Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Mulher a Dias 2ª Parte


Como tinha prometido ca estou a contar o que aconteceu a seguir:
Eram 8,40 quando a campainha tocou, muito a custo levantei-me para abrir a porta, como moro num 4 andar, ela levou algum tempo a chegar ca a cima, como eu durmo nu, nao me preocupei em me vestir, pois ela ja me tinha visto nu e assim podia comprovar o que que me ia na ideia.
Quando ela chegou ao meu apartamento e entro a porta que estava encostada e au tinha ido para a cama acabar de descançar(?).
Ela foi entrando e foi direita ao meu quarto, quando la chegou ficou muito admirada de me ver nu em cima da cama mas com o pau murcho. virou costas e foi para um quarto que tenho de vago, e onde ela iria mudar de roupa para trabalhar.
entretanto levantei-me e fui para a casa de banho fazer a minha higiene, e como e habito em minha casa nunca se fecha a porta da casa de banho, por uma questão de segurança, quando ela sentiu que eu estava la apareceu e perguntou-me se podia tomar um churo rapido para fica mais fresca, claor disse que sim, mas sem olhar, mas quando ela entra eu vi pelo espelho que ela ja andava nua com um corpimho de fazer um morto entesar, claro que o meu entesou quase logo, quando ela entrou na banheira eu fui logo para la juntamente com ela, e comecei a meter maos e dedos por todos os sitios possiveis, ela delirou, de repente, com o chuveiro a correr baixou-se e meteu boca no meu pau, e começou uma broche debaixo do chuveiro, foi uma delicia, nao me vim na boca ela nao quis mas pos-se de 4 e ofereceu-me uma cona toda humida de tesao e da agua, claro que meti a piça la dentro e foi uma foda demorada, mas quando ela sentiu que me estava avir pediu para meter no cu
,claro que nao me fiz de esquesito e la vai piça e foi bombar ate quase me vir, nessa altura pediu para me vir na boca e bebeu tudo.
acabamos o banho e fomos para o quarto ja fresquinho e lavadinhos, ela pediu-me para le fazer um minete, que queria vir-se na minha boca,claro que é uma coisa que adoro e , modestia a parte faço muito bem e com muito prazer, estivemos ali bastante tempo em que ela gemia e gemia de prazer, veio-se varias vezes, de repente vira-se e pede que meta a lingua no cu, adoro fazer isso tambem e ela, para variar veio-se mais algumas vezes.
Quando demos por ela ja eram 10 horas.
A Pietra disse agora vamos ao trabalho que é para isso que me paga, foder e um prazer do dois.
quando chegou a hora de almoço convidei-a para almoçar comigo. ela aceitou, almoçamos e a Petra foi embora com a promessa de voltar 3ª feira, mas eu disse que naoera so na quarta, ao que recebi a resposta, que nao vinha trabalhar mas sim para dar umas fodas e se podia trazer uma amiga para foder comnosco, esitei mas acabei concordando. despedimo.nos e eu fiquei a espera do dia seguinte.
depois conto o que se passou, mas nao sei se vou agunentar este ritmo pois ela e fogosa demais.
mas a minha esperança e que a amiga goste de minete pois essa uma especialidade minha e faço com muito gosto.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:54
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Mulher a Dias


Tenho andado a ver se arranjo uma mulher que venha fazer umas horas em minha casa para a manter limpa e a roupa arrumada e passada.
um amigo meu sabendo desse meu pequeno problema mandou-me uma conhecida dele que faz esses trabalhos.
Hoje cedo (cerca das 9,30h da manhã, tocaram a minha campaínha atendi e era uma mulher que vinha da parte do sr. Antonio, como eu tinha acabado de tomar banho estava ainda de roupão e sem mais nada vestido.
Quando a mulher chegou ao meu andar abri-lhe a porta e ela entrou para a sala,reparei que era uma mulher ainda jovem cerca de 30 anos, pequenina,roliça e bem composta de carnes, mas isso ficou para outra observação, iniciamos a conversa, querendo eu saber onde morava, se era casadaou nao etc. quanto queria ganhar e quantas horas podia fazer e em que dias, ao que ela me respondeu que podia vir todos os dias e fazer 2 a 3 horas e que recebia ao mes ou a semana se fosse ao mes seriam €60, o que eu nao achei caro.
fomos conversando sobre o que eu gostava que ela fizesse etc. como eu queria as coisas e se viria de manha ou de tarde.
Reparei que enquanto eu falava com ela o meu roupão abriu um pouco e deixou ver um pouco o meu penis que embora em ponto morto e grandito, e ela nao tirava os olhos dele, eu quando me apercebi dessa situação, a brincar perguntei-lhe se nao fazia sexo com o marido, ao que ela respondeu que nao sabia o que era isso ja alguns meses pois estava zangada com o marido, alem dele não se interessar por isso, e por esse motivo passava muitas privaçoes de prazer. eu fiquei um pouco sem geito, mas fui dizendo se ela estava interessada numa fodinha?, a reação dela foi instantania, ajoelhou-se entre as minhas pernas e começou um valente broche , como eu ja nao tinha ha muito tempo, entretanto foi-se despindo com a minha ajuda e quando estava toda nua pediu para eu a foder em todos os buracos, e eu fiz-lhe a vontade, comi-lhe a cona ela veio-se abundantemente e de seguida sem deixar que eu me viesse, pediu para a enrabar, e que cuzinho apertadinho, bem lubrificado entrou o pau sem dificuldade, e ela gozava e veio-se mais umas quantas vezes ate que eu estava mesmo para me vir quando ela pediu para me vir na boca queria saborear a minha esporra , saida duma piça que lhe tinha dado tanto prazer.
passado estre programa voltamos a falar de trabalho e ficou acente que viria todos os dias de manha, por volta das 8 horas, aio que eu respondi que era muito cedo pois eu so me levanto por volta das 9, quero tratar de mim com calma, mas ela nao quiz saber e disse que estaria la na 2ª feira as 8 para me acordar e ajudar a preparar o p. almoço, perante istonao havia agurmentos que valessem. e ficamos assim.
antes de se ir embora ainda quiz mamar mais uma vez para sentir o meu leite de novo na boca, o que nao me desgradou.
agora estou a espera de 2ª feira para ver o que vai acontecer .
ela é realmente uma grande foda, tem uma cona gordinha e apertadinha tem um cuzinho divinal e umas mamas explendidas. Enfim nada de deitar forapor isso estou mesmo a ver todos os dias acordar com uma boca a chupar o meu piço, e eu que adoro isso.
quando ela vier e se passarem alguns dias e se acontecer aquilo que eu espero talvez venha aqui contar o que se passa entre mim e a pietra, assim se chama.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:50
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Entrevista de Trabalho


