Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Dentro do Carro


Quem nunca fez amor dentro do carro? quem nunca fez, que experimente!
A semana passada eu e a minha mulher fomos jantar a Leça... quando já vinhamos embora ao passar junto à praia resolvemos parar um pouco à beira mar. Haviam muitos carros estacionados de frente para o mar, procuramos um sítio o mais retirado possível. Que bem se estava, falamos de assuntos vários... até que a conversa direcionou-se para o tema sexo. Não tardou muito outros carros estacionaram ao nosso lado, do meu lado era uma casal bastante jovem do outro um homem que aparentava ter uns 50 anos e uma jovem que rondava os 25 anos. Estava uma noite de luar e por isso viamos perfeitamente de uns carros para os outros.
No carro do casal jovem, ela não esteve com cermónias e resolveu começar a despir-se parece que fazia de prepósito para a vermos bem... e tinha motivos para isso porque de facto tinha um belo corpo. Ele também tirou as calças e ela sem perder tempo atirou-se para cima do companheiro... eram beijos, carícias, ali havia amor.
No outro carro eles ainda conversavam e devia de ser assuntos profissionais, já que por vezes ouviamos falar de coisas relacionadas com escritório.
Como é verdade que a visão desperta os sentidos... a minha mulher começou a excitar-se, pelo que também ela não tardou a desapertar-me a calças, eu já estava com a piça super dura. Deitamos os bancos e ela tratou logo de abocanhar a minha piça enorme, fez-me um broche maravilhoso, mas não queria terminar assim.
Entretanto no carro do casal jovem já ela cavalgava em cima do parceiro enquanto ele lhe lambia as mamas... mas que mamas, meu deus!!! mais uma espreitadela e a minha mulher pôs-se toda nua... comecei a lamber-lhe as mamas enquanto lhe metia os dedos na cona... de tanto excitada que estava veio-se logo, saltei para cima dela e tratei de lhe meter a piça toda, para que entrasse melhor ela colocou os pés no tejadilho do carro, fodemos assim até se vir outra vez, só que agora berrava tanto de prazer que despertou a atenção dos casais ao nosso lado. Entretanto no carro do casal jovem eles mudavam de posição, ela pôs-se de joelhos, foi então que vimos ele a apontar a piça ao traseiro dela, e deve-lhe ter comido o cu pela expressão de dor que ela fazia... O outro casal com tudo isto também já estavam bem adiantados, mas eu agora queria comer o cuzinho a minha mulher, por isso tratei de a pôr tambem de gatas... antes de a meter e como via que tanto dum lado como do outro nos apreciavam, fiz questão de mostrar bem a piça para verem com o que a minha mulher ía levar... para facilitar a visão ainda abrimos mais os vidros, o que os levou a fazerem o mesmo. Comecei a apontar a cabeça da piça ao cuzinho, 1º devagarinho para não a magoar... mas ela estava doida e queria era piça de maneira que pediu em voz alta para a enrabar toda, dizia ela - mete-me essa piça toda, quero senti-la toda, enraba-me bem, anda mete-a - dei uma estocada tão forte que ela gritou... eu estava quase a esporrar-me, ela sentindo isso mesmo pediu-me para me vir p'ra cima das costas dela... e foi o que fiz, esporrei-lhe as costas todas.
Olhei para o lado onde estava o sujeito perto dos 50 anos e ele fazia sinal com o polegar como quem diz... boa!!! no outro carro quase que metiam a cabeça de fora para ouvir e ver melhor.
Eles também deram uma grande foda... só visto, eram piças, conas, cus, mamas, resumindo uma verdadeira loucura!!!
Os primeiros a sairem foi o casal que estava do lado da minha mulher... curioso ou talvez não, foi o facto de ele atirar as cuecas da companheira para perto da porta do nosso carro. Depois do casal jovem sair a minha mulher apanhou as cuecas, por sinal muito lindas, vamos guardá-las de recordação.
A minha mulher já me disse que quer voltar ao mesmo sítio para repetirmos, de preferência com casais como estes. A eles e se por acaso lerem este conto sabem de quem falamos... o nosso muito obrigado pelo momento que passamos. Só mais uma coisa, apareçam no mesmo sítio.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:03
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Dar de comer á Sogra


Estávamos na casa de praia da minha sogra, em Esposende. Na casa estavamos eu, a minha mulher,a minha cunhada,o meu sogro e minha sogrinha(que delícia!!). Até aí tudo bem,mas reparei que quando estava de tanga na praia ou, até mesmo em casa, a minha sogra ficava manjando o meu pau. Notava isso directo na praia, onde eu ficava de óculos escuros e ela não percebia que eu via o que ela fazia.Também olhava bastante pra ela pois é uma mulher madura muito gostosa, tem 43 anos, mas tem um cuzão que deixa qualquer um maluco, que cuzinho gostoso. Na praia dava para ver perfeitamente o seu corpo, sabia que os seus peitinhos apesar da idade eram firmes apontando para cima,são médios,dava pra ver quando chegavamos da praia e ela tomava banho vestindo uma blusa de malha sem sutien, fico morrendo de vontade de a chupar todinha. O que me chama mais a atenção nela de biquini é a conassa que ela tem, muito inchada, e bem grande, só de olhar o meu pau dá sinal de vida, aí ela não tira os olhos dele! Mas até então nunca tinha passado disso e eu achava que nunca passaria, afinal é minha sogra. Um dia a meio da madrugada notei que a porta do quarto onde dormia estava entreaberta e dava pra ver uma sombra parada no cantinho da porta. Eu estava só, pois a minha mulher tinha vindo tratar de uns assuntos de trabalho e só regressava no dia seguinte, eu estava de cuecas, pois fazia muito calor, fingi que não estava percebendo mas fiquei com muito tesão, minha piça começou a endurecer, e tenho um caralho grande e grosso. Fingia agora que estava a dormir, mas quando olho assim com os olhos meio fechados ela já estava dentro do meu quarto chegando cada vez mais perto de mim. Estava com um baby-doll transparente,com aqueles peitinhos quase furando o pano, o meu pau parecia que ia explodir.Quando menos espero ela coloca a mão por cima e começa a acariciar o meu caralho, depois tira-o de dentro das cuecas e começa a dar lambidinhas de leve, deveria ser para eu não acordar.Como viu que eu não reagia,ela começou a criar coragem e levada pelo tesão começou a mamar cada vez mais forte tentando engolir meu pau todo,chupando até com certa voracidade,não tinha mais como fingir que dormia. Abri os olhos e a olhei. Ela ficou branca,me olhando e ainda segurando meu pau. Disse-me que perdeu a cabeça, pois casou-se virgem sempre teve vontade de chupar um pau e o marido nunca quis,pois era muito antiquado e dizia que isso era coisa de puta(um otário,puta-que-pariu que mamada boa,tive que me segurar várias vezes para não me vir todo logo), ela explicou a sua atitude dizendo que: é que ela ficou me olhando esses dias todos de tanga e imaginando eu a deixa-la mamar, que o meu pau era bem maior que o dele,etc. Pediu por favor para não contar nada a ninguém que foi só uma fraqueza, que para eu não me preocupar que ela não ia fazer isso de novo (doce engano!!).Eu disse que não diria nada a ninguém,só que ela teria que fazer de novo,e sempre que eu quisesse e que o que eu queria era dar-lhe imenso prazer, po-la a gozar mesmo muito tal como faço com a filha dela!Ela deu um sorriso e caiu de boca de novo,chupava com uma vontade que parecia que ia arrancar o meu pau, não estava mais aguentando disse que me queria vir todo na boquinha dela,ela continuou mamando até eu jorrar tudo na garganta dela, engasgou-se um pouco, mas logo engoliu tudinho e continuou mamando até revitalizar minha piroca.Parecia um sonho aquela mulher de conassa super gostosa ali mamando minha piroca, à minha disposição.Disse-lhe a ela: agora é minha vez,arranquei-lhe as cuequinhas de seda, coloquei-a de quatro e caí de boca na sua cona imensa, estava encharcada,chupei e lambi muito,dando linguadas no cuzinho.Ela enfiou a cabeça no travesseiro para não gritar pois estava gemendo muito,disse que nunca tinha sido chupada,o meu sogro é um idiota tem um mulherão desses e não sabe usar é igual a ter um ferrari e não saber conduzir!Ela se contorcia cada vez mais,gemendo como uma cadelinha,chupei-a muito e cada vez que lambia o seu cuzinho ela rebolava-se ainda mais,tinha certeza que aquele cuzinho era cabaço por estrear, e eu ia estrear (lógico que não ia passar desapercebido!!!)Não é todo dia que se encontra uma gostosa com o tesão acumulado desse jeito.Deitei-me para ela mamar também,começamos um 69 muito bom,dei várias lambidelas no seu cuzinho e disse que era para mais tarde,ela disse:Não sei tenho medo,nunca fiz isso,o seu pau assim grosso pode-me magoar!E eu contei-lhe a velha história: Vou fazer com carinho,se doer eu paro!(paro porra nenhuma vou meter até aos colhões!!!Hehehehe!!).Deitei-a na posição de frango assado e cravei-lhe a minha piroca, ela deu um pequeno grito,fiquei com medo de os outros ouvirem, afinal eu estava fodendo a minha sogra com a família toda dentro de casa dormindo nos outros quartos!Ela ficou mordendo o travesseiro enquanto eu castigava a sua bela e grande conicha, ela começou a tremer toda e passado um pouco veio-se toda, tendo fortes espasmos musculares e contrações fortes em todos os musculos da sua cona ( que loucura, não sabia que havia mulheres que conseguiam fazer essa habilidade),depois disso desfaleceu,toda mole,eu disse-lhe: nada disso não querias foder?? agora vamos fazer tudo como deve de ser, vamos até o final! Coloquei-a de quatro e cravei o meu bonito pénis bem forte dentro daquela cona enxarcada, enquanto a fodia ia olhando para aquele cuzão maravilhoso batendo em mim, meu pau entrava até ao fim naquela cona que cada vez parecia maior.Aquele cuzinho piscava pra mim,pedindo piroca!Ela veio-se de novo,tirei a minha piroca e comecei a pincelar naquele anelzinho que eu ia ter o prazer de estourar!!Meti a cabeça, ela começou a queixar-se que estava a doer,tirei,enfiei mais um pouco na cona para lubrificar mais e pincelei de novo.Segurei-a pelos quadris e cravei de uma vez só,ela estava mordendo o travesseiro,deu um urro e tentou me dar uma sapatada ,assim com a mão pra traz,dei uma bofetada naquele cu gostoso(agora sim posso dizer,afinal eu provei)e continuei espetando com jeitinho, vi que saía um pouco de sangue do cuzinho,fiquei um pouco preocupado, mas ela disse:Agora anda lá,já me rasgas-te esse cu, seu filho da puta, agora quero sentir leitinho quente no meu cú!!Realmente ela estava me surpreendendo, mesmo muito bom!!!Meti mais um pouco e acabei por me vir todo naquele cú.Ela levantou-se, deu-me um beijo e disse: Boa noite meu filho!!Adorei!!Este é o nosso segredo! Não precisava nem pedir,não ia querer parar de foder aquela gostosa.Até hoje nós fodemos muito,sempre que é possivel, e ja la vão dois meses!!Ela passou a ser mais sorridente, com a filha(minha mulher),com certeza era falta de uma boa foda. Cada vez ela mama melhor e adora levar com leitinho!!!Aquele cú gostoso é só meu!!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:00
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O elevador


O elevador subia vagarosamente, chiando e gemendo por entre solavancos... era um elevador antigo decorado com motivos florais de ferro fundido, pintados muitas vezes de diversas cores, visiveis nas partes esfoladas.Por entre a grade de segurança , via os andares descerem para baixo dos meus pés um a um. Aqui e acolá um vaso de flores ladeava as portas castanhas da entrada dos apartamentos, com o seu oculo a espreitar para mim, silencioso e incomodativo. virei-me de costas e vi-me reflectido no espelho, riscado com dizeres obscenos e numeros de telefone pouco crediveis que prometiam encointros sexuais na cidade impessoal. Subi ao decimo oitavo andar e retirei do bolso uma chave extensivel, puxei-a para fora e introduzi-a na ranhura, esfolada á volta do espelho. Era a primeira vez que ali entrava. O apartamento fora-me emprestado pro um amigo para passar a noite, numa das raras vezes que pernoitava em Lisboa. Abri a porta, pousei o saco e tacteei à procura do interruptor sem o encontrar, puxei então pelo isqueiro e acendi-o... uma chama amarelada inundou a sala vazia e silenciosa e lá encontrei o maldito interruptor que acendi....
A sala rectangular estava decorada de uma forma oriental, com imensos objectos sem conexão fruto das muitas viagens do seu possuidor por paises longiquos...
De repente o telefone tocou, num sussurrar intermitente quase inaudível... atendi instintivamente mesmo sabendo que não era para mim... uma voz de mulher, rouca e quente vocifrou... "...-está, António? é Marcia!...não digas nada... era para saber se estavas em casa, vamos para ai agora!... e desligou sem que tivesse tempo de proferir um som que fosse.
Meia hora depois a campainha tocou e ao mesmo tempo senti a porta a abrir-se o que me levou a constatar que eram amigos de António... lamentei que não me tenha dito que mais pessoas tinham a chave do seu apartamento e senti-me um pouco incomodado...
Oh!... disse a Marcia que reconheci pela voz quente e sensual..-Onde está o António? Não está! disse como a desculpar-me...-emprestou-me o apartamento por esta noite...
uma outra cabeça femenina espreitou atrevida e disse --podemos entrar? -Claro retorqui... a casa é nossa e sorri pela simpatia que naturalmente senti nelas...
A Marcia dirigiu-se então à cozinha e regressou com uma garrafa de vinho branco, gelado e tres copos que pousou na mesa da sala e encheu generosamente pegando de imediato no dela dirigindo-se ao sofá onde se sentou cruzando as pernas..
Luísa, a segunda mulher que entrou sentou-se então junto de Marcia atirando literalmente a sua perna esquerda para cima da amiga, recostando-se depois para tras, numa posição descontraida e tranquila.
Converamos os tres longamente, bebemos vinho e voltamos a converar...Senti então necessidade de ir à casa de banho e quando regressei Luisa beijava a amiga longamente e tinha a mão direita dentro da sua blusa percebendo-se que acariciava os seu seios nús. fiquei um pouco atrapalhado, bixei os olhos e pedi desculpa, e tentei retirar-me... Marcia disse então -não queres juntar-te a nós? estendendo a mão aberta na minha direcção e puxando-me para o meio das duas. Sentei-me um pouco amedrontado mas excitadissimo. era visivel o vulto do meu pénis sob as calças, e Luisa, logo que me sentei começou a massaja-lo com pericia sem intençaõ de o tirar para fora. Começou então a beijar-me no pescoço, sentia o seu halito levemente alcoolico e sentia a sua boca fresca e isso excitou-me tremendamente, Marcia enfiou então a sua lingua no meu ouvido e senti um arrepio percorrer-me todo o corpo. peguei então nelas pelas mãos e dirigi-me ao quarto. O quarto tinha uma cama enorme e atiramo-nos de imediato para cima dela e depimo-nos num apice...
Luisa pegou então com as duas mão no meu penis completamente erecto e meteu-o na boca com sofreguidão, bem postada no meio das minhas pernas com o rabo espetado para o ar, Marcia por sua vez mergulhou o seu rosto no meio das nadegas dela e começou a lamber e a chupar, com as mãos estendidas sob o seu corpo, massajava-lhe os mamilos....Aquele quadro... não resisti...senti-me vir permaturamente e tentei desviar a boca de Luisa antes da explosão, mas ela não deixou, quando me estava a vir apertou violantemente o meu penis ao mesmo tempo que me enfiou o seu dedo anelar no anus... tal facto, pela surpresa refreou o meu orgasmo que voltou direitinho para os meus tomates....
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:57
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Quinta-feira, 8 de Maio de 2008

