Quarta-feira, 14 de Maio de 2008

Numa noite de Natal


Passou-se numa noite de Natal muito especial...
Depois do jantar em familia já tinha combinado encontrar-me com um casal de amigos. Fui ter ao apartamento deles e lá estavam os dois de pijama, o Pedro e a Ana (nomes ficticios). Ela vestida com umas calças muito justas, sem cuecas, com o papinho bem realçado. Em cima com uma camisola curta, sem soutein, donde despontavam umas mamas firmes. O meu espanto era tal que quase fiquei sem palavras. Depois de alguma conversa de circunstancia o Pedro mete a mao por dentro das calças da Ana e apalpa-lhe a ratinha enquanto continuavamos a conversar. Perguntei se queriam que fosse embora. Disseram que não. "Precisamos da tua ajuda". Ela levanta a camisola e pede ao Pedro para chupar uma das mamas e acena com o dedo chamando-me: "tens a outra à tua espera". Fiquei sem saber o que fazer. Mas o Pedro disse que para fazer o que ela mandava. E lá estavamos os dois a chupar, a lamber e a apalpar aquelas mamas maravilhosas. Passado um bocado, a Ana diz:" agora é a minha vez". Mandou-nos sentar e despiu-nos. Começou a chupar os nossos pénis com uma vontade, a enterra-los na boca, a lambe-los... Deu-me a entender que estava tudo planeado ao pormenor. Depois deitou-se no sofá e pediu ao Pedro para lhe lamber a ratinha e a mim as mamas. Gemia, pedia mais, "quero mais, chupa-me a cona toda, e tu chupa-me as tetas, aperta-as", até que me chamou e disse-me ao ouvido:"vai-me lamber o meu cuzinho" e chamou o Pedro para lhe lamber as mamas. Assim fiz, lambi-o, inseri a lingua um pouco dentro, e ao fim de algum tempo pediu:" mete-me um dedo dentro", "mais", "todo". Nem podia imaginar o que se seguiria... Mas isso fica para a continuação. A todas as mulheres e casais deixo o meu mail, se quiserem falar comigo insiram-no no msn:

ice.maverick@sapo.pt

Até à próxima
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:02
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Descoberta do Ménage


Descoberta do Ménage

Uma vez, Ana falou-me que uma de suas fantasias era participar de um Menage, porém ela foi bem clara: com dois homens amigos. Então, comecei a procurar dentre meus amigos aquele que fosse mais liberal e ao mesmo tempo pudesse lhe agradar. Finalmente encontrei. Marcamos para sair e apesar da tensão inicial dos três, estávamos bem sintonizados, sabendo o que queríamos. Quando decidimos ir para um lugar mais calmo, minhas pernas tremiam, pois o nervosismo da primeira vez é sempre eminente.
Relaxei um pouco quando Ana começou a beijar-me ternamente, ao mesmo tempo em que abria meu zíper, expondo meu membro por completo. Aquilo me excitou demais, porém, o mais instigante foi perceber que ela também ficara excitadíssima, observando e apalpando meu pênis como se fosse seu brinquedinho de estimação.
Estávamos tão envolvidos um com o outro, estava tudo tão quente e delicioso, que quase esquecemos do nosso amigo na mala do carro. Coisas que fazemos para realizar a fantasia das nossas amigas. Mas vale a pena!
Ao entramos no quarto percebi um clima tenso. Pairava no ar a pergunta: o que fazer agora que finalmente estamos os três aqui? Para quebrar um pouco o clima, eu como bom anfitrião, ofereci uma cerveja e retirei-me. Preparei a hidromassagem, momentos depois retornei e deparei-me com Aninha sentada de frente, no colo do meu amigo, trocando beijos ardentes enquanto ele retirava sua blusa. Neste momento eu fiquei parado apenas observando os dois e me excitando com aquela cena maravilhosa. Segurava o copo de cerveja com a mão esquerda enquanto discretamente masturbava-me com a direita. Quando Paulo levantou-se com Ana no colo, voltei à banheira para não quebrar aquele clima envolvente entre eles. Quando retornei mais uma vez, Ana estava de quatro, só de cuecas dando prazer ao meu amigo, não resisti e fui ao seu encontro, retirando a última peça. Deliciei-me com seu doce néctar.
Durante todo o tempo, Ana foi de uma habilidade ímpar, dando-nos prazer, deixando-nos completamente loucos. Percebia-se o prazer que sentia em nos dar prazer. Revezava-se em atenções e posições com extrema naturalidade e habilidade. Realmente estávamos totalmente sintonizados naquela relação a três. Não tenho palavras para descrever a sensação que tomou conta de nós, tanto que em pouco tempo explodimos num orgasmo luxuriante e fantástico, o primeiro de muitos naquela noite, sendo a dupla penetração foi o ápice da nossa aventura.
Inexplicável o que senti naquela noite... Adoro relembrar as nossas loucuras. Quando quiser repetir a dose, não é preciso pedir duas vezes!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:00
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Os engates da minha Mulher


Há muito tempo que tinhamos já falado em sexo a 3.
A ideia de fazer sexo com outro homem, pareceu interessar a minha mulher, ela que adora sexo.
E um dia aconteceu. Iamos a caminho de Sevilha, passar uns dias de férias que ambos tinhamos ainda para gozar. Estavamos em Abril, e o tempo estava optimo, sem fazer muito calor.
Tinhamos dormido num hotel, logo a seguir a fronteira, e quando nos levantamos disse a minha mulher para se vestir de uma maneira muito sexy.
Ela que tem um corpo excelente, quando se veste assim, fica mais do que apetecível.
E ela fez-me a vontade...quando a vi pronta, tinha vestida uma saia de cabedal bem mini, uma meias de ligas pretas e um fio dental bem reduzido. Uma camisola de lã com um decote que só lhe escondia os bicos dos peitos. E se ela tem umas boas maminhas...
Para colmatar, umas chinelas de saltos finos e altos que ela usa muitas vezes na cama.
Quando fomos tomar o pequeno almoço, a sala tinha alguns homens que deviam ser vendedores ou de negócios. Quando ela entro na sala, reparei em alguns olhares bem gulosos, que lhe comiam o corpo todo.
Mas acabamos por nos meter no carro e seguir caminho. A meio da manha, decidimos parar numa estaçao de serviço a beira da estrada. Nem sei se por acaso, parei numa zona mais afastada do parque de estacionamento, destinada mais a camiões.
Durante o trajecto, tinha-lhe falado novamente em fazermos sexo a 3, e disse-lhe na brincadeira para ela engatar um espanhol giro.
Iamos nós a sair do carro, eis que estaciona ao nosso lado um camião Tir. Ela olhou para o motorista e pisco-me o olho...
- que moço mais giro, atirou ela.
- porque não tentas? perguntei eu. E sentei-me novamente no carro. Ela abriu a porta do lado dela, e deixou ver como estava vestida. A saia estava toda puxada para cima, e viam-se bem as pernas todas e as meias de ligas, e deslizou uma perna para fora do carro, mantendo a esquerda lá dentro. Resultado, a vista devia ser fabulosa, vendo-se tudo até ao fio dental. Entretanto o motorista estava a sair do camião e logo olhou para o espectáculo. Delicadamente deu os bons dias, mas manteve o olhar bem atento no corpo dela, quer nas pernas quer nas mamas.
- Olha-lhe fixamente para o pau, atirei eu.
Ela fez-me a vontade, porque o motorista, um louro que devia ter uns 30 anos e um muito corpo atlético, se encostou a porta do carro.
A minha mulher entretanto meteu a perna para dentro e fechou a porta do carro, e abriu o vidro todo. Ele começou a meter conversa e nós lá fomos respondendo no nosso fraco espanhol. Mas ele não tirava os olhos das mamas e das pernas da minha mulher...e a dada altura fez um comentário relativamente ao que via. Ela piscou-lhe o olho e não faltou muito tempo para as maõs dele estivessem dentro do carro e metidas no decote dela, baixando-o e deixando as mamas todas ao leu, enquanto lhe apalpava as mamas com uma e as pernas com a outra. E não tardou estava a esfregar-lhe o clitoris, afastando o fio dental.
A minha mulher gemia de gozo...eu olhei em volta e não vi vivalma. Também estavamos num local mais abrigado do parque.
O espanhol tinha já aberto a porta do carro, e ela mexia-lhe no pau enquanto ele a apalpava toda. O que ela fez a seguir, deixou-me de boca aberta. Abriu-lhe o fecho dos jeens, e tirou o pau dele para fora, uma bizarma que me deixou de boca aberta. Um pau direitinho e com alguns 22 cms. Ela não foi de modas e meteu-o na boca. A mamada que lhe fez, não sei se alguma vez me tinha feito a mim...
Mas que tinha o pau dele todo enfiado na boca dela, lá isso estava, enquanto o lambia todo de cima para baixo até as bolinhas. Começou entretanto um vai vem louco, a gemer que nem uma cadela, enquanto o pau dele lhe desaperecia todo dentro da boca dela. Só ouvi um gemido rouco e forte dele, quando se estava a vir na boca dela.
Mas ela não parou e manteve-se a mamar o pau dele ainda durante bastante tempo. Quando tirou finalmente o pau dele da boca, olhou para mim a lambeu-se toda. A sacaninha tinha engolido a esporra toda dele...
Mas a cena não acabou ali, pq entretanto fomos tomar os 3 um café e umas águas e à volta ele convidou-nos a entrar no camião.
Ai é que ela gemeu e berrou até requer, porque ele foi-lhe a todos os buraquinhos, enquanto eu batia uma punheta bem batida.
Acabou a beber novamente o leite todo dele e de seguida o meu, que me estava a vir também...
O espanhol veio depois várias vezes a nossa casa, o que a deixava perdida sempre que o via entrar pela porta. Sem dúvida que a partir dali, o nosso sexo melhorou e de que maneira e entretanto já tivemos outras experiencias com portugueses.
Só quer é um pau bem aviado...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:57
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Eu + Ela + Amigo


