Sexta-feira, 29 de Agosto de 2008

Zoofilia - Minha Mulher e Um Cavalo


Olá de novo. Sou o António, casado com a Teresa.
Minha mulher a Teresa confessou-me que se sentia preparada para outro "tipo" de aventuras.
Longe estava eu de imaginar o que ela pretendia dizer com "tipo". Depois daquela aventura em nossa casa ao jantar falámos sobre isso. A custo ela lá me foi dizendo do que se tratava. Sabes que costumamos fazer Downloads de filmes de zoofilia da net não sabes? perguntava ela. Eu respondi que sim e que já tinha reparado que ela se excitava imenso sobretudo com os filmes com cavalos. Pois é isso mesmo que eu queria dizer. Sei que é dificil conseguir-se isso mas adorava uma vez na vida experimentar.

Não achei muito estranho mas disse-lhe que era uma coisa mais "complicada" dados os preconceitos e tabus existentes na nossa cultura. De qualquer modo disse-lhe que ia fazer todos os possiveis para lhe fazer a vontade. Falei então com um amigo que já nos conhecia e que já tinha estado connosco. Era de absoluta confiança e muito sério nestas coisas. Ele achou a ideia excitante pois já conhecia a fogosidade da Teresa. Disse que curiosamente conhecia um amigo de infância no qual depositava enorme confiança e que esse amigo tinha uma quinta na região de Coruche. Prometeu falar com o amigo com muita discrição e sigilo. Uns dias mais tarde telefonou-me e disse que queria falar pessoalmente comigo pois isto não era assunto para tratar ao telefone. Marcamos um encontro e ele disse-me que tinha falado com o tal amigo e que ele estava disposto a satisfazer o pedido da Teresa mas que ela devia tomar algumas precauções, nomeadamente de higiene, pois que um cavalo não é a mesma coisa que um humano. Disse que ele tinha vários cavalos mas que tinha um em particular já mais velhote e muito dócil. Achei a ideia óptima e encarreguei o Filipe de tratar de tudo. Nessa noite contei o resultado à Teresa e ela ficou excitadissima. Passamos a noite depois do jantar a ver videos de zoofilia com cavalos e a ler tudo o que havia sobre isso.

Curiosamente há mais do que imaginavamos. Passados dois dias o Filipe foi a nossa casa e disse que se quisessemos o próximo fim de semana era o ideal pois o tal amigo estava sózinho na quinta e não esperava visitas. Combinamos tudo e tratamos as coisas para passar o fim de semana em Coruche. Chegamos no sábado ainda cedo, cerca das 9e30 da manhã. O amigo do Filipe era um homem já dos seus 50 anos mas muito charmoso e com uma voz que denotava educação. Depois de arrumarmos as nossas coisas o Artur, amigo do Filipe, convidou-nos para irmos dar uma volta à herdade. Era uma herdade muito bonita e bem cuidada onde nem uns lagos faltavam. A visita durou cerca de uma hora até que chegamos às cavalariças. Ele possuia 3 poldros, uma poldra e o tal cavalo, o "russo" que era enorme e parecia muito pachorrento. O Artur estava habituado às tarefas inerentes ao "chegamento" dos cavalos às éguas e foi explicando à Teresa os cuidados que ela devia ter. Quanto à higiene ele garantiu que não haveriam problemas. Ele próprio se encarregaria disso. Depois aconselhou a Teresa a começar por acariciar o animal para ir tendo a noção do tamanho e das reações e para ganhar confiança. Disse-lhe que era essencial não fazer movimentos bruscos pois podia assustar o cavalo. Ela escutava tudo com muita atenção e parecia determinada. Antes de qualquer outra coisa confessou que gostaria de começar connosco para ganhar tesão.

O Artur olhou para mim e para o Filipe e como mostrei sinal de assentimento apressou-se a despertar as calças e a tirar o membro já meio duro para fora. Nós fizemos o mesmo. A Teresa vinha de saias e colocou-se de cócoras connosco à frente dela. Começou a fazer-nos uma mamada deliciosa. Ia metendo um de cada vez na boca enquanto masturbava os outros dois. O Artur apesar da idade era um homem bem, dotado e com boa ereção. Ela ia rodando os caralhos na boca e, curiosamente ou não, o "russo" ia olhando e começou a deixar descair aquele pau monstruoso. Não quero exagerar mas seriam talvez uns 50 cm bem grossos. De solslaio a Teresa ia vendo o evoluir do animal e isso parece que lhe aumentou a tesão e o desejo. Começou a chupar com mais rapidez e mais energia. O Artur foi o primeiro a esporrar. Ia a tirar o caralho da boca da Teresa mas ela não deixou. Enterrou mais a cabeça no pau e o leite foi directinho ao estomago. O Filipe e eu que já sabiamos como ela era acabamos a bater a punheta para nos virmos na cara da Teresa. Esfregou a cara com as mãos dizendo que fazia bem à pele. Levantou a saia, tirou o fio dental que trazia e dirigiu-se ao cavalo conforme o Artur tinha ensinado. O cavalo estava tesissimo. Ela ao lado do cavalo ia passando a mão pelo caralho do bicho e rebolava as ancas. O cavlo parecia querer corresponder e dava umas estocadas em seco.

O Artur disse: toma cuidado quando é nessa altura pois ele não sabe a força que tem. De seguida os 3 vemos a Teresa baixar-se e agarrar, a muito custo, aquele cacete demasiado grosso só para uma mão. Começou a beijar e a passar a lingua no caralho do "russo" enquanto mexia no grelo dela. Voltou a segurar o pau com as duas mãos e fez uma primeira tentativa de meter o cacete na boca. À primeira não teve sucesso mas continuou. Passados momentos vimos ela meter aquele caralhão na boquinha bem aberta. O Artur disse suavemente: Teresa masturba o caralho ao vcavalo que ele gosta enquanto o mamas. Ela assim fez e o cavalo ia dando impulsos para a frente. Notava-se que estava a gostar. Não fças muitos movimentos senão o bicho vem-se rápido disse o Artur. Ouvindo isso a Teresa levanta-se e pergunta se é preciso ter ajuda para tentar meter na cona aquele monstro. O Artur disse que iria ajudar. Colocou a Teresa na melhor posição, virada de costas para o cavalo, e ele foi-se colocar agachado do outro lado. Pediu à Teresa para ela abrir o mais possivel os lábios da cona pois isso facilitava a penetração.

Ela assim fez e o Artur apontou o caralho da cavalo à cona da Teresa. Assim que entrou a cabeça ela cerrou os olhos e mordeu os lábios. Não era dor. Era prazer por ser penetrada assim pela primeira vez. O Artur ia segurando o cacete do "russo" não fosse el dar uma estocada maior e rebentar com a Teresa. O resto fazia a Teresa como já tinha visto nos filmes. Mexia-se para a frente e para trás controlando a penetração. Quisemos ver melhor e reparamos que ela conseguia meter quase até meio. A cona estava inchadissima mas ela não parava. Foi aí que o Artur a aconselhou a não deixar vir o cavalo dentro dela caso ela não tivesse tomado algumas providencias. Assim ela parou e voltou a baixar-se. Ia terminar a tarefa fazendo broche aquele monstro. Começamos a ver que os movimentos do cavalo eram mais rápidos e de vez em quando dava um relincho. O Artur disse-lhe: prepara-te que ele está quase. Não demorou um minuto. Acelerou os movimentos e vimos a Teresa a ficar meio engasgada.

O "russo" estava a esporrar-se na boca da Teresa mas ela não parava. Juro que é bem melhor que nos filmes. A esporra saía em quantidade abundante. A Teresa conseguiu engolir alguma mas o resto não conseguia. Era muita. Então era ver a blusa dela ensopada em leite quente e grosso do cavalo e a boca dela perfeitamente inundada.

Foi assim a primeira experiencia da minha Teresa. No final comentou que até tinha gostado do sabor da esporra do cavalo. Era adocicada e ela só não engoliu mais por não ser capaz. Estava iniciada na zoofilia. Outras sessões iriam acontecer.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:49
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Boas Mamadas


Uma bela noite, após tantas outras de indecisão, eis que ganhei coragem e após várias passagens na estrada da caparica para a fonte da telha, paro o carro junto ao arvoredo..
era inicio da tarde...

tinha receio de ser visto por alguem, afinal passam por ali carros..
esperei primeiro ganhar a coragem final, abri o jornal e pus-me a ler dentro do carro...
apos várias passagens de carros, saio....
dirijo-me para o meio da mata, de modo a que seja invisivel a partir da estrada, mas a controlar o movimento e o meu carro...

Passados uns momentos, para um carro um pouco atrás..

ele ja tinha dado uma ou duas voltas na estrada a ver se percebia quem era...

parou, saiu do carro e arriscou ir até à mata....

vai subindo a encosta...
até que chega quase perto de mim, sem me ver...
aparentava uns cinquentas e tal, sessentas..magrinho, cabelo branco...

deixei-me ver...

ele sorri e aproxima-se de mim, muito excitado...
e eu também...
um misto de receio e uma tesao enorme...!

cumprimentamo-nos, eu desaperto um pouco as calças..
começo a mexer-lhe nas calcas, a procura do pau dele..
ele faz o mesmo...
tiro o meu pau para fora, e ele nao se faz de rogado..
começa logo a mama-lo....
uma longa mamada de joelhos..
que bom...
bem salivado...
que tesao eu tinha agora...
ate que me pede que o enrabe....
eu estava cheio de tesao...
ele saca uma camisa, poe-na no meu pau com os labios...
encosta-se de quatro a uma arvore, e começo a procura do olhinho dele...
que tesao...
olho em redor, ninguem..
começo num vai e vem...
os dois ja cheios de tesao..
e eis que me preparo para vir..
cheio de tesao, tiro-o do cu dele, puxo-lhe a cabeça e enfio-lhe o pau na boca sem camisa...
ele delirava de tesao, ia batendo punhetas a ele proprio, e eu quando lá chegava, também ajudava....

venho-me abundantemente na boca dele...
ele delira..
aproveita tudinho...
e vem-se tambem....
ele aproveita as ultimas golfadas de esporra e engole tudo....
limpa bem tudinho...
e despedimo-nos, apos trocar numeros de telemovel para repetir num sitio mais discreto....

saio de la, e fumo um cigarro...
depois apetece-me mais....
agarro no telemovel, ligo a um contacto que fiz na net, e combinamos.....
numa zona deserta da aroeira, ao inicio da noite...

fui tomar um duche, e fazer tempo...
passado um pouco esta na hora..
faço-me a estrada....
chegado la, ao ponto de encontro, sigo o carro dele...
paramos numa zona bem deserta, uma rua sem saida, sem casas por perto...

saio do carro...
dirijo-me a meio caminho...
ele faz o mesmo...
e cumprimentamo-nos...
entramos no carro dele...banco de tras...
comecamos nos beijos, nas maos atrevidas...
ate que ambos temos os paus de fora...
comeco a mamar-lhe no pau freneticamente....

ambos cheios de tesao....
pomo-nos a jeito...
um bom 69...

ate que nos vimos ambos...
que tesao...
sentamo-nos, fumamos um cigarro de fazer rir, e a tesao voltou..
desta vez ele senta-se em cima de mim, no banco de tras, e aponta a minha cabecinha para o olhinho dele a pedir pau....
devagarinho...
comecamos a foder...
eu tinha uma tesao de rebentar...
ele o mesmo...
bato-lhe uma...
de vez em quando ele levanta-se fugazmente e poe o seu pau na minha boca....
e volta a sentar-te...
andamos nisto um bom tempo..
ate que me vou vir....
e ele pediu para me vir no cu dele...sem camisa...
nunca o tinha feito, e tinha receios, mas ele e casado como eu, muito discreto, com poucas experiencias, e ambos procuramos higiene e poucos riscos...
digo-lhe que ainda nao estava preparado para isso, mas ele tira o preservativo do meu pau, começa-lhe a mamar e, num repente, quando ve que estou para me vir, senta-se no meu pau e faz-me vir todo para dentro do cu dele...
que tesao...
a esporra a escorrer-lhe pelas pernas....

ele tambem se vem...
fumamos outro cigarro de fazer rir...
ganho coragem e deixo-o encostar a sua cabecinha no meu olhinho...
ele em vez de por a cabecinha comeca a lamber..
ui...
a tesao foi demais....
depois de muito lamber o meu olho, encostou a cabecinha...
e bateu-me uma boa punheta....
ate que foi tentando por la dentro aos poucos...
nao conseguia, doia-me muito...
ate que ele ganhou coragem, agarrou-me bem nas ancas, e espetou-o quase todo de uma so vez...
que dor...
so me apetecia sair dali...
ele agarrou-me, como que a violar o meu rabo....
ate que o espetou todo, cuspiu para ajudar na lubrificacao, e comeca num vai e vem.....
a dor depressa se comecou a ir, o prazer a aparecer..
que tesao..
vimo-nos os dois....
fumamos outro cigarro, e vamo-nos embora...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:43
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Quinta-feira, 28 de Agosto de 2008

Casada Carente


Sou da capital Lisboa, tenho 27 anos, 1.85, 78 kgs gosto do meu corpo. Olhos castanhos esverdeados, labios grossos bom para beijar e um pau bonito e vantajoso. Quando o meu namoro acabou, tive um caso com uma mulher casada. Tenho que foder, um homem quente como eu tem que dar umas boas fodas. Conheci essa pessoa num site, onde fazemos amizades. Quando tinhamos tempo tc no msn, e eu mandava msgs carinhosas, amorosas e romanticas. Chegou uma altura, que combinamos depois do jantar que iamos nos ver...e adivinha aonde???

Em casa dela. É uma mulher de 31 anos, cheinha, mas bonita, adoro os seios e a bundinha dela, e, é boa na cama. Quando cheguei ao aprt, já estava à minha espera na porta da entrada. Eu não sabia o que fazer, se beijava na boca ou no rosto...entrei dei um beijo no rosto e logo seguida já tinhamos os lábios colados e as nossas linguas a se tocarem com mta vontade. Cumprimentamos e fomos para o quarto e falamos um bocado e de seguida nao perdemos tempo e beijamos novamente, tocava no corpo dela com mt carinho e o nosso tesao a subir por demais. Mas no inicio n estava confortavel, porque seria a 1º vez que estavamos juntos e é uma mulher casada. Logo depois fui relaxando, fiquei mais solto e o meu pau já estava a querer a cona. Tiramos as nossas roupas e começei a chupar aqueles peitoes que adorei imenso, chupei com muita vontade.

Ela se deitou e chupei mais um bocado os seios e fui descendo com os labios até à barriga e deixando-a toda lambuzada com a minha saliva, cheguei à sua cona que chupei devoradamente ela so gemia...HUMMMMM AI...até que disse - INTERESSANTE O QUE FIZESTE. Percebi que nem sempre foi chupada no grelo. Tinhamos pouco tempo, a nossa transa tinha que ser relampago porque a minha amante ia para a casa de uma amiga, para dar apoio moral que estava a sofrer imenso. Ela me pediu para ficar deitado, pegou no meu caralho e começou a chupar com carinho, deu um bom tratamento. Enfiei o meu dedo na cona e estava muito molhada, ela disse: - ESTÁ MOLHADA?? Respondi: - SIM, ESTÁ. Veio para cima de mim, e aiiiiiii que maravilha estava tão quente, muito quente mesmo. Começou a rebolar tao gostoso, e eu a tocar nos seios e a chupa-los. Eu disse: TEMOS QUE COMBINAR MAIS VEZES, a minha amante respondeu: TEM CALMA.

Estava muito maravilhoso, rebolava deliciosamente até que senti um jacto, era a minha amante a gozar intensamente o gozo dela parecia que ia cortar o meu pau nossa que sensaçao maravilhosa foi intenso um orgasmo maravilhoso. So ouvia a gemer HUMMMMMMM...HUMMMMMMMMM. Pediu para ficar em cima dela, penetrei e ajeitei-me e comecei a bombar. POE MAIS FUNDO....ISSO...HUMMMMMMMMM, comecei a bombar com rapidez, já começava a suar intensamente e estava tb a fazer mt calor, até que senti o seu gozo que maravilha estava super bom a nossa foda. Bombei, bombei até que gozei intensamente dei um urro AHHHHHHHHHHHHH. Beijamos e ficamos deitados por um bocado, nossa que loucura, foder com mulher casada é muito bom. Vestimos, fui lavar o rosto e combinamos em estar em contacto e foder mais vezes. Para a proxima vou tentar comer o cuzinho dela, tenho essa vontade.

