Sábado, 13 de Setembro de 2008

Magia do Sexo


Victor era meu colega e meu vizinho.
Passávamos muito tempo juntos e eu ia muito para o quarto dele num sótão enorme e só para ele. Os pais estavam divorciados há muito tempo e vivia apenas com a mãe. Eu gostava muito da mãe dele porque a achava muito nova para a idade, muito simpática, para além de achar que era uma mulher muito gira.

Quando ele ia passar os fins-de-semana com o pai, na segunda-feira tínhamos trabalho extra da escola, porque ele trazia da casa do pai revistas da Plaboy e fotonovelas eróticas, documentação importantíssima para a nossa formação sexual que tentávamos pôr em prática, com pouco êxito, na escola com as nossas namoradas.

Um dia estávamos excitados demais e, enquanto víamos as revistas, masturbávamo-nos em simultâneo, um para a sanita e outro para o bidé, de tal forma ausentes da realidade, que só nos apercebemo-nos que a mãe dele estava a chamar por ele quando ela chegou à porta da casa de banho.

Ela viu e percebeu tudo, não havia forma de nos escondermos. Obviamente que ouvimos um raspanete, sentados a um canto, eu totalmente em silêncio, enquanto ele ia respondendo às perguntas da mãe.

No sábado seguinte ela encontrou-me na rua, ralhou porque eu não tinha aparecido durante a semana e disse-me que precisava que eu fosse lá a casa com ela. Nem me passou pela cabeça contrariá-la.

Sentei-me no sofá ao lado dela e falou sobre o sucedido, de uma forma maternal e preocupada com as nossas fantasias. Ela tinha avisado o ex marido para falar com o filho, mas estava preocupada comigo porque sabia que o meu pai estava em África.

Depois de um inquérito exaustivo sobre as nossas brincadeiras com as raparigas na escola, ela decidiu que teria de assumir o papel do meu pai neste assunto e esclarecer-me uma série de dúvidas e confusões na minha cabeça.

Foi difícil vencer-me a minha timidez e vergonha para conseguir deixar de ser um monólogo e passar a ser uma conversa a dois. Mais para a frente, eu já estava a conversar com a maior naturalidade possível e os meus olhos libertavam a alegria de a ter a falar comigo, sem rodeios, de assuntos que sempre tinham sido tabu. No final já me ria com ela dos meus disparates e do meu calão.

Ela deixou de ser a mãe do Victor e passou a ser a Isaura, embora mais velha do que eu, 34 para os meus 15 anos, teria pouco mais de 1,50m de altura, era elegante, loura, olhos azuis, carinha de boneca, muito “moderna” no vestir, sempre de saia curta e roupa justa. Eu já era um homem, não era por acaso que era eu sempre o delegado de turma e andava sempre com raparigas a disputarem-me. Eu era muito mais alto que os outros, já tinha barba, pêlos nas pernas e no peito e fazia desporto, o que me tornava muito diferente dos meus colegas que ainda eram umas crianças.

O único problema que eu sentia era que o Victor era o meu melhor amigo, confidentes um do outro, e não sentia coragem para lhe contar as minhas fantasias com a mãe dele. Ele até tinha contado em pormenor a conversa do pai, mas a mãe tinha-me pedido para eu não dizer nada a ele sobre as nossas conversas. Sentia-me dividido entre o grande amigo e um desejo sexual descontrolado por mil e uma fantasias que o dominavam o meu corpo, que ultrapassavam em muito o beijo ora roubado ora forçado com língua, o apalpão da mão atrevida por dentro das roupas, o roçar de corpos à entrada das aulas e os castigos dos jogos da Verdade e Consequência lá na escola ou com as raparigas da minha rua.

No sábado seguinte já tinha a marcação para uma nova conversa com ela mas, desta vez, cheguei muito cedo e com muita ansiedade e excitação. A pobre da Isaura desta vez foi assaltada por uma lista infindável de questões, alguma em que teve dificuldade em me dar uma resposta suficientemente clara, pelo que defendia-se com o facto de ser mulher e de ter uma opinião diferente dos homens, e eu deveria fazer depois essas questões ao meu pai.

Creio, hoje, que ela se foi apercebendo do meu olhar sofregamente desejoso dela e, em vez de recuar foi brincando com a situação provocando-me de tal forma que dei por mim excitado de uma forma que nunca me tinha sentido e receei ter um orgasmo ali sentado ao lado dela. Como não conseguia estar quieto, ela percebeu o meu estado físico, para além de se notar o volume nas calças, dado que eu tinha uma tesão que me fazia doer, como nunca tinha sentido.

Até que surge o primeiro milagre da minha vida, ela levantou-se do sofá, dá-me a mão e puxa por mim, disse-me que o melhor era ajudar-me a livrar-me daquela aflição, levando-me para a casa de banho. Eu estava em pânico sem saber o que fazer, só o meu corpo respondia automaticamente às ordens dela. Abriu as minhas calças, tirou-o para fora, elogiou-o dizendo que já era maior do que o do ex marido, e bastou uma curta masturbação manual para me fazer vir ao ponto de ter gemido suficientemente alto para ela me mandar calar.

Lavou-o e limpou-o mas não conseguiu arrumá-lo porque eu continuava excitado o suficiente para reclamar mais atenção, eu nem estava ali, limitava-me a pairar no meu êxtase. Só acordei no momento que percebo que ela sentou-se na sanita, beijava-o delicadamente, lambia-o desde das bolas à cabeça, fiquei aflito quando senti que me queria vir novamente e não tinha sítio para o fazer, não consegui parar de me vir quando sinto que estava todo dentro da boca dela a ser sugado, e fiquei surpreendido ao verificar que ela tinha engolido tudo.

Nova sessão de lavagem e limpeza, mas ele teimava em não descer, apenas o toque da pequena mão dela era o suficiente para me excitar. Voltei a entrar em pânico quando ela me agarrou na cara e me disse que não era só eu que tinha necessidades, mandou-me sentar na sanita, levantou a saia, despiu as cuecas, abriu as pernas e enfiou-me todo de repente e cavalgou em mim, de uma forma louca que eu nunca tinha sentido. Perdi a noção do tempo, entrei em perfeito delírio, êxtase, luxúria. Creio que foi ela que me disse, mais tarde, que eu tinha tido mais seis orgasmos até ela atingir o dela. Só nesse dia percebi que as mulheres também tinham orgasmo.

Mas vamos lá embora, já era muito tarde, e já andavam à minha procura. No dia seguinte voltei para conversarmos sobre a importância do esconder este segredo de toda a gente, sem qualquer excepção, não podíamos correr riscos porque se alguém descobrisse o que tínhamos feito podíamos ser presos, o Victor ficaria sem mãe e os meus pais sem filho.

Felizmente não fomos presos, e ainda bem, porque eu ainda tinha muito para aprender e uma professora empenhada em me ensinar mais segredos da magia do sexo.


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:48
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Aventura no Autocarro


Sou um jovem de 18 anos, que em dezembro do ano passado perdeu a sua virgindade.
Sempre fui um jovem que se interesou por mulheres mais velhas, mas , por pena minha, não foi com uma mais velha que perdi a virgindade.Mas vou falar de uma experiencia que tive, com essa mesma namorada,num autocarro. Eu todos os dias fazia o percurso na margem sul, e ainda é um percurso de 1 hora,nessa hora passava-se por muitas paragens,e no inicio de este ano lectivo, numa delas entrava a neuza, sinceramente, não era daquelas raparigas esbeltas, mas era boa pessoa…

Fomos trocando uns olhares, ate que a conheci, e começamos a andar,foi com ela que perdi a virgindade. Um dia, quando iamos pra casa, eu já ia no autocarro,no ultimo lugar, entra ela…senti que ela já vinha quente hoje, e já n tavamos juntos a algum tempo.Ja tinhamos tido algumas aventuras no autocarro, umas mãos perdidas mas nada mais… Naquele dia, depois de muitos beijos,ela mete a sua dentro das minhas calças, e eu já com o amiguinho a surgir,e ela diz-me: “Ainda falta muito para a minha paragem, e já tava com saudades tuas, relaxa…” ela começa a desapertar-me o cinto e as calças e e põe o meu pau a apanhar ar,abaixa-se um pouco e meteu todo na boca.Aquele quente da boca dela, tanta tesao me dava, a lingua dela a tocar na minha cabeçinha excitava-me completamente.Nao me preocupei com o que havia ao redor, porque, secalhar por sorte, havia pouca gente no autocarro nesse dia, por isso ninguem se apercebia de nada.A nossa posição,eu meio encostado ao vidro,meio á cadeira,ela de joelhos a satisfazer-me.

Eu não me conseguia segurar,aquele broche estava a deixar-me completamente fora de mim. As mãos delas tambem a ajudar, a mexer-me nos colhões e a ajudar ao broche, foi expectacular…Durou poucos minutos, mas adorei a experiencia. Ao vir-me, a minha esporra disparou para a cara dela, ficou toda suja, mas tambem adorou, passou com os dedos pela esporra que ficara pela cara e mete-os na boca. Foi para mim, uma sensação incrivel, nunca me tinha ocorrido tal coisa. No final daquilo tudo, ela limpou-se e saio na sua paragem habitual, com um beijo longo, ainda tinha vestigios da minha esporra na sua boca. Passado uns dias,retribui-lhe o prazer, em minha casa…

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:04
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Férias diferentes