Esta história passou-se a semana passada e é verdadeira.
Tenho 34 anos e a minha mulher (Susana) 29 somos casados à 7 anos e temos uma vida sexual satisfatória, no entanto temos muitas fantasias que partilhamos mas nunca realizamos.
Entre essas fantasias estava a de estarmos com um outro homem, mas não um desconhecido, ela tinha a fantasia de estar com um amigo de infância que quase tinha sido seu namorado (Zé).
Ora o Zé era um rapaz da sua idade e que era farmacêutico na farmácia onde costumamos ir, certo dia ao final da tarde fomos à farmácia que estava quase a fechar e convidamo-lo para jantar num restaurante que havia mesmo em frente, o que ele de pronto aceitou.
A Susana parecia um pouco assustada pois apesar de termos falado no assunto, nunca o fizemos de forma séria apenas o fazíamos nas horas de maior excitação. O jantar correu de forma cordial e não falamos nunca deste tema, no entanto eu podia ver na cara de ambos o desejo que sentiam, terminamos e fomos até nossa casa tomar mais um café.
Quando chegamos a Susana foi se por mais à vontade e para meu espanto vestiu um pijama de cetim branco transparente e sem mais nada por baixo, o meu pau estava já aos saltos assim como o do seu amigo a julgar pelo volume das suas calças.
Para que as coisas ficassem mais claras para todos sugeri vermos um filme do sexyhot o que ambos aceitaram de imediato, assim a Susana sentou-se no sofá no nosso meio e lá começamos a ver o filme.
Descaradamente a minha mulher passava a mão no meu pau por cima das minhas calças e olhava para mim à espera da minha aprovação para fazer o mesmo ao seu amigo, que quase nem respirava tal era a sua timidez.
Depois de perceber que eu concordava ela começou com a outra mão a massajar o pau duro do Zé que estremecia, eu para aliviar um pouco a dor que me provocava as calças sobre o meu pau duro desaperto as calças e saco-o para fora, a Susana faz o mesmo com o pau do Zé e ali está ela como nos seus melhores sonhos com dois paus nas mãos.
A esta altura o calor dos nossos corpos já estava no máximo e a Susana inclinando-se um pouco sobre o Zé mete todo o seu pau na boca fazendo-lhe um broche que quase o arruma, eu vou-me despindo e assistindo deliciado à mamada que a minha mulher faz a outro, o Zé vai-se desinibindo e já tem dois dedos enfiados na cona da minha mulher, é agora a minha vez de ser mamado o que a minha mulher faz com mestria enquanto o Zé lhe lambe a cona e o cuzinho deliciado.
Estamos assim por algum tempo até que ela resolve que quer o caralho do Zé na sua cona, este não se faz rogado e num ápice voa para cima dela fodendo-a desalmadamente, ela grita sempre por mais e para meu espanto enquanto passa para cima dele pede que eu lhe enfie também na coninha, só pode estar louca penso eu quer dois paus enfiados na cona, mas lá vou eu e ao contrário do que eu esperava eles entram facilmente tal é a excitação que ela sente.
Era uma foda divinal sentir outro caralho colado ao meu a comer a cona da minha mulher, até que já sentindo que eu não aguentaria muito mais naquela posição ela pede que eu fique por baixo fodendo-a na cona enquanto o Zé lhe come o cuzinho.
Era de mais, menos para ela que queria muito mais, enquanto me beijava a orelha ela segredou-me que me queria ver mar o amigo, a excitação era de tal ordem que não resisti e mal saímos de dentro dela agarro no seu pau duro e depois de lhe retirar o preservativo engoli-o de uma só vez perante o ar de espanto do Zé que depressa se habituou à ideia e já gostava, mais gostou ainda quando a Susana se juntou a mim e lhe fizemos o maior broche da sua vida, enquanto ela lhe lambia também o cu como que preparando-o para a surpresa que ai vinha.
Ele a principio recusou mas perante a insistência da língua da Susana no seu cu e pau depressa cedeu e que foda deliciosa eu dei naquele cu enquanto a Susana avidamente lhe sugava o pau, tirei para fora e pedi a ambos para me chuparem até eu me vir na cara deles, o que fiz com abundância para seu consolo.
Faltava agora o nosso amigo vir-se e decidi retribuir-lhe oferecendo-lhe a minha boca e da minha mulher para que se viesse nas nossa bocas o que ele fez como um animal tal a quantidade de leite com que nos brindou que eu e a minha mulher aproveita-mos enquanto nos beijávamos, pois ao contrario do que eu esperava tinha um sabor agradável.
Agora estamos à espera que ele convença a namorada (um avião de se lhe tirar o chapéu) a participar numa farra destas, o que segundo ele não deve ser difícil esta já lhe havia confessado a fantasia de estar com um casal, se tal acontecer pode ser que um dia destes eu vos conte.
Fiquem bem.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:53
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Terça-feira, 13 de Maio de 2008

Explicaçao a 3


Vou contar-vos a melhor situação que já se passu comigo. Sou casado há cerca de 10 anos. Catarina é o nome da minha mulher. É professora e para ganhar mais alguns trocados dá explicações de filosofia em nossa casa, ao fim-de-semana.
Sempre tivemos uma relação muito boa e trocámos as nossas fantasias, algumas incluindo sexo com outras pessoas, mas nunca tinhamos experimentado, até porque nos satisfaziamos mutuamente. O ano passado apareceu um jovem com 17 anos a quem ela dava explicações e para quem ela começou a olhar de maneira diferente.
Um dia, no final da aula, reparei que ela lambeu os lábios ao despedir-se do Rafael, como a dizer, comia-te todo. Ele não viu porque já tinha virado as costas.
Foi então que lhe disse: - Interessante esse teu aluno…
Ao que ela respondeu: -Pois, não é nada mau.
Nesse mesmo dia à noite enquanto nos acariciávamos e nos preparávamos para uma noite de sexo em grande perguntei-lhe se gostava de fazer sexo comigo a pensar no Rafael. Ela respondeu que gostava mesmo era de ter ali o Rafael.
Fui buscar um dos vibradores que lhe tinha oferecido e enquanto ela me lambia e chupava o caralho comecei a meter-lho na coninha, já bem lubrificada pelas caricias que tinhamos trocado. Depois de uma noite de sexo bem quente,com várias quecas, em várias posições adormecemos. No dia seguinte de manhã, disse-lhe que podia convidar o Rafael a juntar-se a nós quando quisesse.
Passado algum tempo, num sábado de manhã pediu-me para não sair – porque normalmente vou dar uma volta de bicicleta - e ficar no quarto ao lado da sala onde dá explicações. Acedi e lá fiquei às escuras. Pouco depois chegou o Rafael para mais uma aula. Aí, já desconfiado aproximei-me da janela e fiquei à espreita, sem que o Rafael soubesse que eu lá estava. Quando ele se sentou e abriu os cadernos para mais uma aula de filosofia, a Catarina perguntou-lhe se ele estava disposto a ter uma aula sobre outro assunto. Ele ficou calado, sem saber o que se passava e ela perguntou-lhe se já havia aulas de educação sexual na escola onde ele andava. Ele repondeu que não, e que até tinha andado em manifestações porque achava que eram importantes e começou a falar em sida, doenças e por aí fora.
É aí que a Catarina abre a blusa que tinha vestida, põe os seus lindos seios à mostra e lhe diz para se preparar para uma aula de educação sexual….. prática. O Rafael corou, baixou os olhos e virou as costas como quem não sabe o que fazer. Ela começou a massajar-lhe as costas, o pescoço e as orelhas e foi aí que ele começou a reagir. Virou-se e começou a beijar-lhe as mamas enquanto com as mãos lha apalpava o traseiro. Eu estava todo excitado com a situação e nem sei como consegui ficar ali quieto.
Foi um instante enquanto se despiram, e ela desceu lambendo a barriga e depressa chegou ao caralho dele, que começou a chupar como só ela sabe.
Ele gemia e tentava apalpá-la até ao momento em que ela o mandou fazer-lhe um minete. É que ela não sabia o que era. Ela lá lhe explicou, sentou-se toda aberta num sofá,agarrou na cabeça dele e enquanto ele lhe lambia a cona ela gemia a fazia-me caretas, pois estava de frente para mim. Foi então que se colocou de costas para ele, em pé e dobrada sobre o sofá e lhe disse para a foder. O inexperiente rapaz não conseguia enfiar-lhe o caralho na cona e ela teve mesmo que agarrar com a mão dela e enfiá-lo. Começou então o vai-vem, com ela a gemer, dizer: - isso, enfia-mo todo, vem, mais, mais, mais….hummm é bommmm… Ele no inicio esforçava-se para não fazer barulho mas depois começou a gemar alto e bom som: é bommm, aiiiii, professora…..
Reparei que estavam a vir-se e assim que vi que tinha gozado decidi aparecer na sala.
- Então que é isto? A comer a minha mulher?
- O Rafael não sabia onde havia de se enfiar, tentou vestir-se, mas a Catarina não deixou. Eu aproximei-me dela, tirei o meu caralho duro de dentro das calças e enfiei-lho de uma só vez, comecei a fodê-la com tanta força que me vim em pouco tempo. Já mais calmo, fiz sinal ao Rafael para se aproximar e começá-mos os dois, um de cada lado da Catarina, a lamber-lhe as mamas, enquanto lhe enfiávamos uns dedinhos na cona toda encharcada e cheia dos nossos leites. Ela começou a gemer, gemer, gemer e veio-se mesmo assim, no meio de nós os dois. Como já não se segurava em pé, colocámo-la de gatas e disse ao Rafael para lhe enfiar o pau na boca enquanto eu a fodia. Nunca tinha estado tão excitado, foder a minha mulher e vê-la a chupar o caralho de outro homem fazia com que o meu pau estivesse tão duro que até doia. Ela atingiu mais uma vez o orgasmo, mas eu ainda aguentava mais algum tempo e como o Rafael estava com cara de quem se estava a vir, disse-lhe para se aproximar e fodê-la naquela coninha tão gostosa. Ele assim fez e ao vê-lo, assim de costas, a entar e sair de dentro da Catarina, não resisti, e ….
Aproximei o meu caralho do cu do Rafael e enfiei-lho tão depressa que ele só teve tempo para dar um berro. A Catarina pensava que ele tinha gozado. O Rafael tentou tirar-me de dentro dele, mas eu tinha-o agarrado pela cintura e disse-lhe que era a forma de ele pagar as fodas que tinha dado na minha mulher. Ficámos assim alguns minutos, ele a foder aminha mulher, por trás e eu a fodê-lo a ele, qual comboio que náo se desencaixava. Gozámos todos mais uma vez e no final todos confessámos que tinhamos gostado. Até mesmo o Rafael, que confessou a sua pouca experiência com mulheres, e durante aquela aula aprendeu até a levar com um pau no cu. Foi uma aula fantástica, que não se voltou a repetir, apesar do Rafel continua a ter explicações com a Catarina.

Se gostaram desta aventura podem enviar-me as vossas para

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publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:45
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Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Boa Noite


Quando naquela noite quente de Maio cheguei a casa, Isabel já dormia. Adormecera em cima da cama completamente nua.

