Domingo, 28 de Setembro de 2008

A irma da minha Namorada


Estavamos a passar o uma semana de férias na casa de praia dos pais da minha namorada. Eu, a Júlia, minha namorada, 22 anos, 1,65, morena, carinha de boneca, corpo vuluptuoso, a Joana 17 anos, a mesma altura da irmã, igualmente morena, corpo de boneca barbie, sempre muito sorridente e muito bem disposta e depois os meus sogros, o Sr. António, 50 anos e a D. Luísa, também de 50 anos.

Éramos novos, namorávamos à pouco tempo e andávamos sempre cheios de vontade de estar um com o outro e aproveitávamos todas as oportunidades para estarmos juntos, o que não se previa nada fácil, num apartamento T2 com 5 pessoas. No final do segundo dia estávamos à espera do almoço, a minha sogra na cozinha o meu sogro ainda na rua a Joana a tomar banho e eu e a Júlia na sala a ver TV e sem pensar começamos a beijar-nos, perdemos a noção do perigo e baixando-me os calções fez-me um broche delicioso quando me estava a vir e como não podia sujar a sala vim-me na sua boca mesmo sabendo que ela não gostava. Com a boca cheia levantou-se para ir cuspir quando sentimos a chave na porta era o seu pai a chegar, e sem alternativa engoliu o meu esperma e dizendo olá ao pai correu para a casa de banho onde se cruzou com a irmã.

Este acontecimento fez-nos rir com vontade e ela acabou por reconhecer que gostara e que queria voltar a provar o meu esperma. No dia seguinte a seguir ao jantar o meu sogro foi para o café ver o jogo e a sogra e a cunhada ficaram a lavar a loiça e vendo mais uma oportunidade demos uma rapidinha na sala ela de costas, mãos na parede saia levantada e possui-a por trás em estocadas vigorosas que nos fizeram vir rapidamente e ajeitando-nos sentamo-nos no sofá. Passado um bocado chega a irmã e a sogra sentam-se a ver TV connosco quando a Joana diz qualquer coisa ao ouvido da Júlia e esta sai para a casa de banho.

Mais tarde disse-me que a irmã lhe tinha dito que estava um fio de esperma a escorrer pelas pernas para se ir limpar. Os dias foram passando e nós sempre a aproveitar todas as oportunidades para dar umas rapidinhas, algumas vezes protegidos pela Joana que do lado de fora da sala vigiava os movimentos dos nossos sogros. No ultimo fim de semana os meus sogros receberam um convite para ir jantar a casa de uns amigos e como era longe ficaram lá a passar noite regressando no domingo para o almoço e nós os três fomos jantar fora e sair. Chegamos a casa já passava das 4 Horas, a minha namorada e a irmã muito bêbadas e eu também um bocadinho.

Elas foram-se deitar e eu deitei-me no sofá, a minha cama durante as férias, e não tardei a adormecer entorpecido pelo cansaço e pelo álcool. Passado um bocado pensei estar a sonhar sentia uma mão no meu pénis e depois uma boca. Percebi que não era um sonho e pensei que a Júlia me tinha vindo fazer uma surpresa e olhei para baixo para apreciar o espectáculo e para minha surpresa vi a Joana que julgando-me a dormir estava a desfrutar do meu pau. Deixei-me estar sem me mexer apreciando o belo trabalho que ela estava a fazer, mas não aguentei muito tempo e com a mão empurrei-lhe a cabeça para baixo enterrando-me todo dentro da sua garganta e explodindo num orgasmo que a fez engasgar tal a quantidade de esperma que deitei.

Recuperado o fôlego nenhum de nós fez tensão de se arrepender e puxando-a para mim beijei-a com paixão sendo retribuído. Dei-lhe um banho de língua deliciando-me com a sua pele e os seus seios e retribui-lhe o serviço que me tinha feito fazendo-a vir-se na minha boca. Os seus sucos sabendo como os da irmã. Ofegante do orgasmo pediu-me para a penetrar o que fiz com gosto e durante muito tempo fizemos amor apaixonadamente. Quando senti o meu orgasmo perguntei se me podia vir dentro dela e sendo a resposta negativa vim-me na sua cara, mamas e púbis deixando-a toda suja.

Olhamos para o relógio, eram seis e trinta da manhã o sol começava a querer despontar anunciando mais um belo dia de praia. Admirei o seu corpo e a sua beleza naquela penumbra, elogiei-a e disse que queria voltar a estar com ela ao que me respondeu mais logo saindo de imediato. Passadas umas horas fui acordado pela Júlia, tomei banho almoçamos todos e depois de almoço despedi-me para me ir embora pois eles iam ficar o resto da tarde na praia só regressando à noite quando a Joana me pergunta se a levava pois tinha combinado ir ao cinema com as amigas e não lhe apetecia ficar na praia. Disse que sim e saímos os dois em direcção a Lisboa. Durante o caminho falamos sobre o que tinha acontecido e ela disse que sempre tinha gostado de mim e que saber-me a fazer amor com a irmã a deixava excitada e que não tinha resistido e que queria mais.

Dirigimo-nos para sua casa e aproveitando a casa vazia não demoramos a enrolar-nos fazendo amor com entusiasmo, explorando-nos mutuamente. Pelas 18H estava extenuado deitado no sofá não acreditando no que tinha acontecido, abismado pela experiência e energia da Joana que após 3 horas de sexo e inúmeros orgasmos parecia fresca. Toca o telemóvel, ela atende, eram os pais a dizer que estavam a sair e que dentro de uma hora estavam em casa. Ela disse que o filme já tinha acabado e que também estaria em casa a essa hora e desligando voltou-se para mim e perguntou se ainda dava outra antes de eles chegarem e eu respondi que estava acabado e para minha surpresa ela pergunta se não arranjava forças para comer um rabinho.

Como que por magia ganhei força e num piscar de olhos fiquei mais erecto do que nunca. A perspectiva de comer o rabo daquela diva deixou-me pronto para a acção, isso e o facto de nunca ter comido um cu, o que lhe disse mostrando o meu medo de a magoar ou de não fazer bem. Ela colocou-se quatro no chão, e espalhou muito óleo johnson no sue olhinho e depois disse-me para a penetrar devagarinho, pois apesar de não ser a primeira vez e de o meu pénis não ser muito grande custava sempre um bocado e seguindo as suas indicações penetrei-a.

A sensação era única, inigualável, completamente diferente do sexo vaginal, o seu rabo era muito apertado e muito quente e se não estivesse à beira do esgotamento tinha-me vindo logo. Assim pude aproveitar o momento e saborear com tempo aquele rabo divinal e finalmente, passado muito tempo vim-me pela primeira vez dentro de um cu, caindo para trás e ficando sentado no chão a ver o olhinho da Joana a fechar lentamente. Que rica vadia me tinha saído a cunhadinha, mais nova que a irmã mas muito mais experiente.

Olhei para o relógio e entrei em pânico, estava na hora dos meus sogros chegarem e saí dali a correr sem dizer mais nada. Mais tarde ligou-me a Júlia a perguntar como tinha sido a tarde, respondi que tinha ficado a dormir e a ver TV, depois perguntou-me se sabia alguma coisa da irmã, disse que a tinha deixado em casa e perguntei porquê e ela respondeu que achava que a irmã tinha estado em caso com o namorado pois a sala estava toda desarrumada e que lhe tinha cheirado a esperma ao entrar no quarto.

Ri-me dizendo que não sabia de nada e que era normal.
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Sábado, 27 de Setembro de 2008

Com o Luis


Cheguei a casa do Luís e entrei para uma sala, que estava escurecida.
Depois das apresentações, e antes que começasse uma conversa da treta, encostei o Luís contra a parede.
Abri-lhe a camisa, e procurei seus mamilos.
Apertei-os com os meus dedos.
Ele gemeu
Abri as calças, as minhas calças, e dei a ordem
Vá mama-me
O Luís ficou de joelhos acariciando o meu pau.
Porra eu disse para me mamares.
Ele sem exitar começa por meter a cabeça do caralho na boca.
Eu disse todo.
Ele vai metendo tudo.
Eu sinto o meu caralho entrar todo dentro daquela boca quente e húmida.
Isso… assim está bem.
Ele começa os movimentos de mete e tira ao mesmo tempo que me acaricia os colhões.
O ritmo é lento para o meu gosto
Com uma mão agarro no meu caralho a outra coloco na nuca do Luís.
Aguenta.
Iniciei eu os movimentos fodendo aquela boca como se fosse uma cona.
Que tesão me estava a dar entrar e sair, sentido que me enterrava tão fundo que o Luís começava com vómitos.
Antes que me viesse tirei.
Deita-te.
Ele coloca-se de 4 e eu começo por lhe meter um dedo no rabo.
Um dedo cheio de creme para lubrificar.
Ele não gemeu, e eu meto dois dedos.
Aqui ele geme
Aguenta digo-lhe eu.
Tiro e agora meto o dedo pulgar.
Aguenta tudo.
O Luís não dizia nada. Respirava fundo tentando aguentar.
Era a sua primeira vez, e estava a decorrer como ele tanto desejava.
Ser como que violado.
Ponho mais uma boa camada de creme.
Aponto a cabeça do meu caralho ao olho do cu.
Forço a entrada da cabeça
Ela entra e eu paro.
Luís gemeu bem alto
Doeu?
Sim um pouco mas mete tudo.
Empurrei sem parar ate que os meus colhões ficassem colados ás nádegas do Luís.
Lentamente vou aliviando a pressão retirando o meu pau.
Tiro ate ficar só a cabeça enterrada.
Agarro-o bem pelas ancas
Aguenta agora.
Simmmmm
Empurro de modo a entrar todo de uma só vez.
O gemido é longo… eu sei que foi doloroso.
Ele ainda geme mas eu digo.
Aguenta.
Dou duas ou três estocadas e vou-me esporrar
Tiro rapidamente
Tiro o preservativo
E digo-lhe:
Abre-me essa boquinha e recebe
Uma golfada de leite entrou-lhe pela boca dentro
Ele agora procura o meu caralho
Não quer perder gota
Bebe, bebe tudo.
Deixo-me cair na cama.
É então que Luísa a sua mulher diz.
Óptimo
Agora alem de corno és paneleiro.
Olho para ela
E ela percebendo a minha cara de quem faz uma pergunta responde-me
Corno porque quis ver-me com outro homem
Paneleiro, foi o preço que pagou para me ver foder com um amigo

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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Primos em férias