Tenho 34 anos e sou divorciada há 8.
Desde um ano antes da separação do meu marido, até há um mês, sexo foi coisa que nunca mais aconteceu.
Sou uma mulher normal, de corpo bem feito, elegante tenho 65 Kg com umas maminhas bem feitas e que até tive alguns pretendentes durante este tempo, mas nunca aconteceu porque saí bastante traumatizada da relação com o meu ex-marido e nunca nenhum deles me despertou o interesse suficiente.
É natural que com o decorrer do tempo, fui pensando cada vez mais em sexo e as saudades foram apertando. Comecei até a masturbar-me e acariciar-me para satisfazer os meus desejos. Mas, para quem estava habituada a ter um homem, não há nada que o substitua. Assim, comecei a olhar com mais atenção para os que me rodeavam e às vezes, com alguns deles só medava vontade de lhes meter as mãos entre as pernas. Na primeira quinzena de Agosto fui de férias para Espanha, para La Manga del Mar Menor, com uma amiga minha, que também é divorciada e um pouco mais velha do que eu (tem 37 anos). Fomos de carro e como já saímos tarde, dormimos em Granada. Tivemos que dormir no mesmo quarto porque já era tarde e o hotel que encontramos ao pé da estrada era pequeno e só tinha um quarto disponível. Jantamos, tomamos uma bebida no bar, fomos tecendo alguns comentários àcerca dos homens que por ali estavam e cada uma de nós foi dizendo o que gostaríamos de fazer com cada um deles, se eles assim o quisessem. Naturalmente que não se passou dos nosos devaneios mentais e acabamos por subir para o quarto para nos deitarmos. É claro que vinhamos as duas excitadíssimas e mais que desejosas que dentro do quarto estivessem dois homens à nossa espera. è claro que isso não aconteceu e ao entrarmos a minha amiga comentou que estavamos com azar com o hotel porque não nos tinham deixado nenhuma prenda no quarto. Eu concordeu com ela e comecei a despir-me para vestir uma camisa de dormir e me deitar. Reparei que a minha amiga olhava para mim com um ar sorridente e perguntei-lhe porque estava a sorrir. Ela aproximou-se lentamente de mim e disse-me baixinho a ouvido que não precisavamos de nenhum homem porque estavamos ali as duas. Eu, que nunca tinha passado por uma experiência dessas, fiquei siderada e sem saber o que fazer, mas antes que eu esboçasse alguma resposta, já a minha amiga me apalpava as mamas e me lambia os lábios. A principio pareceu-me estranho. Depois comeceu a gostar e a ficar excitada. Aí, despimo-nos as duas rapidamente e saltamos para cima da minha cama. Ela tomo de imediato uma posição mais activa (até parecia que não era a primeira vez que o fazia). Saltou para cima de mim e começou a lamber-me a cona e a apalpar-me as mamas. Chupou-me e mordiscou-me o grelinho, enfiou-me a língua pela cona dentro e quando eu já estava super excitada e a vir-me, mudou para a minha boca e começou a beijar-me e a meter a lingua dela dentro da minha boca. Simultaneamente, com a mão direita acariciava-me a cona e metia os dedos por ela dentro. A outra mão, a esquerda, umas vezes apalpava-me o cu, outras as mamas. Foi aí que eu resolvi passar ao ataque. Comecei a esfregar as minhas mamas nas dela. Beijei-lhe as mamas, suguei-lhe e mordisquei-lhe os mamilos e fui-lhe lambendo a barriga até chegar às coxas e finalmente à cona. Fiz-lhe a mesma coisa que ela me tinha feito a mim (suguei-lhe e mordisquei-lhe o grelinho, lambi-lhe a cona e enfiei-lhe a lingua pela cona dentro), mas com uma intensidade tal, que mesmo depois dela se vir ainda continuei a lamber-lhe a cona. Nunca tinha imaginado como era bom sentir aquele sabor salgado na minha boca... A seguir, pûs-me de joelhos, com ela entre as minhas pernas e esfreguei a minha cona por ela acima, passando pelas mamas e metendo-lha na boca, para que ela voltasse a lambê-la e a chupá-le. Ela, ao mesmo tempo que o fazia, apalpava-me as mamas e eu com a mimha mão acariciava-lhe a cona e enfiava-lhe os dedos por acima. A seguir, foi a vez dela vir para cima de mim e invertermos as posições. Já cansadas, deitamo-nos em cima da cama, agarradas uma à outra e adormecemos. Na manhã seguinte eu fui a primeira a acordar. As mamas dela estavam mesmo junto à minha boca e não resisti a chupá-las. Ela acordou e começou a acaricar-me a cona lentamente. Ela virou-se na cama, ficou por cima de mim e começamos a fazer um minete uma à outra. Foi delicioso. Ele veio-se antes de mim, mas não me largou a cona até eu me vir. A seguir levantamo-nos, tomamos juntas um banho de imersão, vestimos uma roupinha leve e fomos tomar o pequeno almoço. Fizemos o check out e partimos para o nosso destino. Nos 15 dias em que lá estivemos introduzimos umas variantes com um vibrador e um caralho que compramos numa sex shop em Alicante e que nos fizeram reviver a falta de um homem. Foi aí que tudo se começou a complicar. Dormiamos em quartos separados, mas há noite íamos empre para o quarto de uma das duas, para fazer amor. Ao fim da 1ª semana, houve um dia em que aminha amiga me disse que fosse subindo para o quarto que ela já ia ter comigo. Subi e passado pouco tempo ela bateu à porta. Abri a porta e qual não foi o meu espanto quando reparei que ela vinha acompanhada por um indivíduo alemão, que também estava hospedado no hotel e que tomava o pequeno-almoço à mesma hora que nós. Fiquei estupefacta mas ela começou logo por ir entrando com ele e disse-me aquela noite que iamos ter companhia. O desgraçado só falava alemão e ela que já o andava a catrapiscar há dois ou três dias, descobriu-o no bar do hotel. Insinuou-se descaradamente e é claro que ele nem sequer hesitou. Só que quando eles entraram eu ainda tive o discernimento para lhe dizer que não tinhamos preservativos e isto quando ela já tinha o alemão meio dspido. Aí, ela, expedita como sempre disse-me que não fazia mal que só tinhamos de ter o cuidado de não o deixer ir à cona, mas que podiamos fazer-lhe broche e dar-lhe o cu e rindo dizia que ele também não iria aguentar com as duas. Como não havia nada a fazer, porque o alemão, entretanto já estava despida, a minha amiga quase e já o alemão começava a baixar-me o vestido, achei que o melhor seria seguir mesmo o conselho dela. Expliquei por gestos que não tinhamos preservativos e que portanto ele não nos podia ir à cona e antes que ele tivesse alguma intenção, agarrei-me ao caralho dele e comecei a chupá-lo, só o largando quando ele se veio. É claro que encheu-me a boca toda de esporra, o pescoçoe as mamas. Fui-me lavar e quando voltei estava ele a foder a minha amiga. Fiquei posseça. Obriguei-o a sair de cima dela, ralhei com ela e puxei-o para cima de mim para me vir ao cú. Não passou muito tempo que eu não estivesse já arrenpendida. O meu ex-marido ía-me as vezes ao cú, mas fazia-o com jeitinho e não me magoava. O alemão não tinha jeito nenhum para aquilo. Magoo-me de tal forma que andei com o cú a arder durante dois ou três dias. A seguir a minha amiga bem tentou fazer-lhe um broche mas ele já estava sem tesão e nem se veio. Pusemos o alemão a andar, preguei um raspanete à minha amiga por ela o estar a deixar fode-la. Nos dias seguintes, o alemão sempre que nos encontrava à hora do pequeno-almoço tentava sempre meter conversa, mas nós com a desculpa de que não sabiamos alemão nunca mais lhe demos troco. Voltamos de férias e acabou-se o romance com a minha amiga porque eu vinha com um desejo tal de levar na cona que acabei, logo na primeira semana de trabalho por ceder (de bom grado, mas fazendo-me um pouco difícil) às insinuações dum colega meu de trabalho. Temos feito sexo. Deliro com as mãos dele a apalparem-me as mamas. Gosto do caralho dele que é bem melhor que o do alemão. Aguenta-se muito mais tempo teso o que permite dar umas fodas fantásticas (sentir aquele caralhão todo dentro da minha cona, é um delírio), passar para o broche e terminar a ir-me ao cú. De vez em quando também sai uma espanholada, com a esporra a escorrer-me pelas mamas abaixo.
O problema é que o tonto agora acha que está apaixonado por mim.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:38
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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Mais um Trabalho !


Tinha mais um projecto entre mãos, de uma senhora, já na casa dos 45 anos, que quria montar um SPA.
O seu marido é também empresário, passa muito tempo fora, e Maria (chamemos-lhe assim), queria ter alguma ocupação.

Maria, tinha como já disse 45 anos, não sendo uma beleza de mulher, é muito simpática, cabelo e olhos castanhos, cerca de 1.60m e aí uns 60/65kg. Um peito ajeitadinho, foi retocado com recurso ao silicone, e um cuzinho arrebitadinho.

Faltavam 2 dias para a inauguração, estava tudo, quase pronto, e embora a minha parte do projecto fosse a financeira, o porjecto foi uma especie de chave-na-mão, em que ela apenas decidiu sobre como queria.

Como era normal, Maria telefonou-me a pedir se passava por lá pois, queria acertar os ultimos promenores relativos à inauguração.
Lá fui ter ao local onde ela estava à minha espera.

Entrei, fomos ver como tudo estava, e no final fomos até ao escritório para acertar mais alguns promenores.

Como as coisas estavam todas encaminhadas, Maria, acabou por levar a conversa um pouco para o campo pessoal.
Lá se foi queixando que o marido, estava estava sempre ausente, e que ainda não sabia se ele ia estar na inauguração porque estava fora do país.
A conversa foi desenrolando, e eu a dizer k era complicado e que sabia o que era não ter tempo prar o lazer, pois andava ocm muito trabalho, o que levou a que ela se oferecesse pra me fazer uma massagem.

Depois de hesitar, pois não queria dar trabalho, ela levantou-se veio por tràs de mim e começou a massajar-me os ombros, pelo que já não tinha como recusar.

Disse-me para me por à vontade, para tirar o casaco e a camisa, pois ia ser o primeiro e receber cuidados do SPA. Deitou-em numa marquesa e começou a massajar-me as costas.
embora fosse massajando as costas, ia descendo sempre mais um pouco e começava a, naõ massajar, mas claramente e apalpar-em o rabo. Continuei sem reação. Em seguida pediu que me virasse, ao que lhe fiz a vontade. Foi começando pelo tronco, e tal como anteriormente, foi aos poucos descendo mais.. até que me toca no pau... ela já começava a dar sinais, quando lhe toca foi automático e ela cresceu, ficando ainda mais teso. Apercebendo-se disso, olhou para mim sorriu e disse. "Podes estar descançado, naõ faço nada que não queiras..."
E em seguida deu-me um beijo... a minha primeira reação foi perguntar. " é mesmo isso que quer? Afinal é casada!"
"Casada eu? Quase só no papel, chego a passar meses sem sexo, mas se não queres...", eu respondo " Que por mim pode estar à vontade e que só a quero ver satisfeita.

Em seguida começa a beijar-me e vai acariciando o meu corpo. Pega no meu pau, começa a lambe-lo e vai massajando... pergunta-me:
"Estás a gostar?". eu: "se estou..." Acaba de me tirar as calças eu já estava todo nu o meu pau já estava teso e ela: "Belo pau! Acho que vou gostar muito de o ter dentro de mim!" Mais uma vez eu respondo: "Se é isso que quer os desejos são ordens."
Ela continua e confesso que só por aquele inicio já prometia, era seguramente uma das melhores mamadas, ia chudando o meu pau, lambendo e acariciando. Eu digo-lhe: "PAra quem diz fazer pouco sexo está uma maravilha... mas estou quase a vir-me! É melhor trocarmos um pouco..." ao que ela cedeu.
Comecei por despi-la lentamente, enquanto ia beijando o seu corpo, nas mamas dmorei-me mais um pouco, depois continuei a descer, a rata já ia sendo preparada com caricias dos meus dedos, que entre caricias lá ia metendo o dedo e ela ia soltando pequenos gemidos.

