Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

Vendo as Estrelas


Estive há uma semana no algarve, em faro na zona das piscinas. Dali podiam-se ver as nuvens de fumo que atravessavam a serra e eu ia mts vezes observar os progressos do combate. Uma noite enquanto olhava para o céu já mais clareado , reparo num carro estacionado ao lado das piscinas( que é uma zona com muito pouco movimento). Ao inicio nao dei grande importancia e pensei que alguem tivesse estacionado ali, ou que fosse alguem a fumar um cigarrito.Mas conforme os meus olhos se ajustavam á fraca luz, reparei em duas cabeças fora do automovel. Parecia que estavam apenas na conversa...mas fiquei mais curioso e fui vendo. ao fim de um pouco encostaram-se á parte de trás do carro com ela pendurada no pescoço dele a beija-lo e de seguida ela foi para o muro das piscinas, virou-se de costas para ele e arqueou-se, e ele foi ter com ela e após alguns movimentos começou a mexer as ancas enquanto ela se agarrava ao muro, com tudo aquilo ja eu tava com um tesao bem grande encostado á varanda, quase querendo ir para lá. Continuaram durante uns 3 minutos e depois ela virou-se ao contrario ele encostou-a ao muro e ela enrolou-se á sua volta e ficaram assim mais uns minutos, depois soltaram-se e ela foi para o carro seguida dele. Nao consegui ver mais porque no carro ja era demasiado escuro para conseguir ver, mas que foi algo bastante erótico foi :)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:21
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A empregada


Vou contar uma história que se passou comigo à mais de 10 anos, tinha por volta dos 16/17 anos. Minha mãe é comerciante e tinha uma empregada, que devia ter os seus 20 anos, e como ela era de fora estava hospedada no local do comercio (no 1º andar era a nossa antiga habitação). Pouco tempo depois de ela estar a trabalhar começamos a dar-nos bem, no verão seguinte estava de férias e ia muitas vezes à piscina da minha cidade, pelo que andava sempre de calções e com um bronze estupendo e ela começou-se a meter comigo (quando ninguém estava por perto) e eu como já gostava de uma bela febra e ainda por cima mais velha que eu comecei a entrar no jogo, mas sempre na brincadeira.
Até que um dia vindo da piscina fiquei sozinho numa sala de espera, bem instalado no sofá quando ela começou a a meter-se comigo, a dizer como estava bronzeado e passava-me a sua mão nas minhas pernas, pelo que comecei a ficar excitado e eu com receio que viesse alguém fui à casa de banho, quando regressei ela ainda lá estava a fumar um cigarro e tinha reparado no meu estado, assim que entrei meteu a sua mão no meu caralho, apertou e disse "olha como estás bem servido, ficas-te assim por minha causa? eu respondi-lhe que sim e apalpei-a" mas ficamos por ali.
Passamos vários dias assim, a qualquer momento a sós lá começavam as "brincadeiras" até que um dia disse-lhe que queria estar com ela a sós e combinamos eu ir ter lá a casa à noite pois estava sozinha (minha mãe não queria que ela levasse homens para casa).
Por volta das 23.00h lá fui eu sem fazer barulho para que nenhuma vizinha me visse e entrei, ela estava de camisa de dormir mas sem mais nada por baixo, fiquei logo cheio de tesão, entrei para a sala sentei-me no sofá e ao meu lado, conversamos um pouco, ela disse-me que tinha que ficar em segredo por causa do emprego (aí se a minha mãe imagina-se!), depois começou a festa, veio logo para cima de mim comeu-me todo, fez-me o melhor broche do mundo, e eu retribui, tb a lambi toda e chupei-lhe bem a sua rata, e ela adorava, gemia por todo o lado e torcia-se toda, foi neste dia que fiz o meu 1º 69 e adorei. Depois comecei a comê-la (ou ela a mim)trocamos de posição várias vezes, tivemos 2 horas a foder, sem parar, ela já estava dorida das trancadas que levava, mas eu, jovem, cheio de vontade nem queria parar, mas teve que ser. Só não lhe comi o cu, porque naquela altura ainda sabia pouco. Foi excelente sentia-me um homem, pois acabara de foder uma mulher mais velha que eu. Isto continuou mais algum tempo, de vez enquando lá ía eu, mesmo depois de ela começar a namorar (com o seu actual marido) eu ía ter com ela depois de namorar, ela deixava-a à porta de casa e já estava eu à espreita para entrar e foder-lhe a namorada.
Logo conta mais uns cenas reais que já está a ficar uma história longa.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:18
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O encontro


Há algum tempo a traz e depois de umas aventuras, as coisas começaram a ter um caminho que eu nem imaginava, depois de Manuela, ouve um dia em que a Rita me ligou dizendo que queria ter uma conversa comigo em particular, combinamos então encontra-nos num cafezinho perto da praia com uma esplanada, quando lá cheguei pedi um café e um whisky e sentei-me numa mesa em que ficava de costas e não dava para ver quem entrava, passados alguns minutos sinto uma mão passar-me no ombro e apertar, era a Rita que tinha acabado de chegar, olá disse-me ela com um grande sorriso, olhei e nem queria acreditar, posso sentar-me, claro respondi-lhe eu, queres um café ou preferes outra coisa, olha vou beber o mesmo que tu, levantei-me e fui ao bar pedir, esta mulher está uma brasa, nem queria acreditar, a ultima vez que a tinha visto foi no dia dos anos dela na discoteca, bem com quarenta e poucos anos ela arruma qualquer garota de liceu, ela está deslumbrante, eu estava maluco porque realmente tinha motivos para estar, sentei-me e perguntei-lhe se estava tudo bem com ela, ao que me respondeu que sim que tinha estado num jantar com umas colegas e depois tinha ido para ali, e que se soube-se tinha dito ás amigas para virem também porque até se esta bem aqui e é agradável, foi então que eu sugeri que ela liga-se a elas, acho que elas vão adorar porque aqui está agradável disse ela sorrindo, tivemos um dia muito cansativo, mas valeu pelo jantar, acho que merecemos um bocadinho de animação, faz bem de vez em quando, então e o Zé perguntei-lhe eu, Rita sorrindo disse-me foi a Lisboa tem uma formação, só chega na quinta-feira então estás solteira novamente, mais um sorriso e um pegar tremulo no copo de whisky, sem saber o que responder, estás tudo bem ou tens alguns problema com o Zé.
Não, o normal o que a conte-se com muitos casais aquela parte menos boa, mas preferia não… bem tu é que sabes deixa lá, enquanto isso chegaram as duas amigas, Rita fez-lhes sinal e elas vieram sentar-se na nossa mesa, a conversa foi tomando vários rumos e ia-se bebendo e fumando cada vez mais, dava para ver que havia algo diferente em Rita porque ela estava sentada virada para mim e de vez em quando traçava a perna hora para um lado hora para o outro no que se podia ver umas pernas bem feitas e uma cuequinha encarnada onde se notava uma mata bem apetitosa para se poder desbravar, num destes movimentos Rita apercebeu-se que eu olhava e maliciosamente pescou-me o olho e disse-me, então que tal, eu fiquei sem saber o que dizer, mas já que não se pode ter ao menos o que é bom é para se ver, estes homens são todos iguais, há muitos que tem e não sabem aproveitar o que tem e ainda por cima querem o que não conseguem satisfazer, espera respondi-lhe eu, … Não, não estou a falar de ti, estou a falar da generalidade, bem acho que o melhor é mudar de assunto, eu continuava intrigado porque ela é que me tinha ligado a combinar e ainda não tinha dito nada. Sabes já se está a fazer tarde e amanhã é dia de trabalho, eu sei disse Rita, desculpa me eu queria tanto falar contigo e agora mais que nunca, anda lá vamos até há areia e assim anda-mos um pouco e podemos falar, mas é assim tão importante que não possa ficar para outro dia, é tem que ser hoje porque já ando a adiar isto há mais de dois meses desde a festa dos meus anos e agora que tomei coragem não posso deixar que fique assim, mas o quê! ... Explicas-me disse-lhe eu, Rita tirou os sapatos e metendo os pés na areia disse-me: “Está ainda quente, adoro sentir este calozinho e depois molhar os pés, experimenta vais ver que é uma sensação única, é como as mulheres, cada uma tem uma maneira muito especial de ser e de amar.”
Onde é que queres chegar, eu prefiro ver estas diferenças com as mulheres,” Ai sim!..” cada uma é diferente, a sensualidade o cheiro, a pele o sabor de cada beijo, é melhor eu não dizer mais nada, Rita olhou para mim com um sorriso meio provocador e disse-me:
“ Eu sei de tudo o que se passou contigo e com a Manuela!...” Mas sabes o quê, perguntei-lhe eu. “ Tudo o que se passou com vocês e o que se vai passando ás vezes.”
Desde a boleia que te demos da discoteca e aquela confusão por causa da policia, eu reparei como a Manuela se chegou para a frente no banco do carro, e como ela se continha para não dar nas vistas, e mesmo depois quando ficas-te em casa dela, eu perguntei-lhe e ela não teve como negar e confirmou-me tudo. Sim e depois, onde queres chegar. Rita sentou-se na areia, puxou a saia para cima e disse-me: “ Eu quero que me faças o mesmo que lhe tens feito, porque quero saber se é tão louco como ela me disse.
Bem eu nem queria acreditar no que se estava a passar diante dos meus olhos, Rita tinha puxado a saia para cima e tirara as cuequinhas. Vem anda comer-me a racha, não penso em outra coisa desde o dia em que ela me contou tudo o que lhe tinhas feito, e só de pensar fico toda húmida e a escorrer. Rita esfregava a vagina com os dedos e dizendo-me vem, vem por favor, tenho sonhado com isso todos os dias, e enterrava os dedos gemendo.
Eu já nem sabia o que fazer, estava com uma tusa e disse-lhe: “Se é isso que queres tudo bem, mas acho que aqui no meio da praia não é o local melhor para eu te comer esta coisa boa, vamos até ao meu apartamento.” Rita levantou-se baixando a saia e levando os sapatos e as cuequinhas na mão, fomos a caminho do carro que estava parado mais há frente.
Sentou-se e puxou a saia para cima continuando a mesturbar-se e apalpando-me mesmo por cima das calças o meu mastro, quando chega-mos e logo que entra-mos no elevador Rita abriu-me o fecho das calças e começou a mamar-me.
Que belo pau que aqui tens, ela não se enganou em nada quando dizia que tinhas uma verga gostosa, a Manuela tinha razão, dá-me quero todo na minha boca.
Nunca tinha visto uma mulher assim tão doida e cheia de tesão como Rita, despiu-se muito rapidamente deixando o resto da roupa pelo chão, sentou-se no sofá abriu-me aquelas pernas e disse-me:
“Quero primeiro que me comas a cona, estou cheia de tesão, nem imaginas, tenho fogo dentro de mim, vem apagar esta chama com esta tua mangueira.”
Despi-me e ajoelhei-me em frente dela, comecei por lhe por um dedos pela cona a dentro, Rita torcia-se e pedia mais e mais, então resolvi que a ia fazer sofrer, comecei lentamente a passar-lhe a língua pelo clítoris que estava encarnado e inchado de tanto desejo, Rita empurrava a cabeça de encontro ao seu clítoris e pedia-me mais e mais, foi então que resolvi enfiar-lhe o meu pau que estava com um tesão que já não dava para aguentar mais, enterrei-o todo de uma só vez, Rita gritou e estremeceu gritando que assim é que era bom, dá-me todo, comecei a bombear num vai e vem mais rápido e Rita começou a gemer e a gritar que ia ter um orgasmo, comecei a lamber-lhe as mamas e a beijar-lhe percorrendo o corpo todo, passei-lhe a língua pelo seu buraquinho do ânus que parecia uma rosa e palpitava de desejo de ser penetrado, Rita continuava a introduzir hora um hora dois dedos na vagina e esfregava o clítoris, enfiei-lhe um dedo no ânus e ela pediu-me que a penetra-se pois queria saber qual o prazer que dava levar com uma verga no trazeiro.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:17
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Casa de Meninas