Tive o cuidado de não fazer barulho para a não acordar... não acendera as sequer as luzes. Com a iluminação pública podia ver o seu corpo, as suas pernas maravilhosas, e as suas mamas. Senti desejo de a foder, mas não queria acordá-la. Como poderia foder a Isabel sem a acordar? Seria impossivel. Lembrei-me então de cuidadosamente lhe abrir as pernas e de procurar a sua cona. Depois, depois suave como uma pena iniciei um maravilhoso minete. Com a minha lingua procurei o seu clitóris e comecei a lamber.

Lambi suave, suavemente ate que começei a sentir que a cona da isabel estava a ficar humida... a tesão começava a chegar e ela continuava a dormir profundamente. Procurava chupar cada vez mais rapido mas sempre de uma forma suave... e a cada segundo eu sentia que o clitoris aumentava de volume, a cona estava cada vez mais humida, a tesão de isabel aumentava.

Iniciei então um trabalho com a lingua cada vez mais rapido, pressionei o clitóris com mais força, e foi então que isabel deu o seu primeiro gemido.
Não parei... e de repente, a isabel dá um grito que deve ter ecoado por todo o prédio, com uma das mãos pressionou ainda mais a minha boca contra a sua cona, abriu instintivamente as suas pernas e eu aproveitei para enterrar a minha lingua tão profundamente quanto possivel.

Áquele grito seguiram-se gemidos de prazer, e o orgasmo prolongou-se como que indefenidamente.

Tinha sido um dos melhores dos ultimos tempos... um inesperado orgasmo que se perlongou pela noite dentro. Fodemos toda a santa noite e quando terminamos a isabel fez questão de me fazer o mais delicioso broche, de querer ela sentir o meu caralho enchendo a sua boca, e mais do que isso de sentir o meu prazer escorrer para a sua boca. Enchi-lhe a boca primeiro com um caralho grosso e teso, e depois com o meu esperma.... Foi uma noite inesquecivel.

other@netcabo.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:37
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O porteiro


Olá a todos(as)
Aquilo que vou contar passou-se a cerca de 5 anos.
Na altura ia muito a uma discoteca, após alguma idas a essa discoteca já falava muito bem com o porteiro, um dia convidou-me para ir tomar o pequeno almoço depois de sair do trabalho, eu claro disse que SIM.
Chegamos ao café que ele escolheu e entramos ele disse que tinha que ir a casa de banho e eu logo respondi que tambem queria ir, estava aflita de tanto alcool.
Chegamos a casa de banho que era na cave do café e a porta das senhoras estava fechada, logo ele chamou-me (puxou-me)para a casa de banho dos homens.
Beijo-me e meteu as maos no meu cú, eu sentia a pila dele toda em pé,virou-me de costas para ele e baixou-me as calças e fio dental,passou a mao dele na minha cona que estava a ficar enxarcada,tirou-me o top e logo as minhas mamas saltaram para fora.
Eu sempre agarrada á parede e de cú todo espetado, ele resolveu tirar a verga para fora e eu entre as minhas pernas mexi nela e que grande que era.
Ele não perdeu tempo e espetou na minha coninha, eu gemia e ele fodia-me toda,todinha.
A certa altura a pila dele saltou para fora e ele agarou nas minhas ancas para eu espetar bem o cú, quando ele voltou a mete-la meteu com força,mas enganou-se no buraco,eu dei um gemido e ele percebeu que estava a enrabar-me toda e disse (humm, minha PUTA )eu estava louca e ele tirou e veio-se todinho para cima do meu cú.
Vestimo-nos e fomos tomar o pequeno almoço.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:34
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O medico de Sandra


Eu fico envergonhada de contar isso, mas a verdade é que depois da minha primeira trepada extra conjugal, com o rapaz do camião e da forma como ele meteu na minha bunda aquele pau enorme, eu tive um pequeno sangramento através do meu cuzinho no dia seguinte. Fiquei muito preocupada. Contei para minha amiga, e na segunda-feira logo após o fim de semana, marquei uma consulta com um médico. Apesar disso, ainda sentia um tesão enorme pelo que acontecera, e por incrível que pareça, queria trepar outra vez. Acho que meu apetite sexual cresceu ainda mais depois daquela foda maravilhosa. No dia da consulta, acordei muito tesuda. Havia sonhado com minha aventura na estrada e despertei toda molhadinha. Passei o dia inteiro ansiosa, pensando na consulta. Às 17 horas tomei um banho demorado e resolvi me vestir bem sensualmente para ir ao médico. Coloquei um vestido curtinho meias 7/8 e calcinha brancas, normalmente não uso soutien e aquele dia não foi exceção. Cheguei no consultório às 18:45 horas, e só havia um senhor sentado e a secretaria. Preencheu minha ficha e pediu que eu aguardasse, pois minha consulta seria após a entrada do senhor que ali se encontrava. Sentei em um sofá bem em frente a ele. Peguei uma revista e comecei a folheá-la. Percebi que ele não tirava os olhos das minhas coxas, pois o vestido era curto, e oferecia uma visão generosa das minhas pernas. De onde a secretaria estava não dava para me ver. Então achei que podia me divertir um pouco. Cruzei as pernas deixando a visão melhor ainda. As rendas do elástico da meia ficaram todas de fora. Mais um pouco e minha bunda apareceria. Continuei fingindo ler a revista. Notei o desconforto do meu observador. Estava nervoso, e não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Achei que deveria agracia-lo com algo mais. Descruzei as pernas e deixei-as fechadas por alguns instantes. Acho que ele pensou ter sido pego com a boca na botija, e que não mais teria a visão agradável das minhas pernas. Então aos poucos fui abrindo as pernas, até que ele pudesse ter a visão completa da minha tanguinha branca, com minha xoxotinha bem estufadinha e sedenta, e já ficando molhadinha com aquela situação. A revista acabou, e levantei me em direcção a uma mesinha no canto da sala, onde haviam outras. Enclinei-me para pegar outra. De costas para ele senti meu vestido subir até a altura das minhas popas. Imagino que ele tenha visto minha tanguinha toda enterrada em meu reguinho. Voltei a sentar com as pernas abertas. O coitado não sabia como disfarçar a erecção. A porta se abriu e uma jovem saiu da sala do médico, desejando boa noite, se dirigiu a porta de saída. O médico apareceu na porta e convidou-o a entrar. Cumprimentaram-se como se já se conhecem a muito tempo. Pude perceber que não era uma relação médico paciente. O Doutor perguntou se o amigo havia esperado muito tempo, e ele respondeu que não, que nem havia visto o tempo passar, numa forma exclamativa virando a visão em minha direção. Pude sentir a cumplicidade dos homens quando querem falar algo entrelinhas, em suas palavras. Como se dissesse que havia se divertido me observando. Lógico que lá dentro, ele relataria tudo que havia acontecido ao doutor, o que me deixava com mais tesão ainda. Depois de quase vinte minutos, eles novamente apareceram na porta e o senhor ao sair me cumprimentou muito efusivamente, desejando-me boa noite. Retribui o seu cumprimento, sorrindo para ele, que olhou maliciosamente para o médico. O doutor pediu-me para entrar. Havia uma cadeira estrategicamente colocada bem ao lado de sua mesa, e outra em frente. Dirigi-me para a cadeira em frente a mesa, mas ele pediu para sentar na outra, dizendo que aquela estava com problemas e ele tinha medo que acontecesse algo comigo. Falei que não haveria problema, pois ele estaria ali para me socorrer. Ele riu, e eu sentei na cadeira que ele queria. Tinha razão quando achei que o outro contaria tudo a ele. Ele devia estar curioso para saber o que o amigo havia visto. _ Então, o que aconteceu? perguntou-me. Quando ia começar a contar, a secretaria bateu à porta. _ Doutor, ela é a última paciente de hoje. O senhor ainda vai precisar de mim? _ Creio que não respondeu. _ Posso ir? Pediu ela ao médico. _ Se ela não se incomodar em ficar só com seu médico! Exclamou com um sorriso. Eu na mesma hora disse que não me importaria, pois confiava no doutor, e se houvesse algo eu gritaria bem alto. Todos nós rimos. _ Me diga o que aconteceu! _ Bem doutor, é que no Sábado passado tive um pequeno sangramento pelo meu ânus, e fiquei apavorada disse eu. _ E continua sangrando? _ Na Segunda-feira ainda saiu um pouquinho, mas ontem e hoje não. _ Você comeu algo que não tenha costume de comer regularmente? perguntou. _ Não doutor, acho que a razão não foi essa! _ O que você acha que ocasionou essa hemorragia? Houve algo diferente do que costuma fazer? Enquanto fazia as perguntas, não tirava os olhos das minhas coxas, devidamente cruzadas e à mostra. Também queria descrever que o médico, era um homem de uns cinqüenta anos, mas muito simpático e bonito, além de estar com um perfume delicioso. E também havia dito que meu perfume era uma delícia e perguntado qual era o perfume que eu estava usando. Disse qual era. _ Doutor, é um pouco embaraçoso para mim explicar o que houve, mas se tem que ser dito. _ É melhor. Para que eu saiba o que pode estar ocasionando essa hemorragia explicou ele. _ Bem doutor, é que eu fiz sexo anal. _ E foi a primeira vez? _ Não doutor. Eu já havia feito antes. _ Então é melhor fazermos um pequeno exame. Você se incomoda? _ Em absoluto respondi. _ Então vá até aquele biombo, coloque esse roupão e me diga quando estiver pronta. Toda aquela conversa estava me deixando com tesão, ainda mais com ele olhando para minhas coxas como se quisesse tocá-las, acariciá-las ou seja lá o que fosse. Fui para trás do biombo, mas em vez de colocar o roupão, fiquei só de calcinha meias e com meus sapatos altos. _ Posso ir? Perguntou-me. _ Acho que sim respondi. Quando ele passou para a saleta atrás do biombo levou um susto. Pude observar o choque que havia causado ao pobre homem. _ Achei que assim seria melhor para o senhor me examinar. Tem algum problema doutor? _ Não! ele respondeu meio que engasgado, e sem tirar os olhos do meu corpo. _ Está ótimo! - disse ele ainda embaraçado. _ Deite-se nessa cama falou apontando para uma cama estranha, com manivelas e um corte na parte de baixo, onde as pernas ficavam repousadas. Deitei-me e ele começou a mexer em uma manivela. A cama foi se movendo, deixando meu corpo numa posição quase de quatro, e com a bunda bem levantada. Adorei aquela posição. Escutei o ruído de plástico se esticando enquanto ele calçava luvas. _ Você devia ter tirado a calcinha! exclamou ele. _ Você poderia me ajudar? Perguntei maliciosamente. _ Claro! Enquanto ele puxava minha tanguinha, rebolei lentamente para ajudar com os meus movimentos, o que deve tê-lo deixado mais tesudo ainda. Já tinha observado o volume que havia crescido sob sua calça, quando me viu quase nua. _ Vou passar um lubrificante para que não a machuque, está bem? _ Está doutor. Quando senti o lubrificante cair sobre meu reguinho, um calafrio percorreu todo meu corpo, deixando-me toda arrepiada. _ Você está com frio? Ele perguntou maldosamente. _ Não doutor, foi só um calafrio! _ Se doer você me avisa. Ele foi lentamente enfiando o dedo no meu cuzinho. Aquilo me deixou louca. Quando o dedo todo estava enterrado no meu rabinho, ele começou a mexer para lá e para cá. Tirava um pouco mexia, voltava a empurrar. Minha xoxotinha estava completamente ensopada. Meu corpo tremia de tesão. _ Está machucando? _ Não doutor! _ Você e seu marido já fazem sexo anal a muito tempo? Perguntou. _ Há alguns anos doutor, mas o problema é que não foi com ele. o dedo estava me matando de tesão, e instintivamente comecei a rebolar lentamente enquanto ele examinava meu ânus. _ Não foi com ele? _ Não! Com o pênis dele nunca houve problema. minha voz estava sumindo de tesão, já estava quase gozando. _ Então o que aconteceu? _ É que o pênis do rapaz, era enorme! disse muito baixinho. O médico não ouviu e perguntou o que eu havia dito. _ Ai doutor, é que o rapaz que me enrabou tinha um pau enorme! Falei descaradamente. Senti a outra mão dele se apoiar na minha bunda, e ele iniciou movimentos carinhosos sobre ela, enquanto continuava metendo o dedo no meu cuzinho. Subitamente retirou o dedo. Pensei que o exame havia acabado. Durante uns instantes ouvi o que parecia ser ele retirando as luvas. Ouvi uns ruídos que não consegui definir o que seria. Em seguida ele falou. _ As luvas estão diminuindo minha sensibilidade, e não estou conseguindo examiná-la direito. Se importa se tentar sem as luvas? _ Continua logo doutor! Falei com minha voz rouca. Então senti toque de seu dedo na portinha do meu cuzinho. Novamente todo meu corpo se sacudiu em um espasmo. Sua mão outra vez fazia carícias na minha bunda. Então senti algo quente encostar na minha xoxotinha. Nova onda de tesão percorreu minha coluna. Só então percebi que ele estava com o pau para fora, roçando em minha buceta. _ Mete doutor, mete ele todinho em mim. Vai doutor mete na minha bucetinha! eu implorava. _ Posso meter? Já coloquei uma camisinha! Explicou ele. _ Bota tudinho! Me come gostoso doutor. Mas não tira o dedo do meu cuzinho não! Senti a caceta invadindo minha vagina. Cada centímetro, entrando vagarosamente. Eu tentava me mexer para meter mais rápido, mas naquela cama, eu estava a sua mercê. Então ele enfiou tudo lentamente, até que senti seus pentelhos roçando na minha pele. O dedo todo metido no meu cú, fazendo movimentos circulares lentos e cadenciados. Agora ele metia o pau na minha xaninha e tirava. Naquele movimento de vai e vem tradicional, me fazendo gozar várias vezes. Rebolava minha bunda tentando em vão enfiar mais fundo aquele dedo, mas já estava todo enterrado. Com a outra mão ele apertava minhas nádegas. Pedi para ele me dar umas palmas na bunda. Ele não se fez de rogado. Me deu uma palmada bem estalada. Gozei na mesma hora. E me deu mais outra. Meu corpo começou a pular na cama. Era um gozo daqueles fortes. Me sacudia toda. Gritei: _ Mete, bate, me fode gostoso. Come a sua puta. _ Toma sua putinha, engole a minha pica. Galinha sem vergonha! Você fode muito, não é? Você gosta mesmo de fuder, não é sua puta? _ É doutor, é ! Aiiiii, doutor estou gozando demais! _ Goza puta gostosa! Vagabunda. Estou gozando também. Ai estou gozaaandddoooooo! Tirou o pau da minha buceta e foi para o banheiro. Quando saiu falou: _ Pode usar o toillete agora! Fui para o banheiro completamente zonza, satisfeita, feliz. Quando saí, já toda arrumada, ele estava sentado em sua mesa, e pediu-me para sentar. Falou que estava tudo bem, e que provavelmente a hemorragia foi causado por algum pequeno vazo rompido durante a relação que eu havia tido, mas que agora já havia cicatrizado. Disse que havia adorado a consulta, mas ainda precisava fazer outra, já que queria me examinar com um outro instrumento. Eu disse que se ele achava necessário, viria quando ele marcasse, pois foi a melhor consulta que eu já tinha recebido. E que ele era muito gostoso. Disse-me que não via a hora de meter na minha bunda. Que eu tinha uma bunda linda, e deliciosa. E o que era melhor. Que eu realmente gostava de tomar no cú. Falei que ele estava cheio de razão, e que era verdade que eu ficava doidinha para ser enrabada. Então ele me perguntou se poderia marcar para a Quarta-feira da próxima semana. Eu concordei, e disse que lá estaria. E assim voltei para casa completamente feliz. Estava tudo bem com meu cuzinho, e eu havia trepado pela segunda vez com outro homem. Além de já ter mais uma foda marcada para a próxima semana. Que férias hein?
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Quando menos se espera


