Sábado, 3 de Maio de 2008

" Casal Amigo "


Os facto que vos vou contar aconteceram realmente. Sempre respondi a anuncios neste site, mas nunca tive grande esperança em obter resposta alguma, ja que na minha ideia, isto era tudo tanga. Eu procura realizar uma fantasiaL: foder com um casal. Respondi a dezenas de anuncios, e um dia la tive uma resposta. Passado algum tempo trocando e-mails, la combinamos um encontro. Nao cai em mim de excitaçao. Num cafe conhecido da cidade do Porto espero ansiosamente por eles...
E nao dou o meu tempo por perdido. Eles entraram e só de ver a mulher fiquei logo de pau duro. Tinha 37 anos mas, sem exagero, corpo de 20. Morena, mamas médias mas naturais e coxa grossa. falamos um pouco, bebemos ums cervejas e fomos ate casa deles. Era um apartamento no centro da cidade. Fomos para a sala, sentamo-nos no sofa, ela no meio de nos, e começamos a ver tv, um filme de foda. Quando dou por mim Marta ( nome ficticio) acaricia os dois caralhos. Ganho coragem e começo a beijar-lhe o pescoço e a apalpar as mamas. Ela de repente levanta-se e vai para o quarto e nos fomos a atras. Depois de despidos, o Joao ( nome ficticio), começa a comer-lhe a rata, ela demia de prazer. Aproximei o meu caralho da boca dela e , nao se fazendo rogada, engoliu-o todo. Mamava-me e mexia nos meu colhoes. Era bom... Tive que fazer um esforço para nao me vir. Paramos e eu fui fode-la. Apesar da idade, era apertadinha. Penetrei devagar, e com movimentos lentos comecei a fode-la, enquanto ela mamava o Joao. Aquele vai e vem lento, era do melhor que me tinha acontecido. Paramos, ela coloca-se de quatro e começo novamente a fode-la. Só que dessa vez o Joao aproximou-me de mim e colocou o caralho em frente á minha boca. Queres experimentar, peruntou ele. E começou a passa-lo nos meus labios. Pouco depois eles se abriraram e comecei a mama-lo. Nunca o tinha feito, mas tava a adorar. Fodia a Marta e mamava o Joao, era um sonho. Por isso nao admira que pouco depois estivesse quase a vir. Paramos entao e a Marta mamou-nos aos dois ate nos vir-mos e enguliu tudo... No proximo encontro parece que vou comer o cu ao Joao, tou ansioso...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:23
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Sexta-feira, 2 de Maio de 2008

Troca Fatal


Estava casada há onze anos com um próspero comerciante. Tínhamos uma vida bem confortável e parecia que nada nos faltava. Apesar de tudo estar caminhando bem, precisávamos tirar umas férias e decidimos fazer isto em julho, passaríamos quatro dias em Teresópolis-RJ.
Meu marido, então me perguntou se não gostaria de fazer algo diferente, acampar. Achei bem interessante, visto que jamais tínhamos feito isto junto antes. Tudo combinado, partimos.
Ao chegar no camping, avistamos outro casal que também havia acabado de chegar, nos apresentamos e senti uma energia muito intensa no ar. Troquei olhares com o homem e pude notar que meu marido também caiu de amores pela mulher, uma morena realmente linda. Barraca montada, fomos até o restaurante, onde convidados por eles, tomamos um vinho. Não conseguia tirar os olhos dele e cada vez mais ficava nervosa. Sorria de forma descontrolada, desejava aquele homem dentro de mim.
Após algumas garrafas esvaziadas, mais soltos, começamos a falar de casamento, fantasias sexuais, e troca de casais, entrou em pauta.
Disseram que nunca haviam feito, assim como nós, mas que tinham enorme vontade de experimentar. Um silêncio tomou conta do ambiente como se estivéssemos imaginando como seria. Meu marido, então quebrando o gelo, perguntou se estávamos combinando algo para a noite, se estávamos querendo a troca. Eles se olharam como que pedindo um ao outro e ela fez um sinal de positivo com um leve sorriso.
Meu coração disparou e senti que minha maior fantasia estava prestes a se realizar. Um medo de não corresponder tomou conta de mim e por pouco não desisti, mesmo querendo muito.
A noite chegou e ficamos conversando entre as barracas. Eu, ao lado do Carlos e meu marido, junto da Ana Clara. Papo vai e vem, ele me olhou nos olhos, disse que eu era muito bonita e me beijou. Fiquei meio sem graça, mas no mesmo momento, meu marido também beijou a Ana e a noite de fato, começou.
Carlos me deu as mãos e me levou para a sua barraca. Ana e meu marido, devem ter ido para a outra, em seguida.
Carlos fechou o zíper e veio em minha direção, eu tremia descontroladamente, chegava a sentir meu rosto em brasa.
Calmamente me deitou e foi abrindo minha blusa, bem devagar. Deixei que retirasse tudo e me entreguei por completo. Ele se deitou ao meu lado, já nu e pude sentir seu pênis duro e latejante pedindo os carinhos das minhas mãos. Beijávamos e esfregávamos nossos corpos aumentando o estado de excitação. Carlos, lentamente foi se abaixando, chupando meus seios e aos poucos foi se dirigindo a minha xoxota, completamente molhada de tesão. Fui sugada, mordiscada no clitóris, seus dedos me invadiam sem que sua boca desencostasse de mim e atingi o primeiro orgasmo.
Sem saber como meu marido estava, continuei a fazer amor, retribui a preliminar, deitando Carlos e abocanhando o falo rijo. Mamei com gosto de primeira vez, com gosto de pulada de cerca, uma delícia. Montei naquele pau e cavalguei, aquele quase desconhecido por meia hora. Tive mais dois orgasmos e ele se segurou pra valer, foi um herói. Carlos então me pôs de quatro e passou a lamber meu cu e minha xota, lubrificando ainda mais o local. Depois, pincelou o pau na entrada do meu cuzinho e foi forçando, sem pedir licença. Como estava acostumada a fazer anal com meu marido, não ofereci nenhuma dificuldade e ele foi entrando, bem devagar, até alojar todo cacete em minha bunda. Estocadas foram se repetindo e quando estava para gozar outra vez, fui levada a um estágio indescritível, quando ele, dentro de mim, gozou. Quase desmaiei com o seu gozo e o meu ao mesmo tempo. Deitamos e descansamos.
