Quarta-feira, 30 de Abril de 2008

O meu chefe


A vida não está nada fácil. Arranjar emprego é muito difícil. Fartei-me de enviar respostas e repostas a anúncios e poucos eram os que me chamavam para a entrevista. Mas uma delas foi inesquecível. Era para Acessora de Imprensa do director da empresa. A entrevista era com o próprio. Vesti um fato muito sexy, só um casaco e uma saia curtinha por cima da pele, sem qualquer roupa interior. Cheguei e fui apresentada a um sr com cerca de 60 anos. Comeu-me logo com os olhos e mandou-me sentar numa majestosa cadeira em frente a ele. Estava o suficiente afastada da secretária dele para me poder ver as pernas todas. Ele pareceu gostar do que via. A determinada altura usei a tática Sharon Stone. O cruzar da perna, o mostrar levemente a ratinha. O velho arregalou os olhos, fez mais uma pergunta e pediu-me para chegar perto dele, pois tinha um documento importante que gostaria de me mostrar. Fiquei ao lado dele, em pé e enclinei-me um pouco sobre a mesa. De repente senti que a sua mão me acariciava a perna, enquanto me falava do tal documento. Subiu até à minha ratinha. Eu estava quente e humida. sentei-me na mesa de pernas abertas e ele lambeu-me até me vir. A seguir abri-lhe as calças e comecei a cavalgar, enquanto a sua língua me percorria os seios...gemi de prazer quando senti que alguém entrava no escritório. Era O seu secretário. Um jovem negro com um corpo excelente. Chegou perto de nós e ficou a olhar enquanto se masturbava. Eu já nem conseguia tirar os olhos do membro dele. Quando acabámos levou-me para o sofá e f.. ali mesmo. Cheguei a casa delirante. Depois de tudo ainda tinha conseguido o emprego. O meu marido ficou muito contente, pelo emprego claro, o resto não lhe contei. Hoje ainda continuo a trabalhar lá. O meu chefe só de vez enquando, a idade não perdoa. Mas eu e o secretário estamos quase todos dias naquele sofá para divertir um pouco o pobre senhor.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:42
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No comboio


Adoro andar de transportes públicos. Especialmente na hora de ponta, quando vai cheio. Já tive experiências muito interessantes nessas situações. Tenho estatura média, e um corpo jeitoso. Especilmente as minhas pernas e uma bundinha levantada e redondinha. Adoro andar com vestidos curtos, ou mini saias. Tudo começou quando um dia vinha do trabalho, um pouco cansada, com um vestido justo e curto de ganga. Entrei no comboio e sentei-me. Cruzei a perna e comecei a relaxar. Entretanto chega um homem, já de cabelo grisalho que fixa o olhar nas minhas pernas e se senta exactamente ao meu lado. Nem liguei, mas no fundo soube bem, e esbocei um leve sorriso. A detereminada altura adormeci. Acordei com uma sensação espectacular. Antes de chegar a abrir os olhos, senti algo. Tentei perceber e...o homem que estava ao meu lado tinha posto dois dedos por baixo da minha perna cruzada e viajava em direcção ao centro. Não me mexi, estava a gostar muito. Fingi continuar a dormir. E os seus dedos passaram por baixo das minhas quequinhas, e já roçavam a minha ratinha. Eu estava toda humida de prazer. Sentia os dedos a entrar e sair, até que me vim. Abri os olhos. Olhei para ele. O homem tinha aberto um jornal, que metade estava sobre a minha perna e ocultava aquela deliciosa mão. Olhei à volta. Um homem de pé junto aos nossos bancos tinha o membro duro, levantava-lhe as calças a denunciar que tinha dado conta de tudo. O homem ao meu lado voltava com a sua mão molhada por mim. Achei que ele já tinha tido o suficiente. Levantei-me e ao passar quase encostei o meu rabo à sua cara. Senti um bafo quente entre as pernas. O homem que estava de pé roçou-se em mim quando passei. Cheguei a casa e o meu marido teve que me saltar logo em cima. Eu estava a ficar louca!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:39
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Minha colega professora


Olá, chamo-me Nuno tenho 25 anos, sou professor de educação física à 1 ano e meio. Esta história que vos conto é verídica. Este ano consegui vaga numa escola do Porto sou lá novato enquanto que a maior parte dos professores são residentes já a algum tempo. Aconteceu a meio do mês de Janeiro. Nesta escola dá aulas uma professora de Francês, com idade para ser minha mãe (46 anos). É uma colega bastante simpática, divertida mas também muito bem constituída, por isso eu sentia algo, quando estava na sua presença, mas tentava disfarçar pois a colega era minha amiga e merecia respeito. Isto passou-se assim: à terça feira tenho folga de um tempo, e costumo ficar na sala dos professores a programar exercícios um desses dias, a minha colega apareceu nesse tempo bastante sexy, apesar de se notar a sua idade avançada. Sentou-se num sofá à minha frente, cumprimentou-me e começamos a conversar. Devido à posição em que ela se sentou, como estava de saia, não muito comprida, reparei que estava de meia de liga, o que mexeu comigo. Por azar, ou sorte, ela estava a olhar para mim e reparou no meu olhar. Eu fiquei ligeiramente nervoso, mas para meu espanto a colega esboçou um ligeiro sorriso (devo dizer que só estavam dois professores mais acima, e não estavam a olhar para nós). Nisto, chega-se ao meu ouvido e diz-me (foi mais ou menos isto): tenho notado que olhas para mim de forma atrevida, tenho idade para ser tua mãe, mas tu excitas-me... Eu fiquei aparvalhado, aquelas sensações que nos dão que não parecem reais. Pegou na minha mão e levantou-me... eu estava super nervoso parecia que ia rebentar... tive medo que ela ouvisse o meu coração. Entramos no carro dela, e só paramos no seu apartamento que era lá perto. Ela é casada, mas o marido estava para o trabalho. Quando entramos começou-me a tocar, no meu órgão, de forma excitante, ... sentamo-nos no sofá, tirou-me as calças de fato de treino, e começou a lamber-me de forma quente e experiente...tem uns seios belos para a sua idade, adorei-os.... a seguir penetrei na sua vagina sexy e ja com alguma idade, fizemos para aí durante 20 minutos até que me vim de tanto prazer e tanta novidade adorei fazer amor com a minha colega de idade, foi uma experiência nova, espectacular.... do qual fiquei fã... só nos encontramos mais uma vez até agora, pois não tivemos mais oportunidade. Tenho 25 anos adorei esta experiência, foi excitante e respeitável, e adoraria fazer amor com outras senhoras.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:36
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Terça-feira, 29 de Abril de 2008

Adoro Gordinhas


Sempre senti um fascinio mt espercial por mulheres gordinhas, gosto de mulheres em geral, mas as gordinhas sao a minha perdiçao! este fascinio tornou-me maior qd conheci uma, q n vou divulgar o nome, saimos algumas vezes e acabamos por começar a namorar. Kero partilhar convosco uma experiencia q tive c ela...um certo dia combinamos ir jandar a casa de uns amigos, e qd estes foram preparar o jantar eu fikei c a minha namorada no quarto, depressa ela se deitou na cama e eu por cima dela, e começamos nos perliminares, o chamado roço, bjs, abraços...a certa altura n resisti e levantei a camisola dela juntamente c o sutien e começei-lhe a lamber os enormes seios, e a mamar nakeles mamilos deliciosos...os gemidos de prazer dela davam-me um tesao enorme, n levei mt tempo a meter-lhe a mao dentro das cuecas, e a sentir a sua ratinha, q estava toda enxarcada, de seguido introduzi o dedo nakela brexa humida e kente, enquanto a beijava na boca e no pescoço...dps disso eu deitei-me sbr a cama e ele cavaldou em cima da minha verga enquanto eu lhe apertava as nadegas. Foi sem duvida mt bom, mas n pudemos ir mais longe visto q podia entrar alguem no quarto a qlkr momento, é spr akela adernalina, se é q me entendem ;)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:01
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Minha Mae e Eu


Foi no verão passado. Eram cerca das 7 da manha. como é normal,devido ao calor,costumo dormir como deus me pos no mundo, isto é,nu.
Nunca tive um despertar daqueles. Acordo com a minha mae agarrada ao meu pau.
- Tá calado e aproveita o momento,deixa a mama tratar de ti...
Disse ela susurrando, para nao acordar ng em casa. Ouvir aquilo aumentou minha tusa. Meu pau desaparecia na boca dela. Sua lingua percorria toda a extensao do meu caralho, sua boca sugava meus tomates... Era bom! Ganhei coragem e comecei a acariciar a rata da minha mae,por baixo do robe. Tinha a cona encharcada de tesao. Comecei a fode-la com dois dedos. Mas ela trabalhava bem o meu caralho e nao tardou muito a vir-me abundantemente na boca dela. Ela nao largou meu pau, enquanto nao bebeu todo o meu leite, até á última gota. Mas o melhor tava para vir. Ela despe-se e coloca-se por cima de mim. Aproxima a sua rata da minha boca e diz:
- Vai, faz-me gozar filho...
Entao começa a esfregar aquela cona molhada e peluda na minha boca. Minha lingua percorre aqueles labios grossos, mordo seu clitoris.. Tamos naquilo durante cinco minutos, ate que ela se vem... Veste-se a vai para o seu quarto. deixando-me com uma tesao enorme...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:58
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Prazer para minha Mulher