Combinei tomar um cafezito com a Lena, enquanto esperava li o jornal diário, passando os olhos pelas páginas de anúncios, deparei-me com um interessante, não é que eu precisasse de trabalho, o sítio em questão é que me despertou uma certa curiosidade! Apontei o número de telefone. Pensando no assunto achei que havia de ser engraçado e uma autêntica surpresa para o entrevistador, no entanto teria que confirmar antes se seria mesmo quem eu pensava, não poderia de modo algum perder a viagem!
No dia seguinte liguei para lá, pedi algumas informações e acabei por marcar entrevista para dois dias depois…
Pensei mil e uma coisas, imaginando aquele dia, ponderei a hipótese da reacção dele não ser a esperada, no entanto estava determinada a arriscar, as saudades iam apertando e seria uma boa oportunidade para matar o desejo de ser possuída, de sentir meu corpo vibrar apenas com um toque seu!
Vesti uma saia curta, camisa desabotoada no colarinho e imaginem só, decidi não levar cuecas! A minha ratinha estava totalmente depilada, zero pelinhos, humm
Na hora combinada lá estava eu, evadida por um nervoso miudinho dirigi-me a recepção, falei com a rapariga e fiquei a aguardar. Aquela espera parecia não ter fim, o meu corpo estava-se a alterar, que calores, uma tesão incrível percorria-me…
Chegou a minha vez de ser entrevistada, entrei no escritório, disse boa tarde, a qual foi retribuída, dizendo para me sentar, dirigi-me à cadeira e ele continuava ocupado a digitar no computador, nem tinha reparado quem estava na sua frente! Não iria ser entrevistada coisíssima nenhuma, mesmo assim os nervos continuavam à flor da pele, que acharia ele da maluqueira?
Minutinhos depois começou a falar e quando olhou para mim, acabou ficando sem palavras! Brinquei um pouco com a situação, dizendo que não estava ali propriamente por causa do emprego mas porque tinha sido a única maneira de marcar hora na agenda lotada dele! Rss
Perguntei se estávamos à vontade para destressarmos um bocadinho, ao mesmo tempo que fiz um movimento de pernas, que deu para perceber que estava sem cuecas e pronto descontrolei o esquema todo!
Não seria o local ideal, mas sem dúvida excitante! Levantei-me, tranquei a porta e dirigi-me até ele tirando no trajecto a camisa, sentei-me no seu colo, dando-lhe uns beijos muito quentes, demonstrando bem o desejo que sentia, desabotoei-lhe a camisa, passei as mãos pelo seu peito, ao mesmo tempo que a minha língua começou a percorrê-lo, mordiscando os seus mamilos, continuei a descer, ao chegar à zona das calças, coloquei uma mão, uiii que tesão que ia ali!
Desabotoei-as, tirei-o para fora, passei levemente a língua, umas leves chupadelas, depois então em movimentos de vai e vem, cada vez mais entusiasmados, ia-se perdendo completamente na minha boca! Bruscamente puxou-me para cima, agarrando-me pelos cabelos, deu-me uns beijos, percorrendo o meu pescoço com suaves dentadas, arrancou o soutien, agarrou-me as mamas, sugou-me aqueles bicos duríssimos, meu corpo estava pra lá de brasa, fervia, desejava-o! Colocou uma mão por baixo da saia, não havia sombra de dúvida, totalmente molhada, num elevado grau de excitação!
A entrevista era curta, não podia levar ali a tarde toda no bem bom, levantei-me novamente, peguei uma camisinha, tirei a saia, debrucei-me sobre ele, roçando o meu corpo, beijando-o, desci novamente, dei-lhe mais uns chupões daqueles arrepiantes, coloquei a camisinha e sentei-me em cima daquele caralho gostoso, enterradinha dentro dele, passei as mãos nos seus cabelos, sugando-lhe os lábios, estava tão excitada…
Debruçou-me um pouco, percorrendo o meu corpo com as suas mãos, mordiscando-me, colocou os meus braços para trás das costas, agarrou-me no cu e começou a bombar freneticamente, dando-me umas valentes palmadas de castigo!
Aquelas dentadas no pescoço, aquele devorar de mamas, o seu toque na minha pele, tudo isso me arrepiava, desejando-o ainda mais, não dava para estar quieta com as mãos, comecei a percorrer seu corpo, tipo massagem, parecia que lhe estava a transmitir a minha energia, o seu corpo agia como se recebesse choques eléctricos…
A entrevista não podia estar a correr melhor, pegou em mim, deitou-me sobre a secretária, brincando com o caralho, ameaçando a penetração sem a concretizar, provocando-me, não aguentando aquela tortura, maluca de desejo, agarrei-o com as pernas e num gesto forte, enterrei-o completamente em mim, estremeci, o meu corpo movimentava-se cada vez mais, implorando por uma penetração bruta, a ratinha dançava naquele caralho, enquanto ele me mordiscava e passava as suas mãos, aquele roçar de corpos levou-me a loucura total, estava de tal forma excitada, arrepiada, fora de mim que acabei atingindo o orgasmo…
Era tanto o prazer que me estava a proporcionar, sentindo ele aquele orgasmo e o meu corpo a pedir mais, começou a bombar sem pausas, com aquelas palmadas boas que me deixam doida, passados breves minutos estava de novo a atingi-lo, não ficando ele atrás, acabamos por nos vir em simultâneo…
Recompusemo-nos na medida do possível, não era fácil disfarçar o que havia acontecido assim em um minuto, os corpos continuavam em brasa, transpirados…
Acalmados os ânimos, vestidinhos, falamos um pouco da maluqueira e confirmei que a surpresa não poderia ter sido melhor!
Demos por terminada a entrevista, despedimo-nos e quando estava a abrir a porta, num tom de voz brincalhona ele diz: “sinto muito mas não tem habilitações para o cargo!”, olhei para trás, sorri mandando um beijo e sai satisfeitíssima da vida!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:32
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Amarga desilusao


Há acontecimentos na nossa vida que nos ficam na memória, uns pela positiva, outros pela negativa. A história que hoje vos vou contar, marcou-me profundamente, só que pela negativa. Espero que seja excepção à regra e sirva um pouco de exemplo, foi a primeira vez que isso me aconteceu e sinceramente espero que tenha sido a última.
Tive durante alguns meses uma amizade colorida com um amigo de longa data, passamos juntos bons momentos de sexo, realmente agradáveis. Depois ele acabou indo trabalhar para fora, continuando a manter contacto comigo. O tempo foi passando e naturalmente tínhamos saudades de estarmos juntos, acabamos por marcar um fim semana, só os dois, para relembrarmos um pouco as nossas maluquices.
Confesso que nessa sexta feira o meu apetite já não era grande, o dia havia sido péssimo e a maneira como as coisas estavam a correr para estarmos juntos não estava a ser a desejada, achei-o muito insistente, estava a pôr a carroça à frente dos bois!
Cheguei lá a casa, cumprimentamo-nos, melhor dizendo ele ia-me devorando logo para começar, sentamo-nos não mais que dois minutos na sala, a fome dele era negra, nunca vi nada assim, eu até aprecio o sexo, mas não é logo chegar e embarcar, não sei se me estou fazendo entender, tudo bem que não estávamos juntos há algum tempo, no entanto aqueles miminhos, beijinhos, conversinhas, carícias são tão boas antes de...
Levou-me para o quarto, despimo-nos, começou logo a percorrer-me com a língua, fez-me um belo minete, sim senhora, estava tudo muito bem, até que eu tenho a lembrança de querer também lhe fazer uma mamada, tamanha desilusão, quando eu chego lá abaixo e sinto que aquilo não está lavado, minimamente higiénico, bem, eu ia mesmo tendo um treco, que cena, mas então este gajo está aqui há horas à minha espera, numa casa com tudo e o desejo de estar comigo é tanto que nem se lembra de lavar a picha, pensei eu.
Tenham dó, se eu já não estava com muita pica, reduziu literalmente, melhor dizendo ficou abaixo de zero, gelei! Não disse nada, queria era mais um buraco para escapar.
Continuamos ali mais um bocado, acabamos por ter relações, sem dúvida muito frias e olhem que eu até sou quentinha, foi o resultado da desilusão, não estava a contar com essa surpresa, nunca imaginei que ele fosse assim, tão desleixado, não parecia mesmo aquele amigo com quem eu passei tão bons momentos.
Éramos para passar o fim de semana inteiro juntos mas dadas as circunstâncias, acabei ficando apenas duas horas.
Conversamos um pouquinho, depois arranjei uma bela desculpa para não ficar com ele e fui embora.
Amigos na mesma, claro que não como antes, nunca comentei nada com ele sobre essa noite e agradeço por dias depois disso ele ter conhecido a rapariga com quem acabou casando, pelo menos assim refez a vida e nunca mais houve oportunidade para visitinhas à amiga.
Evitem cenas deste tipo, devemos ter um mínimo de higiene, isto foi logo acontecer comigo que odeio cheiros, sou muito sensível. Neste caso então estava tudo lá e ele não usou, achei tão nojento, outra coisa que também não gostei e não gosto é o hálito, todos nós temos é verdade, mas pode muito bem ser disfarçado, podemos mascar uma pastilha, por exemplo.
A história não é bonita mas é real, um pouco traumatizante, apesar do tempo ter passado, jamais esqueci e cada vez que recordo aquela noite dá-me ânsias.
Sou principiante nesta coisa dos contos, espero numa próxima contar algo agradável, beijinhos a todos.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:26
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Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Depois do Trabalho


