Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Ferias numa ilha do caribe


Chamo-me Ana, sou brasileira e resolvi passar minhas ferias em uma ilha do caribe já estava no hotel há três dias e apesar da beleza da ilha eu andava desanimadinha, à noite então quando estava a caminho do bar do hotel vi aquele homem lindo a me olhar me senti nua com seu olhar que me penetrava sem me dizer uma única palavra veio em minha direção olhou em meus olhos e me tomou a mão não tive nenhuma reação Me chamo Ana, sou brasileira e resolvi passar minhas ferias em uma ilha do caribe já estava no hotel há três dias e apesar da beleza da ilha eu andava desanimadinha, à noite então quando estava a caminho do bar do hotel vi aquele homem lindo a me olhar me senti nua com seu olhar que me penetrava sem me dizer uma única palavra veio em minha direção olhou em meus olhos e me tomou a mão não tive nenhuma reação envolvida por uma sensação nunca sentida antes deixei aquele desconhecido me levar quando percebi estava indo em direção aos bangalôs do hotel ele abriu a porta e eu entrei, Senti sua boca na minha nuca
Suas mãos quentes em minha pele já arrepiada eu estava de vestido sua mão percorria meu corpo, parou nos meus seios já rijos de tanto tesão que eu sentia por aquele desconhecido delicioso, então ele colocou sua mão dentro da minha calcinha e começou a me acariciar com a outra mão ele apalpava meu corpo que já tremia de desejo meu grelinho pulava de tesão minha xaninha estava completamente molhada desejando aquele homem, senti seu pau bem rijo no meu bumbum era um delírio.
Então ele me pos na cama e arrancou meu vestido e começou a lamber meu corpo ele tinha uma língua quente maravilhosa, começou a chupar minha bocetinha eu gritava de tesão segurando sua cabeça como se quisesse enfiar sua cabeça dentro de mim gozei dois vezes em sua boca e ele sorveu todo o mel da minha bocetinha. Então resolvi retribuir a delicia que me tinha feito ele deitou e eu tirei sua roupa e comecei a fazer um boquete delicioso chupava seu pau suas bolas sentia ele ficando cada vez mais duro na minha boca. Segurou-me e me pos de quatro na pontinha da cama e me penetrou quase enlouqueço de tesão quando senti aquele pau imenso me penetrando fodendo minha bocetinha como nunca tinha sido antes fodida eu rebolava e pedia mais ele dava estocadas fortes e com seu dedo ia fodendo meu cuzinho gozei varias vezes assim quando ele tirou seu pau na minha bocetinha e meteu no meu cuzinho que recebeu seu pau com resistência mais o prazer era tanto que esqueci ate da dor, nunca meu cuzinho tinha sido comida daquela forma deliciosa sentia-me invadida gozei feito louca quando sentiu que ia gozar ele tirou do meu cuzinho e gozou na minha cara eu me sentia uma puta deliciosa naquele momento realizada, depois dessa foda maravilhosa ele saiu eu me vesti e voltei ao meu bangalô, no outro dia o encontrei na piscina e fiquei sabendo que seu nome era Marcelo e ele era português, o portuga mais delicioso com quem já transei. O Mais conto outro dia.Então ele me pos na cama e arrancou meu vestido e começou a lamber meu corpo ele tinha uma língua quente maravilhosa, começou a chupar minha bocetinha eu gritava de tesão segurando sua cabeça como se quisesse enfiar sua cabeça dentro de mim gozei dois vezes em sua boca e ele sorveu todo o mel da minha bocetinha. Então resolvi retribuir a delicia que me tinha feito ele deitou e eu tirei sua roupa e comecei a fazer um boquete delicioso chupava seu pau suas bolas sentia ele ficando cada vez mais duro na minha boca. me segurou e me pos de quatro na pontinha da cama e me penetrou quase enlouqueço de tesão quando senti aquele pau imenso me penetrando fodendo minha bocetinha como nunca tinha sido antes fodida eu rebolava e pedia mais ele dava estocadas fortes e com seu dedo ia fodendo meu cuzinho gozei varias vezes assim quando ele tirou seu pau na minha bocetinha e meteu no meu cuzinho que recebeu seu pau com resistência mais o prazer era tanto que esqueci ate da dor, nunca meu cuzinho tinha sido comida daquela forma deliciosa sentia-me invadida gozei feito louca quando sentiu que ia gozar ele tirou do meu cuzinho e gozou na minha cara eu me sentia uma puta deliciosa naquele momento realizada, depois dessa foda maravilhosa ele saiu eu me vesti e voltei ao meu bangalô , no outro dia o encontrei na piscina e fiquei sabendo que seu nome era Marcelo e ele era português, o portuga mais delicioso com quem já transei.
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Terça-feira, 17 de Junho de 2008

1º Vez C/1 Homem


Desde sempre gostei de usar roupas femininas. Sempre que podia vestia as roupas da minha irmã mais velha, às escondidas é óbvio. Ela era um pouco mais pequena do que eu, o que fazia com que as roupas me ficassem bem justinhas tal como gosto. Achava que me ficavam perfeitas até porque, ironia do destino, desde sempre tive umas pernas e rabo "bem feitos" demais para homem... Qualquer CD, a partir de uma certa altura, tem o (também) secreto desejo de "sair do armário" e expor-se de qualquer forma.

Foi precisamente o que aconteceu por volta dos meus 16/17 anos. Um dos meus amigos tinha uma garagem e costumávamos (éramos 8) encontrar-nos lá quase todos os dias e cada um de nós tinha uma chave. Havia uma aparelhagem de som, tv, mesa, cadeiras e um sofá. Também costumavam aparecer umas amigas mas com menos frequência. Como cada um de nós tinha uma chave, a liberdade de entrar e sair era total. Aproveitei então uma tarde que sabia que eles estavam em aulas ou explicações para dar azo ao desejo de me vestir de mulher noutro sítio que não a casa de banho ou o meu quarto. Levei um saco com umas sandálias salto alto, meias pretas, fio dental e um mini vestido vermelho. Depois de me vestir , o prazer que me deu foi inexplicável.

Estava com uma tesão louca e só apetecia masturbar-me o que acabei por fazer. Repeti a experiência por duas vezes, mas o que aconteceu na última mudou o rumo dos acontecimentos. Quando me estava a despir, o P.(com 18 anos na altura) entra de rompante na garagem e apanha-me de "vestido na mão" ainda com as meias, o fio dental e as sandálias calçadas. Ficámos uns segundos (que pareceram uma eternidade) especados a olhar um para o outro e a primeira reacção dele foi rir às gargalhadas. Para disfarçar, também esbocei um sorriso mas o meu mal estar era evidente. De referir que eu naquela altura ainda era virgem mas ele já tinha tido algumas experiências com raparigas. Depois do choque inicial reparei que ele me começou a olhar de uma forma diferente e comentou que estava a gostar daquilo que estava a ver, o que me deixou num misto de excitação e de sem saber o que dizer. A luz estava difusa e ele, aproximando-se de mim, disse que gostava de me ver melhor e ao chegar ao pé de mim faz uma festinha carinhosa no meu rabo, o que me deixou com a pernas a tremer.

Bem no fundo, o que aconteceu a seguir era o que eu mais queria naquele momento. A minha primeira experiência com um homem. Calmamente, P. agarrou-me por trás, encostou-se e começou a esfregar-se lentamente no meu rabo que sentiu pela primeira vez um pau bem duro mesmo dentro das jeans. Pediu que me sentasse numa cadeira e lhe tirasse as calças. Acedi de imediato ao pedido e, mesmo a tremer consegui tirar-lhe o cinto, desapertar as calças, abrir o zíper e comecei a acariciar-lhe o pau duríssimo ainda dentro das cuecas.

Baixei-lhas e comecei a masturbá-lo devagar para sentir aquele caralho duro a latejar na minha mão. Enquanto o masturbava pediu-me para o por na boca. Ainda hesitei mas como era o que eu queria mais naquela altura fi-lo com a condição de não se vir na minha boca ao que ele acedeu. Sem experiência, chupei o melhor que pude e conseguia sentir todo o prazer que ele estava a ter naquele momento. Pelo meu lado, ter aquele caralho na minha boca era a realização de um sonho por demais repetido.