Isto é uma passagem da minha vida muito quente,verão de 1995 estava num bar perto de casa a jogar snooker,e na altura namorava com o passar da noite o bar foi ficando,cada vez menos lotado,entretanto estavam 2 amigas sentadas minhas conhecidas,muito sensuais a Beta era morena e tinha um top que deixava,ver suas mamocas bicudas tipo perâs e uma mini saia preta,onde se podia ver as cuecas quando ela trocava as pernas de posição,a outra amiga chamada Lara era mais alta,vestia umas calças de pele justas,a mostrar o belo traseiro todo torneado,cabelos compridos e olhos verdes.Assim que o bar ficou sem pessoal, e quando estavamos prontos para sair,elas falaram então já vão,respondemos pois já não estamos aqui a fazer nada,foi então que a lara disse olha porque é que não vamos para a tua casa paulo os quatro,beber um copo eu olhei para o meu amigo e disse por que não,assim fomos.Entramos no prédio e fomos esperar o elevador,Entramos os quatro e a beta ficou a minha frente e diz olha queres ver a minha tatuagem,e nisto manda o cabelo para a cara do paulo abaixa o pescoço,e eu olho e veijo a tatuagem,um golfinho muito giro,encosto me a ela e sinto um cheiro de perfume magnifico,entretanto o Paulo e a Lara estavam a conversar muito colados um ao outro,entramos em casa e fui por uma musica calma,e servi um copo enquanto bebiamos e conversava mos eu disse Lara vira te lá para eu ver o teu golfinho novamente que é muito giro,ela fez me a vontade e baixou a cabeça,eu falei posso sentir-sim podes falou a Beta eu de leve sinto e com carinho dou lhe um beijo no golfinho,a Lara vira se e dá me um beijo louco e apaixonado-entretanto O Paulo ja tinha o top da lara tirado e beijava lhe loucamente os seios firmes e redondos,eu tiro o top da Beta e beijo lhe os seios chupando e mordiscando as pontas,mordo lhe os lábios devagar,e vou apalpando lhe os seios,assim como sua vagina,que esta cada vez mais lubrificada,olho para o lado ve veijo o paulo a lamber a Lara e fico com um pau bem ,mais firme abro as pernas de Beta e enfio minha língua nos seus lábios vaginais lambendo lhe seu botão de rosas,nisto veijo o Lara a fazer um bico ao paulo e ele a olhar para a Beta,eu digo beta anda vamos encostarmos mais a eles,para podermos ver melhor,mas o encosto foi tanto que deu para,eu por os dedos na vagina da Beta enquanto Lara deu o beijo fogoso ao Paulo,eu aproveitando a posição de Lara que estava a mamar o paulo,enfiei o meu pau na vagina de Lara,enquanto Beta subiu para cima do sofa abriu as pernas e deixou o paulo lamber lhe a cona até ela,tivemos nisto 2 horas trocamos e trocamos até esporrar,para cima das duas foi um a festa...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:26
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Tudo ao Monte