Olá amigos
Mais uma vez cá tou a contar as aventuras desta vossa fodilhona, que só pensa em ter prazer.
Sempre tive um desejo, ir a uma casa de putas e foder com uma juntamente com o meu namorado.
Finalmente conseguimos concretizar o nosso sonho e fomos a uma dessas casas, vesti uma saia curta, com um cinto de ligas por baixo, e um top justinho, só por isso o meu namorado teve que me dar logo uma foda em casa, pois quando me viu ficou cheio de pau.
Chegamos lá, e por sorte havia pouca gente, para ai uns 10 homens que tavam quase todos ocupados com as moças. sentei-me mais o meu namorado no sofá do canto. quando me levantei para ir ao balcãobuscar bebidas todos os olhos cairam em mim. sei mesmo fazer de puta!!!!
encostei-me ao canto do balcão e veio a empregada servir-me, nisto sinto uma mão mechendo-me nas pernas, virei-me e vi que era um homem dos seus 60 anos, que me acariciava, olhei para o meu namorado, que já dava conversa a uma mulher, isso excitou-me e começei a mexer no caralho do velho, que depressa ficou teso, puxei-o para fora das calças, e ali mesmo fiz-lhe uma punheta sem que os restantes vissem, o homem depressa se veio e pagou-me uma bebida, retribui-lhe com um beijo e fui-me sentar.
O meu namorado carlos já acariciava a cona a uma mulher e isso excitava-me, ela disse-me o patrão quer falar com vcs e pediu para aqui vir chamar-vos, sou a mulher dele.
Isto aquecia, fomos para o reservado e lá estava o patrão, um homem de 30 e tal anos, que me cumprimentou e perguntou porque fomos aquele sitio, mas nisto percebendo já o que se passava, começou a apalpar os seios, vendo que estavam duros, e mosutrou-me que o meu namoradoe a sua mulher não perderam tempo, e realmente quendo dei conta já o carlos chupava a cona a mulher do patrão, nisto reparo no pau do patrão e começoa a mamar nele, fazendo~lhe um monumental broche. Esporrou-se na minha boca, enquanto o carlos fez o mesmo a mulher do patrão.
De seguida não saciada, pus de novo em pé o pau do patrão e pedilhe que me fodesse o melhor que sabia, e que bem que o gajo fodia, fodeu-me toda, o meu carlos, parecia tb tar a gostar da cona da mulher do patrão, ela gemia que se fartava. Pedi ao patrão que me fodesse o cu "fode-me o cu, faz de mim a tua puta" e le não se fez rogado e só de uma estocada meteu 20 cm de carne no meu cu, o carlos que tava de frente para mim, imitou-me e enrabou a mulher do patrão.
Pedi ao carlos e ao patrão que se esporrasem
na minha boca dizendo a Carla, que depois os poriamos de pé outra vez, os dois para ela, assim foi encheram-me a boca de esporra, adorei, depois fizemos uma mamada nos dois, rapidamente se ergueram e vieram-se no cu da carla, assim ela o quis.
A paródia ainda nao tinha acabado, o patrão e o carlos sairam, o carlos contou-me que foram dar uma foda em duas pretas deliciosas que lá trabalhavam, quando le me contou isso em casa, tive que lhe fazer logo um broche, eu e a carla ficamos no reservado, ela pergunta-me ficas-te satisfeita, podemos brincar mais, e puxa-me de um caralho de borracha enorme com duas extremidades, cerca de 50 cm e para ai 5 cm de diametro, não resistimos engolimos o mais que podemos daquilo , na nossa cona e cu até nos vir-mos vezes sem conta. foi maravilhoso, adorei a cona da carla.
Desde desse dia ficamos intimos dos donos e muitas vezes vamos lá fazer as nossas perversões eu e a Carla inclusive atendemos clientes especiais, e garanto ng sai mal servido, e o carlos adora foder a carla.
Beijinhos, espero que haja casais interessados em nos conhecer

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:14
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Ofereci a Beta


Vi na passada semana um relato no vosso magnificio Blog, ao qual dou desde já os meus parabéns, e que me fez sentir o desejo de contar algo que se passou comigo há cerca de três meses e meio, quando estivemos eu e a Beta, minha esposa a passar uns dias de férias numa praia próximo de Barcelona. Estamos casados há quase 15 anos, temos eu 37 e ela 33 anos, e um casal de filhos. Este ano eles quiseram ir passar 15 dias à Figueira da Foz com os primos e aproveitámos para ir sozinhos até Espanha.
Devo aqui referir que há mais de 3 anos ando a tentar "fazer a cabeça" da Beta, para ménage-a-trois, mas talvez devido à sua educação, tenho batalhado em vão. Beta é assim para o magro, alta, loirinha e com umas maminhas muito proporcionais o que fz dela uma tesão de mulher.
O facto de tentar "livra-me" dos nossos filhos e ir para Espanha, não foi de modo algum inocente, pois pensei que ela estando ali num ambiente desconhecido se libertaria, e com um pouco de persuasão da minha parte poderia ser que conseguisse ver finalmente a minha fantasia satisfeita. Pelo meu lado (e creio que isso se passa com muitos homens pelo que tenho lido aqui na net) sentia uma tesão danada cada vez que pensava na Beta com outro macho e quando falava com ela sobre isso dávamos umas fodas excepcionais (pelo menos de minha parte) e ela até dizia que eu já precisava de fantasiar sobre isso para ter tesão, pois via que quando lhe falava em me pôr os cornos ela notava que ficava com a piça muito mais dura, mas dizia, que se se proporcionasse uma oportunidade eu não deixaria, pois além de ser ciumento, antes e durante as fodas falava muito em envolvimentos dela, mas no fim, quando me vinha, calava-me (o que é verdade, pois por vezes até sentia vergonha de lhe ter pedido isso). No início deste ano comecei a ser mais incisivo, ela chamava-me corno, cabrão, etc (sempre e só quando estavamos apenas os dois), e por vezes quando estávamos em roda de amigos e contávamos anedotas, ela contava sempre anedotas de cornudos, o que me deixava com ar de cornudo à frente daquela gente toda, mas creio que ninguém suspeitava, até porque ainda não o era. Uma vez, até veio com esta, que me deixou desconcertado: "Em Portugal os homens estão todos virados, metade são paneleiros e a outra metade são cornudos". Haviam vários casais e todos nos rimos e as mulheres todas concordaram, o que me deixou perplexo, pensando que se calhar todas elas andavam a pôr os cornos aos cabrões dos maridos.
Mas, voltemos ao caso que quero aqui partilhar:
Em espanha, ficámos num apart-hotel e na praia vimos alguns bons exemplares de machos e eu fui tentando forçar a barra para ela dar a coninha a outro. Todos os dias fodíamos, ela vinha sempre tesa da praia e na terceira noite disse-me que tinha visto quando um tipo estava a mudar de roupa (a vestir-se para se ir embora, com a toalha amarrada à cintura, que ela estava a olhar e viu-lhe o mangalho, e disse que mesmo teso era bastante grande e deu uma foda valente a pensar nisso. No final disse: "Então corninho já te viestes e agora, sempre queres que eu foda com outro?" Eu disse-lhe que foi para isso que tinhamos ido tão longe e ela disse que o faria, mas seria à maneira dela: "Olha, ponho-te os cornos para não me chateares, mas vais ter de fazer o que eu quiser - vou-te amarrar enquanto estiver a foder com o outro, porque senão já sei que quando te vires que o tipo me vai mesmo foder toda, és capaz de sentir os cornos e quereres interromper, e quando estou tesa nada me faz voltar atrás".
Concordei !!
Disse que iria ver se o mesmo homem lá estava na manhã seguinte, pois a pôr-me os cornos seria com alguma coisa que se visse, para pequena bastava a minha. Quando chegámos de manhã, ela disse-me que ele estava lá e quem era, e eu disse-lhe que iria passear na areia da praia e para um barzito que ficasse à vontade e se gostasse realmente dele que se insinuasse e marcasse encontro para a noite no apart-hotel, onde tínhamos um pequeno estúdio. Regressei três horas mais tarde, com uma tesão que até doía, a pensar na eventualidade dela ter tido tesão súbita e ter ido mesmo foder com ele sem a minha presença. Quando a vi, disse-me que tinha falado com ele, que até era brasileiro e foi mais fácil convidá-lo para jantar, já que de algum modos havia afinidades e assim ele não suspeitaria que seria só para foder, e que durante o jantar ela avaliaria se realmente queria ir até ao fundo. Ao final da tarde ela quiz ir fazer umas compras sozinha e quando regressou foi tomar banho e entretanto chegou o nosso amigo. Mandei-o entrar, apresentámo-nos, ele disse estar ali ainda mais três dias, que era médico e tinha estado numa comvenção e que aproveitou uns dias na praia, era casado, morava em S. Paulo, chamava-se Sérgio e tinha 28 anos. Era muito simpático e falador.
Ela acabou o banho, veio com uma mini-saia muito curta que nós chamamos "saia de puta" e que estava implicito que seria com essa que ela um dia me poria os cornos, e ao vê-la com ela, pensei logo, hoje é mesmo o dia. Fomos para um restaurante e depois dos primeiros quinze minutos vi que ela estava mesmo decidida a foder, e para que se não arrependesse, disse ao Sérgio as nossas intenções, e até que se quisessem poderiam ir farfalhando, fazendo como se fossem eles o casal e eu faria o papel de amigo, já que ninguém nos conhecia e muito dificilmente alguem de Setúbal estaria ali naquela praia, mas se por acaso entrasse alguém conhecido eles teriam que se comportar como amigos. Mo regresso do restaurante depois deles terem estado quase a comerem-se, tambem só lhe faltou foder no meio da rua, e eu estava num misto de tesão e ciúme (quem esteve neste papel pode avaliar), sobretudo ao pensar que se calhar ela iria gostar mais de foder com o amante do que comigo, e as inevitáveis comparações que depois viriam, pois ela duas ou três vezes fez questão de lhe tirar o chicote para fora, quando estavamos assim junto à areia da praia, pois ele tal como eu só levava bermudas pois estava muito calor, e com as bermudas era só tirar o chouriço puxando a perna da bermuda.
Chegados ao apartamento ela deitou-se na cama, a saia subiu (como disse era curta) deixando à mostra a coninha toda (só ali vi que ela não tinha levado cuecas, pois quando ela saiu da casa de banho antes de irmos ao restaurante o Sérgio já lá estava no apartamento e não deu para eu brincar nada com ela). Aí, fiquei a saber que no restaurante o Sérgio já lhe tinha aberto bem o grelo com as mãos, e ela sisse: "Corninho querido, agora és o que sempre quiseste ser, só me falta mesmo foder com o Sérginho, mas tenho-te a vaisar que só temos uma camisa (ela nãp toma pílula), e tens duas opções: Ou vais à farmácia buscar uma caixa de camisas, e com a tesão que estou perdes a primeira foda que vamos dar, ou fodo assim (porque vamos dar mais do que uma) e o Serginho esporra-me toda, mas se por acaso fcar grávida, assumes. Fiquei fodido por nao me ter lembrado da porra das camisas durante a tarde enquanto ela esteve nas compras pois fiquei no apartamento a ver televisão e a pensar no que ia acontecer que não me lembrei, embora sempre pensasse que quando ela fodesse com outro, ele não a esporraria (era o que tinhamos combinado), pois aquela cona era para ser só esporrada por mim. Fiquei num dilema, esporra doutro na cona e ainda o risco de gravidez. Bem sei que se fosse e lhes pedisse que esperassem eles com a tusa que estavam (já se estavam a despir) não esperavam de certeza e eu não queria de modo algum perder as fodas dela, pois uma das satisfações em ser cornudo era poder assistir a ela a vir-se com outro homem. Como a ser corno queria estar presente mesmo, arrisquei e disse-lhe que fizessem assim (sem rede como dizia ele). Eles já estavam nus, ela disse-me então que lhe vestisse umas cuecas que tinha comprado (eram amarelas com um buraco no sítio da cona), que eram uma recordação que ela iria guardar das fodas do Sérginho e que ficariam na minha gaveta da mesa de cabeceira em casa para eu todos os dias me lembrar do cornudo que era. Vesti-lhe as cuecas e ela não me deixou apalpá-la muito e começou a despir-me (era o único que ainda estava vestido), e disse-me que comforme combinado ia ser amarrado para não lhe estragar a festa, pois disse ao Sérgio que eu sempre tinha muita tesão quando fodiamos a falar nisso, mas quando me vinha e ficava murcho dizia sempre que era só fantasia e não a deixaria foder com ninguém, etc. etc e já que tinha ido até ali, ía até ao fundo. Pediu ao Sérgio que a ajudasse a amarrar-me, fez comentários à minha tesão: "estás com tesão de cornudo, mas depois de sentires os cornos já ficas murcho, mas depois já ninguém tos tira, cabrão". Isso, surpreendentemente e o facto de estar à sua merc~e, fez-me ficar bem teso. Afinal durante a tarde quando ela foi às compras foi comprar as tais cuecas amarelas e corda e fio de nylon para me prender. Amarraram-me a uma cadeira, com as mãos atrás das costas, amarraram a cadeira à sanita da casa de banho, e com um fio de nylon ela amarrou-me os tomates à trave de baixo da cadeira e ainda me amarrou os dois pés juntos, o que já não era necessário, e disse-me que se tentasse levantar-me com a cadeira, como estava amarrada à sanita, puxaria os tomates e se puxasse muito ficaria sem eles ou como ela dizia "capas-te sozinho, cabrão". Fiquei com os tomates bastante justos à cadeira, amarrados pela parte da frente e de trás, e se puxasse concerteza que os deixaria em cima do tampo da cadeira.
Eles voltaram para a cama, começaram nos apalpanços, a fazer 69, ela ainda com as cuecas e ele a fazer através da racinha e foram aquecendo até que ela a fodeu com ganas. Creio que nos dois apartamentos (um de cada lado) ficaram a saber que ela estava a levar na cona, tal era o barulho que faziam apesar de termos ligado música. De vez em quando ela olhava para mim e dizia algo do género "então como é que o meu corninho está a gostar" e ele alinhava chamando-me de corno, manso, viado (que é o termo que eles usam para paneleiro), etc. Foderam em várias posições, e ela teve vários orgasmos e eu sem poder acariciar sequer a piça (sempre pensei numa situação dessas estar a fazer punheta e não estar amarrado) apenas podia olhar. Então ela vestiu a saia de puta que lhe não tapa quase nada, puxou-a para cima como que a não ter nada, tirou as cuecas (até ali ele fodeu-a através das cuecas), e disse-lhe vamos fazer a vontade ao corno, eu tinha-lhe prometido que quando fodesse com outro seria à canzana (para não haver muita intimidade), por isso dá-me uma na "posição do corno". Quando ela se estava a vir, eu mesmo sem tocar na piça, esporrei-me todo (nunca pensei ser possível sem fazer punheta). Esporrei para o chão, para a cadeira e para cima de mim e para os meus tomates e quando eles viram que me tinha vindo também, fartaram-se de gozar "olha o corno veio-se sem ninguém lhe tocar", e ela "então ó cabrão não tens vergonha de esporrar os teus próprios colhões, ou já te capaste?" Foi humilhante, estar ali, já murcho, amarrado, com os tomates e a pintelheira esporrados, e ainda o macho que a estava a foder, a gozar com a situação, mas devido ao inusitado da situação voltei a entesar-me e eles disseram "vamos voltar às nossas fodas que o cabrão quer ver mais". Eu então pedi-lhes que visto que já não havia regresso, já tinha mesmo dado várias fodas com o Sérgio, que me desamarrassem e deixassem entrar na festa e ela dizia: "levanta-te e vem. Já és cornudo e se ficares capado qual é o problema? Se calhar agora vais-me ver a foder com mais homens e por isso não precisas desses colhões de merda para nada". Continuaram a foder, e ela no final foi à parte da cozinha (como disse era um estúdio), trouxe uma faca, agarrou-me os tomates, esticou-os tanto que estavam luzídios e quase a sair do saco, e disse: "Vá, diz adeus a esses colhõezitos que são muito mais pequenos que os do Serginho e isso a que costumas chamar chicote, mangalho, caralho, etc, vais começar a chamar pilinha", pois não passa disso, comparada aqui comeste pição que já me deu uma boas fodas. Olha o cabrão está bem teso, até parece que deseja ser capado. Então estás a ver que os colhoezitos vão para o béléleu e continuas teso, corno? Não tens mesmo vergonha. Vou-te capar os colhões e o saco, vais ficar sem nada como costumam fazer aos bois. Se te tirar os colhões para que é que queres essa pele do saco aí pendurada?" Depois de me puxar bens os tomates, estava a ver que mos arrancava a sangue frio, e de lhes bater um pouco com o cabo da faca e apertá-los até eu ganir de dor, disse: "Olha, és um corno manso e só não és um eunuco agora, porque não gosto de ver sangue, mas considera-te como se tivesses sido capado pela tua mulher á frente do primeiro homem que te pôs os cornos". Continei amarrado, eles continuaram a foder durante umas duas horas mais e depois ele foi embora e marcaram continuar no dia seguinte.
Depois do Sérgio sair, a Beta veio ter comigo, desamarrou-me e mostrou-me a coninha toda vermelha de tantas bordoadas ter levado e toda a pingar leite das esporradelas, e disse-me que o fodesse para juntar a minha esporra à dele e eventualmente haver alguma hipótese do filho ser meu, mas que gostaria mesmo que fosse do Sérgio, e se fosse rapaz que fosse bem abonado como o pai. Esse seria o preço que eu iria pagar por andar há mais de três anos a pedir-lhe isso.
Eu claro, fui para cima delam ela pôs-se a fazer festinhas nos meus tomatitos que me doíam por os ter puxado algumas vezes na cadeira e pelo tratamento que ela lhe tinha dado depois, e depois de a cavalgar durante um bocado, a reter ao máximo a ejaculação, vim-me como nunca tinha vindo antes, e com o desejo que os meus espermatozóides ultrapassassem os do Sérgio que já tinham partido muito antes. Ela disse que eu deveria ter visto a minha cara quando ela trouxe a faca me agarrou os tomates e ameaçou cortá-los. Disse que foi de mais, que devia ter gravada, e que a entesava ter apertado os colhões à frente do Sérgio para que ele visse bem que eu era um corno muito mansinho e que ela me dominava pelos colhões sempre que quisesse.
Bem, no dia seguinte e no outro, ela continuou a dar as suas fodas (ele foi embora e nós continuámos mais três dias (mas não houve mais nenhum caso). Nos outros dois dias com o Sérgio não voltei a ser amarrado (já não havia o perigo de querer interromper, segundo ela), e participei com ela a foder um e chupar outro, etc. No último dia eles dormiram os dois na cama e eu fiquei no sofá do estúdio e eles "obrigaram-me" a lamber a cona dela com a esporra dele, o que diga-se em abono da verdade sempre me dava nijo quando ouvia relatos de maridos que lambiam a esporra dos amantes das mulheres, depois destes as foderem, e sempre pensei que era muito nojento e nunca o faria (a minha fantasia era mesmo só vê-la a levar na cona), mas o certo é que fiz, e gostei ...
Bem, o relato está muito longo, mas quero dizer que foi uma grande tesão, já passaram mais de três meses e não voltámos a repetir (agora e ela que pergunta quando é que quero ser encornado de novo), e felizmente ela não ficou grávida, embora nos três dias com o Sérgio nunca tenha usado camisa, e foi em média esporrada seis ou sete vezes (pelos dois, claro), e no último dia como dormiu com ele na cama, levou mais pois ouvia-a toda a noite a gemer e nem me soube dizer quantas fodas levou. Nessa noite fartaram-se de me humilhar chamando corno, cabrão, manso, capado, boi, etc., e ele disse-me que no próximo ano a deveria ir deixar passar 15 dias ao Brasil que ele a mandava de volta outra vez prenha, etc, etc. É claro que desta ele se enganou pois não engravidou como disse.
Antes, pensava que os portugueses eram muito ciumentos e não entravam nesta de dar a mulher ao parceiro, mas somos como os outros, e posso assegurar-vos que é uma tesão danada ver a nossa querida a levar na cona à nossa frente, e também como sou tesudo, espero que me calhe um dia uma cona de outro para foder, e se houver alguém que queira partilhar a sua mulher para dar umas voltinhas comigo, escreva-me para