De madrugada, acordei e constatei que tudo era realidade e não um sonho. Abri a barraca e não achei nem meu marido, nem a Ana Clara. Deduzi o óbvio, tinham feito o mesmo que eu e Carlos.
Olhando novamente para ele, para seu corpo, palmeei seu pênis que logo se inchou. Levemente para não acordá-lo, chupei-o, não queria mais largá-lo. Senti que estava completamente entregue aquele homem, que uma paixão havia começado e que não suportaria ficar sem ele. Carlos, ainda sonolento, gozou em minha boca e bebi tudo, sem desperdiçar nem um pouco o gozo que me dera.
Por todos os outros dias, ficamos trocados, almoçávamos, saíamos e dormíamos, como se eu fosse casada com o Carlos e meu marido com a Ana. Era diferente, mas foi isto que nos aproximou ainda mais. Porém, o dia da separação chegou, trocamos endereços e telefones, nos despedimos. A vida precisava voltar ao normal.
Durante alguns meses, passamos a nos encontrar em motéis ou em seu consultório, já que ele é dentista. Meu marido, também louco pela Ana, passou a sair com ela e a recebê-la em seu escritório. Sabíamos de tudo, nada era escondido, mas o fato é que estávamos cada vez mais apaixonados e um dia, tivemos que acertar os ponteiros. Eu e meu marido nos separamos, Carlos e Ana seguiram o mesmo caminho. Hoje, estou casada com Carlos e meu ex-marido, vive com a Ana.
Graças à vontade de tirar umas férias, acabamos encontrando novos amores e mudando radicalmente nossas vidas. Certamente o destino nos pregou uma senhora peça. Por esta, tenho absoluta certeza, nenhum de nós, contava.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:18
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Quinta-feira, 1 de Maio de 2008

Do inferno ao Paraiso


Sou o Hélio, tenho vinte e nove anos e moro no Alentejo. Sou armazenista e distribuidor de equipamento informático, com uma pequena loja. Desloco-me com frequência ao Algarve onde tenho a maioria dos clientes, fazendo com que ande sempre em correrias de um lado para o outro.
Aqui há uns meses atrás, vinha eu de Lagos, passava perto do recinto do Festival de Rock da Zambujeira do Mar, a música que se ouvia no rádio era forte e ritmada, instigando a pisar o acelerador. Reduzi para terceira, controlando a curva; à saída acelero, quarta, acelerador a fundo; quinta e lá vai o meu Mégane. Cento e trinta quilómetros por hora. Acendo um cigarro. Ao longe, um carro segue na mesma direcção. Mais uns segundos e ultrapasso. De repente apercebo-me que me aproximo demasiado depressa. O outro está a travar, parece que vai parar. Reduzo freneticamente. Ele começa a virar à esquerda para um caminho de terra batida. Terceira, travão a fundo, travão de mão, entro em derrapagem. Vou direito ao outro que já está meio atravessado. Não consigo parar e não tenho por onde desviar. Cinquenta quilómetros por hora. Firmo as mãos no volante e preparo-me para o embate. Impacto. Bato mesmo na esquina do outro carro, virando-o para o outro sentido. Fecho os olhos. Dores no peito, dores nos braços e pernas, mas devo estar inteiro. Lembro-me que vinha a fumar. Procuro o cigarro caído no tapete. Piso-o, apagando-o. Tento abrir a porta, que para meu espanto se abre facilmente. Vou espreitar os estragos na frente do meu carro. Apanhou a pancada mesmo ao meio e está tudo partido. Olho para o local onde deveria estar o outro carro, um Renault 5, vermelho. Nada. A poeira assentava no caminho de terra batida. Tinha fugido.
Telefono para a GNR e para a seguradora. Vão enviar uma patrulha e um reboque, respectivamente. Telefono também a Bruna, para a avisar do sucedido, afinal o carro está em nome dela. Já devíamos ter posto o carro em nome da firma, mas íamos sempre adiando.
Enquanto o rapaz procedia para colocar o carro em cima do reboque, segui no jipe da GNR pela estrada de terra batida por onde o Renault 5 desaparecera. Mas foi em vão. Vários caminhos partiam daquele que seguíramos e várias cancelas cortavam outros tantos. A noite começou a escurecer o caminho e resolvemos desistir. No dia seguinte eu mesmo iria prosseguir as buscas.
...
No dia seguinte, quando ligaram da oficina, quase que desmaiava: quinze dias e cerca de três mil euros para a reparação.
Telefonei ao João e ele emprestou-me o seu carro. Meti-me ao caminho e voltei a percorrer a estrada onde o outro carro desaparecera. Desta vez encontrei uma cancela aberta e resolvi ir dar uma espreitadela. Após uma curva a casa da propriedade ficou visível. Parei em frente da porta e comecei a procurar. Ao lado da casa havia um telheiro onde estavam dois carros. Um era o Renault 5! Tinha a traseira um pouco amassada no sítio onde eu batera. Dirigi-me para a porta de entrada e toquei a campainha. Nada. Bati, com força, na porta.
– ‘Tou indo, ‘tou indo.
A voz era feminina e tinha sotaque brasileiro.
Quando a porta se abriu fiquei sem fala e esqueci tudo o que tinha preparado para dizer e fazer: descalça, aquela morena, na casa dos vinte e cinco, vestia apenas uma t’shirt e umas minúsculas cuecas. Os seios, firmes e redondos, eram coroados por uns mamilos eriçados e escuros que a camisola não conseguia disfarçar. Ela não parecia muito incomodada.
– Vai ficar olhando é?
– Desculpe, mas não esperava...
– Ora, ainda é cedo. Só atendemos depois do jantar e com marcação. Como descobriu esta casa?
Era um bordel!
– Não. Procuro o dono daquele Renault 5 que está no telheiro.
Ela ficou apreensiva. Perguntou se havia algum problema. Expliquei o sucedido e avisei:
– Olhe! Ou se resolve já o problema ou ligo para a polícia.
– Espere. Entre por favor.
Hesitei. Disse-lhe que o dono do carro em que eu viera e outras pessoas sabiam onde eu estava. Ela riu-se.
– Não se preocupe. Vamos só falar com Susana. Ela que é a dona do carrinho vermelho. Eu sou a Iracy.