Quase no fim, tirou-o da boca e veio-se na minha cara com gemidos de prazer. Depois de "aterrarmos", ainda incrédulos, perguntei-lhe o que é que ele ia fazer em relação aos nossos amigos, se lhes ia contar o que tinha acontecido. A resposta foi surpreendente para mim: tinha gostado tanto e como queria repetir não ia dizer nada a ninguém. Foi bom, repetimos, e foi ele também que me penetrou a primeira vez, o que repetiu várias vezes.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:37
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Paguei dividas C/Corpo de Minha Mulher


Sou casado há 8 anos e tenho agora uma vida estável. Conto-vos este episódio porque nunca desabafei com ninguem: Em Agosto do ano passado fui com a minha mulher passar uma semana às caraíbas e no 2º dia fui à sala de casino do hotel. Joguei poker que é um jogo a que estou habituado e perdi no final da noite 1900 euros.

Apesar de transtornado e arrependido fui tentar pagar os créditos com um cheque e não aceitaram. Perguntei se podia pagar com VISA e disseram-me que não. Não tinha outra forma de pagar porque na minha conta à ordem já nem tinha 250 euros. O gerente da sala e um negro acompanharam-me e ameaçaram-me. Pediram logo os meus bens (relogio, etc) e não me largaram até os levar ao meu quarto para me cativarem outros bens e o meu passaporte.

Entrámos no quarto e a minha mulher que estava deitada ficou em estado de choque. Contei-lhe o que se passou mas tive pouco tempo porque o matulão disse-me furiosamente que se eu não tivesse as notas no dia seguinte às 10 horas que iria acontecer novamente à minha mulher o que estava prestes a acontecer. Apenas vos resumo o final da noite: ela foi possuida pelo negro à minha frente durante uma hora. Não dormimos nada essa noite. No dia seguinte consegui negociar a divida por metade que arranjei com um pagamento VISA numa loja e com a condição de a minha mulher ser possuida novamente por outro individuo que penso ser um empresario local.

Isto só aconteceu porque ela é uma mulher vistosa. O género roliça, loira peito grande. Quando regressámos a Portugal separámo-nos a voltámos apenas a fazer uma vida normal este ano.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:34
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Sexta-feira, 13 de Junho de 2008

A Vizinha


Olá!! Faz 2 anos que morava perto de ti. tu eras a vizinha mais interessante fisicamente. Solteira, com namorado,bela, linda, cheia de...... Ganhas-te amizade com minha mãe passando a
frequentar nossa casa.
Gostavas muito de me mandar olhares bem provocantes fazendo meu "amigo" endurecer.
Uma manhã apareceste a dizer que tinhas um problema com a luz do quarto.
Como estava sozinho vesti as calças e uma tshirt e lá apareci depois do almoço naquela bela tarde.
Apareceste com um sorriso marouto e apenas vestida apenas com uma tshirt comprida e descalça.
Entrei no quarto para arranjar a tomada e tu deitaste-te na cama com a perna a roçar nas minhas costas.
Fiquei louco. Pensei, mais uma provocação e ataco. Passado um tempo não aguentei mais. Levanto-me e agarro-te a perna puxando-te para mim.
Disseste "Ai, que bruto!" E eu imediatamente parei, mas reparo no teu olhar enquanto me dizes: "és selvagem...como eu gosto!"
Fiquei mudo, espantado. Mas tu continuas-te: "Domina-me....que obedeço". Não pensei duas vezes e decidi aproveitar.... Meio louco com tudo fui para a sala e sentei-me no sofá.
Passado pouco tempo surgiste com um vestido negro com uma racha pela perna. Mandei-te parar e ajoelhar. Devagar e a rir, obedeceste-me....Mal acreditava.Aquela mulher à minha disposição??
Obedientemente... ficaste de 4 e devagar te aproximaste de mim...disseste"começo a gostar da brincadeira".
Mando-te levantar e despires-te à minha frente.
Ficaste de fio dental.
O meu "amigo" já doía de tão duro, mas queria prolongar o prazer.
Agarro-te pelos cabelos e dirijo a tua cabeça para o meu "amigo" e fazes-me um bom broche!!
Sem eu te dizer mais nada colocas-te de joelhos e empinas o rabinho.
Sorris e eu nem penso duas vezes!!Agarro-te pelas ancas e coloco o meu "amigo" na tua amiga louca e humida.Penetro-te e ouço um gemido vindo da tua boca.
Começo um vaivém louco.Sinto-me quase a vir..tiro o meu "amigo" de dentro de ti e prontamente dirigo a minha cara em direcção á tua "amiga" louca.Faço-te um louco e demorado minete que fez com que tu tivesses um orgasmo louco. Torno-te a penetrar e fizemos sexo durante horas até estarmos ambos saciados.
Quando acabamos deixei-te no chão da sala, deitada, exausta.
Sorriste.
Vi que os teus olhos brilhavam de satisfação e piscaste-me o olho.
Foi assim que te comi pela primeira vez.
Outras vezes se seguiram, inclusive a primeira vez que te enrrabei.....mas isso é outra história....para outro dia.

Espero que tenhas gostado desta historia!!!!
É o q se pode dizer de uma aventura bem á minha maneira faltando apenas as algemas q tanto gosto.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:38
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Restaurante


olá a todos.
isto aconteceu mesmo com meu parceiro no jantar que tive com ele na altura que namoravamos.
meu parceiro convidou-me certo dia para jantar e claro que aceitei,como qualquer namorada aceita,chegamos ao restaurante do estilo muito aconxegado,pouca luz,ambiente namoradeiro,
quando começavamos a jantar chegou uma rapariga que se sentou numa mesa proxima da nossa,linda de morrer,com um vestido curto que fazia salientar umas pernas de curtar a respiração,comentei logo com meu parceiro mas reparei que ele não tinha passado ao lado,só faltava cumela ali mesmo,eu nunca tive esperiençia bi,mas vontade não me falta,ás tantas mesmo acabadinhos de jantar comentei com meu parceiro que ela divia de andar á procura de compania,ela não tirava os olhos decima de nós com um ar cumilão,virei-me para meu parceiro e disse que papava aquela mulher toda e meu parceiro como o ambiemte era bom e já não havia muita gente no restaurante não perdeu tempo,começou a beijar-me como ele sabe e me deixa louca de prazer e disse-lhe para parar porque a rapariga estava ali,e ele disse:então naõ queres ter uma esperiençia bi?disse que sim e ele disse que não precisava de ser hoje mas pudia ser o momento certo para ficar mais há vontade quando fosse a altura da dita relação bi mas entretanto enquanto ele falava já ele tinha 2 dedos metidos pela miha coninha dentro,foi fácil eu tambem estava de saias,olhei para ela e fez um piscar de olhos muito sedutor olhei para as pernas dela e tambem não perdeu tempo, ela já tinha os dedos metidos na cona dela e a lamberce ttoda,tirei a picha do meu parceiro para fora e começei a bater-lhe uma,mas de repente ouvimos passos para o nosso lado e paramos todos,ficou um tesão no ar entre os tres que era uma loucura,ficamos por ali pagamos o jantar e quando passamos pela mesa dela perguntei se gostou da sobremesa ela respondei que soube a pouco,pegou na minha mão e dei-me um cartão com o numero de tlm dela,e o resto já aconteceu mas ficamos por aqui,a outra esperiençia foi uma coisa 5 estrelas,até lá fiquem bem.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:33
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Feriado P/Recordar


Quarta-Feira á tarde. É feriado,<< 8 de Dezembro>>.
Estamos os dois sozinhos, coisa rara nos últimos tempos. Estavamos no sofá a fazer zapping, quando chegamos ao sexyhot. Está uma loira a chupar dois tipos bem parecidos. Passados trinta segundos já um deles estava enterrado naquele rabo habituado a ser fodido.

Nós já não fodiamos há algum tempo. Mas hoje também não podia ser da forma tradicional. Ela estava naquela altura do mês.

"Quero comer o teu cú maravilhoso", disse-lhe. "Quero que me chupes primeiro, e depois quero enrabar-te pela primeira vez".