Eu e minha mulher somos loucos por sexo, gozamos muito os dois e na cama não temos limites: fazemos de tudo.
Este momento que queremos partilhar convosco foi o que maior gozo nos deu e ainda hoje, volvido mais de um ano, gozamos á custa dele.
Eu, apesar do meu 1,80 e dos mais de 100 quilos de peso, sou sexualmente muito pouco dotado. O meu membro é pequeno e eu sinto que no extase do acto sexual, a minha mulher procura o que não encontra. Desde sempre que fico com a sensação de fica insatisfeita e que uns centimetros mais tornariam o seu prazer sublime.
Fico mais com essa certeza quando vimos filmes de sexo onde são apresentados membros enormes e eu vejo como goza e desejava ser penetrada por uma coisa daquelas.
No verão de 2003 estivemos de férias em Tavira e, como sabem, numa parte da ilha pratica-se muito nudismo. Um dos nossos passeios favoritas é ir pela praia e gozar aqueles corpos nus. Quando nos cruzávamos com homens eu, disfarçadamente, observava a maneira como ela comia com os olhos aqueles membros que apesar de murchos, revelavam ser avantajados e capaz de fazer morrer de gozo qualquer uma. Eu voltava a provocar e perguntava se não gostaria de sentir uma coisa daquelas dentro dela. Ela olhava-me com uma expressão que tresandava a desejo e meio corada respondia que adorava.
A ideia de a observar a ser comida por um individuo bem servido começou a ganhar forma e a causar-me grande entusiasmo e confesso também muita tesão.
Foi assim que num desses dias fomos fazer o nosso gozado passeio pela praia e eu decidido a fazer algo, se o momento o proporcionasse, levei comigo uma toalha de praia.
Cruzámo-nos com bastante gente, havia muita outra a apanhar sol e já bastante para norte da praia da ilha de Tavira observámos um indivíduo que sozinho se entretinha á beira mar a colher algo na areia. Apresentáva-se completamente nu, tinha um corpo atlético e o seu membro ainda que murcho era maior que o meu quando erecto.
Propositadamente encaminhámo-nos na sua direcção e a sua atenção virou-se para nós quando meti conversa acerca da apanha da conquilha. Ele estava de cócoras e á minha pergunta levantou-se e respondeu qualquer coisa a que não dei importância pois naquele momento a minha atenção estava centrada na maneira como a minha mulher lhe observava o membro.
A conversa continuou falou-se da prática do nudismo e da razão porque nós andávamos vestidos. Foi então que me enchi de coragem e lhe contei a verdadeira razão daquela abordagem, do facto de ser pouco dotado e do gozo que provocava a minha mulher o sonhar com grandes vergas
A minha mulher estava corada numa mistura de vergonha e de excitação. O cavalheiro, também porque o assunto lhe interessava, foi pondo a minha mulher á vontade elogiando a minha liberalidade em aceitar e gozar com estas situações e eu, confesso, estáva-me a sentir bastante excitado.
Não havia ninguém na proximidade e pedi se não se importava que a minha mulher tomasse o seu
membro na sua mão. É claro que a resposta foi
afirmativa e daí a nada, como resultado das massagens suaves da mão da minha mulher, aquela verga apresentava-se dura, enorme e a a causar um enorme apetite da minha mulher. A sua respiração denunciava a sua excitação e eu meti-lhe a mão por dentro da cueca do biquini e o que encontrei deixou-me louco. A minha mulher estava alagada com tanta excitação. O indivíduo imitou o meu gesto e manteve a mãom no interior da cueca da minha mulher e pelo movimento da mão verifiquei que massajava o seu clitóris.
Encontrávamo-nos os três debaixo de uma enorme excitação e eu receei perder o controle á situação e que ali, em pleno areal ele avançasse por tirar a cueca da minha mulher, que já estava suficientemente descaída para se ver a sua pintelheira bem preta.
Foi então que sugeri que nos deslocássemos um pouco para cima, para as dunas, poi ali estaríamos mais á vontade. Ali chegados e depois de ter estendido a toalha, a minha mulher colocou-se de joelhos e abocardou aquele rolo de carne que lhe enchia completamente a boca. Perante a ameaça que se não parasse o esperma iria jorrar na sua boca, deitou-se sobre a toalha colocando-se ele de joelhos entre as sua pernas que se encontravam bem abertas expondo o seu sexo em todo o seu explendor,muiuto brilhante porque se encontrava abundantemente lubrificado. Ele pegou no seu membro apontou-o áquele buraco guloso e rápidamente o vi sumir completamente dentro
da ratinha da minha mulher. O que se seguiu foi um loucura de movimentos de vai e vem gritos e gemidos. Eu gozava tanto que me vim abundantemente o que veio a acontecer logo com aqueles dois.
Depois do orgasmo retirou o seu membro também ele brilhante e saciado. Do buraco da minha mulher escorria para o anus uma quantidade abundante de esperma enquanto o seu buraco ainda abria e fechava por força das emoções que havia sentido.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:55
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Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Minha esposa Cristina


Quando casei com a Cristina o nosso relacionamento sexual estava completo no entanto ao fim de 5 anos começou a ficar da vez pior sentia a Cristina bastante insatisfeita, começamos a falar sobre o assunto e depois de muito insistir ela acabou de me dizer que apesar de gostar de mim, sentia-se frustrada porque gostava de satisfazer uma fantasia de garota, fazer amor com dois homens, caíram-me dos tomates ao chão, não estava a espera, depois de conversarmos muito sobre o assunto e como gostava dela e não a queria perder chegamos a um acordo, por um lado essa fantasia também de me agradava, e ainda por isso tinha alguma curiosidade bisexual. Acabamos por chegar a um consenso, aceitávamos conhecer um jovem bem parecido que não se importasse com contacto bi, com um pau bastante grosso e que conseguisse aguentar bastante tempo, que era o que ela queria.

Colocamos um anuncio na net e obtivemos algumas respostas, depois de muita selecção tivemos coragem de encontrar um rapaz, chamado Carlos, de Setúbal. Ficamos contente por ele ser bastante divertido e bem encarado, depois de bebermos um copo e falarmos sobre o que se iria passa, acordámos que pelo menos desta vez o Carlos só não se podia vir dentro da Cristina de resto tudo ok, e fomos para nossa casa, nervosos.

Bebemos mais um pouco para descontrair, para começar eu e o Carlos começamos a beijar e apalpar a Cristina despindo-a, depois de nua fomos para o quarto e despimo-nos também confirmando a grossura do pau do Carlos, era realmente um belo bicho e fiquei logo com vontade de o chupar, a Cristina estava vidrada e não parava de o masturbar, ela deitou-se e eu disse ao Carlos - chupa-a, o que fez enquanto eu chupava as mamas da Cristina, passado um bocado disse ao Carlos se ele não se importava que eu o chupasse, acenou com a cabeça e colocou o corpo de lado, comecei então a masturba-lo suavemente enquanto ouvia a Cristina a suspirar como uma doida o que me excitou e incentivou a levá-lo à boca, ele ajeitou-se mais uma vez e comecei a passar a ponta da minha língua na cabeça para tomar contacto e depois abocanhei aquele pau bem teso chupando o melhor que podia, era uma sensação muito agradável, era suave e quente, foi mais fácil do que previa, não sabia se ele estava a gostar mas a Cristina estava doida.

Passado um bocado sinto uma mão na cabeça, era o Carlos a dizer-me – pára um pouco estou quase a vir-me, parei e enquanto ele se deitava ao lado da Cristina fui enfiar o meu pau na sua cona completamente encharcada, fodi até ficar com vontade de me vir, passando-a ao Carlos que já estava ok, começou por pincelar com o seu pau a cona dela para a por louca e mal a penetrou ela começou a ondular as ancas com um ritmo danado e passado uma bocado veio-se ruidosamente como nunca a tinha visto, durou pouco até Carlos sacar o seu pau e masturbar-se para cima dela, como combinado, e veio-se tanto que caiu quase tudo nas mamas dela e queixo, eu super excitado masturbei-me para cima dela também caindo a minha esporra na colcha e na sua barriga, foi o máximo, Cristina espalhava tudo e acariciava-se com a mão cheia de esporra com os olhos fechados suspirando ruidosamente.

Deitámo-nos e abraçámo-nos os 3 dei um beijo à Cristina e provei um pouco da esporra do Carlos sem querer, o Carlos desculpou-se por ter sido tão rápido, mas que o meu broche tinha-o posto louco, fiquei de alguma forma bastante satisfeito. Não dissemos mais nada até recuperarmos e a Cristina se levantar para tomar banho e dizer que tínhamos de repetir, estava insaciável.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:50
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Visita inesperada


Boas!
Antes de mais, quero desde já dizer que esta história tem um fundo de verdade. As personagens são reais, mas os nomes foram obviamente alterados.