Quem quiser trocar ideias pode enviar um e-mail

mark_lenders410@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:39
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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

A minha senhoria


A minha senhoria
Parece caricato mas de facto a nossa vida é uma caixinha de surpresas.
Há já uns tempos que andava atrás de casa ou de um quarto para poder ficar mais perto do meu trabalho, e como tem vindo a ser regra entre nós portugueses, o aumento do combustível, levou-nos cada vez mais a prescindir-mos do carro, e como também o desgaste de material é avultado criou-se um clima de instabilidade financeira entre a sociedade em si que acarreta como consequência um maior controlo na despesa visto que os salários são miseráveis.
Procura atrás de procura, o preço da renda também não ajudava, lá ia eu adiando o meu estabelecimento no local do meu emprego.
Um dia em conversa com uma colega de trabalho, (por sinal toda poderosa apesar dos seu 41 anos, 1,60cm de altura, bom par de mamas, durinhas e empinadas, uma carinha de cobra assanhada, cu arrebitadinho, a mãe da minha colega merecia uma estatua por ter feito uma filha tão boa e a minha colega merecia um premio por ter conseguido chegar aquela idade com aquele corpito), ela perguntou-me se já tinha arranjado casa, e eu lá lhe disse que não e que não via jeitos de arranjar, onde ela me propôs um quarto em casa dela, perguntei-lhe o preço, enfim aquela burocracias todas, onde ficou acordado entre nos que no inicio do mês eu iria fazer a experiência, e lá foi.
No início do mês lá fui eu de malas e bagagens instalar-me, pessoas cinco estrelas, sempre preocupados com o meu bem-estar, o marido da minha colega sempre muito atencioso, tudo corria as mil maravilhas.
No inicio da segunda semana quando nos deslocava-mos para o trabalho perguntei-lhe se perturbava, onde prontamente me disse que não, porque eu até já me devia ter apercebido que o homem saía cedo e entrava tarde, o que de facto era verdade, dificilmente o encontrava e só dava por ele a noitinha quando ouvia aquele ruídos fatídicos (sexo), o que me dava algum tesão, pois em alguns momentos conseguia ver-me na pele do homem dela, mas como quem precisa tem que se portar bem, com muito sacrifício meu lá conseguia manter-me no meu lugar.
Os dias iam passando e mais à vontade eu ia ficando, ela por sinal de dia para dia se tornava mais felina, o meu pensamento não parava de a ver na minha cama a foder comigo, era uma mulher asfixiante, quando vinha tomar o pequeno-almoço de t-shirt conseguia parar o trânsito por completo, o que eu sei é que de dia para dia aquilo ía piorando, em casa era arrebatadora, no trabalho eram os piscares-de-olho, os sorrisos, a conversa já picava.
A cada dia que passava mas sonorizados eram os seus gemidos enquanto se envolvia com o homem, e na manhã seguinte lá ia ela tomar o pequeno almoço e me perguntava se me tinham incomodado e que se calhar tinham exagerado um pouco na noite anterior, eu como hospede lá ia dizendo que não, e ela me ia dizendo para não ligar que ela era um bocado expressiva, mas era o meu remédio não ligar, mas de facto apartir deste dia o jogo começou a ser outro.
Por coincidência nesse dia fomos os dois juntos para casa, quando chegamos fomo-nos por mais a vontade e fomos lanchar juntos, eu vesti uns calções e uma t-shirt e ela estava com uma t-shirt muito curta e estava com cueca de fio dental, ela ao andar pela cozinha aquele rabo sobressaía aos meus olhos, sentada os bicos das mamas espetavam-se na t-shirt branca, e eu não me podia levantar porque se não lá me iria ver com os calções empinados pelo tesão que tinha, mas ela parece que fez questão de ver se me excitava, naquele momento pediu-me se eu não me importava de lhe trazer o sumo do frigorifico, que vergonha que tive, ela observou logo na minha cara como eu estaria, lá tive eu que me levantar, e ela com uma descontracção observou o meu pau erectíssimo, eu gaguejava, mas ela fez questão logo de me por a vontade dizendo-me que estranharia era se eu não estivesse assim, era uma coisa normal, lá conseguiu aliviar um pouco, a noite depois de jantar lá fui eu tomar café para aliviar a cabeça, mas tinha que sair para abstrair a minha alma daquela mulher, quando regressei a casa ao entrar lá estavam os gemidos, mas na minha boa fé lá estaria o marido a malhar nela, deitei-me e aquilo continuava, onde passado um bocado oiço o marido a entrar em casa, das duas uma ou estaria lá outro homem ou então era ela sozinha, mas a probabilidade era de ser ela sozinha porque ninguém tinha saído, e começo a ouvi-la a pedir ao marido para fazerem ali no sofá da sala, mas o homem perguntou-lhe se eu estava em casa, e ela disse-lhe que sim mas que já estava a dormir, começando logo a comerem-se, o meu pau só com o barulho rebentava de tanto tesão, só um banho de agua gelada me acalmaria.
No dia seguinte lá vou eu para a casa de banho para tomar banho e quando me estou a secar entra ela e com muita descontracção olha de cimo abaixo e pede-me desculpa, só me apetecia fode-la, à minha frente só em fio dental, a minha gaita levantou-se sei lá em que instantes, mas não deixou de reparar como me acabava de deixar, e como castigo ainda metia conversa, sei que naquele momento com a química que estávamos abstraí-me e entrei no jogo dela, limpando-me como se nada fosse fazendo também questão de deixar o meu pénis a mostra, ela por seu lado mostrava as mamas cada vez mais tesas, os bicos pareciam a torre Eiffel de tão grandes que estavam, um verdadeiro clima para foder-mos, mas lá saiu da casa de banho, no pequeno almoço, mais um teste a minha capacidade de não me atirar a ela, uma verdadeira manhã de loucos.
Ao fim do dia quando regressei do trabalho já estava ela em casa a passar a ferro, só que desta vez conseguiu surpreender-me com uns calções mini e de sotien, la tive que ir tomar um banho e acariciar o meu nabo, mais calmo já no quarto foi-me perguntar se gostava de iscas de bacalhau, disse-lhe que gostava desde que fossem de bacalhau, ela lá me disse que eu era bom rapaz e que não merecia umas iscas, até era bom demais, mas lá fui eu perguntar-lhe se precisava de ajuda, disse-me se quisesse que fosse pondo a mesa, lá jantamos e nessa noite convidei-a para tomar um café, aceitou, bem ela ía fenomenal, calça branca, sem cueca, um top branco sem sotien, que mulher,quando desciamos as escadas só me dava vontade de a encostar a parede e comê-la logo ali, enfim lá fomos, tomar um café, conversa e mais conversa, ela abria o jogo e me dizia que era um jovem bem abonado, engraçado, onde me perguntou a minha opinião em relação a ela, e eu respondi-lhe de uma forma superficial, e ela queria mais e eu disse-lhe que tinha a minha opinião mas não lhe iria dizer, mas de tanta insistência eu lá lhe respondi pedindo-lheque não levasse a mal mas achava uma tentação de mulher,que tinha um corpo de sonho, e ela insistia em perguntar-me o que achava dela naquele momento e eu disse-lhe que ela hoje estava um estrondo estava uma tentativa a violação, ela serenamente me disse que só era considerada violação se as duas pessoas não quisessem, o que se calhar não seria o caso e lá se tomou o café, quando vinha-mos para casa lá me disse que hoje não iria ouvir barulho porque o homem não estava, enfim aquela coisas, chegamos a casa fomo-nos mudar e eu fui a cozinha só em calções beber agua, quando me viro lá estava ela a entrar com a t-shirt, a minha vara ficou possuída, ela lá se esticou um pouco para tirar o copo e desta vez sem cueca, fiquei parvo da minha vida, enquanto bebia-mos agua perguntou-me se costumava ficar assim tão inchado quando via uma mulher, eu disse-lhe que não e lhe pedia desculpa, mas ela disse que não tinha nada que pedir desculpa, pois sentia-se bem ao ver-me assim, mas o nosso copo de agua estava demorado, entretanto um pano que estava junto ao armário caiu, ela baixou a parte de cima da anca para apanhar o pano, ficando com a rata a minha mercês, baixei muito rápido os calções, e não resisti em lhe meter o mastro de uma só vez na rata que estava completamente molhada onde no mesmo momento ela dá um gemido inimaginável, levantando-se lentamente onde apoiou as mãos sobre o balcão, enquanto aumentava o ritmo da penetração, ela dizia-me, que lhe desse com força pois ja devia ter acontecido a mais tempo, que buraquinho que tem dizia-lhe eu, com o ai ai, só me pedia para a foder, come-me, mete-me essa gaita bem no fundo. Bem eu com a anestesia com que andava lá fui eu para as couves, no momento em que senti o leite a subir tirei-lhe a espingarda e esporrei-me para as nalgas, mas eram jactos de leite que nunca tinha visto, estava parvo para a minha vida comigo mesmo, ela por seu lado ficou chateada porque queria levar com o leite, espingardou, e mandou-me sentar na mesa, a boca dela quando começou a deslizar na minha espingarda parecia uma maquina trituradora, que broxe, a agonia que sentia, só queria mamar aquelas mamas, la me sentei num banco e mandeia sentar no meu colo encostando as costas na mesa, as mamas enlouqueciam a minha língua, os gemidos, a vontade de foder, com a força da natureza a fazer o encaixe perfeito, entre o roçar acontece o engate ocasional, o pinchar no meu colo era infernal, fodia-me com a força das deusas do sexo, o prazer era recíproco, lá mudamos de posição, tinha que lhe comer o cu, comecei a meter-lhe o meu pistolo com alguma prudência, mas rápido deu para ver que aquilo era uma maquina de foder bem oleada, rapidamente comecei a cavalgar como um cavalo naquele cu, não consegui ver no momento onde tinha mais tesão, se no cu se na cona, ela o que queria era foder, entre gemidos as palavras de ordem eram que tinha que lhe dar tantas fodas como ela de vezes se masturbou sozinha a pensar em mim, lá saí do cu, deitou-me no cimo da mesa da cozinha e se sentou no meu vergalho de costas e começou a comer a fruta da época, passado um bocado lá explodi, com mais uma esporradela dentro dela, bem aquela dança de anca que teve a receber o leitinho, era gozo autêntico, lá fomos tomar um banho juntos, os meus 21 anos eram delírio para ela, fomo-nos deitar no quarto dela, onde tivemos uma noite de conversa e sexo, mas que sexo, ela ensinava-me a foder.
Sei que estava esgotadíssimo, mas ela fazia-me bem, nos dias seguintes sempre que regressamos a casa o nosso lanche tem sido dar umas fodas, o que me levou já a comprar o kamassutra para que todos os dias haja posições diferentes e não se torne rotineiro, o marido por seu lado tem andado desconfiado, o que nos tem dado ainda mais pica, aquela adrenalina e inquestionável e levanta ainda desejo de inovar-mos.
A minha colega para além de ser toda boa, o único defeito que lhe vejo é o adorar ser comida.
Para a semana já vos contarei a outra cena louca que tivemos.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:16
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No Campo


São 3 hora de uma quente tarde de verão, encaminho-me por entre os campos esperando encontrar um local com agua onde possa refrescar-me e descansar desta caminhada tão revigorante após uma boa refeição.

Dirijo-me agora ao afamado local da aldeia devido à sua fira agua, bem como a tranquilidade que se perde nos vales que o circundam, oiço o barulho de agua a movimentar-se por entre a folhagem adivinhando a sua presença cada vez mais próxima.
Os meus pensamentos impregnados de fortes cheiros a flores campestres secas fazem-me reviver os meus tempos de menino onde tudo era tão novo e desconhecido.

Ao aproximar-me do local vejo roupas espalhadas pelo chão, uns ténis que atiçam o meu inquieto espírito a avançar calmamente sem me denunciar. Talvez um casal tenha a mesma intensão de se refrescar e ermo que é o local se tenham despido de preconceitos e estejam a tomar um belo banho.

Por entre a folhagem fico surpreendido com o que vejo, duas raparigas da terra deliciam-se com a agua e os raios solares, brincando uma com a outra atirando agua. Eu maravilhado observo sem querer provocar algum tipo de constrangimento ou temor derivado da minha presença.

Sorridentes e apenas de roupa interior nadam, mergulham deixando á vista uns “bumbuns” bem rijos próprios de mulheres de vintes e tais anos. Cobertas pela inocência do local sentem-se confiantes e felizes com o seu contacto com a natureza, as suas peles morenas e douradas pelo sol os seus cabelos dourados reflectem o os raios do astro rei.

Nadam agora em direcção uma da outra abraçando-se e mergulhando até que emergem com as bocas coladas num louco e lânguido beijo, esta imagem dá-me arrepios é a primeira vez que observo tal acontecimento, tal como um casal apaixonado mexem nos cabelos e beijam-se sofregamente como se fosse este o ultimo momento das suas vidas, deixando cair as alças dos soutiens acariciando os peitos tesos e arrepiados.

Gemidos enchem o ar quente calados por mais e mais beijos, a agua outrora fria, ferve ante estes amantes sequiosos de prazer, sentada agora na pedra usada para bater a roupa uma delas afasta as suas pernas deixando uma não muito peluda vulva de onde brota um doce liquido sorvido por sua amada logo de imediato.

Enfiando dedos, apertando bicos e lambendo sexo parece que quatro mãos não são suficientes, anunciando o seu orgasmo e sem libertar aquela subjugadora língua aperta com as suas pernas a cabeça de sua escrava que arfa implorando por mais. Trocam-se as posições a escrava demonstra-se mais exigente agora deitando-se de gatas sobre a mesma laje de pedra arrebitando o seu delineado rabo imaculadamente depilada sendo atacada por furiosas carícias desesperadamente entrega-se ao prazer.

A sua mestra enquanto se masturba e mamando vai enfiando um dedo no cusinho e outro no seu eruptivo sexo de onde quentes rios de néctar a vão alimentando. O gozo está próximo, tremendo com as contracções bamboleantes pernas um jacto sai caindo sobre a face de sua amada coroando-a com gritos e locas palavras de amor eterno.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:19
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Na Feira


Olá, chamo-me Fred, sou trintão, tenho 1,86 m e tenho corpo atlético. Considero-me uma pessoa normal, nem lindo de morrer, nem um "emplastro", mas ocasionalmente com algum sucesso entre as mulheres...

O que vou passar a contar aconteceu no fim-de-semana antes do dia dos namorados numa feira perto da minha casa. Como é costume, a minha mulher e eu acordámos cedo de maneira a chegarmos à feira e as coisas não estarem já muito escolhidas...

Ao chegarmos, fomos vendo as bancadas mas estávamos a perder o interesse, pois não encontrávamos nada que valesse a pena comprar.

Foi então que chegámos a uma banca onde estava um casal de ciganos a vender lingerie da marca Playboy. Escusado será dizer que nos chamou a atenção e ficámos logo por ali a dar uma vista de olhos... Pior foi quando encontrámos um conjunto de soutien e fio dental rendados todo em preto que nos agradou bastante, mas descobrimos que a caixa estava marcada a 69,99 Euros. Mesmo assim perguntámos o preço e se fosse pelo menos metade, já valia a pena comprar. Qual é o nosso espanto quando a cigana nos diz que qualquer conjunto é a 5 Euros. Nós nem queriamos acreditar... Acabámos por trazer quatro...

Mas a razão para termos ido à feira, era encontrarmos uma prenda para o dia dos namorados. Então combinámos separarmo-nos e encontrávamos-nos daí a três quartos de hora ao pé do carro...

Cada um foi então, para o seu lado... Umas bancadas mais à frente, e sem encontrar nada que eu gostasse, passei por uma bancada que vendia fatos para homem. É claro que não tinha nada a haver com o dia dos namorados, mas eu tinha começado a trabalhar à pouco tempo num local novo e precisava urgentemente de comprar um fato completo. Dei uma vista de olhos pelos fatos e o meu olhar fixou-se num fato azul escuro em bombazine.

Enquanto procurava pelo meu tamanho para poder provar o fato, ouvi uma voz muito feminina e suave por detrás de mim a perguntar: "Se o senhor precisar de ajuda..." Ao virar-me, deparei-me com uma rapariga que aparentava ter vinte e poucos anos, estatura média, cabelo escuro, olhos esverdeados, e com "tudo" no sítio. Usava um vestido preto de alças que deixava transparecer o soutien preto que trazia por baixo e de altura deixava ver não só o joelho como o resto da perna bem feita. Como é que uma rapariga daquelas estava numa feira a vender fatos, foi a única coisa que me ocorreu naquele momento.

"Desculpe, mas por acaso não tem o 48 deste modelo?", perguntei eu. Ao que ela respondeu de imediato: "A si o 48 deve ficar apertado, é melhor experimentar este 50!"
Aceitei o conselho dela, mas fiquei a pensar como poderia ter ela tanta certeza acerca do tamanho do fato...

De seguida ela indicou-me o local onde podia experimentar o fato, e mais uma vez fiquei surpreendido... Eu ia experimentar um fato dentro de uma carrinha... Mas também se já tinha chegado até ali, não custava nada experimentar o fato. Afinal de contas, até tinha um banquinho para nos sentarmos, uns cabides para pendurarmos a roupa e um espelho grande (mais alto do que eu, devia ter uns 2 metros de altura).