Entrei para o pequeno hall de entrada que tinha apenas uma credência com um telefone em cima. Ao lado um cabide para casacos encontrava-se vazio. Vislumbrei a cozinha, pequena, apenas com o essencial. Entrámos na sala, grande, com vários sofás e puffes. Uma lareira na parede de fundo e na parede oposta um bar que mais parecia o bar de uma discoteca. A casa fora completamente remodelada para servir os propósitos de um pequeno bordel. Do outro lado da sala uma porta dava para um pequeno corredor onde havia quatro portas. Eram os quartos. A primeira do lado direito estava aberta e a cama vazia. Era o quarto da que me abrira a porta. Fomos até à última porta da esquerda. Não bateu. Abriu a porta e acendeu a luz. Voltei a abrir a boca feito parvo.
– Susana? – chamou ela.
– Muito cedo – reclamou esta.
O sotaque era da Europa de Leste e pertencia a uma loura fenomenal que eu duvidava ter mais de vinte anos. Vestia apenas umas cuecas pretas, rendadas, e dormia destapada.
– Não é cliente não. É o dono do carro de ontem.
Se ela estava com sono passou-lhe imediatamente. Sentou-se na cama e esfregou os olhos. Os seios eram pequenos e tinha os mamilos cor-de-rosa.
– Vamos resolver o assunto – continuou a brasileira. – Não podemos ter cá a polícia fazendo perguntas. Se veste e vem p’rá sala. Te aguardamos.
Sentámo-nos num sofá e aguardámos.
Iracy explicou como funcionava o bordel. Tinham anúncio no jornal e organizavam festinhas. Eram quatro, as outras duas também eram brasileiras. Faziam bom dinheiro e a última coisa que queriam era ter a polícia a fazer perguntas.
Susana sentou-se. Vestia agora um roube de cetim, muito curto, branco. Traçou as belas pernas. Começou por pedir desculpas por ter agido sem pensar. O carro ainda não estava em nome dela e não tinha seguro. Iracy prontificou-se a pagar os três mil euros, desde que Susana fosse pagando uma parte todos os meses. Só que não tinha cheques e teria de ir ao banco comprar um. No dia seguinte às dezasseis horas eu poderia lá aparecer para me darem o cheque. Fiquei um pouco apreensivo, mas pouco mais podia fazer e concordei.
No dia seguinte lá estava eu a tocar a campainha à hora combinada. Iracy levou-me para a sala onde estavam as outras três mulheres. Todas vestiam lingerie sexy. Calculei que se preparassem para começar a receber clientes.
Iracy usava um corpete preto e umas cuecas, a fazer conjunto, tipo calção em renda. Susana vestia um body vermelho todo rendado e umas meias de liga brancas. Márcia, morena com um peito descomunal, vestia um corpete azul-escuro que lhe apertava os seios, levantando-os e fazendo com que parecessem maiores e umas cuecas fio dental, conjunto do corpete. Ivete, da mesma idade de Susana, também loura, usava uns calções de cetim branco e um top muito leve, do mesmo tecido, de alças, deixando adivinhar uns seios em formato de laranjas. O quadro era tal que não consegui disfarçar o meu estado de excitação. Só queria o cheque para poder ir embora.
Iracy escrevia. Estava a passar o cheque. Disse-lhe o meu nome à pergunta se iria ao portador.
– Aqui tem o cheque
Verifiquei o respectivo valor. Estava tudo em ordem.
– Mas isso não paga as dores de cabeça que você teve – continuou ela com um largo sorriso, passando o seu indicador pelo meu nariz e descendo, aflorando-me os lábios com aquele dedo maroto.
Fiquei rodeado pelas quatro belas mulheres.
– Você vai ter um bónus...
Fui despido por oito mãos macias, enquanto quatro bocas sedosas me beijavam todas as partes do meu corpo.
Deitaram-me num dos puffs. Fiquei com os pés e a cabeça no tapete macio que forrava o soalho e os quadris elevados. Duas delas concentraram as suas atenções no meu membro erecto. Outra beijava-me os mamilos passando a sua língua sedosa. Não sei quais me faziam o quê pois Iracy pusera-se de cócoras sobre a minha cara, oferecendo-me a sua doce vagina, quase toda depilada; apenas um risco de pêlos no monte-de-vénus. Esta posição incómoda não durou muito tempo. Em menos de um minuto eu era despojado dos meus líquidos seminais que alguém engoliu. Também não consegui ver quem foi.
Fui levado para um dos sofás onde me sentaram. Susana e Ivete trataram de devolver a dignidade ao meu mastro, enquanto Iracy e Márcia se envolviam num sessenta e nove. A cena lésbica, bem como as atenções das outras duas mulheres, rapidamente devolveram o esplendor ao meu pénis. Colocaram-me um preservativo e Susana empalou-se no meu mastro, oferecendo-me os seios que beijei sofregamente, mordiscando levemente os mamilos rosados. Ivete acariciava-me os testículos com a língua húmida e quente. Susana abrandou a cavalgada e senti algo estranho. Ivete introduzira dois dedos no ânus da amiga e pressionava-me o pénis. Susana delirava, gemendo e arfando. Olhei o par no tapete macio. Márcia e Iracy haviam mudado de posição e estavam agora a esfregar as vulvas uma na outra numa posição sensual Puxavam as pernas da companheira aumentando assim a pressão que faziam no clitóris. Rapidamente atingi o orgasmo. Toda esta cena; a pressão que os dedos de Ivete no ânus de Susana faziam e as contracções desta fizeram-me gritar de prazer e inundar o preservativo.
Fiquei esgotado com a violência deste segundo orgasmo.
Iracy retirou-me o preservativo e lambeu-me o pénis flácido, provocando-me espasmos de um prazer misturado com dor. Estava todo suado e pedi para tomar um banho. Indicaram-me o primeiro quarto.
Quando regressei, disposto a vestir-me, pegar no cheque e partir, deparo-me com um quadro lésbico que me devolveu o vigor. As quatro mulheres faziam uma roda, deitadas no tapete grande, e lambiam-se mutuamente no sexo. Quando me viram excitado, pararam com as brincadeiras e voltaram a centrar as suas atenções na minha pessoa. Márcia saiu da sala e voltou com um strapon já colocado.
– Eh... nada disso... Não quero essa coisa em mim!
– Não é p’ra você não...
Todas riram da minha cara de pânico.