Tenho 42 anos feitos há um mês! Casado há 18 anos, tenho uma vida boa, em termos familiares e profissionais. Dou aulas de matemática e física numa faculdade, há perto de 24 anos e faço consultadoria para empresas do ramo alimentar. Minha mulher, de 42 anos também dá aulas, numa universidade privada de linguística e grego.
Conheci-a na cantina da faculdade e apaixonamo-nos. Deixei umas namoradas que tinha e ela rompeu um noivado com um assistente da faculdade de letras.
Tivemos 3 filhos que estudam e trabalham fora da nossa cidade. Assim, há 2 anos que vivemos sós durante a semana.
Por isso falamos mais, conversamos, e desenvolvemos, as nossas fantasias.
Ainda que nunca transportássemos essas fantasias do trabalho para casa, tivemos (viemos a saber no desenrolar do nosso conversar) alguns casos nos afazeres profissionais.
Chegados aqui, soubemos que ela fodia com um colega da faculdade e eu com duas responsáveis de duas empresas a quem presta consultadoria. Com a curiosidade de irmos ao mesmo hotel, durante as tardes, no centro da cidade.
Como amigos que já éramos e não querendo desfazer o casamento resolvemos explorar esta vertente das nossas vidas. Fizemos um pacto. Em vez de contarmos as nossas “infedilidades” a amigos ou amigas, faríamos do outro esse amigo/amiga.
Por isso agoranos sentamos ao computador, os dois a recordar a nossa primeira foda em grupo. Ainda que eu fale na 1ª pessoa, acreditem que se não fosse a memória dela aqui, muitos pormenores escapariam.
De inicio custou, mas optamos por nos rirmos e nos beijarmos com as historias que contávamos. E admitirmos que éramos os melhores amantes do mundo, os mais machos e fêmeas, os mais cornos que podíamos ser. Os mais tudo
E assim passamos, não já a fantasiar, mas a viver a nossa sexualidade em pleno.
So que isso fez de nós perfeitamente bisexuais. Porque quando ela me contava as fodas que dava com o Jorge, e me falava do pau dele, já não me chegava os dedos, que a Teresa me enfiava no cu e que me excitava. Nem quando eu falava das mamas da Diana que eu xupava e trincava, já não lhe chegava nem o meu pau nem do Jorge.
Daí termos proposto um jantar ao Jorge, á Diana e a Isabel (esta com o marido) num sábado especial, em que comemorávamos o dia em que fomos para a cama pela primeira vez. Com o argumeno que tínhamos uns assuntos para falar com eles.
Pedimos à nossa empregada que tratasse do jantar, aceitando o serviço dum catering pelas 8 da noite.
Propusemos encontrarmo-nos num bar ao lado da nossa casa, de uns amigos nossos, e ai bebemos um Porto com umas tapas! O Rosas, marido da Isabel começou por dizer que eles não poderiam ficar para jantar porque ele tinha um jantar de aposentados no banco que gostaria de ir. Aí aproveitamos para lhe “raptar” a Isabel, com o argumento que queríamos planear um fim de semana na serra, e um deles era importante ficar. Nem a Isabel sonhava com o que planeávamos, porque não sabia da cumplicidade que eu e a Teresa tínhamos.
Saído o Rosas, em tempo oportuno, ficamos os cinco a petiscar no barzinho. Calmamente e depois das formalidades contidas na conversa, eu resolvi abrir o jogo. Então referi que eu e a Teresa sabíamos tudo um do outro e que isso nos dava imenso prazer. As caras do Jorge, da Diana e da Isabel foram de espanto e sorrisos! O ambiente era calmo e isso permitiu que ninguém fugisse. Sorrisos amarelos foram a primeira manifestação. Tesão no ar foi o segundo. Sentia-se e via-se porque no meio dos risos eu e a Teresa beijávamo-nos de forma lânguida. Sem hipótese de ninguém negar nada, todos eles assumiram as relações que tinham connosco. De forma curial, cordial, sã e sexuada.
A Teresa, ao lado da Diana, riu-se para ela e agarrando-lhe as mãos beijou a na cara com ar lânguido.
O Jorge ficou branco, mas de imediato a Teresa foi sentar-se ao lado dele e pôs-lhe a mão sobre as pernas, enquanto também o beijava.
A Diana, mais “puta”, no seu ar de senhora, disse:
- Até que enfim posso estar com a tua mulher, coisa que sempre desejei. E é desta que o meu corno vai saber de tudo. Hehe!
Estava aberto o caminho para o jantar.
Nessa altura eu e a Teresa dissemos k e facto havia jantar e que eles como nossos amantes seriam os felizardos/protagonistas da concretização da nossa relação. E cúmplices também.
So que haveria duas condições que deveriam aderir.
1º Ninguém se magoaria com o que acontecesse. Se se sentisse magoado pedia para sair!
2º Ao subir ao nosso 12º andar, iriam receber e vestir uma tunica branca e o jantar seria com essa vestimenta sem nada por baixo. Óptimo para aquele sábado de Junho, com 29 graus e sem ar condicionado em casa!

Por meio de mais risos e à vontade, todos concordaram. Sem, no meio, o Jorge, que conheci naquela altura, se ter roçado na Isabel que, a rir-se, roçou a peida nele.
Subimos e eu abri a porta. As janelas estavam semi fechadas pelo k acendi os candeeiros colocados nas mesas e não a luz geral.
Entramos e eu disse par se porem todos à vontade.
A Teresa beijou o Jorge e ele agarrou-a toda beijando a e levantando lhe a saia e mexendo no grelo dela. Logo a Diana foi tb beijar a Teresa e beijaram se logo na boca.
Foram todos para um quarto de arrumos k temos e cada um mudou de roupa.
Entretanto tocaram à porta. Era o catering, pelo que eu mandei logo o empregado colocar a comida na mesa da sala de jantar, que tinha já a mesa posta. Entretanto a Teresa apareceu já com a túnica vestida e desempacotou a comida toda. E disse: Agora é so pegarem nos pratos e comer. O jantar esta iniciado. Tudo isto enquanto eu colocava no leitor 3 discos de piano de canções românticas. Entretanto fui também mudar de roupa e a Isabel apareceu no quarto já vestida e disse para mim: Eles são mesmo muito fixes. Mereces, meu querido que te foda todo. E começou logo a chupar-me o pau. Nessa altura entraram a Teresa e a Diana. Olha, estes cabroes já estão a foder, foda-se, disse a Diana. Ok ok, vamos já para sala. E fomos
. O Jorge estava sentado e a Teresa disse: Vou já tratar deste. Nao vou perder esta pica. Não achas meu corninho? Claro puta boa! Ainda que já o tenhas fodido bem. Deixa o para as nossas amigas. Disse eu. Eu trato delas, não te preocupes. Disse ele. E levantou se enquanto a Teresa arranjava de novo a mesa. Então ele por traz levantou-lhe a túnica e enfiou lhe logo o caralho, ao que ela disse: Isso cabrao, mete mo todo. Ai a Diana não esteve para meias medidas. Colocou se debaixo da mesa e começou a lamber a cona da Teresa k já berrava de tesão.
- Ah foda-se a tua puta lambe bem caralho! Disse a Teresa para mim. Ai de novo, a Isabel começou a mamar me a pica de joelhos na minha frente. Nessa altura a Diana largou a Teresa e foi lamber o cu da Isabel dizendo: Foda-se hoje quero é lamber estas conas e cus. Pega Isabel, a minha língua para o teu corno logo sentir te toda. Ao que a Isabel respondeu: Querto k ele se foda! Se lamber logo será com o leite destes cabroes Mas mama, puta, mama a cona e o cu.
Nessa altura a Teresa veio se toda com o caralho do Jorge dentro dela. E disse:
-gostas cabrao? De foder a tua puta na frente do meu corno? Ana fode, caralho. Mas agora também kero cona. Estas conas que o meu homem farta se de foder. Levantaram se as 3 e agarrando-se beijaram-se todas enquanto se esfregavam.
E foram para o sofá as três gozar juntas, lambendo-se.
Ai eu e o Jorge afastamo-nos e ficamos a ver ao lado um do outro, enquanto esfregávamos as picas. Ai ele disse: foda-se com este tesão também quero essa. E ajoelhando-se meteu o meu pau na boca. E ai, foram elas k pararam a ver tocando-se ao de leve. Dizia a Teresa para a Diana. Estes cabrões. Alem de fodilhoes são uns requintados veados! Vê como eles se xupam! E viirada para mim dizia: Xupa-o veado. Mama nessa pica que eu te aranjei. Cabrão mama-o. É boa, não é?
Aquilo nos entesou, aos dois rimo –nos paramos e pusemos as três de cu para o ar. E assim começamos na esquerda e paramos na direita a foder as 3, que de seguida levam com dois paus. Kando cheguei à Teresa esporrei me todo, mesmo coma camisaenkanto o Jorge se veio na Diana.
Foi altura de paramos. E deitarmo–nos exaustos. Nessa altura tocou o celular da Isabel. Era o Rosas a dizer que já tinha acabado a reunião e a perguntar se a Isabel estava bem. Ai, ela riu-se e disse-lhe: se estou querido. Nem sabes o k perdeste. Mas eu conto em casa.
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Sábado, 10 de Maio de 2008

Viagem ao Algarve


O que passo a relatar foi passado em 2004 quando eu e a minha ex mulher maria joao fomos passar uns dias ao alvor,passo a relatar chegados ao apartamento e antes de tomar-mos um banho demos uma grande foda que nos abriu o apetite para a noite disse o que ela havia de vestir o que ela aceitou uma saia de ganga com um top sem cuequinha por baixo nem soutien o que a deixava mesmo boa joao não é nada de se deitar fora mesmo tendo já tido 2 filhos com um cu mesmo bom umas mamas pequenas mas com os bicos espetados e uma cona rapadinha voltado ao relato saimos em caminho de albufeira aonde jantamos no restaurante ela por baixo da mesa ia tocando com os pés no meu caralho que dava sinal de vida acabado o jantar decidimos ir ao rickys um bar onde param a maioria de holandeses chegados joao estava louca para dançar eu fiquei junto ao balcão a beber uma bebida e a ver a minha mulher a fazer furor ela roçava ela agarava-se aos holandeses até que ela chega junta a mim e me diz amor o que achas de fazermos hoje a nossa fantasia eu respondo querida tu achas que estas preparada ao que joão responde se não for hoje nunca mais sera,então querida avança que eu estou do teu lado ,ela volta para a dança e continua o roça e o apalpar até que chega uma altura que a vejo de volta de 4 holandeses eu chego perto dela ao que joão me diz querido arranjei alguns amigos eles eram muito amaveis convidaram-nos para beber alguma coisa eu os convidei para irem passar o resto da noite ao nosso apartamento no alvor ao que eles logo concordaram metemo-nos a caminho eu e ela no nosso carro pois so tem 2 lugares e eles de taxi no caminho joão foi todo o caminho a fazer-me um grande broche mas ela nunca me deixou esporrar pois a noite ainda era uma criança,chegados ao apartamento ela foi tomar um banho enquanto eu servia algumas bebidas aos nossos convivas quando ela sai do banho todos ficam de boca aberta joão vem completamente nua o que provoca algum alarido dos nossos convidados que logo a cercam ao que ela diz calma que hoje eu havios a todos mas primeiro vou continuar aquilo que comecei no carro ao meu querido marido ao que ela poe-me o caralho de fora e começa a mamar como ela sabe os nossos convidados rapidamente se despem e poem as farramentas de fora e por sinal todos eram bem aviados ela ao reparar que todos já estavam a bater a punheta manda sentar todos no sofa e começa a alternar os caralhos eu abro as pernas e começo a lamber-lhe a cona e o cu ela só pedia querido quero que sejas o primeiro a foder-me eu ponho-lhe o caralho dentro dela ao que ela manda um ai dou umas bombadas e esporro-me dentro vou me assentar no sofa para ela limpar-me o resto da esporra um dos convidados pim levanta-se espetalhe o caralho na cona e começa a bombar e a minha esporra começa a escorrer pelas pernas dela ela louca grita de prazer e pede mais outro se levanta steve e deita-se no chao ela abrem a pernas e começa a enterrar o caralho todo ate ao talo e sempre a mamar e bater a punheta aos outros eu levanto-me e digo querida quero ser o primeiro a comer-te o cu ao que ela responde claro que sim e vira-se para eu a emrrabar ela quando é emrrabada fica histérica começa a gritar e pedir que fodam e com o meu caralho entalado no cu enterra a cona no caralho do steve que estava deitado no chao eu bombeio o cu dela e esporro-me novamente e retiro-me para o lado mesmo sem deixar fechar o buraco do cu van lindem enterra-lhe o caralho no cu e tambem se esporra, steve que lhe estava a foder a cona tambem se esporra joão logo se agarrada aos 2 dos convidados pim e acahm que ainda não se tinham esporrado e senta-se no caralho do pim e abre as pernas ao que acahm espetalhe tambem o caralho na cona era de mais a minha mulher com 2 caralhos na cona,jõao grita mas eles não lhe davam descanso até se esporrarem os 2 ela cai para o lado esgotada nos os 5 ficamos tambem deitados a descansar jõao levanta-se e vai para o banho no caminho a esporra escorre-lhe pelas pernas 30 minutos depois chega ela novamente a sala e diz querido tenho a cona toda aberta ao que eu lhe digo queres ficar tambem com cu ela ri e diz sera que fosses conseguem!ao que logo recebe resposta entam começa a mamar logo começa a por novamente os caralhos de pé eu chego junto dela passo a lingua no cu dela e espetolhe o caralho todo lá dentro ao que steve tambem se levanta e pede para ela se sentar no caralho dele retiro o meu ela senta-se no de steve e levanta as pernas eu junto o meu caralho ao de steve e emrrabamos os 2 o cu de jõao ela grita chora mas não consegue sair do meio a dor da lugar ao prazer e começa a gritar arrebentem-me com cu meu cabrões umas bombadas depois a gente os 2 esporamo-nos os 2 dentro do cu dela ao retirar os caralhos fezes vem agarrados aos caralhos pim e acham tomam os nossos lugares e arregaça-lhe o cu as pregas do cu dela arrebentam e começa a fazer uma mistura de fezes e algum sangue eles estavam completamente loucos e bombavam se piedade 2 machos a emrrabar a minha mulher e outro a foder-lhe a boca van lindem exclama estou com vontade de mijar sera que posso mijar na tua boca jõao diz tu vais mijar na minha boca eu vou cagar nos caralhos dos teus companheiros e o impensavel acontece van lindem mija na boca de jõao e ela caga-se toda nos caralhos deles eles riem ela um pouco envergonhada olha a volta e ve o chao da sala cheia de merda dela mas logo retroquio eu avisei que me ia cagar toda,os nossos convidados foram tomar um banho e se despediram da gente e exclamavam tens ai uma grande mulher toma bem conta dela ao que ela diz ele sera sempre o meu querido marido,a manha ja aclareava ela toda rebentada eu tratava da minha querida mulher com alguma pumada.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:13
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Separaçao consentida