Encontro mesterioso


Estou em casa sozinha. A filha foi passar o dia a casa da avó e eu vou tirar o dia para não fazer nada. Planeio passar o dia a mimar-me com uma caixa de bombons e um bom livro para ler refastelada no sofá. Mas antes vou tomar um belo banho de imersão e vou deixar-me lá ficar a preguiçar, com música ambiente, até ficar com a pele “cozida” da água quente. Deito-me na banheira e relaxo. Passados uns minutos de lá estar, alguém toca à minha porta. Finjo que não estou e deixo-me estar. O banho está tão gostoso que não me apetece sair dali. Voltam a tocar mais uma e outra vez. Fico furiosa, enrolo-me na toalha e vou até à porta. “Quem é?” – pergunto eu. “Encomenda para si.” – respondem-me do outro lado. Encomenda para mim? Entreabro a porta e está um moço com uma grande caixa nas mãos. Estende-a na minha direcção, eu agarro na caixa e ele dá meia volta e vai-se embora. Fico ali uns segundos a vê-lo sair e volto a olhar para a caixa que tenho na mão. Um embrulho todo bem arranjadinho com um laço grande em tecido. Vou até à sala e desembrulho a caixa. Lá dentro encontro um vestido preto, uns sapatos de salto alto, umas meias de ligas, uma tanga, um soutien e uma chave. Tudo à minha medida. Vasculho o interior da caixa para ver se encontro algum bilhete, alguma outra coisa que me indique quem me havia enviado aquele embrulho. Nada. Não está mais nada dentro da caixa. Estendo tudo o que me enviaram em cima da minha cama e fico a imaginar quem poderá me ter mandado aquele presente e com que intuito. Observo a chave. Parece-me uma chave normal mas, que porta abrirá esta chave? Oiço baterem à porta de novo, mas quando me estou a dirigir para lá, apenas vejo um envelope a deslizar por debaixo da minha porta. Dou uma corrida e abro a porta mas já lá não está ninguém. Olho para o envelope no chão, fecho a porta, apanho-o do chão, abro-o e leio:
“Põe-te bonita e vem ter comigo. Está um carro à tua porta que te levará onde estou.”
Espreito pela minha janela e vejo estacionado à porta da minha casa uma limusine preta, com um homem vestido de motorista lá dentro.
O meu coração começa a palpitar num misto de excitação, curiosidade e inquietação.
Detive-me um momento a pensar e resolvi entrar no jogo. O que me esperaria? Visto-me, penteio-me e coloco um pouco de perfume. A minha cabeça está em turbilhão. Mil imagens, mil ideias me passam pela cabeça... Quem será que me espera? Que porta abre esta chave? Onde me levará aquele motorista? Não tinha resposta nenhuma para as minhas perguntas. Tinha que ir. Saí de casa e dirigi-me ao carro que estava estacionado. Abri a porta, espreitei lá para dentro e ouvi o homem a dizer: “Entre minha senhora que estão à sua espera.” Entrei e assim que fechei a porta, o carro começou a andar. Estava com o meu coração aos saltos e confesso que sentia algum medo. Resolvi encostar-me no banco e tentar relaxar um pouco enquanto não chegava ao meu destino. Tentei falar com o motorista mas ele permanecia mudo. Enquanto o carro percorria as ruas, inspeccionei com o meu olhar todo o interior do carro e foi então que reparei numa outra caixa preta que se confundia com os estofos e abri-a. Lá dentro encontrava-se uma rosa vermelho-sangue e um novo bilhete que apenas trazia escrito: “1001”. Cada vez mais o meu coração pulava e a minha excitação aumentava a cada segundo. O que queria dizer aquele bilhete? Ainda estava atordoada com tudo aquilo quando o carro pára bem em frente a um hotel e oiço o homem a dizer: “Pode sair.” – ao mesmo tempo que me abrem a porta do carro e me fazem sinal para eu entrar no hotel. Meio a medo, saio do carro e dirijo-me para a entrada do hotel. Olho para a chave que tenho na mão e lembro-me do bilhete que só podia indicar o número do quarto. Pergunto ao recepcionista em que piso fica o quarto 1001 e ele sorri e responde: “No último andar, senhora.” Sinto as minhas pernas bambas e dirijo-me para o elevador. Último andar. A porta abre-se e dou comigo num hall onde apenas existe uma porta que tem o número 1001 em letras douradas. Meto a chave à porta e abro-a. Espreito lá para dentro mas tenho que entrar para conseguir ver o que se passa naquele quarto. Oiço uns gemidos. Fecho a porta e entro devagar. É então que vejo um homem e uma mulher em cima de uma cama. Fiquei estática e não me mexi. Fiquei apenas a observar o que eles faziam. Ela encontrava-se deitada na cama, de barriga para cima e ele estava sentado ao lado dela, acariciando-a. O quarto estava escuro, apenas iluminado com algumas velas que estavam em redor da cama. Ambos tinham máscaras na cara, apenas deixando a boca e os olhos destapados. Estavam completamente envolvidos em beijos, carícias e gemidos. A imagem era excitante e ao mesmo tempo confusa. O que estava eu ali a fazer? Ainda fiquei um bocado a observá-los, a pensar que ainda não tinham dado pela minha presença, até que achei que devia sair dali. Viro-me e olho na direcção da porta e, antes mesmo de me mexer, oiço:
“Não te vais embora, pois não?” – disse o homem sem sequer levantar os olhos na minha direcção, enquanto continuava a acariciar a mulher que se encontrava deitada na frente dele. O meu coração disparou e nem consegui falar. Antes mesmo de conseguir pensar, a mulher levantou-se da cama, caminhou na minha direcção e estendeu-me a mão. Com os olhos fixos nela, agarrei a sua mão e ela encaminhou-me para a cama. Deitou-me, levantou-se e saiu do quarto. Fiquei ainda mais confusa e inquieta. Olhei para o homem que estava sentado do meu lado e ele, sem me dizer uma única palavra, começou a acariciar o meu corpo por cima do vestido. Não conseguia tirar os olhos dele e ele nem me dirigia o olhar. Apenas olhava para o meu corpo e acariciava-o. Sentia tremores por todo o meu corpo. Sentia as suas mãos a percorrem-me toda. De repente, ele tira uma espécie duma navalha, grande e pontiaguda, que já deveria estar por perto sem que eu tivesse dado conta. Fiquei petrificada com o medo. E ele continuou a acariciar-me, como se nada se passasse, mas desta feita com a navalha a percorrer o meu corpo, as minhas pernas, os meus seios. Deslizou a lâmina pelo meu peito em direcção ao meu pescoço, à minha cara e, enquanto me acariciava com aquela lâmina gelada murmurou: “Sinto-te a tremer. Estás com medo de mim?”
Eu nem conseguia respirar. Estava apavorada, com os olhos fixos no homem que se encontrava na minha frente, de navalha na mão. Ao mesmo tempo que aquele cenário me aterrorizava, sentia-me também muito excitada com tudo. Antes que eu lhe conseguisse responder, num movimento brusco ele enfiou a navalha por debaixo do meu vestido, rasgando-o e deixando o meu corpo descoberto. “O que estás a fazer?” – consegui eu balbuciar. “Isto excita-te. Eu sei.” – respondeu ele calmamente, continuando a brincar com a navalha pelo meu corpo. Agora sentia o frio da lâmina a deslizar pela minha barriga e novamente ele a utilizou para cortar o soutien e deixar os meus seus descobertos. Contornou os meus mamilos tesos com o bico da navalha e depois lambeu-os. Fiz um movimento para lhe tocar e ele afastou-se rapidamente e disse: “Isso agora é que não pode ser.” Agarrou numa gravata que estava por ali perto e atou a minhas mãos com ela à cabeceira da cama. “Quero-te quietinha. Quero brincar contigo.” A cada segundo que passava, mais eu me sentia excitada e algo receosa sobre todo aquele jogo. Até onde ele iria? Até onde eu estava disposta a deixar-me ir? Fechei os olhos e concentrei-me na navalha que continuava a deslizar pelo meu corpo, agora acompanhada pela língua quente e húmida dele. Desceu pela minha barriga em direcção ao meu sexo e senti os dentes dele a roçarem no meu ventre e a puxarem a minha tanga. Cortou-a também e abriu-me as pernas. Olhei para os seus olhos mas nem uma única vez ele me dirigiu o olhar. Continuou a acariciar-me, ora com a lâmina, ora com a língua, ora com os dentes. Não demorou muito até eu explodir num orgasmo. Ele tinha razão. Tudo aquilo me excitava demais. Queria tocar-lhe mas estava presa. Supliquei-lhe para que me penetrasse mas ele parecia nem me ouvir entretido que estava a comer-me. Percorreu todo o meu corpo com a sua boca mas nem uma vez me deixou beijá-lo. Eu estava doida de tesão. Ele sabia exactamente onde tocar, como tocar, como me deixar doida de prazer. E a impotência que eu ao mesmo tempo sentia por não lhe poder sequer tocar estava a deixar-me doida. Nem sei quanto tempo se passou neste jogo. Possuiu-me quando quis, como quis. Era uma boneca nas suas mãos. De repente, sinto as mãos de uma mulher a acariciarem-me. Olhei e vi a mesma mulher que já tinha estado naquele quarto e que tinha saído. Apareceu vinda do nada e juntou-se a nós dois. Foi nessa altura que ele me soltou e olhou para os meus olhos pela primeira vez. No mesmo instante que reconheci o seu olhar, ele retirou a máscara que lhe cobria o rosto e beijou-me. Claro que o conhecia. Era meu amante. Por isso é que não lhe podia tocar, não o podia sentir, não o podia beijar. “Gostaste da surpresa?” - perguntou ele. Respondi-lhe com um longo beijo molhado e ali ficamos os três o resto do dia.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:22
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Massagem