Tudo ocorreu numa 5.ª feira à noite, dia em que a minha mulher frequenta um curso nocturno de pintura. Assim, tal como em outros dias fiquei incumbido de tratar dos filhos (banho, jantar, etc.). Eram já cerca das 22H00 quando uma vizinha e amiga da minha mulher, de nome Cristina, me telefonou.
"Então! Tudo bem??","Sim..." - respondi eu, completando a seguir com "...a Carla está no curso e eu estou aqui com os miúdos".
"Ficas chateado se eu esperar por ela aí em casa?" - perguntou-me ela, ao que eu respondi "Não, que disparate. Claro que podes vir". "Então até já. Levo a Joana comigo."
A Joana é a filha dela, que tem 5 anos e gosta muito de brincar com os meus filhos.
Decorridos cerca de 10 a 15 minutos, tocaram à porta. Lá vinha a Cristina mais a filha. Ao chegar, tudo normal, não passando pela minha cabeça a experiência pela qual eu iria passar.
A Joana foi para o quarto dos meus filhos, pois são todos mais ou menos da mesma idade e dão-se muito bem. Eu e a Cristina fomos até à sala e sentámo-nos no sofá. Estava a dar um filme no Canal Premium da Lusomundo e eu estava a vê-lo, mas a Cristina pediu-me para mudar para a SIC, já que queria ver a novela. Mandam as regras da boa educação que se satisfaçam as vontades das visitas, pelo que acedi e mudei de canal.
Não referi ainda que a Cristina vinha vestida com um fato de treino, daqueles de nylon, justos ao corpo e que lhe deixavam bem marcadas as formas do seu esbelto corpo.
Impossível é não olhar furtivamente para aqueles seios, que certamente andarão perto do 38 ou 40. Eu, sempre que a via mais atenta às cenas que se desenrolavam na novela, fazia-o, imaginando como seria apalpar e beijar aqueles peitos. De uma dessas vezes, a Cristina reparou que eu olhava e sorriu. Fiquei para morrer, tal era a vergonha. No entanto, a Cristina não se inibiu, pois desapertou o fecho de correr do casaco do fato de treino, ficando com a T'shirt branca que trazia por baixo, à mostra. Reparei de imediato que não trazia soutien, pois vi-lhe os mamilos vincados na T'shirt, bem como a auréola escura que os contorna. Desviei o olhar, embaraçado com a situação, mas senti uma tesão tão forte, que certamente o meu membro seria visível mesmo por baixo das calças de ganga que vestia nesse dia.
Tentei disfarçar, cruzando as pernas, mas era tarde demais! A Cristina olhava fixamente para mim e disse-me "Beeeem! Estás aí que não podes" - rindo-se de seguida. Corei tanto que mais parecia um inglês no seu primeiro dia de praia no Algarve! Pedi-lhe desculpa, mas o seu peito tinha-me deixado naquele estado. Prometi-lhe que não olhava mais, mas ela em resposta disse "Porquê? Não gostaste do que viste? Ou queres ver melhor para teres a certeza antes de responder?". De imediato levantou a T'shirt e exibiu-me dois magníficos seios, bem firmes e morenos, tão deliciosamente cheios que eu não resisti e olhei-os fixamente. "Podes apalpar, para veres que não têm implantes...são mesmo naturais" - disse ela. Eu, satisfiz a minha ânsia e prontamente agarrei aquelas mamas. Eram tão suaves e ao mesmo tempo rijas, que o meu pénis saltitava como até então nunca tinha feito. Ela, apercebendo-se do estado em que eu me encontrava, agarrou-me o membro por cima das calças e disse-me "Agora és tu! Mostra-me o que tens aí, para eu ver se é tão generoso como parece...". Desapertei o cinto e os botões da braguilha e sem esperar, foi a Cristina que meteu a mão por dentro das calças e tirou o meu pau para fora.
Não tenho um pénis desses do cinema pornográfico, mas os meus 19 cm. pareciam naquela noite perto de 25, tal era a tesão com que estava. Ela agarrou-o com a mão e disse "Tens um caralho bem apetitoso". Eu nunca a tinha ouvido dizer palavrões, e a surpresa deve ter-se notado no meu rosto, pois ela disse "Surpreso com o que disse? Vê lá se agora ficas mais surpreso" e meteu todo o meu pénis na sua boca. Chupou-o de forma tão divinal que eu quase que me vinha. Contudo pediu-me para que não o fizesse ainda, já que as crianças podiam chegar a qualquer momento e ver aquele espectáculo não seria muito bom para as suas cabecinhas. Parámos e eu disse-lhe para irmos disfarçadamente até à casa de banho, local onde poderíamos estar mais à vontade e de porta trancada.
Ela foi primeiro e eu esperei uns 2 minutos até avançar. Passei em frente ao quarto das crianças e vi que eles estavam distraídos a brincar. Entrei na casa de banho e tranquei a porta por dentro. Quando me virei, ali estava ela, já toda nua, à minha espera.
A Cristina é uma mulher com 30 anos, cerca de 1,70, morena e com cabelo peos ombros, muito bem torneada, mas nunca pensei que fosse assim, tão apetecível. A vagina rapada deixou-me louco e prontamente a sentei no lavatório. Abri-lhe as pernas e devorei toda aquela rata com a minha língua. A cada lambidela, ela gemia e eu mais a lambia e chupava. Não tardou muito para que se viesse na minha cara, pelo que fiquei com a boca, queixo e nariz completamente encharcados com os seus sucos. O cheiro doce e floral daquela "gruta do prazer" deixou-me completamente fora de mim. Rapidamente despi as calças e baixei as cuecas. De apenas uma vez, meti-lhe o meu caralho todo dentro e comecei as investidas. Ela abraçou-me pelo pescoço e começou a lamber-me toda a cara, dizendo que estava impregnada do seu sabor e que isso a excitava. Ela mexia as ancas como se estivesse louca e eu continuava a fodê-la como se fosse a minha primeira ve. Constantemente me sussurrava ao ouvido "Fode-me...fode-me...mais fundo...não pares" e eu não demorei muito mais tempo para me vir. Vim-me com tamanha intensidade que até às pernas me faltaram as forças. Senti toda a minha seiva escorrer-lhe pelas coxas e ela, ainda não satisfeita, desceu do lavatório e meteu o meu pénis na boca. "Vou saborear a tua esporra misturada com o sabor da minha cona", disse. Começou a chupar-me tão freneticamente que quase que doía. Mas o prazer que ela me estava a dar, era mais intenso e a dor não se sentia. Fiquei quase instantaneamente de pau feito outra vez enquanto ela me chupava e me lambia o pau, como nunca ninguém mo tinha feito. Louco, agarrei-lhe na cabeça e comecei a investir como se a estivesse a penetrar, mas ela tirou-me o pénis da boca e disse "Assim ainda me vais sufocar..." e riu-se. Pedi-lhe desculpa e ela de novo meteu o meu caralho na boca. Cada vez chupava com mais intensidade e eu comecei a gemer. Apercebeu-se que não faltava muito para me vir de novo e agarrou-me as nádegas, empurrando a sua testa até me tocar na barriga. Pensei em desviar-me, pois certamente a iria magoar, mas ela, ao invés de me deixar desviar, segurou-me a ela com mais força. Foi então que explodi e com um gemido de profundo prazer, enchi-lhe a garganta de leite, tal como ela queria.
Vestimo-nos e saímos da casa de banho. Quando chegámos à sala eram já quase 23H15. Não devia faltar muito para a minha mulher chegar.
Disse-me que se ia embora, pois não tinha vindo à procura da Carla, mas sim para foder comigo. Deu-me um beijo na boca e disse-me "Até outro dia...temos de repetir a dose.", piscando-me o olho. Chamou a Joana e foram-se as duas embora para casa, pois o marido dela costuma chegar perto da meia-noite.
Fiquei à espera da minha mulher até às 23H35, como se nada se tivesse passado. Claro que nunca lhe iria contar nada, pois para além da traição, podia acabar com a amizade de ambas. Quando chegou, a Carla beijou-me, foi despedir-se dos filhos que entretanto já estavam a dormir e quando chegou à sala perguntou-me "Então a Cristina faz uns bons broches?" - Fiquei para morrer, mas ela descansou-me de imediato "Calma! Não te zangues...o marido dela diz que os meus são melhores". Fiquei a saber então que a minha mulher e o Francisco já tinham estado juntos (até mais do que uma vez) e que foi ideia da Cristina trocarem de casal.
Desde essa data, temos uma "bela" amizade os 4, sendo hábito uma vez por mês passarmos um fim de semana só para nos divertirmos.
Mas isso são outras histórias...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:47
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Aconteceu


A historia que vou contar aconteceu na realidade, mas não vou mensionar nomes, para evitar qualquer confusão.

Ja há algum tempo que eu tinha vontade de estar com um casal, mais pela curiosidade de poder estar a comer uma mulher na frente, e, com a colaboraçao do marido, achava e ainda acho exitante.
Um dia da semana passada, fui a um cafe dum amigo e la encontrei uma casal que ja conheço algum tempo, mas sem qualquer tipo de intimidade, apenas conhecidos de vista, quando, fui convidado para me sentar na mesa deles, claro que nao perdi tempo, até porque ela e muito boa, uma mulher para os seus quarenta e poucos, mas com tudo no sitio.
Conversmaos sobre futebol, politica tempo e claro sexo, ms sempre com muita superficialidade, e nunca me passou pela cabeça mais nada embora pensasse em como seria bom dar uma valente foda naquela mulher boa e com cara de quem gostava disso mesmo.A determinado momento levantaram-se para se ir embora e eu naturalmente despedi-me deles, quando ela me convida para ir tomar uma bebida a casa deles, que é muito perto do café,exitei mas acabei por aceitar, e la fomos.
chegados a casa deles, uma sala muito acolhedora, ela foi para dentro e fiquei com o marido, a conversar e a tomar uma bebida, quando ela aparece vestida apenas com um robe muito bonito e transparente, eu fiquei mudo e paralizado. Ela perguntou-se gostava, claro que gostava, mas fiquei sem resposta, ao que o marido repetiu a pergunta, e aí parece que acordei e respondi que sim, a apartir dai nao me lembro ao certo o que se passou. lembro-me de ter ido para o quarto com eles, e ter começado uma autentica orgia a tres.
sem mesmo saber o que fazia ou o que me faziam, mas lembro-me de estar a fazer um belo 69 com a mulher, em que ela estava por baixo, e eu estava muito deliciado a lamber aquela coninha suculenta, de rabo para cima, quando senti em me punham qualquer coisa fria no olho do meu cu, mas nao liguei muito, ate porque estava deliciado com o minete que fazia e com o broche que ela me fazia a mim, de repente comecei a sentir uma coisa grossa e dura a entrar no meu cu, nao reagi ma quando me apercebi, estava a ser enrabado, por um pau bem grande, mas acabei por gostar e depois de acabar o 69 com ela comecei a fode-la we mais uma vez fui enrabado pelo marido, e mais uma vez gostei, foi a minha primeira e grande experiencia com um casal, e que experiencia, ela gostou, eu gostei e ele gostou, mas depois ainda tive de comer o cu dele, que diga-se de passagem foi uma grande foda, enfim foi uma tarde para nao esquecer e que espero repetir em breve ate porque ela e boa que se farta e ele a levar no cu tambem e delirante e depois tambem quero voltar a sentir aquele pau no meu cu, foi uma delicia de tarde.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:45
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Sábado, 26 de Abril de 2008

Swing !!!