A vida liberal e muito complicada. Eu e Cátia estamos juntos á 8 anos. Desde sempre fomos liberais e abertos a novas experiências, contudo o puritanismo social complica este tipo de abertura.
Cátia e eu estamos este ano separados por opção ela no Algarve e eu em Lisboa. Mas tem sido a altura das nossas vidas onde temos gozado e aproveitado para explorar e viver novas experiências sexuais e novos modos de viver.
Cátia é professora num colégio em Vilamoura e mora em Albufeira (Montechouro) com um amigo nosso, o Vitor. A nossa abertura como casal liberal faz com que e Cátia viva com o Vitor uma relação de amizade e sexualidade aberta, ou seja durante a semana ela e mulher plena do Vitor ou de outro companheiro sexual que ela encontre, enquanto que ao fim de semana quando nos encontramos ela é só minha. É neste turbilhão de sensações e experiências que nos tem feito muito felizes e plenos como casal.
O nosso problema e manter as aparências. A nível profissional nem ela nem eu podemos revelar a nossa abertura sexual, a nível familiar ainda é mais difícil somos ambos descendentes de familiar tradicionais que não entendem este tipo de relacionamento. Assim pressionados por constantes pressões familiares e suspeitas da infedelidade de Cátia decidimos declarar a nível familiar e profissional que eu e Cátia estávamos separados e que ela morava com o seu novo namorado.
No entanto continuamos a viver como um casal com um relacionamento aberto. Adoro saber que ela durante a semana fode que nem uma louca com o Vitor e por vezes com outros homens. Este Natal eu passei com a minha família e Cátia com a dela aproveitando para apresentar o novo namorado (Vitor). A passagem de ano passamos juntos, e levamos o Vitor connosco (claro). Eu e Vitor saímos de fato e Cátia de vestido azul escuro curto e justo ao corpo (sem nada por baixo como ela gosta) e com um longo casaco preto com umas botas altas... estava uma verdadeira loba. Jantamos em casa de uns amigos e depois fomos todos para a discoteca ‘Kadoc’ para festejar a passagem de ano. Cátia dançava que nem uma louca na pista, varios homens e rapazes aproximavam-se e dançavam com ela. Por volta das 3.30 Cátia vem até á mesa onde estávamos com uns amigos e diz que quer ir para casa, ela saiu primeiro com o Vitor que para a ‘sociedade’ é o seu novo namorado e eu sai 20 minutos depois. Tínhamos combinado foder os 3 juntos nessa noite. Eles já tinam ido a frente no carro da Cátia. Quando chego ao carro encontro dois rapazes que me abordam e perguntam-me se sou o corno na Cátia, eu respondo que sim e o que pretendem eles apresentam-se como o António e Beto e que tinham sido convidados pela Cátia para ir comigo para juntos consolarmos os buracos da minha linda putinha. No caminho soube que eram do Porto que estavam de ferias no algarve e que tinham ‘curtido’ com a Cátia na discoteca e que lhes fez um belo de um broche aos dois num recanto escuro, e que ela os convidou para irem fodela em conjunto comigo e com o Vitor. Quando chego ao apartamento convido o António e o Beto a entrar e encontro o Vitor já complemente despido a fumar na sala. Era sinal que já tinha dado uma foda na Cátia, apresento os nossos novos amigos e ouço Cátia a gemer dirijo-me até ao quarto e encontro ela a foder com um rapaz que reconheço como um dos tipos com quem ela dançou na discoteca. Era um tipo grande e musculação que fodia Cátia com alguma violência, bloquando-lhe os movimentos dos braços com uma mão e dando chapadas nas mamas da Cátia com a outra. Naõ devem ter perdido tempo por ela ainda estava com o vestido e de botas. Fiquei a ver Cátia de pernas abertas em cima da cama a receber aquela bela foda, até que eles se vem juntos num orgasmo violento e ruidoso, ficaram abraçados a espasmar por uns instantes. O rapaz levanta-se retira o seu caralho já meio murcho da cona da Cátia e passa por mim cumprimentando-me com um ‘HOI! Tudo bem?!?’. Cátia vira-se para mim chamando-me com um gesto, aproximo-me dou-lhe um linguado e ajudo-a a retirar o vestido e as botas desejando-lhe um Bom Ano. Já de novo deitada estava eu a cuspir um belo linguado e masturbando a cona ensopada da Cátia quando ouço uma voz por traz de mim... ‘!Podemos foder esta Puta?...’ olha e vejo os nossos dois jovens amigos despidos e de pau feito á espera de entrar em acção. Levanto-me da cama dou mais um beijo quente e saiu para a sala para pegar uma bebida, deixando Cátia á mercê dos jovens machos. Na sala não vejo nem o Vitor nem o rapaz musculoso que tinha estado a foder Cátia ouvindo somente a água do duche a correr na casa de banho. Pego em algumas latas de cerveja e entro novamente no quarto. Cátia estava a cavalgar um dos rapazes enquanto brochava o outro. Dei uma cerveja ao que estava de pé em cima da cama a receber um belo broche, e acaricio Cátia que gemia com a boca cheia. Dispo-me sento-me no sofá acendo um charuto e bebendo e fumando desfrutava daquela magnifica cena de ver a minha mulher a gozar com dois jovens rapazes... pouco depois o tipo que estava a ser cavalgado pela Cátia anuncia que está quase a vir-se, Cátia deixa de brochar beija e abraça o tipo que lhe esta a foder a cona e aumenta o ritmo dizendo “... !Enche-me a cona toda como me prometes-me na ‘Kadoc’!... “, e não precisou muito para que começassem a gozar os dois entre grunhidos e espasmos de prazer... Cátia rebola para o lado e ofegante espera de olhos fechados e de pernas abertas a iniciativa de outro caralho que a penetre ... e não foi preciso muito... num instante já estava o outro a foder aquela bela cona melada, ele fodia devagar mas com vigor provocando um som ritmado muito excitante retirando o caralho todo e colocando-o de novo... momentos depois com tanta entrada e saída do caralho da cona Cátia começou em cada investida a soltar flatulência vaginal ... sentado ao lado deles estava o outro rapaz que enquanto descansava enrolava um charro que depressa começou a rodar pelos três enquanto Cátia recebia aquela uma bela foda...
O rapaz que fodia Cátia parecia que dominava a técnica de conter a ejaculação uma vez que já estava a foder a mais de 20 minutos e não havia sinal dele se vir, até que Cátia pede para ele se vir e ele com um ligeiro aumento de velocidade vem-se todo dentro e fora da cona, continuando o ritmo de pôr e tirar o calho da cona... Cátia estava toda aberta... a cona quase já nem fechava quando não tinha o caralho na dentro... os dois jovens saíram do quarto para tomar um duche. Acendo um charro e dou a Cátia que estendida na cama descansa da foda. A sua cona estava toda aberta e melada, dou-lhe um linguado e volto a sentar-me no sofa a fumas e beber e a apreciar o espectáculo da minha mulher ‘complemente fodida’. A porta abre-se e entra o Vitor com o Rapaz moreno e musculoso de mão dada, Cátia diz-lhe “então gostas do nosso novo brinquedo ?!?”, Vitor beija o rapaz na boca e responde “ !É um belo espécime...”, meio surpreendido pergunto “!hó, Vitor não sabia que gostavas de homens?”, ele responde-o “são muitos anos em obras e a trabalhar em ambientes de homens... desde que estou com a Cátia nunca mais estive com homens... e a Cátia prometeu que me arranjaria um homem para os dois... e aqui esta...” e nus e de pau feito continuaram aos beijos e caricias. Depois Vitor senta-se a meu lado e o Moreno ajoelha-se e começa a fazer-lhe uma mamada, Cátia levanta-se da cama e vem-se ajoelhar a minha frente e piscando-me o olho também me começa a mamar o caralho. Cátia parava de vez em quanto a mamada para beijar o moreno na boca e sentir o sabor dos caralhos, até que numa dessas paragens para a marmelada Cátia troca de posição começando a mamar o Vitor, o Moreno aproximou-se pegou no meu caralho lambeu-o com a lingua e depois começou a mamar-mo... num misto de espanto e tesão consenti a troca... e via que Cátia observava a minha reacção até que percebeu que eu tinha alinhado e me piscou o olho. De facto era uma mamada normal mas o facto de ser com um homem fez com que senti-se uma sensação diferente uma redescoberta de sensações... esta nova situação fez crescer em mim uma tesão incontrolável e depressa estava eu a segurar na cabeça do moreno e a me vir na sua boca, ele aguentou até ao fim, lambendo todo... depois levanta-se e outra surpresa, beija-me na boca no meu primeiro linguado com um homem (e ainda por cima com sabor ao meu caralho e a minha esporra...)... como ainda estava de pau feito Cátia larga o Vitor e vem sentar-se no meu caralho enquanto o Moreno vai continuar a mamada de Cátia no Vitor. Enquanto me cavalgava com a sua coninha melada pergunta-me se tinha gostado; se era bom... ao que eu respondia afirmativamente enquanto lhe chupava as mamar e lhe beija a sua boca com sabor a ao caralho do Vitor. O nosso Moreno levanta-se beija o Vitor na boca e virando-se de costas para ele senta-se sobre o caralho do Vitor. Vitor cospe para a mão e lubrifica a cabeça do caralho e o cu do Moreno, fazendo varias tentativas para penetrar aquele cu. Depois de algumas investidas Vitor penetra o Moreno por completo, começando um vai vem lento ritmado com gemidos de ambos… nisto entram os nossos novos amigos enrolados em toalha e espantados comentam ‘Hé na pá! ninguém nos avisou que ia haver paneleirices, nós não entramos nisso…’. E pegaram nas coisas e saíram sem dizer palavra. Eu e Cátia continuamos fodendo e nem demos importância á atitude dos rapazes. Tanto o Moreno como o Vitor fodiam como se nada se passa-se gemendo de olhos semi – fechados o goza da sua foda, ouvimos em seguida a porta da rua a fechar e continuamos sem comentários… Cátia pede-me ao ouvido que também que ser fodida no cu, levanta-se e vai por-se de gatas em cima da cama de cu aberto á espera se pau no cu. Levanto-me o de pau feito aproximo-me do cu, dou umas cospidela em direcção ao olho do cu e com um dedo vou dilatando aquele buraquinho quente… pouco depois já sentia o olho do cu de Cátia a ‘piscar’ pedindo para ser fodida. Coloquei o caralho á porta e esperei que Cátia pressiona-se o seu corpo para que a penetra-se... o que fez… com movimentos ondulantes Cátia ia pressionando o cu no meu caralho fazendo entrar primeiro a cabeça e só depois de alguns movimentos fez entrar o resto… ficamos encaixados por uns instantes até que lhe agarrei pelas ancas e comecei a foder aquele cu com vigor, acompanhado dos gemidos dela e dos dois que fodiam traz de nós… Cátia chama-os para a cama o Moreno coloca-se ao lado de Cátia e beijando-a na boca espera de cu espetado que Vitor o foda. Vitor colocou-se a meu lado piscou-me o olho e aproximou o seu caralho daquele cu... e foi fantástico ver de perto o caralho de Vitor desaparecer no cu do Moreno... e ficamos a foder aqueles cus e a beber cerveja... ás tantas Cátia disse: “... Amor... troca com o Vitor...”, fiquei sem pio... ele queria que um foce foder um Homem, nem sabia o que fazer... Vitor saiu devagar do cu do Moreno, cuspindo para o buraco aberto e dando uma chapadinha nas nádegas dele incitando “... Vai! Experimenta foder um cu de um Gajo!... vais ver que é BOM!...” sai de traz da Cátia e fiquei de pé a ver o que me esperava... ficamos por momentos em silencio, até que o Moreno de cu espetado abre as nadegas com as mão e diz: “ Fode-me! Quero sentir o teu caralho em mim!...”, Cátia olhada por cima do ombro não querendo perder nada enquanto se ia deixando foder no cu pelo Vitor... Eu foi-me chegando e até estava espantado de excitado que estava com aquilo, senti um frio na espinha quando encostei o meu caralho no olho do cu do moreno... estava prestes a foder pela primeira vez um gajo. Agarro-o pela cintura e forço a entrada, não foi preciso muita força para entrar a cabeça do caralho, depressa enterrei-me todo nele, susperamos os dois, Vitor e Cátia diziam: “ Isso Fode! esse cu... é bom não É?... “. Eu estava a adorar... estava dentro de um gajo pela primeira vez... era uma sensação completamente diferente, em cada estucada ouvia um gemido masculino... sentia os meus colhões a bater no dele... foi uma experiência espectacular. Estava excitadicimo bombiei com mais força e avisei que me estava a vir. Gememos e gritamos os dois coisas sem nexo. Inundei aquele cuzinho todo e diminui os meus movimentos enquanto ainda sentia espasmos do meu orgasmo. Depois fique surpreendido comigo... a exitação era tanta que o meu pau não baixou de tesão... estavam todos á espera que eu me desenterra-se do cu do Moreno, mas como ainda estava de pau feito continuei dentro dele com movimentos lentos... entrando e saindo daquele maravilhoso cu... aos poucos a minha esporra começou a sair facilitando a entrada e saída do meu caralho. O cu do Moreno já mal fechava quando eu tirava por completo o meu pau. Vitor a meu lado sorrindo dizia:” que Foda Ãm? Abriste bem o gajo!... Deixa-me rebentar esse cu aberto!”. Sai de dentro do Moreno e ele chama-me:” Deixa-me mamar esse pau... sentir a tua esporra com o sabor do meu cu...”. e pos-me em frente dele á espera da mamada... e foi outro mergulho de sensações... estava a ser mamado por um gajo. Cátia beijava-me na boca e perguntava se tinha gostado. Eu estava louco de excitação segurava com uma mão a cabeça do Moreno e com a outra a da Cátia. Pouco depois Cátia deita-se debaixo do Moreno e de pernas abertas com o Vitor a segurar-lhe os pés e deixou-se foder pelo Moreno que era fodido com alguma violencia pelo Vitor. Eu sentia as estucadas do Vitor na boca do Moreno que gemia e mamava o meu caralho, começando depois a sentir uma língua a lamber-me os colhões era a Cátia que juntou-se a sinfonia de gemidos e que me apalpava e lambia os colhões enquanto era fodida pelo Moreno... que cena... estava de frente para o Vitor ele sorri e faz-me sinal com a mão que esta a gostar... pouco depois viu a colocar a cabeça para traz fechar os olhos e aumentando a velocidade da sua foda naquele cu (já todo aberto) avisa que se esta a vir, enterrando-se por completo no Moreno. O Moreno entratando diz que também se esta a vir e inunda a cona da Cátia. Pouco depois era eu que me vinha na boca do Moreno... Vitor já estava sentado no sofá a beber uma cerveja e a fumar um charro, quando eu tenho outra surpresa. O Moreno sai de dentro da cona da Cátia coloca o cu por cima da cara dela e beija-me na boca. Eu saboriava a minha esporra num belo linguado enquanto Cátia recebia na boca a esporra do Vitor saída do cu do Moreno... Foi uma Noite fantástica ‘Que Passagem de Ano!’.