Logo que vi que havia massagista no hotel, inscrevi-me para uma no quarto, pois não há massagistas como as brasileiras. À hora arregimentada, bateram à porta e eu, que contava, com a rapariguinha do resort, fui apenas vestida de mini roupão de seda, sobre a mini-calcinha e sutiã, abrir-lhe a porta. Qual não é o meu espanto, quando se me depara um jovem mocetão, que em tom muito educado me diz
– “…boa noite madame…sou o massagista que o marido da madame chamou….”
Hesitante mando-o aguardar e vou anunciar a situação ao meu querido maridinho, que aparentemente entretido com a leitura, me diz, sem tampouco me olhar, que confere e que não há qualquer problema pois vai estar ali todo o tempo….De qualquer forma, na hora de tirar o roupão, ainda olho para o Ruben procurando dar-lhe a entender que vou ficar só de mínimos, esperando receber um norte qualquer…mas ele limita-se a piscar-me um olho e de seguida sorri e deseja-me uma boa massagem…Claro que eu não me faço rogada, e logo tiro e roupão nas calmas, notando de caminho, o olhar guloso do rapazola, cravado nas minhas exuberantes mamonas e na sombra, bem visível, da minha bela pintelheira, através do fino tecido da calcinha…O homem manda-me deitar de rabo para cima, na marquesa portátil que acabara de montar e que postara em frente ao sofá onde o Ruben se instalara. Fui pensando que o Ruben dali tinha uma excelente visão, mas o rapaz interrompe-me os pensamentos, ao perguntar-me em tom aparentemente muito profissional:
- «…” a madame quer fazer a massagem de calcinha e sutiã…???....vai sujar de creme…” - Atrapalhada, pela frontalidade que não esperava, mas tranquilizada pelo meio sorriso do meu marido, para quem olhei antes de responder eu respondo que vou tirar… mas logo o rapaz me diz para eu não me incomodar com nada, que ele mesmo trata de tudo, passando logo a desapertar-me o fecho do sutiã, e a tirar-mo quando eu soergui o tronco e a posicionar as mãos macias, dentro da banda elástica da calcinha para a fazer escorregar pelas pernas abaixo… A cena, passada bem na presença do meu marido, que nunca tirou os olhos das mãos do rapaz, tinha como que uma espécie de electricidade, não só no diálogo, algum tanto irreal e sensual, como no facto de ser outro homem a despir-me aquelas peças na frente do legítimo, o que me provocou profundos arrepios de incontido tesão.., devendo também ser o responsável pelo notório enchumaço, nas calças do Ruben. Também o jeito como ele me raspou ao de leve com os dedos, nos bicos das amplas mamonas, que logo se puseram em sentido, quando me tirou o sutiã, ou a prolongada carícia das suas mãos macias, em que se traduziu o acompanhar da calcinha pelas nádegas, coxas, pernas e pés, até sair, teve algo de obsceno, que me deixou logo aquela deliciosa sensação de uma humidadezinha morna, bem no meio da ratinha… já sem falar do que na altura me pareceu ser, uma cintilação súbita e muito forte nos olhos do meu querido maridinho..
A massagem, que logo à partida, já prometia, começa e a extrema suavidade e competência do seu massajar, somada à presença do Ruben, fazem o tesão aumentar… o meu e o do rapaz, pois que, pelo facto da mesa ser muito estreita, de vez em quando sinto roçar nos meus braços, o que me parece ser uma óptima moca já bem dura… Quase instintivamente, mudo a posição dos braços para cima e agarro a borda da mesa… pouco depois já o rapaz me roça, embora por breves momentos, com o balanço da massagem no pescoço, o que agora não tenho qualquer dúvida em qualificar como uma bela pichota muito retesada, nas costas de uma das mãos, levando-me quase automaticamente a discretamente devolver a pressão…Fico com a leve impressão que o Ruben viu, mas como nada diz, eu, atrevida e entesoada, vou-me entregando àquele jogo…. Quando as mão dele deslizam para os meu rins e os massajam com firmeza, sinto uma leve irritação boa na pélvis, e sou obrigada a empinar o cuzinho e entreabrir levemente as coxas acetinadas, como que em antecipação da massagem naquela zona intima. Logo de seguida a este movimento, percebo que o Ruben se levanta e desloca à casa de banho, fazendo-me uma carícia meiga na face, e sinto logo de seguida, uma ainda maior e mais descarada pressão da tranca do rapaz, no antebraço e na mão que entretanto eu empurrara mais para fora da mesa….Aproveitando a saída do meu marido, que ainda desconheço se é propositada, para criar um climinha, ou apenas fruto de real necessidade e picada pela tesão, que não é a melhor das conselheiras, resolvo ver até onde vai o desplante do moço e suavemente ponho mais braço e coxa de fora. Como se o malandro percebesse a eventual mensagem, e quisesse responder antes do Ruben regressar, começa a esfregar o mangalho, agora totalmente empinado, na perna desse lado, embora sempre no ritmo da massagem, que insistentemente fazia nas nádegas. Isto, se àquele terrível amachucar e arrepanhar da carne das minhas bochechas, se podia chamar de massagem, pois mais parecia uma tortura, pela forma como obrigava as beicinhas inflamadas da minha ratinha ensopada, a se esfregarem, uma na outra, e a se entreabrirem e fecharem, sem duvida ao seu comando e vontade, como debaixo do seu olhar atento, pois ainda agora ele acabara, com as suas mãos quentes e fortes, de me afastar ainda mais as coxas. Puta até à medula dos ossos, agrada-me, como nenhum outro, aquele jogo, particularmente porque o tecido das calças dele é finíssimo, e sendo óbvio que não usa nada por baixo, eu posso agora sentir, com perfeita nitidez, na palma da mão tremente, que descaradamente posicionara, todo o desenho da jovem piça, até ao pormenor das veias inchadas. Sondo-a com a maior descrição possível e envolvo-a com suavidade, que pareça casual, nos meus dedos ansiosos. Depressa confirmo a sua intencionalidade, pois sempre mantendo o ritmo da massagem ele começa a esfregar o caralho marmóreo, em jeito de me foder a mão, o que me deixa a ponto de me vir, como uma adolescente. Quando o meu maridinho regressa, opta por ficar no ângulo oposto ao anterior, passando a ter acesso directo à visão da minha ratinha descomposta, já que pela cena anterior, eu ficara bem escancarada. Estimulada por isso e porque agora o rapaz me massaja, com redobrado vigor e perícia as nádegas cheias, e o interior das coxas, volto a ter o impulso de afastar ainda mais um pouco as coxas, dando uma melhor vista a ambos os homens e um claro sinal de agrado pela “massagem”.… Penso no momento, que se o Ruben não gostar do que vê, será a altura certa para me dar sinal… A verdade é que nada vem e sendo claro, que do sítio onde está, ele não pode deixar de ver tudo o que se passa com as mãos dele e até mesmo a forma inegavelmente voluntária, como consinto a esfrega do seu enorme fueiro, que ele por certo vê, escabrosamente, embebido entre os meus dedos, fica óbvio que a cena lhe agrada e eu posso prolongá-la. Pouco depois “..está na hora de madame se voltar..”, como lhe diz o rapaz, vermelho, que nem um tomatão e acordando-me daquele delicioso torpor entesoado… …torço-me e volto-me de forma propositadamente desajeitada, de tal forma que, como que me vejo “obrigada” a escancarar as pernas durante a volta, o que faço o mais lentamente possível, dando ao Ruben e ao sacaninha do massagista, uma maravilhosa visão da minha bela conassa, de boquinha rosada e húmida, meio aberta… É bem perceptível a agitação nos dois homens, e isso dá-me uma insuperável sensação de poder, de que só as mulheres podem desfrutar… Retomada a massagem, primeiro na cara e no pescoço, é hora de voltar a pôr as mãos de fora , antes que ele me chegue aos peitos, pois quero nessa altura, já ter o seu imponente caralhão, bem controlado nas minha mão exigente. Para isso estico e após olhar para o meu Ruben, para garantir que ele vai ver tudo, alcanço-lhe a moca e prendendo-lha gentilmente entre os dedos, puxo-o um pouco para mim, oferecendo-lhe um fixe, para que a roçadela seja mais eficaz…Ele, claro, protegido pelos movimentos da massagem, iniciou logo um suave vai e vem, dentro da minha mão, que logo apertei um pouco mais, transmitindo-lhe o meu agrado e aceitação... Certa de que o maridão tinha de estar a ver, ia mungindo a cabeçorra da pichota do rapaz, de forma cada vez menos discreta, provocando neste, uma respiração mais pesada e movimentos, sempre mais nervosos das suas mãos, nas minhas arfantes mamas…Massajando todo o peito e barriga, em movimentos mais amplos que disfarçavam o aumento da amplitude das umbigadas que dava, com a piça pulsante, presa na minha mão, …em breve me massajava com descarada frequência, a zona da pintelheira, aflorando de vez em quando os beicinhos túrgidos da conassa fremente e encharcada…De uma das ultimas vezes que ele passou as mãos, esmagando as minhas beicinhas mimosas e rubras de desejo, vi uma tal expressão de tesão nos olhos do meu marido que desvairando, e antes que alguém tivesse tempo de perceber o que se passava, abri o fecho das calças do moço e , num gesto rápido, saquei-lhe para fora o jovem piçalho tumescente, que agarrei em plena mão com gana, sacudindo-lho ao invés do seu movimento, num descaramento tal, que o fez parar e olhar hesitante, na direcção do meu marido, como se lhe quisesse mostrar que a culpa da manobra não era dele…Não lhe dando descanso, e embalada pela imensa tesão, que o sorriso entesoado do Ruben, ma transmitia, agarrei com a outra mão as dele e empurrando-as para a ratona fervente, escancarei bem as minhas coxas impacientes, para fora da mesa e resfoleguei num sussurro:
“…humm….que ..tesão danado….filhinho…vai….mexe aqui mexe…..hummm… mexe muito….na ratinha da madame…vai….”
Claro que o rapazola, perante o meu louco ataque, que agora incluía a outra mão a mungir-lhe os pesados colhões e a passividade sorridente e colaborante do meu marido, tomou-me logo conta do grelo e das beicinhas da rata e desatou numa estimulação sem tino, que quase me atiraram para o céu… Entretanto, ao ver tudo isto o Ruben tinha-se levantado e sacando o mangalho completamente teso, para fora aproximou-se da minha cabeça e começando por me propiciar um maravilhoso linguado, foi ciciando com muito mimo e tesão:
“…humm….minha cabrona…adorada…agarre bem… o caralho do miúdo… e esgalhe uma boa punheta a esse safado…minha grande puta… faça bem…que eu adoro ver…”
Lambendo os lábios secos pela excitação e com o olhar fixo no quadro que ali se desenrolava, o rapaz ganhou à vontade e acelerou o titilar do grelo protuberante e a massajem insidiosa dos beicinhos mimosos, enquanto, atrevido se debruçava e me chupava o bico distendido e retesado de uma das minhas enormes mamas…Agradecida e muito mais entesoada agora pelas palavras generosas e reveladoras do meu Ruben, eu aumentava o ritmo da furiosa punheta que lhe batia, quando senti no outro ombro algo de muito familiar. Voltando a cabeça, vi o meu rico marido que me olhava com um olhar de imensa tesão amorosa, enquanto me roçava o caralho super teso, que eu logo abocanhei, dando-lhe violentas chupadas, enquanto suspirava forte e gemia, em altas caralhadas, a louca tesão que tudo aquilo me fazia:
- “…Huummm… que tesão louco …meu queridinho…adoro mexer noutro caralho com você a ver……humm… ai.. meu querido maridinho…que tesão louco… veja.. como.. eu.. punheto.. o cacetão… do moço…enquanto chupo o seu…hummm… está.. a.. saber-lhe.. bem.. meu amorzinho..??
- “…ai…foda-se…filhinha…estou..a…adorar…humm…..caralhos…que..tesão louca…”
- “…eu …faço…tudo.. o ..que.. me.. mandar..humm.. meu querido…”
- “…então.. abra bem.. essa ratona toda… para o rapaz a chupar…meu amorzinho…”
- “…ai foda-se meu marido…que tesão que me faz…ouvi-lo a falar assim…olhe como eu abro bem as minhas beicinhas…mande ele me chupar…filhinho…”
- “…anda..moço..chupa..o..grelinho..vai..põe..a..língua..bem..dentro…seu..cabrão sortudo…”
Aí o Ruben, acelerado pelo coro dos nossos gemidos, e pelo resfolgar do rapazola, já sem falar do odor típico de corpos a foder… agarrou o rapaz pelo pescoço e fazendo pressão para baixo, obrigou-o a encostar a boca à minha cona encharcada, dizendo-lhe para me chupar até eu gritar de tesão, o que ele logo começou a cumprir, arrancando-me sentidos gemidos de gozo e fazendo-me vir logo ali…
- “…hummm…que broche..maravilhoso..minha..putinha ….”
Captando o sentir da sua adorada mulherzinha, o Ruben falava-me forte, obrigando-me a pedir-lhe para me foder a boca, como eu tanto gosto… Louco de tesão, o Ruben logo me começou a foder os lábios túrgidos, com a firmeza, que ele sabe que eu aprecio, enquanto empurrava a cabeça do rapaz, para que enterrasse bem fundo a linguinha macia na minha ratinha enfurecida, não tirando nunca os olhos daquele terrível espectáculo que tantas vezes tínhamos fantasiado..
“…hummm…meu amor…não há maior tesão que.. é.. ver. o mangalho.. do.. rapaz.. a entrar… e.. sair… da.. humm… sua… mão… adorada…”
- resfolegava o meu maridinho, enquanto o cabrãozinho, lá em baixo, me encavava a língua experiente pelo meu cuzinho enlouquecido adentro, enrabando-me em linguadas raivosas que me faziam chegar ao êxtase. Em breve o rapaz, estimulado pelo quadro que vivia, e pelas minhas mãos experiente, que o faziam saltar de céu a inferno e das palavras resfolegadas do Ruben, começou a dar mostras de explosão eminente e ao aperceber-me disso, comecei a sugar o porrete do meu marido, com o dobro da gana, insinuando-lhe a minha vontade de ele se esporrar na minha boca e cara, enquanto com a outra mão agarrava com firmeza os colhões cheios do rapazola, mungindo-lhos em combinação com as sacudidas no chourição, indicando-lhe que o queria a esporrar-se para cima de mim… O sacana apercebendo-se do desejo da madame, desatou a foder-me a mão com redobrada gana, enquanto me enterrava a quase totalidade da língua rígida e pulsante pelos lábios da coninha adentro, aproveitando mesmo o estado de loucura geral, para me encavar, sem pedir licença, dois dos seus grossos dedos pelo cuzinho delicado acima, que tiveram o condão de quase me fazer desfalecer. Logo de seguida o massagista, desatou a estrebuchar e a balbuciar que se ia esporrar todo em cima da madame, produzindo quase logo de seguida, abundantes jactos de jovem esporra que eu, sem lhe largar a piça, ou os agitados colhões, ia a capricho espalhando sobre o meu peito e ventre… Não aguentando a cena que via, também o Ruben o acompanhou, esporrando-se logo com inusitada violência, entre gemidos e fortes caralhadas, dirigidas à sua amada mulherzinha, inundando-me a boca e o rosto, com fortes tiros de saborosa langonha salgadinha, que eu tão bem conhecia e adorava… Escusado será dizer-vos, que após este delicioso episódio, passamos a noite inteira a foder de toda a maneira e feitio, enquanto eu lhe recordava de viva voz, em todo o seu detalhe, as cenas vividas nessa tarde…fazendo-o confessar o prazer que tinha tido a ver a mulherzinha adorada, a esgalhar uma louca punheta a outro homem, enquanto toda puta, lhe ia dizendo que estava disposta a fazer tudo o que ele quisesse. Bastava ele pedir, que a sua putinha privativa fazia…
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Quarta-feira, 7 de Maio de 2008