terminada a descida, cheguei aulea cona, que já estava bem humida e cheia de tesão. Embora tivesse alguns pelos, embora cuidados ( o que não me agrada muito) depois da mamada que me tinha feito só tinha mesmo de retribuir... passei a lingua opr aquela e estava a saber-me muito bem...continuava a trabalhar com os dedos que iam entrando lenta e levemente naquela rata ja molhada. Maria ia gemendo, via-se que estava a gostar. perguntei-lhe: " há quanto tempo não fazias isto?" Respondeu-me: "Não sei be , já lá vai algum tempo, talvez 3 meses pelo menos." eu, repsondo: " o teu marido sabe o que anda a perder? Está a ser uma das melhores fodas que já dei..." mais uma vez sou surpreendido com a resposta (não por duvidar das minhas capacidades, mas era estranho que com a sua idade respondesse o que respondeu) " PAra mim está também a ser uma das melhores, o meu marido, não faz, nem gosta de ndad disto, e as unicas 2 vezes que o fiz, teve de ser como agora, traindo-o..."
Depois de lhe ter lambido be maquela rata, disse-lhe para passarmos a fase seguinte, pedi-lhe o preservativo, Maria pegou nele e foi ela quem me pos... até niss conseguiu deixar-me ainda mais maluco... tudo o que queria era comer aquela rata.
Disse-me para me sentar numa cadeira. Sentei-me e ela sentou-se em cima de mim, de frente para mim segurando no meu pau, apontou-o à sua rata e enfiou-o... logo com uma penetração profunda ao que os 2 não resistimos a soltar um gemido alto. Começou a cavalgar em cima de mim, ia rolando enquanto eu me entretinha com as suas mamas... ia acariciando e beijando-as, a espaços ia também dando beijos na boca, mas como aquilo era mais desejom estes eram muito poucos.
Maria ia alterando, ora com penetrações mais profundas e vigorosas, ora com movimentos mais lentos em que quase só a ponta da cabeça entrava naquela rata. "Estás a deixar-em louco... continua assim..." ela: "Gostas? então espera que ainda está no inicio... ainda pode ser muito melhor!" Eu: "Começo a ficar no ponto... se continaus assim voou vir-me não tarda.", ela: "podes vir-te... esta ainda é a primeira do dia, vias puder vir-te mais vezes..." Eu respondo:"por mim tudo bem se é isso que queres, mas agora quero trocar." ela: "Vamos então a isso!", levantamo-nos os 2, Maria apoia-se n encosto do sofá, coloca uma perna sobre o seu assento e pede-me: "come a minha rata assim por trás." Com as pernas abertas, deixando por isso a sua rata totlamente aberta pra mim limitei-me a fazer o que me pediu. Pr enquanto a comia por tràs, enquanto isso ia apalpando os seu corpo, inde as mãos fugiam mais para as mamas e o cu. Enfiei um dedo no cu e ela: "Podes meter o dedo à vontade até gosto assim, mas não mais do que isso. Se for mais vai doer e não quero." Eu: " se é asim que queres é assim que tens!" Continuo a comê-la por trás e vou metendo um dedo naquele cu... sem duvida era uma das melhores fodas que dava.
Ela diz-me: "eu esotu quase a vir-me e tu como estás?" eu:"estou como tu... já não me aguento muito mais..." ela: "então vamos terminar de outra maneira... senta-te novamente." Sento-me e ela senta-se por cima de mim desta vez de costas para mim, aponta mais uma vez o meu pau à sua rata e enfio dentro dela. desta vez não há carinhos para ninguem... começa a cavalgar em cima de mim, com movimentos fortes e vigorosos, em pouco tempo venho e ela também...

Depois de terminar-mos, sento-me no sofá e ela senta-se no meu colo. Ficamos ali uns minuto sem que alguem dissesse alguma coisa. Quando alguém voltou a falar, foi Maria, que me pergunta: "tens palnos para esta noite" - "Não respondo eu." - "E moras sozinho" - "sim moro sozinho" - "Que me dizes a ajntarmos os 2 e a comermos a sobremesa em tua casa?" Eu só tinha uma reposta possivel... "Depois disto é o minimo que posso fazer por ti..." - "Minimo? Eu é que já não o fazia há muito tempo, por isso também foi um "favor que me fizeste..."

O resto da noite foi o que podem imaginar.

Se quiserem contactar-me

angel_devil_web@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:08
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Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

Fim de Semana na Serra


Vou relatar o que aconteceu no fim de semana de 10 de Novembro de 2007.

Nesse fim de semana, e um bocado à última da hora resolvi aceitar o convite do meu irmão e ir com o grupo dele passar o fim de semana à serra da Estrela. Conheço a maior parte dos amigos dele, pois como temos apenas 2 anos de diferença sempre fomos muito próximos.

O grupo, contando comigo eram 18 pessoas e incluía os respectivos pares, com excepção de mim e de outro homem que também estava divorciado. Na sexta feira às 18H arrancamos de Lisboa em direcção ao fundão, chegamos lá, fizemos o check in no hotel Alambique de ouro e jantamos mesmo lá no restaurante, que por sinal até é bastante bom. Já devia passar da meia noite quando acabamos de jantar e passamos para o bar do hotel para conversar e beber. Aproveitei o jantar para pôr a conversa em dia com aqueles que conhecia melhor e para conhecer os outros. Como disse era quase tudo casais, na casa dos 33, 34 anos, eu era o mais velho com 36, e a pessoa mais nova era a Rita, recente namorada de um dos amigos do meu irmão, e que tinha 24 anos. A Rita chamou-me logo a atenção, não só por ser uma cara nova, mas por ser muito bonita, 1,62, uns 55 kg, cabelo castanho ondulado pelos ombros, olhos verde azeitona, muito bem feita, e acima de tudo muito provocante. A miúda sabia que era boa e ainda acentuava mais vestindo roupa muito justa e muito apertada que salientava todas as curvas.

Escusado será dizer que passei o jantar e a noite toda a comê-la com os olhos. Se ela reparou nisso não disse nada. Bem, a noite foi longa, bem regada e já nos deitamos tarde, mas no sábado tivemos que acordar cedo para o pequeno almoço e para ir ao nosso passeio. Andamos a manhã toda e metade da tarde na rua e por volta das 17H regressamos ao hotel. Como o encontro para o jantar estava marcado para as 20H na recepção, cada um ocupou o tempo como quis, uns foram jogar snoker, outros foram jogar às cartas, outros foram passear para o fundão e outros foram para o quarto. Eu, que já conhecia o hotel e sabia que tinha uma piscina interior aquecida tinha ido prevenido e fui dar umas braçadas e fazer uma sauna e um banho turco.

A piscina estava vazia com excepção de um casal e durante um quarto de hora essim se manteve, até que, para minha surpresa apareceu a Rita e a Márcia para tomar banho. Que visão. Aquele corpo branquinho, de biquini vermelho deixou-me logo com tesão. Elas entraram na piscina e andamos um bocado a nadar e depois, naturalmente começamos a conversar e a brinca na piscina. A água quente e aquele monumento ao meu lado não deixavam a tesão baixar e começava a ficar envergonhado porque dava para notar o volume nos calções. Aproveitei uma altura em que fiquei com menos tesão para sair da piscina e ir para o jacuzzy, no que fui seguido pelas duas. Mais brincadeira, mais conversa, que começava a fugir para o mal e eu novamente de tenda montada. Nisto a Márcia pede-me qualquer coisa, que me obrigou a mexer e a aproximar-me dela e ao fazer isto tive que passar por cima da Rita e o pau roçou ao de leve pelos seus braços. Fiquei cheio de vergonha, pedi desculpa mas ela riu-se e disse que não havia problema. Dali passamos os três para a sauna e eu sempre a tentar disfarçar o volume, mas sem o conseguir plenamente e elas percebendo começaram a meter-se comigo que devia ser da fome e coisas assim. Era claramente brincadeira mas reparei que a Rita estava um bocado mais séria e ia olhando cada vez mais para os meus calções. Deitados na sauna, a Márcia no degrau mais alto, a Rita no meio e eu sentado no degrau mais baixo com as mãos muito perto do rabo da Rita e com uma visão fabulosa daquele monte e da sua ratinha. Conversávamos descontraidamente mas eu não conseguia tirar os olhos, quando fui surpreendido pelo súbito virar de cara para mim e com um sorriso que não deixou margem para duvidas ela abriu ligeiramente as pernas deixando-me ver uma mancha molhada. A sacana estava excitada com os meus olhares e com o volume dos calções. Mexi-me no meu lugar, arranjando uma posição mais confortável e correndo um risco deixei a mão escapar para o meio das pernas dela. Como a única reacção que houve foi abrir um pouco mais as pernas estiquei um dedo e toquei-lhe na cona, continuando a não haver reacção comecei a massajar e a afastar o biquini tocando-lhe directamente. Isto sempre a falarmos os 3 e aproveitando que a Márcia não conseguia ver o que se estava a passar, e quase sem darmos por isso tinha um dedo enfiado até meio naquela gruta, que por esta altura vertia rios.

Mas por muito bom que isto fosse tivemos que acabar a sauna e eu disse que ainda ia fazer um banho turco antes de ir tomar banho, a Márcia como não gostava disse que ficava pelo jacuzzi e a Rita disse que me fazia companhia. Entramos os dois e claro, assim que a porta fechou agarramo-nos num beijo. Despacha-te, não podemos estar aqui mais que 10m, disse ela e puxou-me os calções para baixo e de uma vez abocanhou-o todo até ao fim e começou a mamar que nem uma possuída, “pára Rita, assim venho-me”, então vem-te porque não podemos fazer mais nada mesmo, não temos preservativo” e como contra factos não há argumentos eu vim-me, muito, a maior parte na boca que ela engoliu mas sujando-lhe ainda o cabelo e o biquini, que ela limpou como pode e antes de sairmos disse-me “logo quero-te dentro de mim”.

Saímos, e fomos os 3 para o nossos quartos. Eu nem queria acreditar, mas tinha que arranjar forma de a comer.

Fomos jantar e depois do jantar voltamos para o hotel e para o bar. Já havia grandes bebedeiras e o namorado da Rita estava perdido, tendo esta que o ir pôr ao quarto já quase inconsciente, tarefa que eu me prontifiquei a ajudar, juntamente com o meu irmão. Deitamo-lo na cama e quando íamos a sair ela disse-me ao ouvido “volta dentro de 10m”. Desci, fiz um bocado de sala e disse que me ia deitar e deixando o pessoal subi, mas em vez de ir para o meu quarto fui para o quarto dela. Bati devagarinho e ela abriu-me a porta, só de cuecas e sutien, “entra”, “tu és doida? E ele?” “Ele agora dorme até amanhã sem acordar, cala-te e fode-me” e sem demoras começou novamente a mamar-me. “Agora é minha vez Rita” e levando-a para a casa de banho sentei-a na sanita, abri-lhe as pernas e mergulhei de língua naquela racha que brilhava de tanta tesão, lambi, chupei e mordi até me apetecer, ela rebolava e gemia e eu já não aguentava de tanto tesão, “agora já chega de brincadeira, agora quero cona”, “tas à espera de quê” e abrindo as pernas e inclinando-se para trás abriu caminho. Não hesitei e com uma estocada enterrei tudo, fui tão bruto que até a mim me magoou e ela não conteve um grito, tão alto, que o namorado começou a resmungar, mas que não nos impediu de continuar. Fodiamos com vontade, com estocadas fortes e profundas e em pouco tempo viemo-nos os dois. Apesar de ser a segunda vez que me vinha naquele dia continuava com o pau em pé “temos que aproveitar isso” e eu “pois temos” trocamos de posições, eu sentei-me na sanita e ela sentou-se no meu colo enterrando-o todo.

