Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Contos eróticos para seu site



Sou o Antonio de Andrade envio dois contos para colocar no seu site.



A água que esfriava fez com Fellicia e Gabriel saíssem da banheira e cada um enxugou o outro, enrolando-se os dois na felpuda e grande toalha, ficando ali enrolados, com os corpos nus encostados e unidos pelo longo beijo. Os cérebros deles agitavam-se em reações químicas, afetados pela excitação que estavam sentindo um pelo outro, fazendo disparar o complexo sistema de descarga hormonal, o hipotálamo aumentando o tônus do desejo sexual, secretando mais e mais hormônios sexuais, estrógeno nela e testosterona nele, e em ambos a adrenalina, preparando-os para a atividade sexual, levando-os a seduzir o outro e aumentar a emoção do amor que os unia. O sistema límbico, ou cérebro emocional, aumentava o desejo sexual e emocional, pondo fogo no encontro amoroso deles, fazendo aumentar as suas circulações do sangue, disparando os seus corações, fazendo as suas respirações ficarem ofegantes, eriçando os seus pêlos, enrubescendo a pele e concentrando sangue nas regiões genitais, dilatando-as, provocando o inchaço vaginal nela e a ereção, pujante, nele. E esse fogo do desejo cresceu com voluptuosidade neles, com seus corpos ficando inebriados pela endorfina, com sensações indescritíveis de prazer e satisfação emocional e espiritual. Eles não conseguiram segurar mais a vontade de fazerem amor. A cama redonda quase quebrou de tanto que mergulharam um no outro e foi um ato de amor galopante, levando-os a sentirem as vibrações extasiantes do orgasmo, sentidas como se fossem uma realização espiritual, naquele momento culminante no qual todas as células nervosas de seus cérebros descarregavam a energia elétrica vibratória. O prazer dos dois, com os corpos unidos pelo sexo, era superlativo, era demais! Parecia que uma luz brilhante explodia no centro do prazer, no lado direito dos seus cérebros, enchendo de vivacidade e sensualidade as suas emoções, levando-os a terem uma maior percepção dos sons e grunhidos que faziam, dos movimentos amorosos que faziam com seus corpos buscando uma maior aproximação física e uma maior percepção das cores verdes dos seus olhos, no olhar profundo que davam um ao outro. Nessa hora, inconscientemente, deixaram o lado esquerdo dos seus cérebros em repouso, sem qualquer abstração, sem qualquer pensamento ou raciocínio lógico, sem qualquer intelectualismo de análise, de medição, de classificação, de organização, de contagem... Sentiram apenas a satisfação sexual e a alegria, a serenidade, a paz espiritual e emocional que a acompanham. O que sentiam indicava que os dois, Fellicia e Gabriel, tinham a aptidão neurológica para a felicidade, com uma perfeita harmonização dos dois hemisférios cerebrais e das suas conexões neurológicas elétricas...

Depois do êxtase, parece que tinham sido afetados pela anfetamina do amor, a feniletilamine, secretada naturalmente pelo cérebro das pessoas apaixonadas fazendo desaparecer qualquer inibição, qualquer bloqueio. Sentindo-se cheios de amor, um riso contagiou os dois. Começaram a rir de alegria por estarem reencontrando-se... (...) Viviam naturalmente a simplicidade de serem doadores de amor e recebedores do amor do outro. O mundo parecia pequeno para a felicidade que estavam sentindo um com o outro. Sentiam o amor como um lugar onde refugiavam suas vidas, esquecendo o mundo que existia lá fora. Sentiam o amor majestoso como um oceano e infinito como o Universo! Nada mais era importante, só suspirar de prazer, sentindo o amor, adormecendo sorrindo... O quarto era bastante aconchegante, com móveis de madeira bruta, trabalhada artisticamente. A enorme cama de casal tinha espaço suficiente para quatro pessoas e na parede que ladeava a cama, um grande espelho estava fixado. O forte calor que fazia, apesar da deliciosa brisa que entrava pela grande janela envidraçada, levou Fellicia a tirar a minissaia e a miniblusa que usava, revelando toda a beleza nua do seu corpo de mulher de 30 anos, bem queimado de sol, sem marca de biquíni. Deitando-se voluptuosamente na enorme cama, ela convidou Carmem e Gabriel a seguirem o seu exemplo. Carmem, desinibida, foi a primeira a despir-se e deitar ao lado da Fellicia, abraçando-a e dando-lhe um beijo nos lábios, enquanto fazia um carinho nos seios dela. Gabriel teve uma excitação instantânea ao presenciar as duas se acariciando e mais estimulado ainda pela visão de duas mulheres muito bonitas inteiramente nuas à sua frente. As duas sorriram ao olharem para ele e constatarem que ainda estava de bermuda, empinada para a frente pelo membro excitado. Carmem exclamou: Tire logo essa bermuda, Gabriel! Quero constatar o que a Fellicia já me contou, que você é bem dotado! Vamos, não fique inibido, tire logo para eu matar a minha curiosidade de mulher e ver essa pujança que está empinando a sua bermuda!

