Terça-feira, 11 de Março de 2008

Comi Amiga Faculdade


Comi minha amiga na casa de uma amiga nossa! Sempre li contos e me excitei muito com eles e achava que nunca teria uma história que pudesse ser enviada para um site de relatos. Pois bem, até o dia em que fui pra casa de uma amiga após a faculdade. Estudávamos a noite e depois da aula, fomos pra casa de um casal de amigos assistir dvd. Estávamos juntos no sofá e por debaixo das cobertas eu simplesmente não conseguia deixar de alisar o corpo dela. Ela é morena, absurdamente gostosa, com uma bunda fenomenal e peitos deliciosos, daquelas que para o trânsito e a faculdade quando passa. Depois de ficar muito tarado e perdendo a educação enquanto assistíamos ao dvd, tentando sarrar ela o tempo todo, acabamos indo dormir. Nossos amigos foram pro quarto ao lado e nos deixaram num quarto com uma bicama, eu embaixo e ela em cima. Enquanto tentava dormir, não conseguia parar de pensar em fuder com ela e transar gostoso a noite toda... Parti então, com tudo pra cima, puxando o edredon dela fazendo com que ela viesse pra minha cama e ficássemos colados... a convenci dizendo que éramos amigos, que quando dois amigos quisessem transar era sempre muito bom e que tinha muito tesão por ela e teria tudo a ver as coisas rolarem... trouxe ela pra minha cama e fiquei beijando sue pescoço e ela fazendo um jogo duro incrível! Mas consegui convence-la de que beijar seus seios era uma questão de justiça pois vê-los todos os dias num decote e não poder toca-los era maldade... a partir daí, beijei, mordi e chupei aqueles peitos até não poder mais... e ela, óbvio, relutando, mas começando a gostar da história... Mas tb não tinha muito o que fazer, acordar os outros e dizer que estava sendo estuprada é que não ia! Até que comecei a beijar seu corpo todo... sabia que se ela não estivesse muito excitada, jamais transaríamos e parti pro tudo ou nada e fui com muito tesão praquela buceta... e que buceta! Cheirosa e gostosa, lambia e chupava muito... sentia ela tremer e estremecer na ponta da minha língua deixando bem claro que tava adorando... chupava a buceta dela, cremosa e gostosa e cravava meus dedos faznedo um vai-e-vem que deixou ela num ritmo de quem estaria fudendo com minha língua! a partir daí foi só curtir... chupando aquela gostosa e passando a mão nela toda e morrendo de tesão!!! Acabei metendo... e metendo gostoso, sentindo ela curtir o momento!!! E sentindo um prazer absurdo naquele vai e vem delicioso!!! Papai e mamãe, depois de quatro, pq eu precisa segurar naquela cintura e sentir aquela bunda batendo no meu saco... mas o melhor mesmo foi quando ela deitou pro cima de mim e colou o peito no meu... ela fazia uma espécie de locomotiva aceleranado todos os movimentos com meu pau todo dentro dela... que gozada.... dormimos abraçadinhos e acordamos como se nada tivesse acontecido... que delícia... a partir daí, decidi que comeria todas as mulheres da faculdade com esse mesmo papo...
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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