Swing!Quem os visse e os ouvisse, pensaria de certeza que estavam doidos e não iria compreender o que se passava naqueles instantes de pura loucura e orgia constante entre aqueles dois casais deitados na cama, a trocar carícias entre ambos, num espaço fechado em que mais nada se ouvia senão o mar e os gemidos constantes das mulheres trocadas dos seus respectivos maridos, de olhos inflamados de prazer e de êxtase puro, onde mais nada parecia existir. Quando deram por terminada aquela fase, todos eles olharam uns para os outros, desejando não terem perdido tanto tempo como perderam numa conversa privada, de explicações quase fugazes, rindo-se abertamente por terem concretizado uma situação que julgavam nunca poder acontecer, apesar das suas idades jovens e mentalidades abertas, numa sociedade plena de tiques e tabus!Ana fechou os olhos para um breve descanso, enquanto Tomás acompanhava Pedro numa ida rápida à cozinha para petiscarem qualquer coisa e comentarem o que se passara, ficando Maria também deitada na cama, a olhar para o tecto e rindo-se, talvez envergonhada...Ana nem conseguia pensar como tudo aquilo acontecera assim, tão repentinamente no primeiro encontro que tiveram com aquele casal um pouco mais experiente naquelas andanças de “submundo” quase desconhecido para a maioria dos casais que conheciam!Tomás já andava com a ideia de pôr em prática uma já velha fantasia que era de ambos, comentando com a mulher esporadicamente o facto de como seria muito bom experimentarem a troca de casais e de fazerem novas amizades, conhecer outros pontos de vista, não serem marginalizados pelas suas ideias e pensamentos de erotismo, ao que Ana também não se opunha, mas que se sentia apreensiva em fazer a troca de companheiro, não sabendo ao certo como iria terminar tudo aquilo, sem se sentir magoada e pressionada pela ideia de um prazer constante!Combinaram então pesquisarem através da Internet uma sala de conversa própria para este assunto, afim de saberem à priori como seria estarem a “teclar” com desconhecidos e apresentarem-se, comentando as suas ideias e fantasias... encontraram por fim, um casal com quem combinaram um encontro para essa noite. Trocaram com o outro casal os números de telemóvel depois de uma breve troca de palavras, e, descrição de ambos, combinaram então um café.Ana, mesmo assim mostrava-se receosa e ao mesmo tempo entusiasmada, talvez por não saber muito bem o que fazer se a situação se tornasse numa realidade, ao que Tomás, achando, lhe respondera que se ambos não gostassem do que iriam ver, não iriam praticar as suas fantasias e que tudo aquilo não passaria de um simples encontro de amizade casual... mesmo assim, sendo importante manter a comunicação entre eles. Quando Ana se preparava nesse Sábado ao fim da tarde e foi preparar-se, deparou-se com o pensamento que seria o concretizar de uma fantasia que há muito explodia na alma dela afinal talvez não lhe fizesse tanta impressão se algo acontecesse nesse mesma noite, não iria ficar de certeza com má impressão do outro casal, porque no seu íntimo, desejava tornar realidade os seus pensamentos mais profundos e saberia por instinto que iriam os quatro pairar sobre uma aventura sensual não só de amizade, mas também de troca de prazer!Na hora combinada, lá estavam Pedro e Maria, vendo-os a aproximarem-se, fixando-lhes o olhar, quem sabe a comentarem a situação, ao que Ana se sentiu um pouco constrangida, agarrando o braço de Tomás com alguma força, pedindo-lhe ajuda, caso ele a visse mais preocupada e envergonhada... Cumprimentaram-se cordialmente, dirigindo-se quase de imediato para o café...Entre risos e uma conversa subjectiva, avançaram para o tema principal que seria o da troca de casais, explicando Pedro que essa situação também tinha as suas regras, em que o respeito mútuo e a amizade eram primordiais, não havendo obrigação alguma em tudo aquilo, estando também a descrição e a liberdade entre os casais no topo da conversa, passando-se depois para a questão da experiência que tiveram Pedro e Maria, ao que Ana respondeu que não tinha nenhuma experiência e Tomás concordando, explicou que tinha sido ambos, mostrando-se abertos à ideia estar com outras pessoas, de pôr as suas fantasias em prática, concordava com a certeza pragmática de que todas as pessoas o quererem praticar, mas não terem a coragem e abertura para viver o que hipocritamente escondem, criticando constantemente, e acusando dessas pessoas não assumirem a suas fantasias, tendências, em resumo, não serem elas mesmas, escondidas numa mascara. É mais fácil não melindrar o Status Quo, E viverem uma mentira. Ana sentia-se muito à vontade com aqueles dois desconhecidos que abriam as suas ideias de uma forma quase reveladora, na qual ela se encaixava, na necessidade quase narcísica de sentir a volúpia à muito escondida, que apenas necessitava do momento oportuno. Compreendia perfeitamente, o que significava aquele encontro, aquele momento, e, não poderia ser desperdiçado, pois afinal já não era nenhuma criança, e gostaria de partir naquela viagem alucinante!O café estava cheio a privacidade era precária, o tema de conversa aparentemente esgotara-se, levantaram-se, à porta foi sugerido a Pedro e Maria se eles os dois não quereriam ir até casa para conversarem melhor, talvez criando-se um ambiente mais propício para pôr em prática o tal desejo numa noite de certa forma fria de Outono, que poderia ser transformada em noite escaldante...Em casa num ambiente confortável, caseiro, amistoso, ficando as partes sentadas no sofá, esperando que a qualquer momento Tomás prosseguisse com a conversa inacabada, o que aconteceu com uma certa naturalidade, ficando Pedro sentado numa cadeira trocando as impressões finais com ela, pequenas questões, sondagem mutuas, o partilhar de pequenas aventuras e de preferências que não tinham sido possíveis de abordar e questionar no café. Meia hora se passou assim, ficando quase Maria na repetição do que Pedro já dissera no café e Ana olhando constantemente para Tomás, na esperança que não desistisse da decisão que sabia perfeitamente que tinha tomado, e que há muito esperava apesar de já abordado no passado recente, mas que por questões às quais era alheia não se pode concretizar, mesmo não sendo com um casal mas com um amante esporádico e um amigo...Houve um espaço de puro silêncio, havendo troca de olhares entre os dois casais, perguntando-se intimamente se poderia levar em frente os planos que luxuriantemente esperavam realizar. Por fim, Pedro a Ana, sabiam que como casal com mais experiência teriam que tomar a iniciativa, o casal iniciante ficaria constantemente à espera de tomar a decisão algo crítica de passar à acção, o que já estaria decidido ambiciosamente pensado.Ana muito entusiasmada, desde que tudo se corporizou, solicitamente se levantou para se encontrar o compartimento em casa, mais adequado para se entregar à volúpia que, ao que aconteceu quase instintivamente! Baixou-se um pouco o tom das luzes, uma música suave, vendo os três, Maria a despir-se devagar, sensualmente, pedindo para que Ana se lhe juntasse e se deitasse na cama, ficando ambos os homens sentados no sofá a observarem o bi feminino que iria acontecer dentro de instantes...Ana ficou deitada em cima do tapete branco, felpudo, com a cabeça recostada numa almofada, e de olhos fechados, começou a sentir as breves carícias que Maria lhe fazia no corpo já nu, em que as pontas dos dedos lhe percorriam o umbigo, tão devagar como se não terminasse o desejo de ambas tão sensuais e belas que estavam...Começou então a ser beijada, primeiro entre os lábios, depois com ambas as línguas a tocarem-se, sentindo-se bem com tudo aquilo e querendo fazer sobressair o que já sabia de antemão que iria acontecer.... que iria desinibir-se por completo, mostrando-se uma mulher sexualmente atraente, capaz de fazer as maiores loucuras na questão da prática do sexo...Começou a gemer baixinho quando Maria alcançou o seu clítoris com a língua, lambendo-a e acariciando-a nos seios, beijando-lhe o pescoço, apertando-lhe um pouco os bicos dos seios já saídos, dizendo-lhe ao ouvido de como era bom estar com ela...Quase instintivamente, Ana fez deitar-se Maria no tapete para então concretizar o que desejava fazer...beijou-lhe a cara, o pescoço, a boca, os ombros, os braços, passando a sua língua por todo o corpo tão vagarosa e sensualmente, fazendo com que Maria gemesse cada vez mais e dissesse constantemente o como era bom e como lhe agradava estar com outra mulher que a fizesse sentir nas nuvens, percorrendo agora Ana todo o seu corpo com a língua, fixando-se mais no seu umbigo até descer ao seu clítoris já molhado, lambendo-lhe a vagina, enfiando a língua ao mesmo tempo que enfiava um dos seus dedos naquele espaço depilado... ao sentir que Maria já estava a ter o seu orgasmo, voltou a atravessar a sua língua por todo o seu corpo, beijando-lhe um dos seios, puxando ainda mais o bico para fora e com a outra mão acariciava o outro seio, fazendo com que Maria se rebolasse no chão, tendo uma almofada em cima da cara para que os seus gemidos não fossem ouvidos fora daquelas quatro paredes, em que Pedro e Tomás fixavam os seus olhares em toda a aquela situação de estarem a ver o sensualismo de duas mulheres amando-se, ficando ambos admirados por verem Ana assim tão desinibida ao ponto de tomar conta da situação e de se envolver por completo no bi sensualismo de estreia.Tomás sentia-se extasiado com aquele cenário, tendo ficado ainda mais excitado ao ver a sua mulher a tornar-se numa deusa do amor, tão apreciada por outro homem como ele a apreciava e olhando para Pedro corou, pois já não sabia o que fazer, estando o seu membro tão duro e inchado como estava, querendo juntar-se a elas, ao que Pedro lhe disse para ter calma, pois a sensualidade entre duas mulheres é sagrada e bela de se observar, não havendo nada mais belo do que aquele cenário...Agora podiam ver Maria tocando os seus seios fartos na vagina de Ana, massajando-os na sua pele macia, havendo troca de mãos agarradas uma na outra, tal era o prazer consumado entre as duas... Maria disse então que ambos os homens já poderiam entrar no jogo, ao que se começaram a despir para depois Pedro comentar com Tomás que não se preocupasse com nada e que fizesse o que quisesse com Maria, pois que iria fazer o mesmo com Ana naquele puzzle tão desejado por aquelas quatro pessoas...Ana estava por cima de Maria, acariciando-lhe os seios, quando Pedro se lhe aproximou tocando-lhe nas costas com a ponta dos seus dedos tão másculos como ele próprio, em que começou logo depois por lhe acariciar a vagina, a barriga, beijando-a nas costas, tomando conhecimento com o seu corpo reboliço, perguntando-lhe se estaria a gostar e se estaria bem... abrindo os olhos, Ana abanou positivamente a cabeça, recebendo os seus beijos molhados, quais guloseimas deliciadas, deitando-se de seguida no tapete ao lado de Maria que se deliciava com o pénis de Tomás tão erecto como de prazer intenso entre corpos unidos pela troca de seres descomplexados e livres que eram...Ana já não sabia o que fazer, tão excitada que estava, sentindo Pedro a beijar todo o seu corpo, correspondendo ela da mesma forma, fazendo as mesmas carícias que fizera a Maria no peito peludo daquele homem já experiente que gemia ao som da música que se ouvia por entre ouvidos que não a conseguiam receber, pois que estavam tão direccionados para aquele momento deliciante, onde também Tomás acariciava Maria nos seios, lambendo-os com a língua, apalpando o seu rabo bem torneado fazendo com que se aproximasse mais o corpo daquela jovem mulher do seu, tão excitado, trocando ambos palavras incompreensíveis para o comum dos mortais, fazendo com que Maria tivesse o seu segundo orgasmo também com a ajuda de Ana que a beijava na boca, enquanto estava na posição de quatro e Pedro a lambia e lhe penetrava três dedos na vagina extensamente molhada e aberta, pronta para receber o seu membro também erecto...não sem antes Ana o lamber e chupar o seu todo, enrolando-o por entre a língua e os dentes, ora chupando-lhe só a cabeça do pénis, como ora lambendo-a tão devagar como se estivesse a terminar, ora começando a chupá-lo desenfreadamente, fazendo com que Pedro quase gemesse mais alto, ora beijando-lhe a boca entreaberta, ora Pedro a tomasse em seus braços e ao abraçá-la, lhe tocava com o pénis na barriga, querendo uma penetração perfeita...Tomás agora em cima de Maria, penetrava-a com o preservativo posto, vendo-a com uma feição de loucura sensual a abraçá-lo tão fortemente, quanto o prazer que estava a sentir, que fez com que Tomás também tivesse o seu orgasmo fora da sua vagina, tendo oportunidade de poder ver Ana sentada em cima de Pedro numa posição de cadeira entrelaçada, balançando ao som de pequenos gemidos que ambos faziam, mostrando que estavam a adorar aquele momento, mas que Pedro lhe pedia para se balançar mais devagar, pois estava a sentir que iria ter um orgasmo, mas que ainda o não queria ter, pois queria prosseguir com aquela penetração tão deliciosa...Ana ainda tentou seguir o seu pedido, mas vendo que não conseguia, foi desviada para trás por Pedro que retirou o seu pénis dentro de si, tentando abrandar o seu desejo, mas continuando a beijá-la, já deitada e ele por cima dela, querendo penetrá-la novamente...Tomás já refeito do seu orgasmo e limpo, deixava que Maria o continuasse a lamber, vendo Ana a deliciar-se por completo com Pedro que já tinha tido o orgasmo, mas que enfiava agora alguns dedos dentro de si, fazendo com que se viesse loucamente, agarrando as pernas da mesa de mogno, arrastando-a um pouco para a frente, tal foi o seu desejo intenso...Ficaram os casais assim, calados por uns breves momentos, tentando descortinar sobre o que se tinha passado, qual sensação mais utópica e qual prática sexual mais bela aquela que tinha acontecido ali, naquele espaço imaculado por aventuras constantes entre casais tão unidos como de loucos num cio constante!Ao retirar o seu preservativo, Pedro levantou-se, rindo-se satisfeito e dizendo para todos os presentes que nunca teria pensado que este encontro tivesse tido um desfecho tão gratificante e bom como fora, confirmando Maria que também dissera a Ana que esta se tinha desinibido tão bem, que nunca teria imaginado que fosse capaz de praticar o bi feminino, tão apreensiva que tinha ficado momentos antes...!Pedro, então dissera que iria à cozinha petiscar qualquer coisa, perguntando a Tomás se o queria acompanhar, ao que este logo se prontificou, ficando ambas as mulheres deitadas no chão, Ana de olhos fechados e Maria olhando para o tecto, rindo-se ambas, chegando à conclusão Ana que afinal tinham perdido muito tempo numa conversa em que quase nada à para discutir e conferenciar, pois que o prazer é tanto, que o que basta é o facto de se saber o que as pessoas gostam de fazer numa relação sexual, sendo resto....uma tarde muito bem passada!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:58
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Dia de praia quente