Já estou ficando toda molhada só de imaginar como ele é! ?

Quando Gabriel abaixou a bermuda e a cueca, ela exclamou:

Uaaaau! Que maravilha de instrumento você tem!

E tê-lo todo dentro, ou galopando sentada nele, recebendo o prazer que o dono dele sabe proporcionar! ? Fellicia enquanto elogiava Gabriel estendeu os braços, para que ele fosse deitar-se no meio das duas. Quando ele estava no meio delas, sentindo toda a eletricidade da excitação enorme que fazia avolumar o seu membro, sentiu que a Carmem acariciava-o e puxava-o, pelo membro, para enlaçá-lo com as coxas, com ares de proprietária.

Fellicia empurrava Gabriel, instigando-lhe as nádegas com o corpo colado ao dele, enquanto beijava a sua nuca, fazendo-o ficar com o corpo todo arrepiado, como se estivesse com frio.

Carmem balançava o corpo enquanto transpirava de prazer e tesão e com um olhar guloso, que ela gostava de usar, aproximou o rosto ao do Gabriel e colou os lábios nos dele. Fellicia incentiva-a a soltar o prazer, a deixar vir a avalanche de prazer. Carmem continuou a mexer o corpo, mantendo enlaçado o membro dele, enquanto ela beijava sofregamente e com paixão os seus lábios. Em poucos minutos o corpo dela começou a estremecer todo com a descarga energética que ela sentia com o forte orgasmo. Gabriel ficou impressionado como ela tinha orgasmos facilmente. Fellicia exultava de alegria ao ver a amiga convulsionada de prazer e depois que Carmem relaxou e abriu os olhos, beijando Gabriel e dizendo um obrigado pelo prazer, ela perguntou a se ele queria chegar ao final.

Só se você quiser que eu lhe dê prazer também!

Meu querido, eu demoro para chegar a ter prazer logo após o almoço, pois fico preocupada com a digestão. Vamos guardar energia para mais tarde, quando poderemos brincar bastante entre nós, está bom? Eu prefiro agora cochilar um pouco aproveitando esse soninho que a cerveja está me dando..

Fellicia, se você não quer usufruir dessa pujança, deixe-me ter a alegria de adormecer com ele dentro de mim. ? E enquanto falava, virou Gabriel de costas e sentou-se, sem a menor cerimônia, no membro dele, engolindo-o inteiro dentro dela. Depois, sem movimentar-se, com os braços segurou Gabriel e rolou de cima dele, deitando-se lado a lado com ele. Ficou quietinha, sem se mexer, apenas olhando nos olhos dele e sorrindo, enquanto ele também permaneceu imóvel, olhando para ela e também, sorrindo. Gabriel sorria para ela enquanto, com uma das mãos, acariciava levemente um dos seus seios. Fellicia, chegando o corpo por trás do Gabriel, enlaçava o corpo dele, colocando por trás uma das suas pernas no meio das dele. E foi assim que os três adormeceram...



www.editora-opcao.com.br



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publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:18
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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Minha visinha - Oscar dos BROXES


Há uns anos atrás, meu pai comprou um apartamento nos arredores de Lisboa para servir de base a mim e o meu cunhado que estavamos ambos a estudar na Universidade. A minha irmã que é uns dois anos mais nova, tinha já uma criança. Naturalmente como é normal em Portugal, havia o café da esquina onde a minha irmã acabou por fazer amizade com outras mulheres na mesma situação. Através dela eu também fiquei a conhecer as vizinhas. Havia uma, loira com olhos azuis, corpo bem feito mas desfeado pela forma de vestir, que dava em cima de mim discretamente. Eu feito parvo e moralista achava que era minha imaginação. Mas não, não era imaginação como pude comprovar umas semanas mais tarde.