Sentei-me no tal banquinho, despi as calças que trazia e vesti as calças do fato. Como levava uma t-shirt, ia experimentar o casaco mesmo assim... Nisto, de repente, a porta de lado da carrinha abre-se... Era a menina que trazia uma camisa na mão. Como viu o meu ar de embaraçado, pediu desculpa e disse que tinha reparado que estava de t-shirt e por isso tinha tomado a liberdade de trazer uma camisa para eu poder vêr exactamente como é que ficava o conjunto completo.

Agradeci e fiquei à espera que ela se fosse embora para então poder vestir a camisa e o casaco. Porém, contra tudo aquilo que seria normal, ela ficou ali em pé a olhar para mim alguns segundos. De seguida baixou-se e começou a mexer nas bainhas das calças e disse que era preciso dar ali um jeitinho, e caso eu quisesse, ela própria poderia tratar do assunto.

Não há palavras para descrever a visão que eu tive naquele momento... Olhei para baixo e vi aqueles dois montes perfeitos, lisinhos a serem apertados por aquele pedaço de pano preto que os envolvia...

"O senhor está a gostar daquilo que está a vêr?" - perguntou ela. "Perdão?!" disse eu meio desorientado... "Perguntei se estava a gostar de vêr o meu peito... Desde que entrei que o senhor não pára de olhar para o meu peito... Acha-o bonito?"

Tentei rapidamente arranjar uma desculpa, mas a verdade é que o meu olhar tinha ficado enfeitiçado pelas mamas daquela rapariga que tinha acabado de conhecer à minutos... Não há palavras...

E embora ela continuasse de joelhos no chão a mexer nas bainhas das calças, tinha ficado a olhar para a minha cara à espera de uma resposta... Naquele momento não sei o que passou pela minha cabeça e respondi: "Peço desculpa por ter ficado a olhar, não me leve a mal! Mas sim, o seu peito é muito bonito! Bonito demais para estar assim apertado!"

A rapariga apenas agradeceu e sorriu. De seguida, sem dizer mais qualquer palavra, abriu o fecho do soutien e tirou-o, deixando ficar aquelas duas maravilhosas mamas soltas naquele vestido...

"Meus Deus! Isto não me esta a acontecer...!!!" - pensei para comigo. Eu juro que ainda tentei disfarçar e continuar a experimentar o fato, mas era impossível ignorar aquela rapariga com aquele corpo divinal. Escusado será dizer que o meu caralho já estava bem teso e já a molhar os slips que levava vestidos.

Ela, como de santa também não tinha nada, apercebeu-se de que estava com uma erecção e perguntou se eu estava com algum problema nos bolsos das calças. E nisto, sobe as duas mãos (uma em cada perna) pelas minhas pernas acima até chegar ao meu caralho. Massajou-o ao de leve e em seguida abriu o fecho das calças e puxou-as até abaixo.

Eu ainda tentei dizer "Mas... e se alguém entra?", mas ela disse logo que o pai dela sabia que ela estava lá dentro com um cliente a fazer um arranjo num fato, e por isso não seríamos incomodados. Foi nessa altura que eu decidi completamente deixar-me levar, e gozar aquele momento ao máximo.

Nessa altura, ela já tinha puxado os meus slips para baixo, segurou no meu caralho e passou com a sua lingua quente desde as bolas até à ponta onde já desabrochava a minha primeira gotinha de prazer...

Enquanto com a sua mão esquerda ela agarrava na minha nádega, com a outra, ia-me batendo uma punheta divinal ao mesmo tempo que o metia todo dentro da boca dela. Ia alternando os movimentos rápidos com movimentos lentos, mas sempre com uma paixão imensa naquilo que estava a fazer.

"Meu Deus! És demais!!" - disse eu, numa das vezes em que ela abriu os olhos e olhou para mim. Mas eu queria também sentir o sabor da cona dela. Com algum esforço, consegui tirá-lo da boca dela e tentei puxá-la para cima, mas ela resistiu... "Também te quero provar!" - disse eu.

"Eu quero uma coisa que tu tens aí dentro... E quero ouvir-te a gemer!!! Anda, prometo que não te sujo! O resto fica para a próxima..." Assim que acabou de dizer estas palavras, recomeçou aquele vai e vem maravilhoso... Naquele ritmo era certo de que eu não conseguiria aguentar muito mais tempo sem me vir, mas isso ela sabia melhor do que ninguém.

Nem vos consigo dizer quanto tempo se passou, o que é certo é que me vim num instante e ela engoliu todo o meu leite, gota a gota, fazendo ainda questão de o "limpar" no final. Eu encontrava-me a milhas dali, mas fui chamado à realidade com alguém a bater na chapa da carrinha - era o sinal do pai dela de que já tinha outro cliente à espera para usar o provador. Ela levantou-se, ajeitou o vestido e saiu sem dizer mais nenhuma palavra e deixou-me ali semi nu. Arranjei-me à pressa como pude, e saí de dentro da carrinha, cruzando-me com o pai dela que esperava impaciente pela minha saída.

Dirige-me a ela para pagar o fato, e qual não foi o meu espanto ainda me fez um desconto brutal. Quando me estava a dar o troco, reparei que vinha um cartão de visita com um número de telemóvel escrito à mão: "Liga-me quando me quiseres provar e acabar aquilo que começámos..." disse ela.

Despedi-me dela tal como no início, meio sem jeito, mas com a certeza de que iria ligar para ela uns dias mais tarde...

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Terça-feira, 26 de Agosto de 2008

O luis e seu cao Tejo


Venho aqui relatar como me tornei amante do homem e do seu melhor amigo. O meu nome e João, e sempre tive tendências homossexuais, pelo que quando cheguei a idade da adolescência, sempre me imaginava a ter relações sexuais com rapazes e nunca com raparigas.

Mas vamos lá ao meu conto. Quando tinha 19 anos conheci aqui num chat um homem mais velho chamado Luís. O Luís era divorciado, tinha 45 anos, um corpo bem cuidado, e era um activo dominador que adorava passivos/submissos como eu sou. Ele gosta muito porque ele adora hardsex, e costuma atar os seus parceiros, adora bondage, pissing, enfim tudo que possam imaginar. Após ter tido algumas vezes relações sexuais com ele, ele perguntou se eu não queria ir morar com ele, mas com uma condição, eu tinha de ser o escravo sexual dele, e fazer tudo que ele mandava, sem perguntas ou recusas.

Eu estava apaixonado por ele e aceitei morar com ele naquelas condições, e assim entrei no mundo do hardsex, no qual hoje ainda sou viciado. Um belo dia ele trouxe um cão para casa, um pastor alemão chamado Tejo, e disse para eu cuidar do cão, que era de um amigo dele que tinha saído do país uns dias. Mas que quando estivesse ao pé do cão tinha de estar sempre nu. Eu como escravo dele cumpri as ordens dele. Passados 2 ou 3 dias ele chegou a casa, e mandou eu por uns vídeos que ele tinha trazido com ele, e assim o fiz. Os vídeos eram sobre zoofilia, onde o Tejo aparecia a enrrabar uns tipos.

O Luís mandou-me então pôr-me todo nu, atou-me a uma mesa ficando eu indefeso e exposto, deitado de barriga, com as pernas abertas deixando o caminho completamente livre em direcção ao buraco do meu cu. Então pôs um lubrificante, e de seguida começou novamente e ver o vídeo do Tejo, e disse-me:”agora o Tejo vai-te fuder sua puta, e eu vou filmar tudo”. Eu então tentei soltar-me, mas a única coisa que ganhei foi um estaladão na cara, e ele sai e veio com o Tejo. Ele começou a mexer no pénis do cão, e o Tejo como já estava treinado, rapidamente ganhou erecção. De seguida ele com o cão agarrado pela coleira pôs ele a cheirar-me…começou nos pés, passou pelas pernas, pelo cu, costas e cara.

O Luís então, baixou as calças, e começou a enrrabar-me, devagar, e depois aumentado o ritmo e o Tejo estava sentado ao meu lado, e cada vez que eu gemia, ele gania um pouco, soltava latidos que quase posso jurar, eram de satisfação. O Luís enterrava bem fundo fazendo os seus enormes colhões baterem-me nas nalgas e eu deva berros de gozo e de prazer, e o Tejo já andava impaciente pela sala. Então o Luís parou, chamou o Tejo e ele veio lamber o meu cu….ainda hoje parece que o sinto a lamber-me, devagar, por vezes com sofreguidão… Depois o Luís amarrou-me a mesa de forma a eu ficar de quatro, e eu vi as pernas do Tejo abraçarem-me, e ele andava a procura do buraco do meu cu com o pau dele, roçando-o, deixando-me mesmo sem eu o querer cheio de tesão, e vontade de ser possuído pôr ele.

O Luís então ajudo-o um pouco e apontou o caralho dele teso ao meu buraco do cu, e finalmente o Tejo possui-me…deu-me uma estocada tão forte que entrou tudo, e que caralhão ele tem…grosso e comprido…dei um berro de dor, e o Luís disse…”Aguenta puta…aguenta que ele vai-te enrrabar durante horas…” E assim foi, o Tejo empurrava o pau dele pelo meu cu, e eu cada vez mais já gemia de prazer ao sentir aquele pau enorme dentro de mim…a explorar cada vez mais fundo o meu corpo. Até que a certa altura senti o nó que os cães fazem a formar-se e gritei por ajuda ao Luís, e ele disse para não me preocupar que o nó formava-se dentro do meu cu, e quando o Tejo se esporar-se todo, o nó desaparecia…

E assim aconteceu, o nó formou-se e eu estive mais de 40 minutos engatado ao Tejo tendo soltado inúmeros gemidos de prazer e até me vim sem bater punheta. Enquanto esta engatado no Tejo, fiz broches ao Luís, ele enfiava o pau dele na minha garganta até chegar ao ponto de me saltarem as lágrimas dos olhos…quando o Tejo se veio, escorriam litros de esporra pelas minhas pernas, e o Luís mandou-me lavar aquilo tudo, e enquanto eu lavava ficava de cu pró ar e o Luís ia de vez em quando metendo os dedos dele no meu cu. Então depois levou-me para a garagem dele, agarrou numa mangueira, enfiou-ma no cu ligou-a e disse que não fodia cu nenhum a cheirar a esporra de cão.

Quando acabou de me lavar, empurrou-me contra do carro dele, dobrou-me sobre o capo e fudeu-me como nunca o havia feito, com uma força e raiva que até me assustou, e disse que no final, eu tinha dois donos…ele e o Tejo, e sempre que o Tejo quisesse eu teria de lhe dar o cu.
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Segunda-feira, 25 de Agosto de 2008

Orgia 1 Mulher + 3 homens


Março 2007, Serra Algarvia a caminho do Rally de Portugal num caminho de terra batida em mau estado, eu e a minha amiga colorida Márcia (doida pelo Loeb) numa Strakar bem rodada. Aproveitamos o fim de semana para desfrutarmos da nossa paixão pelos rallys e também darmos largas à nossa amizade eminentemente de carácter sexual com encontros periódicos de sexo cada vez mais louco e experimentalista.

Já com uma boa meia hora andada chegamos a uma pequena lagoa com um Vitara estacionado e com dois tipos sentados à beira água. Resolvemos parar pois já vínhamos desde o Porto quase sem parar e uma pausa refrescante ia saber bem. Mal saímos do carro a Márcia puxa-me para ela e segreda-me que os dois tipos estavam completamente nús e um deles tinha o pau bem empinado, um belo pau por sinal, nas palavras da Márcia ! Nem queria acreditar e propus não nos aproximarmos deles pois parecia que tínhamos interrompido alguma coisa. Nem tivemos tempo pois um deles, o Paco, atirou-nos um sonoro hola no mais puro castelhano ! O outro, Nicky - o teso, nada dizia mas a Márcia não escondia o fascínio pelo corpo branquinho e depilado. Conversa para aqui conversa para ali, perguntei como estava a água e eles disseram que estava boa, o que serviu de pretexto para que eu e a Márcia nos despíssemos completamente e nos atirássemos à água, fria como o caraças...

Os espanhóis não esperaram um segundo e eis que entram também na água. A Márcia cheia de frio agarrava-se a mim e sem querer ou talvez não esfregava as pernas e a coninha no meu pau ainda murcho, mas não por muito tempo. Bem agarradinha segredou-me que o branquinho tinha um pau como ela nunca tinha visto, uns 15 cm mas com uma cabeça perfeitamente descomunal para o tamanho, que sobressaía claramente ainda por cima cheia porque bem tesa. O Paco bem moreno, estava já bem agarrado ao Nicky num abraço cheio de carícias e apalpadelas e percebemos logo que quando chegamos deviam estar a comer-se um ao outro.

A Márcia estava a ficar entusiasmada com a cena de dois gajos na marmelada e não perdeu tempo a apalpar-me as nádegas e as bolas enquanto que me enfiava a língua bem fundo na minha boca. Eu começava a aquecer e a ficar entesado com o tratamento da Márcia.

A certa altura resolvemos sair todos da água numa cena típica de filme: uma miúda de 1.65 mamas pequenas mas com os bicos bem duros e extremamente compridos, morena e uma risquinha a fazer de pintelheira, e três gajos de pau feito !

Acabamos por nos sentar os 4 relativamente próximos. Já não dava para disfarçar a excitação de toda a cena, mas não sabíamos muito bem o que fazer. Nisto a Márcia, as mulheres são sempre mais decididas, resolve meter conversa mais quente com o branquinho e elogia-lhe o pau da cabeça fenomenal dizendo-lhe que nunca tinha visto tal coisa e que gostaria de lhe tocar. O fulano não se fez rogado e depois de um sonoro por supuesto põe-se a jeito. A Márcia ataca com a mão aquele pau rijo e com os dedos vai-lhe explorando a cabeça de cogumelo que parecia crescer ainda mais. Eu e o Paco observávamos a cena cada um entretido a esfregar o respectivo pois a cena estava a ficar tórrida. A doida da Márcia que adora paus grossos e que há que tempos que me andava a chatear para um experiência swing ou em grupo, perdeu toda a vergonha e ajoelhando-se bem dobrada ataca a broca do Nicky com os belos lábios de que eu tanto gosto.

Ia-lhe mordiscando e lambendo em toda a extensão do pau mas detendo-se demoradamente na cabeça embora não a conseguisse abocanhar completamente devido ao tamanho. Ao ver a coninha da Márcia bem virada para mim não me contive e também de joelhos comecei-lhe a lamber a rata e o cuzinho bem devagarinho...deixando-a já a gemer pela excitação que estávamos a viver. Mal me ajoelhei percebi que o Paco estava bem atrás de mim, demasiado perto, a bater uma punheta, mas sem ousar tocar-me. Mas o gajo não tirava os olhos do meu rabo. Fiquei à rasca porque percebi o erro da minha posição e pensei que aquele gajo estava a preparar-se para algo que eu não sabia se estava preparado.

Apesar de sentir cada vez mais curiosidade em sentir um bom pau pelo cú acima, porque a Márcia de vez em quando metia-me um dildo enquanto fodíamos e confesso que isso me leva às nuvens, não sabia se ia aguentar física e psicologicamente sentir um poste a desflorar-me. Sim porque ao contrário do branquinho este Paco tinha um pau absolutamente fantástico e lindo de morrer. Bem cuidado, redondo, com formas bem definidas de uma cor canela espantosa. Em suma um belíssimo cilindro de uns bons 20cm e com uma grossura qb...como mais tarde a Márcia diria, “uma picha digna de participar num concurso de beleza”.

Fui salvo por um pedido da Márcia para ir à Strakar buscar preservativos que sempre trazíamos no porta luvas, dizendo que queria sentir aquela cabaça dentro dela. Raspei-me dos olhos do Paco com algum alívio e lá fui.

Passados nem dois minutos regresso e deparo-me com uma cena louca com a Márcia e o Paco de joelhos a mamarem à vez o branquinho que com aquela cabeça alimentava aquelas duas bocas ávidas. Não fui de modas e pus-me ao lado do branquinho abraçando-o também e entregando a minha picha já bem tesa aos tratamentos da minha linda Márcia e do Paco.

Passado pouco tempo o Paco senta-se e depois de meter um preservativo encaixa aquele magnífico poste na Márcia sentada de costas para ele.

Ela sabia o que fazia, dançava no mastro do moreno, mamava-nos à vez, punheteava-nos nos intervalos e preparava-nos para outras cenas pois ia-nos misturando as pichas esfregando-as mutuamente o que nos estava a deixar a arfar. Eu estava-me a deixar ir na boca da Márcia e a ter dificuldades em aguentar-me sem me vir. A Márcia louca de tesão já dava gritinhos e pediu ao Nicky que substituísse o Paco. Deitou o branquinho de costas e com o pau brutal bem empinado desceu sobre aquele mastro cabeçudo fazendo-o desaparecer de uma vez por aquela cona encharcada com um grito de prazer fenomenal.