Márcia sentou-se no sofá e empinou o falo artificial. Susana sentou-se, enterrando-o todo de uma vez. Iracy colocou-se por trás do sofá, humedeceu dois dedos com saliva e penetrou o ânus de Susana. Quando achou que estava suficientemente relaxado afastou-lhe as nádegas. Ivete colocou-me um preservativo com a boca e apontou-me ao buraco traseiro de Susana. Aos pouco, todo o comprimento do meu membro foi engolido pelo buraco apertado de Susana. Ivete lambia e beija-me os testículos. Iracy beijava Susana num linguado profundo enquanto Márcia sugava os mamilos desta última. Susana estremecia de prazer. Ivete trocou a língua por uma mão macia e lambia-me agora a entrada do orifício anal, pressionando, tentando forçar a entrada com a língua. Soube-me tão bem que fiquei de tal modo excitado que senti o terceiro orgasmo a aproximar-se. De repente a língua de Ivete é substituída por um dedo que se introduz no meu corpo. Contraí de tal modo o ânus que aquele dedo mais parecia o strapon de Márcia. Mas o orgasmo foi tão intenso que se não fosse Iracy a segurar-me pelos ombros, teria caído para o chão.
Quando consegui recuperar um pouco fui tomar outro banho.
Regressei à sala e já as quatro deusas do prazer envergavam os seus roupões. Vesti-me, peguei no cheque e encaminhei-me para a porta da rua, seguido por todas elas.
Já na rua agradeci a todas e em especial a Iracy. Esta sugeriu que voltasse sempre que quisesse. Disse que sim, mas não sabia se regressaria.
– Tanto tempo para ir buscar um cheque? – indagou Bruna quando cheguei à loja.
– Não queiras saber a confusão que foi ¬– respondi. - Estava a ver que tinha de chamar a polícia.
Quinze dias depois fiz uma nova visita às quatro amigas.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:51
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1º Vez de Todos


José e Mariana, casados há mais de uma década, eram um casal daqueles que se diz serem “normais” seja isso o que for.
Nos primeiros anos de casados como típicos portugueses, o ciúme morou com eles, e como tal grandes guerras se deram, mas a maturidade de uma década de casamento trouxe mais calmaria aquele mar agitado, mas ao José trouxe algo mais, trouxe desejos e fantasias. José dava com ele a imaginar como seria a sua querida Mariana com outro homem, claro que não lhe era difícil imaginar a situação, bastava recorrer aos “filmes” que o seu ciúme de outrora tinha realizado, do género “onde estiveste?” “onde anda ela?” “com quem estará?” “um amigo? Que amigo?”, filmes típicos da sociedade portuguesa.
A toda esta panóplia de informação reunida, José juntou o mais precioso ingrediente, o seu amor por Mariana, tudo misturado, a resposta: Se a amo, se a quero ver feliz como posso priva-la do que quer que seja que ela queira? Se quiser sair com amigas, se quiser jantar com colegas de trabalho, o que quer que seja que ela queira, desde que a faça feliz, se a amo tenho de ficar feliz também, José via nesta posição a mais lógica. Mas e se ela quisesse estar com outro homem? No fundo era legítimo, Mariana nunca tivera relações sexuais senão com ele, seria natural querer experimentar, aqui José recuou, não seria perigoso? E se o tipo fosse melhor do que ele, que pensaria ela? José tinha encontrado a pergunta que “martela” no ciúme, sim para José o ciúme só tem uma lógica, que ironicamente é ilógica, a lógica é o medo de perder o parceiro para alguém que seja melhor, e aí teríamos de lidar com o nosso orgulho, a ilógica é que se efectivamente gostamos da nossa cara-metade, devemos fazer tudo para que seja feliz, com isto, outra revelação: masoquismo, porque? Vejamos pela lógica: A e B amam-se, A faz sexo com C, B separa-se de A, mas porque é que B se separa se ama A? Porque gosta de sofrer? Masoquismo. Se B ama A e A ficou contente de fazer sexo com C, B deveria ficar contente por A.
Após todas estas considerações José decidiu por Mariana á prova, certo dia “iniciou-a” nos “chats”, local bastante complicado para Mariana, cuja educação sexual fora inexistente devido aos tabus dos pais, e em seguida os grandes ciúmes do marido tinham tornado Mariana um pouco (ou muito) complexada no que diz respeito a sexo, não demorou muito, ao fim de uma semana já Mariana tinha 3 amigos virtuais com quem teclava quase diariamente, e para quem lá andou ou ainda anda, sabe a velocidade com que estes “diálogos” se desenrolam, não tardou muito Mariana via-se em papos de aranha para responder ás mais diversas questões, do tipo “gostas de foder?”e “no sexo o que é gostas mais?” entre outras tantas, Mariana corava e recorria a José “que é que lhe digo?”, ao que José lhe respondia que dissesse a verdade, se abrisse e assim lentamente José ia vendo as diversas investidas destes amigos virtuais a quererem fazer “sexo virtual” com a sua Mariana, situação essa que o deixava louco de tesão, o que fez com que alvitrasse que porque não agendar um encontro com um deles, ao que Mariana respondia “tas louco?” mas ao mesmo tempo corava, o que levava José a questiona-la “gostavas, mas tens medo?” o que dava origem a diversas conversas e assim os dias (ou melhor as noites) iam passando com José a ver Mariana mais desenvolta e o casamento deles a ser muito melhor, até que um pensamento assolou Mariana, que por agora já quase achava que fazer sexo com um estranho seria óptimo para levantar o ego, e o José? Se ela alguma vez o fizesse, ele teria oportunidade de o fazer também, situação que desagradava a Mariana, a verdade é que era ciumenta e por muito que gostasse dos jogos de sedução que já fazia com os amigos do trabalho e virtuais não estava na disposição de ver ou saber que José também os fizesse, o que levou Mariana a dizer a José que estavam a entrar em campos desconhecidos e que isso poderia ser fatal para a relação deles, claro que José lhe disse que não, que pelo contrário, isso significava ainda mais maturidade, e que nada importava desde que eles se amassem e ficassem juntos, que até seria giro saber das “conquistas” e seduções de cada um, ou seja que tudo isso iria “apimentar” ainda mais a relação, mas a posição da Mariana mantinha-se inalterada.
José via que Mariana ainda falava com os seus amigos virtuais embora cada vez menos, o que o levou a pensar “não podemos perder o que conseguimos, tenho de fazer algo”, enquanto nada lhe ocorria, José via o seu casamento voltar ao que era, ou seja Mariana, agora mais instruída nos processos de sedução, controlava José, sempre com o receio de ele fazer o que ele lhe tinha dado autorização para ela fazer, para José esta era uma situação inesperada e significava o “tiro pela culatra”.