Ela tinha um rapazinho de uns dois anos muito bonito e um marido que trabalhava em Lisboa numa gráfica e era militante dum partido da extrema esquerda. Embora eu não tivesse muita confiança com ele, sempre nos cumprimentávamos e trocávamos umas palavras, algumas vezes de política. Até era um tipo simpático. Um dia estávamos no café ainda da parte da manhã e a minha irmã pediu que lhe cedessem um limão para o almoço. A loira ofereceu-se e disse que tinha e que ia para casa e se eu fosse com ela podia trazer o limão. Lá fui eu com ela. Entramos no elevador e ela imediatamente se encostou a mim. Eu comecei imediatamente a excitar-me. Ela abre a porta do apartamento, eu seguio-a e ela imediatamente fecha a porta do apartamento e de novo se encosta. Aí eu tive mesmo de deixar de ser parvo.

Pus-lhe as mãos a contornar o rosto e beijei-lhe os lábios. Isso despertou a febre dela que se agarrou a mim a beijar-me furiosamente. Rápidamente começou a despir-me. Passou-me pela cabeça uma entrada inesperada do marido e pergunto: E o Rui? Ela responde que ele está a trabalhar. Vamos para o sofá meio despidos e ela começa-me a fazer um broche tão inebriante que eu não conseguia suportar. Era quase um prazer dor insuportável. Nunca ninguém até hoje me fez sentir aquele prazer tão intenso. Vou despindo-a e vejo umas mamas um pouco descaídas , grandes veias azuis e com algumas rugas. Grandes mamilos entumescidos fizeram com que os chupasse automáticamente e ela pressionou a minha cabeça contra o seu peito. Eu comecei a pressiona-la lentamente para se deitar no sofá para a penetrar e ele diz-me com grande surpresa minha: Espera, quero fazer amor contigo no gradeado do meu filho. Vocês sabem, aqueles gradeados onde se põe um cobertor e uns brinquedos para entreter uma criança e ela não se escapar.

Claro que estranhei mas noblesse oblige, ela manda. Ela deita-se e levanta as pernas e eu imediatamente fui lamber a sua xana. Já lambi muitas xanas e sei que elas têm cheiros e gostos ligeiramente diferentes, mas aquela cheirava-me de alguma forma a lexivia. Ora eu nunca gostei do cheiro de lexivia, mas nos meus verdes anos, não havia cheiro que me impedisse de foder. Penetreia-a e ela cruza as pernas sobre mim. As minhas naturalmente passavam pelas grades para fora. Começamos num ritmo lento e ela sempre a gemer. Ela começou a impulsionar-me nas nádegas para o fazer mais fundo e rapidamente. Ela começou a gemer mais profundamente e quando começou com pequenos gritos roucos no seu auge, põe-me a boca no ombro e começa a morder-me e grunhir.

Eu, ainda um pouco inexperiente, com toda aquela situação nova e insólita para mim, começo também a vir-me. Mesmo depois de me vir continuei a bombar até perder a erecção. Quando ambos recuperámos a respiração, ela diz: é melhor levares o limão se não, a tua irmã vai desconfiar. Levantei-me e vesti-me rapidamente e recebi um sermão quando cheguei. A partir daí ela começou a procurar-me. No principio era fantástico só de pensar naqueles broches tão maravilhosos quanto insuportáveis. O problema veio quando ela começou a manifestar o desejo de deixar o marido e vir morar comigo.