Casal Tarado


Ia a caminhando pela rua onde moro e encontrei um amigo que estava chegando em casa. Começamos a conversar e ele acabou por me convidar para tomar um gelado em sua casa uma vez que já somos amigos de longa data. Entramos em sua casa a conversar e ele parou a minha frente e eu senti que algo estava fora do normal pela cara de espanto que ele estava fazendo. Ouvimos uns gemidos e olhamos um para o outro e ele foi em direcção ao quarto do casal e ao olhar pela fresta da porta vimos a sua esposa, chamaremos de Isabel, uma morena sarada apesar da idade, pois ambos estão na casa dos 40. Isabel é uma mulher muito bonita com tudo no lugar e dona de um traseiro de fazer suspirar homens e mulheres. Ela estava aos beijos com uma amiga nossa a Bete, também morena igual a Isabel mas com uns seios enormes e duros, normal para uma mulher de 25 anos. A Isabel sempre me contou as peripécias sexuais da Bete que ela é muito safada pois sempre foi sua confidente e amiga, e pelos vistos mesmo íntima. Eu e meu amigo ficamos olhando pela porta as duas a se beijarem e se amassando de tal maneira que evidentemente era de se estranhar da parte dele mas senti que estava ficando excitado com tudo aquilo, quando de repente a Bete retirou a blusa da Isabel e começou a beijar o seu ombro e foi descendo e tirando o restante da roupa da esposa do meu amigo e pude ver que seu corpo era mesmo lindo onde aparecia uma langerie muito provocante e ai nós ficamos mais excitados ainda e disse para o meu amigo que as minhas expectativas eram confirmadas com respeito ao corpo da mulher dele e ele disse obrigado. Me virei novamente para ele e perguntei o que iria fazer e ele estático disse que deveríamos entrar na dança sem sermos convidados e foi o que fizemos, entramos no quarto e elas ao invés de se espantarem ficaram contentes e a Bete disse que bom que hoje não vamos precisar dos vibradores! e enquanto o marido se sentou na cama junto delas eu me sentei em uma poltrona ao lado com vista privilegiada para eles e a Isabel foi logo beijando o marido e dizendo que elas estavam a aquecer para fazer quando ele chegasse lhe fazer uma surpresa. Ele todo contente deu um sorriso e ao pedido da sua esposa se levantou enquanto ela desapertava as calças do marido e arreando as cuecas dele libertou um pénis duro e consistente que a Isabel pegando amostrou a amiga e perguntou gostas? Vais encarar? e a Bete se levantou e com rapidez retirou toda a roupa e mostrando um corpo espectacular disse que espero bem que não vá falhar na hora das obrigações e a Isabel disse que se isso acontecer temos um sobressalente e olharam para mim rindo. As duas se abaixaram e de joelhos começaram um boquete no meu amigo ora uma ora outra e dava para reparar que cada vez mais o pénis do meu amigo ganhava força, inclusive o meu que já estava estourando comprimido nas calças. Meu amigo se deitou na cama e elas ainda de joelho no chão de costas para mim continuaram a chupar o pénis e coloquei-me mais para a frente e pude ver aqueles dois monumentos de quatro para mim e comecei a passar a mão nas duas mulheres onde depois de algum tempo me concentrei mais no clítoris de cada uma e elas começarão a gemer mais sem tirar a boca do pénis do meu amigo. A Bete se ergueu e começou a bater uma espanhola enquanto a Isabel beijava o marido e dava suas tetas para ele chupar e via-se que ele estava no céu com tudo aquilo que elas estavam a lhe fazer. A Isabel olhou para mim e largou o marido e me mandou ficar a sua frente em pé e foi tirando a minha roupa toda de uma só vez e quando viu o meu estado de excitação chamou a Bete que olhou também para mim e disse que adoro ver um homem com três braços e começamos a rir, não que eu seja mega dotado mas tenho uma grossura desproporcional para os meus 18 cm. A Isabel me puxou para ela e começou a cheirar a minha pica e com o dedo indicador passou por toda a glande molhada de tesão que eu estava e enfiou na boca soltando um leve suspiro o que deu para perceber que estava diante de uma fêmea com toda a disposição e que era mesmo uma brasa. Olhei para o lado e ainda vejo a Bete a mamar na piroca do meu amigo que a cada chupada parecia que entrava em transe enquanto ela delirava com aquela tortura e fiquei também excitado por ver aquela bunda linda com a marca do biquini como se fosse uma seta indicando o caminho do pecado e passei a alisar aquele rabo lindo e ela foi abrindo aos poucos as pernas até que cheguei na sua buceta e sentir todo o seu mel escorrendo pelas coxas. A Isabel continuava me chupando onde tentava meter na boca mas era inútil pois sua boca é pequena e perdendo um pouco a paciência me puxou de encontro a si e foi mandando que eu lhe chupasse a buceta que estava com a da Bete e assim fiz, colocando-a de pernas abertas em cima da cama ao lado do marido que começaram a se beijar enquanto eu chupava a sua querida esposa e a Bete não parava de chupar a piroca do meu amigo que começou a se levantar e colocou a Bete deitada na cama e sentou-lhe o sarrafo e ela gemia com gosto e rebolava também com uma mestria que dava para ver que ela era safada de carteirinha e tanto que com mais meia dúzia de movimentos o meu amigo iniciou uma gozada alucinante que mal deu tempo de tirar a piroca para fora ainda gozando nas coxas da Bete. O meu amigo caiu para trás e sentou na poltrona observando a mulher a gemer enquanto eu me levantei e pincelei a chapeleta na porta daquela gruta e fui enfiando com calma pois ela era muito apertada e fui metendo aos poucos enquanto ia se abrindo e a Bete senta no rosto da amiga que começa a chupar aquela buceta fazendo-a gemer de prazer. Eu continuava bombeando e fui me encostando mais na Isabel até que senti que a sua lubrificação aumentou e dei uma estocada certeira que a fez gemer mais forte mordendo os lábios vaginas da Bete que gritou de tesão e dor ao mesmo tempo, enquanto a Isabel acabou por ter o seu orgasmo como uma louca molhando toda a minha rola que foi logo sacada pela Bete para chupar o néctar da amiga. A Bete enxugou a buceta da amiga e foi logo se virando e me apanhou pelo braço deitando na cama e montou em cima das minhas pernas e começou um boquete enquanto a Isabel foi em direcção ao marido puxando para a cama e em pé deu a piroca para as duas chuparem enquanto a Bete era penetrada por mim até que a Isabel se virou para o marido e disse para ele comer o cu da Bete e fazer dela recheio e ela ficou logo empolgada e se deitou sobre o meu peito e paramos um pouco para o meu amigo enfiar no cu dela (sempre ouvi dizer que ela é fã do anal) e ele foi metendo a cabeça e senti o seu pénis entrar no cu da nossa amiga e começamos a bombear com força e ela gritando e gemendo com a velocidade e a força dos nossos movimentos até que ela não aguentou muito mais e gozou violentamente e desmaiou caindo de lado sobre o meu corpo. Como ainda não tínhamos acabado e eu ainda não tinha gozado nenhuma vez pedi ao meu amigo para colocarmos a Isabel no lugar da Bete mas com as posições trocadas e ela começou a reclamar dizendo que não iria aguentar a minha grossura no seu cu, mas o marido disse para ela parar de frescura e foi logo se deitando na cama e puxou a esposa para cima dele metendo rapidamente na sua buceta já arregaçada por mim anteriormente e ela mesmo disse amor, quase não sinto a tua piroca, estou rasgada por aquela tora que queres que eu guarde no cu! e assim foi, ela empinou aquela bunda linda onde apareceu um cuzinho lindo e delicado que lubrifiquei com carinho e apontei a cabeça da piroca e fui enfiando aos poucos e ela foi relaxando e com movimentos suaves ela foi agasalhando aos poucos e dava gritinhos e gemidos de dor e prazer mas não parava de dizer que está doendo muito, parem por favor, vou ser rasgada, não tenho lubrificação no cu e com isso a Bete se levantou e com a sua saliva ia lubrificando a minha piroca cada vez que voltava de dentro daquele cu que era o mais apertado que já tinha comido em toda a minha vida, até que o meu amigo empurrou a esposa contra a minha piroca e entrou mais da metade que a fez desmaiar de dor. Ficamos preocupados com o que tinha acontecido e até tinha um pouco de sangue na minha piroca e reclamei que ainda não tinha gozado e queria comer o cu da Bete que ficou logo toda contente e se posicionou logo de quatro junto a amiga e arreganhou o seu botão cor de rosa para receber a minha ferramenta que com um pouco de custo entrou toda até baterem os culhões na sua buceta, enquanto ela chupava a piroca e as bolas do meu amigo. Não demorou muito e anunciei o meu primeiro gozo da tarde e a Bete disse que queria que eu gozasse junto com o meu amigo no rosto das duas e meu amigo foi o primeiro e eu quase em simultâneo inundando o rosto daquelas duas fêmeas viciadas. Ficamos ali mais um pouco a descansar e a conversar que daqui para frente iríamos continuar as nossas festas sempre que fosse possível.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:37
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A mae da minha falecida namorada


Á Anos namorava com uma rapariga de ascendência holandesa. Um dia ia busca-la como fazia todos os dias. Toquei a campainha e atendeu-me a mãe.
- Então como estas, entra. Tudo bem?
E eu lá entrei. A mãe uma senhora de uma grande família aqui do Porto, cerca de 45 anos, ar jovial, e muito bem constituída.
A mãe: - A Sofia não está, telefonou-me a dizer que só chegava por volta da meia-noite, (eram 21:00) que estava acabar um trabalho em casa de uma amiga para entregar no dia a seguir na faculdade.
Eu: - Então vou-me embora e telefone-lhe depois.
Mãe: - Nem penses, fica aqui em casa o meu marido, está para o estrangeiro e assim fazes-me um pouco de companhia.
Eu rapaz bem educado assim fiz. Nesta altura nem sequer pensava no que viria a acontecer.
Entramos para a sala, sentamo-nos, e a senhora disse-me que ia acabar de se mudar, pois tinha acabado de chegar a casa do emprego. Muito bem. Pediu-me licença e retirou-se.
Peguei no comando da televisão e comecei a desfolhar os canais da Tvcabo, Meu espanto, eles tem o Sexy Hot descodificado. Eu nem acreditava no que estava a ver. Uma família decente, de nome na cidade. Passado ai uns 20 minutos já estava eu com uma verga enorme, sinto que algo na sala me estava a observar, olho em meu redor, e nada vi, bem mudo de canal, levanto-me e dou uma volta para ver, não havia nada. Volta ao canal 35. Sento-me outra vez, e nesse preciso momento senta-se ao meu lado, uma mulher lindissima, completamente nua, com um corpo escultural muito bem tratado, fiquei sem palavras. Diz-me ela:
- Então? Gostas?
Nem sai uma palavra, estava estupefacto.
A mulher baixa-se, abre-me as calças zas, boca no meu caralho, chupou, chupou e tornou a chupar, de repente levanta-se deita-me no sofa, e põe-se em cima da minha cara com aquela cona, lambi-a até ela se vir, a mulher gritava gemia, chamava-me nomes, agarra-me o meu caralho, e mete-o na cona, zas, zas, foi por cima foi de lado, de costas, deitados, em pé, até que ela para, põe-se de quatro e diz-me mete-me todo esse caralho no cu, “rebenta-me toda por favor” e eu assim fiz toca a enrabar, fodi-a toda. Na hora em que me estava a vir ela diz “para, quero sentir esse teu caralho a saber a merda na minha boca” nem 10 segundos se passaram e eu já me tinha esporrado todo na boca dela. Quando me estava a vir, ela mete-me o dedo dela no meu cu....fiquei extasiado...ela apercebeu-se...limpou-se e disse-me não te vistas, limpa-te, que vou lá cima buscar uma coisa. Assim fiz, nem queria acreditar no que estava a acontecer. Continuei a ver o 35. Passam ai uns 10 minutos chega a mulher com um vibrador cor preta, ai uns 20 cm. Chega-se a mim começa-me a lamber o caralho outra vez, cheio de tesão, de repente começo a sentir a lingua dela a baixar e a chegar ao olho do cu, que sensação, nunca tinha experimentado, FABULOSO, ela lambe-me e ao mesmo tempo masturba-me, era maravilhoso. Deitamo-nos no chão e ela continua a lamber-me o cu e masturbar-me, passa-me a cona dela para a minha boca, com minha mão começo a fazer umas caricias no cu, até que lhe enfio o meu dedo, nesse preciso momento, ela introduz o vibrador no meu cu, foi muito bom, sentei na beira do sofa, vibrador no cu, a vibrar parecia um louco, estava cheio de tesão, ela senta-se de costas para mim em cima do meu caralho, grosso e duro, estivemos nessa posição nem 2 minutos vim-me parecia um cavalo, tive uma sensação, estranha mas ao mesmo tempo muito boa. Foi divinal. Fomos tomar um banho. Nada se passou, muitas caricias mas mais nada.
Vestimo-mos, e viemos para a sala, conversa-mos até que chegou a meia-noite.
Ding-Dong, era a Sofia, entra na sala, a mãe para a filha “tens ai um grande homem” e piscou-lhe o olho, a Sofia vira-se para mim e diz-me: “Gostas-te? Espero que sim que a partir de agora vai ser sempre assim.” Nem podia acreditar no que estava a ouvir. Tinha sido tudo combinado por elas. Fiquei a saber que o pai não dava assistência a mãe, e a mulher gostava de rapazes mais novos. Desde esse dia voltei a repetir essas sensações mais umas 10 ou 15 vezes. Até que 1 dia houve uma desgraça. A Sofia teve um acidente de carro, na já famosa IP5, e morreu. Os pais com o desgosto que tiveram foram para a Holanda terra do pai, e até hoje só me correspondo com a mãe por mail. Desde o dia 15 de Junho de 2000 o dia fatídico, nunca mais voltei ver a mãe.
Entretanto a vida passa, eu casei, estou feliz com o casamento mas a minha vida sexual ficou para sempre marcada com esta experiência.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:33
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69 de Luxo