Eu a olhar para aquilo, ela a cavalgar avidamente aquele espanhol abonado e quando dou por mim tenho o Paco a meus pés a abocanhar o meu caralho latejante. Pensei fugir, mas deixei-me ir porque a cena era demasiado intensa para não aproveitar e já não queria saber se era boca de macho ou fêmea...e que broche o Paco me estava a fazer...percorria todo o meu pau com os lábios e chegado à cabeça banhava-a completamente com a língua apalpando-me os tomates e com dois dedos percorrer todo o meu pau. O Paco ia esfregando o seu magnífico pau que estava completamente teso e lustroso. Não me contive novamente e comecei-lhe a bater uma vigorosa punheta. Belíssimo.

Entretanto a Márcia gritava e cavalgava o Nicky que lhe ia dando umas boas nalgadas que a deixavam louca...aquela mulher estava a ter um fodão incrível e percebia-se que se vinha frequentemente. O branquinho não aguentando mais veio-se com um grito violento enchendo o preservativo e com a Márcia a rir-se e virada para mim esticar um dedo como dizendo, este já está despachado ! Sem demoras vem ter connosco, e retirando-me a mão do pauzão do Paco novamente deita-se no chão e começa a mamar o espanhol. Que cena, o Paco a mamar-me e a Márcia a mamá-lo...Eu estava a aguentar o mais que podia quase a encher a boca do Paco quando sinto o gajo a contorcer-se e disparar uma leitada nas mamas da Márcia que com a boca lhe tinha arrancado o belo sumo...e claro sinal de vitória dizendo e vão 2 !

Faltava eu que tinha o pau já tão teso que até pingava e a Márcia vendo o meu estado resolveu tratar-me de forma paternal e dizendo "meu querido dá-me também o teu leitinho" abre bem os lábios e apenas com os lábios começa num vai vem que em apenas uns 15 segundos me fez urrar e disparar meia dúzia de jactos bem dentro da boca dela. Só me bebia a mim pois não confiava em mais ninguém.

Enquanto a Márcia tratava de mim, o branquinho entretinha-se a brochar calmamente e carinhosamente o Paco lambendo-lhe os restos de leite...

Todos já aviados pela bela Márcia, lá sossegamos e sentamo-nos junto à água durante uma boa meia hora a falar de tudo e de nada.

A Márcia que sabe das minhas tímidas vontades de fazer com ela um trio sem limites nem tabus com outro homem, de repente atira em tom de brincadeira que eu era o único que ainda não tinha tido um pau na boca com os espanhóis obviamente a fazer coro. O Paco que desde o início andava com ideias comigo junta-se a mim, puxa-me a mão para o pau e pede-me para o mamar dizendo que ia gostar.

Não pestanejei, dobrei-me e recebi aquele magnífico mastro na minha boca. Que delícia de picha, quente, doce, com uma cabeça tenra e que vigor...fechei os olhos e fui por ali fora no primeiro broche da minha vida. Estava aceleradíssimo a chupar aquele pau com o Paco a agarrar-me a cabeça e a gritar me corro, me corro e eu a abrir cada vez mais a boca até que o Paco dispara uma golfada de esporra bem quente para o meu peito....debaixo de aplausos e risos da Márcia e do branquinho.

Agora era a vez da Márcia voltar ao comando (se é que alguma vez deixou de nos comanda os três) e propor-me finalmente o nosso sonho, um trio de dois machos com ela pelo meio.

Com uma mão na minha picha e a outra na picha do branquinho, deitamo-nos os três lado a lado e eu que depois do Paco ganhei-lhe o gosto tentei fazer um broche ao Nicky mas só conseguia meter meia cabeça na boca e optei por lamber aquele toucinho em todo o cumprimento e largura. A Márcia ia-me mamando e preparava-nos para o que vinha a seguir. Ela deita o branquinho de costas enterra-se novamente naquele bacamarte (aqueles dois entendiam-se muito bem) e eu com uma mão cheia de saliva untei-lhe o olho do cú e meti pau por ali dentro.

A gaja estava maluca de tesão e veio-se tantas vezes que pouco tempo depois teve que parar pois estava exausta. Mas o Paco queria mais e vindo por trás de mim abraça-me por trás carinhosamente e começa a bater-me uma punheta ao mesmo tempo que ia esfregando o pau dele nas minhas costas. Eu estava borrado de medo mas cheio de tesão e a sentir o cú a abrir e molhado...o Paco com toda a calma do Mundo vai-me enfiando um dedo, dois e com toda a delicadeza enfiou bem devagarinho aquele fabuloso mastro digno de um Adónis.

Ardia, doía, parecia que estava totalmente preenchido até à garganta mas passado pouco tempo e alguns deslizamentos pelo cú abaixo até sentir as bolas nas nádegas, comecei a adorar aquilo e a ajudar no vai vem do Paco que cada vez mais ia acelerando e deixando-me sem fôlego...estava a ser vigorosamente enrabado à canzana por aquele espanhol abonado. O Nicky ao ver aquilo mete-se à minha frente e enfia-me a pichota olímpica nos lábios para eu a saborear…eu já berrava como um bezerro com uma tusa perfeitamente anormal e a sentir-me uma autêntica puta vadia. Em duas, três estocadas mais bem dadas pelo Paco que pareciam chegar ao estômago, não aguentei e sem ninguém me tocar vim-me como um touro para o chão num prazer indescritível enquanto que o Paco ia acelerando loucamente e pouco depois, incrivelmente, vinha-se novamente e abundantemente dentro do preservativo bem enterrado no meu cú com as bolas a quererem parecer entrar também...que vigor aquele gajo tinha. O meu cú estava arregaçado como um túnel de vento e completamente dorido em toda a extensão mas eu estava nas nuvens.

O Nicky que se tinha entesado novamente na minha boca foi ter com a Márcia e fodeu-a numa valente canzanada até disparar mais uma dose de leitinho, com a Márcia já quase sem se mexer, toda partida de tanta e tão boa foda.

Caímos literalmente para o lado completamente preenchidos e esgotados....lavamo-nos, despedimo-nos e no resto de fim-de-semana eu e a Márcia demos mais umas valentes fodas com um dildo sempre presente que ora estava no cú dela ora no meu, sempre com a cabeça naquela tarde de bacanal.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:04
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Desejo saciado


Daniel bateu na porta. Era quase meia noite. Palu já estava deitada. Tinha que acordar cedo no outro dia. Quando ela abriu a porta viu que ele não estava só. Tinha com ele um amigo. E que amigo!!! Um homem moreno, forte, másculo. Daqueles que se vê na rua e se deseja imediatamente. Ela ficou pensando o que ele poderia querer àquela hora indo na casa dela acompanhado. Deixou os dois entrarem e ficou esperando que ele dissesse por que veio, o que queria. Ele simplesmente apresentou o amigo e veio ao encontro dela e a beijou. Aí ela se deu conta que estava com uma simples camiseta velha, daquelas que praticamente não tapa nada, só aconchega o corpo. Não tinha mais nada no corpo.

Sem pudor nenhum, enquanto a beijava ele começou a acariciá-la, passando a mão pelo corpo dela, agarrando os seios, beijando o pescoço. Levou uma das mãos entre as pernas dela. Ela começou a gemer de prazer, e aí, nesse exato momento abriu os olhos e se deu conta que o amigo dele estava ali. Olhando pros dois, quieto, parado a esperar. Mas esperar o que? Ele ainda não tinha dito o porquê de estarem ali. E ao mesmo tempo em que ela queria que ele parasse com aquelas carícias, ao olhar pro amigo invés de ficar encabulada ela ficou mais excitada. Excitada como nunca tinha ficado. Mas, precisava parar! Tinha que saber o motivo de estarem ali e se ele quisesse continuar com aquilo, tinham que ir pro quarto, ficar a sós. Apesar de que aquele homem estranho a excitava mais do que o próprio namorado. Só com o olhar. Ela conseguiu se desvencilhar dos braços e das mãos dele e perguntou o que estava acontecendo. Ele explicou que precisava que ela ajudasse o amigo dele. Palu perguntou como poderia ajudar um estranho àquela hora da noite? Daniel disse que ele estava precisando de um lugar pra dormir e pra ficar por uns dias. Porque ele não era dali e estava sem lugar pra ir. E, na casa dele, como ela sabia, não dava. Ele morava com uma filha e com a mãe.

E além de não ter lugar, teria que explicar muito. Ela relutou. Perguntou o porquê de não ir pra um hotel. Daniel disse que não dava e que justamente ele tinha imaginado que com ela não teria problemas, porque não teriam perguntas. Ela terminou concordando. Recém aí ele foi apresentado a ela. Chamava-se Raul. Sentaram os três na sala e ficaram conversando por um tempo. A casa dela era grande, tinha outro quarto e Raul não ia precisar dormir na sala. O que a deixou aliviada, porque já o olhava e pensava que não iria resistir passar por aquele homem deitado, dormindo na sua casa se o tivesse que ver assim. Quando ela se deu conta, estava sentada a vontade. Como ficava com Daniel. As pernas encima do sofá, semi abertas, mostrando o seu sexo. O ombro da camiseta caia pra um lado deixando entrever um seio. Imediatamente ela olhou pro Raul e se deu conta que ele estava conversando, mas estava olhando pra ela. Analisando aquela mulher ali, linda, no meio da noite, à vontade. E a estava desejando, mas ao mesmo tempo dizia que isso não era correto, pois Daniel estava sendo muito legal, o estava ajudando. Parecia que ali só Daniel não se dava conta do clima de excitação e desejo que estava inundando aquele ambiente. Resolveram ir deitar. Ela levou Raul até o quarto e mostrou a ele onde era o banheiro e a cozinha, deixando-o a vontade. Deram-se boa noite e ela foi ao encontro de Daniel. Este já estava no quarto dela. Na cama dela. Esperando-a. Quando ela chegou ao quarto e foi fechar a porta, Daniel disse que a deixasse aberta. Palu não entendeu, mas concordou.

Deitou-se e ele simplesmente disse pra ela que queria a porta aberta porque tinha visto como ela tinha ficado excitada com o fato do Raul estar ali com eles e vendo eles se acariciarem. Aí, corriam o risco de ele ouvir os gemidos, os gritos, todos os sussurros do prazer deles, e ela sabendo disso ia ficar louca de desejo. E, confessou que isso o tinha excitado também. Começaram a se tocar. Como o tesão tinha ficado muito aflorado já com o que tinha acontecido antes, eles estavam loucos pra se saciarem. Daniel a agarrou com vontade, virou-a de bruços, levantou os quadris dela e a penetrou por trás. Ela de quatro na cama começou a gemer e a gritar: - isso faz assim! Me agarra, me come, não para. Isso!!!!! E, enquanto dizia isso e ficava toda molhada de prazer, pensava em Raul no quarto. No que ele estaria pensando. Sim, porque com certeza, escutando ele estava. Até porque ela, quer dizer, não só ela, os dois estavam gritando e gemendo bem mais alto do que sempre faziam. Ficaram ali, sendo um do outro por horas. E ela tinha que acordar cedo. Mas, agora era tarde. Por que já estava quase amanhecendo quando os dois exaustos se largaram. O quarto tinha no ar sexo, cheiro de sexo. De corpos suados e saciados. Mas, mesmo exausta e já quase desfalecida de prazer, Palu ainda tinha na cabeça Raul. Sim, ele estava ali. Na verdade ele tinha estado ali a noite toda. Daniel caiu ao seu lado exausto, e logo adormeceu. Ela ainda se levantou e foi ao banheiro, dentro de seu quarto mesmo. Resolveu ainda ir até a cozinha pra pegar água, pois estava seca, sedenta. E ao mesmo tempo queria ver se Raul dormia. Se dormia de porta fechada, ou se de porta aberta. Sim, porque ela na verdade queria saber sem perguntar, se ele tinha escutado eles a noite toda ou se tinha tentado não escutá-los. Passou pelo quarto dele e a porta estava semi aberta. Não agüentou e espiou. Raul dormia. Dormia nu, completamente nu. Ela ficou ali na porta admirando aquele corpo escultural. Sim. Daniel era um cara legal, bom de cama, mas era um homem comum.

Ela gostava dele, já fazia um bom tempo que estavam juntos, mas um homem como Raul ela nunca tinha tido a oportunidade de ver nu e muito menos dentro de sua própria casa, dormindo. Entregue, inerte, indefeso. Ele se mexeu e ela assustada saiu dali e foi se deitar. Logo tinha que levantar já pra ir trabalhar. Não tinha como não ir. Mas enfim, ia ir saciada. Cansada mas plena de prazer. Dormiu umas duas horas e se levantou. Foi tomar um banho, um café pra acordar e saiu. Os dois homens dormiam ainda. Passou o dia. À tardinha, quando ela chegou em casa, abriu a porta e quando entrou na sala se deparou com Raul muito a vontade. Sentado ali como se estivesse em sua casa. Daniel tinha acordado e ido embora. E, tinha deixado dito a ela que hoje não teria como aparecer, até porque ela deveria estar cansada e iria dormir cedo. Raul a tranqüilizou. Disse que ela não se preocupasse com ele. Que fizesse o que sempre fazia que ele não queria incomodar e que iria resolver essa situação o mais rápido possível. Ela disse que ele não se preocupasse com isso, que ele não atrapalhava. Pois ela passava o dia fora e a noite quando estava em casa se quisesse iria pro seu quarto. Bom, resolveram aí então como seriam as regras daquela convivência “forçada”. Os dias foram passando. Os dois foram ficando cada vez mais próximos e mais íntimos. Ela agora já não se importava de andar com aquela camiseta pela casa. Embora adorasse porque sabia que o deixava louco. Via por baixo das roupas dele que ele ficava de pau duro, completamente excitado. E aí eles estavam levando, um provocando o outro. Aí, quando chegava Daniel ela já ia afoita beijá-lo e começava a acariciá-lo na frente de Raul, o pegava pela mão e iam pro quarto. Sempre deixando a porta aberta. Raul já estava num ponto que não sabia mais o que fazer. Não agüentava mais ouvir os gemidos daquela mulher que ele desejava ter. Desejava penetrar, comer, trepar, amar. Naquele dia ele não agüentou. Enquanto os dois se amavam ele, na sala mesmo tirou o pau teso, molhado já de tesão e enquanto ela gemia ele se tocava. Começou a se masturbar ali mesmo. Logo jorrou o prazer dele, o gozo dele. Não demorou nada, pois ele já estava louco por isso a muitos dias. Nem se deu conta que o barulho no quarto tinha parado. Quando acordou do êxtase que se encontrava se deu conta que Palu estava ali na sala. Estava olhando pra ele. Fixa, parada, nua, e toda molhada com a cena que tinha acabado de assistir. Ela tinha saído do quarto pra buscar um vinho pra eles tomarem e quando foi chegando à sala começou a ouvir gemidos e grunhidos baixinhos. Deu-se conta que era Raul e foi silenciosamente ver o que ele fazia. Ficou enlouquecida de prazer. Chegou a gozar só olhando ele se masturbar, ficou louca de vontade de ir até ele e enfiar o pau dele na boca. Chupar todinho. Tomar a porra derramada, que melava todo o falo dele, mas não. Ficou ali só olhando. Com o seu gozo escorrendo perna abaixo. Daniel os acordou daquele estado de embriagues em que se encontravam. Chamou: - Palu, que aconteceu?

Vem logo, trás o vinho que eu to aqui louco pra te amar de novo. Eles se olharam de novo, e ela passou quase que correndo até a cozinha e quando voltou nem olhou pro sofá pra ver se Raul ainda estava ali. Passou-se uma semana e nem Daniel dizia até quando e muito menos Raul falava a respeito de ir embora. Palu já estava sem saber o que fazer e como proceder. Numa terça-feira no final do dia ao chegar da rua Palu estava exausta. O dia tinha sido muito corrido, conturbado. Raul estava na cozinha fazendo algo pra comer e ofereceu a ela, que aceitou e foi pro quarto tomar um banho e mudar a roupa pra tentar descansar. Já estavam íntimos. Como se morassem juntos a muito, que nenhum dos dois se preocupava mais em se esconder do outro. E, ainda assim eles se desejavam ardentemente, mas não ultrapassavam aquela linha imaginária imposta por eles mesmos. Raul deixou tudo pronto na cozinha e foi também tomar um banho. Cada um no seu banheiro, no seu mundo, mas com o pensamento no outro. Ela, enquanto ensaboava o corpo, enquanto passava as mãos nos seios, na barriga, nas coxas, no sexo dela imaginava que quem estava fazendo isso era Raul, e enquanto isso, ele também tinha os mesmos pensamentos. Não tinha um dia que ele não ficasse de pau duro no banho, imaginando penetrar em Palu. Mas, mais uma vez os dois terminaram seus banhos e foram com muito pouca roupa pra cozinha comer. Chegaram juntos. Cabelos molhados, corpos arrepiados do tesão que sentiam. Na verdade a fome deles não era de comida. Era de corpo, de mulher, homem. O que eles desejavam e já não conseguiam mais esconder, era um ao outro. Sentaram ao mesmo tempo um do lado do outro. Na verdade já quase um em cima do outro. Sem dizerem uma palavra Raul tirou a velha camiseta de Palu, e ela tremula tirou o calção de Raul. Era tudo que eles tinham separando seus corpos. Começaram a se acariciar mutuamente, lentamente, como se não fosse assim eles iriam perder o melhor. A vontade era tão grande que os dois tremiam, suavam e a pele já transpirava sexo. Em silêncio Palu foi até o sofá da sala , deitou-se e abriu as pernas pra receber Raul. Ele veio ao encontro dela e imediatamente a penetrou. Ficaram os dois parados, extasiados com o prazer que aquele simples ato de penetrar tinha causado a ambos. Assim como estavam, os dois gemeram juntos e se acabaram de prazer. Bastou ele estar dentro dela pra que eles tivessem um orgasmo como não imaginavam que poderiam ter. O gozo dos dois se misturou e eles exalavam prazer. Seguiram grudados, como se não fosse possível se separarem.

