todo lá dentro, parava o movimento continuando a minha mulher inquieta com aquela paragens a mexer o cu até que desesperada lhe pedia que a fodesse. Com a tesão que tinha não permitia qualquer paragem que interrompesse o gozo que lhe provocava a fricção daquele rolo de carne bem no seu interior. Nestes momentos apenas via o par de tomates do nosso amigo parecendo também querer entrar. A pressão que exerce no interior daquela coninha é enorme.O ritmo recomeçava e era excitante ver aquele par de colhões a bater no seu cu da minha mulher. Era aquela cena com que eu fantasiva e que de tão excitante que não aguentei e senti que me ia vir todo. Como estava de barriga para o ar, fiquei com o meu membro e barriga cheio de esperma. Isto não me impediu, no entanto, de continuar a filmagem. Quase de imediato senti, pelo arfar e pelos movimentos que a minha mulher se iria vir também o que não tardou nada a acontecer. De maneira muito intensa gritou que ia morrer e debaixo de grande agitação começou um orgasmo muito intenso, pedindo, como sempre fazia, “leitinho”. É claro que o nosso amigo também não resistiu e o movimento do seu membro era agora mais intenso e vigoroso que nunca e vergastava furiosamente a coninha da minha mulher. Com gritos de prazer, continuava a pedir que lhe desse o seu leite, e ele correspondia com fortes vergastadas no interior da sua cona que a enchiam de prazer. Não resistindo acabou por ser vir abundantemente. A minha mulher que já há algum tempo gritava de prazer, parece ter iniciado um novo orgasmo ao sentir aquela descarga quente e intensa dentro de si pelo que, aqueles segundos dos orgasmo daqueles dois, a gritaria de gozo que fizeram, é algo que nunca mais vou esquecer. Algo que eu presenciei e filmei em local priveligiado. Quando o nosso amigo se retirou de dentro da minha mulher, algum do esperma que ali tinha depositado caiu do seu buraco para a carpete mesmo junto a minha cara. O seu buraco, ainda sob o efeito da excitação que acabava de passar, abria e fechava, expelindo pequenas quantidades de esperma que lhe escorria pelo rego cu, revelando que a descarga havia sido bastante intensa. Quando recuperou, o nosso amigo não se cansava de afirmar que tinha sido excelente, que já há muito que não tinha tanto prazer e que eu não lhe tinha mentido quanto á qualidade da gruta da minha mulher. Esta pelo seu lado mostrava-se como que envergonhada pelo espalhafato que tinha feito e, corada, ria-se com ar nervoso e dizia repetidamente: que disparate. Após as higienes, por ali nos mantivemos conversando, nus e gozando o momento passado, com opiniões muito positivas, particularmente da minha mulher, que já recuperada e de modo provocador, gabava a prestação do nosso amigo, e acariciando-lhe o membro, afirmava que desta vez tinha tido algo que lhe preenchido por completo a sua coninha, não dando qualquer razão aqueles que dizem que o tamanho não cona. Liguei a câmara ao televisor e, entusiasmados, revemos os excitantes momentos que havíamos passado. Havia planos muito bons, muito excitantes em particular, pela sua proximidade e definição, aqueles que foram colhidos sob o cu da minha mulher onde se via, em pormenor, o vai vem do membro do nosso amigo. Desta vez estavam o nosso anfitrião e a minha mulher lado a lado enquanto eu ocupava o sofá da frente. Ele ia-lha acariciando as mamas. Agarrava-lhe os mamilos e apertava-os suavemente com os seus dedos. Acariciava-lha também as coxas, operação que ela facilitava, colocando a sua perna direita sobre as dele, expondo o seu sexo à sua exploração. Ela já gozava mas o nosso amigo mantinha o seu membro em descanso. Então a minha mulher deitou-se sobre as suas pernas e começou a acariaciar-lhe o membro, primeiro com as mãos e depois com a boca, beijando-o primeiro e levando-o á boca. Rapidamente começou a sentir o seu volume a aumentar. Ele continuava a acariciar-lhe as mamas, a barriga e a coninha. A minha mulher colocou-se então de joelhos entre as suas pernas e começou a mamar, com grande gozo, aquele vara que já se apresentava com todo o seu vigor. Eu estava a delirar com aquele quadro e como tinha a minha coninha ali exposta, percorria toda com a minha língua. Ainda dava para sentir o sabor do esperma ali deixado anteriormente o que não deixava de ser também excitante. Não resisti e, colocando-me de joelhos por trás de si, introduzi-lhe o meu membro. Ela agitou-se para o receber e percebi que a sua gruta já se encontrava bastante alagada pela excitação, apesar de conter ainda dentro de si algum do esperma das relação anterior. Permaneci ali por alguns momentos fodendo aquela doce ratinha mas fui obrigado a retirar-me sob pena de me vir antecipadamente, o que de todo não queria. Logo que saí de dentro dela, a minha mulher que se estava a portar como uma verdadeira cabra, abriu as pernas e saltou, positivamente para cima do nosso amigo que se mantinha sentado, agarrou-lhe o membro erecto e encaminhou-o para o seu buraco onde eu rapidamente o vi desaparecer. Agora era a minha mulher que comandava as operações e que bem o fazia pois eu já bastas vezes tinha passado por aquilo e sei o quanto era de bom. Primeiro muito devagar, permitindo que a verga percorresse toda sua cona. Levantava o cu e o membro do nosso amigo deslisava até se ver a sua cabeça. Depois, lentamente, baixava o cu e aquele rolo de carne, húmido e com as veias bem dilatadas, ia desaparecendo dentro de si. Outras vezes, com ele todo enterrado, esfregava os seus pintelhos nos deles o que provocava um ligeiro movimento do membro dentro de si. Eu sei por experiência que a sensação que isto provoca é unica. Eu, por trás dela, gozava o momento e guardava-o com a câmara de filmar. O nosso amigo gritava de prazer. Aquele ritmo lento estava a parecer-lhe uma tortura. Então agarrava a minha mulher pelas ancas e agitava o seu corpo para que o movimento fosse mais rápido. Ela, porém, impedia que isso acontecesse e via-se que gozava quer com o ritmo imposto, quer com a ansiedade do companheiro. Após alguns momentos naquela luta, o ritmo aumentou assim como os ais de prazer e de volúpia. Novo orgasmo os aguardava o que não tardou a acontecer. Uma vez mais, debaixo de ais de “eu não posso mais” “vou-me vir” “fode-me agora” “Dá-me leitinho” atingiram os dois mais um orgasmo também este muito intenso pela duração que teve. Depois disso a minha mulher permaneceu algum tempo inclinada sobre o nosso companheiro, com a cabeça no seu peito como que a retemperar forças. O membro do nosso amigo permanecia dentro dela, cheio de esperma que corria por ele abaixo. Quando se levantou foi como que tirassem a tampa ao recipiente e uma grande quantidade de esperma caíu sobre o membro e a barriga do nosso companheiro. Quem ainda não se tinha vindo era eu que permanecia entesado com tudo o que tinha presenciado. A minha mulher percebeu isso e disse-me que a deixasse lavar que me daria prazer o que eu recusei, pedindo-lhe antes que se colocasse de quatro sobre a carpete ao que ela acedeu. Ajoelhei-me entre as suas pernas e introduzi o meu membro.