Sou uma jovem de 22 anos e vivo numa vila da Beira Baixa.
De estatura média, com umas maminhas bem reboludas e com um coprpinho que acho que é bem feitinho.
A virgindade já se foi há 6 anos com o meu primeiro namorado e desde então tenho feito sexo esporadicamente. Os meus tios vivem em Lisboa  epassam todos os anos um período de uma ou duas semanas de férias na casa que têm na nossa vila. O meu primo, que fui vendo todos os anos nas férias, foi crescendo e agora que já tem 20 anos, começou a tornar-se mais atractivo. Como habitual, na primeira quinzena de Agosto, lá vieram passar as férias connosco. Este ano, reparei que o meu primo estava mais crescido, com ar mais adulto e já sem aquele aspecto adolescente irritante. Desde o dia em que chegaram, pareceu-me que ele reparava mais em mim. Aliás, começou logo com dois beijinhos tão prolongados, que não deixaram de chamar a atenção da minha tia. Como ele é um rapaz de boa figura. nesse dia à noite comecei logo por o convidar a sair comigo. Um rapaz da cidade, bem parecido, não deixaria de despertar inveja nas minhas amigas. Vesti ma roupinha leve, com uma blusa justinha e uma saia pelo meio da coxa e saí com ele. Percebi que não lhe era indiferente porque ele não tirava os olhos de mim, em especial, das minhas maminhas. Aí, durante o percurso até ao café, dei-lhe o braço e disfarçadamente abri o botão de cima da blusa. Quando ele se apercebeu, ficou tão entusiasmado que já nem disfarçava a olhar para as minhas maminhas. Não resisti e passei-lhe o meu braço pela cintura. De imediato, ele abraçou-me, beijou-me na boca e apertou-me com tanta força que quase ia sufocando. Como não me fiz esquisita e retribuí, passado pouco tempo já uma das mãos dele me apalpava as mamas e passado pouco tempo já se passeavam pelas minhas nádegas e coxas. É claro que a ida ao café acabou ali. Voltamos para trás, metemo-nos no meu carro e fomos para uma estrada no campo, afastada da vila. No trajecto, as mãos dele nunca mais largaram as minhas coxas e por mais que eu resistisse para me concentrar na condução, não consegui evitar que acabasse a acariciar a minha cona o que me levou a ficar completamente molhada em pouco tempo. Quando paramos o carro, saltei logo para o colo dele. Chegamos o banco para trás e reclinamos o encosto um pouco. Desatamos a beijarnos e a acariarmo-nos loucamente. Daí a tirar a minha blusa foi um instante e de imediato lá se foi o soutien. Começou a chupar-me as mamas e eu desapertei-lhe as calças e tirei-lhe o caralho para fora, que estava duríssimo. Comecei a bater-lhe uma punheta e a seguir ajoelhei-me no chão à frente dele e comecei a fazer-lhe um broche. Como nunca tinha chupado nenhum caralho, a principio pareceu-me um pouco estranho mas como ele não me largava as mamas, rapidamente me entusiasmei, chupando-o e lambendo-o todo e enfiando-o todo na minha  boca. Não demorou muito tempo a que ele se viesse e me enchesse a boca toda de esporra. Abri a porta, cuspi a esporra para rua e bochechei com água das várias garrafas que no verão andam sempre no carro. O entusiasmo dele pelas minhas mamas era tal, que ainda não as tinha largado. Tirou-me as cuecas e tentou ajeitar-me para me foder. Aí, eu disse-lhe que tivesse paciência, mas não poderia ser porque eu não tomava a pílula e não tinhamos preservativos. Ele concordou e disse que eu tinha razão pois era muito arriscado, mesmo que achasse que conseguia tirar o caralho antes de se vir. Mesmo assim, eu não concordei porque não me apetecia nada correr o risco de ficar grávida. Como não podia foder-me, puxou-me para cima, ajeitou-se para baixo no banco e começou a chupar-me e a lamber-me a cona. Adorei. Quando me enfiava a lingua pela cona acima, então era um delírio. Disse-lhe que como não podiamos foder, queriia que ele me viesse ao cu. Pus-me de joelhos no banco, contra o encosto. Ele ajoelhou-se no chão atrás de mim, lubrificou-me o cu com cuspo e começou a enfiar o caralho. Pedi-lhe que o enfiasse com meiguice porque era a minha primeira vez e tinha medo que me doesse. Ele assim fez. Foi enfiando devar e com movimentos ritmados e suaves. Ao mesmo tempo, puxei-lhe uma mão para a cona e outra para as mamas, para as acariciar. Ele não se fez rogado e ao mesmo tempo que me ia comendo o cu, enfiava-me os dedos pela cona acima, excitando-me de tal forma, que me vim por duas vezes. Sentia o cu a doer, mas o prazer era tal que superava a dor. Quando ele enfiava o caralho, sentia assim como que um shock pela espinha acima. Passao pouco tempo, ele também se veio no meu cu, enchendo-o de esporra que senti como um prazer doce e quente, dentro de mim. Vesti-me e sentei-me no meu lugar. Descansamos um pouco, beijamo-nos e voltamos para casa. Sentia o meu cú a arder, mas nada que não se suportasse bem. Quando chegamos a casa, ainda estava toda a familia levantada. A minha mãe, com um sorrisinho malandro, disse-me que a minha amiga Lena tinha ido lá a casa à minha procura para irmostomar café. Foi aí que percebi que já se sabia que nós não tinhamos ido ao café. Olhei para o meu primo, que estava cada vez mais corado e a avaliar pelo calor que eu sentia na cara, também não deveria estar melhor. Com a voz meio titubiante disse que tinhamos ido a Castelo Branco. Houve risos e a minha mãe, que é uma pessoa muito bem disposta, disse-me que a valiar pelo regresso deveríamos ter feito uma viajem bem divertida. Passado algum tempo fomo-nos deitar e quando eu já estava na cama, a minha mãe bateu levemente à porta do quarto, entrou, sentou-se na minha cama ao meu lado e disse-me para usarmos preservativo, por precaução. Fiquei tão envergonhada que só gaguejava. A minha mãe deu-me um beijinho e disse-me que da próxima vez apertasse a blusa como deve ser. Ai percebi que quanto mais explicações eu quisesse dar, mais me denunciava e então optei por abrir o jogo e dizer-lhe que aceitava o conselho e que iria comprar preservativos para estar prevenida se acontecesse. Ela mostrou-me novamente aquele sorrisinho, deu-me um beijinho, desejou-me sonhos cor-de-rosa e saíu. No dia seguinte, passei pelo supermercado, comprei preservativos e até ao fim das férias do meu primo não foram usados, porque passamos a ter uma vigilância cerrada, pela minha mãe e pela minha tia.
Ou seja, a minha mãe deve ter achado que o conselho não bastava e que era necessário uma prevenção mas activa.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:59
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A Troca


Estava uma noite quente, seriam por volta das 21h e registavam se ainda 28º.
Eu estava ainda a trabalhar quando o telemóvel tocou, era uma sms.
Fui ver, era o Alexandre, perguntava-me quando combinavamos uma festa com as nossas esposas.
Respondi-lhe que por mim seria quando quisesse, com o calor que estava era já hoje.
De volta veio uma sms a dizer “ e porque não? Tens alguma ideia?”...
Já andava a pensar numa fantasia à algum tempo e então expliquei-lhe.
Podiamos fazer uma surpresa a elas e trocar de parceiras, esta noite eu iria para casa dele e ele para minha casa, o resto dependeria da nossa capacidade de improvisação. Ele respondeu:
”Por mim ok, o problema é que eu já estou em casa e a Tânia também...” respondi-lhe eu :
“Fazemos o seguinte, quando eu sair do trabalho, ligo te e tu dizes que tenho o carro avariado e vens me ajudar. Depois encontramo-nos trocamos as chaves de nossas casas e damos o nosso melhor.”
Do lado de lá veio um ok.

Depois de combinar mos, mandei uma sms à Joana.
“Esta vai ser a noite mais quente do ano... principalmente no chão sala, no sofá, na mesa... Bjs”

Eram por volta das 23h, dei um toque ao Alexandre, conforme combinado, passados alguns minutos encontramos nos, sem grandes palavras trocámos as chaves.

Fui ao encontro da Tânia... abri a porta de casa, ela nem olhou, estava no sofa da sala deitada de costas para a entrada. Aproximei me e quando entrei na sala apaguei as luzes, ficando apenas a televisão ligada. Neste momento ela estranhou e voltou se para trás, e ficou surpreendida por me ver. Ela estava com uma camisa de dormir curta em seda fina que lhe expunha os mamilos salientes.
“O que estás aqui a fazer?” disse ela. “Vim ver te, quero saber se a onda de calor te afectou....”
“Onde está o Alexandre?” disse ela. “Se eu aqui estou e tenho as chaves dele onde achas que ele esteja?”
“Vocês são os doidos” e soltou um riso.
Aproximei me, sentei me ao lado dela, olhei a nos olhos e dei lhe um beijo na face que me levou até ao pescoço dela. Começamos a trocar caricias e linguados, as nossas mãos ja conheciam os corpos que tocavam, mas aventuravam se outra vez e descobriam cada cm dos nossos corpos.
Perguntei lhe ao ouvido se tinha muito calor entre as pernas, respondeu me logo com um não, porque não tinha nada lá em baixo, mas o melhor era eu ver.
As minhas mãos percoreram o corpo dela até aos peitos, cada vez mais firmes por detrás daquela seda suave que ainda as protegia. Deslizei ainda mais e pude por entre os lábios dela sentir o prazer que ja lhe escorria por entre as pernas...
Ela procurou por entre as minhas pernas algo para agarrar, num movimento urgente, colocou me de pé, baixou me as calças e afundou-o todo na sua boca. Que bom que é voltar a sentir aquela boca. Num vai e vem desenfreado primeiro e depois lambendo-o todo com aquela lingua, não tirava os olhos dos meus enquanto chupava, via nos meus olhos onde sentia mais prazer e repetia.
Sentindo que me estava a deixar louco, tirei o da boca dela e deitei a no chão de pernas bem abertas, passei o meu caralho na cona dela, dando a sentir lhe que estava muito quente e duro. Ela ja estava bastante ansiosa e sem esperar muito agarrou e apontou na direcção da cona dela ...
“F*** me toda. Enterra o bem fundo. Dá me o todo.”
Fiz o que ela quis, de uma só estocada, enterrei o todo e vi os olhos dela abrirem se todos, quando bati no fundo... Era um vai vêm desenfreado, ela agarrava as pernas, ficando bem aberta e eu enterrava o todo, as minhas mãos agarravam os peitos dela apertando os mamilos muito duros, no rosto dela via o prazer que estava a ter.
O climáx estava proximo, mas eu tinha de dar à Tânia o que ela gosta... deitei me no chão e chamei a, ela aproximou se para me cavalgar mas eu disse lhe que queria a cona dela na minha boca. Ela riu se e repondeu: “então eu quero o teu caralho na minha”
Colocamo nos os dois e começamos cada um ao seu ritmo, ela de uma forma mais desenfreada.Eu fui percurrendo a cona dela lentamente com a minha lingua, explorando dentro dela e naqueles lábios que a protegiam. Estava muito molhada, o prazer dela escorria pelas pernas e a cada toque da minha lingua ela contorcia o seu corpo. Enfiava lhe os dedos na c*** e lambia ao mesmo tempo, ela cada vez que libertava a sua boca, dizia “Quero mais, quero sentir a cona cheia.” Eu colocava mais um dedo e mais outro e ela dizia “Enterra me tudo la dentro, cabrão, lambe me essa cona, faz me vir”
Quando ela sentiu a minha mão toda dentro dela, disse “Ahhhhh!!! Vou me vir.” e num apice enterrou o meu caralho todo na boca. Senti a a boca dela dar guinadas no meu caralho, sentia os dentes dela a tocarem me, o corpo dela contorcia se todo e a cona mais molhada do que nunca... depois de passar aquele climâx, agarrou o com as forças que restavam e com a ajuda das duas mãos fez me vir. Eu senti os jactos a explodir na boca dela, um atrás do outro, conforme me vinha ela engolia...
No fim deixou me completamente limpo, o único vestigio era a boca dela que ainda apresentava pequenas gotas, mas que ela fez questão de á minha frente recolher com o dedo e lamber....
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Quinta-feira, 25 de Setembro de 2008