E começaram a se beijar alucinadamente, ele agarrou os seios dela com força e mordeu seus mamilos, ela gemeu de prazer. Isso sem ele ter saído de dentro dela. E nem precisou. Com os beijos e com o gemido dela bastou pra ele ficar excitado de novo e começaram aí uma dança sensual. Dança de prazer, de corpos sendo consumidos um pelo outro. No princípio se mexiam lentamente, mas o ritmo foi aumentando, ele entrava e saía dela cada vez mais rápido e ela também mexia os quadris em frenesi. Palu lavava o pênis dele com o gozo dela, se acabando a cada estocada que Raul dava nela. Lavaram o sofá de gozo, de suor. Ficaram assim durante horas. Gozavam e recomeçavam. Não conseguiam parar. A casa toda já tinha o cheiro dos corpos deles. O cheiro do sexo deles. Quando já exaustos, finalmente pararam já era noite e muito tarde. Olharam pro relógio da cozinha e já eram duas horas da manhã. Eles tinham começado a se comerem mutuamente, a saciarem a fome que tinham no início da noite. Ficaram praticamente umas seis horas sem se desgrudarem. Foram comer já tudo frio, mas eles nem se davam conta disso. Depois foram pro banho juntos. Aí voltou ao pensamento de cada um o que eles imaginavam todos os dias desde que Raul tinha ali chegado, e se amaram mais uma vez com a água caindo sobre os corpos. Ela de costas pra ele, ele penetrou ela e a encostou na parede do box e ali gozaram de novo. Chegaram a gritar de prazer e terminaram o gozo rindo. Rindo da vontade saciada daquele banho que a muito era doído e agora por fim realizado. Saíram dali já quase sem forças. Beijaram-se longamente e sem dizer nada foi cada um pro seu quarto.

Dormiram como a muito não faziam. Totalmente realizados, completamente felizes e mais, conscientes que agora eles tinham um ao outro. Que amanhã iriam se amar novamente. Que agora aquele era o segredo deles, e a casa era o mundo.

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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Ferias de Verao


Isto passou-se num verão e como costume pensava eu que o ia a passar muito bem com os meus amigos, mas logo me dei conta que não era isso que iria a passar ,pois os meus pais esse verão decidiram fazer uma viajem de 15 dias só para os 2 e como não podiam me levar decidiram levar-me a casa da minha avó que ficava no interior fiquei muito chateado porque era uma aldeia muito pequena e não tinha jovens da minha idade porque todos viviam na cidade e não teria nada para fazer lá,pelo que disse aos meus pais que não queria ir e que ficava na casa de um amigo que me tinha convidado a ficar lá mas eles não deixaram dizendo que não iria incomodar ninguém e que á muito que não via a minha avó assim fazendo-lhe um pouco de companhia e assim no dia programado lá fomos nós para a aldeia da minha avó..Apos 2.30 horas de viagem lá chegamos e estava ela já á nossa espera á porta de casa veio até ao carro para nos cumprimentar ,eu já não a via á uns 2 anos o (ROSA) de 57 anos de estatura média um pouco gorda com umas mamas enormes e um cu de ficar pasmado pelo tamanho mas eu nem se quer olhava para ele dessa maneira na altura e chateado como estava muito menos ela veio e deu-me muitos beijos e dizia que estava muito crescido e bonito eu sorria e só pensava no dia de me ir embora. No fim de almoço os meus pais lá se foram embora dizendo para não dar muito trabalho e ajudar a avó no que ele pedisse avó dizia que ia-mos passar muito. E assim lá se foram eles e eu fiquei a tratar da minha mala no meu quarto a casa de minha avó não é muito grande tem 2 quartos uma sala uma cozinha e só uma casa de banho .Nessa noite jantamos e falámos um pouco de tudo desde os meus estudos até aos amigos e amigas depois disse que ia me deitar pois estava cansado da viagem só então é que me dei conta que não tinha televisão, bem fui á minha mala e saquei umas revistas porno que um amigo me tinha emprestado comecei a passar as páginas e foi vendo que nessa revista era só de mulheres de 50+ nunca tinha pensado nesse tipo de mulher até aí mas estava-me a dar um tesão incrível principalmente aquelas mulheres mais velhas com tetas enormes e conas bem peludas e gordas, bem vim-me umas 3 vezes pelo menos aquilo das velhas estava-me a dar um tesão incrível já bem tarde adormeci todo roto de tanta punheta.

Bem no dia seguinte já sabem uma vontade de mijar enorme pois de tanta punheta claro, bem lá me levantei e fui para a casa de banho e pelo caminho reparei na erecção enorme que tinha debaixo dos boxeurs mas como tinha tanta vontade de mijar nem tive o trabalho de enfiar umas calças ,ao chegar á porta da casa de banho sai de lá a minha avó e sorrindo me diz bom dia já de pé tão cedo e abraça-me dando-me um beijo na testa ao fazer isso as suas mamas ficaram encostadas ao meu peito e sentia aquilo tudo contra mim se já não bastava o tesão que tinha com a vontade de mijar com aquilo tudo ainda cresceu mais e ficando virada para a frente e tocando de leve a zona da barriga de minha avó no seu vestido de dormir algo transparente deixando ver alguma coisa do seu sutiã creio que se deu conta mas não largava e dizia como era bom ter-me lá em casa. Bem lá entrei na casa de banho e descarreguei tudo e pensava no que se tinha passado não dando grande caso ao ocorrido. Vesti-me e fui tomar o pequeno-almoço na cozinha sentamo-nos de frente e lá começamos a comer até que ela deixa cair uma colher para o chão e eu disse que a apanhava ao agachar-me vi que ela tinha as pernas toda abertas na bata que vestia devido ao calor que fazia, pude ver perfeitamente as suas cuecas brancas e largas isso deixou-me um pouco excitado, na parte de tarde fomos visitar umas amigas dela onde ela me apresentava como seu neto a elas eu só admirava as mamas enormes que algumas tinhas e andei todo dia de pau feito tendo que andar a esconder o tesão das velhas aí vi o tesão que as mulheres velhas me davam. O jantar passou normal falando e vendo um pouco te televisão na sala passado algum tempo disse-lhe que ia dormir pois tinha sono mas o que tinha era uma vontade enorme de me masturbar a pensar naquele dia nas amigas de minha avó e claro na minha avó masturbei-me como um louco estava excitadíssimo e vim-me vezes sem conta sempre com a imagem de mulheres mais velhas e de minha avó na cabeça adormeci todo melado Pela manhã claro vontade enorme de mijar e tesão enorme, lá fui eu para a casa de banho e ao passar na sala vinha a minha avó para a casa de banho também quando ela me viu abraçou-me e como no dia anterior o meu pau claro entesou mais ainda mas agora saltando dos boxeurs quase fiquei com medo que ela me disse-se alguma coisa pois era mais que obvio que ela sentia a minha pica a rosar o seu corpo mas para meu espanto ela em lugar de soltar ainda apertou mais o seu corpo contra o meu, e quase caio de costas quando a meu pau salta para fora ficando em cima do seu vestido bem junto á sua cona e e e ela abriu as pernas o meu pau deslocou-se para o meio e ela apertou a minha pica e começou a apertar mais e a mover –se lentamente com aquilo quase que me venho ,ficamos ali uns segundos assim e como se não tivesse passado nada ela me diz para ir á casa de banho que ela iria preparar o pequeno, quando me largou vi uma mancha na camisa de dormir bem junto á sua cona olhei para a minha pica e como não me tinha vindo vi que só podia ser da cona dela que estava molhada, corri para a casa de banho onde me masturbei como um louco com o que se tinha passado e nem acreditava na quilo tudo. Fui tomar o pequeno almoço com medo que ela me dissesse algo mas nada e durante o dia nem tocou no assunto passando normal, na mesma noite estava-mos vendo televisão quando reparei que ela adormeceu de pernas abertas, eu naquela posição não via nada então atirei uma moeda para o chão e aí vi que ela não tinha cuecas e fiquei um bom bocado a ver aquela cona bem negra cheia de pêlo e não se via mais nada a não ser pêlo, já não podia mais e disse em voz alta que ia dormir fui para o meu quarto onde me masturbei até ficar com a pica vermelha de tanto tocar punheta.

Ela não saía da minha cabeça toda a noite e não dormi quase nada de tanto excitado que estava. Acordei de manhã com ela a bater á porta para me acordar pois tinha adormecido saltei da cama e abri-lhe a porta ,o sol dava na sua camisa de dormir e dava para ver a silhueta do seu corpo ,ela disse bom dia e deu-me um abraço e um beijo na testa ,claro a minha pica saltou como uma mola e aí ela tornou abrir as pernas ,mas aí ela fez uma coisa que me deixou louco de tesão e espanto ao mesmo tempo pegou na minha pica e retirou-a dos boxeurs puxou a saia para cima e e as cuecas a baixo e colocou a minha verga bem na sua cona ,só o toque daquela cona peluda nela quase que me vinha ao mesmo tempo que tentava que a penetra-se começou-me a beijar na cara toda até as nossas bocas e línguas se juntaram, não conseguia meter dentro dela então levei-a para a cama onde lhe abri as pernas e puxei as cuecas fora aí via aquela cona enorme bem gorda com uns lábios enormes (talvez de ter tido 7 filhos) o meu tesão era enorme o meu coração saltava quase do peito ,levei as minhas mãos até ás suas mamas e saquei-lhe o casaco e a camisa que escondiam um sutiã enorme para segurar umas mamas bem gordas e grandes já descaídas devido à idade claro, tirei-o e comecei ,logo a mamar naqueles bicos grandes e rosados chupei até não puder mais então ela pegou na minha cabeça e empurrou para baixo onde eu comecei a lamber e a chupar aquela cona até ela ficar vermelha e toda molhada .Aí ela perguntou-me se era virgem eu respondi se meter os dedos na cona e apalpar mamas contava ela sorriu e perguntou se queria perder com ela eu claro que disse que sim, aí ela mandou-me ir para cima dela, então ela pegou na minha pica e meteu dentro da cona dela e mandou-me que começa-se a meter e atirar devagar pois já não tinha sexo é muitos anos.Com meia dúzia de investidas vim-me logo dentro dela mas não parei pois via na sua cara que ela estava a começar a ter prazer perdi a conta a quantas vezes me vim ela tinha sémen a sair por todos os lados da cona aguentei até ela começar a gemer e o seu corpo a contorcer-se do orgasmo que estava a ter, caí para o lado dela na cama onde fica-mos um bom bocado a falar do que se tinha passado e que nunca ninguém poderia saber e que se eu quisesse podia-mos fazer sempre que possível eu disse que adoraria ser amante dela .O resto das féria passamos a ter sexo várias vezes ao dia e claro passaram bem rápido .Agora temos sexo sempre que ela vem a nossa casa ou nas férias sempre que estamos juntos .