Ela manteve-se silenciosa e esboçou um sorriso de menina malandra. Ajoelhou-se, desapertou as minhas calças e pegou no meu pau ainda mole. Começou a lamber a cabeça muito lentamente e de seguida engoliu-o por completo. Deixei-a chupar-me por uns minutos e puxeia para cima, queria beijá-la, morder-lhe as mamas e chupar o clitóris delicioso. Virei-a de barriga para baixo e pedi-lhe para espetar o rabo para cima. Comecei a chupá-la lentamente. Primeiro o seu clitóris inchado, depois enfiei a língua na sua fenda aberta e húmida, terminando no seu cú delicioso. Demorei o tempo necessário para humedecer a entrada muito bem. Continuei até ela se vir.

"Afasta as tuas nádegas com ambas as mãos", ordenei. "Abre-te para mim, quero enfiar a lingua nesse cú convidativo." A visão do cú dela arregaçado era divinal. Enfiei a minha lingua e cuspi lá para dentro. Enfiei um dedo, depois outro e iniciei o vai-vém. Ela estava pronta para receber o meu pau.

Ela continuou a abrir o cú com ambas as mãos, e eu apontei o meu membro duro á sua entrada. Forcei, e a pouco e pouco fui enterrando por completo. Que sensação fantástica! Comecei a fodê-la e muito rapidamente estava pronto a vir-me. Mas eu não queria vir-me dentr do cú dela. Não hoje. Saí de dentro dela e sentei-me no sofá. Ela ajoelhou-se á minha frente e volta a chupar-me. Ela é fantástica a chupar-me! Sabe usar a lingua e os lábios de um forma divinal.

"Quero vir-me na tua boca." Ela acenou afirmativamente com a cabeça e acelerou os movimentos. Parei no fundo da sua garganta e vim-me como há muito tempo não acontecia. Enchi-lhe a boca. Gozei tanto que ela não conseguiu conter tudo e escorreu-lhe um pouco pelos lábios e queixo. Foi terminar em beleza uma foda deliciosa.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:27
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Fodendo o Sacaninha


O que vos conto aconteceu à pouco tempo. Hámuito tempo que ando no comboio da linha de sintra e que tenho a fantasia de engatar um rapaz para me foder ali.
Houve um destes dias, mais ou menos à uma semana, que apanhei o comboio cheio e aproveitei para me posicionar perto de um puto. Tenho 35 anos e queria comer 1 puto para ai de 25. Entrei no comboio e pus-me no meio do atrio que estava cheio e, por sorte calhou atras de mim um puto para ai de uns 25 bem grosso. Deixei o comboio arrancar e aos poucos fui-me chegando ao pé do miudo. O puto parecia meio timido de maneira que me comecei a roçar nele ao de leve. Comecei a sentir o puto nervoso mas continuei sempre a roçar-me até sentir que o puto tinha o pau feito e prontinho para mim. Roçava-lhe o cu naquela verga e via o puto cada vez mais excitado o que me excitava de morte. Tentava conter-me mas não consegui aguentar-me a pôr a mão naquele caralho. Estive para ai uns 10 minutos da viagem entre esfregar-lhe com o cu e passar-lhe a mão devagar pela piça. Via o puto cada vez mais nervoso o que me deixava ainda mais excitada.
Quando chegou a altura de sair, por coincidencia ou não, o puto seguiu o esmo caminho que eu. Optei por esperá-lo e abordá-lo com um :"psssssssstttt". o puto olhou e chamei-o para junto de mim. Parecia timido. Estavamos num beco escuro e comecei logo a tocar-lhe no caralho cada vez mais duro. desapertei-lhe a berguilha, esfregava-o ainda por dentro das cuecas enquanto o beijava.
Decidi tirá-lo para fora (qe piça!!!!) e metê-lo na boca. Chupei-o.Em menos de trinta segundos tinha a boca cheia de esperma!!! A partir dai passei a adorar broches!!!!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:25
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Ai!! SRª Doutora




Chovia copiosamente naquele fim de tarde de sexta-feira. Fortes rajadas de vento e intensos aguaceiros convidavam os comuns a ficar em casa, escondendo-se daquela intempérie como um coelho foge para a toca. Mas eu não sou comum...

Tinha encontrado o nome daquela clínica nas Páginas Amarelas, e a minha marcação para a urulogia obrigava-me a sair à rua. Não gostava de mostrar as minhas partes íntimas ao médico de família, e preferi um desconhecido para a observação de rotina.

Ao chegar à clínica, já passava das 18h30, reparei que estava a sair o último paciente. Havia duas meninas da recepção, muito bonitas por sinal, que se preparavam para sair quando quando deram por mim. Disse ao que vinha, e antes de elas sequer esboçarem uma reacção, eis que acontece algo que me apanha completamente de surpresa. A doutora chega à sala de espera e chama por mim. Sim, leram bem, a DOUTORA. Ia ser examinado na piroca por uma doutora...

- Podem sair, podem ir embora - disse ela às 2 funcionárias - eu fico para atender este senhor.
E fez-me sinal para entrar no gabinete.

A Dra. Maria não teria mais de 35 anos. Alta, com um corpinho delineado - embora ligeiramente para o forte - e uma cara muito tesuda, era possível reparar nas grandes e belas mamas que faziam reluzir a sua pele morena. Aqueles longos cabelos castanhos, aquelas unhas de fazer arrepiar os cabelos do cu, e aquele fantástico aroma a Clinique Happy garantiam-me que aquela mulher... era capaz de me pôr de quatro. A única coisa que não gostei foi a reluzente e vistosa aliança que ostentava no dedo. Mas o grande problema era que me ia fazer uma consulta de urulogia!...

- Pode sentar-se - disse ela, enquanto preenchia a minha ficha.

Enquanto me sentava naquelas camas que eles têm lá e ia dando os meus dados pessoais, aproveitei para "quebrar o gelo" e meti conversa dizendo que era raro encontrar uma doutora na urologia. Ela sorriu e mandou-me tirar as calças. Algo embaraçado, despi vagarosamente as minhas jeans, baixei os meus boxeres pretos e escancarei o meu belo caralho, esperando pelo exame. Mesmo no seu estado normal, orgulho-me do meu sexo, e logo acabei por me sentir a vontade a beira dela.

A Dra. Maria, com as suas luvas, tocou-me levemente nos testículos e olhou-me nos olhos.
- Se doer avise.
Ela estava de pé, entre as minhas pernas arqueadas para melhor me inspecionar a gaita. Senti-a muito próxima de mim. Aquele perfume e aquela respiração tranquila tão pertinho começaram a ter um efeito afrodisíaco e algo de sobrenatural se apoderava de mim. Ela tocava-me nos testículos de outra forma, olhava-me nos olhos e perguntava se doía. Ai aquele olhar! Tão penetrante!

Foi então que comecei a sentir um calor crescente em mim, o sangue a correr-me a alta velocidade nas veias tomando um único sentido e o meu caralho a começar a crescer... Era tanta a vontade de me deixar levar pelo tesão como a vergonha que a situação me criava... Ali estava eu, sentado e nú da sinta pra baixo, com a Dra. Maria a tocar-me nos tomates e o caralho a começar a crescer...

- Desculpe - disse eu envergonhado e tapando a piça com a mão - nunca me aconteceu uma situação destas. Peço imensa desculpa...

A doutora sorriu e com um ar demasiado tranquilo puxou da cadeira e sentou-se mesmo em frente a "ele". Tirou-me a mão de cima da piça e começou-me a acariciar os tomates novamente, agora de uma forma que me transmitia uma muito maior intimidade.

- Esteja à vontade,isso é normal...

Não aguentei... O meu pau cresceu logo bruscamente, enrijeceu como nunca de tanto tesão, e começava a latejar intensamente, de maneira que não tive alternativa senão conformar-me com o que estava a acontecer e entregar-me nos braços do destino. O que acontecesse acontecia...

Sem mais palavras daí em diante. Da posição em que estava, com ela sentada perante o meu grandioso pau, era possível ver-lhe a parte de cima daquele maravilhoso peito através da bata.