Negro Bem Apetrechado


Olá. Sou a Filipa e após ler os contos aqui do site resolvi contar as minhas aventuras que tanto gozo me deram e dão a relembrar. Sou Alentejana, tenho 28 anos, loira, olhos azuis, peito 36, cintura fina e ancas largas. Sou uma mulher muito atraente, gosto de provocar e adoro sexo. O que vou contar aconteceu há quatro anos atrás quando estava a estagiar num centro de saúde em Loulé. Um dia apareceu no Centro um trabalhador de umas obras que se tinha magoado numa perna. Era um negro dos seus 40 anos, pequeno, mas todo musculado. Vinha todo sujo, todo suado e cheirava muito mal e a minha primeira impressão foi de repulsa, mas trabalho é trabalho e lá tratei dele. Tive que o mandar despir as calças para limpar a ferida e fazer o curativo e quando o fez não pude deixar de reparar no volume nas suas cuecas.

Era um volume enorme e por mais que tentasse não conseguia tirar os olhos daquilo. Ele percebeu os meus olhares e não sei se por isso ou por sentir as minhas mãos nas pernas foi ficando excitado e às tantas metade do seu pau saiu das cuecas deixando ver uma cabeçorra negra e enorme. Eu já não conseguia disfarçar, nunca tinha visto uma coisa daquele tamanho e sem me conter perguntei se podia ver ao que ele anuiu com prazer e baixando as cuecas libertou um monstro negro com 28cm da grossura do meu pulso e com os maiores tomates que alguma vez vi. Até salivei, e olhando à volta perguntei se podia tocar. Mais uma vez a resposta foi sim e peguei-lhe com as duas mãos. Era lindo, de veias salientes e mesmo com as duas mãos não o conseguia segurar todo, baixei-me e dei-lhe um beijo na cabeçorra sentindo um cheiro a azedo e a mijo que me excitaram ainda mais, enquanto sentia aquelas manápulas a apertarem-me as mamas. Sentia um calor entre as pernas e fiquei toda molhada, mas consegui recompor-me e passei-lhe um papel para as mãos com a minha morada dizendo-lhe para aparecer à noite.

O resto do dia foi passado quase em transe a pensar naquele preto e no seu maravilhoso caralho e quando a campainha tocou às nove da noite eu estava mais do que preparada e recebi-o só de tshirt sem mais nada por baixo. Não perdemos tempo e fomos para o quarto onde sem qualquer cerimónia ou pudor lhe baixei as calças expondo aquele monumento sobre o qual caí de boca. Esforcei-me o mais que pude mas pouco mais que a cabeça conseguia engolir e mesmo isso era difícil. Passei a língua de cima a baixo e demorei-me longo tempo a chupar e lamber aquelas bolas enormes que prometiam litros de esporra que eu iria beber. Ele já não estava a aguentar mais, queria comer-me e eu queria ser comida, deitei-me de costas e abri as pernas preparando-me para receber aquele pau. Honra lhe seja feita foi carinhoso e cuidadoso pois um membro daqueles podia fazer estragos consideráveis.

Ao fim de algum tempo e com muito esforço lá consegui aceitar metade dele, o suficiente para me sentir cheia e preenchida como nunca sentindo coisas que julgava impossíveis. Depois de habituada pedi para me foder o que fez, de forma ritmada e lenta enterrando mais a cada estocada. Eu gritava que nem uma louca e quando com uma estocada mais forte senti as bolas a baterem-me no cu vim-me, em ondas avassaladoras que se prolongaram por tempo interminável e que quando finalmente pararam me deixaram prostrada sem reacção na cama. Mas ele não estava satisfeito e continuo a foder-mee quando me sentiu recuperada virou-me pos-me de quatro e comeu-me assim. Vim-me mais duas vezes quando finalmente o senti contrair e guinchando veio-se dentro de mim. Rios de esporra como eu calculava, tanto que em pouco tempo escorriam de dentro de mim pelas pernas abaixo.

Virei-me rapidamente e limpei-lhe o pau deixado-o brilhante. A sua esporra era grossa, espessa, amarelada de quem não se vinha há muito tempo. Como o seu pau não tivesse baixado, deitei-o e experimentei montá-lo. Apesar de já ter sido fodida por este monstro foi difícil a penetração e apenas os litros de esporra dentro de mim facilitavam a entrada. Em pouco tempo cavalgava aquele monstro de forma louca atingindo mais uns orgasmos que a esta altura se encadeavam uns nos outros e perdendo a cabeça deixei-me cair com todo o peso em cima dele enterrando-o até às bolas. Foi uma dor lacinante e um prazer indescritível que me fizeram gozar que nem doida mais uma vez terminando desmaiada em cima dele. Recuperei algum tempo depois deitada de rabo para cima sentido a sua língua no meu cu. Tive medo, mas continuava muito excitada e a ideia de ser enrrabada por aquele pau trouxeram-me de novo à vida e comecei a rebolar na sua língua. Lubrificou-me bem com a língua e com os restos da sua esporra.

Ajeitei-me na cama tentando relaxar o máximo possível e pedi-lhe para ir com cuidado. Quando a cabeçona finalmente entrou a dor era quase insuportável, mas eu queria mais e ele foi empurrando lentamente mas sem parar até que anuncio com um grito que estava todo. A mim doía-me tudo, sentia-me como que a rasgar ao meio. Aos poucos a dor deu lugar ao prazer e apesar do desconforto de me sentir cheia como nunca estava a gozar o momento e em pouco tempo anunciei mais um orgasmo e poucos segundos depois foi a vez dele anunciar que se vinha, e veio dentro do meu cu enchendo-me a tripa do seu grosso leite.

Quando finalmente começou a ficar flácido saiu de dentro de mim com um “plop” audível e senti um ria de esporra a sair de dentro do cu. Olhei para as pernas e vi fios de sangue misturados, tinha o cu todo arrebentado, mas tinha sido muito bom. Estava exausta, pedi-lhe para sair e adormeci ali mesmo. No outro dia de manhã quando acordei estava toda dorida, tinha a cona e o cu assados e doridos e não me conseguia sentar. Fui tomar banho e quando estava a sair de casa vi um papelinho no aparador com o numero de telefone dele.

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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Atiradouros ( Casa de Swing )


Ontem fomos ao Atiradouros,
casa de swing.
Foi nossa terceira visita.
Vou direto ao assunto:
minha mulher se entregou por
inteiro na segunda ida
mas ontem ela se superou.
Depois dos shows de praxe, subimos para os quartos. No primeiro, sempre lotado, vimos casais no maior amasso. Ficamos e, por não aparecer ninguém interessante, dirigimo-nos a outros espaços. O que tinha muito eram casais \"armados\", um monte de caras que se aproximavam, mas suas\"companheiras\" não entravam na brincadeira.

Estes foram descartados de pronto, mas, lá pelas tantas, sentados num sofá, um cara passou a mão na coxa de minha mulher (P). Ela já estava sem calcinha. Olhou pra mim, abriu as coxas grossas e deixou o cara passear seus dedos na sua deliciosa bucetinha. Interrompí, fiquei em pé, dei uma camisinha para o cara, pois antes de irmos o nosso acerto era que ela poderia dar para quem quisesse.
Assim, o cara colocou a camisinha, P sentou-se safadamente no grande pau do felizardo e rebolou gostoso, enquanto meu pau estava na sua boca. Mais tarde, saímos para outro quarto, trocando apenas olhares e carícias leves.

Voltamos para o quarto onde ela sentou no cara e ela ficou me chupando, quando a coloquei ajoelhada no sofá, de quatro com aquela bunda grande, quadris largos e comecei a meter com vontade. Um casal sentou próximo e, com discrição e educação, a mulher começou a chupar seu parceiro. Ví que P olhava pro pau muito grande e grosso (tudo que ela sempre pediu nas nossa fantasias) do cara, quando ví a mulher se aproximar e começar uma sessão de beijos que durou até a hora de irmos lá pelas 4h da matina. P dividiu o cacetão com a mulher, chupou gostoso, ao tempo que beijava a morena gostosa. Depois de muita chupação, trocamos de sofá, P foi colocada por mim de barriguinha pra cima, dei uma camisinha para o sortudo e ele a penetrou com força o cacete imenso.

P abria as coxas, a mulher a chupava, eu com o pau na boca de P e outros homens por perto esperando a sobra. P gozou muito, gemendo como de costume. Depois eu a coloquei de quatro e enfiei forte por trás. O cara se preparou, outra camisinha em ação, ficou batendo com o pauzão na bunda dela enquanto eu a comia, ela percebeu e olhou pra trás excitada. Gozei e disse a ele para me substituir. Ele a comeu com cada estocada que parecia rasgá-la.
A safadinha rebolava, empurrava a bundona pra trás ajudando a penetração mais a fundo e falava que estava gostando. Enquanto isso, eu empurrei seu rosto(de P) em direção ao cacxete de um negão que estava próximo e a fiz chupá-lo. Ela, claro, não vacilou e colocou mais um, acho que o quarto cacete desconhecido na boca.