A sensação de foder a minha ratinha alagada de leite de outro era algo que também constava das minhas fantasias e era mais uma que eu ia satisfazer. A sensação sentida é excitante por se sentir todo o calor e humidade da leitada do nosso amigo. Só que, dilatada por ter tido um membro bastante mais grosso que o meu e inundada com todo aquele esperma, quase que não sentia o seu interior, Apesar disso e debaixo de toda aquela excitação tive um orgasmo muito intenso. Estávamos arrasados pelo que nos entregámos ao descanso beberricando umas cervejas acompanhadas com marisco que o nosso anfitrião tinha preparado para nós. O nosso primeiro dia estava a chegar ao fim. Não terminaria, porém, sem uma nova sessão que começou com o nosso amigo a presentear-nos com uns filmes e algumas fotos intimas da sua ex-mulher, que diga-se era um belo pedaço e também bastante ousada como deu para ver.

Excitados pela exibição e pela brincadeira habitual com os sexos, que passou por comer banana que antes era introduzida na coninha da minha mulher ou comer amendoins descascados, envolvidos no seu suco e colocados sobre o seu clitóris onde se iam buscar com a boca ou morangos colocados á entrada da sua gruta húmida obrigando-nos a saborear o seu gustoso suco. Tudo muito excitante para mais um orgasmo muito intenso para cada um de nós. Despedimo-nos esgotados mas muito satisfeitos, com a promessa firme de novos encontros. Apesar disso na viagem, conversando sobre o nosso dia, ainda nos excitámos. Ele não iria acabar sem que ambos tivéssemos um novo orgasmo, isto já em nossa casa, facilmente conseguido após o visionamento das imagens que havia colhido e da excitação que nos causaram. Sentia-me debilitado e arrasado, quase não me tendo nas pernas, quando adormeci. Nos dias subsequentes fodemo-nos intensamente á custa daquele dia, das recordações e das imagens que frequentemente visionávamos e concluímos que esta aventura foi muito salutar para a nossa relação e que assim sendo só haveria que lhe dar continuidade. Espero que tenham gostado. Também gosto de conhecer as opiniões:

naonda@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:13
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