Combinamos ir beber um copo depois do trabalho numa sexta feira à noite. Estavamos ansiosas, a J. e eu. Bem, eu sou a S. tenho 43 anos, casada, mãe de três filhos lindos. Já traí várias vezes o meu marido, mas nunca com o Rui. Sabia pelos olhares e piropos que me dava que não lhe era indiferente, mas nunca passou disso. A J. é uma mulher dos seus trinta e poucos anos, magra e atraente. Sabia que não tinha ninguém no momento e que achava o Paulo interessante, e por sua vez o Paulo achava-a a ela, isso já ele me tinha dito. Entramos no bar e pedimos bebidas, falando alegremente os quatro. Eu vestia, uma saia preta justa, com meias de rede pretas, sapatos de salto alto, um top branco com um decote generoso.

A J. umas calças de ganga justas também com um top preto bem decotado, cabelos soltos, bem maquilhadas. Depois de alguns copos e pouco no estômago, só já diziamos asneiras e conversas sempre com o tema sexo. Alguém sugeriu irmos para um local mais acolhedor, e lá fomos para casa da J. Pedimos pizzas e pondo-nos mais à vontade depimos casacos e tiramos os sapatos. A J. colocou uma música e acendeu velas criando um ambiente deveras romântico, começamos a dançar. O Rui começou a apertar-me contra si, dizendo que desde o meu primeiro dia de trabalho me desejava, mas que não tinha tido nunca coragem de me abordar. Disse-lhe que sentia o mesmo e beijamo-nos, um beijo quente, molhado, cheio de desejo. Olho para o lado, e vejo a J. e o Paulo agarrados a segredar e a rir e pensei para comigo que iria ser uma noite muito interessante.

Entretanto as coisas comigo e com o Rui íam aquecendo, as mãos dele na minha cintura, nas minhas costas a provocar-me arrepios. Sugeriu irmos para o quarto, chegando lá, deitou-me na cama e despiu-me toda, beijou-me as mamas, a barriga e desceu até à minha gruta que estava sedenta da língua dele. Começou a beijá-la, a lambê-la, e penetrar-me devagarinho, e eu a adorar, a contorcer-me de prazer. Bem devagarinho começou a acariciar o clitóris com a ponta da língua fazendo-me gemer e pedir para que não parasse. Penetrou-me com um dedo, depois dois e continuou a lamber, eu já não aguentava mais, e pedi-lhe para que acelera-se mas em vez disso meteu um dedo na boca e depois penetrou-me o olhinho e aí sim acelerou, julguei que ía morrer, e ao vir-me dei um grito que os nossos colegas deviam ter ouvido da sala. Não me importei com isso e comecei a chupar o pau do Rui, tinha um pau grosso e bem duro, chupei e lambi de todas as maneiras possiveis.

Ele pediu-me para parar e pondo-me de quatro penetrou-me como um louco, (estava louco posso dizê-lo), com uma força brutal, agarrando-me os cabelos, dando-me palmadas no rabo, fazendo-me ter um prazer incrivel. Estivemos assim um bocado até que lhe disse que me ía vir e ele com mais força ainda continuou vindo-se tambem. Caímos os dois na cama, cansados mas satisfeitos. Passado algum tempo, começamos a ouvir uns gemidos vindos da sala. Levantamo-nos e sem fazer barulho fomos espreitar, estava a J.a chupar o pau do Paulo, subiu para cima dele e começou a cavalgar nele como uma doida, voltei a ficar excitada e quando olhei para o Rui estava com o pau em pé cheio de tesão. Saltei para a cama, chamei-o e disse-lhe que queria que me comesse novamente, ele respondeu prontamente que sim e perguntou-me se me podia comer o cú, claro que respondi que sim. Colocando-me de gatas começou a molhar o meu olhinho e a penetrá-lo com a língua, estava a ser tão bom..........

Depois meteu um dedo, dois e por fim três dedos e eu aproveitei para massajar o meu clitóris, provocando-me um prazer dos diabos. Tirou os dedos e enfiou o pau devagar para não me magoar e assim ficamos a saborear aquele momento de prazer até que nos viemos mais uma vez. Não sei o que se passou na sala, mas a J. decerto me contaria. Espero que tenham gostado S. e J.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:44
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Segunda-feira, 7 de Julho de 2008

Era bom era !!!


Às 20 horas como combinado lá estava eu a tocar a campainha da casa dele. Entrei e deparei-me com um ambiente envolvente, pouca luz, iluminado com umas velinhas cheirosas, música calma, mesa posta para dois, tudo impecável....
Jantamos, bebemos razoável, um bocadinho a mais da conta, conversamos animados sobre diversas situações, namoramos, dançamos e no meio de uma das músicas ele vendou-me os olhos, o seu toque a partir dali estava diferente, mais atrevido, seus beijos apaixonantes, um pouco selvagens, pegou-me ao colo, dirigiu-se para o quarto e deitou-me muito suavemente na cama.
Despia-me beijando cada pedacinho do meu corpo que ficava a descoberto, já completamente nua, ele afastou-se, ouvi barulho, estava a pegar em qualquer coisa, passados uns minutos veio ao pé de mim e algemou-me, primeiro os braços e depois as pernas, estava impedida de me movimentar!
Muito delicadamente percorreu todo o meu corpinho, passando muito superficialmente a língua no clítoris, arrepiando-me sentia um calor enorme a me invadir!!
De repente algo gelado me toca, um vibrador! Colocou-o no meu clítoris ao mesmo tempo que me sugava os lábios e me penetrava com a língua, as suas mãos massajavam o meu corpo que vibrava de tanta excitação, não me contive e acabei tende o primeiro de muitos orgasmos dessa noite.
Estava a adorar estar ali impedida de me movimentar, sem ver nada, apenas a poder apreciar e tirar o máximo de prazer daquele momento!
Passou o caralho pelas mamas, foi descendo, brincando com ele e o vibrador, que sensações que estava a ter, deu-me suaves dentadinhas espalhadinhas, seguidamente começou na brincadeira com o caralho no meu clítoris e à entrada da minha coninha molhadinha, acabando por escorregar e penetrar-me!
Não estávamos muito bem, soltou-me as pernas, levantou-as e continuo a penetrar-me, selvagemmente as suas mãos estrafegavam o meu corpo, notava que ele me queria proporcionar muito prazer, queria tocar-lhe também! Pedi que me retirasse as algemas, o que fez!
Virou-me de costas e penetrou-me, deu-me o vibro para continuar a me acariciar, enlouquecida pedi-lhe que me desse umas palmadas, ali a leva-las ao mesmo ritmo que era penetrada, vibrando, sentia o meu corpo a estremecer de tanto prazer.....
Retirou o caralho, agarrou-me pelos cabelos, enfiou-o na minha boca em movimentos vai vem, segurei-o e percorri-o com a minha língua, suguei-lhe a cabeça, hummm estava apetecível.
Deitou-me de barriga para baixo, começando por me massajar as costas, depois a me beijar e a passar a língua por todos os meus recantos, levantou-me ligeiramente a bunda e com a língua percorreu-me até ao clítoris, ia e vinha em movimentos cada vez mais rápidos, enquanto as suas mãos continuavam explorando, eu gemia, arrepiava-me, meu corpo escaldava...
Alterada pelos efeitos do prazer que estava a ter, apeteceu-me imenso saltar em cima dele, cavalgar até não poder mais! Ajudando-me com as suas mão colocadas sobre a bunda, os movimentos aumentavam a um ritmo alucinante, quando estava quase nos limites, abrandamos, sai de cima dele lentamente e comecei também eu a percorrer-lhe com a minha língua, passei-a em movimentos vai vem desde a cabecinha até aos tomates, sentia-o quase a rebentar, ele puxou as minhas pernas, uma para cada lado da sua cabeça, sugou-me os lábios, chafurdou a cara toda ali na minha cona em brasa e disse: " hoje a noite é dedicada ao teu prazer!", deitou-me de costas continuando a explorar-me profundamente, agarrei-o pelos cabelos, as minhas pernas apertaram-no de maneira a ficar encurralado ali na minha apetecível coninha....
E assim continuamos entretidos, brincando e alternando até altas horas da madrugada…
Ele acabou por se vir em cima de mim, desejei naquele momento sentir directamente a esporra espalhada pela minha boca, mamas, barriga… mui caliente!…


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:53
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Fui Enrrabada pela 1º Vez!!