Agora as coisas iam com mais calma, a fome estava saciada. Enquanto ela me montava eu aproveitei para dedicar atenção aquelas mamas, chupando-as e brincando com elas, mordendo levemente os mamilos, que maminhas tão boas. Igualmente ia apertando aquele cuzinho, um cuzinho tão redondinho, tão branquinho. “quero-te por trás” e ela saindo de cima de mim encostou-se ao lavatório e empinando abriu caminho para o meu pau. Não hesitei e comecei a bombar, enquanto lhe apertava as mamas e lhe esfregava o grelo deixando-a louca, estávamos quase a vir-nos e eu resolvo pôr-lhe um dedo no cu quando ela diz “aí não, hoje não da próxima vez” e voltamos a foder, estávamos a vir-nos quando batem à porta, era a a Márcia e o marido, “tas acordada Rita? Tá tudo bem com o Paulo?” Eu não queria acreditar eu com o caralho todo enterrado naquela cona à beira de me vir e aparece aquela interrupção. A Rita olhando para mim fez-me sinal para estar calado e respondeu que estava tudo bem, que o Paulo estava a Dormir e ela estava no WC e desejando boa noite a Márcia seguiu para o seu quarto e desatando a rir em silencio viemo-nos mais uma vez.

Vesti-me e ajeitei-me e sempre a rir despedimo-nos não sem antes lhe dizer que queria comer aquele rabinho ao que ela respondeu que sim, qualquer dia

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Terça-feira, 9 de Setembro de 2008

Foi uma noite louca


Num sábado frio de Janeiro, pelas 23 horas, vi-te partir ao encontro do inesperado marcado pouco tempo antes pelo telefonema do teu telemóvel.
Ias na expectativa daquilo que ias encontrar, e eu ficava em casa, à janela da nossa sala, na expectativa o que esse encontro me ia trazer.
Enquanto foste, pensei no que iria acontecer, algum tempo depois, nessa noite em cima de um colchão, no chão da nossa sala.
Pensei, que não aguentava de ansiedade pelo teu telefonema, a dizer que atravessavas naquele momento a passagem de nível, pensei que não aguentava eu quando visse aquele estranho, que não era suficiente forte para te ajudar a realizar a tua fantasia, pensei que não sentir nada, mas enganei-me de todo.
Naquele momento o telefone tocou e eu a tremer, nervosa e na expectativa, atendi, eras tu na passagem de nível, era o nosso sinal secreto.
Levantei-me e peguei nas chaves e lá fui para a garagem, abria e aguardei-te, num momento lá chegavas no carro com aquele estranho.
Subiste para casa com o estranho, até este momento eu não sabia o seu nome, entrei em casa e olhei pelo canto do olho para a sala e lá estava ele sentado no sofá, enorme, como uma estátua, tremi de medo e de excitação, de não saber como proceder. Acalmaste-me dizendo que estava tudo bem. Pois a minha preocupação era que estivesse armado e que nos fizesse mal a ambos.
Lavei as mãos entrei na sala apresentaste-me ao Já…., é esse o seu nome, falamos um pouco e tu disseste para ele ir tomar banho, foi, e tu continuaste a acalmar-me, não sei qual dos dois estava mais nervoso, se tu ou se eu.
O Já…. tomou banho, enfiou o teu roupão e veio para a sala, era enorme. Depois fui eu lavar-me e vestir aquela camisa de dormir que já tínhamos escolhido em conjunto.
Quando cheguei à sala estavas sentado com ele à minha espera, para descontrair bebemos um copo de água, como se água descontraísse alguém. Tu também estavas de roupão.
Começamos a fazer a cama no chão, eu estava cada vez mais nervosa. Quando tudo ficou pronto, deste-me a mão e puxaste-me para ti e começaste-me a beijar, daquela maneira que tu beijas e que eu gosto, mas por detrás de mim estava o Já…. E eu sinto nas minhas costas uma cobra grossa a crescer e sem parar de se mexer. Que grande coisa ele tem, pensei eu, mas estava demasiado nervosa, e o coitado do Já…. Também acho que estava tão nervoso como eu. Tu deliravas de entusiasmo e de expectativa pelo o que iria acontecer, sempre dando-me apoio, e carícias. Senti a tua mão e a dele na minha ratinha, do teu toque gostei, do dele senti algo estranho, dizias para eu lhe tocar, mas não conseguia, era mais forte do que eu. Não sabia como ia serem seguida. Deite-me naquela cama improvisada, e tremi. De um momento para o outro tu beijavas-me a boca ele a ratinha. Não consegui sentir prazer, ainda não tinha visto nem tocado no Já…. Continuava a beijar-me a ratinha. Por fim terminou, passa-me com aquela enorme cabeça pela minha paxacha, estremeci. Pegaste na câmara e começas-te a filmar. Ele continuou a passar aquele enorme cara… pela minha ratinha uma série de vezes e tu insistia para que lhe tocasse, quando o fiz assustei-me era grande e grossa, fiquei na expectativa.
Pôs o preservativo, que já tinha ido buscar e começou a querer entrar dentro de mim. Tu ajudaste. Ele, ele por fim conseguiu, pois ainda não estava bem teso. Senti uma dor forte, talvez por que não estava descontraída levantei as pernas e ele meteu-o mais, todo e tu filmavas. Gozavas, na tua cara via o gozo que te estava dar, ao veres-me possuída por aquela coisa enorme. De um momento para o outro relaxei e comecei a gostar, talvez porque tu estavas também a gostar, mudou de posição, mas também perdeu um pouco a erecção, e tu ajudaste-o a meter aquela cabeça dentro de mim outra vez, acariciei-te, beijaste-me e aí sim comecei a gozar. A tua cara era de desejo, por mim, não sei, mas tens de me dizer.
Filmaste pela frente e por detrás, estavas a gozar que nem um perdido atingi o orgasmo num momento qualquer. Não sei como mas gozei, e muito, nada que se pareça, com o que sinto quando fazemos amor, porque aí entrego-me de corpo e alma é diferente, sinto amor, naquele momento com ele foi sexo, puro e simples, mas nunca o tinha feito assim, sem sentimento. Foi animalesco penso eu. Disseste-lhe para tirar o preservativo e ele tirou e gozou em cima de mim, aquele liquido quente, pensei que vomitava outra vez, mas não. Limpei-me, limpaste-me e fizeste amor comigo com ele a assistir, sem muita excitação, por alguém estar a assistir, foi estranho, mas gozei outra vez, foi muito louco.
Arranjámo-nos e fomos levá-lo, quando voltamos, vimos e revimos o filme a excitação era grande. Deitámo-nos e fizemos amor, como foi bom estavas meigo carinhoso e ternurento.
Foi uma noite louca, que vamos repetir, com outro foi o que ficou assente.

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Segunda-feira, 8 de Setembro de 2008

Almoço Delicioso!!!


Olá este é o meu primeiro conto, de muitos assim o espero. É uma situação que aconteceu comigo há um ano atrás. Antes de mais deixem-me apresentar. Tenho 35 anos, 1,85, olhos azuis e casado. Não sou um modelo mas sou suficientemente interessante. Como disse sou casado, mas sempre tive os meus casos e na altura estava a ter um caso com uma mulher que trabalhava no mesmo edifício que eu.

Sou comercial na área do imobiliário e por acaso até estava responsável por aquele edifício de escritórios. Eram cerca das 11h e estava a preparar uns relatórios quando recebo uma mensagem no telemóvel. Era a C a perguntar-me se à hora do almoço podíamos fazer um piquenique dentro de casa. Percebi o que ela queria e respondi que sim. Combinei às 13H num escritório que tinha vagado recentemente e que eu sabia ter alcatifa e uma secretária e uma cadeira que o anterior inquilino tinha deixado. Faltavam 2 horas e eu já estava excitado, porque já sabia que o almoço ia ser muito interessante. A C era uma mulher de 36 anos, casada, e muito, muito tarada. Tinha 1,55, cabelo curto claro, uma cara sempre sorridente e um par de mamas delicioso. Sem serem grandes eram muito apetitosas.

Á hora combinada lá estava e 2 minutos depois aparece ela com dois sacos do Mcdonalds. Beijamo-nos e passamos para uma sala onde almoçamos. No fim de termos comido e quando só restavam os gelados começou a brincadeira. Começamos a beijar-nos sofregamente, as mãos a explorarem o corpo um do outro quando ela me diz para me sentar na cadeira. Primeiro despiu-me e quando estava sentado na cadeira, já bem excitado ela puxa um cachecol de dentro da mala e diz que me vai amarrar as mãos atrás da Cadeira. Disse logo que sim. Isto fez com que o meu caralho ficasse ainda mais duro de antecipação pelo que aí vinha. Uma vez amarrado ela despiu-se, ficando só de cuequinhas e foi buscar um dos copos de gelado e começou a pôr pequenos pedaços no meu peito que lambia sofregamente.

Pôs-me gelado nos mamilos e comeu enquanto me dava dentadinhas que me deixavam louco. Foi fazendo isto em todo o tronco até chegar lá abaixo. Primeiro lambeu a cabecinha, desceu pelo membro todo, voltou a subir e por fim meteu-o todo na boca. Quase que não me aguentava de tão entesoado que estava. Mas ela ainda não tinha acabado e começou a põr gelado na cabecinha. O frio do gelado retraiu-me um bocadinho mas logo a seguir ela enfiou tudo na boca e a sensação do frio com o calor da boca dela era uma sensação indescritível. Só me apetecia era agarrá-la e fodê-la com toda a força, mas estava amarrado e sabia que hoje ia ser como ela queria, e já que não podia fazer nada só tinha era que gozar o máximo. Ela continuava a fazer-me um broche fabuloso, ora com gelado ora sem gelado eu estava muito próximo de me vir e ela sabia e resolveu conceder-me esse favor, mas com requintes de malvadez.

Chegou-me para a ponta da cadeira, expondo o meu cú e começou a passar gelado bem no buraquinho. Depois de ter muito gelado lambeu enquanto me punhetava. Vim-me como um louco e ela sempre sem parar de lamber e de enfiar um dedo no meu cú. Ao contrário do que eu pensava o pau não ficou mole, bem pelo contrário e continuava bem duro e forte. Queria cona, estava doido para foder aquela cona. E disse-lhe, anda cá, anda que eu quero enfiar-to nesse buraquinho. Ela riu-se e disse que nada feito, estava com o período, que ficava para a próxima fingindo que se ia embora. Mas já a conhecia e sabia que ela não conseguia ir embora sem ser penetrada, muito menos depois do que me tinha feito. Se eu já tinha gozado e estava cheio de tesão imagino ela. Pelo que lhe disse, que se não podia comer a cona queria comer o cuzinho mas que tinha que a comer. Ela nem se fez rogada, foi ao bolso do meu casaco e tirou o lubrificante (tínhamos combinado que quando nos encontrássemos eu trazia sempre lubrificante) espalhou uma quantidade apreciável no meu caralho e no cuzinho dela e de costas para mim sentou-se no pau. Devagarinho, deixando entrar um bocadinho de cada vez.

Não era a primeira vez que fazíamos sexo anal, mas naquela posição era e o cuzinho dela assim ficava mais apertado, uma delícia. Em pouco tempo estava todo dentro e ela começou a subir e a descer cada vez mais depressa. Eu sentia o tampão a pressionar a cabeça. Se não me tivesse vindo há pouco tempo não aguentava, com o aperto do cu e o tampão a pressionar estava a ser bom demais. Ela estava doida cavalgava-me cada vez mais depressa enquanto com uma mão esfregava o grelo, até que de repente deu um suspiro e parou muito mole em cima de mim. Tinha acabado de se vir. Eu também estava quase e pedi para não parar que eu queria vir-me e ela recomeçou. Não demorei muito.