O cara atrás dela a segurou pela cintura, montando em sua bunda e encaixando o pauzão cada vez mais fundo. Foi assim até as 4h quando nos despedimops, ele deu o seu telefone celular e o dela. Saímos e após um breve sono, lá pelas 8h entrei no quarto e montei em P comendo-a quase sonolenta. Quando ela acordou e começou a falar da noite.
Prometemos que haverá outra saída, desta vez, talvez, só com o cara. Ela quer que façamos uma noite num motel, trepando os dois cacetes e fazendo tudo que até então era só fantasia. Posso dizer,após essas experiências no mundo swinger, meu tesão por P só aumenta. E quero realizar tudo que ela estiver a fim. Se você(s) se habilita(m), de preferência casais, envie-nos fotos e quem sabe possamos estar mais tarde lendo outro relato onde os \"actores\" sejam vocês.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:30
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Eu + Amiga + Voyeur


Tenho uma amiga de infância que não via há algum tempo e com quem me cruzei recentemente.

Apesar da distância sempre que nos encontramos é como se nos tivéssemos visto ontem...falamos imenso de tudo e mais alguma coisa....e rimos feitas loucas!!!

Nesse dia apeteceu-me levar a conversa para o campo sexual, conhecer um pouco das suas experiências. Subtilmente fui liderando a conversa introduzindo temas desde tamanhos
penis, sexo anal, vibradores, o que gosta de fazer, como, tentei percepcionar os seus mais secretos anseios.

Falou-me que não gostava de sexo anal porque lhe doía das poucas vezes que experimentara.Contou-me que teve apenas uma relação efémera depois do seu longo namoro ter terminado há 2 anos e que simplesmente sentia falta de sexo puro e duro!!!

A conversa foi descendo de nivel e subindo de interesse!

Indaguei se já tinha estado com uma mulher e se o admitia fazer. Confessou-me que a acontecer seria passiva pois disse que ninguém como uma mulher para saber onde e como nos tocar!! Ui!!! E eu respondi:"engraçado, a acontecer comigo só se eu fosse ctiva!!!
Aiiii! Isto prometia e já sentia um friozinho na barriga mas até o assunto aquecer ainda demorou um pouco.

Combinámos no dia seguinte ir a uma sex- shop. Sinceramente prefiro fazer compras do género comodamente em casa mas a situação em si poderia revelar-se interessante e, quem
sabe alguma coisa acontecia no marasmo da sua vida actual.

Ela queria um vibrador cor de rosa...mal sabia ela o "arsenal de brinquedos" que tenho em casa.

E lá fomos á nossa picante "excursão" pelo mundo do sexo. Atendeu-nos um senhor de meia idade e obviamente perguntou do que estávamos a procura.Ela iniciou o diálogo falando em
vibradores. E no meio da panóplia de cores, formas e tamanhos, eu com ar decidido disse ao senhor que queria um vibrador rosa choque, tamanho medio, enrrugado e semelhante ao pénis humano! O sacana olhou-me de alto a baixo e disse "sim senhor, tenho o que deseja!" com ar de engate. Foi buscar , ela concordou com a escolha, pagámos e saimos sem mais delongas.

Estava a anoitecer e convidei-a a beber uma bebida e continuarmos conversa em minha casa. A noite estava quente e por isso mal chegámos entreabri a janela e servi um cocktail
ligeiro.

Entretanto abrimos a caixa do vibrador para o olhar e tocar de novo e ela sorriu maliciosamente...não sei se pelo efeito da bebida se desinibiu mas vi naquele momento algo mais no seu sorriso e no seu olhar. Boa!!

Afinal conheciamo-nos bem e confiávamos uma na outra e isso seria uma mais valia no que podia acontecer .

Com este incentivo avancei sobre ela, sussurrando-lhe ao ouvido: " vamos experimenta- lo juntas??!!!!! Estamos sozinhas e ninguém saberá." Largou-se numa gargalhada esfusiante e
disse-me que há algum tempo que pensava em experimentar essa situação mas não tinha ninguém em quem confiasse.... "então aproveitemos" disse- lhe.

Pus de lado o vibrador para o momento mais quente (ainda agora começava a festa) e fui-lhe beijando o pescoço e mordiscando as orelhas ora suavemente ora sofregamente .
Devagar desci até aos seu mamilos levantados e suguei-os literalmente.

Beijei-a e mordisquei os seus lábios para sentir o seu doce sabor.

A minha língua continuou a percorrer o seu corpo lambendo e cheirando ate que me detive na sua gruta pequenina. Enfiei um dedo na sua bixana e já estava molhada, introduzi mais um dedo e e ela soltou o primeiro gemido. Com as duas mãos abri os seus labios e iniciei um lento vai-e-vem com a lingua, estavam sedentos de serem chupados.

Assim quentinha, disse-lhe para não se mexer e fui então buscar o vibrador. Desliguei-o e pedi-lhe que simulasse um "fellatio". Meteu-o todo na boca, chupou, lambeu, ate que me disse que o queria meter todo la dentro! Começei por o esfregar um pouco na sua bixana para a excitar ainda mais e, depois meti-o devagar ate a "encher" e começei a bombar. Aos gemidos sucedeu um sonoro orgasmo.

Entretanto passou-me pela cabeça que poderíamos usar o strap- on que tenho e gozar ainda mais. Tirei-o do armário e disse lhe:isto é que é uma festa completa!! Já vais ver! Pus o cinto, untei-a com o lubrificante e começei devagarinho a penetrar aquele generoso rabo.
Não estava a doer, dizia, pediu-me para não fazer mais perguntas e seguir. Aumentei a cadência das estocadas e novo orgasmo aconteceu. Continuei louca a cavalgar sobre ela, já também inebriada pelo prazer e em poucos instantes o meu orgasmo também sobreveio!!

Ela olhou-me e disse: "não imaginei que fosse tão bom!

Eu olhei de relance para a janela entreaberta e ....um vizinho de um predio contíguo no andar de cima, observava- nos e masturbava- se ! Deve ter gostado da festa! Para a proxima convido-o a juntar-se a nós lolol.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:27
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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008

Enrrabei minha Tia


Estávamos de férias na Ericeira, e como eu já disse, eu deveria ter os meus 16 /17 anos. Foi a minha primeira vez, e talvez por isso não a posso esquecer.
Quando chegava a hora de vir embora da praia, eu pedia a minha Tia para me ajudar segurando numa toalha que enrolava à minha volta.
Eu já tinha percebido que ela discretamente abria a toalha e dava uma olhada. Eu já tinha percebido, mas era muito novo para começar com conjecturas.
Já em casa, e quando ela estava à janela a ver quem passava, eu costumava-me aproximar, e encostar-me a ela. Assim como se estivesse a come-la à canzana.
Eu também já tinha percebido que ela nesse ano, quando estávamos nessa posição, ingenuamente, ela agarrava nas minhas mãos como que a abraça-la na cintura.
Também percebi, que as minhas mãos acabavam invariavelmente nas suas mamas, e que isso fazia com que o meu pau crescesse.
Crescia o meu pau e crescia o desejo da minha Tia Isaura.
Ela, abanava as ancas de modo a que o meu caralho ficasse como que entalado nas suas nádegas.
Estávamos assim algum tempo, até que a minha mãe nos chamasse para o jantar.
Naquele dia, no dia em que tudo aconteceu, estávamos sozinhos em casa.
Tudo se estava a passar com a maior normalidade.
O abraço e as minhas mãos nas suas mamas, a minha tesão, o encosto nas nádegas. Tudo corria normalmente até que ela deitou uma mão para traz, e começa a acariciar o meu pau.
Como estava de calções, foi fácil para ela chegar até ao meu pau, que nesta altura estava duro e teso.
Acariciou-me e começou a fazer os movimentos de uma punheta.
Eu estava doido de tusa, e pelos vistos ela também.
O pior foi quando ela levanta as saias, e afasta as cuecas, e encosta a cabeça do meu caralho ao seu cuzinho.
Porra que tesão senti nesse momento…
Comecei a empurrar, com força, pois queria mete-lo em qualquer lugar.
Foi então que ela deu um grito tipo gemido de dor. Foi um gemido mesmo muito grande que me assustou.
Ela ao mesmo tempo que continuava a gemer, só dizia…
- Não pares… não tires…
Claro que não tardei a esporrar-me todo naquele cuzinho.
Ela correu para a casa de banho, levando-me pela mão a reboque.
Limpou-se e lavou-se
Depois mandou-me sentar no bidé, e foi ela mesmo que me lavou, massajando bem o meu pau que continuava bem teso.
Pediu-me para me levantar e foi ela que se sentou no bidé.
Mais umas carícias e só me lembro de me dizer.
- Este é um segredo só nosso…??!!! Pode ser?
- Claro Tia disse-lhe eu.
Desde esse dia até final das férias se não a fodi todos os dias foram poucos os que falhei.
Ela nunca tinha sido enrabada, e passou a gostar, principalmente porque naquela época os cuidados para não engravidar ainda eram muito restritos, e ela não era capaz de ir a uma farmácia comprar fosse o que fosse.
Assim fui iniciado pela minha Tia solteirona.
Talvez por ter sido a minha primeira vez não a consigo esquecer.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:15
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Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008

Sexo C/Colegas na Enfermaria


Era Domingo à tarde, o serviço no hospital estava super parado. A equipe estava reduzida ao mínimo e no serviço estava eu, o Dr. Miguel e o Manuel um colega enfermeiro. Não havendo muito serviço, cada um de nós ia ocupado o tempo como podia. Eu lia um livro o Miguel dormitava e o Manuel estava no computador a navegar na net. A certa altura levantei-me e aproximei-me do Manuel que não me ouviu chegar tão concentrado estava. Olhei para o computador e vi que estava a ver uns filmes porno.

Fiquei imediatamente excitada e levei a mão ao meio das pernas. O Manuel ia-se masturbando por cima das calças sempre sem dar por mim. Passado um bocado deu pela minha presença e vendo o que eu estava a fazer sorriu e com um gesto de cabeça chamou-me para o seu lado e abrindo a bata e as calças expôs o pau que estava duro como aço. Eu já estava perdida e sem pensar duas vezes ajoelhei-me e comecei a beijar aquele belo membro arrancando-lhe gemidos de prazer. Trocamos de lugar e sentei-me na cadeira de pernas abertas expondo a minha cona para ele, pedindo-lhe para me lamber o que ele fez com gosto, alternado longas lambidas com penetrações de língua e dedos. Não demorou para que me viesse na sua cara lambuzando-o todo. Levantei-me e sentei-me na beira da secretária fazendo-lhe sinal para me foder.

Tinha acabado de me penetrar quando levantando os olhos vejo o Dr. Miguel na porta a olhar para nós, face ruborizada e um grande volume nas calças. Nem pensei duas vezes, já tínhamos sido apanhados e eu estava cheia de tesão, pelo que o chamei e sem perder tempo comecei a mamá-lo. O seu pau era diferente do do Manuel, maior, muito maior, mas mais fino. Devia ter uns 22 cm contra os 16 do Manuel, mas o do Manuel era o dobro em diâmetro. A posição em que nos encontrávamos não era muito cómoda, pelo que fiquei de quatro e desta forma conseguia chupar o Miguel enquanto o Manuel continuava a foder-me com estocadas fortes. Não demorou para que o Miguel me enchesse a boca com o seu leite enquanto o Manuel se vinha dentro de mim. Talvez pela situação em que nos encontrávamos os dois continuaram erectos e eu continuava excitadíssima pelo que sentei o Miguel na Cadeira e sentei-me em cima dele.