A Kota Insaciavel


Tudo o que aqui vou contar é a mais pura das verdades e passou-se no inicio do mes de setembro na margem sul.
Conheci uma kota de 40 anos, casada na net. Depois de varios encontros a loucura, a actraçao, a quimica eo o sexo vieram ao de cima. o último encontro(este que vou relatar), foi o mais excentrico! fui busca-la a uma estaçao de comboios da margem sul, pa irmos a um motel que ela sugeriu em setubal. Eu estava curioso, ela disse que tinha uma surpresa para mim e que tinha a ver com uma das minhas fantasias!
Apanhei-a de carro e la fomos até setubal, no caminho perguntou se eu queria a prenda, eu disse que sim e ela de dentro da mala tira umas cuequinhas enroladas....e ao memso tempo, lentamente, foi abrindo as pernas, como tava de saia pude ver que estava sem cuecas vestidas.....via-se aquela ratona deslumbrante!
fiquei logo louco...meti la a mao e pude verificar que estava encharcada..memso em andamento...friccionei-lhe o clitoris...at+e ela se vir de forma subita!
chegamos ao motel...ao entrarmos ela tenta logo agarrar-me e beijar-me...recusei..sentei-a numa cadeira, tirei-lhe o top, ficou em sotien, com aquele par de mamas descomunal(sua imagem de marca, como ela mesmo diz)acariciei-as todas..mordi..lambi, ate deixar o sotien todo molhado!!ela tava louca, mas nao a deixei tocar-me, com ela ainda sentada na cadeira, mandei-a arregassar a saia, tirei-lhe o sotien e afastei-me, fui para a cama. Ela toda aberta virada para mim.....começou a masturbar-se, por ordem minha, enquanto eu me despia! quando ja estava nu, aproximei-me dela e comecei a tocar-lhe com o meu penis..ora na barriga, ora nos mamilos, ora nos labios, no nariz etc..quanto mais o fazia mais ela se esfregava toda..e mais se abria..
depois de alguns minutos assim, deixei-a, finalmente..chupar-me todo, enaquanto a ajudava a masturbar-se, a minha mao e a dela juntvam.se e friccionavam agora com muita força. A pedido dela, vim-me na sua cara e na sua lingua. Divinal!
caimos na cama, beijamo-nos trocamos caricias e nao resisi a enfiar minha lingua toda dentro da sua ratona....metendo e tirando a grande velocidade como se tivessemos a foder..que nem uns desalmados.....foi a PARTE que ela mais gostou e em que mais perdeu as estribeiras, até eu fiquei louco e cehio dE tesao..perguntando-lhe em que posiçao queria que eu a penetrasse, ela responde, por tras, no rabo( o marido nao gosta de lhe fazerde anal..e ela comigo adora faze-lo)entao, na beira da cama, virados para a comoda e para o espelho, sentei-me e ela sentou-se por cima de mimenterrando-me todo naquele cuzinho apertado, enaquanto lhe apertava as nadegas com força. lentamente, foi cavalgando e gemendo como uma louca, com as pernas todas abertas viradas para o espelho! que imagem!! ao memso tempo ia-lhe acariciando os biquinhos das mamocas e o clitoris e ela a cavalgar cada vez com mais força e a gritar para que me viesse dentro do seu rabo..sentia-me doido.....com prazer sem fim....mordia-lhe os ombros todos, o pescoço, a orelha..ela ficava arrepiada e mais louca ainda.... sentia-a tocer-se toda ao vir-se e gemer bem alto, aquilo teve efeito igual em mim..vim-me dentro dela!caimos de novo na cama e beijamo-nos loucamente, ela beija tao bem!
passado algum tempo acabamos a tarde na banheira..de novo com ela por cima....rssssss!!!
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:44
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Tornei-me Panasca


Chamo-me Paulo tenho 30 anos e sou do Porto...

Faz uns cinco anos aconteceu...

Como Soldador consegui contracto para uma Obra na Nigeria, comigo partiram mais 14 Portugueses, na viagem fez-se escala em Paris, uma noite num hotel por conta da companhia uma vez que o percurso foi Porto/Paris/Lagos.

No hotel ficamos dois em cada quarto apenas o responsavel pelo grupo ficou em quarto single.

Depois de uma viagem cheia de alegria e bem bebida, em Paris ao Jantar continuou-se a beber bem, terminado o jantar um a um regressamos aos nossos quartos, comigo ficou um Serralheiro de Lisboa que aparentava uns 50 anos mas de porte ainda muito atletico que se chamava João, subimos juntos para o quarto de camas separadas, no quarto ele disse... olha vou mas é tomar um banho bem quentinho que isto de hoteis só nos calha de vez enquando.