Vim-me mais uma vez, agora dentro daquele cuzinho. Fiquei completamente esgotado, sentado na cadeira a transpirar e com as mãos ainda amarradas atrás da cadeira. Ela dessamarrou-me, vestimo-nos e fomo-nos embora.

Até à próxima vez que tivéssemos oportunidade de estar juntos.
Espero que tenham gostado e agradeço comentários para

themanicman@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:11
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Domingo, 7 de Setembro de 2008

Uma noite em Lisboa


Olá, começo por me apresentar. Chamo-me Tiago e sou da zona Centro de Portugal. Tenho 27 anos e sou advogado. Quanto ao resto, sou uma pessoa perfeitamente normal que gosta das coisas boas da vida, especialmente de viajar e de mulheres.

Feitas as apresentações, vamos ao meu primeiro relato.
Normalmente vou a Lisboa todas as semanas, umas vezes a trabalho outras para passear e curtir os bons restaurantes e a boa noite da capital.

Foi numas dessas noites que decidi, mais um grupo de amigas e amigos, ir ao BBC. Para aqueles que não conhecem, é um dos bares mais "in's" de Lx. Quando estrámos apercebi-me logo que o ambiente estava maravilhoso, com gente gira e com mulheres muito "simpáticas".

A noite correu tranquilamente até que lá para a 3 da manhã me apercebo que estava uma rapariga na casa dos trinta, belíssima a olhar insistentemente para mim. Meio na duvida decidi começar a aproximar-me dela e a olhá-la descaradamente. Morena de pele e de cabelo, 1,70m, vestida de saia, botas e um top que realçava um majestoso par de mamas. Para quem não me conhece, este é capaz de ser o meu ponto fraco em relação a mulheres.

Os minutos passaram-se e deicidi convidá-la para uma bebida. No bar fomos calmamente apresentando-nos um ao outro. Casada, sem filhos, empregada de um banco estava ali num jantar da empresa e, percebi imediatamente, já estava algo tocada pelo alcool. Decidi arriscar mais um pouco e passei-lhe a mão na face enquanto lhe disse que a achava linda. Ela imediatamente me repetiu que era casada e para eu parar porque ela nao estava a resistir. Decidi convidá-la para irmos a outro lado porque também eu estava a morrer de tesão. Só me apetecia despir aquela mulher e beijá-la toda. Pediu-me cinco minutos e disse que me encontrava no estacionamento.

Espereia no carro à porta da discoteca e mal entrou deu-me um linguado maravilhoso que imediatamente fez com que o meu pau despertasse. Saímos dali como se não houvesse amanhã. Nos primeiros semáforo da marginal disse-lhe que no meu carro o sinal vermelho (da estrada) era sinal de beijinho e ela imediatamente enfia a lingua na minha boca enquanto eu começava a passar a mão pelas suas pernas.

Levei-a para a casa dos meus amigos que é na Avª 5 de Outubro e mal entrá-mos no elevador começámos a comer-nos deliciosamente. apertava-lhe as tetas ao mesmo tempo que ela se roçava no meu caralho. Entrámos no apartamento e imediatamente caímos no sofá entre beijos e carícias. Quando lhe baixo o top simplesmente fiquei branco, ela tinha um par de mamas divinal, o qual lambi, chupei durante minutos a fio. Tirei as minhas calças e os boxers e aproximei-me dela que imediatamente levou o meu caralho á boca e começou a fazer-me um broshe delicioso. Lambia-me a cabeça e depois enfiava-o todo na boca enquanto, com as mãos, me mexia nas bolas.....uuhhhmhmmmm

Pediu-me que a chupasse, ao que acedi com agrado. Tirei-lhe as botas, a saia e com os dedos cheguei-lhe a cueca para o lado. Á minha frente tinha uma das conas mais perfeitas que vi até hoje. Completamente lizinha e com lábios carnudos. Fiz questão de caprichar e de a levar ao primeiro orgasmo da noite.

Recomposta pediu-me que me sentasse no sofá e de frente para mim foi encaixando o meu caralho naquela cona belíssima para me cavalgar de forma lenta mas bastante excitante enquanto me deliciava com aquelas tetas rijas e empinadas com bicos todos tesos.

Virei-a de costas e apoiei-a no sofá enquando fui enfiando tudo o que tinha naquela cona. Ela tinha um "rebolar" sensual e bem ritmado, parecia uma brasileira só a enfiar a cabeça primeiro e depois tudo até ao fundo.

Avisei-a que estava proximo o momento e ela pura e simplesmente pediu-me para meter o meu pau nas suas mamas e para as fuder até me vir na boca dela......Posso-vos dizer que nunca me vim tanto como naquele dia.

Todos nus fomos á varanda fumar um cigarro e ao fim de 3 ou 4 bafos já eu estava todo teso outra vez. Ela carinhosamente encostou-se para tras e pressionou o meu pau no rabo dela enquanto eu só tinha vontade de me rir. Perguntei-lhe meio a serio, meio a brincar se a podia enrabar e ela respondeu que sim, que adorava ser enrabada por mim.

Fomos para dentro, ligámos o chuveiro e mais uma vez começamos a lamber-nos de cima a baixo. pedi-lhe que se virassse de costas e se abaixasse ao que fui imediatamente correspondido. Meti amaciador no meu caralho e no buraco dela e lentamente comecei a enfiar e a tirar a cabeça do meu pau. Ao fim de fazer esta brincadeira 4 ou 5 vezes ela so me pediu que nao tirasse mais e a fodesse decentemente. Assim fiz enterrei todo o meu caralho fazendo com que ela gemesse brutalmente. Proximo ao gozo perguntei-lhe se me podia vir dentro dela. Dei-lhe uma série de estocadas naquele cu, enquanto lhe apertava as tetas e lhe beijava a boca. Vim-me todo dentro dela que, não contente, decidiu lamber-me o pau todo ate ficar sem uma gota.

No final deitamo-nos os dois agarradinhos no sofá e descansamos até as 6h30 da manha, hora a que ela me pediu que a levasse a casa. Trocámos numeros de telefone e de e-mail e temos conversado algumas vezes. Para breve esta prometida mais uma noite.

Se alguma mulher quiser conhecer-me, este é o meu e-mail

chipmunk27@gmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:45
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Sábado, 6 de Setembro de 2008