Enquanto o cavalgava os dois iam-me chupando as mamas levando-me à loucura, e mais uma vez chupei o grosso pau do Manuel aproveitando para sentir o seu sabor misturado com o meu. Estivemos assim durante mais um bocado quando o Miguel disse que queria comer-me por trás. O Manuel sentou-se dando-me o pau para mamar e eu fiquei de quatro sentindo as vigorosas investidas do Miguel que com o seu comprido pau me faziam ver estrelas e me levaram ao orgasmo. O cheiro a sexo pairava no ar, a excitação sentia-se e de repente sinto o Miguel penetrar-me no cu. Foi uma penetração fácil pois apesar de comprido não era grosso e quando dei por mim sentia as suas bolas a baterem-me na cona. “Quero sentir os dois” disse num gemido. Pedi ao Manuel para se deitar no chão e enfiei o seu grosso pau na cona.

Quando me senti encaixada debrucei-me toda sobre ele e com as mãos abri bem o cu convidando o Miguel para me penetrar novamente o que ele fez sem demora. Fui às nuvens ao sentir os dois paus dentro de mim. Que sensação, Estava cheia como nunca tinha estado e não demorei para me vir, uma duas, três vezes e quando já estava sem forças sinto os dois a vir-se quase em simultâneo dentro de mim o que me fez vir mais uma vez com uma força tal que me desencaixei dos dois ficando deitada no chão a tremer com esporra a sair do cu e da cona.

Estávamos os 3 todos suados e cansados. Arranjamo-nos o melhor que pudemos e fomos aos nossos afazeres como se nada se tivesse passado, mas sabíamos que nunca mais as coisas seriam iguais entre nós.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:28
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Sábado, 20 de Setembro de 2008

A Afilhada


Olá! Esta história é verdadeira e passou-se há cerca de um ano... A minha afilhada (filha de uma amiga nossa) vem muitas vezes cá a casa e, tendo apenas 15 anos, apresenta um corpo de fazer inveja a muita mulher boa! Morena, olhar atrevido, cabelos longos e um pouco encaracolados, uns peitos bem rijos e sempre em pé, para além de apresentarem um belo volume. Depois, tem um rabo empinado e uma cintura fina, com umas pernas muito bem torneadas... Enfim, a miuda costuma cá vir a casa visitar a família e pede-me sempre para ir navegar na net, pois não tem em casa.

Perguntei-lhe, uma vez, disse que era para um trabalho da escola... Desconfiado, quando fui ter com ela, vi-a atrapalhada a escrever barbie, disney e outros disparates no google, pois bem sabemos que uma menina atrevida de 15 anos não brinca com barbies. Nesse dia, acabou por se ir embora e, eu, à noite, quando mexia no computador, reparei que os sites que ela havia visitado eram pornográficos, o que me encheu de tesão, desejando que ela voltasse cá a casa, o que só acabou por acontecer mais de um mês depois (soube que não por vontade dela, mas por actividades na igreja, imagine-se).

Assim, Xaninha apareceu cá em casa, de vestidinho curto, cueca quase fio dental a mostrar aquelas nádegas apetitosas e um decote que me fez saltar os olhos. A marota fitou-me com os olhos e nem a minha barriga grande me baixou o astral. Pediu-me para ir à net, estava a mãe dela e a minha esposa na sala. O escritório é no 1º andar de casa, sendo que ainda fica um pouco distante da sala... Assim que ela foi para o computador, enviei-lhe uma sms a dizer que sabia o que ela queria ir ver e, ao mesmo tempo, perguntei se podia subir. Respondeu com um timido "sim"... Inventei que tinha que procurar papéis e apanhei as mulheres distraídas, o meu filho a dormir e subi. Lá estava ela com o site da barbie, mas sem estar atrapalhada. De imediato, coloquei-me por trás dela e abri logo um site porno, bem forte, com miudas a mamar nos caralhos de pessoas adultas, etc. Ela aguentou-se, mas desejosa...

Assim, fui-lhe passando a mão nas pernas, ela só fechava os olhos e tremia. Depois, quando passei à cueca, fiquei louco. Aquilo era um forno em chama, bem quente e untado. A minha mão ficou encharcada quando lhe apalpei aquele papo de cona bem gostoso. Xana abriu as pernas e não dizia nada. Lambi-lhe a orelha, enquanto os meus dedos abriam a sua cueca, destapando uma cona de princesinha, com os pelos na medida e com um tesão inacreditável. Com medo, fui até à porta para ouvir se estava tudo bem com a minha mulher e a mãe de Xana, que continuavam a falar entretidamente. Quando volto, já Xana tinha as cuecas no chão e disse: "Padrinho, faz qualquer coisa, por amor de Deus... mas eu sou virgem!" Nessa altura, coloquei as suas costas em cima da secretária e comecei rapidamente a mamar nas suas belas tetas (entretanto de fora do vestido), enquanto o meu dedo viajava rapidamente por aquela rata, passando pelos seus lábios carnudos. Sem tempo para grandes avarias, limitei-me a mamar fortemente aquela rata, com a minha lingua a esticar tanto que me doia.

Mas mamei aquele muco vaginal todo até à última gota. A puta da miuda vinha-se que nem uma doida e tive que pôr o som do ipod mais alto para que ninguem descofiasse de algum barulho. Eu estava de calções e, enquanto mamava na cona de Xana, vim-me todo para o chão, pois já havia tirado o pau de fora e esporrei-me que nem um doido, tendo o tapete ficado cheio de esperma que limpei mais tarde. Não houve tempo para mais naquela tarde e depois de me recompor, desci e fiz compania à minha mulher e amiga, que nada desconfiaram.

Fiquei a pensar como comer a minha afilhada ...

Para qualquer conto ou mensagem, mandem email para

boss_1@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:05
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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

O Jardineiro !!!


Eram cerca das 9,00 da manhã quando toca a campainha, fui abrir, era o Jardineiro! - Bom dia Sr. Joaquim, vá começando que já lá vou ter consigo, para o ajudar. Acabei de me vestir, coloquei uns calções muito curtinhos e largos, e uma camisa bem larga, para que ele pudesse apreciar as minha mamas e fui ter com ele.

- Ora Sr. Joaquim, vamos lá pintar isto, eu ajudo-o, para ser mais rápido- . E peguei num pincel e comecei a pintar também. Fui arquitectando a maneira de o provocar para o obrigar a perder-me o respeito. Comecei a pintar num canto alto em cima de um escadote, e pude ver que ele que que estava a pintar em baixo, não se cansava de olhar para as minhas pernas. - Sr. Joaquim chegue-me aqui com o escadote, e pinte-me ali em cima, que não chego lá e não gosto de subir até à ponta do escadote.- (estava a fazer-me de pudica). Enquanto ele fazia o que lhe pedi eu aproximei-me com o pincel na mão e fiz-me de distraída e dei-lhe com o pincel nas calças, mesmo por cima do “instrumento”. - Ai, desculpe Sr. Joaquim, sou uma desastrada, já lhe sujei as calças! Espere aí que se tirar já a tinta com diluente, não fica marcado. - Não é preciso minha senhora - diz o homem meio desajeitado. - Não as calças são boas, eu limpo-lhe isso num instante. E fui a correr à garagem buscar um pano e diluente.

- Ora vamos lá a ver se isso sai! E ajoelhei-me à sua frente, e comecei a esfregar com muito jeitinho, e devagarinho a nódoa que tinha feito. A minha posição já lhe devia estar a fazer um certo tesão! - Oh desculpe Sr. Joaquim, não está a sair bem, vou carregar mais, desculpe... isto é embaraçoso! E lá comecei a esfregar mais vigorosamente as calças, por tabela o volume que tinha por baixo começou a crescer. Alto temos homem, pensei com os meus botões. Fui esfregando, olhando de soslaio para a cara dele, que era um misto de embaraço e de gozo. O volume aumentava, aumentava! - Ai assim é mais fácil disse eu dando uma gargalhada! - Ai, minha senhora ai, o diluente está-me a arder na “coisa”. Desculpe minha senhora! Pare, pare! - Ai desculpe Sr. Joaquim ! E agora ? Doi-lhe muito? - Sim está a arder cada vez mais! Parece que tenho lume aí , ai por favor pare…E o Sr. Joaquim começou a contorcer-se, não sei se era fita, ou se lhe estava memo a arder. - Espere aí, entre aqui na garagem, que eu tive uma ideia. Deixa já de arder Sr. Joaquim. E fui a correr buscar Vasenol, creme para as mãos. – Estão a ver para quê! - Pronto Sr. Joaquim , resolvemos já o problema, não tenha vergonha, faça de conta que sou uma enfermeira! E dito isto, desabotoei-lhe a braguilha, baixei-lhe as calças e as cuecas, e como estava a fazer isso de joelhos, quase levei com aquele enorme cacete na cara! Afinal o meu Zé adivinhou, o homem tinha um penis bem maior que o dele, uns tomates negros e um enorme penis, com uma cabeça enorme , mais grossa ainda que o tronco, e rosada. - Desculpe Sr. Joaquim, isto é embaraçoso, mas tenho que lhe pôr vasenol para anular o efeito do diluente! - Eu ponho minha senhora. Não quero embaraça-la! – disse o homem todo atrapalhado. - Não de jeito algum, a culpa foi minha. E comecei a esfregar aquele belo cacete com as duas mãos, cheias de Vasenol . Para imaginarem o tamanho vejam: com a mão esquerda segurava-lhe o penis na base, e com a outra esfregava-lhe o resto do penis até à cabeça... - Então já não arde? Perguntei eu olhando maliciosamente para o jardineiro. - Ai arde, arde muito minha senhora! Acho que está a inchar! -diz o safado. - Pronto eu vou por mais um pouco de creme. Onde é que arde Sr. Joaquim? - É na cabecinha minha senhora; - diz ele todo aflito. - Cabecinha? Oh Sr. Joaquim, isto não é uma cabecinha! Isto é uma cabeçorra! – e continuei a esfregar com toda a perícia, como faço com o meu marido, aquele belo pénis. O homem já resfolegava como um cavalo, e o pénis dele parecia que ia rebentar. - Ó Sr. Joaquim, isto parece estar cada vez pior, Está mais vermelho e mais inchado, - disse eu com cara de sonsa . - Ai esfregue sempre minha senhora! Estou desesperado ! Estava desesperado era de tesão!