José, que não é desistir, voltou á carga, as noites estavam a ficar quentes, convidavam a sair e a usar menos roupa, por esta altura a empresa onde Mariana trabalha, tinha por hábito organizar alguns jantares para convívio entre os trabalhadores desde que estes fizessem umas horitas extras por semana, José que já tinha conseguido por Mariana a usar mais vezes aquelas saias um pouco curtas, blusas e tops que sempre que iam ás compras a incentivava a comprar, tinha transformado a sua Mariana numa mulher super vistosa e muito sexy. Cada vez que saíam ou havia jantares da empresa, José fazia questão de preparar a roupa que Mariana iria usar, por vezes fazia de conta que se esquecia da cuequinha ou tanga, de modo a incentiva-la a ir sem as levar, o que nunca conseguiu, embora as que ela levasse fossem sempre de tamanho reduzido, no regresso dos jantares, José fazia questão de ouvir os diversos piropos que os colegas de Mariana lhe tinham dito, assim como as diversas tentativas de sedução que ela era alvo, mas nada, ela mantinha-se irredutível, para José a situação exigia uma atitude, um empurrão, teve uma ideia, sempre que saíam, Mariana era alvo de muitos olhares, José engendrou um esquema, e daí a coloca-lo em pratica foi uma questão de esperar pela próxima 6ª feira, nessa noite, conforme era hábito, José preparou a roupa de Mariana, uma saia curta, 20 centímetros acima do joelho, uma blusa branca, um sapatinho de salto alto e de atar em volta da perna e mais nada esquecendo-se propositadamente da tanguinha, desta feita insistiu para que não as levasse, afinal ela iria com ele, mas não, nada feito, Mariana vestiu o que estava, colocou uma tanguinha e lá foram, tomaram café e pelas 23.00h foram a um bar, que sabiam da existência, mas nunca tinham frequentado.
Lá chegados e depois de atendidos, foram-se sentar numa mesa onde podiam ver quase todo o bar, estava com algum movimento e os homens presentes começavam, alguns mais indiscretos que outros, a observar Mariana, principalmente as suas pernas, que a saia deixava a descoberto e depois de sentada parecia ainda mais curta do que já era.
Não demorou muito e já estavam no “jogo” mais jogado por eles ultimamente, quais dos presentes ela achava mais “engraçado” como ela gosta de dizer.
Uns minutos mais tarde decidiram deambular pelo bar e assim conhece-lo melhor, foram dar a uma pequena sala, que apenas tinha uma mesa de snooker, Mariana desafiou logo José para uma partidinha, José não estava muito afim, afinal não era esse o plano dele, mas lá acedeu e dirigiu-se ao balcão para “abrir” o jogo, enquanto aguardava, viu o indivíduo que tinha sido “eleito” o mais engraçado por Mariana, José não perdeu a oportunidade e avançou, delineou um plano que consistia no seguinte: Nuno, era esse o nome dele, iria ter com eles e se fosse desafiado a jogar apostaria a tanguinha de Mariana, Nuno gostou da ideia até porque a imagem de Mariana e suas pernas ainda não lhe tinham saído da cabeça, assim fizeram. Estava o José a colocar as bolas em cima da mesa quando apareceu Nuno e se encostou á parede a observar o início do jogo, José aproveitou a deixa e diz-lhe “Mariana, não me apetece muito jogar, não queres antes jogar com este rapaz?” Mariana olhou para Nuno e reconheceu-o como o mais “engraçado” do bar e em seguida olhando para José respondeu “não sei se ele quer jogar comigo”, José avançou em direcção a Nuno, apresentou-se a ele e a Mariana e disse-lhe “não queres fazer uma partidinha com a minha mulher?”, Nuno (conforme combinado com José respondeu que só joga com apostas, ao que Mariana disse “óptimo, vamos apostar uma rodada”, Nuno retorquiu que só aceitaria se ela apostasse a tanguinha, ao que José para aliviar o ambiente deu uma grande gargalhada dizendo “e agora que fazes? Tens medo?”, Apostado disse Mariana ciente das suas habilidades de jogadora, Mariana tinha mordido o isco, os dados estavam lançados, enquanto jogavam José foi-lhes buscar bebidas, Mariana ia já no 2º bacardi-cola, por fim, Nuno acaba o jogo e reclama a aposta, Mariana um pouco envergonhada olha José e pergunta-lhe o que fazer, ao que José lhe responde, “apostaste e perdeste, deixa-o tirar o premio” Nuno nem deixou Mariana falar, aproximou-se dela, baixou-se colocou uma mão de cada lado por debaixo da saia e lentamente despiu Mariana, após uns risos de nervosismo Mariana disse “ele teve foi sorte, esta mesa só tem é defeitos e agora que já tens a minha tanguinha vais pagar-nos um copo” e dirigiu-se para a mesa, depois de olhar para as pernas de Mariana, ainda meio zonzo por ter despido a tanga de Mariana, Nuno olha para José e diz-lhe “vá, vamos lá beber um copo, a patroa manda”, lá foram, em vez de uma foram 2 rodadas, tempo suficiente para Nuno dizer que morava a poucos kilometros dali e que em casa tinha uma mesa de snooker, á qual não dava praticamente uso e como a Mariana tinha dito que perdera o jogo por culpa desta mesa que podiam ir até lá casa e jogavam novamente, José olhou para Mariana para que fosse esta a decidir, Mariana ia já no 4º bacardi e como começava a ficar um pouco excitada respondeu que sim, chegados ao carro deparam-se com uma questão, tinham levado o carro comercial, de 2 lugares e Nuno tinha ido de boleia com um amigo, José disse logo que não havia problema e que com jeito cabiam todos, e assim foi, José a conduzir e no banco do pendura ia Nuno e Mariana com a saia quase na cintura, durante o caminho Nuno ia pedindo desculpa a Mariana, devido ás curvas, Mariana estava a gostar da brincadeira e quando as curvas eram ao contrario fazia questão de entalar Nuno, rindo-se muito, ao que Nuno aproveitava e ia-a apalpando, José podia ver, quando passavam por debaixo de iluminação publica, a mão de Nuno passando pelas pernas de Mariana, aproximando-se mais a cada curva do caminho, dos poucos pelinhos que Mariana tem entre pernas