Traiu-me no Autocarro


Quinta-feira, mais um dia de trabalhoMas com menos horas, pois já tinha acordado tarde, não havia tempo para mais nada se não me despachar. - José, não vai haver mais festas durante a semana, prometi a mim mesmo!!! Tenho 40 anos, e sempre gostei de me reunir com os amigos, casei cedo e acabei por perder certa liberdade, então que o meu escape era os amigos! Casei cedo, com a mulher que para mim é a mais bela do mundo, chama-se Lúcia, uma mulher atraente, que apesar dos seus 36 anos, consegue manter seu corpo como se tivesse 20 anos.
Eu sempre cumpri com a minha obrigação, e nunca lhe faltou nada! O que mais atrai nela, é sem duvida seus cabelos, que apesar de castanhos, fogem para o avermelhado. Nunca, mas nunca tivemos problemas de desconfianças, pois tínhamos muita consideração em nós mesmos para poder trair.Sou o que se chama de homem de sorte. Até um certo dia, que nessa mesma Quinta-feira.Não posso acusar a minha mulher de nada, nem sequer ficar chateado, pois também tenho culpas na história.Mas passo a explicar como tudo aconteceu. Nessa Quinta-feira, depois de acordarmos tarde Eu e minha mulher Lúcia decidimos que não haveria tempo nem para o pequeno-almoço, teríamos que ser rápidos. Os miúdos teriam de ir para a escola sozinhos, e nós despacharmo-nos!!! Mas o mal dos males, foi o carro estar com bateria em baixo.Era apenas o que faltava. Nem tive tempo para pensar em como arranjar, teria que ir trabalhar de autocarro. E assim foi, minha mulher pegou em suas coisas, e rápido se apressou a sair comigo para a paragem do autocarro! A hora de pegar já tinha passado à algum tempo, as ruas começavam a ficar vazias, e os autocarros a passar com mais frequência, e ainda bem. Nem 10 minutos esperamos, entramos logo em um autocarro. Para meu espanto, meus cálculos estavam errados, eram quase 9 horas, e estava cheioCheio o suficiente para termos de ficar de pé, e ainda por cima em más condições! Crianças a berrar, velhos a tossir, sem dúvida um ambiente que não estava a habituadoAinda por cima calor, pois estávamos em Junho!!! Precisava verdadeiramente de algo para me distrair. Reparei em Lúcia, muito calma, com um vestidinho às flores, que iam até seu belo joelho!!! Quanto mais a olhava, mais de perto via suas formas corporais!!! Sempre que se mexia, podia ver seu vestidinho a entrar no rego de seu cú, sempre com fio dental ela.Mas era assim que eu gostava! Apetecia-me mil e uma coisas naquela hora, mas nem uma poderia fazer. Muita gente entrava, muita gente saia, e quase todos eles passavam por entre nós!!! No meio daquela gente, nem parecíamos casados, ou conhecidos sequer, pois toda a gente ia colada uns nos outros. Não tirava a vista do cu de Lúcia, era algo divinal, ver todas aquelas formas. Até que me distraio para uma velhinha passar e quando dou por ela, estava um sujeito coladíssimo a Lúcia, não liguei, na verdade todos íamos apertados. Mas quando vejo sua mão a encostar à cintura dela muito de leve estive quase para ir lá e afasta-lo, mas queria ver quais suas intenções!!! Sua mão sobre a cintura de minha mulher, descendo cada vez mais, até encostar de leve a mão em seu cu. Fiquei passado, mas lembrei que podia não ser de propósito, decidi esperar!!! Mais gente a sair do autocarro, outro tanto a entrar, e quando recupero total da visão do local, vejo ele colado sobre o cu de Lúcia com a sua mão! Estava passando em todo o local, apertando aquele e metendo a mão no rego por cima do vestido!!! Fiquei fodido, minha vontade era ir lá e dar um murro no sujeito! Mas e Lúcia, porque não reagiria?? Foi por isso que decidi esperar! O sujeito finalmente tira a mão de seu cu, mas rápido passa em sua barriga e encosta-se sobre sua nuca, e lhe dá um beijo. Eu não queria acreditar, estaria ele ameaçando-a de morte? Não vi nada que o indicasse, Lúcia continuava normal.Reparo que o sujeito logo se afasta uns centímetros e logo passa a mão em seu pau, que por sinal deveria já estar a latejar de tesão!!! Ele pega na suave e branca mão de Lúcia e leva-a a apalpar o seu pau, que embora por cima das calças tivesse já bem formado! Consegui ver tudo, e Lúcia para meu espanto apalpa mesmo o pau do sujeito, mas rápido tira sua mão!!! Eu já estava a ferver com aquela situação, e ainda fiquei pior quando ele agarra ela pela cintura, e a cola nele. Logo de seguida a beija no pescoço. Eu definitivamente não estava vendo aquilo. Ele com suas mãos na cintura de minha Lúcia, começa a bombar de vagarzinho, mas notava bem o quanto o sujeito estava gostando!!! Eu cada vez me afastava mais, mas sempre vendo tudo o que acontecia!!! Lúcia se segurava ao barão como o fez em toda a sua viagem, mas desta vez tinha mais uma razão!!! Podia ver as formas de seu cu, seu vestido a entrar totalmente em seu cu, e aquele sujeito tirando o máximo partido da situação!!! Até que ele para, e eu pensei que aquilo tivesse acabado, estava pronto para ir pedir explicações!!! Mas logo a seguir vejo que não.Ele a levanta sua saia até à cintura e rápido se cola nela. Vi bem que ele desapertou suas calças e deitou para fora seu pau!!! A partir daqui, Lúcia estava mais tensa, via-se pela expressão, mas tentava sempre manter sua aparência!!! Ele depressa começou a bombar nela, era o previsto naquela altura. Muito devagar e cautelosamente, ele estava-a comendo e desfrutando de minha mulher!!! Por alguma razão eu não consegui me mexer, não tinha reacção! E o pior é que cada vez queria ver mais. Há limites para tudo, e eu pensei que tivesse chegado ao limite, mas enganei-me. O sujeito que parecia decido a bombar até se satisfazer, olhou para trás e fez sinal para mais 2 homens de aproximarem. Um era alto como o que estava dando na Lúcia, o outro era médio, mas todos se colaram em volta dela! Eu não queria acreditar, andaria Lúcia nestas andanças mais do que hoje? Tinha-se esquecido que eu estava ali? Que se passava? Perguntas para as quais não tinha resposta.O sujeito que estava a bombar continuou, e o mais pequeno foi para a sua frente apalpando-a e colando-se em suas mamas!!! Colocando suas mãos na cintura, vai por baixo da saia e tira suas cuecas, descendo por suas penas e beijando-as muito discretamente. Lúcia a levanta seus pés para que as cuecas não fiquem no chão, e rapidamente o sujeito as apanhas!!! O terceiro sujeito já estava passando mão nas pernas de Lúcia, e vendo o que realmente não queria, ele beija-a, e Lúcia corresponde com o beijo!!! O sujeito que está por trás cola-se ainda mais, e noto que estava a gozar dentro da minha mulher!!! Logo rapidamente recompõe-se, e noto só ele a fechar as calças! Rapidamente o segundo e mais alto sujeito de todos os 3 a puxa para sua frente e lhe agarra na cintura de frente, e a levanta-a um pouco!!! Encostado a um lado do autocarro, com Lúcia em suas mãos, os outros dois rapidamente taparam a vista impedindo assim olhares curiosos! Aproximei-me cuidadosamente, e através dos poucos espaços que aqueles 2 estavam a tapar, pode ver minha mulher quase no colo de frente para aquele sujeito, com as pernas ligeiramente abertas, a saia puxada um pouco para cima, Lúcia estava apanhando forte e feio daquele desconhecido. Pode vê-la sem o ar informal ou intelectual, agora sem vista de ninguém Lúcia estava desfrutando à séria. Reparei que com aquele movimento, um seio acabou por sair de seu vestido, sendo logo metido na boca daquele que a comia sem medo!!! O soutien também já tinha desaparecido& Quando dei por ela, até eu estava alterado.Estava gostando!!! Meu pau estava grande e com vontade, podia senti-lo!!! Lúcia largava gemidos abafados e muito baixos, mas na verdade, aquele vai e vem que ela estava tendo prazer, isso garanto eu!!! Demorou apenas mais um estantinho para que Lúcia goza-se.Podia ver na expressão, era minha mulher fazia quase 10 anos, e aquela expressão era dela a gozar!!! Ele pouco tempo faltou, gozou dentro dela, como eu esperava!!! Rapidamente saiu, e se recompôs, Lúcia fez o mesmo, passou a mão em seu cabelo, ajeitou seu vestido, e estava pronta para retomar seu local, quando aparece o terceiro e mais baixo elemento batendo uma, que se vem rápido nas pernas da minha mulher, e limpa o pau em seu vestido!!! Os 3 deram uma risada, apalparam-na, e lhe deram um beijo. Foi a ultima vez que os vi!!! Ela se recompôs limpando suas pernas, ajeitando seu vestido para que não se notasse suas mamas. Não falamos todo o caminho.Mas sempre que olhava para ela, via aquelas pernas molhadas, ela suada, imaginava aquela rata cheia de porra de desconhecido, me dava ainda mais tesão do que o que já tinha.Finalmente, a paragem pretendida, saímos e fizemos o caminho até ao local de trabalho, estava louco com aquilo tudo, não conseguia pensar em outra coisa sem ser imaginar toda aquela cena. Foi quando que segui meus instintos!!! Peguei nela, e a arrastei um pequeno descampado, por atrás de uns arbustos, desapertei minhas calças, encostei-a sobre um muro, e encostei meu pau naquele vestido. Que sensação! Podia sentir aquele cu molhado, passava meu pau naquele rego, até que a levantei seu vestido, e investi com toda a força!!! Nunca tinha fodido assim, ela gemia, apesar de tudo, estava a gostar, era a terceira vez, no máximo a segunda, coisa que ela nunca aguentara. Mas naquele dia estava a gostar!!! Eu tive o melhor, mais satisfatório e rápido orgasmo da minha vida. Ao penetrar aquela rata completamente molhada, usada e abusada!!! Retomamos o caminho.Eu só perguntei o porquê, e ela também. O porque que não a fui tirar daquela situação. Na verdade nem eu sei. Acabamos por em casa prometer que nada assim voltaria a acontecer! Quanto ao resto, o nosso sexo melhorou bastante, até porque ficamos mais cooperativos em festas onde adoro ver minha mulher se exibindo, atraindo todos os homens.
Mas não passa disso.
Ou passa?
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Sexta-feira, 5 de Setembro de 2008

Comi a nora do meu colega de trabalho


O que vos vou contar de seguida aconteceu-me há cerca de seis meses no escritório onde trabalho. No escritórios somos poucos, conhecemo-nos bastante bem e às respectivas famílias. Pois bem, um dos meus colegas, já com os seus cinquenta anos tem 1 filha e 2 filhos, ela com 27 anos e os filhos com 25 e 23. Mas aqui o que interessa não são os filhos nem a filha mas sim as namoradas dos filhos. Tanto um como o outro tinham namoradas muito interessantes. A namorada do mais velho é alta, magrinha e com uma cara muito bonita, já a do mais novo, a L tem 1,60, corpo atlético (é professora de ginástica) um rabo todo definido e um peito muito interessante.
Pois bem, os filhos do meu colega e respectivas namoradas passam a vida no escritório, vêm de manhã, ao almoço, à tarde, usam a sala de reuniões para estudar, enfim, às vezes chega a ser abuso, mas as coisas vão andando assim sem ninguém dizer nada. Como não podia deixar de ser conheci-os a todos e cumprimentávamo-nos e fazíamos conversa de circunstância mas sempre sem intimidades ou grandes proximidades. Naquela altura a L estava a trabalhar num ginásio perto do nosso escritório e sempre que tinha um bocado livre vinha ter com o sogro e como tal passou a ser visita ainda mais frequente. As coisas continuaram mais ou menos inalteradas e sem grandes confianças até que um dia, no dia anterior tinha sido feriado e no próximo dia era fim de semana e só estavmos 2 pessoas a trabalhar e o meu colega tinha a manhã toda ocupada com reuniões fora do escritório, por volta das 11h a L apareceu no escritório a perguntar se podia ir para o computador do sogro fazer uns trabalhos (é estudante universitária) e eu disse que sim, afinal não era a primeira vez. Estava vestida com o equipamento do ginásio, calças de licra vermelhas que lhe moldavam o rabo e deixavam ver os contornos da cona e T shirt sem mangas colada ao corpo e cabelo preso num carrapito que lhe deixava o pescoço à mostra.
Passado um bocado veio ter comigo a perguntar se eu lhe podia explicar uma coisa (ela está a tirar um curso de gestão que é a minha área) e acedi, deslocando-me com ela para o computador. Ela sentou-se em frente ao computador e eu atrás da cadeira debrucei-me sobre ela e começamos a analisar o problema. A minha boca estava, consequentemente, muito perto do ouvido dela e o cheiro do perfume misturado com o suor começou a excitar-me e o pau começou a dar sinais e simultaneamente percebi que a minha respiração no seu pescoço e orelha também a estavam a perturbar e malandro comecei a falar ainda mais perto do ouvido e como quem não quer a coisa toquei ao de leve na orelha ao que a reacção foi de aproximar ainda mais a orelha. Fiquei surpreso mas como não sou de desperdiçar uma oportunidade avancei e dando-lhe um beijo no pescoço disse “apetece-me beijá-la” e sem dar oportunidade de reacção colei a minha boca à dela enquanto a minha mão procurava as mamas. Tinha que agir rápido e aproveitar o elemento surpresa porque se lhe desse oportunidade de pensar podia estragar tudo e a verdade é que resultou pois em poucos segundos respondeu ao meu beijo e escorregou ligeiramente na cadeira. Estava conquistado, agora era avançar. Não havia tempo para romantismos era puro desejo e tesão. O beijo intensificou-se, as mãos aceleraram apertando, mexendo, acariciando, em pouco tempo tinha os seios desnudos nas minhas mãos e senti que as mãos dela me abriam as calças. Ajudei na tarefa e baixando as calças e as boxers fiquei com o pau espetado a cm da boca dela, que não se fez rogada e de imediato começou a mamar. Eu por meu lado levei as mãos até à sua cintura e com a ajuda dela despi-lhe as calças e comecei a passar os dedos na sua cona que ficava mais molhada a cada instante.
Estava bom mas eu queria mais e sentei-a na secretária e comecei a lamber-lhe a cona que mesmo com um ligeiro sabor a suor a mijo era deliciosa. Ela agarrou-me nos cabelos e puxou-me para cima e percebendo o que ela queria não hesitei e de um movimento só enterrei tudo. Aí ela não resistiu e soltou um gemido alto pela primeira vez. Fiquei mais doido ainda e comecei a penetrar rapidamente e profundamente enquanto ela traçou as pernas atrás do meu cu facilitando a penetração e ajudando ao movimento. Fodiamos que nem os malucos, o suor começou a escorrer e o ambiente ficou mais quente comecei a senti-la contrair-se, estava a vir-se e eu estava muito perto, ela percebeu e disse-me que não me viesse dentro dela, pelo que tirei e ela descendo da secretária ajoelhou-se e começou a punhetar-me e a chupar-me. Os primeiros jactos foram directos para as mamas e depois enfiou-o na boca e engoliu o resto. Eu estava de pernas bambas e todo suado mas de sorriso na cara e ela também. Vesti-me enquanto ela limpava as mamas com um lenço de papel quando ouvimos barulho na entrada. Eu saí directo para a minha sala que era ao lado enquanto ela puxando o sutien para baixo se sentou na cadeira a olhar para o computador. Por pouco não éramos apanhados pelo meu colega que tinha acabado de entrar.
Foi uma queca de momento, em que mal falamos um com o outro mas que hei-de lembrar sempre. Julgo que ela também, mas desde essa altura mal nos falamos e nunca mais surgiu a hipótese de repetir, mas se surgir eu conto.

Themanicman@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:45
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Conto erotico ( Uma bela Queca !!! )


Uma bela queca!!!

Sou uma mulher de 33 anos, casada ardente de amor.
Sempre fui uma mulher dizinibida e sem complexos e preconceitos. O
sexo tem que ser livre.
Desde que leve com ele, tanto faz na boca no cu ou no grelo. Gosto de
sexo louco, à bruta. Em qualquer posição, em qualquer sitio, quanto
mais perigoso melhor.