Apetecia-me abocanha-lo mesmo ali e fazer-lhe um rico broche, mas aprendi com a idade, que o prazer é tanto maior, quanto mais se faz esperar, e decidi que para hoje ficava por ali. Continuei a massajar aquela tora rija como um pau, com as duas mais enroladas à volta dele. - Olhe Sr. Joaquim, e nos testículos, não lhe doi? – perguntei eu, safada, enquanto lhe passava uma mão pelos tomates. Aí o homem não resistiu e disse: - Ai Dona, é tão bom, continue, que a dor vai já passar! E dito isto começa a gemer baixinho, e manda uma golfada de esperma para as minhas mãos, e para as minhas mamas.. - Ai acho que já passou, - disse ele matreiro. – Muito obrigado minha senhora. Deus lhe pague. - Ora Sr. Joaquim, foi o mínimo que podia fazer. Eu é que o magoei, não sabia que o diluente ardia assim. Que situação mais embaraçosa! Desculpe. - Até que foi bom Dona, diz o malandro. Já estava a ganhar à vontade, era hora de me fazer rogada. - Pronto Sr. Joaquim, hoje já chega de asneiras, vou tratar do almoço para o meu marido. Até amanhã. Amanhã vemos temos de ver se o diluente não atacou a pele, se não tem mesmo de ir ao hospital. Agora vá-se embora, que eu não estou bem… - Está bem minha senhora. – e pude vislumbrar um olhar de satisfação do safado do jardineiro. Já estava a antever o tratamento que eu lhe ia fazer. Entretanto ele foi-se embora e chegou o meu marido. -Então, meu amor já comeste a piroca do jardineiro?- perguntou ele. -Não, ainda não. Não foste tu que me ensinaste que as coisas boas se devem saborear, e que não devemos ter pressa. Só lhe toquei fiz-lhe uma massagem especial à pila, e que pila! Acertaste em cheio! Tem um belo instrumento!, É quase o dobro da tua! Vai-me saber tão bem pôr-te uns corninhos… E lá lhe contei em pormenor o que aconteceu esta manhã, o que lhe provocou um tesão incrível! Fizemos amor por duas vezes, primeiro comeu-me por trás e acabamos com um demorado 69. Normalmente ele não seria capaz, mas a minha descrição da cena com o jardineiro funcionou melhor que Viagra. Entretanto, na manhã seguinte, ás nove horas em ponto, tocou a campainha, e fui abrir a porta ao jardineiro., vinha todo arrumadinho, parece que nem vinha para trabalhar… - Bom dia Sr. Joaquim, então como está? – perguntei enquanto nos dirigíamos para a garagem, onde íamos continuar com as pinturas. - Bem minha Sr.ª , mas hoje acho que prefiro pintar sozinho. –disse ele meio acanhado. - Então porquê Sr. Joaquim? Não melhorou?, Ou ficou com vergonha? -Não, é que ainda me dói e tenho aquela “coisa” toda vermelha e inchada! - Desculpe, Sr. Joaquim. Não pôs nada, em casa? -Não senhora, não tinha aquele creme que a Sª me pôs e que aliviou tanto!, Se me pusesse um bocadinho, talvez melhorasse. – diz o safado com cara de inocente! Era mesmo o que eu esperava! Já estava a ficar toda acesa só de imaginar tratar daquele monumental cacete! - Pronto Sr. Joaquim venha comigo a casa, que eu ponho-lhe já um bocado de creme e isso passa-lhe já!. Entramos e levei-o para o meu quarto. - Sente-se aí Sr. Joaquim e baixe as calças. – disse eu enquanto pegava no Vasenol para lhe aplicar.

- Oh tenho vergonha, -diz ele matreiro. - Dê cá que eu ponho o creme minha senhora. - Ora deixe-se disso, disse eu, enquanto me ajoelhava à sua frente e lhe desabotoava as calças. De seguida , muito devagar, puxei-lhe as cuecas para baixo, libertando finalmente aquele grande pénis. Agora percebi, qual era o mal dele! Estava vermelho e inchado, mas era de tesão Peguei-lhe com ar compenetrado, não foi preciso levantá-lo, pois já estava quase pronto para o combate!. Revirei-o, observei-o e disse-lhe: -Olhe Sr. Joaquim, isto realmente está muito inchado e a cabeça está muito vermelha. Acho que não vai lá com creme. E dito isto comecei a passar muito de leve a minha língua por toda a cabeça daquela enorme verga, lambi cada centímetro, desde a cabeça até à base, sempre muito devagar… - Então está-se a sentir melhor Sr. Joaquim? - Sim minha senhora continue por favor… não pare, ai que alívio! - Oh Sr Joaquim , mas está a inchar mais!, disse eu na brincadeira…continuando a lamber com uma enorme gula aquelas verga, lambi desde a cabeçorra até aos tomates, aí parei , e enquanto com uma mão bombeava para cima e para baixo o seu pau, com a língua lambia-lhe meticulosamente os tomates. - Então Sr.Joaquim está melhor? - Sim, siimmm, minha senhora, está quase a passar o inchaço!, - Faça só mais um bocadinho… Eu já estava a arder, já estava toda molhada, e desejosa de sentir aquele enorme pénis na minha rata e comecei a abrandar. Meti-o então todo na minha boca, o que me deu um certo desconforto, pois é demasiado grosso, e não posso enfiá-lo até à garganta, como faço com o pénis do meu marido.Entretanto estava eu com aquele enorme piroco na boca, e toca o telemóvel, era o meu marido a perguntar-me se estava a gostar! - Era o meu marido, a dizer que vem a casa daqui por uma hora. - Ai D.Cristina então vou-me embora... - Não Sr. Joaquim, vamos acabar o tratamento… ele não de importa disse eu matreira. - Meta-me o seu pénis bem fundo aqui na minha ratinha que vai ver que fica bom de vez.. – inclinei-me para a frente e coloquei-me de quatro e fechei os olhos à espera daquele malho enorme! Há muito que não sentia nada igual. O jardineiro revelava-se um bom amante, e começou por apontar o seu enorme pénis à entrada da minha gruta do prazer, e com pequenos movimentos, entrava e saia, mas não o enfiava como eu queria desesperadamente. Bem me afastei para trás, para enfiar de vez aquele malho, mas o Sr. Joaquim ia fugindo com o instrumento , deixando apenas a cabeça metida, o que me dava já um prazer indescritível e ao mesmo tendo furiosa…queria-o todo dentro de mim! - Oh Sr. Joaquim, assim nunca mais acaba o “tratamento”…enterre-me até ao fundo…. Dizia eu gemendo e quase gritando. O sacana usou esta táctica de meter só a cabecinha, durante mais de 10 minutos. Já não aguentava mais, queria sentir o orgasmo, mas com aquela piroca toda enfiada, e o sacana continuava a pôr-me louca , de vez em quando deixava entrar mais uns centímetros, mas logo se afastava…Vou mudar de táctica, pensei eu e comecei a gritar obscenidades… - Foda-me com força Sr. Joaquim, enfie-me esse caralho bem até ao fundo… não seja maricas… - Maricas, espere aí que já vai ver minha senhora...- disse ele.Parece que resultou. O Jardineiro agarrou-me com força as ancas e num movimento lento e firme empurrou aquela enorme verga até ao fundo! Até vi estrelas… Comecei a gritar descontroladamente, enquanto ele aumentava a velocidade das bombagens… - Ai Sr. Joaquim o Sr. vai acabar comigo.. meta bem funto… - a sensação daquele pénis enorme a bater bem no fundo da minha rata era demais, comecei a sentir o orgasmo mais violento da minha vida, entre convulsões e gemidos de prazer…

Mas o homem era mesmo sabido, abrandou o ritmo, quando sentiu que eu me estava a vir, e começou outra vez a meter só um bocadinho do seu penis, metia e tirava, esteve nisto por mais de 10 minutos. Eu já estava outra vez morta de tesão e queria senti-lo até ao fundo outra vez.Meti então uma mão por baixo de mim e agarrei com firmeza nos tomates do jardineiro, e obriguei-o a enfiar tudo, queria que ele se viesse dentro de mim, agora. Ele gemeu, aumentou o ritmo, empurrou aquele enorme pénis bem até ao fundo, e finalmente senti uma golfada de esperma a inundar-me deliciosamente. - Ai Sr. Joaquim, o senhor acabou comigo… - Agora sim, estou muito melhor.. - disse o energúmeo! Muito obrigado senhora, já não dava uma assim há muito tempo.. - Ainda bem que gostou Sr. Joaquim! – disse-lhe enquanto lhe pegava no agora tombado gigante. - Parece que está melhor! Disse eu com cara de santinha. – Deixe-me ver… e comecei a lamber aquele enorme caralho, agora murcho, mas mesmo assim bem maior que o do meu marido! Tentei enguli-lo, mas só consegui meter na boca cerca de metade. Fui chupando, muito devagarinho, enquanto lhe pegava nos tomates suavemente, Ele fechava os olhos, deliciado, e pareceu-me que começava a reagir novamente… Era altura de o mandar embora. Assim pus os cornos ao meu marido. Tomei banho, perfumei-me toda e fiquei à espera do meu marido, que me tinha dito ter de vir a casa buscar não sei o quê. Era uma desculpa para me ver depois de lhe pôr os cornos. - Olá meu amor, então hoje sempre aproveitaste, ou o homem cortou-se? - Não sei, descobre tu, e deitei-me no sofá para trás. Já não tinha calcinhas, apenas um vestido muito curto. Ele não se fez rogado, tirou as calças e as cuecas, ficou de camisa e gravata, o que lhe dava um ar mais sensual, e depois de me beujar longamente, foi descendo com a lingua pelo meu corpo abaixo, parando em todos os pontos obrigatórios... e caiu de boca na minha passarinha! Lambeu como nunca, percorreu todos os cantinhos da minha ratinha até se deter na minha pilinha, como ele costuma dizer. - A tua ratinha está toda vermelha Bela, o jardineiro deu cabo de ti! – disse ele, continuando a fazer-me o melhor dos minetes, até que me vim novamente, era o 3º orgasmo da manhã. - Agora mete tu meu amor, - disse eu enquanto o puxava para mim e o beijava. Meteu então o pau dele. Não era como o do jardineiro, mas com usava-o com mestria. Foi bombeando lentamente, enquanto me beijava o corpo todo.