Tinha uma vontade quase doentia de comer a doutora, mesmo naquele momento, mesmo ali, naquele gabinete. E o embaraço e a surpresa deixaram de ter lugar, quando ela lentamente aproximou o seu belo rosto do meu caralho. Segurava-o com uma mão, tendo a outra a fazer festinhas nos testículos, e dava toda a sensação de que ansiava loucamente por começar a chupà-lo. Aproximou a boca e, com os lábios quase a tocarem-lhe, olhou-me nos olhos. Penetrante. E eu quase lhe pedi, com o olhar, que ela mo esmifrasse todo.
Sentia-se o tesão naquela sala. O desejo e a excitação ardente ganhava uma forma gigantesca e eu senti-me no paraíso.
Ela beijou-o então suavemente, sem deixar de me olhar. Com a lingua de fora, começou a lambê-lo em linha recta de cima para baixo e eu tive então a certeza absoluta que ia comer a doutora. Sim, eu ia comê-la! Lambeu-me os tomates apaixonantemente e começou a bater-me uma punheta suavemente... O meu tesão era tanto que a piça balbuceava a um ritmo frenético. Ela lambia e ia batendo à punheta. Lambia... e batia a punheta.
Levantou-se então da cadeira e aproximou o seu rosto do meu. A nossa respiração ofegante unia-se assim numa só e ela pegou na minha mão e puxou-a para si. De pé, abriu mais as pernas e meteu-me a mão entre elas, por dentro da saia.
Procurei as cuecas e toquei-lhe veementemente na cona. Senti as cuecas todas molhadas, era mais que notória a sua excitação. E quando lhe meti a mão por dentro e lhe senti aquele grelo todo encharcado, ela estremeceu da cabeça aos pés.

Deu-me então um linguado intenso e extremamente quente. As nossas linguas uniram-se e entrelaçaram-se num beijo que nunca mais me sairá da memória. Tenho a certeza que há muitos anos que ela não se sentia beijada daquela forma...
Ela parou e voltou-me a olhar nos olhos, com uma respiração mais ofegante que nunca. Eu sentado, com o caralho completamente teso e duro a pedir mais diversão, não aguentava toda aquela loucura e prazer. Ela, a doutora, de pernas abertas, com 2 dos meus dedos enfiados por aquela rata molhada acima e a mão a segurar o meu grande pau, invadida por um desejo e um prazer incríveis que já nem a deixavam quase manter os olhos abertos...

Mas, subita e bruscamente, largou-me o pau e arrancou-me a mão de entre as suas pernas. Afastou-se, arranjou a saia, deu um jeito ao fio de cabelo, e virou-me as costas.
Fiquei estupefacto, mas ao mesmo tempo senti um qualquer desespero da parte dela.
E, antes que eu tivesse tempo para dizer alguma coisa, convidou-me a sair. Tentei pedir, explicações, tentei que ela desabafasse alguma coisa, mas sem sucesso... A única coisa que ela repetia era a ordem para que eu saisse. E nem mais sequer me olhou. Senti-a quase que humilhada perante mim...

Sem alternativa, subi as calças, escondendo o caralho que ainda mantinha - embora triste - a sua orgulhosa forma, e pus-me de pé.
Aproximei-me dela, e toquei-lhe o ombro por trás. Assim me mantive durante uns segundos, em silêncio. Depois, baixei a cabeça, virei costas e saí...

Não comi a doutora, é certo. Mas fiquei com a certeza que ninguém a excitava daquela maneira há anos... E que teve de ter havido algo de muito forte para que ela contrariasse aquele seu impulso e aquela sua forte vontade e desejo. Algo que nunca saberei...

Mas que foi uma grande ida ao médico... lá isso foi! E na minha ficha deve constar que o meu pau está muito bem e recomenda-se...!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:21
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Quarta-feira, 11 de Junho de 2008

Bacanal Inesperado


Vou tentar contar aqui algumas experiências interessantes que vou tendo através dos anúncios que coloco aqui na Net.
Ontem recebi um telefonema de um amigo que viu o meu anuncio um dia deste aqui na Net, combinamos eu ir ter a casa dele em Matosinhos as 16.30 porque estaria sozinho a essa hora.
Depois de acertarmos tudo lá me dirigi ao local combinado, um apartamento normal.
Dei-lhe um toque para o telemóvel para lhe dizer que já tinha chegado e para ele me vir buscar a porta, isto porque da mesma maneira que terei que aceitar um não, também tenho direito de dizer não quando a pessoa não me agrada (falta de higiene, por exemplo), mas gosto de o fazer olhos nos olhos.
Ele desceu viu-me, pareceu-me ser um homem interessante com cerca de 30 anos, simpático.
Perguntei-lhe se era para subir ou não porque para mim era interessante o que ele me respondeu estás louca claro que sim, estou é estupefacto com a tua beleza, não estava a espera de nada assim, bem o meu ego bateu lá em cima eheheheh.
Subimos, levou-me para sala e disse-me olha sei que não foi isso que combinamos e aceito que te vás embora se não quiseres, mas gostava de te propor uma situação que não sei se vais gostar.. Ao qual respondi mas francamente com algum receio, qual?
Olha disse ele, eu tenho a fantasia de fazer uma festa eu um amigo e uma mulher, tu alinhas nisso??
Um bacanal? Respondi eu..
Sim, disse ele
Podemos pensar um dia nisso, disse eu
Bem, disse ele, eu queria agora..
Agora? Como? E com quem? Perguntei..
Tenho um amigo e vizinho que vive no andar de baixo e que lhe disse que vinhas cá e ele está a espera que o convidem mas se não quiseres paciência…
Pensei um pouco mas a vontade que tinha de uma experiência diferente começou-me a encher de tesão, e disse-lhe, ok como foste discreto e simpático podes chama-lo.
Assim o fez ligou-lhe e disse-lhe podes subir eu deixo a porta encostada.
Enquanto isso e depois de desligar o telemóvel ele sem querer parecer atrevido tocou-me no braço e como viu que não tinha reacção pôs-se de frente para mim, passou-me a mão nos cabelos e beijou-me,
Começamos logo a acariciar loucos de tesão até porque adivinhávamos a situação que íamos ter, entretanto a beijar e a acariciar dirigimo-nos para o quarto tropeçando pelas coisas eheheh, ao chegar despimo-nos e comecei logo a chupar-lhe o mastro que já estava a 1000.
Estava ele deitado para trás e eu a chupar-lhe como uma louca quando sinto uma mão por trás acariciar-me as nádegas, era o tal amigo…
Olhei para ele para o ver, um rapaz bonito, com cerca de 25 anos..
Olá disse eu, e virei-me logo para ele desapertando-lhe o cinto e abrindo-lhe o fecho das calças, bem se outro estava a 1000 este estava a 10.000 que grande piça ele tinha, não muito grossa mas muito comprida, que bom dois machos como eu gosto, bonitos, simpáticos, abonados e com muita vontade de foder…..
Mamava num e mamava no outro as vezes nos 2 ao mesmo tempo até que o meu 1º amigo resolveu foder-me de quatro enquanto eu chupava o amigo nº 2 eheheh
Meteu-me de uma golpada só que eu em 2 segundos atingi o meu 1º orgasmo.
Depois de algum tempo a foder-me eis que mudamos de posição e veio o amigo enquanto eu chupava o nº 1 que entretanto não aguentou e acabou por se vir.
Foi-se lavar e eu fiquei com o nº 2 desta vez eu por cima dele numa cavalgada desenfreada.
Minutos depois o nº 1 veio ter connosco e para meu espanto já estava teso outra vez, agarrei-a para confirmar e comecei a chupar de novo, a cavalgar o nº 2 e a chupar o nº 1 imaginem a cena.
Depois veio uma situação gira que eu adoro, sem mais nem menos apercebo-me que o nº 2 tentando disfarçar agarra na piça do nº 1 tocando-lhe uma punheta levezinha, mas quando se apercebe que eu vi tenta disfarçar, eu não me fiz de rogada e perguntei: vocês também gostam disso?? Ao que eles responderam nós??? Não…. Somos muito machos..
Pois, ok é pena disse eu..
Porque?? Disseram eles
Porque eu adoro
A sério???
Sim a sério
Bem para a próxima pode ser que tenhamos coragem e sim já fizemos uma vez sexo os dois disse o nº 1
Ok e qual é o mal perguntei eu…
Nenhum disse ele
Bem meus amigos a partir dai fodemos como loucos o nº 2 a foder por trás não se aguentou e veio-se logo e o nº 1 veio-se com uma punheta maravilhosa feita por mim e pelo amigo que tentou ganhar alguma coragem, eheheheh
Mas ficou prometido para a próxima haver mais qualquer coisa eheheh estou ansiosa.
Bjs a todos
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:45
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Sexo intensso C/Minha mulher na Praia


O que vos vou contar agora aconteceu no fim de semana grande do 25 de Abril.
Eu e a minha mulher fomos passá-lo ao litoral alentejano e por sorte nesse fds esteve um tempo espectacular com um belo sol e claro, uns lindos dias de praia !!