Sou uma mulher casada, e pratico todo o tipo de sexo com o meu marido.
Todo não pois nunca consegui que ele me enrabasse. Doi-me muito.
Praticamos nudismo, e temos ate um casal amigo, com quem passamos alguns fins de semana juntos, e não é a primeira vez que trocamos de casais, e praticamos sexo em grupo.
A Margarida gosta muito de ser enrabada e está sempre a motivar-me a ter esse tipo de relação.
Na semana passada, eu vi, a Margarida praticar dupla penetração, em que o António, meu marido, a penetrou no cuzinho.
Vi, e ouvi o tesão daquela mulher. O que ela gemeu de prazer ao ter os dois caralhos dentro dela, foi para mim motivo de querer tambem experimentar.
Não disse nada, mas prometi a mim mesma que da proxima vez, que o António me procurasse eu ía deixar, custe o que custar, que ele me enrabasse.
E assim foi.
Depois de uns preliminares, em que mamei aquele caralho gostoso, e em que ele me lambeu a minha cona ate eu ter entrado em orgasmo permanente, pedi-lhe que me fodesse o meu cuzinho.
- Querido, fode-me o cu, mas não pares... mesmo que eu grite, não pares ate estares todo enterrado. Quero sentir esse caralho todo dentro de mim.
E assim foi.
Colocou-me de 4, lambeu-me o buraquinho, e começou por meter um dedo cheio de gel. Detesto sentir aquele dedo dentro de mim... é tão impessoal! Tão frio!
mas o importante era o meu cuzinho começar a alargar
PArece que adivinhou o meu pensamento, e passou a meter 2 dedos.
Gemi pois começava a doer-me mas... eu voltei a pedir para não parar
Já sentia como se tivesse o tubo do gel todo metido no meu cuzinho
Seria que com tanto gel ele iria ter o mesmo prazer que tem quando enraba a Margarida?
É que eu queria dar-lhe o maximo.
Eu tambem sei que o caralho do António não é muito grande, deve andar pelos 17 / 18 cm, mas tem uma cabeça!!!! meu Deus.... quando a mamo, tenho que ter cuidado para não a magoar pois é mesmo grande.
Alvaro, o marido da margarida tem uma inveja daquela cabeça, ao ponto de pedir para a beijar, mas acaba sempre por dar umas chupadas
Diz que é maravilhosa....
Eu continuava ali de 4 a tentar ganhar tesão, para esquecer a dor que aquela penetração me ía causar
Senti a cabeça do caralho rondar o meu olhinho do cu, e contraí-me... mas tambem sei como é o Antonio... não meteu, quando se apercebeu.
Acariciou-me a coninha, para me distrair, e só depois empurrou.
Gritei de dor... mas a cabeça já estava toda dentro
Estava com dificuldades em respirar tal tinha sido a dor, e por me sentir cheia...
Por outro lado estava emocionada por finalmente ter aquele pau dentro de mim.
O António gemia agora de prazer e tesão, talvez para me entusiasmar, talvez porque finalmente tinha conseguido aquilo que tanto desejava.
Enrabar-me
Depois de alguns momentos assim sem se enterrar mais, nem tirar, agarrou-me pelas ancas, e que tesão isso me deu!!! sentir que ele me agarrava as ancas e que ía começar a foder.
Percebia agora tudo o que a Margarida me dizia.
O António começou a empurrar lentamente, e por cada milimetro que avançava, a dor e o prazer faziam com que eu tremesse da cabeça ate aos pé.
Aquele caralho nunca mais acabava... e eu já respirava a custo de me sentir tão cheia.
Sentia que tudo dentro de mim estava a ser invadido e ocupado por aquele mastro.
E ele continuava a empurrar.
Empurrava e o caralho avançava lentamente até que senti os seus colhões cheios de leite baterem na minha cona.
Foi então que ele disse: Já está.
Ficou assim imovel durante alguns minutos que me pareceram uma eternidade.
Aquela verga dentro de mim!!! aquela cabeça dentro de mim... comecei a imaginar, e comecei a sentir tesão, e um forte desejo de ser fodida.
Foi então que ele começou a tirar, tão lentamente como tinha entrado.
Comecei por sentir um alivio, mas ao mesmo tempo o desejo de o ter todo dentro de mim.
Foi então que disse.: Fode-me... Fode-me.
O Antonio voltou a agarrar-me inergicamente, e começou o vai e vem da foda...
Que dor eu senti nesse momento!!
As lagrimas correram por mim a baixo, mas fui compensada, quando senti um jorro quemte invadir-me
Era a esporra... era o fruto do meu sofrimento, e da tesão do António.
Gritei.
Gritei muito de prazer, e de dor.
Gritei de tesão.
Quando passados mais alguns minutos ele voltou a foder-me o cu, senm ter tirado, talvez pelo calor da esporra, talvez pela tesão que eu agora sentia, voltei a chorar mas de alegria.
Tinha perdido os 3 no cu.
Tinha sentido aquele leite quente invadir todo o meu corpo.
Tinha sentido aquele caralho penetrar-me ate sei lá onde.
Tinha-me sentido cheia, como nunca oo sentira antes.
Que noite!!
Que foda!!
No dia seguinte mal podia esperar para ligar á minha amiga a contar-lhe o que tinha acontecido.

A todas as mulheres, custe o que custar não deixe de experimentar a tesão que é serem enrabadas por um bom pau

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:50
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Passando a Prática