jd955@hotmail.com.

Caso, a Beta vá ao Brasil no próximo ano (assunto ainda a ponderar), aqui estarei para relatar de novo, mas caso vá, quero que tome a pílula (o que ela não quer pois diz que faz mal), pois não sei o que o filho de outro homem com a minha mulher poderá mexer com o nosso casamento, e mais vale prevenir que remediar, pois a tesão de momento não vale o que se poderá estragar o resto da vida.
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Terça-feira, 22 de Abril de 2008

Menage no Colombo


Tudo começou pq há uns anos atrás 1 amigo me contou que costumava engatar gajos no wc...
Com a curiosidade com que eu andava, não perdi muito tempo para também tentar, e em pouco tempo já guardo algumas histórias por ali passadas.
Esta foi no Colombo...
Era mais um dia normal em que decidi lá ir para ir comprar qq coisa... mas com a tesão com que costumo andar e com a curiosidade da novidade, lembrei-me de dar 1 pulinho ao wc do 1º piso.
A caminho dela, já me esfregava todo só de pensar que podia acontecer alguma coisa. A escadaria que nos leva ao wc superior parecem ser centenas de degraus, que só apetece subir a correr... e assim foi... Quando lá entrei deparei-me com uma situação algo caricata. O wc estava vazio com apenas 2 homens no urinol muito comprometidos com o facto de eu ter entrado. Fingi que não tinha reparado e fui mijar ao lado deles... Durante esse momento, não resisti e acabei por olhar para a pila de um deles e vi que era bem grossa e que estava bem tesa... Por outro lado, o gajo que estava ao lado desse também estava de pau feito, apesar de não ser tão interessante... Apercebi-me que provavelmente estaria ali a mais, mas quando estava prestes a sair, aqueles 2 dirigiram-se para um cabine com sanita e acenaram para me juntar a eles...
Apesar de reticente, juntei-me pois a situação era 1 verdadeira aventura, e eu adoro transbordar adrenalina nestas situações...
Quando fechámos a porta o gajo da piça grossa baixou as calcas e pôs-nos a mamar aos 2... Durante uns 3m, mamámos akele pau grosso com mt saliva a mistura...
Eu nem estava a acreditar nakele filme... fechado num wc com + 2 gajos... havia de ser lindo se 1 seguranca entrasse por ali... Mas não pensei mais nisso e optei por tb dar de mamar ao menino que tava de joelhos... akele doido estava com o cio, haviam de ver a sofreguidao do homem a mamar os 2 paus...
Mt perto de me vir, avisei a ambos que estava próximo, eles assentiram e 1 explosão de leite brotou para dentro da boca daquele que estava de joelhos...
Com este cenário de cliché pornográfico, rapidamente apertei as calças e saí da pekena cabine... Lavei as mãos e a boca, penteei o cabelo e saí sem nunca mais ver akeles 2 cromos... A caminho da loja para comprar o que necessitava pensei...
"estes gajos do colombo sao mt inovadores, fazem cada uma no wc..."
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:57
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Nupcias Invulgares