loveolders1@hotmail.com


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Ela estava a estudar noutra cidade… uma cidade á beira-mar, onde na minha juventude já havia passado uns dias de férias.
Só ao fim-de-semana nos era possível estar juntos, e por força das circunstâncias havia um ou outro em que tal não acontecia, e por isso chegava-mos a estar aos 15 dias sem nos ver-mos. Bom… na verdade víamo-nos diariamente, mas a webcam não conta.
Claro que por vezes passava-mos umas horitas frente ao computador, em jogos eróticos e conversas apimentadas, que iam dando para enganar a fome.
Eu tenho uma imaginação algo fértil, que ela aprecia, e alinhava nos jogos e conversas fictícias que introduzia no nosso namoro á distância. O à-vontade com que se relatavam fantasias foi crescendo e estas eram fruto certamente da distância. Talvez se estivéssemos juntos diariamente não tivesse-mos que “imaginar” tantas coisas e recorrer á satisfação pessoal… e manual.
Não raras vezes acabava-mos por nos masturbar frente á webcam sob o olhar atento e excitado do companheiro que estava na realidade a uns quilómetros de distância.
Um dia ocorreu-me comprar na net, umas peças de lingerie, e a entregar na morada que ela ocupava em tempo de aulas.
Ela estava numa casa alugada, que partilhava com mais duas colegas, e cada uma tinha seu quarto. Por vezes encontramo-nos todos ao fim-de-semana, raparigas e respectivos namorados, em casa delas. Mas eu era o único que lá passava realmente a noite, pois era o único que não tinha lá residência.
Portanto, no dia em que ela recebeu com surpresa a encomenda, após o jantar, foi para o quarto, vestiu a lingeire e ligou o portátil. Foi navegando na web e fazendo mais umas coisas que mais tarde me viria a contar, enquanto aguardava que eu estivesse online no MSN.
Finalmente, liguei-me.
Ela começou a meter conversa, ainda sem ligar a webcam. Depois da conversa dos “olás e como estão as coisas” ela disse-me para consultar o Hi5 dela.
Tenho que referir que eu quase não uso o meu e ela tendo-o criado há relativamente menos tempo que eu, já tem um vastíssimo grupo de amigos, sendo que aproveita para me espicaçar com alguns dos novos amigos que adiciona ao seu perfil. Eu por outro lado, também prefiro consultar o Hi5 dela, pois também lá tem umas amigas… e umas amigas dos amigos… algumas delas com fotos bem provocantes, inclusive com alguma nudez á mistura. Na verdade tenho-me aproveitado disso para “soltar” mais a minha namorada, pois no início da nossa relação era um pouco insegura quanto á sua sexualidade e não tinha a noção do quanto era atraente e do fascínio que poderia exercer nos homens se não tivesse tanta vergonha do seu corpo, que diga-se, não tinha nada de que se envergonhar. Só talvez não fosse uma mamalhuda tipo Bay Watch, que julgava então ser o que agradava aos homens. Enfim… efeitos colaterais televisivos. Ela tinha umas mamas bem feitas, bonitas, e que já não tinha vergonha de expor num magnífico topless na praia, inclusive na praia da cidade onde estudava, pois era natural que aparecesse sempre alguém conhecido como um colega, e isso de início constrangia-a. Pensava: “E se um colega me vê as mamas… depois até vou ter vergonha de me cruzar com ele nas aulas”. Hoje não só isso não a incomodava, mas ainda lhe dava prazer, pois tinha passado a apreciar o poder que exercia sobre o sexo oposto. A verdade é que apesar das provocações dela, quando me contava as cenas que aconteciam e a forma como depois este ou aquele colega olhava para ela depois de a ter visto quase despida na praia, eu acabava por sentir algum prazer nisso apesar do ciúme que sentia sempre á mistura.
Fiz o que ela ma pediu, e consultei o seu Hi5. Após uma rápida vistoria á página inicial, desconfiei rapidamente que deveria dirigir-me á secção das fotos. Após passar algumas, lá encontrei as fotos novas.
Ela estava com a lingerie vestida. Um babydoll preto muito transparente e umas string com fio de pérolas, que não fazendo parte do conjunto, lhe enviei também. Tinha calçadas umas sandálias de salto alto.
A primeira foto era de corpo inteiro, de pé, com as pernas ligeiramente afastadas e com uma das mãos metida nos cabelos em pose sensual.
Na segunda foto, estava igualmente de pé, virada quase de costas para câmara, mas com a cabeça meio voltada para a frente, e uma mão na anca levantava ligeiramente o baybydoll desse lado, embora tal não fosse necessário para lhe expor o rabo, pois o baybydoll ficava-lhe pela cintura. Foi nesta foto que percebi que em vez da string do conjunto, havia vestido a que tinha um fio de pérolas, pois apenas o que se lhe via a correr entre as nádegas do seu magnífico rabo nú.
Numa terceira o última foto, estava de gatas em cima da cama, com o troco ligeiramente arqueado de lado, enfrentando a câmara, mas ainda mostrando um pouco de uma das ancas e nádega. Assim de gatas, o babydoll pendia, tal como as suas mamas, que quase se viam na totalidade a espreitar pelo decote.
Escusado será dizer que o meu pau ficou duro quase instantaneamente.
Ainda estava estupefacto a ver as fotos, já a tinha a piscar no MSN em aviso de nova mensagem. Apesar de termos áudio, normalmente não falava-mos pois principalmente as colegas dela podiam ouvir algo, mas ela estava a pedir para estabelecer uma ligação com webcam, e a perguntar se já tinha visto o Hi5 dela.
Respondi com o seguinte texto:
- Uau!!!... Mas tu estás louca!
- Porquê?
- Então tu foste meter aquelas fotos no teu perfil do Hi5!?
- O que é que tem!? Tenho lá gajas no perfil com fotos que mostram muito mais…
- Ya!... É verdade… mas não estava á espera de tanto atrevimento da tua parte. É verdade… por falar nisso… gostaste do que te mandei?
- Gostei. Foste muito querido.
Enquanto isso eu ia revendo as fotos, e entretanto começaram a surgir comentários ás fotos, por parte dos amigos que ela tinha no perfil. Parece que se tinha espalhado entre alguns deles a notícia pois a participação estava a ser “em massa”.
- Fonix! Já topaste que a malta anda de volta do teu perfil como tubarões que acabaram de cheirar sangue!? – Perguntei-lhe eu.
- Sim… Estou a ver… mas podias ter dado uma imagem mais bonita… “tubarões a cheirar sangue!”... – Depois de uma pausa acrescentou: - Podias dizer “como gajos a cheirar cona! LOL”.
- Pois… - E acrescentei após uma pausa: - Fodasse!!! Mas estás demais!
- Achas?
- Acho, não! Tenho a certeza… e falando nisso… tenho mais qualquer coisa “tesa”.
- Ai sim? Deixa ver.
Levantei-me da cadeira, abri a braguilha, puxei as cuecas para baixo e tirei o pau hirto para fora.
No meu ecrã apareceu escrito.
- Adora ver essa piça durinha!...
E vejo-a no ecrã como se tivesse acabado de o dizer entre dentes, após o que baixou as copas do babydoll e ficando de seios expostos, abanou-os e acariciou-os para que os visse.
Sentando-me continuei a teclar.
- Mas tu vais deixar aquelas fotos no teu perfil?
- O que é que tem?... Mais a mais já as viram carradas de pessoal… A esta hora já estão em dezenas de PCs dos meus amigos.
- Há pois já! Lá isso é verdade… e mesmo que as tirasses, os que não as tivessem, depois os amigos arranjavam-lhas.
- Pois claro!...
Fez-se uma pausa em que ambos devemos ter estado a meditar em tudo isto e nas consequências daquela publicação.
Ela continuou.
- Na verdade não tinha pensado muito nisto… meti as fotos no Hi5 só para te provocar… não estava á espera que o pessoal desse conta tão depressa…
- Pois…
- Hum…
- Hum… O quê!?
- Estava a pensar que esta noite se calhar ainda vai haver algum gajo a masturbar-se a ver as minhas fotos.
- È o mais certo… Tens estado a ler os comentários?
- Sim.
Os comentários eram do estilo: “Estás muito boa”… “Que tesuda!”…”Espero que o teu namorado não leia isto: papava-te toda. Olha!... se ler… que se lixe. Posta mais dessas que a malta gosta”. E alguns dos elogios sexuais vinham de amigas que reconheciam que ela estava boazona.
- Os comentários estão a subir de tom. – Disse eu.
- Sim… cada vez melhores.
- “Cada vez melhores!?”
- Sim… eu cá estou a gostar.
- Estás a gostar!?...
- Estou… acho que tiveste uma óptima ideia. Podes continuar a oferecer-me lingerie.
- Ai posso!? E para quê?
- Para eu colocar mais fotos no Hi5.
- Querias!
- Porquê? Qual é o problema? Não vez gajas nuas na net? Não gostas de as ver? Então também deves gostar de ver fotos minhas…
- Ya… gosto…
- Então vá!... Se não receber outra lingerie para a semana, na outra meto fotos minhas na mesma… mas se não tiver lingerie para mostrar… vai mesmo sem ela.
- Estás mesmo doidinha!...
- Pois estou. Estão-me a excitar estes comentários… Ai como gostava que estivesses aqui para me foder toda!...
- Excita-te que os homens te mandem piropos?
- Sim… - Após uma pausa continuou: - Não posso desiludir os meus fãs.
- Como assim?
- Estão a pedir mais fotos… acho que tenho de lhes fazer a vontade.
- Não tens não!
Desapareceu do ecrã. Silêncio. Passados uns 2 ou 3 minutos lá apareceu novamente frente á webcam, mas estava atarefada a fazer algo e nada de responder, até que lá apareceu mensagem no ecrã.
- Pronto. Já está. Podes ir ver ao Hi5.
Como um menino obediente, assim fiz.
Na nova foto estava ela de pé, ao lado da cama, com um pé em cima dela, uma mão pousada nessa coxa e o outro braço pendia ao lado do corpo com alça do babydoll caída e o seio exposto.
Um imagem forte… poderosa… e carregada de sexo… ainda que por concretizar.
- Então!? Não dizes nada? – Perguntou ela.
- Tu estás louca.
- Pois estou… e já decidi… amanhã vou para a praia fazer topless. Quero-me mostrar aos gajos a sério.
- Tu estás demais…
- Qual é o problema? A culpa até é toda tua… Tu é que me mandaste a lingerie… tu é começaste a incitar-me a fazer topless… Agora olha…
- Estás a deixar-me doidinho.
Levantei-me para que visse o meu pau duro, e fiquei a masturbar-me um pouco me frente á câmara, enquanto via no ecrã as mamas dela expostas. A certa altura ela pareceu-me distraída. Devia estar a ler os comentários á nova foto no Hi5. Também fui ver. O pessoal agradecia e pedia-lhe que continuasse. Eu decidi também deixar o meu comentário.
“Eu também como… mas não é só com os olhos.”
Passado um bocado ela acusou a recepção do meu comentário.
- Foste mauzinho!... A picar os gajos…
- É assim… há que por as coisas no seu lugar. Eles que comam com os olhos, que eu daqui a 2 dias como-te com outra coisa.
- Hum… quem me dera que fosse já hoje. Ainda por cima a Sandra está aqui mesmo ao lado a foder com o namorado.
- Estás a ouvi-los?
- Sim… dá para ouvir umas coisas.
- Hum… já agora vou-te perguntar uma coisa.
- Diz.
- Já alguma vez ouvi-los foder, te deixou excitada, e te masturbaste por causa disso?
- Já. “N” vezes.
- Ai já!?... E nessas alturas quando te masturbas pensas em mim?
- Também… ás vezes…
- “Ás vezes”!?...
- Sim…
- E das vezes que não pensas em mim, em que é que pensas?
- Não é que não pense em ti… penso sempre… mas também já pensei noutras coisas.
- Que coisas?
- Então… tipo… eles estão ali a foder, e eu estou á porta a escutá-los, e de repente a Sandra abre a porta e eu assusto-me, mas vejo o namorado dela todo nu em cima da cama, e ela também toda nua, pega-me na mão e puxa-me para dentro do quarto. – Não me atrevi sequer a interrompê-la. – Depois ela leva-me até aos pés da cama, mete-se por trás de mim, e enquanto eu fico a olhar para o namorado dela deitado em cima da cama a acariciar o pau duro, ela vai-me despindo, e eu não consigo sequer resistir e deixo que ela me tire a roupa toda. Fico nua como eles. Depois a Sandra pega-me na mão, e conduz-me até ao lado da cama. Eu não consigo tirar os olhos daquele pau enorme a ser masturbado por ele. Quando paro ao lado da cama, ele estende a mão livre e acaricia-me as coxas, até que me mete a mão de palma virada para cima, no meio delas, e apalpa-me a rata toda. Fica a brincar com os dedos na minha rata… nos meus lábios… no clítoris. Depois a Sandra mete a mão na minha nuca e obriga-me a debruçar sobre o namorado, até que a minha boca acaba por chegar lentamente ao pau dele, e á medida que o cheiro do seu sexo se vai fazendo sentir cada vez mais, também aumenta a minha vontade de o sentir na minha boca. Quando o faço, ele deixa de se masturbar e fica a afastar-me os cabelos para poder ver eu a chupá-lo. Ele entretanto dobra um pouco o tronco para conseguir chegar ás minhas mamas que estão pendentes ao lado dele, e acaricia-mas. Sinto as mãos da Sandra a percorrer as minhas coxas, até que me obriga a ir para cima da cama e a ajoelhar entre as pernas do namorado. Eu fico de joelhos no meio delas, e com uma mão acaricio-lhe os tomates, enquanto com a outra lhe vou batendo uma punheta e chupo a cabeça da piça. A Sandra vai-se montar em cima da cara dele, e eu vejo-o a lamber a rata que ela faz questão de expor ainda mais, pois com as mãos está a afastar os lábios. Isto deixa-me a imaginar como será sentir aquela língua a lamber a minha cona já toda molhadinha e a certa altura decido trocar de posição com a Sandra e ela não se importou. Eu montei-me em cima da cara dele e enquanto eu era lambida entre as pernas, ela montou-se no pau do namorado. A cabra sabia sempre deixar-me com inveja e ainda por cima atrevia-se a acariciar-me as mamas. Depois de umas cavalgadas lentas, como que pretendo que eu visse bem aquele pau hirto a percorre-lhe a cona de cima abaixo, levantou-se e foi buscar um creme. Veio para junto de mim, e depois de despejar um pouco de creme na ponta dos dedos, passou-os entre as minhas nádegas e enquanto me olhava fixa e penetrantemente nos olhos, ia-me lambuzando o cú. Percebi imediatamente o significado de tudo aquilo, e o meu corpo estremeceu de alto abaixo com a ideia de ter o pau do namorado dela a enterrar-se no meu cú. Essa ideia foi reforçada quando ela me enfiou um dedo, e depois dois, pelo meu rabinho dentro. Não aguentei e tive que me vir, esfregando freneticamente a minha cona na boca dele, enquanto sentia os dedos dela enterrados no meu cú. A minha cona estava em brasa e não aguentava mais o toque da língua dele. Tive que sair daquela posição.
A Sandra levantou-se e foi abrir a porta do roupeiro. Essa porta tinha um espelho grande, no qual nos via-mos reflectidos. O namorado dela levantou-se e conduziu-me de forma a que eu ficasse de gatas na cama, e ele veio ajoelhar-se atrás de mim. Ficá-mos a ver-nos ao espelho, enquanto ele passava o pau duro por entre as minhas pernas, esfregando-mo na rata e no rabo. Depois parou e ficou a acariciar-me com as mãos, enquanto a Sandra lhe besuntava o pau com creme e ele aproveitava para me olear mais o rabinho. Era chegada a hora. Imaginava que nunca havia sido enrabada e que ele seria o primeiro homem a ir-me ao cú. Senti a cabeça do pau a forçar a entrada e escorregou suavemente, enquanto eu procurava relaxar para que não custasse a entrar. Custou um pouco, mas quando pela primeira vez senti os tomates dele encostados a mim, foi com prazer que percebi que ele tinha a piça toda enterrado no meu cuzinho. Baixei a cabeça, e fiquei de lado a olhar para o espelho a vê-lo a aproximar-se a afastar-se do meu rabo, agarrando-me as nádegas e sentindo o pau dele a escorregar dentro de mim. O meu prazer redobrou ao ver a cara dele… o prazer que o meu cuzinho lhe estava a dar, e senti-me com vontade de colaborar mais um pouco e fui mexendo as ancas devagar, mas ao ritmo das enrabadelas. Estava tão relaxada que já não custava nada a escorregar, e o ritmo aumentou… aumentou… até que senti os jactos de esperma quente a correr dentro de mim.
Enquanto me contava isto, pois rapidamente deixou de escrever e passou a murmurar a história que lhe ia na cabeça, ao microfone, ia-se masturbando e acabou certamente por se vir… e eu do outro lado da linha, também não fiquei só a ver.
Quando ela recuperou o fôlego, perguntou:
- Então?... Gostaste da história?
Ergui-me um pouco da cadeira e mostrando-lhe a mão e a barriga esporradas, retorqui:
- O que é que achas?
- Adoro que te venhas por causa de mim, mesmo que não seja eu a fazer-te vir.
Depois de uma pausa:
- Bom!... Estou cansada… vou-me lavar.
- OK. Eu também tenho que ir antes que isto seque.
- Amanhã há mais. Chau meu amor.
- Chau amor… dorme bem.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:10
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Sexta-feira, 22 de Agosto de 2008

Esposa é Para essas Coisas !!!


Oi, gente.
Este é meu primeiro conto aqui.
Sou brasileiro e espero que as diferenças linguísticas não prejudiquem o entendimento do texto.
Esta história foi apenas inspirada num caso que de fato ocorreu com uma amiga. Espero que gostem do conto.
Quem quiser pode se comunicar comigo enviando e-mail para :

virgingirlnomore@yahoo.com

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Obrigado.

Esposa É Pra Essas Coisas!

Era um vidrinho de comprimidos, vazio e cilíndrico. O pacotinho coube bem apertado. Abri o preservativo e coloquei o vidro dentro. Expulsei o ar e dei um nó na boca. Sou facilmente excitável e, quando fiquei de cócoras no banheiro, já estava húmida. O vidro na camisinha lubrificada entrou fácil em minha vagina. Empurrei bastante com os dedos para que ficasse bem no fundo. Assim não haveria riscos. Fiquei de pé, dei passos e percebi que tinha ficado firme. Porém fazia cócegas e me dava uma agonia boa! Mas o momento não era de prazeres e eu estava ficando atrasada. Contudo, ainda quis conferir minha aparência no espelho. Era necessário não demonstrar nervosismo e me apresentar com naturalidade e elegância. Bonita eu estava. Tinha meus cabelos castanhos bem amarrados para trás num coque redondo. Maquiagem discreta que combinava com meu ar sério de mulher honesta e bem casada. Não que eu seja vaidosa, mas há momentos em que beleza e charme são as únicas armas de uma mulher sozinha, indefesa e desesperada. Uma última olhada de lado e gosto do modo como meu vestido florido me aperta a cintura e cai sensualmente sobre a bonita curva de meu traseiro. Então apanhei minha bolsa, as chaves do carro e saí dando passos cuidadosos por causa do vidrinho lá dentro, que agora eu notava ser um pouco grande demais e me incomodava, ainda que gostosamente. Mas tinha que me manter serena e concentrada. Não cheguei muito atrasada.

Havia movimentação no estacionamento e na entrada do prédio,mas tive privacidade para abrir as pernas, afastar a calcinha e conferir se a camisinha não aparecia. Estava tudo ok. Respirei fundo e saí do carro com passos cautelosos. Era dia de visita íntima e a porção de cocaína que salvaria meu marido ameaçado de morte estava dentro de mim. Só estávamos casados havia alguns meses e eu tinha levado um choque quando soube de sua prisão por tráfico de drogas. Minha decepção fora enorme, mas agora eu tinha que ajudá-lo de qualquer forma. Cadeia de cidade pequena é um reduto de corrupção e irregularidades de administração pública. A arbitrariedade reina solta e quem sofre humilhações tanto quanto os detentos são os familiares e amigos que os visitam. Eu tinha apenas uma vaga idéia do que me aguardava, pois era a primeira vez que iria pôr os pés em ambiente semelhante, pois Jorge ainda não tinha me permitido que o fosse visitar naquele inferno. Sou uma pessoa calma, quase sangue frio, mas quando soube que seria revistada por aquela mulher de jaqueta jeans com aspecto de homem, olhando-me com ar interessadamente suspeito, vi que me metera numa grande encrenca e tremi de medo e apreensão. Era meio gorda, porém jovem e até bonita com seu cabelo loiro curto e olhos verdes e grandes.Conduziu-me para um quartinho que ficava logo ali na entrada, do lado interno do grande portão de grades de ferro. - Baixe a calcinha e levante o vestido para eu examiná-la, ela ordenou pondo as mãos na cintura, um sorriso nos lábios finos de cobra maliciosa. - O quê?! fiz eu, alarmada. - É regulamento, Dona; não pode entrar sem estar inteiramente limpa, explicou-me com uma voz suave e gentil que me tranqüilizou um pouco. Eu já sabia que teria de passar por aquela situação vexatória e estava preparada, mas a própria experiência era revoltante demais. Subi o vestido e desci a calcinha. Um vento frio soprou entre minhas coxas com uma sensação de pudor ofendido.