Depois de já nos conhecermos e continuarmos a falar, o desejo entre nós começou a ficar cada vez mais desperto, estávamos decididos a marcar um tempinho para passarmos apenas os dois, testarmos a reacção das hormonas aos nossos assédios. Chegado o dia e a hora marcada, íamos nos encontrar em casa dum amigo dele, que supostamente iria ao cinema e estaria ausente grande parte da noite!
Cheguei ao local e após lhe ter dado um toque ele desceu para me vir receber. Cumprimentamo-nos normalmente e subimos ao apartamento, os dois ali no elevador caladinhos, ele quase que me devorava com os olhos, eu também sentia assim vontade de lhe dar um beijo, sentir o seu toque…
Entramos em casa do colega, sentei-me no sofá e o Filipe (nome fictício) serviu-me um copo de água, o qual eu apenas dei um gole, não houve oportunidade nem tempo para beber o dito copo de água!
Sentou-se ao meu lado, e mal se senta eu afasto-me. Diz ele uma piadinha tipo "mais um bocadinho e cais do sofá!", então eu na tive para meias medidas, sentei-me tanto ao pé dele que fiquei quase ao colo, perguntando ironicamente "assim está bem?", não deixando ele de aproveitar a oportunidade para me dar um beijo ao qual eu não hesitei em corresponder.
Continuamos ali aos melos com umas mãos atrevidas pelo meio, começou ele então a tentar me despir, mas eu nesse dia levei um cinto quase de castidade, viu-se um bocadito à rasca! O sofá não era assim tão grande para estarmos ali à vontade, ele decidiu apresentar-me o quarto, levantamo-nos e caminhamos sempre aos beijos e com as mãozinhas, tanto minhas como dele a investigar os corpos, lá íamos desapertando a roupa, chegamos ao quarto mais que possuídos pelo desejo, começamos a despir-nos, o Filipe deita-me na cama sempre a me beijar, começa a percorrer o meu corpo com a língua, passa-a nos meus mamilos, vai descendo, pára na minha coninha, que já se encontrava molhada, começa a percorre-la a devorar-me os lábios, passava o nariz no clítoris, penetrava-me com a língua, hummm, estava-me a arrepiar toda! Confesso que não estava nada a espera que ele fosse logo assim tão direito ao assunto...
Batem à porta! Quem será? Ele diz: "o meu colega não deve ser? Ele tem chave e vai chegar mais tarde!!!", não ligando muito ao que estava a acontecer, continuamos, de repente ouve-se chamar pelo Filipe!!! Era mesmo o amigo que estava a chegar e ainda por cima ali no meio do meu minete!!!
Vestimo-nos e ele foi abrir a porta, eu continuei ali quietinha no quarto, resolveu lá a situação e voltou, eu apesar de já estar toda vestidinha, continuava a ferver.
Voltamos a estaca zero.... Toca a despir tudo novamente! Não se esqueceu onde estávamos, recomeçou o minete, depois de uns breves minutos, não resisto e agarro-me também ao caralho dele, sim porque eu gosto muito de fazer uns broxinhos e quando estou inspirada....hummmm... é de cortar a respiração!!! rssss
Sentia ele a se contrair, a cada movimento que eu fazia, não queria estragar aquele momento, não fazia intenções que ele se viesse, passava então a minha língua levemente e soprava para o descontrair, alternando entre movimentos bruscos e muito suaves, era o tudo ou o quase nada!
Abriu-lhe novamente o apetite, sugou-me loucamente, usando a língua, o nariz e os dedos ia-me proporcionando prazer enquanto aquele caralho penetrava a minha boca, percorri-o com suaves trincas, acariciando-o, não resisto a sugar aquela cabecinha ao mesmo tempo que passo a minha língua nela, a excitação continuava a aumentar…
Necessitava de algo mais forte, não me estava a contentar apenas com aquele dedinho e perguntei-lhe se não queria avançar mais, tinha mesmo que ser, o meu corpo estava a pedir, desejava muito senti-lo dentro de mim!
Ele abriu a gaveta para tirar uma camisinha, colocou-a e penetrou-me, estava ele em cima de mim, beijava-me e passava a língua pelo meu pescoço, as mãos muito levemente percorriam-me, já muito fora do meu estado normal, inverti os papéis e saltei eu para cima dele, tinha virado uma “sex bomb” e estava a comer loucamente o meu amigo!
A estrafega entre nós foi tão grande que acabamos por rebentar a camisinha, colocada uma nova ele penetra-me por trás, agarrando-me nas mamas e dando por vezes umas palmadinhas. Lá nos fomos comendo, em diversas posições, era só dar-lhe gás, não parávamos, estava a ser demais!
Satisfeitos pelo momento de prazer que se tinha proporcionado, fizemos uma pausa e só não continuamos porque o meu tempo estava a esgotar-se. Vestimo-nos e fomos até a sala ver o empata fodas, neste caso minetes, rss.
Parti logo de seguida, não tinha mesmo tempo para estar com ele nessa noite, mas no dia seguinte tivemos que gastar mais umas energias…
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Sexta-feira, 4 de Julho de 2008

Á Lareira


Aguardava ansiosamente a chegada da minha amiga virtual.

Receava que à ultima da hora te tivesses acobardado e que não comparecesses ao encontro há tanto tempo planeado. Foram longas semanas de conversa online até te decidires a dar-me uma foto e mais algumas até ganhares coragem para nos encontrarmos por isso não estava muito seguro de que aparecerias. O tempo passava, a hora combinada já tinha passado e eu olhava nervosamente para o relógio pensando que já não vinhas quando subitamente vi umas luzes no início da estrada. A minha cara abriu-se num sorriso, sabia que eras tu mesmo à distância.

Paraste o carro e desci da varanda para te ir abrir a porta. A tensão e o nervosismo estavam estampados nas nossas caras, os olhos brilhavam-nos perscrutando o rosto um do outro tentando ler todos os sinais. Saíste do carro, cumprimentamo-nos com um beijo na face e fazendo conversa de circunstância dirigimo-nos para a cabana, refugiando-nos do frio que se abatia lentamente sobre a paisagem. Aproveitei para ficar ligeiramente para trás e apreciar-te discretamente. Vinhas vestida de forma casual mas cuidada, uma saia preta pelo joelho que dava para ver um bocado das pernas e realçavam o rabo, camisola de gola alta azul marinho e um casaco preto por cima, cabelo solto pelos ombros. A cara pouco maquilhada, um pouco de rímel, um risco para sobressair os olhos azuis e mais nada. Estavas sensual mas ao mesmo tempo simples. Notaste os meus olhares e sorriste chamando-me malandro.

Entramos e ficamos mais à vontade. Sentamo-nos em frente à lareira que tinha acendido antes de chegares e que já espalhava no ar um calor tépido e aconchegante. Servi-nos vinho, brindamos à nossa e iniciamos uma amena conversa. Durante um bocado rimo-nos e conhecemo-nos confirmando, ou não, a informação partilhada na net. Estava boa a conversa, o vinho bebido lentamente mas em quantidade soltava-nos a libido, o calor da lareira convidava e timidamente beijamo-nos. Primeiro um leve encostar de lábios, um recuar, olhar nos olhos, o reaproximar desta vez com menos receio. Dando liberdade ao desejo caímos nos braços um do outro, as bocas em furiosa exploração, mãos que se entrelaçavam, que exploravam, desbravando caminho à loucura. Não pensávamos, o desejo reinava, impelia-nos um para o outro e sem muita demora possuímo-nos ali no sofá de forma sôfrega e arrebatada satisfazendo semanas de desejo reprimido. Satisfeitos os desejos carnais ficamos deitados juntos repousando e sorrindo que nem uns idiotas.

Mas se os desejos carnais estavam momentaneamente satisfeitos os estômagos pediam atenção. Fomos à cozinha buscar o que tinha previamente comprado. Abrimos mais uma garrafa de vinho e fomos comer para a sala. Reforcei a lenha na Lareira, escolhi uma música, Jazz, romântica, calma, apropriada para o momento. Jantamos à luz da lareira ao som da Aretta, brincávamos com a comida, um com o outro, a carne começava a pedir mais, enlaçamo-nos mais uma vez num beijo ardente, corpos a tocarem-se a vibrar. Já nos tínhamos possuído o desejo primário satisfeito, explorávamo-nos agora com satisfação, os beijos eram longos, quentes, as carícias sucediam-se, aproveitando as deixas dadas na net beijei-te o pescoço, os ombros as costas.

Deliciava-me com as tuas dentadas as tuas festas. Perdi-me no teu peito, na tua barriga, o teu sexo chamava e para lá me dirigi. Durante minutos que pareceram horas deliciamo-nos desta maneira. Com carinho, olhando-te nos olhos disse que te queria, e penetrei-te. Novamente perdidos num misto de êxtase, prazer e desejo fizemos amor de todas as maneiras, de forma violenta, com carinho, gritando e suspirando.

Não sei quanto tempo estivemos assim, sei que a lareira estava quase apagada e nós completamente esgotados quando terminamos. Não tínhamos força para nada mas os olhos e a cara não enganavam, um sorriso de satisfação persistia teimosamente.