Os amigos chamam-me Guidinha e vou hoje começar a contar-vos alguns dos trechos mais interessantes da minha maravilhosa vida, que, para todos os efeitos práticos, se inicia com a minha boda, com o homem mais espantoso que me foi dado conhecer – o meu Ruben…
Bem instalada na poltrona da executiva, em viagem de núpcias para as Caraíbas, não pude evitar um leve sorriso, ao recordar alguns dos pormenores do meu casamento que me surpreendeu não só pelo inesperado, como pelos detalhes francamente únicos. De resto, tudo no meu maridinho, era diferente. Na própria noite em que o conheci, logo este me surpreendeu com a sua mentalidade, essencialmente erótica e totalmente aberta, o que completava o meu instinto exibicionista e sexualmente provocador. Ao contrário dos outros meus amigos, namorados ou maridos das amigas, ele achava sempre as minhas saias muito compridas ou os decotes muito acanhados ou os tecidos pouco transparentes ou as rachas muito modestas. No início ainda pensei que tal passaria se algum dia chegássemos a ter uma relação mais séria, mas o passar dos tempos de namoro, veio mostrar-me que estava equivocada, e agora que já estávamos casados, estava a ter a plena confirmação de me encontrar na presença de uma pessoa verdadeiramente invulgar. Em poucas palavras, o Ruben conseguia ser o homem mais terno e romântico do mundo e, portanto naturalmente cioso da sua querida mulherzinha e, ao mesmo tempo, ter prazer em coisas impensáveis para a maior parte dos outros homens, como que eu exibisse, discretamente embora, o meu espectacular corpo, para alguns amigos e até completos estranhos. Era evidente que gozava com a entusiasmo de terceiros, ao ver-me. E bem que tal se viu pelo especialíssimo vestido de casamento, para o qual ele fez questão de escolher um modelo lindo, mas atrevidíssimo, quer em justeza ao corpo, quer em transparência. De facto, todas as minhas amigas me gabaram e invejaram, não só o vestido mas também a sorte de ter um marido, tão "prá frente"que até lhe promovia o uso. Na realidade nunca na minha vida usara nada tão arrojado e confesso que de início, me sentia um pouco constrangida. Mas isto fora só o início, como a seguir pude ver, pois em vez do tradicional leilão de lingerie da noiva, o meu maridinho fizera questão que as peças a leiloar não fossem a estrear, como é costume, mas sim as que eu vestia no momento e despidas ali á vista de todos, "ainda com o meu cheirinho", como na altura ele anunciou, antes de me fazer subir, para cima de uma mesa, no meio dos ensurdecedores vivas e palmas da malta, Claro que o pessoal adorou a ideia, especialmente a "macharia" (embora não só) e desataram a gritar ofertas pelas peças, bem picados, diga-se de passagem, por algumas das mulheres, que roídas de inveja, pensavam que eu não seria capaz de levar aquela avante. Logo que a primeira peça, que eram as meias, foi leiloada, o pessoal começou logo a aplaudir, em antecipação ao despir. Perdidinha por um bom show, e já bem atestada de tesão, sem parar de me rebolar ao som da música, eu, agora bem mais animada, avancei, levantando lentamente o vestido e expondo a todos as minhas esbeltas pernas, para depois, com os dedos por dentro da banda elástica as fazer escorregar, lentamente, pela coxa e perna abaixo, uma de cada vez. Era visível que a grande puta, que sempre morara, escondida, dentro de mim, estava a começar a acordar e o Ruben, que sempre me conheceu muito bem, preparava-se para gozar aqueles belos momentos. E com toda a razão, pois era impossível, tirar o cinto-ligas, o sutiã e a calcinha, sem mostrar as mamas todas e o meu delicioso rabinho, bem queimadinho do sol, bem como a linda ratinha, bem forrada por uma bela e farta pintelheira, embora ninguém fosse capaz de o fazer com mais charme e classe do que eu. E assim foi de facto, para grande gáudio do homens e desespero de algumas mulheres, que os viam ali de pau feito e boca aberta a cobiçar as minhas óptimas goludices, como a melhor amiga me garantiu, acrescentando para mais que, quem não tinha visto na altura em que me despi, via agora, tal era a transparência do tecido…
Foi assim, o meu invulgar, mas delicioso casamento e escusado será dizer que o tema das fodas dessa noite foram os entesoantes acontecimentos do casamento, particularmente o rememorar de quantos, homens e mulheres, haviam dado claros sinais de grande tesão ao ver-me naqueles preparos. Para mais, havia ainda a acrescer, as cenas dos e das, que não aguentando a tusa que eu lhes fazia, me haviam, mais ou menos discretamente, apalpado e roçado, e que eu, na maior das putisses, havia consentido ou até facilitado, fazendo-me desentendida, como o Ruben me pedira. Agora, recolhidos na maravilhosa suite que elegera-mos para a noite de núpcias, deliciava-me a relatar-lhe tudo o que acontecera, com a maior minúcia possível, elevando assim o tesão do maridão ao nível máximo. Claro que, quando lhe contei, como o marido de uma amiga nossa, aproveitando a minha posição, inclinada sobre a mesinha dos bolos a cortar uma fatia, se tinha prensado por traz de mim, fazendo-me sentir no rêgo do meu cuzinho carnudo e nu, a dureza marmórea da sua grossa tranca, roçando-a, de alto a baixo, com todo o vigor, durante vários segundos, o meu noivinho, desatou a gemer e esporrar-se logo, de forma tão violenta, nos meus lábios, cara e mamonas, que eu pensei que ficava viúva, logo na primeira noite…

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:55
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Sábado, 19 de Abril de 2008

Jantar a quatro


Olá a todos, no seguimento do meu primeiro relato publicado neste site, intitulado Férias no Algarve, vou-vos contar o que se passou no último fim-de-semana em que fomos jantar com os nossos amigos Lara e Rui.
Combinámos ir jantar fora no sábado à noite e assim fizemos, à hora combinada aparecemos em casa dos nossos amigos (a minha namorada ia com uma blusa branca e uma saia de ganga pelo joelho, muito respeitadora e a nossa amiga com uma blusa verde a realçar aquelas mamas enormes, impossíveis de esconder e com uma saia da mesma cor com um pouco de roda tb à altura do joelho, ela estava muito sexy para mim) cumprimentámo-nos naturalmente e fomos todos no carro deles até ao restaurante de modo a pormos a conversa em dia. Chegados ao restaurante continuámos normalmente e estivemos a jantar durante cerca de 2 horas na mais natural das disposições (parecia que nunca se tinha passado nada entre nós) nós os homens e a Lara bebemos um pouquinho e ríamo-nos bastante, como de costume pedimos sobremesas e pagámos, decidimos ir a um bar aqui na nossa cidade, não estava muita gente, dava para conversar e ouvir a musica estávamos muito, ainda mais com as bebidas que tínhamos pedido ainda ficávamos melhor, como as bebidas vêm todas com palhas XL íamos bebendo uns dos outros e dizíamos umas bacoradas. Um pouco de repente o Rui começa a tocar nas pernas da Lara e a chegar-se anormalmente para ela, como eles estavam de costas para o resto da sala ninguém reparava excepto nós que só podíamos ficar a olhar pois no sítio em que estávamos dava nas vistas se eu começa-se a apalpar a minha namorada. Eles já iam um pouco exaltados qd ele apalpa-a nas mamas hummmm que inveja eu tive.
- Uma cama para a mesa 12 diz a Ana
- Até já ia não era mor? Diz o Rui
A Lara como que caindo em si para e tenta recompor-se mas o formigueiro devia ser muito pois ela não enganava ninguém. Decidimos pagar e ir embora … a caminho do carro a Lara diz:
- Onde é que vamos agora?!
- O quê? Digo eu – A mulher que está sempre com sono quer continuar a noite?
- Aproveitem que estou bem disposta, vamos a um sítio onde possamos falar à vontade, em nossa casa não por causa dos vizinhos!
Ora bem, mais explícito era difícil… A Ana olha para mim, aceno com a cabeça e ela diz…
- Eu sei onde podemos ir, vocês não devem conhecer, oh Rui dá as chaves ao Ricardo que ele sabe o caminho e eu vou à frente com ele.
Eles aceitam, a Ana diz-me ao ouvido riu-me de surpresa e pego no carro, durante a viagem eles perguntam onde era mas nos nada … até que eles se calam por minutos olho para trás e vejo que já estavam na maior um com o outro, baixo o retrovisor e vejo a Lara a bater uma Sr.ª punheta e ele a brincar com a flor da sua dona!
- Oh Ana, os nossos amigos estão muito entusiasmados!
Ela olha para trás….
- Calma Lara, não o esgotes senão não há menino para ninguém!
Chegados ao local os nossos colegas apreciam … "Motel ….."
- Meninos abaixem-se porque supostamente parece que só podem entrar 2 pessoas por quarto. Eles assim fazem, enquanto dentro do carro faço o check in, a Lara chupa o pau ao Ricardo.
Chegamos à garagem, fechamos o portão e saímos do carro … subimos as escadas para a suite … sou o último e a Lara segue à minha frente, levanto-lhe a saia e apalpo-lhe o cu enquanto ela segue como se nada fosse. Chegados aos quartos dou como que um ultimo beijo de despedida à Ana e viramo-nos para os nossos parceiros, beijo a Lara, apalpo, chupo, lambo, roço … estávamos nus e passo o meu pau por entre as pernas dela, sinto aquelas tetas enormes, continuamos assim por mais algumas minutos até que as meninas têm a ideia de irmos para a banheira, agarram-nos pelos nossos paus, como se fossem coleiras e puxam-nos, imaginem 4 num sítio que dá no máximo para 3!!!!
Vapor, encosto, toque, beijos de tudo mesmo … beijava a Lara e apalpava-lhe as mamas enquanto apalpava o cu da Ana … até que com a mão esquerda abraço a Ana e com a direita começo a fazer-lhe umas festas na flor … ela agarra-se a mim e ferra-me no ombro, geme e abre as pernas e simula movimentos de vaivém ela agarra-me no pau e bate-me uma… como a Ana é uma punheteira divinal a Lara não me "altera" muito e assim continuámos durante uns bons minutos, até que o Rui vem por trás e inclina-a um pouco para ele e começa a apalpar-lhe as mamas e a beijar-lhe o pescoço e a cara … ela começa a gemer forte e a contorcer-se toda, ela já quase que grita … o Rui lambe-lhe os peitos e como que adivinhando o momento meto-lhe dois dedos que quase por magia desaparecem dentro dela mas sem parar de lhe tocar, ela abana-se grita agarra-se às paredes e desfalece em 3 berros que foram com certeza ouvidos nos quartos ao lado. Ela encosta-se a um canto e partimos em busca da Ana mas desta feita começamos com uns beijos alternados nos lábios, nos pescoço aos quais ela não resiste descemos para as mamas e ali ficamos por um bom bocado, até que ela diz…
- Alguém que me meta uma …. Shiuuu diz o Rui e continua a descer para se preparar para fazer um demorado minete … mantenho-me agarrado às mamas dela e não demora muito até que ela nos agarre nas cabeça e "prenda"de encontro a ela proletariamente continuámos fiéis à nossa função e ela agarra-me com as duas mãos e põe uma perna no ombro do Rui, para brincar um pouco, tento afastar a minha cabeça mas ela não deixa …
- Não pares … mama boi, mama na tua vaca, mamem os meus dois bois cobridores …
e assim continuamos ate ao momento da explosão de espasmos e berros de prazer dela!!!
Mais parecia que lhe estavam a bater!!!! :-))
Abraçamos as nossas "respectivas" saímos do banho e dividimos as 2 toalhas….
Secamo-nos embrulhamo-nos nas toalhas e assim estivemos durante largos minutos onde o meu pau dava sinais de uma vontade ainda não saciada!!!
Fomos para o quarto e continuámos nos beijos e toques até que a Lara diz…
- Está na nossa hora de trabalhar! E ainda só conheço uma maneira infalível de dar prazer a um homem! Senta-te que quero saborear isso que tens aí.
- Não … gosto que me chupem enquanto estou de pé!
Meu dito meu feito ela ajoelha-se e abocanha o meu membro mais que erecto … fantástico parece que vou à lua!!!! Agarro-lhe no cabelo com as 2 mãos e guio os movimentos de vai vem… adoro o broche que ela me faz, engole tudo mesmo fantástico, num momento de fraqueza minha empurra-me e sento-me nos pés da cama e ela ri-se, dentro dos possíveis com um pau na boca … (enquanto isso a Ana também chupava o Rui), estamos os 2 sentados e o Rui …
- Que 2 brochistas que nos temos … - Fazem por gosto e isso nota-se e rimo-nos com aquele ar machista, mas somos logo interrompidos por duas mordidas mostrando quem mandava na situação … A Ana também faz broches divinais mas diferentes, não engole tudo mas chupa uma cabeça de tal maneira que parece que nos vai sair a "rolha"!!!!
Assim continuámos … caímos para trás e vemos no espelho do tecto o movimento das suas cabeças … lindo!!!!
O Rui liga a TV e pôr num canal porno!!!
O sonho de qq homem até que uma delas (não garanto quem foi)
- Não vos chegam as putas que têm aqui, tb têm de ver na TV? E rimo-nos todos, tirámos o som à TV e eles continuam , até que a Ana salta e põe-se em cima do Rui e mete-o dentro dela cavalgando como uma amazona … deliro com aquela cena e a Ana continua a chupar, lamber, punhetar e a olha para mim….
Eles passam para a posição de prensa/pai mãe, ela engata as pernas à volta dele e aceleram os movimentos, ele já não ia sair mais dali …
A Lara para e levanta-se eu beijo-a e abaixo-me por breves minutos enquanto lhe lambo a flor … sinto-a a ficar bem excitada e levanto-me, beijo-a de língua o parece excitá-la e muito, sento-me em cima da cama e puxo-a para mim … senta-se em cima de mim com as pernas para as minhas costas e começamos a cavalgar, devagar …lambo-lhe as mamas – isto não são mamas, isto são tetas!!!!
- então lambe anda meu boi, lambe as tetas à vaca
- Toura queres tu dizer!!!!
- Ai sim? Sou a tua toura? Então anda come-me touro!!!!
O nosso ritmo cadenciava mais e aumentávamos a intensidade do toque ela é de facto "boa" dá gosto comer … roçava o clitóris e também ia chegando lá …. Enquanto isso o Rui escacha a Ana e atinge o violento orgasmo para dentro dela e desfalecem os dois.
Para mim e ela faltava pouco mas ainda tínhamos mais uns minutos de prazer e assim aproveitámos, beijámo-nos agarramos o cabelo, as costas, ombros até que começa-se a vir outra vez e grita, geme demais mesmo .. começa a abrandar mas eu digo-lhe …
- Agora não pares e ela assim faz continua até que segundos mais tarde também me venho para dentro dela… excelente.
Parámos ela sai de cima de mim, mas devido à posição em que estivemos fica muito leite em cima de mim … enquanto isso a Ana limpa o pau ao Rui e vê-se o leite a sair-lhe pela flor…
A Lara não fica atrás e imita a amiga, mas eu tinha mesmo muito, mas efectivamente fiquei limpinho, passo o dedo nas pernas da Ana e dou à Lara para chupar o que ela faz com gosto … caímos na cama ficamos entrelaçados para aí uma meia hora, fomos para a casa de banho, ajeitámo-nos e lá fomos nos embora após umas boas 2/3 horas de muito gozo!!!