No sábado de manhã disse à minha mulher (1,65m, olhos azuis, 50Kg, cabelos castanhos compridos) que a ia levar a uma praia muito bonita e bastante isolada e com muito poucas pessoas, onde iríamos poder estar completamente à vontade e até fazermos amor…
E assim foi, saímos de casa directos à tal praia… quando lá chegámos e vimos o ambiente, só com 4 chapéus de sol todos afastados uns dos outros, ficámos logo cheios de desejo de irmos para a areia o mais depressa possível.

Pegámos nas coisas os dois e lá fomos nós, (já cheios de tesão por sabermos o que íamos fazer!!) passámos por um casal e continuámos para a esquerda, mais á frente estavam duas raparigas sentadas … e continuamos a andar para que fossemos os últimos daquele lado e ficássemos uns bons metros afastados…

Assim que deitei o chapéu na areia e o inclinei de modo a que nos tapasse, deitámo-nos na toalha e a minha mulher puxou-me para cima dela deu-me um beijo e disse-me és um safado… trazeres-me para aqui para uma coisa destas… e eu beijei-a de novo e no seu pescoço e disse-lhe ao ouvido: porquê não gostas !?! …

Estava um calor fabuloso e os nossos corpos já o sentiam … estamos lá aos beijos quando vimos as tais raparigas a darem um passeio na nossa direcção … eu para fazer tempo para que elas passassem, fui à água para molhar os pés e ver como estava, entretanto elas passam por mim e eu volto para o chapéu a minha mulher tinha tirado a parte de cima do bikini o que me deixou doido… as minhas mãos percorriam o corpo todo dela e já lhe ia trincando e beijando aqueles mamilos lindos e erectos ao sol …
As tais raparigas entretanto voltam para trás e dirigem-se ao lugar delas (não sei se entenderam alguma coisa ou não, mas o que interessa é que ficámos de novo sozinhos e sem ninguém no nosso campo de visão…

A minha mulher estava já completamente encharcada na sua coninha e então eu entretanho-me com os meus dedos no seu cliótris o que a deixa mais doida ainda… ela abre-se toda, contorce-se e eu arranco-lhe a parte de baixo do bikini e enfio lá aminha boca e a minha língua em movimentos circulares e num entra e sai que lhe deu logo um ruidoso orgasmo!!! (Adoro dar-lhe um orgasmo com a minha boca e língua!!) logo de seguida ela baixa-me os meus calções e segura no meu membro bem erecto, quente, a latejar e a pingar… bate-me uma punheta e diz-me… quero senti-lo todo dentro de mim… não foi preciso mais nada penetrei-a bem devagarinho o que a fez delirar de novo e comecei a aumentar gradualmente a velocidade das minhas estocadas… e dizia-lhe como era bom estar ali ao sol a ouvir as ondas do mar e a fodê-la toda, claro que ela gritou e berrou e claro eu também… até que ela se vira e vem para cima de mim cavalgar que nem uma doida e como se não houvesse amanhã… eu com aquele corpo todo nu em cima de mim aquelas maminhas lindas aos saltos e as maravilhosas nádegas onde eu ainda dei umas valentes palmadas… não tardou nada a vir-me todo e a ela a deixar-se deitar em cima de mim ainda ligados e a sentir o calor e humidade um do outro… Foi muito forte é muito bom fazer isto fora de casa e em especial ao ar livre, o nosso orgasmo foi muito mais intenso e claro, correr o risco de aparecer alguém… tb é aliciante !!!
Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu gostei de o escrever e imaginar tudo de novo…

Beijos e abraços a todos
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:41
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Uma Tarde de S.M


Ola amigos
Deixo-vos mais uma aventura para se deliciarem-se que aconteceu dia 17 de Abril de tarde.
Depois de almoço estava em casa sentada no sofá e começou a dar-me vontade de fazer alguma coisa diferente o tempo também ajudava a pensar em coisas mais intimas, lá fora chovia copiosamente e o desejo de sexo subia cada vez mais por mim acima.
Liguei a Tv na TVI e mudei para o chat do teletexto “para quem não conhece” pag. 604.
Todos os anúncios que iam passando nada me chamava atenção via-se que eram pessoas que não tinham que fazer e que no fundo procuravam alguém para conversar por sms. Ao fim de alguns minutos e já pensando em desistir eis que vejo um anuncio que me chama atenção: Homem 40tão do Norte da ajuda de cem “flores” a senhora dominadora para me castigar e bater nas bolas nº telemóvel “x”, enviei-lhe uma mensagem a dizer que estava interessada embora não sabia muito bem o que ele queria.
Ele rapidamente me respondeu a dizer que era do Norte tinha 46 anos e que era muito submisso e que gostava de estar com uma pessoa que entende-se isso e que o castiga-se violentamente principalmente nas “bolas”. Francamente fiquei entusiasmada com a ideia até porque seria uma coisa diferente, então pedi-lhe para ligar para falarmos e ver se chegávamos acordo, o que ele fez de imediato.
Marcamos encontro no Jumbo da Maia dai a hora e meia porque tinha um local sossegado ai perto onde podíamos estar a vontade.
Fui tomar um banho, vesti-me com uma lingeri; tanguinha, meia liga e soutien tudo preto, e calcei umas botas de cano alto e com um salto de cerca de 10cm, além disso carreguei mais do que o normal na maquilhagem que me dava um ar de dominadora sádica eheheheh, juntei alguns acessórios entre eles uma espécie de cacetete em borracha que comprei a uns anos atrás numa sex-shop e pus-me a caminho até ao local combinado.
Cheguei, liguei-lhe a dizer que já lá estava, minutos depois ele apareceu ligou-me a dizer quem era e qual o carro dele dirigi-me para lá, entrei e depois de cumprimentarmo-nos seguimos caminho para o tal local que ele falou, (não vou revelar por razões obvias), ao chegar e depois de termos falado de coisas estúpidas como por exemplo o tempo, ele lá me foi dizendo que adora ser submisso e ser mal tratado, adora que lhe batam sem dó nem piedade, aquela situação estava-me a provocar dois tipos de sentimentos, um de tesão, porque eu adoro mandar eheheheh, outro de receio porque nunca tinha feito uma coisa dessas pelo menos, a sério, já brinquei com o meu marido mas nada de aleijar e este individuo queria mesmo que o aleija-se. Seria capaz? Essa era a minha dúvida e receio.
Entramos no lugar combinado, um sitio acolhedor dentro de um armazém, mas todo preparado para haver umas aventuras; com uma cama feita, um wc, um computador efim parecia um local secreto para aventuras Sado masoquistas, para ser franca assustei-me um pouco com a situação e disse-lhe logo que não queria ser submissa e que o meu papel seria exclusivamente dominadora ao que ele respondeu que era de tal maneira submisso que chega ao ponto de tomar hormonas femininas, pensei este tipo é louco mas vamos ver o que acontece.
Olha, disse ele, vou ali atrás preparar-me, não te importas?
Não, disse-lhe eu.
Vai dai, ele foi para trás de um biombo ouvia-o a despir e pensei, no que me vim meter este tipo é louco, e ainda por cima é envergonhado, e eu que procurava uma tarde se sexo espectacular sai-me isto na rifa, porra, vou-me mas é embora….. Mas não, minutos depois aparece-me ele com uma lingeri feminina e de salto alto, toda putinha e pergunta-me: “gostas?”
Eu fiquei sem palavras não estava a espera daquilo mas para ser franca agradou-me até porque já fiz algumas brincadeiras deste género com o meu marido vestido-o de mulher e tratando-o como uma putinha, coisa que eu adoro lhe fazer.
Respondi-lhe: “nem sabes quanto, mas agora ajoelha-te e beija-me as botas rapidamente”, ao mesmo tempo que dizia isso tirava o tal bastão do saco, “anda rápido que vais levar com isto nesse cu”, bem ele parecia uma mola saltou para o chão e começou logo a beijar e a lamber as minhas botas, comecei por lhe bater com o bastão do rabo com pancadas levezinhas enquanto lhe chamava nomes “anda paneleiro lambe-me bem essas botas” ao que ele pedia “bate com mais força, não tenhas medo bate forte, eu aguento” ó palavra que disses-te comecei cada vez com mais força a bater naquele cu que estava a ficar vermelho e ele gemia de prazer e eu cada vez estava mais molhada porque aquilo provocava-me muita tesão talvez se calhar por ser novidade.
“Então queres que te bata nas bolas?” sou franca sempre tive essa curiosidade até porque a maioria dos homens não suportam dor nesse local. “Sim quero” disse ele.
“então levanta-te e põe-te encostado a cama com as pernas abertas” e assim ele fez pôs-se em prancha com as pernas abertas e braços em cima da cama e eu por traz batia-lhe por baixo nos tomates enquanto lhe chamava nomes e exigia que me chama-se de Rainha, cada vez batia mais de força e ele urrava como um boi “ai minha rainha, sim bate com mais força” dizia ele, e eu pimba mais uma varada cada vez mais de força até se ouvia o assobiar do bastão, francamente até estava a ficar com medo de o aleijar a sério mas aquilo estava a dar-me muita tesão como nunca imaginei, pensei “nasci para isto”.
“Agora chega vais lamber a rata quero-me vir toda, anda paneleiro lambe-me bem ou levas mais porrada” pus-me deitada de barriga para o ar e ele começou logo a lamber-me enquanto eu lhe agarrava na cabeça e o obrigava a lamber cada vez mais sentido até que estava a ficar sem respiração. “Não pares filho da puta, senão levas mais, isso paneleiro lambe que me quero vir na tua cara” bem amigos nem parecia eu a falar, até que começo a vir-me como uma louca acontecendo uma coisa que nunca tinha me acontecido talvez pelo excesso de excitação, começo a deitar algumas pingas de xixi ao que lhe exigi que lambe-se e ele assim fez, “lambe porco, cão de merda, lambe o meu mijo” foi quando sinto ele a berrar como um louco estava a vir-se todo para o chão como um cão sem sequer tocar na piça, “isso cão vem-te e lambe”……
“Agora para, estou satisfeita e cansada, de tanto bater”, fomos lavar-nos como se nada tivesse acontecido, francamente estava um pouco envergonhada, pois tinha-me transformado numa pessoa diferente que nem sequer sabia se conseguia ser, vestimo-nos e fomos embora até porque ele tinha que ir trabalhar.
Só posso vos dizer A D O R E I esta minha nova faceta e espero ter uma próxima rapidamente, mas não se assustem porque continuo a gostar muito do método tradicional.
BEIJOS A TODOS
ANA
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:39
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008