e que com a saia subida começavam já a ver-se, do ultimo candeeiro até casa de Nuno passaram-se uns kilometros que Nuno pareceu ter aproveitado para mexer um pouco mais e melhor em Mariana, isto porque ela já não ria tanto e a sua respiração tinha aumentado, José ia pensando “pronto, era isto que querias, e está a acontecer” José andava entre o satisfeito e aquela réstia de ciúme, mas pensou “não, ela esta toda feliz, isso é que importa, o resto é doentio”, mais uns metros e chegam á vivenda de Nuno, uma bonita casa, entraram e foram logo para a sala onde estava a mesa e o pequeno bar, enquanto arranjava as bebidas, José pergunta a Nuno “ e agora, que vão apostar?”, Nuno diz que não tem sentido apostar rodadas e Mariana responde que tanguinhas também não porque já não tem”, fez-se um momento de silencio e José pergunta a Nuno o que é que realmente ele quer apostar, Mariana já nervosa e um pouco (ou muito excitada) e a ver onde tudo ia dar antecipa-se a Nuno e diz “sexo oral!” Nuno engasga-se, José ri-se e Mariana tenta justificar-se se eu perder faço a ele, se eu ganhar faz-me ele”, José pergunta a Nuno se ele aceita, Nuno diz que sim, mas que seria mais interessante se por cada 2 bolas que entrassem, cada um despisse uma peça de roupa, José disse logo “óptimo, está mesmo tanto calor”, Mariana nem respondeu e continuou a fumar o cigarro. Inicio do jogo, sai a Mariana, uma bola entra, José, diz alto UMA, joga Mariana novamente, nada, é a vez de Nuno que consegue uma, DUAS, TÁ A DESPIR grita o José que alinhando no jogo tira a camisa e Nuno faz o mesmo, Mariana descalça-se, continua o Nuno e consegue outra, UMA grita José novamente, continua o Nuno e nada, segue-se Mariana e nada, José diz-lhe “uhmm vais perder”, joga o Nuno e outra, DUAS TÀ A DESPIR José fazia o relato e descalçava-se seguido do Nuno que não tirava os olhos de Mariana que acabara de despir a blusa branca, deixando a descoberto uns grandes e bonitos seios, Nuno volta a jogar e outra, desta feita Mariana nem deu tempo a José, avança para Nuno e diz-lhe “ok, eu vou perder, por isso Nuno, como queres faço a ti ou tu a mim?”, José engasga-se Nuno fica paralisado e Mariana insiste “então?” Nuno olha para José que lhe faz um gesto a insinuar que ela o chupasse, este olha para Mariana e diz-lhe “fazes-me tu”, Mariana inclina-se para Nuno e despe as calças a Nuno e respectivos boxers deixando a descoberto um pénis já erecto de tanta excitação, começa a mexer-lhe e enquanto o fazia olhava para José como que pedindo autorização para uma coisa que ninguém mais do que ela estava deserta de fazer, José percebendo, diz-lhe que estivesse á vontade, Mariana então começa lentamente a chupar o pénis a Nuno que continuava completamente espantado, por mais que quisesse uma situação assim, nunca pensava que tal lhe fosse acontecer, enquanto isto José levantava a saia a Mariana e aproveitava o facto dela estar sem tanga para a começar a lamber, Mariana pouco tempo depois com a excitação abocanhava o pénis a Nuno num vai vem frenético, que só parou quando este meio sem jeito lhe perguntou se a podia comer, prontamente Mariana se pôs a jeito de modo a que Nuno a pudesse penetrar, o que este fez vigorosamente, enquanto ela chupava agora o marido, não tardou muito Mariana gemia de uma forma que deixou José boquiaberto pois nunca tinha visto a sua querida mulher a ter tanto como agora, até que esta num tom um pouco mais alto e por entre o pénis do marido dizia estou-me a vir, estou-me a vir, Nuno não aguentava e vinha-se também, José aproveitava a excitação da mulher para fazer o que tanto gosta, comer-lhe o rabo, coisa que não é muito do agrado de Mariana, mas a noite era de festa e esta não se fez rogada e aceitou o pénis do marido que a penetrava agora em força ouvindo-se um estrondoso bater de nádegas, Nuno imponha-se agora de frente para que Mariana lhe lambesse as ultimas gotas de esperma que tinha no pénis, que facilmente ganhou nova erecção porque Mariana não estava a ser meiga a chupa-lo e Nuno por seu lado via uma oportunidade excelente de se iniciar na pratica do sexo anal, por isso ia dizendo, “chupa-mo linda, chupa-mo que a seguir ao Zé quem te vai comer o rabinho sou eu”, claro que Mariana disse “não sei se vais…”, Nuno determinado a não perder a oportunidade, só faltou suplicar, pois dizia “vá lá, é a minha 1ª vez, deixa linda, deixa”, José deu uma forcinha dizendo a Mariana “vá lá tira os 3 ao rapazinho”, ao que ela acedeu e trocaram de posições, enquanto Mariana punhetava o marido fazendo com este se viesse, Nuno só faltava berrar enquanto “cavalgava”, sim é este o termo, cavalgava mesmo Mariana que atingia novo orgasmo, quase simultaneamente Nuno fazia o mesmo. No final, passada a euforia, veio aquele silencio em que se nota os gritos do pensamento: Mariana “Ai e agora? Que foi que fiz?” – José “pronto já está! E agora? Como vamos reagir?” – só Nuno é que pensava “que espectáculo! Que fodão e ainda comi o meu 1º cu, que noite! E agora?”. José achou que devia ser ele, dirige-se a Nuno dá-lhe uma palmada nas costas e diz-lhe “olha desculpa lá qualquer coisinha” todos desataram a rir, a coisa amenizou, tinha sido o sinal de que tudo estava bem, tinham feito um amigo.
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Festa de Finalistas


Olá, Chamo-me Paula, tenho 25 anos e o que vos vou contar passou-se quando tinha 18 anos. Mas antes vou me descrever. Tenho 1,62m, 50Kg, loura de olhos azuis, peito avantajado, de resto normal, mas segundo me dizem sou muito bonitinha e tenho carinha de miúda.
Cedo comecei a dar as minhas saidinhas e transas com os namorados e amigos, mais propriamente aos 12 anos. Por isso quando se passou o que vos vou contar já tinha alguma rodagem de transar e de muitas maneiras, mas esta foi uma transa especial de que nunca me irei esquecer, até porque foi única até hoje.