Abraços e beijos!!!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:55
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

FÉrias No Algarve


Esta historia é de facto a mais incrível e inesperada que já me aconteceu!
Os nomes não são verdadeiros …
No ano de 2005 eu (Ricardo) e a minha namorada (Ana) fomos de férias para o Algarve com uma casal amigo Rui e Lara, somos 2 casais perfeitamente normais, eu 185cm de pele clara, cabelo e olhos castanhos, magro, o Rui 190cm de altura mais moreno que eu, magro, ambos para o corpo desportivo! Elas … a Ana, 165cm, peito 38B com bicos claros, pele clara, olhos esverdeados e cabelo castanho claro comprido, corpo violão tipicamente português, a chamada mulher "boa", a Lara, 166cm cabelo preto pelos ombros, morena, menos torneada, até sem cu, mais forte de corpo e com um peito 40B com bicos escuros, mas com um estilo mais provocador, curiosamente apesar da minha namorada "ser melhor" sempre adorei o aspecto tesudo que ela tem. De regresso à história … os dias corriam normais, um bom sol de Setembro, umas saídas nocturnas divertidas, muito riso e da nossa parte, amor e muito, sempre que podíamos fugíamos para o quarto enquanto os nossos amigos ficavam na sala que era onde dormiam!
Até que na 4ª noite, após o jantar, decidimos ficar em casa, bebemos umas cervejas vimos TV, rimos … nessa noite havia no empreendimento uma festarola com churrasco e musica ao vivo (estão a ver o estilo de musica) abri a porta da varanda e puxei a Ana para dançar, o nossos colegas riram-se mas depressa nos seguiram, ao fim de algum tempo trocávamos de pares, e a festa durou, como eu tinha algum "tesão" pelas mamas da Lara evitava chegar mt próximo para não dar nas vistas, mas senti que ela chegava-se e bem, então aproveitei para sentir bem aquelas mamas e dar uma encaixada, até tirei a tshirt alegando calor, ao que fui seguido pelo Rui. A Ana como é bem mais baixa que ele ficava à altura do peito pareceu-me ser impressão minha mas quase que jurava que eles se estavam a esfregar! Continuamos com os pares trocados e o ambiente estava mesmo quente. Num determinado momento em que vou dar um rodopio agarro-a bem e qd dá a volta apalpo-a (a impetuosidade é um dos meus maiores defeitos ou virtude) ao que ela reage rebolando mais no meu pénis que já estava a meia haste! O Rui passava a mão na anca roliça da Ana e ela deixava-se estar, qd ela se solta dos braços dele para dar uma volta notámos no pénis teso dele tapado de pronto pelo corpo da Lara … Acabou!!!!! Eu e Ana começamos numa dança que mais parecia que ela era a minha namorada só faltou apalpar à descarada e beijos. Até que a musica acaba e aparentemente acabava o "ambiente" retirei-me sem esconder a minha tesão e fui seguido pela Ana! Já na cama masturbámo-nos um ao outro, vim-me para o peito dela e a noite ficou por ali …
Na manhã seguinte fomos para praia e agimos naturalmente no entanto no ar sabíamos que aquilo não tinha sido nada normal, praia, almoço, praia, esplanada e apartamento. Jantamos, arrumámos tudo e sentámo-nos a ver o programa do Jorge Gabriel em que lancei um desafio (impetuosidade, lá está) eram 4 respostas A/B/C/D e cada um escolhia uma letra fixa, quem tivesse o azar de ter a resposta certa tirava uma peça de roupa, a Lara aceitou de pronto, a Ana e o Rui provocados por nós, também entraram! A brincadeira foi gira, e no final do programa eu só tinha tirado os chinelos, a Ana, os chinelos e o top, deixando à mostra um soutien preto que lhe realça o peito (a escolha do soutien deixou-me seguro de que ela queria festa pois só o usava qd íamos sair, o que não era o caso), o Rui tirou a tshirt e a Lara foi a vencedora, ficando em roupa interior, um soutien de renda branco que mostrava toda a dimensão daquelas mamas e a cor dos bicos, e uma cuecas tapadas à frente mas transparentes atrás! Lindo, só me queria lambuzar naquele corpo!
A Ana disse então para nos vestirmos mas a Lara defendeu que por justiça todos devíamos tirar a roupa exterior, ao que o Rui apoiou pois ele queria era ver a Ana, após sentimentos de hesitação assim foi, o Rui estava com uns boxers elásticos pretos, a Ana com a tanga mais mini que ela tem, vermelha com rendas pretas de lado, aí fiquei sem duvidas e eu com uns boxers pretos transparentes com um dragão branco de lado, não enganava ninguém !!!
- Só falta a música de ontem diz a Lara. - Não sejas por isso e o Rui põe no aparelho música brasileira! Cada uma dança com o seu par e por vezes fazemos rodinha sem que ninguém tomasse iniciativa. Já com umas cervejas e sumos em cima, sai uma música de forro e para surpresa geral a Ana olha para mim, eu riu-me como a perguntar se ela estava a gostar … ela puxa o Rui e começa a dançar eu fico quase sem reacção e sinto a mão da Lara na minha cintura a puxar-me! Ele era esfrega, apalpa, roço, enrosca, encoxamento, tudo menos beijar. Nem eu nem ele conseguíamos disfarçar a mais que visível e apalpada tesão que sentíamos, e no entanto ninguém parecia se importar!
A Lara dançava bem e fazíamos um belo par com alguns passos bem combinados e sensuais, abaixadinha, rebolada, de tudo … num momento que ela começa a sambar eu ajoelho-me e vejo aquelas mamas balançar, ela roda e as minhas mãos tocam-lhe, sinto o cu, a barriga, as pernas … demais. O Rui não quer ficar atrás e faz o mesmo, a Lara vira-lhe o cu e começa a rebolar para ele, dando "pinotes" para trás pelo que até lhe toca com o cu na cara! Ele à descarada põe a língua de fora como que a lambe-la, a Lara emita a Ana e eu seguro-a nas ancas, ponho um lado da cueca para dentro e começo a beijá-la no cu, chupar, lamber. Paramos de dançar e lá estávamos nós a "prová-las" todas! O ambiente adensa-se e começamos a sentir a excitação no ar, as respirações apertam, levanto-me e viro-a para mim, apalpo-a, beijo-a, roçamo-nos, encosto-a às costas do sofá e esfregámo-nos, sinto cada centímetro daquelas mamas, começa-me a punhetar lentamente e ficamos naquela sensação durante mais algum tempo! Eu senti-a nela que queria que a tocasse mas ao invés abaixo-me e tiro as suas cuecas bruscamente, ela fica com os pelos pretos aparados à mostra e até demonstra alguma vergonha, até ver que a Ana fazia um terno mas guloso broche ao Rui! Eu começo a lamber de cima até baixo e sinto o sabor do seu líquido na minha boca, lambo o seu clítoris e as suas pernas vão desfalecendo, senta-se no sofá e eu continuo, meto-lhe um dedo, dois e ela já vai gemendo abertamente! Como adoro fazer minetes nem dou pelo tempo mas deve ter passado algum pois no sofá de 3 lugares o Rui montava a Ana com as suas pernas escachadas e gemidos contidos como habitual! Olho para cima e vejo aquelas mamas ainda presas no soutien (propositadamente) e deliro a pensar no momento que as vou ver. Aumento a cadência e a Lara acaba por se vir na minha boca gritando mais abertamente … paro e fico a beijar ao de leve aquela flor carnuda e brilhante! Vou subindo, beijo a barriga, os peitos por cima do soutien apalpo-as e ouvimos a Ana a começar a gritar, já de barriga para baixo e ele por cima dela a meter à bruta sem dó nem piedade, ate que ela solta fortes gemidos de um valente orgasmo, fico abraçado à Lara enquanto apreciamos aquele par.

A Ana olha para mim e diz como que a provocar-me
- Estás muito calado, costumas ser bem porco! (costumamos ser muito verbais)
- Não quero assustar os nossos amigos…
- Eles não se importam, pois não Rui? Mais parecias um cão com cio, diz ela para ele.
- Por mim vale tudo, até gosto!
A Lara parece admirada com a resposta do namorado, e antes de dizer qq coisa.
- Tens de saber tratar a vaca tesuda da Lara! Diz ela para mim
Ela vai a responder e é interrompida pelo namorado
- Ela tem razão acabaste de ser chupada à minha frente mor!
Como que a gostar da ideia ela sorri e rimo-nos todos um pouco.
Ponho-me de pé ao lado do sofá e tiro os boxers ficando com a minha pica tesa e brilhante da excitação apontado à cara dela, puxo a pele …
- Agora vais-me limpar a cabeça com a língua de modo a que eles vejam…
Não se faz rogada e começa com leves e deliciosas lambidelas e chupadas, verdadeiramente divinais.
Quem gostou de ver foram eles que começaram a tocar mutuamente.
O broche estava delicioso, seguro-lhe a cabeça e começa a engolir tudo, o que apesar de eu ser uma pessoa com um tamanho normal não é muito comum.
- Temos aqui uma valente brochista!
- Nota-se e chupa com gosto, diz a Ana.
De facto ela tinha uma verdadeira habilidade e gosto no que estava a fazer o que me transmitia ainda mais prazer.
Os outros estavam pegados, o Rui deliciava-se com as mamas da minha namorada e eu retirava um estranho prazer de vê-los quando fui interrompido com uma chupada nos meus tomates, olhei para baixo e adorei vê-la a deliciar-se com eles enquanto me olhava nos olhos. Que espectáculo pensei eu… aquela tesão que eu sentia por ela estava ser confirmada.
A excitação volta a subir, eu coloco-me com os joelhos apoiados nos braços do sofá empurro a cabeça dela para trás com as estocadas, mas ela sem hesitar recebe o meu pau todo dentro da sua boca. Continuei por mais algum tempo e estava prestes a vir-me quando parou e se levantou, sento-me no sofá de 3 lugares, ela coloca-se de pé à minha frente e antes que ela pudesse fazer algo começo a masturbá-la ali mesmo, continuo por um bom tempo e saboreio a expressão de prazer da cara e do corpo dela, treme, geme e até lhe falham as pernas, olho para o lado e vejo o cu da Ana virado para mim, não resisto e tb começo a masturba-la! Senti-me um rei, a Lara de pé e a Ana de quatro com o Rui a meter logo na boca dela! 2 Mulheres excitadas a gemer, fantástico!
A Lara apoia-se no meu ombro e tem um lento mas doce orgasmo com a boca encostada no meu ouvido! Olha para mim sorri e beija-me, curtimos um pouco, beijos, abraços, apalpadelas…
Parou, senta-se em cima de mim e aponta o meu pau à sua flor, devido à excitação entra facilmente e começa ali uma valente cavalgada, devo ter conseguido apanhar a posição certa porque passado alguns minutos já ela saltava visivelmente excitada, nesse momento apalpava-lhe o cu e apreciava a Ana sentada no sofá ao nosso lado e o Rui de joelhos a penetrá-la. A flor dela era óptima, quente, molhada, apertada e ela rebolava-se bem comigo lá dentro, olho para as mamas e vejo-as a saltar, decido desapertar o soutien que com o movimento sai como que automaticamente, parecia uma explosão ver aquelas tetas enormes, naturais, caídas como é normal, de bicos largos e escuros … ela junta aqueles dois colossos com as mãos e prontamente atiro-me de língua! O que a faz gozar ainda mais, dou-lhe as mamas a lamber, ela hesita, pisco-lhe o olho e ela acede, divinal, vê-la a chupar os próprios bicos.
- Muito bem, estás-me a surpreender, diz o Rui
- Ainda não viste nada, responde a Lara
Continuámos e começo a aproximar o meu dedo do cu dela, sem ela se manifestar, com suavidade mas ao mesmo tempo sem aviso tento enfiar o dedo ao que ela responde com surpresa, parando. Ficamos a olhar mas com o meu dedo lá dentro.
- Então … surpreende-me! Vá lá! Diz o Rui
- É só um dedo, diz a Ana (A verdade é que ela própria não gostava que eu lhe fizesse isso)
- Cambada de tarados … e logo enterra-se no meu dedo com alguma facilidade (provavelmente devia tentar de vez em quando com o Rui mas não muitas vezes, pois não foi fácil mas difícil de entrar também não)
Delicioso, continuamos por mais algum tempo e sem aviso colocámos as mulheres de 4 de frente uma com a outra, que imagem linda, antes de penetrá-la fui ter com a Ana encosto-lhe o pau à boca …
- Prova … digo eu
E ela prontamente saboreia o sabor da flor da amiga, delicioso e faço o mesmo com a Lara.
Ao voltar à posição de "condução" olho para elas chego-me para trás e aprecio aquela cena, chamo o Rui e por breves instantes apreciamos aquelas 2 mulheres, a minha namorada mais torneada, de pele clara, despenteada queimada pelo sol do Algarve e com a respiração um pouco acelerada, a Lara menos elegante, bem queimada, também despenteada, e com aquelas tetas penduradas com dois largos bicos a apontar para baixo!
- Quem diria que estas férias iam acabar assim, diz a Ana
Voltamos aos nossos lugares, não sem antes dar uma apalpada naquelas tetas.
- Agora é a vossa vez, meu par de bois, diz a Lara
- Estou a ver que lhe apanhaste, digo, que rica vaca leiteira aqui tens Rui.
- Estou a ver que sim.
E começamos a bombear nas mulheres, a verdade é que esta parte pouco tempo durou, pois com a excitação do momento a imagem delas as duas de frente uma para a outra a serem comidas, a cara de excitação delas foi suficiente para quase em simultâneo dispararmos para dentro delas enquanto urrávamos com 2 bichos que somos.
Desfalecemos sobre o sofá e ficamos ali quase inertes.
A Ana toma a iniciativa e vem limpar o meu pau com a boca sendo hesitantemente seguida pela Lara que agora já não podia ficar atrás e atirou-se ao namorado.
Lamberam, chuparam, deixaram tudo limpinho e no fim engoliram os restos, demais…
Tanto eu como ele adormecemos, não fossemos nós homens, enquanto elas foram à casa de banho, fomos acordados por elas que nos "levaram" para as camas e assim terminava uma fantástica noite!
O resto conto depois, mas só se este for bem recebido!