Certificaçao


Certificação

“alguem me sabe dizer como e isso da certificaçao?” – escreveu twoplusone.
Outras linhas de texto entraram antes de tavi conseguir responder:
“se tiveres msn e cam posso certificar”
“msn tenho cam n”
“entao vais ter de enviar copia do bi e foto dos 2”
Outras frases entraram e uma janela de mensagem privada apareceu no monitor de tavi:
“es moderadora certo?”
“certo” – respondeu ela ao casal.
“n temos maq foto e n queriamos mandar copia dos bis”
“não há outra forma para o fazer” – afirmou a moderadora.
“somos de lx se marcassemos 1 cafe? conversavamos um pouco”
tavi preparava-se para enviar uma mensagem negativa quando outra frase surgiu na caixa de mensagem:
“podiamos mostrar os bis somos casados”
Ela ponderou um pouco.
“quando?” – perguntou.
“agora se der jeito”
Olhou o relógio no canto inferior direito do monitor, na barra de ferramentas. Marcava 20:15.
“normalmente certificaçoes ao vivo so nos jantares mas ta bem. onde?
Combinaram no Centro Comercial Vasco da Gama, na entrada do lado do Pavilhão Atlântico, às vinte e duas horas. Apontaram os números de telemóvel.
tavi tomou um duche rápido, jantou e chamou um táxi. Dez minutos antes da hora marcada sentava-se perto da entrada onde haviam combinado. Acendeu um cigarro e aguardou.
Olhou o relógio: 22:01. Não chegou a acabar o pensamento que ia impor um tempo de espera. O telemóvel tocou. Conferiu o número no visor. Levantou-se e olhou em volta. Um homem, um pouco mais novo que ela, bonito, encorpado, bem vestido e aspecto simpático, acenou-lhe com o telemóvel. Ela desligou o seu e começou a aproximar-se, tentando vislumbrar alguém que o pudesse acompanhar. Ficou apreensiva. Pareceu-lhe estar sozinho. Começou a ficar nervosa. Se ele estivesse sozinho...
– Olá – cumprimentou ele, aproximando-se para lhe beijar a face.
Ela consentiu os beijos, mas atirou logo de seguida:
– Onde está o teu par? Se me fizeste perder tempo...
– Calma – interrompeu ele. – Já cá estamos há um bom bocado e ela está lá dentro, foi arranjar mesa para bebermos um café. Eu sou o Paulo – apresentou-se ele.
– Tânia – respondeu ela secamente.
Conduziu-a até às escadas rolantes. O silêncio entre eles contrastava com o ambiente ruidoso do centro comercial. Paulo preferiu não falar até chegarem às mesas, no segundo piso. Dirigiram-se a uma mesa onde se encontrava uma mulher, aproximadamente da mesma idade de Paulo, também bonita, peitos volumosos que se insinuavam num decote generoso, estatura média, bem vestida, mas que não conseguia disfarçar o nervosismo que sentia.
– Sónia, esta é a Tânia. Tânia, esta é a Sónia, minha mulher – apresentou ele. – Como vês não vim sozinho.
Sónia colocou-se de pé e trocaram dois beijos.
– Fiquem à vontade que eu vou buscar café. Três?
As duas mulheres concordaram.
Tânia, apesar de estar mais calma, visto que não fora enganada, manteve o silêncio e observava a área circundante, tentando disfarçar o incómodo. Por muitas vezes que estes encontros se repetissem havia sempre uma tensão implícita. Sónia observava as unhas pintadas, tentando, sem conseguir, disfarçar o nervosismo.
Paulo chegou com as três chávenas fumegantes que distribuiu na mesa. Tirou o bilhete de identidade e colocou-o na frente da moderadora.
– Não é preciso – disse Tânia. Olhou rapidamente o estado civil. Casado. Empurrou delicadamente o documento na direcção de Paulo. – E desculpa aquilo de há pouco. Nem imaginam a quantidade de gente que nos tenta enganar. Alguns conseguem.
– Pronto, já viste que somos um casal. E agora?
– Agora, quando chegar a casa, mudo o vosso nível.
– E vais já embora? – quis saber Sónia.
– Não obrigatoriamente, podemos conversar um pouco. Ainda é cedo e amanhã é domingo.
– És de onde?
– Lisboa. Perto da Praça do Chile. E vocês?
– Moscavide – respondeu Paulo. – Aqui perto.
Terminaram os cafés.
– Bom... vou indo. Vocês ficam?
– Não. Vamos também – declarou Sónia. – Damos-te boleia.
O nervosismo inicial desaparecera.
– Não vale a pena. Vocês vão para um lado e eu vou para o outro.
Insistiram e conseguiram convencê-la. Encaminharam-se para o estacionamento subterrâneo.
Durante a curta viagem conversaram sobre o que faziam, onde gastavam o tempo livre, o trivial.
– Querem subir para tomar um café ou uma bebida? – convidou Tânia, junto à porta do seu prédio.
Paulo olhou a sua mulher. Perante um encolher de ombros desta, aceitou o convite e subiram.
Tânia colocou um filtro na máquina, adicionou seis doses de café e ligou a máquina, indicando ao casal para estarem à vontade. Foi até ao quarto, ligou o computador, voltou à cozinha, onde a água da máquina começava a borbulhar, e colocou três chávenas em cima da mesa, juntamente com o açúcar e três colheres pequenas. No entretanto o café ficou pronto. Encheram as chávenas, adoçaram o líquido e foram até ao quarto.
O computador estava já com todos os programas de arranque em funcionamento e Tânia abriu o Explorer iniciando sessão no Sexyin.
O quarto não era pequeno, mas a enorme cama deixava pouco espaço livre. Para além da pequena secretária do computador e uma estante, ambos aos pés da cama, apenas duas mesas-de-cabeceira compunham a mobília que Sónia observava. Perguntou a Tânia se era casada. Esta viu que Sónia olhava a enorme cama e respondeu que era divorciada, a cama grande era para dormir à vontade.
– Vocês já são nível um – anunciou ela. – Olha, têm um anúncio. Posso ver?
– Claro, se ele aí está é para ser visto – declarou Paulo.
Tânia abriu o anúncio e deparou-se com um pedido de uma mulher para o homem, onde a sua esposa apenas observaria. Havia uma foto do homem em boxers e três respostas.
– E as respostas? Eram interessantes? – perguntou Tânia, clicando na foto para ampliar.
Paulo respondeu que duas eram de gays e a outra era de um hetero a perguntar se não queria antes que lhe papassem a mulher.
A foto excitou um pouco Tânia e perguntou o que realmente pretendiam, qual a fantasia que queriam realizar. Foi Sónia que respondeu:
– Quero assistir ao meu marido com outra mulher, quero que ele se venha por cima dela e depois ir lamber tudo.