Em seguida a mulher ordenou que eu me agachasse e eu hesitei. Ela insistiu com delicadeza e eu obedeci constrangida. Então abaixou-se também, olhou-me nos olhos sorrindo simpaticamente e pôs a mão sobre meu sexo. Fiquei gelada. Pensei rápido, segureis seu braço e disse: - Sem luvas, moça?! Ela se deteve, encarou-me e ergueu-se me olhando com raiva. Foi apanhar um par de luvas novinho na gaveta de um móvel de aço. Eu queria ganhar tempo para melhor raciocinar e decidir o que fazer. “Se ela quiser me tocar mais fundo, levanto-me e vou embora. Mas antes tenho que correr esse risco; é por Jorge.” Agachou-se ao meu lado e eu senti a mão enluvada roçar em minhas nádegas. Meu coração batia forte a ponto de doer . A borracha fria tocou a borda de meu ânus e tive um calafrio de indignação.Um dedo me massageou ali, pressionou-me de leve e temi que fosse me penetrar a seco, mas logo escorregou para minha vulva, subiu até meu púbis e remexeu em meus pêlos. Ela olhava para mim de vez em quando com seu ar insinuante e eu baixava os olhos, muito envergonhada.Demorava-se demais em passar a mão por toda minha fenda. Achei que abusava de mim mas não me atrevia a contestá-la, pois era muito delicada minha situação e não queria desagradá-la. O vidro dentro de mim se movia naquela posição e ameaçava sair com os apertões involuntários de seu esconderijo vivo e lubrificado. Eu notava a respiração da mulher se tornar cada vez mais ofegante. Eu mesma me inquietava eroticamente com sua mão curiosa vasculhando meus pêlos e dobras, o objeto sendo apertado, apertado, já quase saindo. Fiquei furiosa com meu próprio corpo ao me dar conta de que os toques daquela mão xereta me excitavam e me prejudicavam em meu segredo criminoso. - Já não me examinou o bastante?! eu perguntei, louca para me livrar de tamanha perturbação. - Só falta verificar uma coisinha, ela disse, e senti dois dedos procurando a entrada de meu sexo.

- Não! eu gritei me levantando rápido e suspendendo minha calcinha. Ela se ergueu surpresa com minha reação. Olhou-me em silêncio por um instante parecendo desconfiada de alguma coisa. - Vou embora! venho outro dia, eu disse apanhando minha bolsa. Meu nervosismo era evidente. Tentei atingir a saída mas ela não permitiu. - Aguarde só um instante, por favor, ela pediu, e deixou o quarto trancando a porta. Fiquei confusa e assustada. O que ainda havia para aguardar?! Retornou logo em seguida acompanhada de um homem de seus quarenta anos que, pelas roupas, o ar autoritário e um grosso bigode negro, fez-me supor que se tratava de um superior seu, talvez um elevado funcionário da carceragem . Eu continuava apertando minha bolsa contra o peito, nervosa, enquanto o homem me olhava à entrada da porta, um sorriso cafajeste de estar apreciando as formas de meu corpo. Ele virou-se para a mulher e disse com uma voz forte e grossa. - Obrigado, Ana; pode ir agora que eu assumo. A funcionária deixou o quarto me lançando um olhar e um sorriso de desprezo. Eu quis acompanhá-la mas o homem obstruiu minha passagem. - Qual o problema, meu Senhor? Por que isso?! Apenas quero ir embora; com licença! - Não pode, Senhora. Está detida até que se deixe examinar por completo. A Senhora é suspeita de estar ocultando alguma coisa ilegal em seu corpo. Estava perdida. Minha garganta se fechou com um nó de choro. - Mas isso é um absurdo! - Se estiver limpa, será solta de imediato, mas minha experiência diz que você é uma criminosa, afirmou ele me olhando nos olhos com um sorriso perverso, parecendo se divertir com meu desespero. Não gostei nem um pouco de seu jeito ambíguo de me tratar por Senhora enquanto passeava os olhos por meus seios mal escondidos pela pequena bolsa. Até me arrependi do decote ousado e que nem era meu estilo, pois sou recatada e pouco vaidosa. Mas eu estava detida e ele foi rápido em sua ação.Atordoada, nem tentei evitar que puxasse meus braços e me algemasse. Eu era ignorante em relação aos meus direitos em tal situação, porém tinha certeza de que seu procedimento era ilegal e abusivo. Tentei argumentar, mas foi em vão; virou-me de costas e me obrigou a me inclinar e apoiar as mãos algemadas sobre uma mesa. Foi até a porta e trancou-a. Perguntei o que iria fazer e ele respondeu que teria de me revistar. - Como?! Só pode estar brincando! exclamei. Mas ele falava sério e suspendeu meu vestido, prendendo-o com um nó na cintura. Tentei me virar mas ele me empurrou com força e deu um berro para que eu ficasse quieta. Apavorei-me com sua violência e fiquei imóvel. Enquanto baixava minha peça íntima, alertou-me de que eu me complicaria mais ainda se tentasse resistir. - Bela bunda, moça! seu esposo tem bom gosto! ele atreveu-se a dizer de modo muito grosseiro após abaixar-se detrás de mim e descer a calcinha até os tornozelos. Eu apenas fungava e enxugava minhas lágrimas, pois estava derrotada. Contudo ainda protestei alegando que não era correto um homem fazer aquilo. Por que ele e não a moça que tinha me revistado antes? Respondeu-me que agora eu era sua responsabilidade e começou a apertar minhas nádegas. A indignação me invadia mas o medo me fazia tremer e apenas chorar em silêncio. - Não tenha medo, meu bem; só estou fazendo meu trabalho, garantiu-me, mas com uma voz de gentileza pouco confiável. Eu não podia fazer nada exceto torcer para que tudo terminasse logo e eu pudesse deixar aquele lugar horrível para sempre. Eu soluçava enquanto ele me tocava. Passava as mãos em meu traseiro de forma muito desrespeitosa. Seus dedos bolinavam meu ânus e sexo com bastante demora e insistência. Outra vez tive a impressão de estar sendo abusada. Dessa vez, numa esperança ingênua, não exigi luvas para não encorajá-lo a me vasculhar internamente. Mas aconteceu o que eu mais temia: a camisinha já estava na boca de meu sexo e aparecia. Ele a viu, puxou um pouco e disse num tom canalha: - Então não esconde nada, hein! moça?! Ou será que alguém deixou isto aqui por esquecimento? há! há! Comecei a soluçar forte, abalada pelos mais amargos sentimentos. Além de não poder ajudar meu pobre marido, ainda seria presa como uma criminosa, logo eu que só pensava em ser uma boa esposa e dona de casa, vivendo honestamente ao lado de Jorge. O homem obrigou-me a deitar de bruços sobre a mesa.Passou a mão em minha vulva e em seguida puxou a camisinha devagar. Esta esticou saindo lentamente com o vidro. Ele tinha perdido todo o respeito comigo e dizia: - Isso aqui é uma visão maravilhosa, moça! Sua buceta é linda quando se abre! He!He! Eu soluçava ao sentir a prova de meu crime sair de dentro de mim, e de um modo tão vergonhoso. - Meu Senhor, por favor me ajude. Não me prenda! Não sou criminosa, só estou tentando ajudar meu esposo, que pode ser morto por um bandido aí dentro se eu não lhe entregar essa coisa, eu implorei. - Sim, mas vamos ver o que temos aqui primeiro. E retirou o vidro de uma vez. Eu me virava de lado e vi que ele levou o objeto dentro do preservativo molhado ao nariz, cheirando-o de olhos fechados como se aspirasse um aroma agradável. Fiquei enojada quando colocou o vidro na boca e chupou-o. - A senhora é deliciosa, moça! Se for mesmo uma boa esposa, vai me deixar examiná-la melhor, depois poderá ir ver seu marido e ir pra casa. Está bem assim? O que eu mais podia fazer?! Era ser prática e evitar arruinar minha vida para sempre, assim como ajudar meu Jorge. Até agradeci a Deus por ele querer fazer aquele acordo, apesar de humilhante e repulsivo. Apenas balbuciei: - Está bem... Ele já tinha baixado as calças e vi seu pênis feio e branco sair da cueca. Fechei os olhos e virei-me, escondendo o rosto, que ardia de vergonha. Deitou-se sobre minhas costas e beijou meu pescoço, minhas orelhas e lambeu meu rosto. Seu hálito trescalava álcool. Seu bigode fazia cócegas em minha pele fina com uma sensação de bicho peçonhento. Ele murmurava como que deliciado e respirava cada vez mais forte, seu pênis pegajoso rolando quente logo abaixo de meu espinhaço. Eu odiava o que ele estava fazendo e ao mesmo tempo, para meu próprio desgosto, descobria que tinha arrepios suaves e prazerosos. Ele quis beijar minha boca mas não permiti . - Gostosa e recatada, hein! ele comentou, e mordeu meu pescoço, babando-o todo. Seu membro encaixava-se entre minhas nádegas, depois descia e tocava minha fenda . Era horrível sentir aquele homem enorme e cabeludo deitando-se sobre minhas costas, tão diferente de meu Jorge, o único homem que já me havia tocado em toda minha vida. Mas...oh! meu Deus! Para minha grande infelicidade,dei-me conta de que estava ensopada sob suas carícias imorais! Não era possível!

Outra vez minha sensibilidade exacerbada conspirava contra minha dignidade! Eu tinha contrações e até parecia que meu sexo queria capturar o pênis que o incitava, abria e lambia sem penetrá-lo. Meus seios inflavam de desejo enquanto as mãos dele os apertavam. De repente, abaixou-se e senti uma lambida molhada e forte percorrer de meu clitóris até meu ânus, causando-me intensos arrepios.

- Oh! eu fiz, sem saber o que realmente sentia. Era tão nojento e depravado que fez meu ânus se abrir à força com sua própria língua, que ficou se revirando dentro de mim. - Ãh! Ãh!! que está fazendo, meu Senhor?! eu gemia com repugnância e ao mesmo tempo delirando com o prazer áspero se revolvendo em minha carne. Ele se impacientou e voltou a ficar de pé. - Maravilhosa, Moça! Maravilhosa! ele exclamava massageando minha vulva com muita força causando me choques na raiz do clitóris. Eu olhava tudo sobre meu traseiro e via um pênis grande e empinado se agitar enquanto tinha um dedo entrando em mim no lugar menos apropriado. E, sem que eu esperasse, pegou o vidrinho que estava sobre a mesa e introduziu-o de volta em seu local de origem, quase bruscamente, causando-me uma dor com uma pontada de prazer. - Hei! moço! Por que fez isso?! Machucou-me! - Sua buceta é linda, mas por enquanto está cheia. Quero ver o que tem neste outro buraco. - Como?! Mas não vai encontrar nada aí! Por que isso agora?! perguntei assustada e sem querer dar a entender, por pudor, que compreendia sua intenção. É regulamento, minha senhora, gracejou ele descaradamente. Já excitada, isso me deu uma sensação estranha, um desejo esquisito e inconfessável de ser mesmo examinada ali. Mas eu não aceitava esse sentimento e dizia para mim mesma: “ É só por Jorge, por mim, por nós dois.” Entretanto, ele não se demorou e eu senti a glande molhada beijar meu orifício desocupado. Forçou e aos poucos veio para dentro bastante grosso e rígido, dilatando-me dolorosamente e comprimindo o vidrinho no outro canal. - Ai! meu Senhor, não entre mais, por favor! implorei, mas ainda assim adorando o incômodo de ser preenchida por dois cilindros de uma só vez. Mas ele foi docemente cruel e não deixou de forçar até introduzir-se todo. Ajeitei-me para facilitar e acolher melhor aquele castigo bom. E suportei porque não era tão ruim o modo como fez(e não era mais virgem ali desde meu casamento).

Segurou em minha cintura e começou a se satisfazer, dizendo com voz estrangulada de prazer: - Hum! coisa gostosa é essa sua bunda apertada, moça! Puta que pariu! Horrível saber que eu gostava daquela fricção grossa e quente ardendo em meu reto. Por que eu gostava , meu Deus?! Por que Jorge não invadia aquele quarto pra me salvar?! - Gostoso, hein, Dona? ele murmurava no meu ouvido colando o corpo no meu, o membro latejando fundo em minhas entranhas. E voltava a escorregar com força, causando barulhos molhados que me envergonhavam ainda mais. Meu corpo indeciso queria expulsá-lo mas ao mesmo tempo senti-lo mais dentro. Porém não cabia a mim controlá-lo, apenas recebê-lo sem reclamar. Fez devagar e incompleto a princípio, enquanto me afagava as nádegas e me elogiava grosseiramente. Mas logo enlouqueceu e não me poupou, empurrando-me junto com a mesa cada vez que me atingia bruscamente. Doía quando entrava todo de uma vez, mas era gostosa a sensação de tê-lo passando rápido e escorregadio por meu ânus e pressionando o objeto arredondado em minha vagina. Eu me esforçava para não deixá-lo notar isso.Tapei até a boca para abafar meus gemidos de gozo. Ele também grunia e me estapeava as ancas dizendo obscenidades, já sem nenhum respeito. Mas isso não me incomodava pois era invadida por um prazer insuportável, gozando repetidas vezes com minha vagina espremendo o vidrinho lá dentro. Por fim ele se moveu com violência, ficou parado, apenas dando trancos esparsos em meu traseiro com a virilha. Ejaculava fartamente em meu interior. Deixou-me cheia de seu líquido e afastou-se urrando com satisfação: -Ôh!Ôh moça! o seu rabo é gostoso pra caralho!!!

E deu uma palmada forte em minha bunda, dizendo: - Está liberada! Vá ver seu marido e não se preocupe com o horário de visitas. Apareça sempre que quiser e não se esqueça de me procurar. Então retirou as algemas. - Obrigada, moço! não vou esquecer o que fez por mim e por meu marido,eu agradeci. Fim

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:48
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Sexo Estranho com uma estranha


Olá a todos. Costumo ler os contos e às vezes fico a pensar porque não partilhar também um pouco das minhas “poucas” aventuras, quando comparadas com as loucuras que leio e que nunca tive o prazer ou a felicidade de saborear.

Andava já há uns anos a pensar como seria sexo com uma estranha e o pensamento não me saía da cabeça. Como uma coisa assim não é tão simples de acontecer fui desligando desse pensamento até que um dia já há 6 ou 7 anos numa fase em que apareceram aqueles clubes estranhos de sms, tipo enviar mensagem e depois consoante as respostas ficávamos a falar com uma pessoa, resolvi participar. Assim sendo no mesmo dia em que participei saiu-me alguém que parecia na mesma sintonia que eu, e logo após algumas mensagens já me perguntava se eu era “grande” ou não. Já agora respondo… não, não sou grande. Mais meia dúzia de mensagens e lá combinámos numa bomba em Loures pois ela morava por ali. Eu na altura ainda morava com os meus pais.

Resolvi omitir o meu tamanho para não acabar com a aventura precocemente (não fosse ela só querer dotados), mas também não menti em nada. Ela acabou por mentir um bocadinho. Disse que era loira bonita e com bom corpo. Estava a achar muita fruta mas como tenho uma voz muito charmosa acho que a seduzi um pouco e lá no encontrámos. Claro que quando cheguei ela era baixa e gordinha (não tenho nada contra gordinhas) não era bem feita como tinha dito e de loira também tinha pouco. Apesar de me sentir um pouco defraudado ela não era má de todo e resolvi segui-la até casa. Depois de entramos tivemos assim uns minutos estranhos de conversa de chacha…. confesso que foi uma situação um pouco desconfortavel.

Ela começou a puxar por mim e a perguntar se eu lambia bem assegurando que era uma chupadora nata. Comecei a despi-la e a apalpar as belas mamas enquanto as mãos começavam a explorar um pouco mais a baixo. Empurrou-me a cabeça para o meio das pernas dela e quase me trancou ali. Tirei-lhe as cuecas e comecei a passar a cara e o queixo pelos lábios dela antes de a lamber… foi o minete mais esquisito que fiz… senti-me um pouco obrigado a estar ali e a dar-lhe prazer quando o normal é eu adorar lamber uma bela e sumarenta coninha. Parecia um trabalho encomendado e não me estava a sair naturalmente, mesmo assim lá estive até ela se vir e me doer o queixo e a língua. Vim para cima e puxei-a para baixo onde ela me deu umas lambidelas tímidas e me deixou a pensar… isso é que é o melhor broche do mundo? (já bati punhetas melhores com o braço esquerdo) Além de nada de especial ela estava com cara de “fode-me” e não se estava a aplicar muito no broche, por isso pedi para me por o preservativo e depois puxei-a para mim e enterrei-a bem…. Hmmmm que delicia… finalmente começava algo a parecer natural e a saber bem… ela tinha a coninha apertadinha e estava ensopada… virei-a de barriga para cima e bombei como se não houvesse amanhã pois apesar de estar a ser um pouco melhor, não conseguia sacudir a sensação de estar ali por estar… só para dizer que um dia tive sorte e fodi uma estranha… Continuei a bombar até que ela se veio… resolvi aproveitar e virei-a enquanto ela ainda saboreava o orgasmo ( que também não me pareceu muito intenso) e comecei a passar a cabeça da pila pelo cuzinho dela… ela não disse nada e comecei a entrar devagarinho… quando a cabeça já tinha entrado ela começou a dizer que não que não queria e que estava a doer.. eu ainda insisti mais um pouco mas como não estávamos os dois naquele estado doido de loucura, não insisti e voltei a enterrar na coninha e assim continuei até me vir. Tirei o preservativo e vim me nas costas dela… caí para o lado e fiquei a pensar que tinha sido o episódio sexual mais estranho da minha vida… estava um clima estranho e dava para ver que ela tava na mesma…

Não houve click… não houve química.. não houve desejo… não houve aquela tesão que até doi… enfim… apenas duas criaturas com vontade de foder…. que lá foderam… e pronto…

Sorrateiramente fui me passar por água e dei um toque a um amigo que já estava alertado para o facto de eu poder precisar da intervenção dele. Ligou-me a dizer que lhe tinham roubado o carro e eu com o meu ar sério e terno pedi desculpa mas era uma emergência e tinha que sair. Tive o cuidado de falar bem perto dela ao telefone para ela ouvir o stress do meu amigo e não ficar magoada com a minha saída logo depois do sexo. Até hoje acho que ela também ficou aliviada mas como não o demosntrava resolvi parecer o mais cavalheiro possível.