Já era de madrugada quando foi dormir com a minha mulher toda melada, enquanto o Vitor foi dormir com o Moreno.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:08
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Massagens


Como de costume la ía eu para a bola duas vezes por semana. Um dia um conhecido meu liga-me a perguntar se gostava de jogar com a malta dele ao fim de semana, e eu...ok, but la.
La fui eu esse fim de semana jogar com eles futsal, os tipos eram barras a jogar a bola.Estavam a formar uma equipe, podia ser que eu ficasse la e eu , olha porreiro, campionatos, bora la... Treinos e treinos até que se soube quem ia ser a equipe na realidade.....fiquei de fora..mas olha na boa na mesma, O al conhecido vem ter comigo e diz-me.
-epa, descupa la mas a bola é mesmo assim, temos que ficar com os melhores, mas diz-me uma coisa. que tal seres o massagista da equipe, agente pagava-te o curso e tu corrias os campionatos conosco, pelo menos, olha nao da pra jogar mas...
OK, aceitei, la fui para o curso, tirei o curso e la fomos para o nosso primeiro campionato para o porto.
O tal conhecido vira-se para mim, então estas apto para massagens? e eu...Na boa.
-Na boa diz ele.
Claro, então o curso tem de servir para alguma coisa ou nao.
-ok, então but la a uma massagem para ver o que aprendeste.
La fomos.
despiu-se e la comecei a massagem.
-epa, faz a massagem como se eu fosse um jogador em fim de jogo.
OK, disse eu.
-La comecei, tava a meio da massagem a descontrai o quadricepe quando começo a ver a toalha que tava em cima dele com o tal alto, pensei eu, bem este tipo se o tem assim murcho, quando ta teso, é melhor fugir.
-Estas a gostar??
-Aprendeste umas cena. disse ele
e viro-me para ir buscar o gel para meter nas pernas, quando me volto o tipo ja tinha tirado a toalha de cima dele e estava de pau feito a bater uma...FIQUEI.....
FODAS DISSE EU...
vai ele na maior das descontrações mete a mão em cima do meu ombro e puxa-me em direcção ao pau dele e diz...MAMA, ESTAS AQUI É PRA MAMAR NAO PRA FALAR, VAIS VER QUE COM O PAU AÍ METIDO NEM CONSEGUES RESPIRAR QUANTO MAIS FALAR.
E faz força no meu ombro de novo, vinca-me a mão no pescoso e empurra-me a boca até ele.
Eu nem estava a acreditar no que estava a fazer, a mamar o pau do treinador. pensei eu, bem se a equipe sabe disso tou feito.
dei-lhe dei-lhe, e estava a gostar daquilo, vai ele com a maior das calmas diz assim: olha tou-me quase a vir, nem penses tirar daí a boca ouviste, nem penses, quero iso bem limpinho. Parecia um pau mandado a bombar em cima deleaté sentir aqueles jactos pela garganta a dentro. La acabei aquilo, sentei-me, nem estava a acreditar no que tinha feito.
Dia seguinte: 1º jogo
vem um jogador ter comigo: epa tou um bocado tenso, relacha-me aqui um pouco as pernas.
ok, disse eu.
La comecei o serviço bem rapido,pois tinha uma hora antes do jogo. Vai o tipo, vira-se para mim, ouve la o treinador disse-me que fazias umas mamadas que é m luxo, se calhar era mesmo com isso que descontraía, fiquei para morrer.
Ele disse isso, grande filha da mãe.
-ouve diz ele, ó me fazes uma mamada ou conto aos outros. e eu, sem resposta a olhar para ele .....fiquei completamente calado.
vai o tipo, baixa os boxeres ja de pau feito.
- va la, nao custa nada, ajoelha-te la vai ser rapido que tou com eles cheios....enfim....la fui
acabo, venho ca fora para mandar vir com o outro, e vai o treinador antes que dissesse alguma coisa.
-Olha pa, estas aqui para fazer mamadas ao pessoal antes e depois dos jogos, todos ja sabem por isso nao tens de stressar, vais ficar aqui 15 dias, todos precisamos dumas boas mamadas para começar, por isso calas-te bem caladinho e prepara la bem essa boquinha e esse rabinho por antes dos jogos é pra boca mas depois é para a bilhas...esta entendido?
NEM PARECIA EU...baixei a bola, fiquei na minha e a partir desse dia antes dos jogos, mamadas com fartura, era até doer os maxilares e a beber litros de leite, depois dos jogos mais parecia gang bangs, era por todo o lado. Hoje em dia ja não acontece mas recordo tudo aquilo com uma tesão brutal, bem vindas as massagens ......com a boca o cu