Abraço e beijos

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:00
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O Pai Da Minha Amiga


Conheci a Rosa no liceu, quando tinha 17 anos, ficamos logo muito amigas. Juntas descobrimos muito e a certo ponto éramos inseparáveis. Um dia ela convidou-me para dormir em casa dela, depois de uma ida à discoteca. Falei com os meus pais e ficou tudo Ok. Depois de uma noite muito divertida, chegámos a casa às 5 da manhã, em silêncio para não acordar o pai dela. Íamos pelo corredor quando de repente senti um corpo quente esbarrar comigo - Quem é? - respondeu uma voz; acendi a luz e vi um homem moreno de olhos castanhos que apenas vestia uns boxers, senti um calor invadir-me e as quequinhas a ficar molhadas, quando a Rosa disse, Bárbara este é o meu pai; ela deu-lhe um beijo de boa noite e eu impulsivamente fiz o mesmo. Fiquei louca ao tocar-lhe, nem conseguia dormir a pensar naquele corpo de homem e o vulto nos boxers.De manhã já tinha passado, mas decidi que naquele dia não vestiria quequinhas, ia brincar um pouco. A Rosa foi comprar o pão e eu fiquei pela sala a ver televisão. Quando o pai dela apareceu cumprimentei-o cordialmente - a festa ia começar! Tinha um vestido azul bem curtinho, de modo que me levantei e comecei a procurar uma revista, de costas para ele; baixei-me o suficiente para que me pudesse apreciar o rabo e a ratinha. Quando me ia levantar reparei que estava sentado no sofa e que se acariciava por cima das calças. Sorri. Levantei um pouco o vestido e comecei também eu a acariciar a minha ratinha. Chamou-me com um sinal, a que acedi de imediato. Deitou-me no sofá e começou a lamber-me a ratinha. Eu gemia baixinho, a mãe da Rosa ainda dormia e a minha amiga podia chegar a qualquer momento. De repente vi o membro dele sair das calças, duro e pronto para me penetrar. O prazer que senti foi maravilhoso, nem sei bem quantas vezes me vim. Aquele homem sabia o que fazer. Estávamos a ter mais um orgasmo quando a chave entra na porta, levantámo-nos descontraidamente e aguardamos que a Rosa entrasse - Bárbara, ainda bem que fizeste companhia ao papá, vamos tomar o pequeno almoço - Sorri e levantei-me para a seguir, ela virou costas para se dirigir à cozinha e ele ainda me levantou o vestido e deu-me a última lambidela na ratinha.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:58
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Mamada Real


Depois da magnífica punheta que, com o estímulo do meu marido, eu batera ao rapaz do hotel, não parava de sonhar com o dia em que pudesse esfodaçar à vontade um bom caralho estranho, com o meu amor a ver. Para já, e sob a orientação do Ruben, que eu nunca parava de picar, fui rapidamente ficando perita em entesoar todo o mundo. Comecei com as exibições na praia, onde só usava micro bikinis de fio dental, e adoptava posições super provocatórias, como de joelhos e cotovelos na areia, com os rins bem abatidos, para obrigar as nádegas e a ratinha a ficarem bem visíveis e empinadas, enquanto «tirava» a areia da toalha, ou de pé, de pernas bem afastadas, dobrada pela cintura, a «arranjar» as coisas no saco. Depois descobrimos uma praia onde eu podia, com alguma habilidade, ficar toda nua, só com a toalha a fazer uma barreirinha, o que me permitia escancarar as coxas queimadas e mostrar a quem por ali se ia passear, a minha esplendorosa ratinha bem tratada e reluzente. Finalmente à noite nos restaurantes e na boite, fazia o maior sucesso com os lindos, mas atrevidíssimos vestidos, que o Ruben me preparara para as núpcias, de finos tecidos, grandes decotes, fundas rachas ou quase transparentes. Claro que isto fez com que, em apenas um par de dias, já fossemos um dos casais mais populares do clube, pelo menos junto dos casais mais modernos, fazendo aliás amizade com meia dúzia deles. Nos dias que se seguiram a toada de confiança manteve-se e toda a gente estava sempre muito bem disposta, sendo perceptível a tesão que perpassava no ambiente. Toda agente usava todos os pretextos para se tocar, desde os maridos dumas porem creme solar nas mulheres dos outros e vice versa, até ás descaradas investidas dentro de água, deles e delas. Entretanto nós, no meio de grandes fodas conjugais, confidenciámos um ao outro que estávamos adorar a lua de mel, ficando combinado que como aquela era a ultima noite, eu deveria arranjar forma de arranjar um programa em que faria uma bela punheta a um deles, com o meu maridinho, ali ao lado, a papar uma punheta da mulher do outro. Designado o casal mais apto para emparelhar, acertámos em grande cumplicidade e tesão, todos os outros detalhes da aventura, que eu não via a hora de ocorrer. À noite, numa das boites, depois de uma boa sessão de esfrega, convidámos o casal para beber um copo no nosso bungalow, após o que o Ruben me surpreendeu, informando que ia andando à frente, para liquidar as contas e podermos sair para o aeroporto logo de manhã. Algum tempo depois iniciei eu a saída, subindo as escadas de caracol atrás da Juanita, quando senti as mãos do Diego, que aproveitando a situação, as fazia subir pelas coxas acima até lhe passearem livres e frenéticas pelas minhas opulentas nádegas e ratinha enfurecida. Chegados a casa, servi umas bebidas e pus uma musiquinha boa, enquanto aguardava que o meu homem chegasse e instalámo-nos todos no sofá do living, comigo no meio do casal. Ela encostou-se muito macia ao meu peito, enquanto poisava uma mão no meu colo. Ele que estava a ferver entretanto, do outro lado, não parava, e já tinha conseguido subir-me a saia do vestidito e enfiar-me um dedo por trás, por dentro da calcinha mini, de forma que se começava a insinuar nas minhas beicinhas impacientes. Quando estava a pensar o que poderia o Ruben estar a fazer, já ele tinha conseguido enfiar dois dedos pela minha coninha acima e eu tinha as pernas a tremer de tesão. Para pioraras coisas, agora era a Juanita que me afagava, com montes de meiguice, as coxas trazendo sempre mais para cima o vestido e desnudando-me a pele a escaldar, que logo acariciava em festinhas deliciosas que vinham sempre até mais acima. Porque o embrulhanço com ela, nem estava no programa, mas era algo que muito me estava a agradar e por certo deixaria o meu maridinho a ferver, deu-me um tesão danado e para me tirar de dúvidas, pus o braço mais a jeito e passando-o pelas costas dela, alcancei uma das suas exuberantes mamonas e afaguei-a com intenção. Ela estrebuchou logo enquanto deitava a cabeça no meu ombro e sussurrava, «que bom asi queridita» De repente, talvez eu pudesse oferecer ao maridão um programa muito melhor do que ambos esperávamos. As minhas dúvidas acabaram quando senti a mão dela a aflorar e apalpar-me a mama esquerda, através do vestido, enquanto erguia o rosto para me olhar nos olhos. Entesoada pelo quadro que não esperava e pelo trabalho demoníaco dos dedos do Diego, abracei melhor os ombros da Juanita e num palpite, busquei a boca dela e sentindo-a estremecer forte, colei-lhe nos lábios os meus e forçando a língua por entre os dela, iniciei um linguado que nos fez gemer a ambas, de desejo e emoção. Mas também o Diego se entusiasmava, pois que sabendo-me anestesiada, me puxou a outra mão para a tranca, que entretanto sacara para fora e que parecia de pedra. A Juanita entretanto, sem nunca para de me linguar, havia-me despertado toda a frente do vestido expondo para o casal as minhas enormes e rijas meloas, passando agora os dois a afagá-las com o maior doçura. Inebriada no meu primeiro linguado, depois de casada, com uma tão bela mulher, estava com dificuldade em ordenar os pensamentos, embora tivesse bem presente que o Ruben ainda não chegara e aquilo era suposto ser um programa para os dois. Claro que ele quando chegasse, logo se enturmava e por isso não tinha mal eu gozar um pouquinho com o lindo casalinho, para os manter bem quentinhos. Só que também a Juanita se empenhava a fundo, já que fazendo concorrência ao atarefado marido, me sondava a cona ensopada, e encontrando-lhe a boquinha mimosa, logo esgueirou dois dedos lá para dentro, numa foda enérgica e precisa, que me estava enfraquecer perigosamente. Enquanto eu procurava pagar à Juanita na mesma moeda, esfregando-lhe com vigor, a ratinha macia e delicada, o Diego resfolegava para se passar para as minhas costas e assim melhor me poder encavar, na rata encharcada e arfante, a grande pichota enraivecida, que porfiava para tirar da minha mão. Sabendo que se ele o conseguisse, eu dificilmente o conseguiria impedir de me comer a coninha ali mesmo, toda afogueada da imensa tesão que me consumia, agarrei-lhe a sarda ainda com mais força e empurrando com genica a Juanita para baixo, escancarei as coxas, obriguei-a a esmagar a boca carnuda na minha cuequinha ensopada, mantendo-me a cona ocupada e portanto livre de perigo. Ela logo afastou a calcinha, e começou-me chupar as minhas beicinhas gorduchas e o grelão inchado de tusa. Enquanto isto e impossibilitado de ter o que queria o Diego tentava agora desesperadamente levar o enorme caralho marmóreo e pulsante para junto da minha boca carnuda, pedindo arfante que lho chupasse, enquanto insistente me puxava a cabeça para ele. Resistindo heroicamente, enquanto lançava angustiosos olhares de esperança para a porta por onde esperava que o meu homem entrasse, eu aumentava a frequência da punheta, enquanto ia irremediavelmente perdendo terreno face à maior força dele e ao efeito devastador do minete que a mulher me esgalhava, agora com a língua pastosa toda enterrada dentro de mim. Por duas vezes ele conseguiu que a cabeça inchada da tora imponente me aflorasse os lábios rubros e túrgidos, loucos para se abrirem e lhe engolir, aquele cabeção túrgido, e por duas vezes eu, para ser fiel ao combinado com o meu querido, havia conseguido impedi-lo de ma encavar entre eles, fazendo-o deslizar pela minha face ruborizada de luta e de tesão, até que à terceira, com habilidade e força ele finalmente conseguiu controlar a cena, e eu com um olhar de desespero e impotência para a porta, fui forçada a abrir a boquinha mimosa e deixar entrar um pouco daquela cabeçorra impertinente, mas tão apetitosa. Com um silvo, misto de vitória e tesão incontável, ele empinou as ancas, na ânsia instintiva de mo aviar logo todo, forçando-me a abrir um pouco mais a boca, para lhe poder acomodar o ímpeto. Mas não tardou muito que conseguisse mergulhar toda a cabeçona lá para dentro, pondo-me os lábios polpudos num perfeito «O», que o meu marido sempre dizia ser tão deliciosamente sensual. Com a cabeça firmemente travada pelo tronco a braços dele, e torturada pelo irresistível minete dela, eu limitava-me a ter de receber sempre mais um pouco do monstrengo, dentro da minha boquinha vencida, à medida que o cabrão desferia umbigada atrás de umbigada. A verdade é que naquela refrega toda, eu já me tinha vido duas vezes e estava a caminho de uma gloriosas terceira, pois não era possível resistir por um lado ao trabalho da língua diabólica da minha amiga e por outro àquela luta titânica contra aquele mangalho maravilhoso, que forçava o seu caminho para dentro da minha boca. Entretanto o grande sacana, como que adivinhando o meu pensar, desferiu-me mais uma rápida série de fortes bombadas empurrando o valente piçalho pela minha boca adentro, o que só fazia com que a minha febre aumentasse de forma exponencial. Sempre com o pichotão firmemente apertado numa das minhas mãos, enquanto com a outra lhe mungia os enormes colhões, não conseguia parar de o punhetar, enquanto ele prosseguia, milímetro atrás de milímetro, a sua inexorável caminhada para dentro dos meus lábios inchados e húmidos dos seus pré-sumos, quer pelo vigor das suas fueiradas quer pela cedência da minha cabeça que se baixava, humilde, para o todo vitorioso. Finalmente com um urro de vitoriosa tesão o Diego conseguiu o que tanto forcejara: encavar o bacamarte todo dentro da minha boquinha mimosa, com excepção do naco que eu mantinha na minha mão, onde batiam, agora a bom ritmo, os enormes tomates inchados. A outra tinha acabado de me enterrar dois dedos pelo cuzinho mimoso acima, sendo que outros dois se encontravam bem embebidos na conaça pulsante, enquanto o marido tomava balanço e nas ultimas vascas, desenfiava a sarda até só a cabeça lá ficar dentro, para voltar a enfiá-lo todo, fodendo-me a boca, com um ritmo sempre mais feroz, perante os olhos esbugalhados da mulher que me sugava a alma e toda a resistência pela cona, roubando-me a capacidade de imaginar o pobrezinho do meu maridinho, quando entrasse e visse a sua adorada com um caralhão daqueles, todo entalado na boquinha que ele tanto adorava. Foi neste sentir que de repente, que uma enorme e súbita esporradela acabou por ocorrer, em abundantes e sucessivos jactos de saborosa e espessa langonha escaldante e levemente salgada, que me encheram a garganta e a boca de tal forma que me escorriam pelos cantos, e caiam sobre as mamonas reluzentes, enquanto ele continuava a bombar, possuído se um frenesim imparável…
Só depois deles saírem, eu vim a perceber que o meu maridinho, numa manobra premeditada, se tinha escondido dentro do armário, mesmo na frente do sofá, onde tudo se tinha passado, e onde tinha estado a torcer, para eu ceder à pressão deles e ele poder filmar aquele minete e broche infernais..que não estando programados, nos tinham levado à quase loucura…