Esta história é semi-verídica pois têm partes que realmente aconteceram e outras que eu gostaria que tivessem acontecido. Tinha acabado de chegar a uma praia meio escondida, mas bem perto de Lisboa, onde se costuma fazer nudismo quando reparei num casal deitados nas suas toalhas debaixo de um guarda sol vermelho. Eles tinham um corta vento que lhes dava uma certa intimidade. Achei por bem deitar-me ali por perto, de maneira a que pudesse ver o casal melhor mas sem os incomodar.Ela era uma morena dos seus 40 anos com umas coxas bem largas como eu adoro e com um corpo bem torneado, os seios fartos e o púbis apenas com uma pequena faixa de pelos. Estava deitada virada para o mar e assim via-a apenas de lado, mas pude perceber alguns sorrisos dela, talvez suscitados pela minha presença. Ele estava virado de pernas bem abertas para mim, com grande à vontade e não pareceu importunado pela minha presença. Fui dar um mergulho e quando voltei fiquei espantado com a cena que via: Ela masturbava-o com a mão de costas para mim mas como ele estava virado para mim de pernas bem abertas pude ver o espectáculo ao promenor. Ele tinha um mangalho bem grande, pois eu estava a cerca de 20 metros e via-o bem. A cena provocou-me uma grande excitação e comecei a acariciar-me enquanto os observava. De vez em quando ela virava-se para trás e sorria, diziam qualquer coisa um ao outro e continuavam a acariciarem-se, eu já estava em ponto de ebulição, virado bem para eles, mostrando o meu pénis que não é um monstro mas é um bocado largo. Passado pouco tempo reprarei que ela foi buscar algo a um saco e estava agora a passar bronzeador nele. Depois de besuntar bem o mangalho, fiquei surpreso ao vê-la acariciar o anûs dele com os dedos. Começou a meter-lhe um dedo enquanto o masturbava com a outra mão, e continuava a olhar para mim ocasionalmente. Eu estava agora deitado masturbando-me furiosamente e sorrindo para ela também. De repente ela parou e chamou-me com um gesto. Fiquei curioso, levantei-me com o pau bem rijo e fui caminhando para eles. Quando chegei perto ela perguntou-me se eu estava gostar do espectáculo ao que eu respondi bem envergnhado: - Sim, estou. Na verdade ela continuava com um dedo bem enfiado no anûs dele e coma outra mão naquele mangalho que agora via bem e era enorme. Perguntei se podia sentar-me ali perto. Ao que ele respondeu: - Senta-te aí mesmo, amigo, está à vontade. A situação era estranha mas o objectivo de todos era bem claro, pura satifação sexual. Continuei a masturbar-me e perguntei se podia tocar nela, como resposta ela pegou na minha mão e levou-a às suas belas mamas. Ficamos assim algum tempo em pura tesão. Entretanto ela já chupava o mangalho dele enquanto me oferecia a sua vagina bem molhada para eu lamber. Não me fiz de rogado e mergulhei a boca naquela bela passarinha. No meio disto a tesão era total. Ela parou de mamá-lo e perguntou se eu queria provar um pouco. No estado em que estava pareceu-me bem tentar, visto que ele me oferecia a sua mulher de forma tão natural. Enquanto tentava sorver aquele mangalho descomunal senti a língua dela no meu cuzinho. Aí fui ao céu. Era demais, estar com um casal de desconhecidos no meio da praia, protegidos apenas por um quebra vento e um guarda-sol, eu a mamar um mangalho e a mulher dele a mamar o meu. Estivemos nisto algum tempo até ela me dizer ofegante: - Fode-me agora, já não aguento mais. Fiz-lhe a vontade e fodemos que nem coelhos, rapidamente ele colocou-se de joelhos com o pénis bem junto das nossas bocas e enauqnto fodiamos iamos dando umas lambidelas com a boca. Como tudo o que é bom tem de acabar, ele esporrou-se todo na boca da mulher e ela veio-se mais ou menos ao mesmo tempo, quanto a mim saquei o meu vergalho de dentro dela e esporrei-me em cima das suas tetas. Ela estava toda esporrada e molhada com os nossos liquidos. Após esta loucura conversamos um pouco e seguimos para casa. O tempo passa rápido quando se está nestas loucuras. Se gostaram da história e quiserem tentar algo do género escrevam-me à vontade para
miguel_bisex_lx@hotmail.com
Divirtam-se pois não vivemos duas vezes.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:54
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Campismo tb é lugar



Campismo Também é Lugar.