Tenho um casal meu amigo, em que ambos são bem mais velhos do que eu. Ela é ainda uma mulher gostosa,e tenho sentido muitas vezes o desejo de a comer.
Ele já mais velho, dá mostra de não a satisfazer de maneira nenhuma.
Um dia estando os 3, a tomar um café contei uma anedota sobre sexo oral, boche e minete. Estiva com atenção à reacções da minha amiga, e percebi como os seu olhos brilhavam, perante uma simples andota de alguem que tinha mamado num caralho.
Vi, e apostei que ela havia de me mamar... custasse o que custasse.
Mais tarde ela voltou-se para mim e disse-me que isso eram coisas que no seu tempo não se faziam.
Ri-me e manifestei-me que não acreditava que ela nunca tivesse feito um broche. Ela sorrindo voltou-se para o marido, e perguntou-lhe:
António, eu alguma vez fiz uma coisas destas?
A que o António respondeu: Modernisses...
Não me contive sem deixar escapar, sem definir bem se para ela se para ele.... Não sabes o que é bom.
Uns dias depois fui la a casa jantar. Já tinha agarrado a minha amiga, e discretamente já lhe tinha passado as mãos pelo cuzinho. Em resposta tive uns sorrizos.
Como havia mais gente, apostei que seria naquela noite.
No meio do barulho, e ainda antes do jantar agarrei-lhe pela mão e discretamente levei-a ate ao WC.
Sentei-a na sanita e sem lhe dar tempo meti-lhe o caralho na boca.
Ela não sabia muito bem o que fazer.
Foi então que resolvi dar uma foda naquela boca virgem.
Ela engolia o meu caralho todo... e chupava, chupava, ate que não aguentei mais e esporrei-me todo.
Ela sem dizer nada bebeu o meu leitinho todo.
Estava com um sorriso enorme, e disse-me:
Adorei... o teu leitinho quente na minha boca.
Saimos discretamente da casa de banho. Toda a noite os nossos olhares se trocaram cuniventes.
Não posso garantir que o marido não se tenha apercebido, mas.... o importante é que ela estava feliz.
à despedida no final da noite, ela confessou que tinha sido um broche delicioso, e que queria mais. Eu tambem manifestei o desejo de a lamber da proxima.
Aguardo a proxima oportunidade.

loures_125@clix.pt


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:53
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Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Fantasia de uma mulher


Olá a Todos esta é a primeira vez que conto um conto...
Tudo isto ... como o próprio nome indica é uma FANTASIA!
Depois de já estar tudo previamente combinado, a cena principia no estacionamento do outlet de Grijó.. e dirijo-me ao carro onde está o MEU HOMEM.

MEU HOMEM - (com ar muito cavalheiresco) Faça o favor, Minha LADY!... Pode entrar.
LiLI -(admirada) Sim senhor! Estou estupefacta... (com ar de muito apreço)Ora isto é o que eu chamo de Verdadeiro Gentleman!! (e mudo o tom de voz)Obrigadinha e ...com vossa licença... (entro e pouso a carteira a meus pés, sentando-me de pernas cruzadas)
MH - (entra, senta-se ao volante, e mantendo o mesmo ar) Sempre às ordens..Linda!
L - Já me estás a começar a agradar! (com ar muito formal) Desculpa-me o pequeno atraso, mas o trânsito a esta hora da noite e estava um caos,ihihi (risinhos)!
MH - O Trânsito?!? (com ar irónico) Sim... eu sei como é que vocês, Mulheres, são para se arranjar!.. A seca até nem foi muita... não chegou a 1 hora.. eheh (riso irónico)!!
L - Mas... desculpas-me, não desculpas?!?! (com vozinha de mimo) Vá lá.. até nem foi assim tanto tempo!
MH - Claro que desculpo. (mudando de tom) Além disso... valeu a pena a espera... Estás Linda!! (olhando-me de alto a baixo) Mas... acredita que
já estava a ficar impaciente e em brasa!!!
L - Em Brasa?!?! Não me parece! (lanço-lhe um olhar declarado para abaixo da barriga) Tu também não estás nada mal!! (enquanto reparo que ele está muito bem vestido com ar desportivo e jovial)
MH - (com ar tímido) Não era essa a brasa que me estava a referir, eheh!(com ar mais sério) Mas... mudando de assunto... Onde vamos, FoFiNha? Não vamos ficar aqui no estacionamento, pois não?
L - Claro que não! (enquanto isso a minha mão esquerda começa disfarçadamente a percorrer-lhe desde os joelhos até entre virilhas) Mas, se não te importas, tranca as portas porque eu sou muito medrosa... e nos dias de hoje, nunca se sabe, não é? (com ar muito feminino e olhar
lânguido)
MH - (segurando-me na mão mesmo por cima do pilao) Tens razão, minha Linda (enquanto tranca as portas) que distraído que estou.. (neste instante põe 1 CD com música ambiente muito romântica e liga a ignição) Diz lá... onde vamos?
L - Eu estava a pensar.. (começo a massajá-lo por fora das calças) em irmos até ao Motel de Miramar! (tiro o casaco e pouso-o no banco de trás) Está a começar a ficar calor cá dentro! Mas... não precisamos de ir já para lá... antes podemos dar... 1 passeio (com ar maroto e retomando a massagem), Tás de acordo, meu Lindo?
MH – Tu mandas, LiLi (já em andamento, começa a passar-me também a mão pelas pernas... é bem saboroso, mas não me descaio) Vamos fazer o quê para Miramar? (também com ar mafioso)
L – Estava a pensar em irmos a uma Festa... que tal?
MH – (com ar desiludido) Mas então.... a que Festa?!?!? (desconfiado)
L –A uma Festa de ânus!! (digo com ar ainda mais sexy) Tu... fazes-me Festa!E Eu dou-te o ân... ihih (e desaperto-lhe as calças)
MH – OK eheh!! (entrando também no jogo) E não te esquecêste dos convites... pois não? (nesta altura já se encontra a massajar-me a entrada
do kuzinho, depois de ter arrumado o meu fio-dental)
L – Oh!! não Krido. Vai ser uma Festa a Dois! (agora com o tom mais sexy-mimo que conseguia fazer) Mas agora sê sincero... Estás a gostar
mesmo da LiLi?!?!... (nesta altura já lhe massajei completamente as bolas e já sei de cor o tamanho da verga)
MH – (molhando o dedo) Confesso que te acho um pouco atiradiça! (tendo o dedo húmido, força a entrada no meu buraquinho) Tens mesmo a certeza que és Virgem?!?!... És magrinha... mas isso eu já sabia pelas tuas fotos! Mas... estou a ADORAR que sejas assim desinibida!!.. (subitamente enfia-me o dedo médio no tutu). Gostas?
L – Uiii (suspiro) Muitoo!! Só por causa dessa tua sinceridade mereces 1BeijO! (chego-me para ele, de maneira a que me enterre ainda mais o dedo e aproximo os lábios aos dele, mas... sem que isso aconteça, repentinamente debruço-me e beijo-o na cabeça do pilao) Ei... vê lá por onde vais!!!(porque senti uma guinada no carro)
MH – Desculpa!! (com ar atrapalhado e tímido) Não contava com isso... Mas não dês só um! Dá-me muitos mais!! (enquanto me tenta enfiar mais um dedo no kuzinho) Gostas... Minha Lady?!
L – Oooohh SIM! Não Pares (e cubro o pilao dele de beijos, lambendo-o de ponta-a-ponta)... Outra guinada!) Oops! È melhor ires mais devagar e quando encontrares um lugarzinho discreto, paramos. Tá... Baby?!..
MH – OK Minha louca! Vai ser mesmo aqui. Parece-te bem? Sossegadinho à beira-mar e muito recatado!! Gostas?!?! (Nesta altura já vai metendo 1 e 2 dedos alternadamente)
L –Está optimo!! (eu lá queria saber do lugar... já só keria comer aquela guloseima que tinha nas mãos) Agora é que o quero ver ficar em brasa... Ohhh Siiim!!... Machão!!
MH – (Puxou-me o vestido todo para cima e com a mão livre começou a dar-me palmadinhas) Gostas sua Louca? Agora vais passar de minha Lady a minha putinha!!! (tirando os dedos do ku passou-mos nos lábios) Lambe-os e come-me a verga!
L – Ei!!.. Usa mas não abuses!! (e arrumei os dedos pensando estar “sujos”. Vendo que não... lambi-os com prazer) Siiim vou ser a tua putinha... mas vou ser muito bem tratada! Ensina-me... meu Xulo! Explora a tua putinha!
MH – (tirando a mão que me massajava as frentes e empurrando-me muito devagarinho a boca para o pilão) OK Minha Puta. Issoooo... Come-me o Caralho todo..... Ohhhh Assim... Devagarinho!!! (E vai ora esfregando ora metendo 1,2, e.... até o 3º dedo) Gostas que te alargue o bujão puta?!?!?
L – AAAiiiiii!!(quase me vêm as lágrinmas aos olhos) Pára! Não mexas mais que doi muito. (parou de mexer os dedos para o meu cu se habituar à largura dos 3 dedos) Deixa-me engolir-te o PAU... Meu Macho! (e recomecei sozinha a engoli-lo)
MH – (desta vez agarrou-me no cabelo e começou a meter e a tirar o tição na minha boca) Deixas-me louco... Ahhhh como é BOM!! (E começou a enrabar-me com os 3 dedos!)
L – HHHhhhhhhummmmm!! Aarrrggghh!! Oooohhh!!! (eu nem tinha tempo de dizer nada pois já a tinha quase na garganta e sentia os dedos no
intestino) Issooo meu BOI... dá-me o teu Leitinho todo que estou a vir-me toda pelo KU!!! Não pares!!! Esporra-me... Deixa-me a cara branca com o teu suco!! (e vim-me toda) OOOOOOHHHhhhhhhh... És tão BOOMM! É SÓ MEEEEEu!!
MH – OoooHHHHHHH! PEGA.... Xupa !!! Bebe-o Todo sua PUTAaaa! (e VEM-SE na minha boca, tira-a para fora e esporra-me a face toda ) Não deixes ficar gota! Lambe tudo... Minha Vaca! Isso... tira o leite de cara também e bebe-o! Issooo Isso minha adorada Lady e putinha!
L – (depois de ter pegado nos toalhetes que trouxe na bolsa limpei-lhe o pilao, troquei de calcinhas e dei um retoque na maquilhagem)Foste um MUST... meu principe!! Vamos que a noite ainda é uma criança!!!!...
MH – Tu também Lady LiLi!! Desculpa os insultos... è para dar mais PrAzEr durante o sexo, tá?!
L - Eu compreendo Meu Lindo!(beijando-o nos lábios) Não penses mais nisso...
MH (ligou a ignição e seguimos para o Motel) Tens razão, e... A noite ainda agora começou!!!
F I M
Espero que tenham tanto prazer a ler como eu tive a escrever!

.... >> LiLi <<

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:24
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Domingo, 4 de Maio de 2008

Varios a comer minha mulher


Noite na serra. Chovia, mas chovia muito, o motor do carro começava a ratear na subida da serra do mar, nem parecia que de manhã. Eu e minha mulher havíamos tomado aquele banho de mar debaixo de um sol abrasador. Enquanto dirigia, olhava as pernas da Claudia, morenas, bronzeadas. Ela estava só com a saída de praia.
Os seios, lindos, apareciam por entre seus cabelos ainda molhados pelo mar. Ela dormia. A chuva batia cada vez mais forte nos vidros e aconteceu o inevitável; o carro parou de funcionar. Rapidamente estacionei no acostamento, anoitecia... Assustada com a súbita parada, Claudia acordou. Falei para se acalmar, pois tinha visto umas luzes no meio da e ia até lá buscar socorro.

A chuva tinha se transformado em uma garoa fina. Ela não quis ficar sozinha, então descemos do carro e nos embrenhamos em uma pequena trilha. Em pouco tempo demos com uns dois ou três containers da empresa que fazia manutenção na estrada. Eles eram usados como alojamento do pessoal que lá trabalhava. Batemos na porta, estava muito frio.

Um senhor de meia idade, vestido com um macacão, abriu a porta. Contei que nosso carro estava quebrado na estrada e que precisávamos de ajuda. Começou a chover muito forte de novo. O homem mandou a gente entrar, relutamos, ficamos em dúvida, a Cláudia me apertou o braço, mas não tinha jeito, chovia muito e entramos.