Eu não estava ainda psicológicamente preparado para isso. E depois sempre gostei de mulheres bem vestidas e não propriamente da farda de militante da extrema esquerda. Mas que ela tem o Oscar dos broches, tem. Quando a minha irmã começou a desconfiar, eu neguei, neguei sempre e é hoje, pela primeira vez e sem nomes, que o confesso a alguém.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:15
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Sábado, 9 de Agosto de 2008

A Tia Joana


Eu sei que este conto não tema conotação sexual de muitos excelentes contos que eu já li aqui, mas é história de como eu achei a minha felicidade. Sou o Jorge tenho 22 anos, pratico musculação, sou moreno com o cabelo castanho enfim um jovem normal da minha idade. Quando fiz os 19 anos tive de sair de casa em Lisboa para ir estudar em Castelo Branco, e por sorte a minha mãe tem cá a morar uma irmã mais nova chamada Joana. Esta minha tia Joana era solteira quando vim para cá morar com ela.

Ela adora divertir-se, e não queria prisões dai ela sempre ter namoricos mas nada de sério. A minha tia Joana é gordinha mas é uma mulher lindíssima. Tem uns olhos esverdeados, um cabelo negro ondulado lindo, lábios carnudos, um par de mamas enormes, e ainda por cima é simpática, muito comunicativa…enfim para mim é um sonho de mulher, e ainda por cima é só 6 anos mais velha do que eu. Eu sempre me senti atraído pelas suas formas físicas e pela sua personalidade, e bem desde que fui morar com ela ainda mais gostava dela. Um certo dia, pouco tempo depois de eu me mudar para Castelo Branco saímos a noite onde ela me apresentou aos seus amigos, e deu bem para ver que ela é a alma daquele grupo.

E eu próprio tornei-me amigo deles, da Catarina, do Pedro, do João e da Rute. Com a Catarina, apesar de me dar bem e gostar de todos, sempre tive uma empatia especial, e ao fim de uns tempos estava a falar com a Catarina e notei que a minha tia não tirava os olhos da gente. E comentei o caso com a Catarina. Ela disse então que só eu não percebia que a minha tia estava apaixonada por mim, que ela já tinha notado isso nos olhares que me eram lançados pela minha tia. Eu disse que tal não era possível, pois ela era minha tia, mas para mim aquela notícia era maravilhosa. Então a Catarina disse que me iria provar que ela tinha razão. Agarrando-me por um braço saímos do café, e fomos para um pequeno jardim que havia em frente, e quando nos sentamos num banco, ela disse-me: “Beija-me na boca que a Joana está a olhar para a gente”. Eu sem esperar fui beijado na boca pela Catarina e reparei que a tia Joana saiu precipitadamente do café, sem esperar por mim para irmos para casa como sempre fazíamos.

Então tive a certeza, e senti-me na nuvens…ela sentia algo por mim. A Catarina sorriu e disse que a intuição dela não a enganava,e para eu não perder tempo e ir atrás ela. Eu fiquei um pouco atrapalhado e despedi-me da Catarina e corri para a casa da tia Joana. Quando lá cheguei a tia Joana já lá estava. Estava na sala e perguntou qual a razão de eu ter chegado tão cedo. Eu não inventei desculpa nenhuma e disse que já tinha era chegado um pouco tarde, mas que ainda esperava chegar a tempo.

Ela fez uma cara de espanto, e eu declarei-me a ela…disse-lhe tudo que tinha na alma. Então ela teve uma reacção que eu não esperava e começou a chorar…fiquei tipo petrificado sem saber mesmo que fazer…mas ela então aproximou-se de mim e beijamo-nos loucamente. De seguida começamos a despir a roupa e eu vi-a nua… se eu tinha um tesão grande então eu parecia explodir…ela baixou-me os boxeurs e viu o meu pau todo erecto e ficou admirada com o comprimento e grossura do mesmo, mas não se atrapalhou…pôs-se de joelhos e começou a mamar no meu pau…e eu agarrava-a pela cabeça e fazia-a chupar bem fundo.