Tânia excitou-se com o quadro da cena materializada na sua cabeça. Sentiu-se húmida e os seus mamilos endureceram, tornando-se visíveis na camisola leve que vestia. Sónia reparou no pormenor.
– Parece que gostaste da ideia.
– Quer se dizer... – começou Tânia. Olhou para a foto no monitor e depois para Paulo. – O teu marido é um pão, mas eu não gosto de mulheres.
– Não precisas gostar de mulheres. Só precisas ter sexo comigo – declarou Paulo. Aproximou-se por trás de Tânia e agarrou-lhe gentilmente os seios. Acariciou-os suavemente, apertando os mamilos por cima do soutien e da fina camisola. Tânia inclinou a cabeça para o peito de Paulo e gemeu, fechando os olhos. Fazia já algum tempo que não estava com alguém.
Paulo colocou-a de pé e começou por lhe tirar a camisola que largou no chão. Colocou-lhe os braços à volta do corpo, num abraço, desapertando-lhe o soutien e beijando-a no pescoço. A sua boca subiu para as orelhas, onde se demorou um pouco em carícias de volúpia e parou na boca, beijando-a com sofreguidão. O soutien caiu aos pés dos dois e Paulo deitou Tânia sobre a cama. Os seus seios redondos tornaram-se o alvo dos beijos e carícias. Uma mão desceu até ao ventre, procurando os botões das calças justas que um a um foram sendo desalojados das suas ranhuras. Paulo levantou-se e puxou as calças juntamente com as cuecas fio dental de Tânia, descobrindo a sua vagina depilada e deixando-a completamente nua.
Paulo levantou-se para tirar a sua camisa. Tânia aproveitou para lhe desabotoar as calças e correr o fecho. Baixou-as até aos joelhos, enfiou uma mão pela abertura dos boxers e tirou o membro ainda pouco firme de Paulo para fora. Acariciou-o, primeiro com a mão, fazendo deslizar o prepúcio para trás, depois com os lábios e língua. O pénis ganhou firmeza, aumentando de volume na mão de Tânia e desapareceu na sua boca gulosa. Abriu uma gaveta da mesa-de-cabeceira e retirou um preservativo que colocou no erecto membro de Paulo deitando-se de seguida, como num convite a ser possuída.
Paulo não a penetrou de imediato, mas devolveu-lhe as carícias íntimas com a sua língua, molhando, ainda mais, a já encharcada gruta de Tânia. Soergueu-se, encostou a glande, protegida pelo preservativo, na entrada do ninho de prazer da mulher que gemeu ao ser invadida pelo mastro. Depois de todo alojado no seu interior começou os movimentos de vai e vem em todo o comprimento da sua vara. Palavras entrecortadas começaram a brotar da boca de Tânia num misto de ordens e preces.
Mudaram de posição. Tânia colocou-se de joelhos oferecendo as nádegas a Paulo que a penetrou sem esforço. Só então repararam em Sónia que se havia despido e sentado na cadeira junto do computador. Com um pé apoiado na secretária, acariciava um volumoso seio com a mão esquerda enquanto dois dedos da mão direita massajavam lentamente o clitóris.
A posição em que o par se encontrava, não deixava que o membro de Paulo penetrasse fundo em Tânia. Esta obrigou-o a deitar-se e empalou-se nele de frente para a mulher que continuava a masturbar-se.
– Minha puta! Gostas que eu coma o teu marido? Gostas de mexer na tua cona enquanto eu cavalgo este garanhão? Hem?! Olha p’ra mim a montá-lo! ‘Tás a gostar?
Sónia enfiou dois dedos na sua vagina penetrando-se rapidamente. A outra mão desceu para acariciar o clítoris. Atirou a cabeça para trás e começou a respirar mais depressa com suspiros e gemidos fortes, atingindo um orgasmo rápido que a fez parar e fechar as pernas.
– Já te vieste minha porca?! Eu ainda monto o teu marido! Olha! Podes continuar a olhar!
As palavras de Tânia estavam a deixar Paulo ainda mais excitado e não tardou a sentir o orgasmo a aproximar-se. Aproveitou uma subida de Tânia e desencaixou-se do seu interior quente. Puxou rapidamente o preservativo e veio-se numa abundância de esperma no ventre da amante.
– Foda-se! – exclamou Tânia. – Já te vieste meu cabrão?! Olha que eu ainda não gozei!
– A minha mulher já trata de ti.
Sónia levantou-se, aproximou-se de Tânia, colocou-lhe uma mão no ombro e obrigou-a, com suavidade, a deitar-se. Lambeu vagarosamente os fluidos do marido espalhados no ventre e abdómen de Tânia. E quando nada sobrou, subiu até aos seios que mordiscou docemente.
– AH puta que me mordes! AH! Mas sabe bem!... Continua... Sim...
Começou a descer na direcção do ventre e parou no rapado monte-de-vénus. Mordiscou um pouco e lambeu, insinuando a língua na racha, tocando levemente o clítoris de Tânia. Esta arqueou as pernas abrindo a vagina e expondo os pequenos lábios
– Vai puta! Lambe-me! Chupa-me! Q’rias cona?! Toma cona!
– Foda-se! – exclamou Sónia. – Mete o caralho na boca desta vaca a ver se ela se cala! – ordenou ela ao marido.
Paulo ajoelhou-se sobre a cabeça de Tânia e colocou-lhe o pénis flácido e molhado nos lábios. Esta não se fez rogada e começou a lambê-lo. Ainda pingava restos de sémen e sabia a preservativo, mas a excitação provocada pelas carícias da língua e dedos da outra mulher, fê-la esquecer os sabores estranhos. Paulo pegou-lhe nos tornozelos e puxou-lhe as pernas para cima.
Tânia só deixou de dar ordens e chamar nomes aos dois quando começou a arfar. O orgasmo aproximava-se. A respiração acelerou para compensar o esforço do coração em levar oxigénio a todas as células do corpo cujos nervos ofereciam contínuas descargas de energia numa explosão de sensações que culminou em espasmos e contracções dos músculos e num “FODA-SE” arrastado que se escapou pela boca, ficando a ecoar no quarto.
Quando despertou do seu torpor, já o casal se vestia, preparando-se para partir.
– Então? Já vão?
– Já – respondeu Sónia. – Amanhã temos que fazer logo cedo e não podemos ficar mais tempo.
Tânia vestiu o roupão e preparou-se para os acompanhar à porta.
– Obrigado por nos certificares – disse Paulo.
– De nada. Quando quiserem voltar sabem onde moro e têm o meu número. É só ligarem.
A porta do elevador fechou-se e o aparelho começou a descer. Tânia ainda ficou uns segundos a olhar para o vazio. Definitivamente aquela fora a certificação que melhor lhe soube.