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:05
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Eu + Marido + 2 mulheres


O meu marido anda a tirar um curso de Shiatsu e tinha-me dito que desconfiava que duas das suas colegas eram bissexuais. Sendo nós swing e há muito que desejássemos estar não com um casal, mas só com uma mulher (duas é quase utópico), quando a turma dele se dividiu em grupos para realizarem trabalhos, o Pedro logo optou por ficar com as lésbicas que convidou para irem a nossa casa fazer o trabalho. Assim, num sábado à tarde chegaram ambas, a Laura e a Sara, e, durante algumas 4 horas estiveram a trabalhar. Convidámo-las para jantar na nossa casa e fiz eu uma comidinha picante; como já tinham terminado o trabalho, aceitaram regar o jantar com um bom vinho. No final da refeição, já todos quentinhos, começámos a falar (eu e o Pedro) dum site que encontrámos de massagens Shiatsu ao sexo (aliás já temos experimentado aquelas imagens/massagens que nos deixam loucos). Elas ficaram curiosas e eu fui buscar as folhas onde tinha impresso aquelas imagens, tanto as das massagens ao Homem, como à Mulher. Comecei por lhes mostrar, sempre todos na galhofa, as do Homem e não vi reacção de mulheres hetero; a seguir mostrei-lhes as imagens de massagens ao órgão sexual da Mulher e reparei que elas coravam e que se demoravam mais a ver. O Pedro, em tom de brincadeira, começou a dizer-me que as podíamos testar, como se nunca o tivéssemos feito e continuou a conversa, ficando mais sério, dizendo que eram (os 3) alunos de Shiatsu e que não tinha mal nenhum experimentarmos todo o tipo de massagens que se relacionassem com o género. Conversa vai, brincadeira vem, às tantas ouço-as a tentarem convencer-me a despir-me para que o Nuno as testasse e para que todos aprendessem. Discretamente, o Pedro já tinha posto uma música ambiente que se proporcionava ao efeito e eu, conversando como se fosse tudo muito natural, lá me fui despindo devagar, despindo-me completamente, revelando uma vagina depilada, facto que as fez ficar um pouco embaraçadas e deitei-me sobre a mesa. O Pedro pediu-lhes então que se aproximassem o mais possível e que lhe fossem dizendo o que viam nas imagens. Ter duas belas mulheres (elas realmente tinham um corpo espectacular, notando-se que praticavam desporto, além dum soutien 36 B e outro 38) e o Pedro a massajar-me o clítoris, as virilhas, os lábios vaginais, a enfiar-me os dedos… deixou-me obviamente muito excitada e a perder a vergonha, por isso, com muita lata, pedi-lhes que o ajudassem. Para meu espanto, elas não se fizeram rogadas e começaram elas a massajarem-me o clítoris e a enfiarem-me os dedos. O Pedro desviou-se um pouco, despiu-se e escusado será dizer que estava também ele em ponto de rebuçado. Porém, manteve-se à parte, observando a cena, massajando o seu membro viril e dando ordens. Ordens às quais elas obedeciam com a maior das prontidões. Assim, depressa elas se despiram e uma delas começou a lamber-me o clítoris enquanto me enfiava os dedos, de cu empinado, enquanto a outra, de joelhos, a lambia a ela. O Pedro não nos deixou estar assim por muito tempo; deitou-se sobre um edredon que colocou em cima do tapete da sala e chamou-nos; eu, então, sentei-me sobre o seu pau que não podia estar mais teso e elas deitaram-se ao nosso lado, beijando-se e apalpando-me as mamas e o rabo, deixando-me louca de prazer. Às tantas, uma delas sentou-se sobre a cara do Pedro. Estando eu a fodê-lo enquanto ele a lambia, virada para mim, chupei-lhe as mamas que eram bem redondas e rijas, ao mesmo tempo que os dedos da minha mão esquerda lhe massajavam o clítoris. A minha mão direita servia para esfregar o clítoris molhado e quente da outra que me apalpava as mamas. Mas a Sara, a que estava de pé, logo se foi colocar sobre a Laura que estava de joelhos na cara do Pedro para, também ela ser lambida pela amiga. Eu e o Pedro fomos os dois a ter o primeiro orgasmo. Mas quase nem tive tempo de me limpar do esperma do Pedro, pois a Sara empurrou-me a mão que tinha um lenço de papel e começou a lamber-me como uma louca, como se quisesse sorver todos os nossos líquidos, indo a Laura lamber os restos que tinham ficado no pénis do Pedro. Eu e o Pedro, ambos a ser lambidos, beijámo-nos e o sabor que tinha na boca era o da cona da Laura e isso excitou-me ainda mais. O Pedro compreendeu isso, enfiou os seus dedos na cona da Laura e deu-mos a saborear, esse gosto acre e doce deixou-me de tal forma entesada que puxei a Laura de forma a poder lambê-la. Estando de novo excitado, retirou debaixo duma almofada (surpresa!) um vibrador e deu-mo, colocou a Laura de 4 por cima de mim que lho enfiei na cona, enquanto a beijava na boca. Sara sentou-se no sofá, de pernas abertas, por cima de mim e deixou-se lamber pela amiga. Continuando com as surpresas, o Pedro deu outro vibrador à Laura que o enfiou na cona da amiga enquanto, simultaneamente, a lambia e, louca de prazer, sentiu o Pedro enfiar-lhe o caralho, cheio de gel, no cu. Cheia de ambos os lados, gritou: mais… mais… mais… e eu lhe enfiava e desenfiava o vibrador enquanto o Pedro também a fodia loucamente, sendo a Laura a terceira a berrar um orgasmo! Os gritos duma, os ais da outra, a excitação da cena deixaram-me de tal forma excitada que tive vontade que aquele momento não terminasse, apesar de achar que dificilmente me iria conter mais tempo. Assim, continuei eu a lamber a Sara e a introduzir-lhe o vibrador e um dedo no cu, enquanto o Pedro tirava o preservativo e se limpava. Achava eu que a Laura estava completamente KO, mas era uma louca e colocou-se debaixo da minha cona que quase explodia de prazer, puxando-me o rabo de forma a poder lamber-me. Senti então os espasmos de Laura, ouvi os seus uivos que me atordoaram; tirei então o vibrador e lambi o seu mel abundante até o Pedro me penetrar de forma bruta, ambos gritámos, em uníssono, um orgasmo espectacular.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:58
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Sexta-feira, 9 de Maio de 2008

Meu 1º Trio


Fui iniciado sexualmente ainda adolescente por uma amiga da minha tia (Luísa), era uma mulher muito bela e não resisti ao seu charme, era muito louca ao nível sexual e verdadeiramente aprendi tudo com ela, posso até dizer que a achava um pouco perversa.

A nossa relação durou cerca de 2 anos e meio até ela conhecer um namorado e decidir constituir família, apresentou-me então a um casal de amigos que precisavam um pouco de pimenta na sua relação.

O João e Ana , 53 e 47 anos respectivamente na altura. Eles queriam uma parceiro activo com ela e passivo com ele. A Luísa que desde o inicio me fez apreciar um dedo no cú viu que de certeza me encaixava no esquema, eu da minha parte achava que era preferível alinhar que ficar sem parceiro.

Assim fui convidado a jantar a casa deles num Sábado, comemos e falámos de banalidades, só depois de bebermos os digestivos entramos no tema, o álcool a ajudar, comecei no marmelanço com a Ana, depois de a chupar durante uns bons 15 minutos o João chegou –se a mim de disse que era a vez dele.

Embora fosse a 1ª vez que o fazia não tive qualquer problema em abrir a minha boca e deixar entrar o pau dele, estava meio teso e era suficientemente grosso para ter a sensação de boca cheia, comecei por chupa-lo como que se faz a gelado, mas quando começou a doer-me os maxilares comecei a variar e aí sim senti aquele pau a endurecer.

Entretanto, a Ana calçou uma luva de látex e com um gel de lubrificação começou a dilatar-me o cú para receber o marido, fê-lo com muita suavidade tocando-me de vez em quanto na próstata, o que me provocava sensações deliciosas, já me imaginava a ser enrabado.

Quando senti na boca o sabor doce da lubrificação percebi realmente que ele estava mesmo a gostar do que eu fazia, a Ana parou de me dilatar e disse “Ele está pronto”, ao que o João respondeu “Não sei se aguento”, e nessa altura segurou-me a cabeça com as duas mãos, sem nunca me magoar ou forçar manteve-me a cabeça no lugar enquanto se veio na minha boca, senti 3 golfadas de um liquido amargo espesso, talvez a sua idade já não permitia grandes de esperma, pelo que a quantidade me permitiu manter tudo na boca sem engolir.

Quando se retirou cuspi instintivamente nos lençóis com uma sensação desagradável na boca, a Ana veio logo em socorro e deu-me a beber um pouco de whisky e a coisa passou.

O João disse que por agora já tinha a sua dose e para nos divertirmos. Como já não estava teso a Ana chupou-me e depois fodemos que nem uns loucos até nos vir-mos.

Voltamos a forder mais 3 vezes durante a noite e fui de facto enrrabado pelo João enquanto a Ana me chupava embora não conseguisse manter a tesão acabei por me vir na boca dela.

Foi o inicio de uma relação que durou cerca de 5 anos até decidir casar-me, no entanto, esta noite, ficou para mim como uma das melhores e que ainda recordo e que voltava a repetir. Alguém????
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:09
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