Beijamos-nos, abraçamo-nos e deitamo-nos para dormir.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:15
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Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

Noite Inesquecivel


Era Sábado, decorria o mês de Outubro e tinha planeado sair com um casal amigo para conhecer um rapaz com quem eu teclava que vivia relativamente longe. Com tudo combinado, sai de casa cedo, logo a seguir ao almoço passei na minha amiga e lá fomos nós ter com o namorado dela. Quando chegamos o carro estava lá mas não se encontrava ninguém em casa, ligamos para o telemóvel e ele não atendia, fartas de estar ali a fazer figura de parvas fomos dar uma volta. Passadas umas horitas voltamos lá e nada! Estava eu completamente lixada, o tempo a passar e as coisas não podiam estar a correr pior...
A noite chegou, decidimos ir jantar, já eram horas de comer qualquer coisita, falei-lhe da situação desagradável, odeio quando combinam alguma coisa e falham, que irritação que isso me dá! Já de regresso ao carro lá toca o telemóvel dela, finalmente o homem estava a dar noticias! Lá voltamos novamente até casa dele. Ainda saímos naquela de ir ao encontro mas já era tarde e acabamos por não ir. Fiquei triste com a situação, os sms com esse rapaz que iria conhecer não paravam e eu não podia fazer nada! A noite estava super agradável, era tudo o que me apetecia e estava ali a servir de ama-seca!
Fomos beber uns copos, conversar um bocado, não estava mesmo com feeling, queria era esquecer a porcaria de dia e noite que estava a ter...
Já no regresso por volta da uma da manhã recebo um sms que dizia assim "estás acordada?", eu nem queria acreditar, bom demais para ser verdade! Acho até que me belisquei!!! Era de um amigo muito especial para mim, um verdadeiro pedaço de mau caminho que raramente dá sinal de vida! Nem pensei duas vezes e liguei-lhe de imediato!
Conversa pra cá, conversa pra lá, muito engraçada a parte em que ele pergunta se eu tenho balões, ao que respondo afirmativamente e oiço do outro lado assim um "elahh" muito surpreendido! Combinamos o encontro mesmo onde eu estava, sai do carro dos meus amigos e fiquei ali para apanhar uma agradável boleia, que não tardou a aparecer por se encontrar nas proximidades...
Eu estava excitada, sentia-me molhada, só de imaginar o que iria acontecer, é que este meu amigo provoca-me sensações fora do normal, o meu corpo vibra ao seu toque, é incrível como eu em fracções de segundos arrepio-me da cabeça aos pés!
Entrei no carro dele, cumprimentamo-nos, trocamos um beijo e seguimos falando um pouco da situação, pois não estávamos nada a contar que acontecesse assim, foi um super bónus mesmo!
Continuava excitada e comecei a acaricia-lo, senti aquele caralho duro, apertado naquelas calças, desabotoei-as, tirei-o para fora, não resistindo ao que estava a ver e tocar, tirei o cinto de segurança, debrucei-me, comecei a passar a língua naquele caralho saboroso, pu-lo na boca em movimentos vai-vem, percorri-o com a língua e ao mesmo tempo dava suaves trincas, parei naquela cabecinha maravilhosa, enfiei a língua no minúsculo orifício, suguei-lhe loucamente...ele já muito excitado, agarrava-me pelos cabelos para controlar os movimentos da minha boca, adoro esse lado dele selvagem, dá-me mesmo uma tesão incrível!
Continuei a percorrê-lo com a língua, passei-a nos tomates enquanto lhe batia suavemente uma punheta, voltei a enfia-lo na minha boca em movimentos de vai-vem, sugando aquela cabecinha toda! Estava tão entretida ali a devorá-lo que quando dei conta lá estávamos nós a parar no sítio do costume...
Sem meias medidas, o grau de excitação já era elevado, ele agarrou-me nas mamas, deu-me uns chupões, umas leves trincas, torceu-me os bicos, encontrava-me completamente molhada... Começamos a tirar as roupas, naquele momento só estavam ali a mais, ele não levou muito tempo para meter a mão na minha coninha que estava toda encharcada de seguida introduziu o dedo naquele buraco húmido e quente, enquanto me beijava na boca e no pescoço...
Com uma mão continuava a apalpar-me as mamas, com a outra massajava-me o clítoris, enfiava-me o dedo na minha coninha escaldante e eu a devorar aquele caralho magnífico, a excitação estava ao máximo, os nossos corpos ferviam, estava na altura de ser penetrada! Ele colocou o preservativo e eu saltei para cima dele...
Senti aquele caralho a entrar em mim, que tesão!!! Ele apertava-me as nádegas, movimentando-me para cima e para baixo, sentia-me em brasa, começou a dar-me umas palmadinhas...hummmm...como adoro ser um bocadinho maltratada, dá-me imensa pica!! Quanto mais maluquinha mais cavalgava em cima dele...
A minha boca percorria o seu pescoço, orelhas dando-lhes leves trincas....as minhas mãos passavam pelo seu corpo, agarrava-lhe aqueles peitos, mordiscava-lhe os mamilos, nas costas passava-lhe as unhas ao de leve.....ele puxava-me pelo cabelo, agarrando-me penetrava-me freneticamente, dava-me palmadas que me deixavam fora de mim... estava perdida no meio de tanta excitação!
O ambiente aqueceu de tal forma que estava insuportável continuarmos ali, decidimos ir para a rua, ele deitou-me sobre o capô do carro, penetrou-me novamente, as suas mãos percorriam o meu corpo, que vibrava a cada passagem, pegou na minha mão e colocou-a no meu clítoris para eu o acariciar, encontrava-me completamente molhada, nem sei descrever...
Agarrou e levantou-me as pernas para me penetrar mais fundo, eu acariciava o clítoris de uma maneira mais agressiva, passava a outra mão pelo meu corpo, pelo dele, puxava-lhe os cabelos, dava-lhe uns chupões nos lábios....Os movimentos eram tantos que eu teimava em escorregar!
Tivemos que mudar, na posição "canzana", penetra-me loucamente, continuando eu a acariciar o clítoris, ele com uma mão puxava-me os cabelos, com a outra agarrava-me na anca, continuando a bombar sem parar, deu-me umas valentes palmadas, implorava-lhe para que me desse mais, estava completamente fora de mim, o meu corpo fervilhava de excitação, desejando-o loucamente, só me apetecia "levar com ele"... Agarrou-me pelas mamas, beliscou-me os bicos continuando ali a bombar e sempre alternando entre puxões de cabelos, palmadinhas, o agarrar-me e penetrar-me bruscamente, que me fazia ver estrelas! Já nos nossos limites, exaustos, acabamos por atingir o orgasmo...
Acabou sendo, sem sombra de dúvida, uma bela noite, muito agradável e sobretudo inesquecível!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:54
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O lourinho do Euro