Olhei em volta e vi no fundo do container umas camas. Na nossa frente tinha uma mesa, onde três homens jogavam cartas. Assim que nos viram eles se levantaram e o seu Jair, o encarregado do acampamento que nos atendeu, fez as apresentações. João, um crioulo alto, era o segurança. Edson, também alto e fortão, era o motorista, e Alencar, um baixinho atarracado era o ajudante.
Seu Jair passou um rádio para a base no alto da serra pedindo um guincho para nós. Para a surpresa de todos informou que estávamos isolados, pois havia caído muitas barreiras e teríamos que passar a noite lá. Neste instante parece que passou uma corrente elétrica entre todos nós. Olhamos para a Claudia e um tesão enorme foi crescendo.
Diante disso ele abriu a geladeira e começou a servir cervejas, para quebrar o gelo e amenizar aquela situação. Mas os olhares gulosos se dirigiam à Claudia, que depois me confessou também estar molhadinha de tesão. A chuva batia lá fora na escuridão da serra e dentro do alojamento a cerveja corria solta. Claudia bebia muito e já estava meio tonta.
Eles pararam de jogar baralho, colocaram alguns cds para tocar e começaram a dançar entre eles. Até o seu Jair resolveu tirar a Claudia para dançar e aí começou o bate-coxa. Ela ria e adorava tudo aquilo. Estávamos todos de pau duro, e cada vez mais os outros homens e eu dançávamos agarrados na minha esposa.
A gente dançava se esfregando nela com tesão e ela esfregava a bocetinha, deixando todo muito louco. Primeiro pintou um ciúme, mas depois vi que ela estava gostando, então entrei no clima. Nessa hora aconteceu o inusitado. Numa música mais lenta, Jair tirou o pau pra fora e o colocou no meio das coxas dela. Claudia aceitou e com uma carinha safada começou a rebolar.
Todos nós começamos a bater uma punheta olhando aquela cena. Ele então começou a beijá-la na boca, foi baixando pros seios e se ajoelhou na frente dela, afastou a calcinha do biquíni e começou a chupar sua boceta gostosa. Claudia gemia e jogava o corpo para trás de tanto prazer. João não agüentou e começou a encoxá-la por trás, agarrando a bundinha dela e esfregando o cacete preto com força.
Claudia arrebitava a bundinha e segurava o pau dele. Edson a agarrou pelo lado e começou a beijá-la. Ela gemia. Alencar arrancou a roupa de Claudia e seus seios gostosos pularam para fora. Ele começou a chupar e a mordiscar aqueles bicos gostosos. Eu percebia que as pernas da Claudia dobravam de tanto tesão, mas eles a sustentavam e não paravam.
Ela gozava seguidamente... gemendo gostoso. Nisto o seu Jair levantou, pegou Claudia no colo e a deitou em uma cama no fundo do alojamento. Todos fomos para lá e ficamos punhetando em volta da cama, enquanto o seu Jair tirava as roupas. Apareceu aquela linda boceta molhada e pulsante, louca por um pau. Seu Jair começou a judiar, esfregando a cabeça do pau naquela bocetinha gostosa.
Claudia pedia para enfiar e ele só esfregava, aí ele enfiou de uma só vez com forca e ela começou a gritar. João enfiou o pau na boca dela e enterrou na garganta. Ela chupava com gosto, engasgada, pois a pica quase não cabia na boca. Edson e Alencar chupavam os peitos dela sem dó nem piedade, deixando marcas roxas. Quando o seu Jair gozou, ele saiu de cima dela.
Claudia ficou de pernas abertas, a bocetinha pulsando e ainda gemendo de tesão. João ajoelhou na frente dela e começou a esfregar seu pau. Até então nunca tinha visto uma pica desse tamanho. O pau dele era enorme e preto, e João começou a meter na boceta dela. Parecia que ele ia abrí-la no meio. Ela gemia de prazer e dor...
Nisso João a pegou por baixo, e sem tirar o pau de dentro sentou na beira da cama. Claudia ficou sentada no colo dele e começou a cavalgar naquela pica preta e grande até gozar feito uma louca. A gente via aquele pau entrar e sair todo molhado da bocetinha. João a deitou de novo na cama e gozou dentro dela, urrando.
Edson deitou por trás e começou a esfregar o pau no cuzinho dela. Claudia foi relaxando e rebolando, deixando ele meter bem devagar. Quando ele sentiu que estava tudo dentro, começou a meter com gosto, passando a mão na bocetinha molhada e arrombada. A gente via o pau dele entrando e saindo do cuzinho, que já estava enorme.
Alencar entrou pela frente e começou a enfiar na bocetinha que o Edson abria com as mãos. Quando ele se encaixou, os três começaram a se movimentar numa DP gostosa. Ela gritava de prazer com os dois paus enfiados nos buracos, um na boceta e outro no cuzinho. Nisso o seu Jair ficou de pé na cama e deu o pau dele para ela chupar.
Claudia delirava enquanto ia sendo massacrada pelos três, que gozaram quase juntos. Ela ficou ali, desfalecida na cama, com as pernas entreabertas e muita porra escorrendo pelas coxas, a bocetinha arrombada. Não agüentei a cena, abri as pernas dela e meti com gosto até gozar. Gozei como um louco e mais uma vez ela gozou gritando e gemendo. Saí de cima da Claudia e João, que já estava com o pau duro outra vez, se ajoelhou na frente dela.
Ele foi enfiando aquela pica enorme na buceta esfolada de Claudia, que gemia de prazer e agora também de dor. João começou a meter com força e gozou naquela xota. Claudia gozou mais uma vez, dando uma chave de pernas e gritando alto. Acordamos de manhã com o barulho dos carros de socorro. Consertaram o motor do nosso carro e nos despedimos do pessoal, relembrando os bons momentos que passamos na serra.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:09
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O filho da Vizinha


O filho da minha vizinha, é um miúdo bastante activo, pratica desporto, adora musica, toca guitarra e por este motivo costuma vir para minha casa ver as novidades sobre o rock na MTV norte Americana (Tenho este canal descodificado na parabólica). Houve um dia que ele veio, eu estava com uns calções muito curtos de malha, muito apertados que se metiam na minha rachinha, que mostrava as formas e a parte de baixo do meu rabo e um top branco também muito apertado e que se notava muito bem os meus biquinhos. Embora assim vestida, não me preocupei em mudar de roupa, mas também não estava com segundas intenções, apenas sentia-me a vontade em estar assim em casa. Foi então que por diversas vezes apanhei-o a olhar para as minhas pernas ou para as minhas mamas, para confirmar levantei-me e virei o rabo para ele com a maior naturalidade e fingindo que estava a mexer nuns papeis olhava pelo espelho, e vi que era para o meu rabo que olhava e mexia nas partes por cima das calças. Ele pouco depois levantou-se para ir a casa de banho, pedi-lhe para esperar um pouco que tinha que ir lá colocar umas toalhas. Fui, só que em vez de toalhas fui lá colocar uma camera de filmar escondida, ia para sair e lembrei-me de deixar também as minhas calcinhas, tirei-as e deixei-as no chão por traz da porta, para que ele as visse quando a fechasse e pensasse que estavam ali por acidente. Disse-lhe que já podia ir, e fiquei a espera. Regressou pouco depois, super vermelho e menos tenso, perguntei-lhe se estava bem ele respondeu que sim. Como o programa acabou ele agradeceu e foi-se embora e pediu-me se podia voltar no dia seguinte, embora não desse o programa e como não tinha nada para fazer se me podia fazer companhia em vez de estar sozinho em casa, claro que lhe respondei que sim. Fui logo buscar a camera, liguei-a a televisão e: Ele entra na casa de banho e fecha a porta a chave, tira os sapatos (que me surpreende) as calças e por fim as cuecas, solta um membro grande (+ - 20cm) não muito grosso, começa a esfregado e vê as minhas calcinhas, pega nelas, procura a parte que fica colada a minha ratinha, e cheira-as profundamente, masturba-se freneticamente e mete-as na boca, fica assim um pouco com a mão direita a masturbar-se a esquerda agarrada as tomatinhos e minhas calcinhas na boca, começa a vir-se e coloca minhas cuecas á frente para que apanhe todos aqueles jactos de leite espesso e geloso. Vou a casa de banho e apanho minhas calcinhas, que estavam no mesmo sitio onde as deixei, só que agora molhadas, volto para a sala e puxo o filme a trás para agora eu me tocar, a porta abre-se e meu marido entra. Não tive tempo, mas ainda bem que ele chegou, contei-lhe tudo, mostrei-lhe o filme encostei minhas cuecas ao seu nariz para que sentisse o aroma. Pedi-lhe para que me fodesse logo que já não aguentava mais, mas em vez disso, colocou as calcinhas na minha boca e mandou-me tocar-me enquanto ele filmava. Vim-me e ele disse que quando o miúdo viesse a casa para eu lhe dar uma mãozinha ou alguma coisa mais, sorri ele também e fomos direitinhos para o quarto. No dia seguinte, quando ele chegou eu já estava de mini-saia muito curta que não chegava para tapar a parte de cima das meias-de-liga (para teres uma ideia de tão curta que era, só te digo que quando me sento a pele do meu rabo fica colada a pele do sofá, pois o tecido não chega para o cobrir) uma blusa de seda sem soutien (meu peito é de silicone) e com os 3 primeiros botões desapertados e sapato de tacão. Fingi que tinha também acabado de a chegar a casa, e mandei-o para entrar. Sentou-se no sofá e eu ao lado dele, virada para ele encostadaao braço do sofá. Começamos a conversar, e eu levei a conversa para as namoradas dele, fazendo perguntas tolas até que fazendo um ar de quem ia perguntar algo, mas que se arrepende a meio do caminho, fazendo com que ele insistisse para que eu lhe perguntasse o que tinha em mente, o que acabei por perguntar se costumava masturbar-se, ele ficou vermelho com um tomate, mas respondeu afirmativamente, perante isto fui-lhe perguntando quando foi a ultima vez, "hoje de manhã" respondeu, "e em quem costumas pensar" disse-me que dependia do momento, que já tinha pensado em namoradas, mulheres de revistas, etc., aí perguntei-lhe em quem tinha pensado naquela manhã, voltou a corar, e disse-me que achava melhor não dizer, pois era uma pessoa que eu conhecia e poderia ficar chateada. Expliquei-lhe que achava isso normal que eu própria fazia-o as vezes, e que se confiou em mim e tinha sido sincero até ali, poderia continuar. "Em ti" respondeu, fingi-me surpresa... e deitei a mão ao peito abrindo mais um pouco a blusa, "e o que pensas?" olho para baixo e vejo um volume nos seus calções "Penso como é bonita, como tem o corpo mais bonito que vi em toda a minha vida, em como gostava lhe tocar, beijar, sentir...." Aproximei-me dele, peguei na sua mão levei-a ao meu seio por cima da blusa beijei-o e posei a minha mão sobre o alto que tinha nos calções. desci, e meti-a na boca... em pouco tempo ele veio-se na minha boca, engoli e levantei-me. Liguei o leitor de CDs e coloquei uma musica bem sensual, comecei a dançar a fazer um strip para ele deixando só os sapatos e as meias de liga, sentei-me na p... dele e começamos a cavalgar q nem uns loucos, mas ele logo se veio outra vez. Pensei que iria-mos ficar por ali, mas não deitei-me no sofá, e ele caiu logo de joelhos a lamber-me a ratinha, um bocado trapalhão, mas expliquei-lhe como teria de lamber, aprendeu rápido, já estava pronto outra vez e quis penetrar-me, disse-lhe para o fazer com calma, mas ele não aguentou e ........ outra vez, nesse dia ficamos por ali. Meu marido adorou quando lhe contei, e teve de ser ele a satisfazer-me.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:06
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Chá de Cona


Olá, a minha descrição física e interesses sexuais, sou uma mulher portuguesa, tenho 41 anos, meço 1,65 m, peso 60 kg, cabelo castanho, liso e pelo meio das costas, olhos também castanhos e dizem que fisicamente aparento muito menos idade do que a que eu tenho pois tenho umas boas mamas, tamanho 38 C, um bom rabo e um melhor par de coxas que esconde no meio delas a minha cona carnuda e bem depilada, considero que sou uma tarada devido a alguns gostos nada normais para a maioria das mulheres como é o caso de gostar de andar nua fora de casa, gosto muito de me masturbar, gosto andar com objectos metidos na cona e tudo relacionado com urina ou seja mijar fora de casa, mijar mesmo vestida, mijar nas mais variadas posições e o que mais pode chocar as pessoas é o meu gosto por beber mijo, mesmo o meu próprio mijo.
Mas vou relatar uma loucura que eu e a minha amiga Dulce fazemos varias vezes por semana já quase 2 anos com a cumplicidade da Fátima dona de um café junto a uma praia que eu costumo frequentar no verão relativamente perto de onde eu moro. Durante o verão de 2003 sempre que eu ia para a praia com a Dulce antes passávamos pelo café da Fátima para tomarmos café e durante o dia íamos lá lanchar ou beber algo quando tínhamos sede, de tantas vezes irmos ao café da Fátima ganhamos de tal maneira confiança umas com as outras que começamos a ser clientes da Fátima mesmo no Inverno e como no Inverno o café quase não tinha clientes passávamos varias horas as 3 sozinhas a falar de tudo e com a confiança as conversas foram ficando cada vez mais intimas chegando ao ponto de contarmos umas ás outras as nossas fodas, as infidelidades delas, as nossas fantasias e mesmo as nossas taras, chegando ao ponto de eu e a Dulce contarmos à Fátima o nosso gosto por beber mijo, um dia estávamos as 3 sozinhas e como estava a chover muito sabíamos que dificilmente iria aparecer alguém no café quando a Fátima disse que lhe apetecia um chá de cona da Dulce mas teria que ser feito à nossa frente, eu percebi na hora mas a Dulce ficou espantada e a perguntar o que ela queria dizer com chá de cona da Dulce, eu mesma disse que lhe explicava se ela não se ofendesse pois tinha que ver com a nossa tara por mijo, como ela disse que nada a ofenderia eu imediatamente lhe perguntei-lhe quanto nos custaria em dinheiro ela à nossa frente mijar dentro de um bule de chá e depois servir-nos para nós o bebermos ali na mesa estivesse quem estivesse no café pois ninguém imaginaria que era mijo e não chá, ela começou a rir-se e prontamente disse que para nós seria grátis e que nos satisfaria esse desejo com muito prazer mas que não o poderia fazer ali no meio do café, teria que ser por menos dentro do balcão pois estava de calças, que se estivesse de saia faria ali mesmo uma vez que estávamos sozinhas e que um dia que a víssemos de saia e estivéssemos sozinhas nos serviria ali mesmo. Ela levantou-se, foi buscar duas chávenas de chá, colocou-as na nossa mesa, mandou-nos acompanha-la, chegando a trás do balcão baixou as calças e as cuecas até aos pés, abriu as pernas o máximo que as calças permitiam, perguntou se gostávamos da maquina que ia fazer o chá o que dissemos as 2 em uníssono que era maravilhosamente lindo, ela pegou no bule, meteu-o no meio das pernas um pouco afastado da cona para que pudéssemos ver bem e começou a mijar até encher o bule, depois vestiu-se, colocou a tampa no bule e fomos para a mesa onde ela mesmo nos serviu o chá de cona de Dulce nas chávenas que bebemos com muito prazer. A partir desse dia depois de termos combinado com ela que lhe pagaríamos sempre 2 euros cada uma de nós por um chá da cona dela passou a ser a nossa bebida no café da Dulce, quando chegamos ao café se ela estiver sozinha pedimos-lhe um chá de cona ou chá de bexiga que ela já sabe o que é e já nos tem servido directamente da cona para a chávena mesmo junto à mesa, quando estão mais clientes nós pedimos um chá que ela sabe bem qual é o chá que queremos, ai ela pega no bule e vai a uma pequena cozinha que tem atrás do café, mija no bule e vem trazer-nos à mesa, já tem acontecido ela servir-nos o chá directamente da cona para a boca o que ainda torna a bebida muito mais saborosa e excitante. Como devem de compreender os nomes que aqui uso à excepção do meu são trocados pois não quero colocar as minhas amigas em risco.
Se alguém tiver experiência no tipo de maluqueiras que eu digo que gosto ou goste de falar sobre essas mesmas maluqueiras, o meu MSN é o

amelialouca@hotmail.com

Aguardo contactos principalmente de mulheres para compartilharmos ou falarmos deste tipo de coisas.
Beijinhos:

Amélia Santos
Porto
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:48
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Sábado, 3 de Maio de 2008

Primeiro Menage


A minha mulher Clara, eu e o nosso grande amigo Afonso, estávamos na cave de nossa casa rindo divertidos. Clara que quase não bebe, já tinha um pouco mais do que a sua conta e nós estávamos bem mas já com um copito a mais.
Ouvíamos musica, conversávamos e a conversa foi-se tornando cada vez mais picante, sempre longe do ordinário, mas metendo-nos uns com os outros. Então falávamos das férias e Clara levantou-se para procurar fotografias dentro de uma gaveta na secretária, voltando as costas para o Afonso, arqueando-as ligeiramente.
Reparei que ele não queria demonstrar mas interessou-se em observá-la, eu vendo-o um pouco enrascado disse-lhe em surdina, brincando, apalpa-lhe o rabo, sem sequer saber qual seria a reacção dela. Ele corou e acenou-me que não, fazendo um esgar como se não pretendesse pôr em causa a nossa amizade.
Bom, mas eu já um pouco aceso insisti, ele negou-se novamente. Clara já procurava as fotos à demasiado tempo e comecei a suspeitar que veria uma brincadeira mais picante com bons olhos.
Cheguei-me um pouco à frente e levei a mão ao seu rabo, ela nem se virou, eu e Afonso ficámos surpreendidos e mais convictos do que Clara pretendia também. Mesmo assim, foi preciso ser eu a pegar na mão dele e passá-la pela parte lateral das longas e lindas pernas que a minha mulher tem.
Clara trazia vestida uma leve saia preta um pouco acima dos joelhos, Afonso com a mão nas coxas dela olhava para mim sem saber que fazer, então eu, peguei-lhe no braço e direccionei-lhe a mão mais para o pleno do rabo, sempre por fora da saia.
Clara recuou um pouco pressionando-se contra a mão dele e então Afonso, mais seguro, entusiasmou-se um pouco mais e passou a mão para dentro da saia, Clara ondulava ao som da musica suave e calma, deliciada.
Eu observava-os atento e ligeiramente excitado quando Clara se voltou e fingiu um ar surpreendido por ser Afonso a tocá-la. Afonso retraiu-se e Clara sentou-se perto de mim. Bebemos mais um pouco, continuámos a conversa cada vez mais insinuante enquanto eu passava as mãos nas pernas de Clara, percorrendo-as repetidamente ao seu longo, subindo gradualmente e passando-as por debaixo da sua saia. Clara, entusiasmada, estava muito colaborante e particularmente desinibida. Apercebendo-me disso fui aos poucos subindo-lhe a saia até o fio dental ligeiramente transparente que usava, ficar totalmente visível, Afonso olhava-nos desabridamente entusiasmado, tentando aperceber-se que Clara estava totalmente depilada, como é seu hábito.
Aos poucos fui deixando a mão no meio das suas pernas e massajando a sua zona púbica. Clara já quase fora de si olhava para Afonso, provocando-o. Perguntou-lhe se não estaria um pouco inchado, direccionando o seu olhar para a zona do seu pénis e ele derrotado, assumiu.
Estávamos os três ao rubro, quando lhe puxei a parte frontal da sua tanga para o lado expondo-a desnudada, totalmente rapada, e tocando-lhe suavemente no clitóris. Clara então rompeu todas as suas inibições, levantou-se tirou a tanga deixando a saia a tapar-se quando se encaminhou serenamente para Afonso que, sentado e imóvel, se encontrava visivelmente perturbado.
Clara, de pé e pernas ligeiramente abertas, curvou-se aproximando os seus lábios dos de Afonso tocando-os, ao que ele respondeu beijando-a languidamente enquanto colocava a mão direita no interior da sua coxa, subindo arrojadamente até se perceber que por baixo da sua saia ele lhe afagava a vulva.
Curiosamente não senti ciúme, apenas um estranho prazer em partilhar a minha mulher e proporcionar um momento de êxtase a duas pessoas que eu muito apreciava.
Clara, completamente entregue ao seu prazer e enquanto o beijava também, perscutou o corpo de Afonso, percorrendo-lhe as pernas e apalpando os seus genitais por fora das calças, assumiu nitidamente que não pretendia deixar escapar aquele momento de volúpia.
Eu, puxei de um cigarro e calmamente observei a intensidade do momento que ambos gozavam.
Clara sem ele se aperceber olhou para mim como se me pedisse autorização para lhe abrir o fecho das calças, o que prontamente consenti com um acenar de cabeça.
Ela logo o fez, com os seus dedos correu-lhe o ziper e puxou para fora um pénis ostensivamente excitado que massajou durante tempo indeterminado. Seguidamente descolou os seus lábios dos dele e direccionou-se para o seu membro introduzindo-o na boca, sugando-o ternurentamente.
A certa altura, terá reflectido no que estava a acontecer e, sem parar, olhou para mim receosa de um olhar gravoso, e de que eu, enquanto fumava outro cigarro procurei descansá-la sorrindo com ar descontraido.
Notou logo quando acabei o cigarro e pediu-me para os acompanhar, imediatamente o fiz, retirando-lhe a saia e encostando-me a ela despindo-a totalmente.
E assim estávamos, a minha mulher completamente nua, eu e Afonso vestidos e dedicados ao seu prazer .
Clara voltou-se para mim e abriu-me as calças puxando-me para fora o pénis e sorveu-o avidamente, que aliás eu sabia já, que era acto que ela aprecia particularmente e no qual é eximia.
Afonso levantou-se e pude-me aperceber que ele com o seu membro hirto a penetrou na vagina e a bombava ritmadamente. Clara maravilhou-se com o facto de estar a ser satisfeita por dois machos poderosos e deliciados com ela.
A partir daí gozámos os três de total liberdade mas Afonso denotou alguma tensão pois afirmou tremerem-lhe as pernas, Clara sugeriu-lhe deitar-se no sofá o que ele fez prontamente.
Já deitado de barriga para cima proporcionou que a minha mulher se voltasse para ele e o chupasse novamente virando as nádegas para mim, sem hesitar penetrei-a , apalpando-lhe os grandes seios que bamboleavam ao ritmo dos meus empurrões.
Clara então deslocou-se em direcção de Afonso e cavalgou-o de frente, inclinando-se sobre ele, expondo-me o seu anus.
Sei que ela não aprecia ser penetrada analmente, mas num acesso de egoísmo decidi tentar. Assim o fiz, coloquei-me por trás e apontei o meu rígido pénis ao seu orifício anal, mas ela logo que se apercebeu desviou-se ligeiramente e sem eu dar conta comecei a penetrá-la na vagina, conjuntamente com Afonso.
Quando me apercebi, fiquei um pouco constrangido, mas ela parecia estar a adorar e continuei. Assim ficamos algum tempo, até que inesperadamente Clara com a mão me afastou de dentro dela e agarrando–me no membro o apontou deliberadamente para o seu anus. Surpreendido com tal acto, não me fiz rogado e suavemente forcei a entrada nesse almejado orifício, a cabeça fez um pouco de atrito mas ela rogou-me para não tirar e eu quase que explodia logo de prazer.
Mas o álcool que já tínhamos bebido e que nos libertara as inibições tinha-nos também proporcionado um melhor controlo da excitação e da dor, pelo que ela demonstrava estar a apreciar imenso ser duplamente penetrada e eu aguentava estoicamente sem ter o orgasmo.
Gozávamos os três, mas gozávamos tanto que era indescritível a comunhão que alcançáramos. Então Clara levantou-se e apoiando-se nas costas do sofá, abriu as pernas e deixou-se ficar, eu compreendendo penetrei-a novamente no anus enquanto Afonso se levantava acendendo um cigarro, admirando-nos. Eu penetrava-a compassadamente , ela gemia e ondulava o corpo de puro gozo, até Afonso acabar o cigarro e pedir-me ao ouvido para a penetrar também, imediatamente acedi, saindo de dentro do seu rabo dando-lhe a ele o meu lugar.
Afonso boquiaberto, agarrou no seu pénis com a mão apontou-o ao anus da minha mulher e enterrou-lho todo de uma só vez, soltando ela um intenso gemido de prazer.
Ele assim ficou um pouco, até começarmos a brincar e a penetra-la aleatoriamente, ela gozava, só gozava: A dado momento perguntei-lhe se sabia quem a estava a penetrar e ela negou saber, então perguntei-lhe se sabia aonde estava a ser penetrada e negou saber também. Tivemos a certeza então que o êxtase era total.
Afonso, disse-nos que estaria quase a explodir e Clara voltou-se suavemente e pondo-se de joelhos sorveu-o novamente até ele se vir na sua boca, que aconteceu quase de imediato.
Olhou para mim com a boca cheia de sémen, e apontou-me novamente o rabo, percebi naquele instante e fiquei-lhe grato. Entrei-lhe no anus pela última vez e bombando-o ininterruptamente logo me vim dentro dela.
Clara calmamente se deslocou, permitindo-me sair, tapou o anus com uma mão levantou-se e parou a olhar para nós, completamente derreados.
Veio-me à mente naquele momento a situação em que estávamos, o meu amigo sentado todo nu após ter comido a minha mulher, eu completamente esgotado racionalizando uma estranha sensação. A minha mulher com a boca cheia de sémen de um homem, o rabo cheio de sémen do seu marido e com a mão a tapar para não escorrer. Estávamos os três ridículos.
Clara dirigiu-se à casa de banho para se lavar, com um andar desconcertado pela estranha posição a que o braço a obrigava.
Ambos olhámos para ela a afastar-se, olhámos um para o outro e rimo-nos a bandeiras despregadas. Sentimos naquele momento que o que se tinha passado iria ficar nas nossas memórias como algo fantasticamente bom, para sempre.
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Fim de Tarde na Praia