Este conto, à semelhança dos nossos anteriores, é pura ficção.
Foi escrito a pedido da vita e é a ela que é dedicado

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:18
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Menage


Era noite e estava a beber uma cerveja com um amigo. Cansava me de o escutar a falar dos ultimos engates dele, sempre sem parar insistentemente como se apenas ele conseguisse seduzir uma mulher em condições. Fartei me um bocado e decidi encosta lo a parede com uma pergunta. Olha lá e foder a três, dois homens e uma mulher? Gostavas? A resposta foi afirmativa, notou-se a tesão na cara dele. Disse lhe então que só para ele ver o estilinho deste rapaz aqui naquela noite iriamos foder com uma mulher de sonho.
Apenas fiz um telefonema... para uma ex namorada que sabia ser tão louca quanto eu! Ela aceitou depois de duas insistencias que tiveram que ser feitas pois ela havia revelado ter namorado.
Fomos no carro do meu amigo. Paramos no lugar combinado e ela passou ao lado. Apontei ao meu amigo quem era e ele exclamou! É boa caralho! E era mesmo boa. Mamas lindas grandes, 38. Hum Corpo magrinho loirinha e com uma vontade de foder enorme!
O meu amigo tremia ao volante enquanto eu lhe indicava o caminho para o local onde haveriamos de concretizar a fantasia. Lá chegamos e saimos do carro. Enquanto ele deu a volta ao carro já eu segurava nas mamas lindas da minha ex. Puxei-lhe a camisola para cima o soutien para baixo e segurei-lhe naqueles seios de sonho. "entao? que achas?" perguntei ao meu amigo... ele olhou e atirou às mamas delas lambendo-as. Ele estava em frente eu atrás dela, de pé, numa sande de prazer. Ele lambia-lhe as mamas eu apalpava-lhe o cu maravilhoso... Num instante ela olhou para mim com um sorriso rendido ao prazer. Deixei os dois a curtir e encostei me a parte de trás do carro, desapertando a braguilha chamei-a.
Ela chegou-se a mim e retirou o meu pau para fora das calças... começou a chupa-lo perante o olhar atonito do meu amigo.
Chamei-o e... continua :)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:15
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De Fantasia a Real


Há já bastante tempo que o meu marido andava a convencer-me para fazermos umas loucuras... algo que valesse a pena, porque para ser como em casa mais valia estarmos quietinhos. Decidimos então publicar alguns anuncios. Depois de algumas tentativas frustradas em arranjar uma mulher ou um casal, chegamos a conclusão que o melhor seria procurar um homem só. No anúncio pedimos alguém com imaginação e sem qualquer espécie de tábus ou preconceitos. Optamos por aquele que hoje é um bom amigo e tb bom amante. Inicialmente falamos no msn e ficamos a conhecer quais os gostos dele. Quando marcamos o 1º encontro íamos com os níveis de ansiedade muito elevados. Chegados ao local previamente combinado, eu e o marido passamos para o carro dele e de imediato tomamos o direção do motel.
O que lá fizemos é digno de um filme hardcore 1º escalão. O nosso amigo sem perder tempo agarrou-se a mim e começou a beijar-me enquanto desapertava a minha blusa... entretanto o meu marido sentou-se no sofá a apreciar-nos enquanto preparava a máquina fotográfica. Quando ficamos todos nús, vi a maior piça que alguma vez tinha visto. Não resisti e chupei aquele pau enorme quase até se vir.. tinhamos de ter mais calma... foi então que o nosso amigo me deitou na cama e começou a lember-me a coninha... que maravilha. Não tardou que o meu marido viesse dar-me a piça a mamar, pela 1ª vez tinha dois homens. Eu chupava a piça ao meu marido, o nosso amigo lambia-me a cona... de seguida tratou de enterrar aquela enorme piça na minha cona... ao principio custou-me, mas ele com jeitinho lá a enterrou toda... quando começou com estocadas mais viris e profundas não demorou a fazer-me vir, eu só gemia de prazer e dor ao mesmo tempo, mas era uma verdadeira delicia. Pelo meio o meu marido ía tirando umas fotos. De seguida senti o que acho ser a maior fantasia de uma mulher ser penetrada por dois ao mesmo tempo... bastou para isso saltar para cima dele e deixar o cuzinho para que o meu marido o comesse... mas que loucura... Aquelas piças a esburacarem-me a cona e o cu!!! e foi assim que lhes tirei o leite. Penso que nos quartos ao lado deviam de ouvir os meus gemidos porque eram tão intensos, mas que se lixe.
Descansamos um bocado e fomos tomar um banhinho, pelos vistos a noite prometia.
Enquanto viamos um filme porno começamos nas caricias, não tardou muito estavamos outra vez prontos e com muito desejo... desta vez eles começaram a fazer um sessenta e nove um ao outro. Peguei num vibrador e enfiei-o no cu do nosso amigo, ele retorcia-se todo e dizia que nunca tinha sentido tanto prazer, que podia fazer o que eu quisesse... e fizemos muitas loucuras, até se esporrarem os dois para a minha cara.
Este foi a nosso 1º encontro.
Para a semana volto para contar o que fizemos e continuamos a fazer nos nossos encontros... uns na praia, outros dentro do carro em pleno andamento... esperem para ler.
Beijinhos
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:12
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Domingo, 8 de Junho de 2008

Sexo com Virgem Francesa


Conheci uma miúda francesa de 19 anos que estava a passar férias em Portugal na minha terra. Ao fim de alguns dias demos uns beijos e ficamos por aí, pois ela regressou a França. Longas cartas durante todo o ano, até volta a vir passar férias a Portugal no ano seguinte, tinha 20 anos na altura e eu 23. Este cá um mês em minha casa. No último dia antes de ir embora de volta ao seu país de origem começamos-nos a beijar, ela sentou-se ao meu colo e apalpei-lhe as mamas. Eram pequenas com uns biquinhos pequenos. Tomei coragem e levantei a camisola e chupei-lhas e lambi-as. Ela suspirava de prazer e disse-me ao ouvido que se continuasse ainda ia ter de lhe tirar a virgindade. Despia-a toda, beijei-a, lambi, mordisquei-lhe os biquinhos e meti um preservativo. Apontei-lhe ao buraquinho muito apertado e comecei a penetra-la, mas não entrava, pois ela receosa ia recuando. Ao fim de algum tempo neste jogo descontraiu-se e meti a cabecinha dentro dela. depois continuei a abri-la ate entrar todo. Era tao apertada mesmo depois de entrar. Pedi-lhe para vir para cima de mim e deixei-a se enterrar toda no meu penis. Balançou para cima e para baixo no meu penis enquanto gemia de prazer. Para a 1.ª vez estava a aguentar muito. Acabou por não se vir, disse que eram sensações novas que nunca tinha experimentado, tinha-me estado a sentir dentro dela e que foi maravilhoso. Pedi-lhe para abrir as pernas, entrei bem fundo na vagina e vim-me dentro do preservativo. Fomos à casa de banho para nos lavarmos toquei-lhe no clitoris suavemente e ela estremeceu tanto que perdeu as forças nas pernas e tive de a agarrar. Lavou-se e fomo-nos deitar. No outro dia foi leva-la à estação de caminhos de ferro e ela disse-me que tinha pena de não estar mais uns dias em Portugal ou de tudo aquilo não ter acontecido mais cedo. Também eu. Se gostares de conversas mais ousadas e és mulher, manda mail ou insere o meu mail no msn:

ice.maverick@sapo.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:54
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