Tudo começou durante o euro.
A minha mulher é 10 anos mais nova do que eu, e completamente louca por sexo.
Estamos casados á meia dúzia de anos, ela tem 26 anos, e o meu ritual diário para a satisfazer inclui três relações e muitos mais orgasmos por parte dela com muito ruído, pois quanto mais alto geme mais prazer têm, eu com os meus 36 anos é que não vou ter capacidade para continuar a monta-la como a monto actualmente. Nestes últimos tempos comecei a excitar-me, sempre que vejo outros homens a tirar-lhe as medidas e a come-la com os olhos, resolvi arranjar ajuda durante as férias para a manter saciada e para ganhar tesão suplementar para a comer. Tudo começou durante o euro, na verdade não sou muito apreciador de futebol mas como estava a passar férias num parque de campismo do centro, e o parque estava repleto de adeptos de vários países e em maior número de Holandeses. Tudo começou na praia estava a minha mulher a tomar banhos de sol, eu tinha ido até ao mar, e quando regressei estava um grupo de cinco jovens e uma rapariga falando e rindo e brincando com uma bola de bolei, alguns dos rapazes não tiravam os olhos da minha mulher, um deles, esfrega o caralho disfarçadamente por cima dos calções. Apercebi-me que a minha mulher tinha adormecido ao sol com os seus belos peitos amostra, o biquine tinha-se desapertado acidentalmente e pelo olhar deles, vontade não lhes faltavam para lhe saltarem para cima, mantive-me á distancia durante muito tempo a observa-los aquela situação deixou-me muito excitado, imaginei os cinco garanhões a comerem a minha mulher. No fim do dia eu e a minha mulher resolvemos ir a uma discoteca, ela adorava dançar, eu preferia ficar no bar, por coincidência o grupo de rapazes estava lá também, mal a viram não mais tiraram os olhos de cima, coisa que a minha mulher reparou e comentou comigo sem saber que eles a tinha estado a observar na praia, ela foi dançar eles seguiram-na e eu fiquei como de costume no bar, não demorou muito que ganhassem confiança com ela, depois muito dançarem, rirem vieram até ao bar para se refrescarem com uma bebida. A minha mulher apresentou-mos, paguei-lhes as bebidas, e já pela noite dentro voltamos todos juntos para o parque, reparei que a minha mulher estava caídinha por um deles, um rapagão enorme loirinho. A minha cabeça fervilhava, estava terrivelmente excitado e imaginava uma forma de por a minha mulher a fuder com o lourinho, não me parecia difícil sabendo como ela é, o meu receio é que depois de ela fuder pela primeira vez com outro, vai-lhe apanhar o gosto e nunca mais parará de me por os cornos, mas o meu desejo agora é maior do que o meu receio. No parque começamo-nos a separar, ficando só lourinho numa amena cavaqueira com a minha mulher, via-se perfeitamente que se atrai-ão mutuamente,só presisavam de um empurrão para os por nos braços um do outro. convidei-o para vir até á minha rolote para beber uma ultima bebida. Já no avançado da caravana com as bebidas nas mãos resolvi introduzir no tema da conversa sexo, o que levou o lourinho a descontrair-se e contar algumas aventuras pelo que tinha já passado, começou a falar de peitos grandes e lindos foi nessa altura que eu aproveitei a deixa para lhe dizer que dificilmente encontrará peitos mais lidos do que os da Ana (Ana a minha Mulher) o que ele disfarçou dizendo não sei, nunca os vi, reparei que a minha mulher já apertava as pernas, deveria estar com o vulcão quase a entrar em erupção. A Ana olhou para mim, um pouco espantada eu aproximei-me dela, desapertei o top e desloquei-o para baixo até a cinta ficando com os seus belos peitos á mostra, o lourinho arregalou os olhos, disse-lhe para tocar neles, olhou para mim mas não hesitou. Sai da caravana para os deixar sós dizendo que ia á casa de banho. Fique a espreita-los pela parte de fora do avançado na escuridão, ele já lhe beijava os peitos, chupava os bicos, uma das mãos já se encontrava no meio das pernas da Ana, pelo suspiro que ela deu, os dedos dele já tinham encontrado o clítoris, rapidamente despiu-a sem que a minha mulher oferece-se qualquer registência, aninhou-se abriu-lhe as pernas, os lábios vaginais e passou rapidamente a chupar-lhe o clítoris. A Ana não tardou a soltar longos gemidos com o seu primeiro orgasmo, ele levantou-se e ela ajoelhou-se. Ele já apresentava um enorme enchumaço, ela desapertou-lhe e desceu-lhe as calças fazendo saltar um monumental pénis que a deixou pasmada a olhar para ele durante longos momentos, como se não acreditasse no que estava a ver, até eu que já me encontrava com o meu na mão e que achava que os meus 18 Cm de comprimento e 4 de diâmetro era um pénis grande, senti-me pequenino mas cada vez mais excitado. Como a Ana tinha ficado pasmada a olhar para aquele gigante o lourinho aproximou o seu pénis da boca dela que começou logo a lamber, beijar aquela enorme cabeça, seguidamente abocanhou-a e com as duas mãos começou a pulheta-lo. Aquele gigante já se encontrava em plena forma. Ergueu a Ana sentou-a na mesa, abriu-lhe as pernas, em que ela respondeu abrindo-as desmesuradamente, e ficando com aquele ar de medo e excitação, o lourinho apontou-lhe o caralho á racha da Ana, empurrou-o para dentro, sentiu bastante resistência, meteu-lhe dois dedos na cona e besuntou cabeça da pissa, coma a grande quantidade de líquidos vaginais que retirou, abriu-lhe os lábios da cona e apontou de novo aquele enorme caralho, que começou logo a entrar, foi botando saliva para ajudar aquele pedaço de carne a enterrar-se, centímetros a centímetro dentro da Ana, já com metade da pissa dentro dela começou o vai bem, sempre que entrava e saia aquele rolo de carne ficava brilhante dos lubrificantes da cona da Ana, e quanto mais lubrificada estava mais se enterrava dentro dela. Ana deitou-se na mesa com as pernas nos braços dele, os gemidos cada vez mais altos e cada vez mais longos demonstravam que estava a gozar com aquele gigante dentro dela, o lourinho acelerou os movimentos dando uma estucada de vez em quando mais violenta que era respondido um gemidos mais alto, a Ana estava cada vez mais descontrolada, virava a cabeça de um lado para o outro, ferrava o lábio inferior para abafar os berros, mas não se aguentou muito não tardou á abrir a boca e durante 20 segundos berrou e gemeu sem parar talvez com o maior e mais longo orgasmo que já teve, a Ana colocou-lhe a mão na anca para o impedir de continuar os movimentos de penetração, como sempre depois de um grande orgasmo sentia muitas cócegas o que a fazia estremecer sempre que aquele caralho se enterrava, mas era só alguns longos momentos, logo que a comichão passe fica logo pronta para continuar a fuder. Nunca cheguei a saber qual é o limite dela, mas esperava que aquele lourinho com o seu grande soldado se aguentasse firme até ela não querer mais. O lourinho pegou nela em peso sempre com aquele rolo de carne bem enterrado dentro dela, ela agarrou-se ao pescoço dele e como as pernas entrelaçadas na anca dele, subiram o degrau de entrada para a rolote, nesse momento deixei-os de os ver, resolvi entrar para junto deles pois, Ana já tinha alcançado dois orgasmos e ele certamente não ia parar agora de a fuder, Entrei no avançado, subi o degrau e senti a caravana á abanar toda, estavam deitados, ela continuava com as pernas entrelaçadas na cinta dele como quisesse ajuda-lo no vai e bem ele obedecia acelerando o ritmo, sentiram a minha presença mas continuaram a fuder, junto deles ajoelhei-me para ver de perto aquele rolo de carne dentro da cona da Ana, naquela posição ele enterrava-se todo dentro dela, os gemidos cada vez mais altos demonstravam o gozo que ala estava a sentir, retirou as pernas da cinta dele, abriu-as todas entre gemidos cada vez mais altos dizia fukme, fukme, e lourinho com o corpo coberto de suor lá lhe ia dando estucadas atrás de estucadas cada vez mais rápidas o que me levou a crer que o lourinho não ia aguentar muito mais tempo sem despejar o leitinho todo, Ana não tardou a entra pela terceira vez num longo orgasmo parecia histérica, gemia tanto que sem se aperceber enterrava as unhas nas costas do lourinho, acabou como no segundo orgasmo com aquela comichão, mas o lourinho estava nas ultimas não ia tardar a injectar todo o seu leitinho dentro da Ana, ela tentava impedi-lo de se movimentar, nece momento ele retirou aquele grande soldado de dentro da Ana, ajoelhou-se em cima dela pegou nos fartos seios e apertou o caralho no meio deles, enquanto ele esfregava aquele rolo de carne no meio das mamas dela, a Ana por sua vez tentava beijar aquela enorme cabeça vermelha que parecia que em qualquer momento iria vomitar, eu já completamente despido e com o meu pau na mão a bater a punheta aproximei-me das pernas da minha mulher e ou ver a aquela cona toda molhada, encaixei os queixos nela, lábia toda, tentei enterrar-lhe a língua dentro dela, chupei-lhe o clítoris e não tardei a sentir os movimentos de anca que demonstrava que estava a ficar pronta para mais um orgasmo, eu sabia por experiência própria que sempre que lhe chupava aquele clítoris a fazia vir-se rapidamente. Com os movimentos de anca cada vez mais rápidos não tardei muito a ouvir a Ana a gemer outra vez, mas desta vez acompanhado dos roncos do lourinho, enquanto lhe chupava o clitoris vi aquelas nádegas do lourinho a contraírem-se todas, levantei a cabeça do meio das pernas da minha mulher, para assistir aquela esporradela, a Ana tinha a língua completamente esbranquiçada, um segundo jacto de esperma saia a grande velocidade riscando-lhe a cara, um terceiro jacto já menos intenso encharcou-lhe o queixo, os lábios e o nariz, o lourinho espremia aquele rolo de carne retirando-lhe todo o leite que podia, para a cara da Ana com um enorme gozo, esfregou aquela enorme cabeça na cara da minha mulher molhando-a nas suas próprias esporras, passou-a pelos lábios da da Ana que os abriu para ele a introduzir na boca, Ana chupava-a como se quisesse arrancar mais algumas gotas daquele licor.
Eu já transpirava, aquela cena ia-me fazer esporrar sem eu querer, nunca tinha visto nada tão excitante como aquilo que estava a presenciar, com a mão direita a esmagar a minha piroca para não me esporrar, dirigi-me para a minha mulher que estava com as pernas abertas, enterrei-me todo até aos colhões, naquela cona toda alagada o lourinho colocou-se ao lado para ela continuar a mamar no caralho dele e eu deitei-me em cima dela, a minha cara ficou juntinho da linda cara da minha mulher agora completamente cheia de esporras, aquele cheiro, aquele bacamarte a poucos centímetros da minha boca, sem pensar comecei a lamber a cara da minha mulher, aquele sabor até que não era assim tão mau como pensava, aproveitei o momento em que ela tirou o bacamarte da boca para a beijar, chupei-lhe a língua que estava cheia de esporras, com aquela enorme cabeça vermelha mesmo ali ao lado da minha cara que já começava a desfalecer, abocanhei-a, chupei-a, tentei tirar-lhe mais algum leitinho que padece ainda ter, comecei a sentir aquele bacamarte a ficar rijo de novo, comecei a senti-lo a querer enterrar-se na minha garganta, o lourinho estava a ficar excitado de novo, segurou-me a cabeça, e tentou enterra-lo mais, senti um sufoco, mas logo ele recuava para se enterrar de novo na minha garganta, aquilo sufocava-me, mas não me importava, se pudesse engolia-o todo mas era grande e grosso de mais, ele excitava-se cada vez mais sempre que me via engasgado e a sufocar, num desses momentos eu estrebuchei todo queria gritar de prazer mas estava com aquela coisa bem entalada na garganta, no meio daquele sufoco, espurrei-me todo no maior orgasmo que tinha tido em toda a minha vida, encharquei a cona da minha mulher toda, tirei aquele bacamarte da boca, e ainda a recuperar o folgo disse-lhe trata da Ana que ela já esta cheia de tensão de novo. ele deitou-se com aquele pau bem teso, a minha mulher subiu para cima dele, vi ela enterrar-se nele até aos colhões, quando se levantou para se enterrar de novo vi aquele rolo de carne todo encharcado das minhas esporras. Dirigi-me para um beliche que tinha no fundo da caravana e deitei-me para mim já chegava,estava admirado comigo mesmo, nunca se tinha passdo pela minha cabeça laber esporras de outro homem muito menos mamar num caralho daqueles, numa só noite fui curnudo pela primeira vez, e brochista.Adormeci com o abanar da caravana e com os gemidos da minha mulher, fiquei sem saber quantos orgasmos mais ela consegui ter, só sei que quando acordei eles estavam a dormir, todos nus, deitados de lado agarradinhos, ele com uma das mamas na mão, ela ainda com aquela picoca mucha no meio das pernas com a cona toda alagada desmontava que a noite tinha sido longa para eles, o meu desejo naquele momento era mamar naquele caralho denovo e lamber aquela cona toda. Deixa-los ficar a dormir era o melhor neste momento. Vesti-me, fui tomar o pequeno-almoço ao café, e depois desta extraordinária experiência não ia deixar de a repetir nem a Ana depois de uma noite como esta deixaria de querer passar mais noites iguais. Enquanto tomava o café já começava a imaginava como seria a Ana e os cinco amigos, mas este conto fica para a próxima vez. Neste momento o que vale é as recordações desses fantásticos momentos que me permitem ter longas conversas excitantes com a minha mulher e tesão para a fuder alternados de tempos a tempos com um grande par de cornos, foi o que ganhei depois de a ter deixado fuder com outros machos durante o euro 2004, e é consequência por termos uma mulher bonita e mais nova 10 anos, mas para mim prefiro partilhar um bom bife com os amigos do que comer pão seco todos os dias.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:51
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Minha Sogra Quarentona