Os nomes são ficticios.
Boas amigos tudo bem, sou uma moça que anda com um rapaz, do Porto, de nome Carlita e Miguel, a Joana tem 25 anos, é morena, olhos e cabelos castanho, baixa e magra e o Miguel 24 anos, moreno, 1.77, olhos castanhos, cabelo castanho curto, 65kg.
A História, que eu, Carla vou relatar aqui passou-se no último verão, connosco no Parque de Campismo de “Rio Alto”, perto da Póvoa do Varzim, foi a altura que me meti com um rapaz muito giro. Um de muitos.
Estávamos já lá a um dia, quando vimos a chegar um grupo de 5 pessoas, 3 rapazes e 2 raparigas, ficaram mesmo ao nosso lado, começaram a montar as 3 tendas,
Pareciam ser pessoas simpáticas e brincalhonas, eles vieram ter connosco, para ver se podiam ligar a ficha deles a nossa, e ajudavam a pagar, o Miguel que já faz campismo há mais de 20 anos, disse logo, que podiam ligar, mas que não tinham de pagar nada, eles como é óbvio agradeceram.
O rapaz que não tinha companhia, e que estava sozinho numa tenda, era girinho, olhos azuis, cabelo claro curto, magro, mas bem formado, justiça seja feita, era um borracho, fiquei impressionada com ele, mal o vi. Uns dias depois reparei que ele olhava para mim, com aqueles olhos a insinuar alguma coisa, que se chama, excitação.
Ele era alto, andava sempre de calções branco, daqueles meios transparentes, que se notava tudo por baixo, de chinelas, e com o tronco a mostra, tronco esse delicioso, bem trabalhado, e chamava-se Leandro.
Já passados mais alguns dias, ele veio pedir se tinhamos sal, nesse dia o Miguel, não estava lá, tinha ido à cidade meter gasolina no carro, por isso estava sozinha com uns calções e um top, sem nada por baixo, e eu disse-lhe para ver no saco azul que estava a entrada da tenda, ele foi lá ver, e passado algum tempo disse-me, que não via nada lá, que só tinha roupa, eu fiquei envergonhada, por ele estar haver a minha roupa interior eu fui ver lá onde tinha posto o sal, ao entrar na tenda eu ia a rir-me, ele também se riu, mas sempre a olhar-me, e ao mesmo reparei que ele estava um pouco excitado. Ele repara que eu notei, e pergunta-me se o meu Miguel não estava e eu disse-lhe, que tinha saído, ele então de graça, diz: “ Como é que se deixa uma mulher sozinha e sem roupa por baixo,”.
Para ser franca, até gostei ouvir aquilo. De tarde nesse mesmo dia, eu estava na piscina com o Miguel, apanhar sol, e o grupo do Leandro paçam por nós e dissem se podem ficar ao nosso lado, dissemos logo que sim. Eles lá se deitaram, e quem ficou ao meu lado, o Leandro, de repente fomos ao banho, mas eu tinha que ser rápida, pois tinha que me secar para ir ligar a minha mãe, pois o meu pai tinha ficado doente. Lá dei o meu mergulho, sequei-me e fui para a tenda, ligar a minha mãe.
Já tinha ligado a minha mãe, fui lavar a roupinha, de repente chega uma pessoa e diz olá e eu olho e vejo que é o Leandro, ele também foi lavar a dele, e começamos a falar, um pouco de tudo, houve uma altura, que ele pergunta-me a quanto tempo estava com o Miguel disse-lhe a 3 anos, e depois pergunta-me se já o tinha traído eu disse que não. Mais a frente ele fica a olhar para as minhas cuecas, que tava a lavar e disse-me:
-elas devem ficar melhor no teu corpo:
-Eu, gostavas ver como ficam?
-Leandro, pessoalmente prefiro ver-te sem elas, é mais excitante.
E continuamos nesse tipo de conversa, de repente peço-lhe que ele olhe para o lado, que queria trocar de calções, pois aqueles que tinha vestido estavam sujos, e ele disse que queria ver-me a mudar, eu disse-lhe que não podia pois não tinha nada por baixo, e lá tivemos breves minutos a discutir sobre aquilo e lã ele cedeu. Mas pelo sim e pelo não fui para um dos cantos de costa voltadas, para ele não ver, mas mesmo assim já eu estava sem o calção, eu já ia vestir os outros sinto uma mão na minhas costas, ele diz, que agora queria ver o resto, eu disse que resto, ele essa rata, quero vê-la e comê-la, e também quero-te chupar esses seios, eu disse-lhe que podia vir alguém, ele nem quis saber começou a tocar-me, então decidimos ir para a tenda dele, lá tivemos um bom bocado. Mal chegamos a tenda ele beija-me e tira os calções, e de fora lá ficou um grande pau, pronto a ser bem chupado, nem excitei, agarrei-me logo, aquilo. Quando acabamos de fazer, ele diz-me que mal me viu, ficou também impressionado cmg, e que começou-me a observar mais de perto, até me disse que eu uma noite fui ao wc, tomar banho, e que sem ninguém ver também entrou lá e põe-se no duche ao lado em cima de um banco a ver-me e que se masturbou.
Também me pediu para eu se durante a noite as vezes se tivesse vontade e ter com ele a tenda, então numa das noites eu fui lá ter o Miguel dormia bem, eu sai devagar, sem fazer barulho, quando chego a tenda dele ele tava a dormir, reparei que dormia como um anjo, e nu. Ele não deve ter me ouvido a entrar pois que continuou a dormir, eu como vi que ele tava nu, comecei a mexer-lhe no pau, ele acordou e disse-me tas aqui, não te esperava, eu disse-lhe que tinha vontade de fazer loucuras durante a noite toda. Começamos a beijar-nos, acariciar-nos, esfreguei-me toda nele, ele lambeu todo o meu corpo, enquanto seus dedos me estimulavam profundamente. O prazer que eu sentia naquela hora é indescritível. Ele estava preocupado em dar-me prazer, em fazer-me gozar, em me fazer chegar a um extremo, que talvez nunca tinha chegado antes. Eu estava a gozar, sem parar, bem como ele. Ele veio-se na minha boca e pediu-me para eu deixar passar pela garganta o leite dele, assim aceitei. Só depois ele me penetrou, coma habilidade e a doçura coma qual imaginava desde do 1º dia que o vi. E comeu-me em primeiro comeu a minha ratinha, depois comeu-me o cuzinho, diga-se que ate a data nunca tinha feito anal. Moral tive a noite de sexo mais louca da minha vida até hoje, ainda hoje penso nessa noite.
Andamos assim cerca de 15 dias, o Miguel não deu por nada, eu quando acabou as férias contei-lhe tudo, tivemos alguns momentos de choque, mas no final ficou tudo bem. Até hoje penso no Leandro, se ele vir isto, espero que me responda.

Também aceito sugestões e comentários

Voltarei com mais histórias, minhas.

Beijos

Carlabotelho@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:49
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Comida por estranho


Vou contar a minha foda mais rápida que dei com um homem. Certo dia , tive de ir marcar uma consulta para a minha mãe num médico que tem o seu consultório para os lados do Areiro em Lisboa. Entrei no prédio, subi de elevador até ao 7º andar onde fica o consultório e fui marcar a
consulta. Enquanto marcava a consulta com a recepcionista senti que alguém me despia com os olhos. Tratava-se de um homem com idade por volta dos quarenta anos, com muita apresentação e cheio de charme. Nos poucos minutos em que estive naquela sala trocamos uns simples olhares porque passado algum tempo já eu me encontrava à porta do elevador. Enquanto esperava que o elevador chegasse senti a meu lado o meu admirador, perguntar se não me importava que ele fosse no meu elevador. Respondi que não e entramos os dois. Entrei primeiro, pois foi muito cavalheiro ao abrir-me a porta e perguntou para que numero ia. Respondi que ia sair e quando o elevador começou a andar sinto a sua mão no meu traseiro. Não digo nada, mas pelo contrario empurrei o meu rabo contra a sua mão. Entretanto tínhamos chegado ao nosso destino. Quando me preparava para sair, pergunta-me se não quero subir outra vez. Respondi ,porque não. Picou novamente o elevador para o sétimo e este arrancou e quando este ia entre o terceiro e o quarto aperta o botão de stop. O elevador pára entre os dois andares. Começa por me beijar e vai passando as mãos pelo meu rabo. Puxa-me a saia para cima e baixa-me as cuecas. Fico com as cuecas numa só perna e ele manda-me virar de costas e abrir as pernas. Assim faço e ao mesmo tempo tento apalpar o seu caralho que se encontrava dentro das calças mas que já apresentava um grande volume. Entretanto ele tenta afastar as minhas nádegas e começou a massajar a minha coninha que se encontrava bastante húmida. Pela minha parte fui-lhe desapertando as calças e tirei o seu caralho para fora. Passado alguns segundos , já eu sentia aquela arma a entrar por mim a dentro e começou num vai vem frenético e passado pouco tempo sinto a sua esporra quente , que faz com que eu atinja um orgasmo pleno de prazer. Ainda ofegantes retira-se de dentro da minha cona e começa a vestir as calças. Eu faço o mesmo com as minhas cuecas pois começava a sentir a esporra a correr pelas pernas. Quando já estávamos recompostos, coloca o elevador novamente a andar em direcção ao sétimo andar e quando este pára despede-se de mim com um beijo dizendo-me obrigado pela bela foda que tinha dado. Respondi que tinha sido com todo o prazer. Voltei a picar o elevador para o zero e até hoje nunca mais o voltei a ver. Já voltei várias vezes, ao mesmo consultório mas nunca mais tive o prazer de encontrar aquele belo cavalheiro que me levou às nuvens durante uns minutos. Sim, uns minutos , porque esta bela foda não demorou mais que uns 15 minutos. A sensação de ter sido fodida por um estranho não me saiu da cabeça durante uns tempos e nesse mesmo dia a minha viagem para casa foi também bastante molhada porque sentia ainda o esperma dele escorrer pelas paredes da minha vagina até às minhas cuecas. Quando cheguei a casa não me contive e tive que me masturbar e tentei ainda provar a esporra que se tinha entranhado no tecido das cuecas as quais emanavam um perfume delicioso. Espero que tenham gostado. Contem-me as vossas aventuras.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:45
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Uma Aventura