- Ai, a tua ratinha está mais molhadinha hoje, que maravilha! – disse-me ele. - Pois está, o jardineiro deixou ai o leitinho dele. Fizemos então amor por mais uma hora. - Então, sentes-te realizado, meu amor? - Perguntei eu. - Sim meu amor, és a melhor mulher do mundo. Nunca me senti tão feliz! - Olha que eu posso começar a gostar... – disse eu. Estás à vontade, meu amor, só quero é saber sempre!.

salto@live.com.pt

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Tara Pela Minha Irma


Alem de ser verdadeiro este conto, também é verdadeiro que nunca consegui comer a minha irmã. A minha tara pela irmã começou num belo dia quando mamãe ia trabalhar e minha irmã cuidava de mim. Eu na época tinha 10 anos e ela 14, apareceu o Luis e a Ruth, vizinhos nossos para brincar em casa. Fomos para o quarto dos meus pais e a brincadeira era de papai-e-mamãe. Minha irmã pediu para entramos no armário, eu e o Luis e elas na parte de fora. Minha irmã falou que era para nós tirarmos à roupa e quando ela chamasse era para sairmos do armário. Tiramos à roupa e esperamos. Quando ela nos chamou, fiquei estático.

Ela estava nuazinha, e que corpo tinha minha irmã na plenitude dos seus 14 anos. Seios de pêra e uma bundinha saliente, redondinha e roliça, que tesão, a imagem dela deitada na cama até hoje não me sai da cabeça. Então, aproveitei e pulei em cima dela e ela falou que a minha mulher era Ruth, pois ela era mulher do Luis. Sai de cima dela e fui em direção a Ruth que estava apenas de calcinha. Quando a agarrei disse que não iria brincar e foi embora. Minha irmã bem que tentou mais não consegui a Ruth foi embora e eu fiquei só. Voltei para o quarto e o Luis, um moreno de 15 anos estava em cima da minha irmã tentando comê-la com sua pica em riste, bem dura, deveria ter uns 16 cm, ele tava doido e minha irmã pedia para parar porque eu estava olhando. Como o Luis era bem forte não deixou ela sair disse que iria tirar o cabaçinho dela naquela hora, dizia que há muito tempo queria comer aquela bucetinha, que ela sempre provocava ele a não ia deixar fugir a oportunidade. Numa última tentativa ela falou que eu estava vendo e poderia contar para os meus pais.

O Luis olhou para mim e falou que se eu contasse para o meu pai ele iria me encher de porrada. Não tive alternativa, saí do quarto. Mas aproveitando que naquela época, anos 60, a porta tinha a fechadura grande e como a cama ficava lateral a porta deu para olhar pelo buraco o que eles estava fazendo. A imagem que eu via deixou-me de pica dura, ele em cima dela tentava enfiar o seu pau na bucetinha dela... Ela de pernas fechadas dizia para ele que não o deixaria comer a sua bucetinha. Era virgem... Ele tentava... Tentava... e nada. Ele perguntou se não iria mais brincar de papai e mamãe... Estamos mais não posso dar minha bucetinha. Além de virgem o tamanho do pau iria machucá-la. Não agüentando mais Ele levantou da cama e foi na cozinha voltou com um pote de manteiga e lambuzando o seu pau, pediu para ela ficar de bruços porque iria comer o cuzinho dela. Ela vendo que ele não iria desistir, virou e pediu para ele colocar bem devargazinho para não doer.

Ele direcionou para o seu cuzinho e começou a enfiar. Minha irmã gritou, pediu para tirar. Ele sem ouvi-la estocava sem parar. Deu para perceber quando entrou o talo todo. Minha irmã parece que desmaiou. O Luis começou um entra em sai que ela nem se movia. – Pensei comigo. Será que ela desmaiou e ele não viu. Já ia entrar no quarto quando ela começou a gemer. A principio baixinho mais depois alto... Pedia para ele enfiar mais... – Que pau gostoso você meu neguinho... Come sua branquinha. E o Luis aumentava mais e mais e falou para ela que estava gozando. – goza meu neguinho. Derrama todo o seu leitinho no cuzinho da sua branquinha... Vem. Vem... Aí também estou gozando... que coisa gostosa... Vamos... Vamos... gozar juntos...

E aí caíram ambos para cada lado, quase desmaiado. Eu vendo aquela cena tentei bater uma punheta. Até que o meu pau estava durinho mais não saiu nada senti só uma coceirinha nele. Quando retornei ao quarto o Luis tinha ido embora e a minha irmã estava deitada de bruços na cama. Não resisti e pulei em cima dela. Ela gritou o que eu estava fazendo. Nós éramos irmãos e não poderíamos fazer aquilo e levantou foi para o banheiro tomar um banho porque já estava na hora de mamãe chegar.

Ela foi morar no Rio de Janeiro com a minha Vô e quando voltou já na plenitude dos seus 19 anos me proporcionou mais uma visão quando ela levou o seu namorado lá em casa...

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Terça-feira, 16 de Setembro de 2008

A Minha 1º Puta


Éramos um grupo de jovens universitários moradores num lar de estudantes não longe da Av de Roma em Lisboa. Um dia de Inverno, depois de muita conversa em que todos se gabavam das suas proezas sexuais, alguns de nós decidimos ir até ao Intendente. Outros arranjaram umas desculpas e lá fomos apenas três. Isto revelou à partida que quem fala muito pouco faz. Chegados lá fomos a um barzinho e sentámo-nos a uma mesa.

Logo se encostaram a nós várias raparigas sem que, depois de muitos anos em que conto esta história, me recorde de alguma especialmente bonita. Depois de alguns trocadilhos e da aprendizagem de conceitos ligados ao metier que desconhecia, eu decidi ir comer uma das garinas. Os outros acovardaram-se e recusaram. Lá fui eu com uma baixinha morena de cabelos cacheados. Chegados à pensão ela pediu um quarto e lá subimos para um, simples e básico e apenas um pouco menos frio que lá fora.

A baixinha pede-me o dinheiro da pensão e desaparece. Passado pouco tempo volta e começa a despir-se e comecei a fazer o mesmo. Quando ela tira uma cinta descubro uma barriga saliente que me desagradou. Senta-se ao meu lado na cama e começa a punhetear-me. Com o frio o meu zezinho estava encolhido. Ela baixa-se e começa a fazer-me um broche e ele começa a crescer. Quando estava suficientemente erecto deita-se e abre as pernas e diz: vem! Olho para a pentelheira negra e farta e ponho-me em cima dela apoiado nas mãos e olhando para baixo. Ela agarra-me o caralho com as duas mãos. Com uma aperta-me os tomates e com a outra direcciona-o para a sua pachacha. Enfio-me por ela adentro e desta apoio-me nos cotovelos. Começo a bombar e ela vai chiando muito profissionalmente.

Continuei bombando e o meu pensamento foi devaneando por outras paragens enquanto o meu corpo fodia mecanicamente. Ela começou a achar que já era tempo demais e começou a estimular-me empurando-me para baixo com os seus dedos nas minhas nádegas e enroscando as pernas nas minhas. Comecei então a aproximar-me do orgasmo, sentindo o calor invadir-me pelo corpo acima até o cérebro se enevoar na explosão dos sentidos. Bombeei até perder a erecção. Ela então empurra-me para o lado e começa a vestir-se depois de ter passado um pano pela pachacha. Eu vesti-me rápidamente e fui a pé para o lar.

Cheguei lá fui directo para o chuveiro. Naquele tempo em que ainda não se falava de sida mas apenas de esquentamento, fodia-se sem camisa. Pelo sim pelo não fui-me lavar e mijar porque tinha lido em qualquer lado que era uma precaução que todos os homens deveriam ter depois de irem às prostitutas. A minha prostituta não foi especialmente bela, não foi num dia especialmente confortável com todo aquele frio, não foi uma foda memorável, mas foi a minha primeira foda com uma prostituta.

Como eu costumo dizer, há sempre uma primeira vez para tudo.

Depois dela fodi muitas prostitutas, algumas das quais tive especialmente prazer outras nem tanto.

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Segunda-feira, 15 de Setembro de 2008

No Monte Alentejano


Tenho 33 anos, solteiro, alto, com 1,88, 90Kg e corpo musculado pois jogo rugby. Na minha vida profissional sou consultor informático e o ambiente na empresa é muito informal e damo-nos todos muito bem. Existem inclusive diversos grupinhos que saem juntos e fazem programas em conjunto, e como é obvio eu faço parte de um desses grupos.

Nestes grupos, entram, naturalmente, os respectivos cônjuges ou namorados de cada um. A história que conto envolve a mulher de um colega meu. Desde que se começaram a dar estes jantares e saídas a Filipa, mulher do meu colega passava o tempo todo a insinuar-se, tocava-me, roçava-se e fazia todos os possíveis para estar comigo a sós. Eu, apesar de gostar da atenção e de ela ser muito interessante, 1,75, 63 kg, pernas longas e um par de mamas a pedir para ser chupado, sempre tinha fugido porque não queria arranjar confusões no trabalho e porque ela, diga-se a verdade, era muito chata. Era tão gira como era chata. Mas um homem não é de ferro e o inevitável acabou mesmo por acontecer.

Num fim de semana grande de 4 dias o grupo foi todo, umas 12 pessoas, passar o fim de semana para um monte alentejano. Muita diversão, muitos copos, muita conversa. Mal tínhamos acabado de chegar e estávamos a retirar as bagagens do carro a Filipa aproxima-se de mim, dá-me uma palmada no rabo e diz “é este fim de semana que me comes ou és maricas?”, olhei para trás bem nos olhos dela e respondi “sou homem para te foder como nunca foste fodida”, e afastei-me com as malas. Mais tarde encontrei-a na cozinha a arrumar as coisas e encostando-me a ela sussurrei-lhe ao ouvido “Este fim de semana vou comer esse cu e dar-te muito leite” e dando-lhe uma palmada no cu afastei-me sem a deixar responder.

Se ela queria ser fodida então eu ia tratar disso. A seguir ao almoço, o pessoal foi andar de bicicleta e eu que estava lesionado fiquei em casa a tomar conta das coisas. Ainda não tinham passado 10 minutos e apareceu a Filipa, que desculpando-se com uma indisposição tinha voltado para trás. Eu estava deitado numa espreguiçadeira e chamei-a para ao pé de mim, já com o pau de fora, duro e a brilhar. Anda mama, ordenei e ela ajoelhou-se e começou a mamar com gosto. “não querias ser comida? Pois agora não te queixes.” “Não precisas de ser mal criado”. “cala-te!” ordenei. “Fazes como quero ou então vais foder com o corno do teu marido” e empurrei-lhe a cabeça para baixo fazendo o caralho entrar-lhe na garganta o que lhe provocou uma sensação de vómito e a fez recuar, o que não deixei. “continua a mamar, disse que te ia dar leite e vais beber tudo o que te der este fds” e comecei a vir-me em jactos espessos que entravam directo na garganta e que ela a custo engoliu.