De seguida fizemos um 69 louco onde ela me chupava o pau e os colhões e eu com a minha língua explorava a cona ela com sofreguidão. Eu sempre imaginara ela a fazer-me uma punheta a espanhola com aquelas mamas enormes, e nesse dia realizei essa minha fantasia, até que não aguentei mais, e abri-lhe as pernas deixando aquela cona rapada a mercê do meu mastro, e comecei a enfiar a cabeçorra do meu pau. Ela gemia e soltava gritinhos de dor mas pedia para eu enfiar mais …então comecei a enfiar mais e mais mas sempre devagar, até sentir que a cona dela estava adaptada ao tamanho do meu pau e dei uma estocada que entrou o meu pau todo nela. Ela soltou um grito enorme e comecei a cavalgar aquele corpo maravilhoso…as mamas dela mexiam-se imenso a cada vez que eu dava estocadas na sua cona…ela começou então a apertar me a cintura com as pernas, e com as mãos arranhava-me as costas…parecia um animal selvagem, e isso excitava-me cada vez mais…ela a pedir para fuder cada vez mais depressa e fundo…bem eu a tentar aguentar para não me vir, mas não aguentei e vim-me dentro dela.

Mas ela não me deixou tirar o meu pau dentro dela e pedia-me para continuar a fude-la e eu não sei como continuei…ate que nos viemos os dois num orgasmo tão intenso que pensei que me iria dar uma coisa e morrer ali. Quando sai de cima dela fiquei sem forças para nada. Tive de descansar um bocado. Finalmente tinha feito amor com a mulher que eu amava. Depois nessa noite fizemos amor mais umas vezes, e passamos a viver como um casal. Quando contei aos meus pais eles não aceitaram ao princípio mas agora já o fizeram.

Que remédio casei-me com a tia Joana…a Joaninha como eu agora lhe chamo, e sou de certeza o homem mais feliz do mundo.

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Coragem ?


Ola ...resolvi eu mesma escrever um conto , sobre uma fantasia que ocorreu expontaneamente no chat envolvendo 3 amigos virtuais.Combinamos encontrar-nos para jantar num restaurante aqui de Lisboa. Eu estava nervosa e excitada com a ideia de estarmos todos juntos,e ainda mais com as ideias que tinhamos partilhado no chat. Tinha tido o cuidado de me produzir toda para o jantar, sou magra, alta, mamas pequenas mas bem feitas enfim acho-me atraente. O M. e a F.ja conhecia de foto, o C. é que não, mas não é a mesma coisa.Cheguei ao restaurante antes da hora e fiquei à porta à espera deles.

O primeiro a chegar foi o M. que reconheci imediatamente, era um homem alto e bem constituído, aproximou-se, olhamo-nos e reconhecendo-me também, começamos a conversar, sem nos deixarmos de olhar e de nos apreciar um ao outro.Vestia calças de ganga azul e uma camisa também azul que faziam sobressair os olhos também azuis. Passados minutos chegam quase ao mesmo tempo a F. e o C.. Eu já sabia que a F. era uma mulher bonita, mas assim perto de mim, achei-a ainda mais.Uns olhos de um azul magnifico, cabelos alourados pelos ombros e um sorriso aberto, vestida de uma maneira clássica, muito elegante com um fato preto, saltos altos, de casaco sintado e um top cinza com um decote que mostrava um peito generoso. O C. mais baixo que o M.,com um sorriso rasgado, magro e simpatico e elegantemente bem vestido.

Entramos no restaurante, pouca luz, um ambiente acolhedor, pedimos vinho, escolhemos a comida e fomos falando de nós, do chat e de muitas outras coisas. A conversa estava animada, a comida óptima e o vinho melhor ainda. A F. não estava acostumada a beber, e dizia que não podia beber mais... Saímos dali e fomos até um bar para continuar a conversar e beber mais uns copos. Começamos por falar dos contos, realidade ou não, do que gostavamos no sexo e resolvi perguntar se queriam ir até minha casa ver um filme, ninguém recusou e lá fomos nós. Chegando lá, servi bebidas a todos e coloquei o filme, um desses bem românticos em que estavam sempre aos beijos, marmelada e sexo.