Não sendo eu nenhum artista de circo já dei grandes fodas e não duvido que ela também… mas eu e ela…. Não se aproveitou nada a não ser a realização da fantasia de sexo com uma estranha, que foi tão estranho que acho que não gostei… gostei de tudo até nos encontrarmos depois foi mais – já que cá estamos vamos dar uma…
Não ia perder a oportunidade mas no fundo ficou muito aquém do que costumo fantasiar… nem direito a cuzinho tive… e eu que gosto tanto…

Não me saiu o tiro pela culatra…. Mas não foi nada do que eu tinha imaginado. Nem todas as histórias são perfeitas, como às vezes parece pelo que se lê aqui. Tenho umas bem mais interessantes que irei partilhar noutra altura.
Beijos e abraços

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:45
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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Eu e Meu cunhado


Permitam-me que preencha estas páginas níveas que se seguem, com uma narrativa de adultério e obscenidade. Há dias tive oportunidade de conhecer o irmão do meu marido, Cristiano de seu nome, que até então, tinha estado preso em França, devido a uns problemas com contrabando. Deixem-me confessar-vos que fiquei logo fascinada por ele, pois trata-se de um homem encantador, alto, bem constituído e com um olhar de nos deixar pregadas ao chão. Por motivos de circunstância, o meu marido convidou-o a ficar lá em casa durante umas semanas, até ele encontrar uma casa e arranjar emprego, o que ele aceitou com bastante agrado. Numa tarde em que a chuva teimava em fustigar as ruas, eu regressara do emprego mais cedo, completamente encharcada e, oh, adivinhem quem me esperava à “minha porta” com uma toalha sequinha. - O Cristiano! Pois...Ele aproximou-se e envolveu a toalha em redor dos meus ombros, prendendo-me com os seus braços fortes. - És linda, lígia.

Sabes há quanto tempo, eu não estou com uma mulher? – Sussurrou ele, levemente ao meu ouvido. -Não. Mas presumo que há muito... – Deduzi eu, a tremer de desejo. Repentinamente, ele dobrou-me, e senti a sua boca castigar a minha, num longo e ardente beijo selvagem. Imediatamente senti as suas mãos procurarem as minhas mamas, descendo seguidamente para as partes íntimas. Oh, ele estava a pôr-me doida. E mais doida fiquei, quando ele me arregaçou a saia e, afundou o seu rosto maciço na minha zona proibida, fazendo-me vibrar, nem uma adolescente depravada. - Ah, Cristiano...que maravilha... – Ronronei eu, completamente arrebatada pela sua língua prodigiosa. - Humm, Ligia... Seguidamente, empurrei-o para cima do maple e ataquei a sua berguilha, sacando-lhe o mastro das calças. Mas que pau, que ele tinha! Em toda a minha vida nunca tivera nada igual entre as mãos. E foi com as duas mãos que o empurrei para dentro da minha boca, para o mamar desenfreadamente. -Mmm...Cristiano...Que belo caralho que tu tens! – Sussurrei eu, com aquela haste demorada entre os meus lábios. - Mama, querida. Engole-o todo, filha!... – Disse ele, estreitando os olhos.

Após uma demorada foda oral, Cristiano lá se dignou a submeter-me numa posição curvada, para depois me penetrar com todo o seu vigor sexual. Oh, sim...fode-me Cristiano! Sim, na coninha! – Bradei eu, inebriada pelo seu caralho monumental, que me fazia obter espasmos lúbricos, que me deixavam à beira da loucura. E foi numa verdadeira loucura que ele furtou o bastão de dentro da minha coninha viscosa, e mo ofereceu de novo para eu mamar. - Mama, Ligia!...ah, estou-me a vir!...bebe o leitinho todo... – Reclamou ele, com o tom de voz enrouquecido. - Sim, Cristiano...Dá-mo...Dá-mo todo! - Roguei eu, desejosa de receber o seu esperma viscoso na minha boca. Por fim ele veio-se demoradamente nos meus lábios. Recebi o seu leite quente, sob diversos esguichos, que me lambuzaram, desde as mamas, até à face.

Mas o Cristiano ainda não estava satisfeito. Estivera demasiado tempo sem foder uma mulher, e agora tinha-me ali a mim, completamente disponível para ele. E sem me deixar respirar, tornou a virar-me. - Agora vou comer-te o cuzinho, minha linda! – Insistiu ele, meigamente. E foi com meiguice, que ele enfiou o seu bordão no meu cuzinho, fazendo com que eu fosse às nuvens num instante. Oh, ele fornicou, e castigou-me com prazer e loucura, até se vir de novo, mesmo no meu cuzinho macio. Oh, forniquei com ele toda a tarde, até o meu marido chegar. Durante duas semanas, todos os dias deixei que Cristiano fosse o dono do meu corpo, permitindo que ele me fodesse de todas as maneiras que vocês possam imaginar. Depois ele arranjou uma casa noutra cidade, e foi-se embora deixando-me “morta” de saudades

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:18
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1º Vez a Tres


A nossa Primeira vez a Três


Tudo começou a já bastante tempo, comecei por ter pensamentos em ver a minha mulher fazer amor com outro homen .Quando fazíamos amor imaginava ela dando para outro, e dizia no ouvido, a primeira vez ela ficou pasma e no final da transa ficamos calados e um pouco envergonhados até ao dia seguinte.Com o passar do tempo isso foi se tornado um habito apesar dela não querer, mas notava que cada vez que falava em ela ser comida por outro homen ela se vinha com mais abundância e a cona dela fica mais aberta e húmida. A partir de uma certa altura ela começou também a opinar dizendo que o dia que isso acontece-se só ia dar para outro, e que não queria usar preservativo, pois quer sentir ao natural e ficar com a cona cheia de espora de outro homen pois como nunca fez sexo com outro queria saborear a 100%.

Então nessa altura disse que tudo bem logo que ele apresenta-se um exame que é imune de qualquer doença, quanto á questão de engravidar não haveria problema pois ela já fez a laqueação, então vou imaginado ela a cavalgar em cima de outra piça como ela bem sabe fazer, e depois ia por trás e foder o cu, pois ainda era virgem, ela dizia que não pois quando fodesse com outro iria deixar tirar os três ao cuzinho dela, tudo isto era o que falávamos ao longo dos tempos durante as nossas transas, até que á uns dias atrás ela viu uma piça enorme na Internet e ficou admirada, e até comentou que aonde aquela piça entra-se até saia pelo cu, respondi que não, então fomos foder e durante a transa disse-lhe para fechar os olhos e pensar que estava a foder com outro homen, prontamente ela se deixou embalar pela imaginação pela primeira ao longo deste tempo e fodemos até ela se ter vindo três vezes e ficar com a cona toda aberta e vermelha, foi fenomenal.

No dia seguinte disse-lhe que estava na hora de passar á pratica á noite vestiu uma blusa de alça, e uma mini saia de ganga que lhe dava pouco abaixo do cu, e como ela tem um bubum tipo melancia, umas coxas grossas e uns seios xxl bem constituída nos seus 1,75cm cabelos pretos, fomos sair até a uma esplanada, estávamos sentados e as suas pernas ficavam á mostra quase que se via a calcinha. Em frente estava um rapaz com os seus 27 anos que não parava de olhar por baixo da mesa, e eu notei que ela reparou nisso nada escondia, no momento fiquei com ciúmes e ao mesmo tempo tesão e o meu coração começou a bater com mais força. Levantamos e fomos embora para o carro, e falei-lhe que ela tinha dado cinema para o rapaz, ela disse que não tinha reparado que ele estava a ver, mentira a dela entretanto entramos no carro e o rapaz vinha no passeio, e eu disse-lhe a ela chegou a oportunidade, eu abri a porta e disse-lhe a ele se queria vir ele prontamente entrou para o banco de traz, e arrancamos, ela ficou abismada e nada disse, quando já íamos a caminho de procurar um motel, disse-lhe para passar para o banco de traz ela não negou e sentou-se ao lado do rapaz, que logo em seguida ele lhe colocou a mão esquerda nas coxas dela, e ela nada fez, o tempo foi passando e reparei pelo retrovisor que ele colocava a mão para debaixo da mini saia talvez a esfrega-lhe aquela cona carnuda e depilada, e notei que ela mexia os seus lábios e cerrava os olhos. A mão direita dele começou acariciar os seus lindos seios volumosos, por debaixo da camisa, a um dado momento ele começou a beija-la na boca, e como ela é demasiado quente e sei que se derrete toda, e entrega-se estavam num grande amasso, foi quando vi que ele lhe estava a tirar as cuequinhas, e continuou a beijar, e a meter talvez os dedos na coninha dela. Entertanto ela já suspirava e começava a dar gemidos, foi quando fico surpreso ao vela a desapertar o ziper das calça dele e a tirar a piça dele para fora e começa a punhetar, coisa que ela nada gosta de fazer, pois quando lhe peço é um castigo para que ela o faça. Como o ambiente ali já ia muito quente e aquele cheiro a sexo no ar reparei que ele com os dedos enfiados na cona dela fazia tantos movimentos que ela se veio ao gritar com um ar de satisfeita, entretanto ela continuava a punhetar a piça dele com muita força até que um jato de esperma saltou para a parte da frente do carro e caiu na alavanca das velocidades. Isto ao fim de uns vinte e cinco minutos, já achegar ao motel, parei pedi o quarto e entramos. Saímos do carro e subimos as escadas ela na frente com a mini saia e sem calcinha eu atrás dela e a meter-lhe a mão debaixo da saia acariciar-lhe o cu e a vagina dela todas molhada e pegajosa, entramos no quarto e dei-lhe os dedos a lamber juntamente com a minha boca. Demos um beijo profundo de língua e o rapaz começou a colocar a mão na cona dela e a esfregar com volúpia, ele baixa-se e começa a lamber-lhe a cona, enquanto nós nos beijavamos, depois ele levantou-se ela largou-me e começou a despir-lhe as calças e a tirar-lhe os boxer e começa a lamber-lhe a piça como se estivesse a saborear um gelado, coisa que ao longo destes quinze anos se fez isso umas cinco vezes foi muito, visto ela dizer que lhe da nojo lamber a piça, mas naquele momento ela fazia-o e dava a entender que estava possuída por alguma coisa, lambia tilintava-lhe com a ponta da língua e tornava a engolir, até que ele tirou a saia dela camiseta e soutien e deitou-a na cama, deu-lhe mais uma lambidela na cona abriu-lhe as pernas e ia começar a colocar o preservativo, mas ela disse-lhe que não valia a pena e pediu que ele lhe enterrasse aquela piça toda na cona dela até se esporar dentro dela, dizendo que era para eu ver como ela ia realizar o meu desejo de a ver a foder com outro.

Ele começou a bombar com força até desaparecer a piça dentro da cona dela ela gemia, ela abria as pernas para o lado para poder receber profundamente aquela piça, até que começa a gemer com mais força, a berrar baixinho e vejo que ela se esta a vir e ele também começa a grunhir e espora-se dentro dela, tira a piça e começa a escorrer pela cona e pernas a espora, para minha surpresa coisa que ela nunca fez começa com os dedos a apanhar a espora e começa a lamber para dentro da boca, e faz sinal para mim e aproximei-me e beijou-me com a boca cheia de espora e vai com os dedos á cona traz mais espora e lambe os dedos e da a lamber e beija-me, e diz! Era isso que tu querias, pois durante estes anos tu falavas e eu não queria, mas fui também imaginando, e adorei ser puta por uma vez, não és tu que dizes, que tenho um bom corpo, umas boas mamas e uma boa cona que chega para outros comer.

E assim vai ser, e agora ainda vais ver mais, chama o rapaz começa a acariciar a piça dele e a lamber ate que ela fica dura manda-o deitar na cama e sobe para cima dele de costas para a cara dele e começa a cavalgar naquela piça, os seios dela balançam para o ar, ela contorce-se toda ele apalpa-lhe os seios, ela faz um sinal para eu ir, coloco-me a frente dela, ela abocanha-me a piça e ao mesmo tempo que cavalga a piça dele quando começa a fazer com mais força e a gemer vai-me esfregando os tomates e começa a vir e com a boca começa a querer morder a piça e aperta com tanta força que me venho dentro dela, saio da frente, ela sai de cima dele baixa a boca até ao rapaz e beija-lhe na boca e divide o meu esperma com ele. Depois volta a subir para cima dele já virada para a cara dele e começa e cavalgar nele e a beijar, chama-me novamente e pede que eu lhe coloque um dedo e depois dois dedos nu cu dela, e diz nunca dei o cu mas tinhas dito quando eu fodesse com outro que tinha que te dar o cu enquanto eu estivesse a foder em cima dele, pois bem chegou a hora, mete lá os dedos e vai alargando esse cuzinho virgem, então eu comecei a minha tarefa ate que ao fim de uns dez minutos já depois ela já estar bem montada em cima dele, e já bem alterada fui encostando a minha piça na porta do cu dela e meti para dentro, devagar até que entrou tudo dentro, parei um bocado e ela disse começa a foder com mais força, fui entroncando dentro dela ele debaixo dela também fui mexendo ate que chegamos a um momento estávamos todos em sintonia nas movimentações, ela berrava de prazer, gemia contorcia-se toda até que o rapaz começa a vir novamente dentro dela, e ela também começou a escorrer a seiva dela, eu começo também a ejacular dentro daquele cuzinho que ate então era virgem. Sai de cima dela ele saiu de baixo ela deitou-se na cama virada para cima a descasar e com os olhos fechados a recordar eu coloco-me de um lado e o rapaz do outro e começamos a lamber-lhe as pernas, e aquela cona maravilhosa cheia de dois espermas lambemos e engolimos o que podemos parecia um doce de vários aromas.

Ela já estava mais composta e sentei-me na cama, ela começou a lamber-me a piça acariciar, e a meter dentro da boca, nisto quando já estava erecta encostou a cona dela na minha piça e sentou-se até desaparecer por completo abraçando-me e beijando-me e ia cavalgando cada vez com mais força até que se veio e eu também, e dizendo que adorou esta experiencia, e que só espera de que isto não se vá tornar um vicio. Sai de cima coloca-se de quatro em cima da cama e pede ao rapaz que a coma de quatro, ele chega-se por trás e enfia aquela piça na cona dela toda lambuzada de espora e toda aberta, eu coloco-me a frente dela deitado com a piça para cima ela começa a lamber a chupar, ele fode-a cada vez com mais força ela contorce-se e recebe aquela piça e movimenta com o rabo contra a piça dele para ajudar a foda até que eu me começo a vir novamente ela vem-se também e ele acaba por esporar-se na cona dela, e começa a cair pelas pernas abaixo, ela vira-se e abocanha-lhe a piça toda na boca, ate parece que é uma chupeta para a menina não chorar. Depois ela diz-lhe que só o deixou esporar dentro dela, porque ela já fez a laqueação e como tal já não engravida, e queria sentir outra piça a esporar dentro dela que não a do marido, adorou por uma primeira vez foder com outro homen, ainda por cima mais novo dez anos, é como se estivesse a recuperar o tempo perdido, de até então se só ter entregue a um homen e não ter experimentado outras piças naquela cona rexoxuda e sumarenta como diz o marido, que ela tem cona que chega para partilhar com outros homens. Em seguida fomos tomar um duche e eu e o rapaz esfregamos-lhe o corpo todo como se tivéssemos a dar banho a uma deusa do amor, e beijamos novamente aquela cona toda aberta, vermelha de tanto ter fodido, em seguida fomos embora ela sem calcinha e sem soutien, pois quis dar de presente para o rapaz recordar, que tinha fodido com uma mulher casada, e que tinha sido o segundo homen a comer aquela cona maravilhosa.

Foi uma experiência única e gozamos todos como uns loucos, e a partir desse dia penso que nunca mais seremos os mesmos, e só o tempo o dirá.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:16
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