Antes de ir para a faculdade, decidimos, eu e todos os colegas de curso que tínhamos de comemorar o final de curso secundário. Assim combinamos fazer uma grande festa de finalistas com baile e tudo, como manda a tradição.
Assim foi, só que havia um problema, como essa festa era na escola, tinha de acabar tudo antes da 1.00 hora da manhã. Mas claro que combinamos logo que quando terminasse ia-mos para casa de um de nossos colegas que tem uma casa enorme e disponível. Pois os pais dele moravam em outra casa no campo.
Assim foi, quando saímos do baile, fomos um grupo grande, cerca de 40 pessoas, para casa dele onde continuamos a festa até cerca das 4 da manhã, quando o pessoal começou a ir embora para suas casas, ou para, enfim... estarem mais à vontade com as respectivas namoradas... rs
No final da festa ficámos somente eu a Susana e a Carla, com mais 6 rapazes, o Carlos o João, o Fred, o Tó, o Vítor e o Eliseu, que tínhamos todos sido colegas durante os 3 anos de curso. Eu cheguei durante esse tempo a namorar com o Fred, o Tó e o Eliseu, cada um de sua vez, claro, e ficamos todos bons amigos.
Não sei já quem foi, mas alguém teve a ideia de começarmos a jogar Strip Poker, e como já estávamos todos muito alegres, achamos uma bela ideia, até eu, que se bem que gosto de transas meio malucas, mas sempre fui um pouco pudica no que respeita a nudez, pelo menos até essa altura.
Resultado foi que o primeiro a ficar todo pelado foi o Carlos acompanhado de uma risota geral... diga-se que o Carlos era um rapagão muito bem constituído e musculado, fazia Surf e ginásio, muito bonito, alourado e sempre bronzeado. Logo de seguida fui eu que fiquei sem minhas roupas e logo reparei no olhar daqueles 6 rapazes que parece estavam querendo me comer viva... tenho de confessar que se estava meio acanhada com a situação senti um certo prazer em despertar aqueles olhares. E assim continuaram um a um se despindo até que o ultimo ficou pelado também, o Eliseu. Tal como as regras do jogo, que tinham sido combinadas antes, o ultimo a perder as roupas seria o vencedor e como tal daria um castigo a quem quisesse, que funcionava como um prémio.
Imaginem o que ele decidiu? Voltou-se para a Susana e para a Carla e mandou-as deitarem-se em cima da mesa da sala beijando-se e acariciarem-se. Eu fiquei zonza, nem queria acreditar, pensei logo que elas iriam barafustar e não quisessem, mas para meu espanto fiquei boquiaberta vendo minhas amigas se beijarem e percorrendo o corpo nu uma da outra com caricias e beijos... acho que na hora devo ter corado, sentia um calor enorme na minha face, meus olhos estavam esbugalhados, não sabia o que fazer, minha cabeça dizia-me para me vestir e sair dali, mas minhas pernas não obedeciam e meus olhos não se desviavam nem por um segundo daquela cena inédita, meu Deus, que situação... eu nunca tinha feito a mínima ideia de que as minhas amigas afinal eram lésbicas, fiquei só sabendo naquele momento e porque o Fred que estava ao meu lado me disse. Nem queria acreditar mas confesso que aquele espectáculo me começou a excitar, vendo aquelas duas belas raparigas se esfregando e agora fazendo um belo dum 69, mergulhando suas línguas na racha uma da outra... eu sentia-me vibrar, sentia-me completamente molhadinha, os bicos de meu peito estavam erectos e duros de tesão...
O Eliseu que me tinha estado a observar ordenou-me: - Vai ajudar as meninas, elas estão desejosas de te provar!
Não sei o que se passou comigo naquele momento, mas parecia que tinha uma mola debaixo de mim e num pulo cheguei-me ao pé delas. Não sabia o que fazer, afinal eu nunca tinha estado com uma mulher, tudo aquilo estava a ser novo para mim, estar a transar com duas mulheres e estar sendo observada por 6 machos cheios de tesão.
Elas se encarregaram de mim. Deitaram-me de costas em cima da mesa e começaram a dar-me um banho de língua... como era bom aquilo, elas sabiam exactamente onde eu era mais sensível... a Carla no meio de minhas pernas lambia-me desde o interior das minhas coxas, até ao meu grelinho, percorrendo toda a minha rachinha, enquanto que a Susana chupava-me os biquinhos do peito enquanto me passava os dedos de sua mão pela minha boca que se abria para lhos chupar também. Rapidamente cheguei ao meu primeiro orgasmo que foi brindado com elogios dos observadores, mas elas não me deixavam mais, a Carla já subia por mim acima enquanto que a Susana agora se posicionava na posição anteriormente ocupada pela Carla, começando uma dança fervilhante em toda a minha coninha que estava bem molhadinha e louca de desejo. A Carla aproximou-se de mim, beijando-me o pescoço até que me beijou na boca, enfiando sua língua dentro dela, eu não resisti. De olhos fechados entregava-me por completo aquelas duas deusas do amor que me estavam proporcionando sensações nunca antes experimentadas por mim. A Língua de Carla na minha boca excitou-me por demais, tinha o gosto de minha coninha nela e fizemos a duas um dos maiores linguados que me lembro de Ter feito... até que novo orgasmo aconteceu entre gemidos de prazer, meu corpo contorcia-se de prazer infinito, nem me lembrava já que tinha seis pares de olhos famintos me observando, observando todo aquele deboche... Foi só quando ouvi nova ovação deles que despertei abrindo os olhos e vendo-os já bem perto de mim me rodeando e se preparando também para entrar na festa. Reparei ainda que estavam todos de cacete levantado e bem grandinho. Todos eles eram bem aviados, se bem que nada de descomunal, todos entre os 18 e os 20cm, por 4 a 6 de grossura.
De novo fechei os olhos pois a Susana continuava me chupando o grelinho... foi então que comecei a sentir a presença dos rapazes me rodeando, sentia as suas mãos percorrendo o meu corpo, me apalpando as mamas, as coxas, as pernas... delirei com tudo aquilo, eu estava sendo o centro de todas as atenções.
Sentia uma boca em meu mamilo esquerdo, outra no mamilo direito, outra em minha boca, no meu pescoço, na minha rachinha, estava completamente banhada por bocas e línguas a darem-me um prazer que nunca tinha sentido. Novo orgasmo... aaaahhhh... eu gemia alto, gritava de prazer com minhas contracções... abri os olhos de novo e para meu espanto a Carla e a Susana tinham sido substituídas pelo Eliseu e pelo Fred... elas estavam as duas no sofá trocando caricias e beijos, pois não estavam muito afim de se misturar com os rapazes...