O ambiente estava quente, começamos todos a rir e a provocar-nos, todos sabiamos o que queriamos mas ninguém dava o primeiro passo. resolvi começar por elogiar o M. dizendo-lhe que não me importava de ser a namorada dele naquele conto em que esteve com as 2 mulheres. Ele riu e disse que podia ser, mas que a F. tinha que participar, como ela não disse nada e sorriu nervosa, atirei-me ao M. e começamos a beijar-nos, as maos a explorar o corpo, o C. chegou-se à F. começando também a beijá-la. Ouviam-se murmurios, risos e a respiraçao acelerada. O M. sugeriu troca de beijos e foi ter com a F. e eu com C. Não sei como aconteceu, mas dei por mim despida e o C. a beijar-me as mamas e a tocar-me na rata, fazendo-me gemer de prazer, depois disse-lhe para me lamber e tão bem que o fazia. Despi-o e comecei a mamar no pau dele. A F. e o M. estavam a despir-se e entregues à paixão daquele momento, o M. acariciava as mamas da F. que por sinal eram grandes e bem apetitosas, deitou-a e começou a fazer-lhe um belo minete, digo belo porque ela gemia e não demorou muito a vir-se.

Depois fez um broche ao M. que o deixou louco. O C. pegou em mim deitou-me no sofá e começou a penetrar-me devagar mas com mestria e que me levava a ver estrelas. O M. e a F. também estavam entretidos no chão, ela em cima dele cavalgando-o e adorando. Mas eu queria experimentar estar com a F. e resolvi arriscar, não sabendo muito bem o que me esperava. Resolvi tentar, e dei-lhe um beijo na boca, ela para meu espanto correspondeu e beijei-lhe as mamas, desci em direcçao aquela gruta pela qual ansiava à muito tempo. O M. e o C. afastaram-se apreciando o nosso espetáculo. E era um espetáculo, aquela rata, aquelas mamas deixavam-me maluca, quando comecei a lamber, senti o sabor pela primeira vez de uma mulher, adorei. Devia estar a fazer muito bem, pois em pouco tempo ela veio-se na minha boca.

O M. nao aguentou mais e como estava de quatro penetrou-me por trás com força o que me arrancou gritos de prazer. Por sua vez o C. enfiou o pau todo na F. fazendo-a delirar. Assim ficamos um tempo, depois resolvemos trocar mais uma vez. O M. ficou com a F e começou novamente a loucura entre eles, suspirando e gemendo como uns doidos fazendo em todas as posições possiveis e imaginárias. O C. adorava por tras e eu nao me fiz de rogada, puz-me de gatas e ele começou a bombar.

Estivemos assim mais um bocado até que não aguentando mais fomo-nos vindo cada um ao seu ritmo, soltando gritos e sorrisos de prazer.

Espero que tenham gostado, e como o título diz..........

Jany

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:51
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

Professora Nova


Após um café no bar do hotel, e o check-in resolvido, subimos no elevador até ao 4º piso, enquanto ela vai contanto as suas histórias passadas, antes do casamento, porque o marido era muito ciumento, e nunca mais teve oportunidades para novas histórias. O quarto era muito interessante, embora amplo e confortável, ficava no último piso, tinha o tecto inclinado, a janela tinha uma panorâmica muito agradável, com vista para uma vasta zona verde agrícola. Enquanto ela apreciava a paisagem, abraço-a e beijo-a no pescoço e adorava o seu cheiro. Sim, tudo começa pela atracção do olfacto, percorro o seu pescoço com o meu nariz e começo a lamber suavemente a sua pequena orelha, o que a fez estremecer e respirar profundamente, enquanto vence os meus braços e se volta de frente para mim. Beija-me na boca, dá-me a sua pequena língua, abraça-me com toda a sua força, revelando um forte desejo de me ter, ali mesmo à janela.