Um belo dia fomos passar o fim de semana ao Alentejo. Estava uma noite
de verão quente. Quente como as minhas entranhas. Estava desejosa de
levar com ele. Vesti uma camisa de noite de cetim muito curta sem nada
por baixo e fui para a varanda.
O meu marido também veio se refrescar para a varanda e quando se
chegou ao pé de mim comecei a provocá-lo. Sentei-me numa cadeira que
lá havia com as pernas o mais aberta possível E ele veio logo. Mas eu
ia faze-lo sofrer.
Quando ele ia para me agarrar atei-lhe as mãos atrás das costas. E
agora vais-te ajoelhar e vais enterrar a tua língua na minha coninha.
Fazendo festinhas e círculos.
Ele já transpirava. Queria me tocar e não podia. Ali esteve com a
língua a percorrer o meu corpo. Da coninha passava para o Cu. ia
abrindo caminho com aquela língua molhada e áspera.
Depois, descalçou-se e enfiou-me os dedos dos pés do grelho. E vai
fazendo força e força. Quase que enterra o pé todo.
Coitado, já estava com pena dele. Com pena e ardente de desejo, pois
ele só me dizia. Desamarra-me e vais ver o que te acontece. Nem pensei
duas vezes. Soltei-lhe logo as mãos e ele atirou-se logo a mim como
gato a bofe.

Agarrou-me as mamas como uma força, parecia que rebentavam.
Apalpou-me, mordeu-me, beijou-me, chupou-me. Fez-me um minete que me
fez trepar pelas paredes. Com a língua ia chupando o clitóris e ao
mesmo tempo enfiava os dedos no Cu. Se mais esperar tirou para fora o
seu mastro grande e grosso e fodeu-me a boca até derramar aquele
leitinho espesso e quentinho.
Agora engole. E claro, eu obedeci.
De seguida deita-me em cima da mesa da varanda, abriu-me as pernas e
enterrou em mim sem avisar aquele pau duro e teso. Soltei um grito de
dor e de tesão. Aquele vai e vem louco que não parava de me excitar
que continuava com mais e mais força, fez-me vir com muita intensidade.
Aquele leitinho que ele esperava, finalmente jorrou da minha cona e
ele bebeu com toda a satisfação.

Minha puta, diz ele. Agora vou-te foder esse Cu apertadinho. E sem se
fazer anunciar enterrou novamente o pau no meu Cu. AIIIIIIIIIIII!
Como doeu. Mas ele continuava a enterrá-lo cada vez mais fundo até
sentir os colhões bater na cona como um badalo.
E vai, e vai, e vai, e vai, e vai, vou-me virrrrrrrrrr.
E ele veio-se também dentro do meu Cu. Sentia aquela esporra toda a
escorrer pelas pernas.

Cansados e transpirados, preparava-mos para entrar e tomar um banho
quando reparámos que no quarto em frente um homem se masturbava com
aquilo que acabara de ver. E eu como gosto de provocar, baixei-me e
fiz um grande broche ao meu marido enquanto olhava para o vizinho. É
claro que a noite estava a começar. E que noite. O resto fica para
outro conto.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 13:27
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Quinta-feira, 4 de Setembro de 2008

Tortura


Sabes que amo a tua tortura. Pões-me doida, fora de mim.
Chegaste mais cedo, querias fazer-me uma surpresa.
Fui ter contigo tomamos café... torturante não te poder tocar, não te poder beijar...
Já me tinhas posto au point.
Entrei no carro, a tortura continua, não te podia tocar, não te podia beijar, não podia por a mão por dentro das tuas calças, não te podia acariciar.
Chegamos á porta de casa, subi primeiro... estava encharcada, ansiosa por te ter.
Tocaste á campainha, abri a porta e tu entraste. Abracei-te finalmente, beijei-te.
Passaste-me a mão nos seios, beijavas-me o pescoço, as orelhas, a boca, a tua lingua quente percorria-me. Enquanto uma mão me segurava a cabeça enquanto me beijavas, a outra ia descendo. Levantaste-me a saia, puxaste-me as cuecas para o lado, passaste os dedos pela toca encharcada,meteste os dedos lá dentro. O que eu te queria dentro de mim...
Desapertei-te as calças. estavas duro, molhado.
Sabes não lhe resisto, sabes que adoro senti-la na boca dura, quente, babada. E as saudades que eu tinha de a chupar, de a lamber, de a sugar.
Puxei-te para o quarto, para a cama, não aguentava mais a espera, queria sentir-te dentro, queria sentir-te vir.
E tu sabias... sabias que estava doida, que te queria...
E torturavas, brincavas com os dedos enquanto me chupavas e lambias os mamilos, enquanto me beijavas a boca.
Eu estava perto de rebentar, queria-te dentro!
Mas a tortura não parava... e tu brincavas com os dedos, eu só pensava, mete-o, mete-o bem lá dentro, bem fundo.
Não aguentei e disse-to:
Mete-o! Quero-o lá dentro.
E a tortura acabou...
Meteste-o fundo, com força como sabes que gosto.
Não demorei um minuto a vir-me...
Tu sabes o resto...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:14
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Quarta-feira, 3 de Setembro de 2008

Fim de Tarde na Praia


Nem queria acreditar...
Estava hoje na praia da Fonte da Telha a gozar os meus últimos cartuchos de férias e aconteceu algo que apesar de já ter feito parte do meu imaginário nunca pensei vir a acontecer da forma tão simples e simpática.

De facto estava deitado na praia e reparei que um casal procurava um espaço para se deitar com o qual troquei uns olhares.

Passado algum tempo, reparei que o homem estava a estimular a mulher e a "mostrar-me" defenitivamente o que estava a fazer... Fiquei com alguma pica e fui até á água arrefecer, acontece que dado o adiantado da hora acabei por ficar por lá muito pouco tempo e quando voltei para a toalha a maior parte das pessoas estavam de saída... coloquei-me mais a jeito de ver aquele espectáculo...

Acontece que o sol desapareceu e começei a preparar-me para sair da praia ainda sem saber saber o que fazer porque a vontade de ir ter com o casal era enorme. Esperei e fui indo para o carro calmamente. Reparei que o casal estava a deslocar-se pela encosta e fui-me aproximando. Quando me cruzei a Maria e o José (nomes falsos) disseram-me um olá e perguntaram-me se costumava ir para aquueles lados... respondi-lhes que de vez em quando e questionam-me se costuma haver por ali muitos casais...

É então que sou convidado a participar numa brincadeira mesmo ali na mata...

Oh meu deus... que grande maluqueira a "Maria" sabia o que queria e nós tentámos não a deixar ficar mal... com muita tesão gozámos os três e deixámos a mata como a tinhamos encontrado...

A noite fez-se rápido e antes de trocarmos telefones ainda tivemos tempo para mais umas brincadeiras no carro...

Que fim de tarde que vocês me proporcionaram...
Obrigada
Maria e José

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:19
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Terça-feira, 2 de Setembro de 2008

Por Amor Fiz meu Marido Corno


Amigos leitores, me chamo Letícia, sou uma gata super sensual, tenho 24 anos, cabelos castanhos claros, olhos verdes, corpo bem definido, não sou um miss mas sou bonita. Venho de uma família conservadora onde sexo sempre foi tabu, sou tímida e recatada quando o assunto é este, apesar de na cama ser bem quente. Casada há cinco anos com Paulo, um executivo de 37 anos, carinhoso, romântico, alegre e de bem com a vida, somos muito apaixonados.Desde que nos conhecemos nossa vida sexual sempre foi ótima, transávamos todos os dias. Após nos casarmos percebi que meu marido era mais liberal do que eu imaginava. Numa tarde de sábado, provoquei-o até que entramos no assunto e lhe disse que eu achava que ele gostava de ser corno, após uma breve discussão ele acabou confirmando minhas suspeitas.

Disse que era liberal, que me amava muito, mas que tinha esses desejos diferentes, de me ver na cama com outro, e que nem por isso iria deixar de me amar ou respeitar, muito pelo contrário nossa cumplicidade iria fortalecer nossa relação, ele não achava que isso fosse traição, pois estaria participando, que existiam muitas páginas na Internet, que relatavam casos de casais que tinham essas experiências e eram muito felizes. Fiquei emputecida com ele, ficava pensando no que minha família ou nossos amigos iriam dizer se soubessem. Os dias se passaram e eu imaginava que ele não me amava, ou talvez que fosse gay, ou talvez doente, sei lá mil coisas se passavam pela minha cabeça. Para mim era impossível alguém amar e aceitar uma situação assim. Fui então procurar informação a este respeito, na Internet , em livros, revistas e até um psicólogo procurei. Descobri que nada de anormal existia nisso, que não é falta de caráter, não é doença, muito menos falta de amor, mas uma maneira diferente de encarar a vida e seus prazeres, sempre com muito amor. Mesmo assim eu não concordava, às vezes me sentia frustrada, meio magoada, achado que estava com o homem errado. Paulo gentil, mas insistente, quando transávamos ele tocava no assunto e dizer imaginar ter mais um homem com nós na cama. Com o passar do tempo fui aceitando algumas mudanças e compramos até um vibrador para participar das nossas, brincadeirinhas na cama.

Como sou muito envergonhada disse que não teria coragem de estar com outro na sua frente. Foi quando ele me falou que se eu me sentisse mais à vontade, poderia sair com outro sem ele, mas deveria lhe contar tudo em detalhes, seu grande desejo sexual era viver uma historia assim. O tempo passou e já com o consolo não brincávamos mais eu estava meio confusa. Mas meu maridinho continuava a tocar no assunto depois de dois anos, acabei concordando, mas teríamos que tomar algumas precauções. Teria que ser um homem, bonito, gentil, e de bom nível. Também sairíamos somente uma vez, para realizar a fantasia e para que não tivesse nem outro envolvimento. Meu amorzinho ficou muito feliz com minha decisão. Cobinamos, que iríamos a uma danceteria em Bal.

Camboriú, pois moramos em Itajaí (SC), e se pintasse alguma coisa poderia acontecer. No fundo eu tinha muita vontade, mas não admitia nem para mim mesmo. Marcamos o sábado, e fomos para uma badalada Wsqueria daquela cidade. Eu esta com um vestido preto que deixava as costas nuas, e um decote avantajado, estava com uma calcinha minúscula e de salto alto. O ambiente era ótimo estávamos nos divertindo, quando percebi que no meio daquela escuridão tinha um rapaz (Rojer) alto, forte que estava me observando, falei para o Paulo e ele me incentivou que desse uma volta e deixasse rolar. Fui até o banheiro, quando estava retornando foi abordada por ele que disse: como uma gata tão linda e gostosa esta sozinha, respondi: estou com meu marido, Rojer meio sem jeito falou: ele não se importará de dançar comigo um pouco, não chequei nem a responder e ele me arrastou para a pista de dança. Logo tocaram um forró, ele me agarrou bem juntinho e pude perceber que estava de pau duro e por sinal era enorme, como não houve resistência uma, mas severa começou a beijar levemente meu pescoço, e percebeu que eu fiquei toda arrepiada. Deslizava suas mãos pelas minha costas e às vezes se atrevia passar por meu bumbum.