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:56
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Arriscar em publico


olá a todos

Decidi finalmente por no papel as minhas aventuras, minhas e do meu namorado.
Vou apelidar-me de mónica e a ele de carlos, para manter sigilo, e vou narrar-vos algumas das mais emocionantes e veridicas histórias de uma tarada por sexo e pela depravação.
A primeira aventura que vos trago passou-se à cerca de um ano.
eu sou dona de uma cadeia de lojas de moda, roupa, calçado e acessórios, e como ninguem melhor que a patroa para publicitar os artigos da loja, faço questão de usar o que vendo.
gosto de me vestir de modo muito provocante, salientando as minhas formas. Nesse dia tinha vestido umas calças brancas com um top preto muito justo.
entra-me um cliente na loja, junto coma namorada, falando-me que queriam roupa para irem a um casamento. e diz-me ele "para a minha mulher pode-ser uma roupa igual à sua" e eu disse-lhe que para usar aquilo tinha que a sua namorada usar "fio dental" se não ficaria mal. Responde-me ela "normalmente não uso nada por baixo" e nisso reparando que não havia ng na loja, levanta a saia e mostra-me e diz vê. A verdade era que era uma cona magnifica que ai estava a minha frente, colocando logo o namorado de pau feito. Eu não perdendoa a calma disse, assim tb fica bem, mas sem me aperceber começo a acariciar aquela cona maravilhosa, ao memso tempo o namorado começa a desapertar-me as calças. só pedi para fechar a loja e então começamos, eua comer a cona daquela fodilhona e o namorado a lamber-me a cona e o cu.
Diz-me ela acha que sou capaz de usar isso, acho que sim respondo eu, entaõ sinto o namorado dela a meter o seu caralho na minha cona, enquanto ela se consolava com um vibrador que tira da mala. Aquele caralho fodia-me taão bem, estva a adorar. depois diz-lhe ela. Amor fode-lhe o cu, e eu gostando da ideia, dei o jeito enquanto ela se masturbava, vendo a situação, eu gemia como uma louca, cheia de tesão, diz-me ela gostas puta, gostas do pau do meu homem, eu tava a adorar, e agora vais comer-me a cona ao mesmo tempo, adorei chupar-lhe a cona. Mas ela queria mais, e diz ao homem, vem agora montar-me a mim e o namorado de uma só estucada enterra-lhe o pau no cu, ela gemia, gritava, berrava, lambendo-me a cona ao mesmo tempo. Tava demais. ela diz-lhe esporra-te na boca dela agora e foi o que le fez, para o meu consolo, encheu-me a boca de esporra, foi demais.
Claro que acabaram por levar a roupa sem pagar e coma apromessa de sempre que quiserem voltar, mas isso é para depois, como daquela vez que tava eu com o meu namorada e vem ela com uma amiga, já tão a imaginar, só vos digo que foder em grupo é do melhor que há, e corromper professores tb.
Quem quiser compartilhar factos comigo já sabe.
EMAIL:gataselvagem69@yahoo.co.in

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:49
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Visinhas do 2ºAndar


No segundo andar do meu predio eu tinha um amigo com quem eu costumava muito lidar ate que um dia era para ir ter com ele a casa dele porque iamos juntos para um pavilhao pois iamos jogar futebol, e quando bati a porta ele ja nao estava em casa e quem veio abrir a porta foi a irma. Uma bela rapariga com um corpo muito perfeito, e quando eu via aquela miude, ficava completamente excitado, o mesmo se sucedia com a mae que tambem era uma bela de uma "cavalona". Quando a irma abriu a porta vinha so com uma toalha enrolada ao corpo, pois ela tinha acabado de sair do banho, e disse-me para entrar, eu com o pau completamente em pe, nao recusei (esquecendo que tinha o jogo), ela pediu-me que lhe pusesse um creme no corpo, entao eu comeco a massajar-lhe o corpo e a minha excitacao era tanta e tava quase a dar em louco, ela manda a mao ao meu pau e tira-o para fora das calcas e comecou a lambe-lo e vim-me para dentro da boca dela...e ela voltou para a casa de banho pedindo para que eu nao saisse do quarto dela porque ela ja voltava. Passados alguns minutos oico a porta a fechar, era a mae dela e vem direito ao quarto para falar com a filha quando da comigo dentro do quarto e perguntou-me o que tava la a fazer. Eu respondi q a filha tinha-me pedido para falar comigo e que estava a espera dela ( o que era mentira e que se a desejando que a mae se atirasse para cima de mim). A mae dela senta-se a meu lado na cama e diz-me que eu nao devia estar ali, mas sim no quarto ao lado(o da mae), assim que diz isso comeca a acarciar-me o pau...de seguida pegou-me na mau e dirigiu-me o quarto dela e comeca-me a fazer um "bico" e voltei a vir-me mas desta vez para a boca da mae, a mulher continuou ate eu voltar novamente a ter tesao e pediu-me para que lhe fizesse um minete e nao recusei, foi a vez dela se vir quando eu estava a a lamber-lhe aquela linda ratinha peladinha, ela pediu-me para a penetrar e eu louco com a situacao voltei a nao dizer que nao porque era realmente aquilo que eu queria e nesse exacto momento entra a filha no quarto. A mae pedindo-me para nao para e eu a olhar para a filha, foi quando a filha se decidiu juntar a "festa", eu estupefacto com a cena em que estava a entrar (mae e filha a fazerem sexo) metia-me ainda mais excitado e fodia ainda com mais forca. Tivemos ali umas belas 2horas a fazer sexo louco e nunca mais me esqueco dessa tarde, sendo a minha maior loucura sexual...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:48
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Corrida de Luxo


Olá... a minha história não é das mais originais mas foi bem quente. Sou taxista e fui começar um serviço à porta duma discoteca de Lisboa. Apanhei um casal....ela pareceu-me logo bêbada, mas ele parecia estar mais ou menos!
Quando estávamos a passar o Monsanto ela que o vinha a apalpar desde que entrou sacou-lhe o caralho para fora, e começou a masturbá-lo bem devagar por debaixo de um casaco que pôs no colo dele. Enquanto passámos por uma rotunda mais iluminada consegui ver que ele já estava teso, e que o casaco nada cobria...quando voltámos para as curvas escuras ela baixou-se e começou a chupá-lo e ele viu-me a ver e riu-se para o espelho...eu disse "então? como é? não podem esperar?" e ela disse "não"..."pare aí, se faz favor " ...eu ainda hesitei , mas quando ele insistiu eu parei mesmo...Encostei a uma berma e ela nem perdeu tempo ..tirou as calças de ganga e começou a arranjar-se para se montar nele...eu ainda esbocei uma reacção para eles pararem mas quando ela começou a cavalgar e comecei a ver aquele show privado, não consegui parar de ver...ela montava-o e eu no banco da frente virei-me e quando ele lhe começou a apalpar as mamas e a pôs em tronco nú, eu abri a berguilha e desatei a masturbar-me...entretanto ele quis penetra-la à canzana e como nã tinham espaço, ele saiu do carro , deu a volta e de pé no meio do monsanto desatou a fodê-la...eu quase me vinha primeiro que eles...ela gemia imenso e eu estava a adorar...ele começou a dizer que se ia vir e para que aguentasse mais um pouco saiu dela e perguntou-me se eu queria.....eu ainda hesitei...mas quando ela me disse (melhor me gritou "ANDA!" ...eu não resisti...levantei-me e omi-lhe aquela racha com toda a força...ela parecia estar a adorare quando começou a dizer que se estava a vir não aguentei e esporrei-me todo.....ela ainda estava a arfar do 1º orgasmo e ele tirou-me dela e continuou mais uns 2 minutos até se vir....ela ficou logo sóbria e eu desatei a fazer perguntas até casa deles....foi lindo.....o problema foram as nódoas no banco de trás..
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:47
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Surpresa