Com o calor destes ultimos dias nem apetece fazer nada mas no fim de semana passado Lili (minha mulher) pegou em mim e la me levou ate a praia que ja nos e habitual pois pratica-se o nudismo e ela agora nao dispensa. Já era fim da tarde para nao apanharmos muito calor.Chegados a praia deitamo-nos nas dunas reparando que a praia estava bem composta quer por casais quer por pessoas sozinhas, e como eu tinha dormido pouco por afazeres profissionais durante toda a semana enquanto fiquei deitado nas toalhas Lili como normalmente foi logo para a agua.Fiquei a ve-la com aquele cuzinho cheinho a dar para um lado e para o outro e quando vai no meio da praia com todos os homens e algumas mulheres a mirarem-na olha para tras e diz-me adeus com a mao enquanto ri com um avontade tremendo.Reparo que logo dois homens se levantam e vao tambem ao mar mas notou-se que foram mas e atras dela.Lili ao passar junto a um guarda-vento para e fica a conversar muito sorridente com alguem que eu nao consigo ver de cima. Os outros dois homens acabam por lhe passar a frente e Lili olha para eles e acena-lhes com a mao sorrindo.Lili contou-me depois que era um casal que estava no guarda vento e que estavam na marmelada de lado um para o outro e quando ia a passar viu o pistolao do moço e lhes disse:- A praia e um espectaculo para criar tesao nao é? Os dois pararam e nem falaram mas Lili continuou:- Se tens vergonha de chupar aqui essa pila tesa vai la para cima para as dunas e fodei e mandai foder os mirones, deixai-os ver se quiserem, mas tirai proveito um do outro.A menina respondeu:- Não nos aqui estamos bem.Lili deixou-os atirando-lhes um beijo e dirigiu-se para o mar. Ao chegar la ja la estavam os tais dois homens na beira do mar e estavam bastantes pessoas na agua. Vejo Lili a ir mesmo no sentido deles e eles olham para tras e pergumta-lhe um deles (contou-me isto tudo depois a Lili):- Ja nos conhecemos?Lili - Eu sou a Lili e voces?Ao dizer isto mete uma mao em cada braço deles e vejo que lhes da um beijo nos labios. Um deles (João nome ficticio), mete-lhe a mao na cintura dixando-a descair para o seu rabo e faz aquilo vezes sem conta enquanto tem Lili bem encostada a ele com as suas boas mamas a tocar-lhe o peito. O outro homem (Tiago) da-lhe uma palmada no cu e vai para a agua.Ficaram a olhar o mar enquanto trocavam algumas caricias. Joao encosta-se ao cu de Lili ficando nas suas costas e abraça-a. Resolvo ir ate ao mar porque nao entendi tamanho a vontade de Lili.Quando chego junto a ela chega tambem Tiago todo molhado e Lili ao ver-me diz-me:- Amor estes sao o João e o Tiago, sao amigos e sao recepcionistas num hotel de Aveiro e este e o meu maridao.Ao ouvir isto João largou logo Lili e mostrou uma pixota ja meia tesa e Lili ri-se e diz-lhes:- Calma gente eu nao sou maluca nem o meu marido lhes vai fazer mal pois ele viu que fui eu que me meti com voces.E ao dizer isto agarra-se ao Tiago encostando-lhe aquele par de mamas ao seu braço direito e ele retorqui:- Agora digo eu calma. Cuidado que estou a espera da minha mulher.Rimo-nos e Lili estende-se para ele e da-lhe um beijo ao que ele nao conseguiu fugir e notamos Lili a meter-lhe a lingua na sua boca.Molhamo-nos todos com Joao sempre por perto de Lili e ela da-lhe um abraço envolvendo as suas pernas na sua cintura e trocaram beijos de lingua. Notava-se que outras pessoas que estavam na agua faziam cara de admiração mas Lili nao se importou e tambem nao largava Joao.Tanto Joao como Tiago deviam praticar culturismo pois tinham um corpo muito bem trabalhado e muito cuidado com dentes muito certinhos e brancos e diga-se eram lindos.Fomos para cima e eles acompanharam-nos para as dunas.Tiago olhava para tras a ver se via a namorada e como nao a via e estavamos sentados em roda com eles um de cada lado da Lili a conversar Tiago tambem lhe metia a mao por todo o lado.Passa um mirone por nos, um miudo novinho, todo vestido e muito devagarinho e Lili atira-lhe um beijo. O moço apressou logo o passo.Por fim Tiago levanta-se e chama pela rosinha, sua namorada e ficamos a saber irma de João.João veste os calçoes. Rosinha quando chega a nossa beira reparamos numa miuda morena, linda, linda, linda, olhos verdes e o cabelo negro comprido até meio das costas, uns seios medio/grandes e um resto de corpo de tarar.Foi-nos apresentada e Lili com o seu descaramento ao dar-lhe os dois beijos pos-lhe uma mao em cada face e prega-lhe um beijo nos labios. Aquilo que tambem me deu vontade mas como rosinha ao receber os beijos de Lili disse:- Então que e isto?O irmão diz-lhe logo para a descontrair:- Esta e a Lili, uma amiga minha.Mas Lili completa:- Eu sou amiga e namorada do teu irmão e este é o meu marido.Rosinha: O quê? Lili: É isso e estava a ver se tu deixavas o Tiago tambem me namorar a mim.Rosinha: Não isso não. O Tiago é só para mim.Lili - Então Rosinha tao linda que tu és tão ciumenta. Olha eu com o meu marido aqui e conheci agora o João e o Tiago e olha so para isto.Ao acabar de dizer isto salta para cima do João e prega-lhe um beijo que parecia nao ter fim enquanto lhe viamos a mao a esfregar a piçalhona do moço por cima dos calções. Quando acabaram sentaram-se outra vez com Lili no meio das pernas do João e diz:- Então Rosinha olha para o meu marido. O que ele quer tambem e que eu goze a vida assim como ele.Rosinha faz ouvidos de mercador e diz:- Tiago que estas a fazer todo nu? Nunca te puseste assim na praia.Foi a minha vez com a Rosinha sentada entre mim e o Tiago:- Calma Rosinha, estamos numa praia que pudemos fazer nudismo e o sol faz muito bem em todo o corpo.E ao dizer isto chego-me a ela num apice e como ela tinha um bikini que era todo de laços desaperto-lhe logo o soutien e um dos lados da cueca.Rosinha - Então que é isso?Mas ao tentar segurar os laços da cueca deixa cair o soutien e deixa ao leu um par de mamas espectacular. Ao ver isto abraço-a e beijo-lhe o pescoço molhando-a com a lingua. Ela tenta fugir mas com pouca convicção e Tiago nem sabe o que diz:- Oh, mas, mas isso não. Parem. Parem.Ao dizer isto poe-se de joelhos, talvez nos fosse tentar separar mas os meus beijos já estavam na sua cara quase junto aos labios e Lili deu-me um preciosa ajuda pois puxou Tiago que sem contar caiu para tras e Lili abocanhou-lhe logo a pixota. Já eu controlava Rosinha pois beijava-a de lingua e tinha-lhe pegado na sua mao que ja me masturbava. Quando lhe desaperto o resto da cueca Rosinha empurra-me e ficando tambem sem cueca tenta-se tapar e diz:- Pare, pensa que eu sou o quê?Ao dizer isto ve Tiago de pau feito a ser mamado pela Lili e Ve o seu irmão tambem de pau feito e que grande pau, a meter os dedos na conita de Lili, e fica parada.Eu aproveito este seu momento e torno-a a beijar (que beijos tao bons) e meto-lhe os dedos na sua rata divinal (que linda). Quando ficamos sem folego paramos e Rosinha da um salto sentada e tapa com as maos o que pode do seu corpo e diz:- O meu irmão, oh meu Deus, devo estar louca.Olha para Tiago e vemos Tiago a vir-se todo na boca de Lili e para cima da sua propria barriga.Deito-a e faço-lhe um minete que mal lhe toco ela veio-se toda mas nao paro. Tiago levanta-se e vai afugentar dois mirones. Lili aproxima-se da cara de Rosinha e começa-a a beijar chamando João para junto dela para o poder mamar e Lili alterna entre o beijo de lingua em Rosinha e o broche a João. Tiago vola e começa a lamber o cu a Lili mas eu nao paro de lamber aquela cona. Veio-se outra vez, descontrolando Rosinha e Lili, quem poderia deixar de ser numa de mestre, aproveita a excitação de João e o descontrolo da sua irmã, e como estava muito perto vira a cara de Rosinha para o lado e mete-lhe a piça do irmão na boca. Acho que nem um nem outro se aperceberam pois Lili continuou ali muito proxima quer da boca de Rosinha quer da pixota do João (que tamanho!). Tiago ja mais calmo estava de joelhos e enquanto enrabava Lili mirava se alguem andava por perto. João nao aguenta e enche a boca da irma de semen. Esta arregala os olhos mas não consegue dizer nada pois tem a boca cheia. Lili espeta-lhe um beijo obrigando-a a engolir o leite do seu proprio irmao. Ja eu fodia aquela cona apertadissima de Rosinha.Afinal Tiago nao tomou conta de nada e passa mesmo junto a nos um casal que estavam mais envergonhados do que nos.Lili tinha deixado ja a Rosinha mas continuava a levar no cu do Tiago. Que cena aquele outro casal presenciou e Lili ate lhes atirou um beijo. Venho-me todo naquela roseira. Lili sem tirar a pixota do Tiago do cu consegue arrasta-lo ficando ela em cima de Rosinha ora beijando-a na boca ora beijando-lhe as mamas. Tiago vem-se no cu de Lili e quem ocupa o seu lugar e Joao. Mas Lili consegue tirar de si e poe agora os dois irmaos a comerem-se um ao outro. Lili sai de cima de Rosinha mas os dois manos continuam num ritmo espectacular. Vejo os dois mirones a serem chamados por Lili. Eram dois moçitos novos. Lili diz-lhes:- Aqui voces veem melhor. Tirai a piça para fora e tocai uma punheta.Assim fizeram mas de uma forma muito desajeitada.João manda virar a irma e esta ja nem reclama e faz tudo. Rosinha fica de gatas e João manda-lhe para a peida. Ela ainda geme mas mete uma mao para tras a puxar o irmao contra si.Vejo Tiago a lamber o cu a Lili mas esta nao esta bem e tira do saco dois preservativos e manda os dois miudos coloca-los. Quando estes colocam ja Tiago come alternadamente. ora o cu da Lili ora a sua cona. Lili manda parar Joao e pede a Tiago para se deitar no chao assim como a um dos miudos e Lili deita-se em cima de Tiago metendo a sua pixota na pitinha e pede a Joao para lhe dar aquele grande mangalho pelo cua acima e ordena aos miudos para foderem assim Rosinha que ja me tinha sentado na cara dela e ora me chupava a piça, ora me chupava os colhoes ora tambem me passava a lingua no cu. Os miudos estavam numa acrobacia enorme para comerem os dois buracos de Rosinha mas nao aguentaram muito e pediram ao ver Lili a levar com a langonha em simultaneo de Joao e Tiago pela boca abaixo, cara e mamas, para que Lili os chupasse mas Lili negou mas no entanto tirou-lhes os preservativos e começou-lhes a tocar uma punheta. Eu acabo por encher a boca de Rosinha e tapar a sua cara e as suas mamas com o meu esperma mas ela quer mais e levanta-se para junto dos miudos e faz-lhes um broche tao sblime que eles pouco aguentaram mas quando se iam a vir Lili tirou-lhes a pixota da boca de Rosinha e fe-los virem-se masturbando-os para a areia. Mal se vieram Lili mandou-os embora ao que eles nem disseram uma palavra e Lili foi para junto de Rosinha lavando-se uma a outro com as suas linguas tirando o esperma espalhado pelos seus corpos. Olhei para tras de nos e vejo um casal sentado pero de nos a masturbarem-se um ao outro e estavam ja nao sei a quanto tempo ali a mirar-nos. Lili começou a incentiva-los:- Força, vamos, deita esse leite ca para fora.Mas a senhora estava descontrolada e salta em cima do homem e so vemos a pixotinha (era pequenina) a desaparecer naquela cona cheia de pelos (que exagero). Mas la se vieram e ainda por cima vieram ao banho connosco. Quando regressamos as toalhas ja eram quase 9 horas mas o dialogo continuava:Lili: Entao Rosinhatas a ver que se fodesses so com o Tiago nao tinhas tanto prazer como tiveste:Rosinha: Mas, porra, eu ja tinha esse sonho mas com o meu irmao e que não. Que vergonha.João abraça a irmã e estende os labios e da-lhe um beijo na cara daqueles repipiqueiros e com todos nos a rir vai-lhe dar o segundo ao mesmo tempo que Rosinha lhe ia dar um tambem e acabam por se beijar na boca. Ficam atrapalhados e Tiago diz-lhes:- Agora sou eu que quero ver um beijo de lingua dos dois manos.Rosinha nao deu tempo a Joao para pensar e cravou-lhe logo a lingua. Acho que foi o beijo mais longo que eu vi ate hoje.Ao acabar Rosinha surpreende-nos a todos:- Tiago disseste-me que nao has-de morrer sem estares com um homem não foi. E tu João ja te vi a masturbares o primo Quim por isso agora seremos os tres na cama. Quero um beijo na boca dos dois ao mesmo tempo.E os dois la trocaram linguas com Rosinha, sendo esta a primeira a abandonar e ficarem os dois cunhados num beijo desajeitado mas sofrego.Despedimo-nos mas Lili nao quis trocar contactos pois disse-lhes que os tres junto ja seria muito bom.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:37
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Jovem universitaria


Olá meninos, eu sou uma estudante jovem, do porto, 24 aninhos, bonito e arrebitado trazeiro, bonitas maminhas e bem grandinhas e o que vou vos contar aconteceu mesmo de verdade e que me soube muito bem..Assim, saí eu da universidade a caminho de minha casa para tomar meu duche e jantar..logo que entro em casa, entro no meu quarto, tiro meus sapatos, minhas calcinhas e nisto reparo que tá um vizinho meu me observando pela janela da casa em frente..mas quando eu reparei nel, ele deu o fora e se escondeu..fiquei excitada com a ideia d ele me tar observando e assim, continuei tirando o meu top e fiquei só de soutien e calcinha de fio dental pretinha..fui buscar minha toalha, meu gel d banho e fui ao duche.Quando voltei do banho, envolta na minha toalha pelo meu corpo molhado, reparei que na outra janela ja nao tava um, mas sim dois rapazes(deve ter chamado o amigo)..quando repararam em mim, foram para dentro e ficaram me observando por entre os cortinados..eu fiquei muito molhada c a ideia d me vestir e eles vendo..no entanto, outra coisa me ocorreu, porque eu estava toda húmida, então, puxei cortina do meu quarto para tras, e me deitei na cama e vi que eles perceberam o que eu ia fazer..me deitei na cama, desapertei minha toalha, e tava eu alki nua, deitada na toalha, vendo eles me observando..peguei em meu vibrador e virei para eles dizendo o que queria que eles fizessem, lambi o vibra todinho e comecei a esfregá-lo com a mão e disse para eles fazerem isso..assim, eles começaram a tirar suas calças, e mostraram os seus mastros que eram pequeninos, mas logo tratei do assunto..comecei a me apalpar todinha e a penetrar me com o vibra na minha rata toda molhada, aí verifiquei q eles ja tavam todos tesos ese estavam a masturbar...eu me abria todinha e tava toda excitada vendo eles se masturbando tambem..meu deus, tava sendo delirante..aí..eu tava qs me vindo, qd me ocorreu outra coisa pela cabeça...me levantei e escrevi meu numero d tlm numa folha bem grande..eles apontaram e me ligaram..aí foi tudo melhor..nós tavamos os 3 a excitarmos, a ouvir as nossas vozes e por fim nos viemos todos..todinhos...no fim, eles me deram seus numeros de tlm e hoje, por vezes nos encontramos para nos divertirmos os 3..Isto foi verdade meus amores, dedico isto a eles, e a todos vcs, meus malukos k adoram sexo..experimentem algo parecido, é excelente..adorava que me mandassem fotos de vcs e tb de vossas namoradas e quem sabe nos encontramos todos para umas festinhas..nota::se mandar de vcs namoradas ou amigas, eu mando minhas tb..tenho montes...jinhos, aqui fica meu mail..

onlysex@mail.pt


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:29
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