Relato de uma aventura

A sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Mas deixemo-nos de divagações, até porque, nunca me preocupei com a imagem que dou à sociedade, importo-me com o meu equilíbrio físico e emocional, maneira como encaro o que me rodeia e a forma como o que me rodeia me pode “alimentar” o corpo e a alma, as relações e interacções com o mundo, a natureza, os animais e os meus semelhantes. Ressalvo apenas que não abdico de conceitos basilares da simples convivência humana de forma a poder viver em livre harmonia com tudo.
Decidi partilhar esta aventura, que vai mais além do que poderia pensar ou sequer imaginar, quando a vivi. E pô-la no papel, sem pudores, nem tabus, é uma forma de libertar a mente e o espírito de algum resquício de dúvidas que ainda pudessem restar.
Existem momentos em que toda a luxúria e volúpia surgem em nós de forma flagrante e inevitável, momentos aos quais nem sempre damos a devida atenção, por os acharmos passageiros e mesmo por nos parecerem indecifráveis. Mas quando nos surge a oportunidade de os decifrar, devemos aproveitá-la sem temores de juízos de valor por parte dos que não sabem nem querem perceber e que apenas se limitam a criticar. Não é fácil.
Encontrei na internet a passagem, os códigos, mais uma peça para encaixar no meu puzzle das sensações, um puzzle, praticamente infinito. Fui abordada por alguém que já conhecia o terreno que pisava, ao contrário de mim, que trilhava pela primeira vez os caminhos de um mundo novo que se abria para mim e que eu ansiava descobrir com grande apetite, mas com igual temor.
Na Internet as conversas surgem com naturalidade e fluidez flagrante de quem procura, mesmo não sabendo o quê, que anseia por partilhar e até vivenciar fantasias, sensações, desejos, muitas vezes misteriosos até para nós. As nossas conversas acabaram por se desenrolar de forma muito espontânea (primeiro no Messenger e mais tarde ao telefone), Depois vieram as trocas de fotografias, as conversas, o sentir do timbre, o sentir de mais um fragmento que se compõe em nós, um mar de imagens e sensações, como num rebobinar lento e que se deseja demorado e lento de forma a que não termine. O descrever de toques, o sentir quase numa realidade indescritível e febril, das imagens descritas e plenamente sentidas, a sensualidade de uma imagem que muitas das vezes só existe em nós, e que é saborosamente descrita. Como é que estás vestida? Sabes quero-te beijar. O que gostavas de me fazer? Estou a tocar o meu clítoris, sinto-me dentro de ti, Ah! Vou-me esporrar. Diz-me onde gostas de sentir o esperma? Qual a posição que mais gostas. Quais são as tuas fantasias? Não sei se tenho coragem de as contar (que se lixe afinal é apenas um estranho). Sabes, sempre desejei ser tratada como uma cadela, usar uma coleira, ser penetrada por de trás. Adoro sentir um bom caralho no meu cú. Estou excitada, vou-me vir. Fode-me, quero-te. Sinto o teu caralho que rasga as entranhas, não aguento mais. Quero sentir-te, quero por em pratica todas as nossas excitantes conversas, desejo que possas ver e sentir com os teus olhos e com as tuas mãos o arrepiar da minha pele a cada palavra tua, a cada descrição. Queres que eu leve saia e sem cuecas!? Mas está frio. Onde nos encontramos? O Shopping é uma excelente ideia. Até logo Pupo.
Estava a minha espera sentado numa mesa na praça de alimentação, estranho o exercício mental que se faz para ser reconhecer alguém que apenas temos uma imagem, imagem essa construída muitas das vezes apenas na nossa mente, apesar das fotografias.
Um olhar ansioso e completamente luxuriante espalha-se por todo o meu corpo, custa-me enfrentar aquele olhar devorador. Um misto de medo e de excitação percorre o meu corpo. Ele é simpático, cordial, beija-me num instante sem se quer ter tido oportunidade de reagir, a sua mão percorrer a minha anca à procura do pedido dele, mas o frio era muito que não pode corresponder. Num olhar cúmplice e receoso da minha parte dirigimo-nos para o parque de estacionamento, entramos no carro, o olhar dele fixa-se no meu, os lábios percorrem os meus, as mãos procuram o contacto com a pele. Mas continuava tensa apetecia-me um cigarro. Finalmente arrancamos, saímos daquele local onde perco a minha privacidade, e os meus instintos perdem fluidez, só me apetece sair dali, e ao mesmo tempo aquela situação deixa-me completamente hipnotizada.
Chegamos a casa dele, estacionamos o carro, subimos. A Conversa entre nós era circunstancial, ele dizia-me o quanto eu era bonita, o quanto estava a espera daquele momento, iríamos ter oportunidade de partilhar tudo aquilo que à algum tempo vínhamos confidenciando. Eu nada dizia, estava simplesmente bloqueada, mas o meu corpo fervilhava de desejo. Ao abrir da porta, o entrar, o reconhecer de um espaço que era de todo para mim estranho, numa assimilação constante. Ele não tirava os olhos de mim. Sentei-me e como num reflexo procuro na carteira o maço de tabaco, puxo de um cigarro e quase compulsivamente fumo. Ele olha para mim, aproxima-se afirma vezes sem fim o quanto me deseja. Enquanto fumo começa-me a despir-me. Tira-me as calças a noite é fria, noite de Inverno contrastante com o escaldante e transtornando desejo, percorre as minhas coxas com as mãos firmes, beija-me as pernas sinto a sua língua a sua saliva, afasta-me as cuecas. Estou completamente atónita com o momento, o cigarro apaga-se demasiadamente rápido, mais uma vez como à procura de uma forma de instintivamente desacelerar o ritmo cardíaco, o meu coração parece quer saltar fora. Ele simplesmente aborda-me a minha vagina com as suas mãos, percorre o meu púbis, e fixa o olhar em mim. Ele sente o desejo que me percorre a minha humidade revela toda a minha excitação, para além do nervosismo que eu sei que os meus olhos não conseguem esconder. Aquele toque, aquelas mãos que me esfregam o clítoris deixam-me simplesmente rendida. Enfia a cabeça no meio das minhas pernas e começa a chupar e a lamber o meu clítoris, em movimentos suaves e depois firmes, penetra-me com a sua língua, as mãos percorrem as minhas ancas, as minhas coxas, e eu simplesmente estática sem nada fazer, apenas a sentir a volúpia daquele momento, aquele estranho que me dá prazer. Levanta-se e olha-me de frente, beija-me de forma decidida enquanto os seus dedos me penetram, o meu beijo é tímido e esquivo, mas a sua língua percorre toda a minha boca, contorna os meus lábios, penetra a minha boca, sinto uma excitação cada vez mais crescente.
Pergunta-me pela coleira, vou buscar ao meu saco. Passo-a para as mãos deles, ele termina-me de despir, sente o meu peito duro, e mais uma vez exclama a sua admiração e desejo por me tocar e possuir. Mais uma vez a excitação do meu corpo não me deixa mentir. Aquele momento provoca em mim um misto de sensações que não consigo lidar, mas que saboreio de forma nunca antes sentida. Ele coloca-me a coleira no pescoço como se de um ritual se tratasse. A coleira é simples, tem umas pedras brilhantes e é completamente de veludo, puxa por ela suavemente e com esse movimento sou obrigada a ir para o chão. Estou de quatro ele passeia-me pela sala como um bicho de estimação. Ele tira as calças e revela o seu pénis completamente erecto, um membro grande e delicioso aos olhos, intimamente naquele preciso momento ansiava experimenta-lo saboreá-lo. Levanta-me de forma a ficar de joelhos, e de forma decidia coloca o caralho na minha boca, comecei de forma tímida a sentir aquele caralho, ele ordena-me. “Chupa-me minha cadela, não o gostas de sentir, de que tens medo. Chupa!” A minha língua começa a movimentar-se de forma mais convicta, as palavras dele excitam-me. Sinto aquele caralho todo na minha boca, enquanto ele puxa pela coleira e eu de joelhos, fixo o meu olhar nele, e observo todo o prazer que estou a dar… e aquilo excita-me cada vez mais. Mais uma vez ele diz-me “Chupa-me os colhões, lambe-me, não és tu uma cadela?”. Seguro aquele caralho na minha mão, e começo a chupar metodicamente cada testículo, consigo sentir o arrepiar da pele, sinto o gemer de prazer. Sinto que ele está próximo do orgasmo, mas eu não quero sentir o esperma dele na minha cara, e dou-lhe a entender que ainda é cedo para ele se esporrar. Subitamente empurra-me de forma a ficar de quatro, e penetra-me a minha cona, completamente encharcada. Sinto caralho dele dentro de mim que entra de uma estucada só, entra e sai de mim, num vaivém firme que me deixa simplesmente extasiada. Continua a penetrar-me a cona as suas mãos seguram a coleira, puxa por mim, puxa pelos meus cabelos, alternando a sua mão livre pelo meu corpo, pelos meus mamilos. Entretanto peço-lhe para que ele me foda o cú, num ápice ele tira o caralho da minha cona e sinto toda a minha langonha a escorrer pelas minhas pernas, começa a lubrificar o meu cú, com a minha humidade que escorrer das minhas pernas e da minha vagina, misturando-a com a sua saliva, conseguindo assim a mistura perfeita para a lubrificação do meu anús, penetra-me com a língua e com um dedo, introduz um segundo dedo, e de seguida um terceiro, o prazer era tanto que mal conseguia controlar-me. Num movimento rápido e ao mesmo tempo firme, põem-se de forma a conseguir enfiar aquele caralho no meu cú, sinto-o dentro de mim, rasga-me, delicia-me, é simplesmente indescritível. Ele grita geme, tudo se mistura, as palavras com os grunhidos de prazer, “Minha puta como o teu cú é bom!!! Hum, hum” Sinto a sua mão a puxar a coleira que empurra o meu corpo para aquele caralho que o ajuda a entrar ainda mais fundo em mim, os testículos dele batem na minha vagina. Olho para trás em tenho uma visão sublime do prazer dele, de todo prazer que eu estou a dar aquele estranho, e consequentemente do prazer e do desejo cada vez mais crescente que provoca em mim. É uma imagem que está gravada em mim. Vou-me esporrar-me, grita ele, sinto-o a explodir dentro de mim, o esperma dele que em jactos longos percorrem as minhas entranhas, é uma sensação indescritível sentir aquele néctar a escorrer dentro do meu cú. Caímos para o lado extasiados com aquele momento. Nunca pensei sentir alguma algo assim. Apesar de estarmos no cão ele não larga a coleira, e deitados tentamos recuperar as energias despendidas naquele momento. Eu no silêncio, completamente rendida aos encantos daquele caralho, e ele simplesmente afirmava: “Maravilhoso, nunca me tinha acontecido nada assim”. Sentia mesmo assim apesar de todo o tesão um misto de confusão e estranheza que não conseguia decifrar.
Sinto a coleira a puxar por mim, ele levanta-me, sinto a esporra dele que escorrer pelo meu cú e se mistura com a minha humidade e escorre pelas minhas coxas. Ele beija-me e sinto a sua língua na minha que me penetra com o desejo que sinto crescente. Beija-me os meus mamilos e ligeiramente os morde, sinto mais uma vez uma arrepiar do corpo que se estende pela alma, por estar a viver aquele momento. Vou buscar o nosso amiguinho, diz ele com um sorriso enorme nos lábios. Pensas que esqueci-me dele, de o comprar? Ele arrasta-me pela sala, até ao local onde tinha o nosso “amiguinho”. E afirma abanando-o e exibindo-o à minha frente: “Gostas minha cadelinha? Agora está na hora de o experimentar”. Era um vibrador enorme, não sei precisar as suas medidas. Mais uma vez puxando-me pela coleira leva-me para o centro da sala, onde me senta no sofá. Abre-me as pernas e começa acariciar a minha vagina com aquele monstro de plástico de cor pálida. À medida que o ia esfregando na minha vagina, encontrou forma de me dar a sua piça a chupar, que crescia de forma estonteante na minha boca, ainda sentia o sabor da minha humidade, e da esporra que ele tinha derramado no meu cú. Ele roçava aquele mastodonte na minha vagina, pressionando-o ao meu clítoris, começou rapidamente e penetra-lo, primeiramente de forma suave mas sempre intensa. Repentinamente sinto a entrar de forma vigorosa dentro de mim, sinto aquele tronco de plástico que me eleva por prazeres nunca antes sentidos. Sinto mais umas vez a coleira a ser puxada e colocar-me de quatro no sofá, isto sem nunca o nosso “amiguinho” ter saído dentro de mim. O movimento continua firme, sinto aquele monstro na minha cona, enquanto sinto novamente a humidade da saliva a escorrer pelo meu anús. Uma voz meiga e ao mesmo tempo decidida diz-me ao ouvido “Estas a gostar minha cadelinha? Agora vamos ter a nossa primeira dupla penetração”. Enfia-me no meu cú aquele caralho novamente enorme. Com isto sinto o prazer intenso, uma volúpia luxuriante, nunca antes sentida, o meu tesão era de tal ordem que não estava em mim, atingir orgasmos sem fim. A dupla penetração continuava como dois membros dentro de mim. O “amiguinho” sai de repente dentro de mim, o interromper súbito de todo aquele prazer, ele tira também o seu caralho do meu cú, e, começa a foder a minha cona com o seu caralho, cuspindo no meu cú de forma a lubrificar, tenta penetrar o meu cú com aquele monstro, sinto a cabeça do “amiguinho” a entrar, mas a dor é insuportável e digo para ele parar. Mais uma vez, ele enfia o nosso “amiguinho” na minha vagina e penetra-me com o seu caralho no meu cú. Estas quebras, o acelerar e o parar no momento em que quase estou atingir o clímax deixa-me completamente louca. O ritmo é alucinante, mais uma vez sinto a minha a vagina a explodir nos orgasmos múltiplos. O movimento dos dois paus é alto, sinto os dois membros a roçar as bordas dos meus buracos, os meus lábios vaginais ardem de prazer, o meu clítoris esta enorme. Sinto a tirar o caralho do meu cú. E começa uma série de manobras para tentar penetrar a minha cona, com o nosso “amiguinho” em plena labuta, num movimento sempre firme. Até que sinto o caralho dele a entrar na minha cona, agora tinha dois membros dentro da minha cona, uma sensação indescritível, a sede de luxúria que em certos momentos existe em nós e que inexplicavelmente negamos, mas que identificamos com uma clarividência alheia à nossa própria consciência, porque o sentimos com pureza.
Como um chamamento do que mais puro e genuíno brota de nós, chamamento esse que por vezes teimamos em ignorar, porque não o entendemos, porque nos escapa o verdadeiro sentido que tem, e nem sempre tem de ter um sentido, sensações transcendentes.
Sentimentos ambíguos de fronteiras impostas por uma sociedade hipócrita que estabelece padrões de comportamento, ditos normais, e que se esconde em criticas mordazes. Todos aqueles que não experimentam e simplesmente criticam pelo facto de eles mesmos ansiarem e invejarem faze-lo, mas que se retraem porque receiam o olhar intolerante que os persegue.
Aqueles dois membros que penetrava-me ao mesmo tempo na minha cona, olhava para trás e via escrito no rosto daquele homem um prazer nunca antes sentido. Eu gritava de prazer, descompunha-me em orgasmos incessantes, intermináveis sensações, que foram muita além das conversas partilhadas e de fantasias exploradas pelo telefone. Sinto-o a tirar o caralho da minha cona, e enfia-lo novamente no meu cú, mais um grito de prazer. Adoro que me fodam o cú. Conforme ele entra em mim no meu cú e sinto atingir os limites do prazer, sinto aquele caralho a sair, e a derramar o seu liquido nas minhas costas, que escorre pelo rego do meu cú, que o contorna e cai em cascata na minha vagina e no meu clítoris, para um chão tão quente e suave como os nossos corpos, consumidos por aquele prazer.
Descansamos no chão, conversamos no meio de um cigarro agora mais sereno, e exploramos as sensações vividas, as fantasias que ainda não experimentadas. Revelei-lhe que gostava de ser possuída por dois homens, que gostava de sentir o calor da urina no meu corpo.
Entretanto o telefone toca, instintivamente atendo-o, era uma “amigo” a conversa começasse a desenrolar de uma forma que se arrastava e não parecia terminar, não queria desligar o telemóvel. Num gesto irreflectido, reflexo de todo o prazer que tínhamos até ali vivido, aproxima-se de mim e começa-me a beijar, a percorrer o meu corpo, passando as suas mãos e a sua língua por todo o meu corpo, sinto a sua língua saborosa novamente na minha vagina. Continuava ao telefone, e tentava falar com naturalidade, ouvido as perguntas incessantes que me invadiam aquele momento. Ele deita-me no chão e penetra-me, com as minhas pernas bem abertas, sentia aquele caralho a entrar dentro de mim, e podia olhar no rosto dele todo aquele prazer que eu provocava nele, e ele em mim, e continuava a falar a ouvir alguém que estava a ser inoportuno, mas que de repente contribui para uma atmosfera crescente de luxúria que não estaria à espera de acontecer, aquela imagem deixava-me uma visão ampla do prazer que estava a ter naquele dia, a ser usada, mesmo ao telefone estava a ser fodida. O gemer abafado que indicia mais uma vez um banho de esporra, tira o caralho dentro de mim e sinto o esperma dele na minha barriga no meu corpo. A partir daquele momento o telefonema não fazia mais sentido e desliguei.
Mais uma vez exaustos de prazer nos escancaramos nus no chão, senti a mão sobre o meu rosto o olhar completamente surpreso daquele homem, não tinha imaginado que poderia ter sido assim. Retomamos a conversa que estávamos a ter antes de sermos interrompidos pelo telemóvel, e onde abordamos novamente a questão do sexo com dois homens, formando assim um trio. Confessou-me que gostaria de me satisfazer esta fantasia e que tinha a pessoa ideal. Esticou-se de forma a chegar ao telefone digita um número, do outro lado da linha atendeu o irmão. Expôs a situação, nas infelizmente ele não estava. Falei com ele ao telefone a pedir que ele fosse lá ter, mas estava longe. Confesso que naquele ambiente de loucura e prazer, seria capaz de o fazer, mas infelizmente não podia ser, simplesmente porque a única pessoa disponível estava longe.
A partir daquele momento, não faria sentido estar ali. Levantei-me e disse que tinha que ir embora, ainda tinha uma viagem a fazer e que era longa. Pediu-me para eu ficar, mas eu sabia que não faria sentido ficar. Amanhã é um novo dia e tinha que partir.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:41
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Simulação Masculina