Olhei e vi que meu maridinho só nos observava de longe. Neste momento Roger me perguntou: Teu marido não tem ciúmes? de a sua gata estar dançando com outro? Respondi: Tem, mas controlado. Roger: Eu adoraria passar uma noite inteira com você, iria te levar as nuvens, queria te beijar inteirinha, te fazer delirar! Neste momento passei levemente a mão sobre sua calça e pude sentir o real tamanho daquele pau, falando que meu marido era bem liberal e que quem sabe poderíamos estar alguns momentos juntos. Convidei-o para irmos até a mesa onde esta o meu já quase corninho. Eu estava muito exitada, nervosa, com vergonha, não sabia direito. Já na mesa após as apresentações, enquanto bebíamos umas cervejas Roger por baixo da mesa passava a mão na minha perna e aos poucos foi subindo até minha bucetinha que já latejava e estava encharcada de tesão. Paulo percebeu minha excitação e foi ao banheiro, demorou um pouco quando voltou me pegou com a vara do Roger em minha mão. Agiu discretamente, me deu um longo beijo e disse:

Vamos para um lugar mais à vontade, convite que aceitei na hora. Chegamos no motel todos calados, nervosos, entramos na suíte, meu marido deixou tudo quase escuro e foi colocar a banheira encher, quando ele voltou eu esta nos braços do nosso amigo (que já estava só de cuecas) em um longo beijo, olhei para o meu marido e disse, não se preocupe ele esta louco para ser corno, vem meu amor veja. Fiquei de joelhos na frente daquele gato lindo, tirei seu pau para fora e quase tive um susto, era maior do que eu pensava tinha 20x06. Comecei a mamar naquela vara como uma cadela no cio dizendo: “Olha meu amorzinho veja o tamanho do pau que vai te fazer corno, é grosso, lindo, cabeçudo, bem como eu gosto, mas de hoje em diante terá que ser bem mansinho vem cá”. Quando ele se aproximou enquanto chupava nosso novo amigo, segurei o pau do meu marido que já estava duro como ferro, para provocá-lo falei: “Isto que é vontade de ser corno, já esta de pau duro”, e comecei a revezar chupando os dois. Eles me colocaram na cama, enquanto Roger enfiava seus dedos em minha bucetinha e lambia meus seios, Paulo meu marido me beijou ardentemente, olhando nos olhos dele perguntei: Tem certeza é isso mesmo que você quer? Acenando com a cabeça num sinal positivo disse:

“Hoje será como você quiser minha putinha gostosa”. Envergonhada como sou naquela hora me transformei. Como uma verdadeira puta, gemia, gritava, pedia pau, ouvindo Roger dizer, “Nossa meu amigo, tua esposa é uma gata gostosa, linda, cheirosa, hoje vou te ensinar como se fode vadia tesuda”, Fiquei de quatro na cama, meu maridinho chupava minha xoxotinha enquanto eu mamava no cassete do nosso convidado. O Pau dele mau cabia em minha boca. Meu corninho entusiasmado olhando dizia: “Mostra pra ele o quanto vc gosta de uma vara dura minha vadia tarada. Já estava toda molhada, fiquei mais melada ainda ouvindo meu marido falando daquele jeito pra mim”, pedia pau Então fiquei de quatro na cama, Roger colocou uma camisinha no seu caralho enorme e veio para trás de mim. Pedi para o meu amorzinho corno: “Você não queria ver então vem meu chifrudo abre minha pereca e pede para o meu comedor meter forte e bem gostoso; “, meu marido veio abriu minha pererequinha e disse “ Vai seu pauzudo, mete nessa buceta, enfia tudo, ela adora abrir as pernas e levar pau, enfia até as bolas, faz ela gozar que nem uma cadela”. Ele encostou a cabeça e começou a forçar a entrada, doía um pouco pelo tamanho do cassete, mas aos poucos foi entrando, até que eu já sentia as bolas batendo em minha buceta. Neste momento eu delírio já havia gozado duas vezes com aquele caralho enorme entrando e saindo da minha bucetinha, já tinha perdido a razão, Roger enfiava tudo enquanto eu chupava meu maridinho, vendo como ele estava feliz disse: “Não era isso que você queria meu corninho, olhe, veja bem eu rebolando neste cassete gostoso”.

Foi só eu dizer isso e ele encheu minha boquinha com seu leite gostoso, em seguida Roger me fez sentar em seu colo, eu sentia aquele macho me penetrando e me agarrando e em seguida nós gozamos. Após um delicioso banho, voltamos para cama e Roger pediu que queria comer meu cuzinho, não deixei e meu corninho concordou, pois eu poucas vezes havia dado o rabinho. Falei para meu maridinho corno, fica agora só olhando. Fizemos um 69 eu e Roger depois ele me fodeu em várias posições, gozei mais três vezes, com meu maridinho olhando. Saímos do motel nos despedimos e nunca mais vimos Roger.

Apesar da vergonha que sinto, me diverti muito, venci barreiras e cada dia que passa eu amo mais o meu corninho, ele está sendo o melhor marido do mundo, estamos pensando em outra oportunidade repetir a dose. Mas agora meu corninho aceitou que tem que ser bem mansinho. Hoje moramos em Florianópolis (SC) e desejo conhecer homens neste perfil para que possa junto comigo convencer meu maridinho a viver outra aventura

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:10
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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

A tia que sempre sonhei


Venho por este meio contar o que se passou cmg, foi um sonho realizado. Tenho 26 anos alto e bem constituido, e tenho uma tia de 38 anos magra e muito elegante de nome Angela(nome ficticio). Então a história começou assim:

Durante muitos anos me masturbei pensando nela, imaginei-a de todas as formas, um dia em familia as minhas tias estavam a falar sobre as estrias de cada uma, até que a minha tia Angela dicidiu baixar as calças pra se fazer entender do estava a falar, foi aí que a ví só de cuequinha e ví aquela vagina muito gira e bem cheinha, fiquei louco de tesão, não aguentei e fui á casa de banho bater uma que me soube lindamente, desde então sempre que a via reparava em todos os pormenores do seu corpo, tem uns peitos pequenos mas mt arrebitados e com uns biquinhos bem escurinhos, desde então fazia de tudo para a ver, começei a passar mais vezes em sua casa, ela muitas vezes me dizia que eu estava mt jeitoso, passava a vida a dizer isso, e dizia que as raparigas jovens lá da terra passavam a vida a falar de mim, foi aí que criei coragem e num tom de brincadeira lhe disse que gostava era de maduras, ela sorriu...

Um dia de semana como tenho liberdade no meu trabalho passei em casa dela para me fazer um trabalho numas calças(ela é costureira), mas como o trabalho exigia que tirasse as calças, eu disse-lhe que sendo assim passava lá outro dia com as calças, ela disse: não, tiras as calças que isto é rapido... E assim tirei, mas como a minha mente não pensava noutra coisa, vieram-me todos os pensamentos eróticos com ela à cabeça, foi aí que o meu pau cresceu de uma forma louca, tentei tapar com a camisola, mas não tapava tudo, foi aí que ela por entre a maquina olhou e reparou, e disse: "fogo André, que se passa?." Fiquei vermelho que nem um pimento, e respondi que não se passava nada, ela soltou um sorriso maroto, quando se levantou para passar as calças a ferro rossou o cu no meu pau... eu já não me controlava mais, varias vezes pensei em arriscar, mas podia levar um corte! Foi entao que ela me esticou o braço para me entregar as calças e me olhou fixamente com uma cara sexy, olhei-a tb, e ela perguntou-me mt envergonhada:

Estás a pensar no mesmo que eu? e me olhou para o pau, foi aí que não aguentei e a puxei para mim beijando-a loucamente, minha lingua a devorava, chupei a sua lingua, seus labios enquanto ela me meteu as maos dentro dos boxers e me agarrou o pau, sem a parar de beijar tirei a sua bata de trabalho, ela repetia varias vezes que aquilo não era correcto mas continuava a beijar-me, tirei a sua camisola de alsas e estava sem soutien, chupei aquelas mamas durante alguns minutos... e comecei a tirar-lhe as calças, e disse-lhe que varias vezes tinha sonhado com isto, e que queria lamber-lhe aquela vagina até à ultima gota, a resposta dela foi empurrar a minha cabeça pra baixo em direcção à vagina, foi aí que reparei que ela estava completamente molhada, tirei pro lado a sua linda tanga branca as rendas e lambi a toda, o seu cheiro era agradavel, chupei aqueles labios vaginais, metia a lingua até não poder mais, acabei por lhe tirar a tanga e ela sentada na mesa de pernas abertas continuei a lamber, ela atingiu varios orgasmos, o liquido era tanto mas eu chupava-o todo, o cheiro era tão agradavel que até o cu lhe lambi, e com a minha cara completamente coberta do seu liquido voltei a beija-la na boca, ela estava a adorar e eu também, confessou-me que nunca tinha atingido tantos orgasmos seguidos, então me mandou sentar eu na mesa, foi aí que ela começou a mamar no meu pau, era tão bom, mas tambem lhe queria lamber a cona ao mesmo tempo, foi aí que fizemos um 69, quando ela se vinha baloiçava na minha cara, eu adorei o seu cheiro, ela confessou que deitava creme no cuzinho, ainda mais tesão me deu de lho laber, sentou-se de pernas abertas para mim e pediu-me para a penetrar, mas aqueles labios vaginais estavam tao deliciosos que não resisti e lhe dei mais umas lambidelas até que a penetrei loucamente, aodrava o seus timidos gemidos, colocou-se de 4 e continuei a penetrar, mas estava a vir-me quando ia a tirar ela segurou-me para que me viesse dentro dela, disse-me que estava a tomar a pilula, deitei tudo lá para dentro, qd tirei fora o meu esperma até escorria por a sua vagina em direcção às pernas, parei um bocado, deitei-me em cima da mesa pra nos recompormos, estava no céu, então ela se levanta e começa e mamar no meu pau que estava mole, o meu esperma notava-se nos seus labios, logo o meu pau cresçeu de tanto tesao, adorei aquele esperma na sua boca, começei a meter o dedo no seu cu, perguntei-lhe se ainda era virgem do cu, ela disse que já tentou mas não conseguiu, então pedi pra tentar de novo, ela aceitou, ela de 4 meti o meu pau na sua vagina para molha-lo com o meu esperma, e penetrei lentamente, dei 3 bombadas mas ela não aguentou.

Sentei-me e ela sentou-se sobre mim metento o pau na vagina e começou a baloiçar gostoso, beijou-me, conseguia sentir o sabor do meu esperma, sem problemas pois o tesão era enorme! Ela tornou-se a vir umas quatass vezes eu tb me vim novamente dentro dela, entao que me pediu para fazer-mos de novo o 69, eu aceitei, a sua vagina estava completamente encharcada de meu e seu esperma, reparei que se veio mais umas duas vezes, notava-se os seus liquidos a sair pela vagina, o tesao era tanto que me estava quase a vir, ela reparando disse que queria que eu me viesse na boca dela, foi o que fiz, ela engoliu tudo, sempre sonhei com isso, aí morri de tesao, paramos.... ela disse que foi a maior hora de sexo da vida dela e pra n contar a ninguem... fui embora e acreditem que de tanto tesão voltei lá ao fim da tarde!! Esperei que saisse de lá duas clientes e tornamos a repetir mas mais rapido, pois estava a chegar a hora do meu tio chegar! Concretizei o meu sonho!!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:36
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