“Porco, cabrão, nunca engoli esporra e tu fazes-me isto”. “Não pediste para eu te comer? Não te portaste como uma putinha? Então vais ser tratada como uma”. Estava toda corada de raiva, mas também de excitação, puxei-a para mim, dei-lhe um beijo e passei a mão na cona, que estava já bem molhadinha. Deitei-a na espreguiçadeira e dei-lhe um banho de língua nas mamas e no corpo todo que a fizeram derreter-se toda, mas sempre sem lhe chupar a cona. Eu já estava mais que pronto para a foder e pondo-lhe as pernas nos meus ombros entrei de um movimento só provocando-lhe um grito de dor e de prazer, “filho da puta, tas a magoar-me”, “já passa” e continuei a bombar com tudo o que podia, indo o mais fundo que podia e com toda a força que podia e não demorou muito já ela gritava de prazer “fode-me cabrão, fode-me. Ai que me venho, ai. Isso, dá com força” e eu dava. “então minha puta, o corno fode-te assim? Faz-te vir assim?” e senti que ela se estava a vir, revirou os olhos, deu um grito e começou toda a tremer, tremia tanto que até tive medo. Saí de dentro dela deixei-a recuperar e quando ela disse que estava bem mandei-a pôr-se de quatro, “agora vou partir essa peida putinha”, “Não por favor, nunca fiz anal”, “não?

Nunca deste o cu ao corninho?, logo vais dar para ele sentir o que é bom” e dito isto cuspi-lhe no cu e aproveitando os sucos dela besuntei tudo bem e comecei a enfiar. Ela gritava , tentava fugir, mas segurei-a bem pelas ancas e aproveitando os movimentos dela enfiei a cabeça, fui-lhe fazendo festinhas no rabo e nas costas para ela se acalmar e habituar ao pau no cu. Passado uns 2, 3 minutos sentindo-a relaxar fui enfiando tudo até ao fim. Que cu apertado, que maravilha. Ela nesta altura já misturava gritinhos de dor com gemidos de prazer e para melhorar as sensações dela comecei a brincar com o grelinho e em pouco tempo ela já só gemia de prazer até se vir novamente. Eu também estava quase a vir-me, tirei do cu, tirei o preservativo e ordenei para pôr na boca que me queria vir, “não, isso não, é nojento”, “cala-te e bebe o que tenho para ti” e despacha-te porque eles devem estar a chegar e meti-lho novamente na boca e comecei a vir-me.

Novamente bebeu tudo, com uma cara de nojo mas bebeu. Nisto começamos a ouvir vozes era o resto do pessoal que chegava. Eu vesti-me e continuei na espreguiçadeira enquanto ela correu para o quarto. Na hora de jantar apareceu de braço dado com o marido a andar meia esquisita. O Pessoal perguntou o que ela tinha e ela respondia que era hemorróidas mas eu sabia bem o que era e ri-me para dentro. Jantamos, jogamos as cartas bebemos e numa altura em que ela foi à casa de banho eu também fui, entrei atrás dela e fechei a porta sem lhe dar hipótese de dizer nada. “Quero-te minha putinha”, “Tu és doido, sai daqui alguém pode aparecer”, estão todos na conversa e há outras casas de banho” e despi os calções mostrando o caralho pronto para a acção, “anda, tu também queres” e queria porque estava já toda excitada quando eu lhe baixei as calças e sentando-me na sanita fi-la sentar-se em cima de mim.

Ficamos assim com ela a cavalgar-me durante um bocado os dois a gemer-mos baixinho, eu com as maminhas dela na boca até que ela atinge o orgasmos mordendo-me a camisa para não gritar, quando acabou eu pedi-lhe para me acabar e ela percebeu e começou a mamar-me. Estava a começar a vir-me quando batem à porta “Tas bem Filipa?” Era uma das colegas que tinha vindo à procura dela a pedido do marido. Com o susto ela tirou o pau da boca e respondeu que sim que estava mesmo a sair, mas o meu orgasmo já não tinha volta e enquanto ela respondia eu vinha-me sujando-lhe a cara, o cabelo a e roupa. Eu estava cheio de vontade de rir, ela aflita a lavar-se o melhor que podia e a dizer à amiga que saia já.

Eu escondi-me dentro da banheira a fazer um bocadinho de tempo e a Filipa saiu levando a amiga com ela. Assim que ouvi os passos a afastarem-se saí e corri para o pé do resto do pessoal, mas no caminho estava a amiga que tinha ido chamar a Filipa, a olhar para mim e a rir-se “Quando for possível quero o mesmo. Não te esqueças disto”, Respondi “quando quiseres” e segui o meu caminho Ainda voltei a comer a Filipa mais duas vezes ...

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Domingo, 14 de Setembro de 2008

O amigo Policia ( Gay )


A alguns dias atrás, num domingo, recebi uma chamada de um amigo que polícia e namora com uma amiga nossa de faculdade. Ele estava meio triste, disse que precisava de falar, pois tinha tido uma discussão com a namorada e como ela era muito minha amiga ele queria que eu o ajudasse a reconciliarem-se. Eles namoravam há quase um ano, e de vez em quando chateavam-se e acabava por sobrar para mim pois tinha de falar com a Carolina. Confesso que sempre achei o Vasco muito giro, moreno claro, 30 anos, 1.87m, com um corpo de deixar as mulheres malucas. Eu sou um rapaz super discreto, não dou nas vistas, tenho 25 anos, também sou um rapaz bonito, e nunca tentei nada com ele, pois sempre respeitei a Carolina. Naquele dia estava em casa sozinho à espera do Vasco e passados uns 20 minutos o ele chegou. Estava visivelmente tonto, e disse-me que tinha bebido a tarde toda, que estava triste por causa da discussão deles. Começamos a falar para ver se eu o animava e ao mesmo tempo assistíamos a um jogo que passava na TV.

Ofereci-lhe uma cerveja e ele aceitou, conversa vai, conversa vem e o Vasco havia ficado mais alegre. Quando acabou o jogo, mudei de canal, e estava a passar um anuncio daqueles chats por telefone, e começámos a falar sobre o assunto. Ele disse que não acreditava que pudesse ser possível conhecer mulheres bonitas pelo chat, quando eu lhe respondi que não sabia se isso era possível pelo telefone mas que eu sempre conheci miúdas giras pela Internet. Ele ficou curioso, e chamei-o para irmos ver as fotos das miudas que conhecia pela net, ele ficou muito interessado e perguntou-me se podíamos entrar nalguma sala para ele ver no que dava. O Vasco não tinha Internet em casa e as poucas vezes que acedia era no trabalho quando tinha tempo. Entrámos numa sala dum site que costumo frequentar e logo algumas miúdas começaram a teclar com ele. Depois começaram a pedir foto, mas ele dizia que não tinha, e como tenho máquina digital, ele pediu-me se tiraria uma foto para que ele pudesse mandar para elas.

Eu disse-lhe que o fazia sem problema, e tirei algumas fotos, e sugeri que tirasse também algumas mostrando o corpo. Ele ficou meio receoso, mas disse que alinhava, e foi logo tirando a camisa. No início ele ficou meio com vergonha, mas depois foi ficando mais à vontade. Já tínhamos tirado fotos dele de cara, depois sem camisa, e sugeri que tirasse algumas de boxers, mas sem mostrar a cara. Como estávamos sozinhos em casa e os meus voltavam tarde pois tinham ido visitar uns amigos, convenci-o a ficar só de boxers na sala onde poderia tirar umas fotos bem porreiras. Já que ele se mostrou tão interessado, ao menos fazíamos uma coisa como deve de ser. Fiquei a observar aquele Deus Grego com aquele corpo definido e bem tratado como seria de esperar de um polícia. Não tardou em começar a imaginar o tamanho do pau por baixo daqueles boxers pretos que ele vestia. Nesse momento comecei a dar uma de fotógrafo, e pedia para ele fazer pose, e ia clicando e ele cada vez mais à vontade. Notava-se que se sentia excitado porque no fundo estava a dar uma de sensual mesmo que fosse somente para a máquina. A coisa foi aquecendo, e a dado momento pedí-lhe que fizesse de conta que estava a tirar os boxers ao qual ele atendeu prontamente, e quando me dei conta, ele já estava totalmente nú. Acabei por começar a brincar com ele, perguntando se ele ia mostrar aquele pau murcho às miúdas que o iriam gozar. Ele então perguntou-me se tinha alguma revista pornográfica que logo eu iria ver o tamanho do pau que ele tinha. Dei-lha, e para meu espanto, ele ia vendo a revista e o pau ia ficando cada vez maior ao mesmo tempo que ele o ia massajando.

Comecei a fotografar de perto, de todos os ângulos até que se deitou no sofá. Só sei que num determinado momento, ele pegou na minha mão e colocou-a no seu pau, puxou-me e colocou-me a boca até o engolir todo. Não sei se me sentia a rebentar de tanta excitação com o que se estava a passar se me sentia louco por estar a trair a Carolina, mas sinceramente, no momento não deu para pensar muito nisso. No início recusei, mas acabei por ceder. Na realidade não fazia a minima ideia do que lhe estava a passar pela cabeça mas o quer que fosse, era bom. Ele agarrou-me pelo cabelo e movia-me a cabeça à medida do prazer que estava a sentir. Entretanto, atirou-me para o sofá, arrancou-me a camisa e os calções que vestia deixando-me só com os slips enquanto roçava o pau entre asminhas coxas. Eu não sabia o que fazer, ele estava a dominar-me sem que eu tivesse feito grande coisa. Mordia a nuca, beijava-me as costas, apertava-me o abdómen e aquilo estava a deixar-me louco. Ele então, com toda a sua força física, pegou nas minhas mãos, colocou para trás, segurou com força, e com a outra mão puxou os meus slips para baixo. A seguir, cuspiu no meu rabo e começou a penetrar-me. Antes que conseguisse penetrar-me, fui a correr ao quarto buscar um preservativo o qual lhe coloquei com a boca. Segurava-me firme enquanto me penetrava, seus 19cm entravam de uma forma tão excitante, que eu já nem sabia se queria que ele parasse ou não. Ele fodia-me muito bem.

Pos-me de quatro, lubrificou mais um pouco, e enfiava sem dó, sentia-lhe os tomates a bater-me no rabo, e isso excitava-me ainda mais que ele estar dentro de mim. Ele dizia que nunca tinha comido um cú, nem de homem nem de mulher mas que estava adorar comer-me todo. Ficou uns 10 minutos até se esporrar todo para o meu peito. Eu não acreditava que aquele homem, hetero (ou não!), lindo, bem dotado e namorado da minha melhor amiga tinha feito aquilo. Fomos tomar um banho, e durante o duche ele chupou-me todo, o que o deixou surpreendentemente cheio de tesão a ponto de me quer comer outra vez. Depois disso ele foi-se embora, mas antes deu-me um carinhoso beijo na boca como se fossemos namorados. Ele acabou por se reconciliar com a minha amiga. Mas o importante, é que sempre que eles se chateiam, ele acaba por vir falar comigo, e acaba sempre por acontecer uma foda como a nossa primeira. Tomara que eles se chateiem muito.

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