Rapidamente os nossos braços lutam por uma nesga de espaço, para tirar a roupa um ao outro, e as peças vão espalhando-se pelo chão do quarto. Baixo-me para lhe tirar as cuecas, fixo extasiado pelo cheiro do seu sexo, que percorro com o meu nariz, enquanto ela geme suavemente de prazer. Ela apoia os cotovelos na janela, enquanto lhe levanto uma perna para o meu ombro, e procuro saborear os seus lábios vaginais. Quando tenho toda a minha língua na sua coninha, ela agarra a minha cabeça contra si e sinto-a explodir de prazer enquanto já não consegue controlar os seus gemidos. Não me deixou estar mais naquela posição, puxou-me para cima, mudámos de posição e nem tem tempo para me tirar os boxeurs, assim que apanha o meu sexo na sua mão, enfio-o na boca, sugando, lambendo, mordendo sofregamente. Nunca tinha recebido um broche assim, e luto para não me vir rapidamente, porque não podia deixar de sentir o prazer que ela me dava. Estava decidida a dar-me prazer desta forma, não me deixou o meu sexo enquanto eu não explodi num enorme orgasmo na sua boca, e engoliu o meu esperma todo, e só o retirou da boca para o pôr entre os seus pequenos seios e me abraçar fortemente enquanto voltava a vir-se, de joelhos no chão.

Levantou-se e dirigiu-se para a cama, enquanto eu fico especado na janela a olhar para ela, ainda a saborear o prazer que ela me tinha dado. - Vais ficar o dia todo à janela ou vens pôr esse teu pau maravilhoso dentro de mim? Estava completamente extasiado com o que se estava a passar, nem nunca imaginado que aquilo era possível se estar a passar com a minha colega nova. Enquanto me tento deitar na cama, ela vence a posição de comando, empurrando-me e saltando para cima de mim, esfrega o meu sexo no seu corpo, lambe-me o meu peito, puxa-me os braços para cima, lambe-me as axilas e, quando já está sentada em cima do meu pau, enfia-o todo de uma só vez, gritando: - Ai tão bom, é grande, é duro, sinto ele bater no fundo, dá-mo todo! Ela conseguiu transformar aquele momento adorável de prazer numa batalha animalesca de sexo descontrolado, enquanto esteve em cima de mim, teve dois orgasmos loucos, aproveitei o ligeiro momento de pausa ao segundo para trocar de posição com ela. Experimentámos todas as posições que conhecíamos e experimentámos inventar o nosso kamasutra, só parámos por exaustão, caindo um para cada lado, quando chegámos ambos ao oitavo orgasmo.

- Estás a pensar matar-me já hoje ou podemos deixar qualquer coisa para fazer na próxima vez? – perguntei eu. - Eu acho que não sou eu mas sim tu, porque eu nunca fiz nem metade do que tu me deste agora! Peguei-a ao colo e levei-a para a banheira, demos banho um ao outro, e com tanta massagem que ela me deu, quando já estava com ele duro novamente, virei-a de costas e volteia enfiá-lo todo dentro dela, com ela a gemer e a gritar: - Dá-me mais! Mais! Nunca tive uma pixota como a tua. Dá-ma toda! Desta vez ela venceu-me, só atingi o meu orgasmo quando ela se veio pela segunda vez. Ficámos deitados na banheira, ela por cima de mim, um bom bocado, a relaxar a sentir a água quente nos músculos já doridos. De regresso ao quarto, enquanto ela andava a apanhar as roupas espalhadas pelo chão, apreciava o seu belo rabo espetado, em forma de pêra, e disse-lhe para ver se pegava: - Com estas experiências todas esquecemo-nos do teu rabinho, não foi? Mas agora ele já está moribundo e só deve voltar ao serviço depois das férias. Ela sorriu, aproximou-se de mim e respondeu-me:

- Primeiro, com um pau desses, eu nunca vou deixar-te comer o meu rabo. Segundo, com os meus pozinhos mágicos, eu volto-o a pôr a funcionar quando eu quiser! - Gostava de ver o milagre dos teus pozinhos e a tua conversa do meu pau é tanga, porque ele não é tão grande assim! - Querido, não me provoques, porque já estivemos aqui a manhã toda, já estou super atrasada. Veste-te rápido e logo se vê o que se passará na próxima, se acontecer. Nem queria acreditar na hipótese de nunca mais estar com ela e fiquei com a “fotografia” do rabo dela na minha cabeça. Regressámos e a conversa dela girou sempre à volta da experiência única, maravilhosa, mas éramos casados, que tínhamos de ter calma e deixar acontecer quando surgisse uma nova oportunidade.

fechoaberto@sapo.pt
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:01
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