Ali estava eu entregue a meus seis amantes, que de seguida começaram por fazer uma rodinha em que vinha um e enfiava-me o seu cacete na coninha onde ficava estocando durante um minuto, tirando e dando o lugar ao seguinte... enquanto isso eu ia abrindo minha boca e ia fazendo um boquete a outro que ao fim de novo minuto era substituído por outro... isto até todos terem rodado, durante este período de tempo tive mais dois gozos... de seguida o Carlos pegou em mim pôs-me no chão e fiquei de quatro... nova rodinha e enquanto um me fodia a cona por trás, outro oferecia-me o seu caralho que eu avidamente chupava, que delicia... enquanto isto iam-me xingando, chamavam-me nomes, como sua puta vou-te foder essa cona toda, eu adorava isso sentia-me uma autentica putinha na mão daqueles 6 machos. Enquanto decorria aquela rodinha e chegada a vez do Tó, que sabia muito bem meus gostos, pois tinha sido ele que me iniciou no sexo anal, decidiu enfiar o seu cacete no meu cúzinho... deitou um cuspo no meu olhinho e começou a forçar a entrada... doeu um pouco no inicio, mas com geitinho lá enfiou todinho até eu sentir o saco bater-me ma coninha... fechei os olhos e entreguei-me por completo nas mãos, ou melhor, nos cacetes, daqueles machos. Eles continuavam rodando, eu já nem sabia quem estava onde, não sabia quem me fodia só sentia entrar um cacete me fodendo e ser substituído por outro, e por outro e por outro... por vezes faziam uma penetração na vagina, outra no cúzinho... estava uma maravilha, perdi o conto de quantos orgasmos tive... por vezes sentia que estavam gozando dentro de mim, ora na vagina, ora no cúzinho... mas não me interessava quem, só queria era gozar, sentia um volúpia indescritível, os orgasmos sucediam-se a uma tal rapidez que eu nunca pensei que fosse possível... eu tinha há muito uma fantasia que era ser possuída por dois homens ao mesmo tempo, e aquela festinha me estava a proporcionar aquela fantasia em triplicado.
Abri os olhos e o Eliseu que estava deitado no chão ao meu lado mandou-me sentar em cima dele, ficando eu por cima... rapidamente me posicionei e reparei que estava já cheia de porra escorrendo de dentro de mim, pelas minhas coxas, mas ninguém parecia se importar... posicionei o caralho do Carlos na entrada de minha vagina e rapidamente deslizou para dentro de mim... começamos fazendo um movimento conjugado eu e ele, estava uma delicia... o João pôs-se na minha frente e eu gulosamente abri minha boca engolindo aquele cacete bonito e roliço... nisto senti que alguém estava se aproximando por trás de mim, não sabia quem, pois não dava para olhar, mas não importava mais... senti um cacete na entrada de meu cúzinho, e senti um arrepio pela espinha acima, ao adivinhar o que ia acontecer... e aconteceu, pela primeira na vida senti a sensação de uma dupla penetração... aquele cacete me envadia o cúzinho, sentia a pressão dentro de mim, parecia que os dois cacetes que estavam dentro de mim se tocavam... eles faziam uma dança conjugada... em certos momentos metiam e tiravam ao mesmo tempo, depois passado um tempo metia um enquanto o outro tirava... aaaahhhhh... gozei pelo menos umas 3 vezes... enquanto isso tinha sempre o cacete do João na boca... será que isto pode ser considerada uma tripla penetração? Para mim foi...
Eles continuavam... parece que não ia terminar nunca... Até que senti eles gozarem primeiro o Carlos que estava na minha vagina, depois o que estava no meu cúzinho e logo de seguida, o João encheu minha boca de porra que engoli toda, não desperdiçando nem uma gotinha... logo de seguida troca-mos e os outros 3 se posicionaram na mesma posição dos anteriores e tudo se voltou a repetir... de novo gozaram em mim e eu voltei a engolir toda a porra do que estava na minha boca... quando terminaram senti-me pela primeira vez um pouco cansada e pensei que ia ficar por ali, mas enganei-me... é que todos quiseram experimentar a tripla penetração mas fodendo em todos os meus buraquinhos, e assim foi... eu aguentei-me e gozei mais não sei quantas vezes, chegamos a mudar de posição em que em me sentava em cima do cacete de um enterrado no cúzinho e depois de barriga para cima vinha outro e enfiava na vagina, enclinava a cabeça para traz e outro enfiava-me o caralho na boca...
Estava cheia de porra, o cheiro que estava no ar era de sexo puro, suor misturado com porra... estava uma delicia... mas sentia-me muito cansada...
Abandonei-me no chão, prostrada de barriga para cima de braços e pernas abertas, fechei os olhos, tinha um gosto de porra na boca, na garganta, sentia meu cúzinho e vagina latejando, estava completamente arrebentada... e nisto... senti de novo alguém se aproximar, sentia o calor de corpos perto de mim, abri os olhos e vi a Carla e a Susana se aproximando de mim... Elas disseram-me: Relaxa que agora vamos dar-te uma massajem relaxante.
Só que essa massagem foi de língua, lamberam-me o corpo todo limpando toda a porra que escorria de mim... foi um terminar em beleza... uma delícia, ainda gozei mais uma vez, mas desta vez foi mais calmo e relaxante... os rapazes que estavam ainda de pau duro se aproximaram de nós e batendo punheta regaram-nos às 3 com mais seus gozos que nos deixaram todas peganhentas mas felizes.. .Muito felizes...
Foram horas de felicidade, muita felicidade e muito gozo, nunca pensei que conseguisse aguentar o que aguentei, afinal já era de dia o relógio da sala marcava 12.00 horas, tinha-mos estado cerca de 7 horas naquilo.
Deitámo-nos onde calhou e dormimos umas horas, quando acordámos toma-mos banho e vestimo-nos, só que minhas calcinhas tinham desaparecido e tive mesmo de ir embora sem elas, foi o Eliseu que ficou com elas como trofeu do jogo.
Nunca mais vi nenhum deles depois daquele dia pois entretanto mudei de cidade e fui para a faculdade... Será que algum dia se repetirá um festa idêntica? Não sei mas vou deixar rolar e logo se vê. Beijocas e divirtam-se!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:45
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