Há dias cheguei a casa da minha sogra antes da minha mulher. Supostamente teria que a ir buscar à estação de caminhos de ferro mas, à última hora não foi preciso.
Quando lá cheguei, toquei à campaínha e fiquei a aguardar que me viessem abrir a porta. De repente veio à janela a minha sogra e, quando vi que era eu, disse-me logo que ainda bem que era eu que a estava a acordar.
A minha sogra tem 43 anos, muito bem conservada, muito bonita e com um corpo fenomenal; pena ela andar cheia de fome e de vez em quando mandar uns olhinhos e fazer umas caras engraçadas.
Quando ela me abriu a porta, vinha com um vestido de dormir completamente rendado, e dava para ver as suas mamas ainda perfeitas e tesas; quando se virou eu vi que tinha uma cueca de fio dental que mostrava com muita evidência aquele rabo fantástico e rechonchudo, tipo bolinha de queijo. Perguntei-lhe na brincadeira se nao tinha frio; ela perguntou-me pela filha ao que respondi que só chagava daqui a mais de uma hora; ela disse-me logo: "então não te preocupes com o meu frio que tens mais que tempo para me aquecer!"
Fiquei parvo cvom o que ela disse e segui-a sem uma única palavra para o quarto dela. Mal entramos e ela fechou a porta, tirei-lhe o vestido e comecei a chupar-lhe as mamas com sofreguidão e ela gemia como sei lá o quê... de repente atira-se ao chão de joelhos, abre-me as calças e agarra com toda a força no meu pau e começa a chupa-lo com toda a sua garra e de uma forma fascinante; parecia que já me tinha chupado vezes sem fim, que já sabia aquilo que eu adorava; vim-me na boca dela, deixei-a cheia de leite e ela engoliu tudo satisfeita.
Logo de seguida deitou-se na cama, puxou-me a boca para a sua coninha, toda depilada e obrigou-me a chupa-la sem compaixão; chupei até que o meu pau já nao aguentava de estar fora daquela ilhinha paradisíaca e penetrei-a com toda a minha força; como tenho um caralho muito grande e grosso ela gemeu um misto de dor e prazer e disse-me que nunca um pau assim a tinha comido!
Ainda eu nao tinha aquecido na coninha dela e já o meu pau estava dentro de um cu lindo e estreitinho! Vim-me naquelas bordas magníficas e ela gemia de pleno prazer...
Assim foi o meu fim de tarde com a minha sogra... de seguida fomos tomar banho juntos onde ela ainda me fez outro broche fantástico. Combinamos passar uma tarde juntos num motel qualquer... fico a aguardar cheio de tesão... a minha sogra é fera! :)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:49
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