Pois bem, cá estou novamente para contar o que se anda a suceder na minha vida sexual.
Já contei uma minha experiência com a minha namorada. Adorei sensação de ser penetrado... e ela também. Pois bem, falamos e então decidimos ir mais além: Simulação Masculina.
Mas além disso, meu desejo em estar com um homem foi crescendo, dia após dia... já nem conseguia pensar bem. E as férias, fizeram-me bem, pois deu para pensar bem no que queria. E decidi: simulação masculina com namorada e noite com homem versátil.
Comecei então a ir preparar a jogada nas duas pontas: compramos vibrador para prender à cintura da minha namorada e comecei a procurar um rapaz que quizesse partilhar momentos intimos.
Óbvio que apareceram muitos rapazes e homens a querer algo comigo. Fiquei "intimo" de um rapaz que morava perto da minha namorada. Ideal. Estava com ela e depois ir ter com ele. Combinei tudo e chegou o dia. A meio da tarde de sábado, fui ter com namorada a casa dela, conversas e fomos aquecendo. Ela tinha-me falado que já tinha o vibrador em casa e estava ansiosa por usa-lo. Eu ansioso levei creme e assim que ela me preparou meu cuzinho, levantou-se, foi ao quarto a correr e quando apareceu novamente, já o tinha posto à cintura... virei-me logo meu cuzinho virgem para ela... ela não se fez de rogada e devagar, gentilmente, começou a mete-lo no meu cuzinho. Eu tentava aguentar sem dizer nada, sem gemer... mas a sensação era óptima. Passado uns minutos senti que estava todo dentro de mim, e pedi para ela me comer como eu a como. Ela começou devagar, para ir apanhando o jeito, até que entrava como se de um homem se tratasse. Trocamos de posição e montei-a. Estava imparável. Durante mais de 1 hora, meu cu foi aberto pela minha namorada. vim-me 2 vezes, sempre com vibrador dentro do meu cu. Disse para irmos tomar banho, e ela foi andando e aproveitei para mandar sms ao tal rapaz a dizer que passado 1 hora estaria em casa dele. Fui ver ao espelho e vi meu cu todo aberto. Lindo Adorei!
Tomamos banho e no banho enrabei-a como ela gosta, a sentir meus tomates a baterem nela. Mais uma vez me vim, desta vez bem dentro do cu dela. Depois disse k tinha de ir jantar a casa meus pais, ela não queira mas, lá me deixou ir. Mal sabia ela para onde eu ia a seguir.
Fui ter a casa dele e vejo um lindo rapaz à porta. Entrei e começamos a falar, criar amizade. Mas depressa a conversa foi parar ao que ambos queriamos: SEXO! Nisto, entra cerveja e ele ao ir buscar mais, fica á minha frente e tira-o para fora. Eu olhei, lambi meus lábios e um desejo enorme veio a mim: engolir ao mázimo aquele pau. E assim fiz. Abri minha boca ao máximo, e senti a bater-me no fundo da garganta. Fechei lábios e chupei... sensação boa. Ai percebi: era bissexual confesso! Chupei-lhe ao máximo, ao mesmo tempo que lhe apertava o cu e tentava meter dedo dentro do olho dele. Despimo-nos e começamos um bom 69, prolongado, devagar, até que senti um jacto de leite quente na minha boca que me fez engasgar. Ele riu-se e pediu desculpa por não me ter avisado. Fiquei bocado chateado, mas como estava excitado, deixei. Nisto, ele tinha posto creme no meu cu, e depois de se vir, pediu-me para me por de gatas. Eu tipo puta com cio, pus-me de gatas e olhei e vi bolas dele a aproximarem-se de mim... a carne dele a tentar entrar e por fim, a entrar, devagar até que senti uma estocada final, que me fez gritar de dor, mas dor agradável. Só pensava na minha namorada a me comer, e com isso tentei dar o máximo prazer a ele, fiz tudo que ele quiz... de quatro, montei-o, de lado, ele por cima, no sofá, enfim, fui um "bom cú para se comer" como ele me chamou no fim, ao fim de se vir 3 vezes para cima de mim. Perguntouo-me se me iria voltar a ver. Até hoje não o voltei a ver, meu cu é devorado pela minha namorada que 1 ou 2 vezes por semana me quer comer. Eu aceito de bom grado, mas um dia, voltarei a ter amigo e se tudo correr bem, será estável, para convivio regular, em que ambos sejam activos e ambos sejam passivos.

Fiquem bem e tentem tudo que o sexo tem para dar.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:36
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