Tocar a pele macia de um seio jovem. Correr as mãos pela perna firme e sedosa de uma jovem é sem dúvida, uma sensação deliciosa. Mas nada se compara a experiência e ao tesão de uma quarentona! Há, no entanto, aquelas que não param por aí. Deixem-me contar-lhes uma historia: há dois anos conheci uma quarentona, na verdade quase cinquentona. Não aparentava, não aparenta. Não fossem pequenas rugas junto aos olhos e as mãos. Ah as mãos! Elas nunca enganam! Disse-me ela que estava separando-se após vinte e sete anos de casada e que, ao encontrar-me, sentiu algo que mexeu com ela. Ela queria-me. Queria-me por um dia, por um mês, pelo tempo que eu quisesse. E eu topei! E veio a primeira noite: de cara ela disse-me que nunca havia feito nada com outra pessoa além do seu marido, com quem já não tinha nada há anos e não sabia como reagiria; que já não era mais criança e tinha vergonha. Assim, queria a luz apagada. Após alguns drinques fomos à minha chácara e fiz tudo como manda o figurino: mais drinques, música de fundo, meia-luz, gentileza e tenda armada. Bem armada! Ela sentiu ao dançarmos meia My Romace na voz de Sarah Vaughan. O tesão de ambos era grande. Eu estava disposto a dar àquela senhora tudo que ela não havia tido em vinte e sete anos. Com jeito a despi e deitei-a sobre a cama dando-lhe beijos nos lóbulos enquanto acariciava-lhe os seios. Lentamente fui descendo com meus lábios, beijando-a suavemente e, ao chegar aos seios, passei a mordiscá-los levemente, quase ao ritmo da música. Movendo-me para a parte mais próxima ao pé da cama, desci meus lábios para seu ventre e cheguei ao púbis. Utilizando apenas os lábios, enquanto com as mãos acariciava seus seios, pus-me a puxar seus pelos próximos aos grandes lábios. Ela, instintivamente, abriu um pouco mais as pernas e enterrou suas mãos em meus cabelos como a querer conduzir-me para seu sexo. Gentilmente desviei-me. Ela percebeu que iria ser do meu jeito. Livrei-me das mãos sobre minha cabeça, voltei a aproximar minha boca do seu sexo e ela novamente abriu a perna. Eu apenas rocei meus lábios naquela rosa quente e, num toque bem sutil de mão, ainda longe do seu sexo, busquei abrir seus lábios um pouco para que pudesse sentir o que eu iria fazer a seguir. Entreabrindo os lábios, de forma a deixar a parte mais sensível exposta, apenas bafejei sobre eles. Um bafejo quente, profundo, que ela pudesse sentir. Repeti o bafejo duas ou três vezes arrancando-lhe suspiros e, quanto ela imaginou que então eu cairia de boca, subi novamente, suave e lentamente, roçando meus lábios em seu corpo até chegar aos seios. Após beijá-los, mordiscá-los e chupá-los novamente, repeti a operação descida, e repeti a operação subida, e descida, e assim até que, ao descer, notei-a inteiramente molhada. Após minha terceira ou quarta subida ela não resistira e, a cada nova subida minha ela aproveitava para masturbar-se um pouco ficando toda lambuzada e, à meia-luz, com o púbis brilhante. Neste ponto resolvi penetrá-la. Até então eu havia permanecido de cueca e numa posição que não lhe permitia tocar ou segurar meu sexo. Eu queria que ele fosse uma total surpresa para ela. Seria grande? Seria pequeno? Ela certamente havia sentido ao dançarmos, mas era diferente; calça jeans, meio apertada, e cueca, são coisas que enganam. Com ela deitada e eu de joelhos frente às suas pernas, ela percebeu que eu me despia, e abriu um pouco mais as pernas, para uma posição de pai-e-mamãe, tentando enxergar-me. Evitei. Posicionei-me frente a sua coxa esquerda, escondendo-me um pouco atrás de sua nádega e segurei seus joelhos movendo-os à minha esquerda. Ela assustou-se ao perceber que a inclinava uma pouco para sua direita e, enjeitando a posição de pai-e-mamãe que ela me oferecera, penetrei-a numa posição quase por trás. As pernas estavam abertas, erguidas e meio inclinadas à sua direita e a penetração foi delicada mas firme. Foi uma surpresa para ela. Tudo foi surpresa, as carícias, a posição e a forma de penetração, com minha mão esquerda, agora sim, acariciando seu grelo. E também meu tamanho: não sou nenhum fenômeno de cumprimento, porém meus vinte e dois e meio abrigam algo que, no meu entender, ajuda muito: outros seis e meio de diâmetro e, isso, eu sei, é bem servido. Não entrei de uma vez. De inicio penetrei-a até a metade, observando bem seu rosto e sua reacção, vendo-a arfar e gemer de prazer, com a face expressando aquela miotomia que Master & Johnson observaram ser própria da fase plateau que acontece o gozo. Resolvi penetrá-la mais fundo e o fiz em duas vezes; em ambas praticamente tirando novamente até a ponta e retornado mais profundamente até que, na segunda, toquei-a ao fundo. Deixem-me falar desta técnica: as penetrações posteriores, realizadas rápidas, após a primeira, se realizadas com a retirada do cacete quase que inteiramente, proporcionam à mulher uma sensação de redobrado prazer. O motivo são simples. Primeiro, a entrada causa grande prazer à mulher, segundo, o ar! É isso mesmo! O ar que penetra naquele momento de semi-retirada do membro e a nova penetração, mais vigorosa, é altamente estimulante à mulher - e ao homem também! A partir de então ela não se conteve e o gemido até então baixo subiu... e muito! Ela contorcia-se e percebi que a partir do sexto ou sétimo vai-e-vem ela passou a ter orgasmos múltiplos! Eu não acreditava! Nunca havia sido tão fácil levar uma mulher tantas vezes ao gozo! Numa dessas contorcidas, com medo de escapulir, sendo ela leve, deixei de acariciá-la com a mão esquerda e levando ambas as mãos às suas nádegas a ergui para mais próximo de mim, segurando-a firmemente, fazendo com que a sequência seguinte fosse mais profunda e, com isso, vi-a atirar os dois braços para cima da cabeça de emitir verdadeiros urros de prazer. Ela era de fato um tanto escandalosa e essa de jogar os braços para trás assustou-me um pouco e fui, aos poucos, diminuindo o ritmo até parar. Não gozei. Mas era como se tivesse gozado! Inicialmente imaginei-a mestruada ou sangrando por algum outro motivo. Depois constatei que não. Ela tinha um sistema de lubrificação incrível, tanto que escorria-lhe pelas pernas! Tendo percebido que eu ainda estava duro e que ainda não havia gozado, ela já totalmente desinibida tomou-me em suas mãos e pôs-se a chupar-me, querendo-me fazer gozar daquele jeito. Mas não era o que tinha em mente para o momento; dado ao susto estava meio flácido. Deixei-a, entretanto, chupar-me por alguns instantes e depois, afastando gentilmente sua cabeça, envolvi-a numa toalha e levei-a para a piscina. Era uma noite quente e um mergulho seria bem vindo, relaxante Na Itália, da região de Piemonte, na província de Canale, fabrica-se o mais soberbo Amaretto que um ser humano pode beber. Eu não o utilizo apenas para beber. Há muito que resolvi substituir o champanhe pelo Amaretto para a famosa cascata. Eu a chamo Cascata de Piemonte! E esse foi meu próximo passo. Sentando-a sobre o balcão do bar da piscina, enchi dois copos longos com bastante gelo moído e fiz dois frapés de Amaretto. Ao tomá-lo ela fez um rosto de deliciosa surpresa - o amaretto é realmente fantástico - e seu sorriso, lindo, jovem, fez-se largo reflectindo seus dentes perfeitos à luz do luar. Tomei a garrafa e, com cuidado, encostei o gargalo em seu pescoço, dois dedos acima do tronco, e deixei o líquido escorrer. Ah maravilhosa natureza, que busca correr sempre os melhores lugares! O liquido desceu por entre seus seios e encaminhou-se, na velocidade certa, para o seu monte de Vênus. Quando ameaçou ultrapassá-lo, posei meu lábios na parte inferior da sua boceta, de forma a deixar primeiro o líquido percorrê-la toda, para então solvê-lo ao final. Ah se os artesões de Piemonte soubessem o processo que descobri para abençoar tão precioso líquido! Novas cascatas, novos mergulhos e belas toalhas felpudas bem esfregadas sobre a pele deixaram-nos prontos para recomeçar. A caminho da casa, já nus sem constrangimento, aí então ela realmente teve a oportunidade de ver-me, como bom árabe, de adaga em riste e, assim, sentei-a à beira da cama, de estilo balinês, na altura certa, e deixa-a chupar-me por alguns instantes. Posicionei-a então de joelhos no meio da cama, porém mais próxima à cabeceira, olhando para toda extensão da cama e, abrindo-lhe as pernas de maneira a mantê-la bem equilibrada, com o tronco em pé, deitei-me sobre a cama enfiando minha cabeça entre suas pernas para chupar-lhe enquanto, com uma das mãos, me masturbava lentamente para que ela pudesse apreciar o quadro. Bastaria que ela se curvasse para completar o sessenta e nove. Mas não é isso que eu queria. O sessenta e nove é posição para inexperientes! Ele faz com que o casal não saiba se se preocupa com o próprio gozo ou com o prazer do outro. Na posição em que eu a deixei, vejam bem, ela estava sendo chupada enquanto, com meu braço esquerdo, por ela ser pequena, eu contornava sua coxa por fora e alcançava sua bunda acariciando suavemente seu ânus, e com o outro eu continuava me masturbando, nem tanto para me excitar, mas mais para proporcionar-lhe uma visão extremamente erótica do meu cacete. Era, na verdade, uma punheta de exibição, onde eu segurava mais a base do pénis, ao contrário do que se costuma fazer quando se quer buscar o gozo por este meio, deixando a vista toda a parte de cima e a cabeça, para atiça-la E deixava ainda seus braços livres, um para apoiar-se ligeiramente sobre meu peito, equilibrando-se perfeitamente e outro para ela também acariciar-se, o que soube fazer de forma magistral, atingindo, a certa altura, uma velocidade fenomenal! Neste ponto "a" surpresa: entre gemidos e rebolados para um lado e para o outro, que dificultavam-me continuar chupar-lhe e penetrar-lhe com a língua de forma certeira, veio-me à boca um jorro de sabor ligeiramente amargo juntamente com um grito extremamente alto, um misto de prazer e espanto. Em princípio imaginei que, por um azar qualquer, havia sido brindado com uma pequena mijadinha. Entretanto, na hora a espessura do líquido e, depois, em conversa, fez-me perceber que na verdade eu a tinha feito ejacular. É, o termo vai em itálico porque nunca acreditei que isso acontecesse ... até então. Quando percebi que aquilo havia sido um gozo incrível excitei-me demais e achei que devia dar o troco: corri minha meu braço, que ainda estava contornando-lhe o coxa e acariciando o ânus, para altura do seu pescoço e a fiz inclinar-se sobre meu cacete, enterrando-o em sua boca. O tempo foi certo. Mal ela abocanhou-me e sugou-me duas ou três vezes veio-me o gozo. Eu tentei ainda sair de sua boca, porém com ela firmemente abaixada, com o pau bem dentro boca, a minha puxada contra o colchão foi insuficiente para tirar o pau, relativamente grande, todo fora da boca. Assim, o primeiro e segundo jorro, este último o mais forte, deu-se todo em sua boca e os demais, um atingiu-lhe parte do rosto uma vez que estava buscando sair de sua boca e outro rasgou o ar retornado por sobre o meu corpo juntamente com as demais escorridas que sucedem o gozo. O fato, em que pese ela também ter gozado em minha boca, causou-me uma apreensão momentânea. Como ela reagiria àquela gozada em sua boca? Certas mulheres não gostam... Não era o caso dela. Logo a seguir levou os dedos à face, limpando-a, pondo-se a seguir a lamber os dedos e, depois, como num rito, todo meu corpo para, ao final, pegar nossos copos, passar-me o meu e brindar aquela fantástica foda. Também vim a saber que quanto ao rito de lamber-se e lamber-me todo, este veio do costume de observar os gatos, com os quais muito conviveu, e a gozada que ela me deu na boca, essa, bem...essa eu tenho feito questão de repetir pelo menos uma vez por semana com a mulher mais incrível que já conheci, que diz que me ama e eu aceito, que as concorrentes dizem de não sabem o que eu vi nela. E eu não conto. Só a vocês.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:41
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