Eu fiquei sentado na borda da minha cama tinha bebido bem e estava com muito pouco sono, a excitação da viagem sei lá... e eis que o meu companheiro de quarto regressa do banho... vinha completamente nu e com o caralho no maximo da sua tusa... não resisti e acho que demorei mais tempo que o normal a olhar para aquele membro ercto era maior que a média e estava completamente erguido, o joão deve ter reparado e continuou o seu caminho até à sua cama passando bem rente a mim com o seu caralho quase a roçar na minha cara, nem se chegou a sentar na sua cama, em vez disso sentou-se ao meu lado e de mansinho disse... gostas dele? não queres fazer um broxe? ao que eu respondi... deves estar maluco eu não sou Paneleiro.
O João não desistiu e continuou dizendo... não faz mal tudo tem um inicio eu estou a ver que gostas de olhar para o meu caralho podes mamar nele eu não digo absulotamente nada a ninguem, ao dizer isto quase ao mesmo tempo pos o seu braço sobre o meu ombro e forçou-me a baixar até ao seu caralho, não sei porquê mas nem resisti nem disse palavra e num segundo estava a fazer-lhe broxe desenfreadamente e pior que tudo a adorar chupar naquele caralho.

Então o João disse tens a certeza que nunca fizeste broxe? Acho que se é verdade já nasceste Paneleiro fazes muito bem broxe, mas agora quero comer esse teu cuzinho deita-te de barrica para baixo, nem abri boca virei-me e dei-lhe o meu cu totalmente. De principio ele não conseguia penetrar-me mas foi buscar um creme que trazia consigo esfregou o caralho e de seguida penetrou-me num segundo, doeu no inicio, mas depois o prazer foi enorme, o creme que ele tinha produzia um efeito de calor fiquei com o cu a arder de desejo e de seguida já era eu que lhe pedia para que me fodesse mais, comeu-me o cu de todas as maneiras e terminou esporrando-se na minha boca.
Ainda engoli bastante esporra uma vez que o joão quando se estava a vir não me deixou levantar a cabeça e simplesmente adorei...

Ainda antes de dormir disse ao joão agora não dizes nada a ninguem pois não? Ao que ele respondeu deves tar parvo então eu não vi como gostas de levar no Cu! tu nasceste para ser Paneleiro com uma boca dessas e um cu desses tens é de levar nele todos os dias, amanhã vais dar esse cuzinho para os meus amigos, vais ser a Paulinha Paneleira do Estaleiro, quando regressares da Nigeria só vais querer é levar no cu vais ver, eu já estive lá varias vezes e conheço um ou dois amigos negros que tambem te vão foder, vais ver...

Eu fiquei em panico... mas no resto da viagem nada aconteceu... no entanto logo que chegamos ao Estaleiro na Nigeria em que ficamos um em cada quarto em contentores de vinte, um outro português veio bater á minha porta e disse-me... olha sou amigo do joão e tenho umas coisas para tu usares, eu não o queria deixar entar mas ele começou a falar alto e a dizer então pensas que não sei que és Paneleiro queres que toda na obra fique a saber? Olha que são pelo menos uns 200 homens de varias nacionalidades... deixei ele entrar então passou-me um saco de plastico e disse olha estas roupas é para usares quando te viermos foder agora veste elas já... era umas meias de mulher com cinto de ligas, umas cuecas fio dental e um soutien, tinha tambem um baton e outra bisnaga que na altura não vi do que se tratava, mandou-me vestir tudo e pintar os labios, enquanto me vestia tirou o caralho das calças e quando eu estava pronto disse vá agora faz aqui broxe... estava eu a fazer-lhe broxe e batem de novo á porta era o joão com mais três portuguses... só vos digo que na primeira noite fui fodido por 12 portugeses todo eu era esporra no cu, na boca, cara, cabelo etc...

A partir desse dia passei a ser o Paneleiro da obra levei no cu e fiz broxe durante todo o tempo em que lá estive que foram seis meses, em que o normal era serem uns 6 ou 8 homens por dia no cuzinho e na boca, mas aos fins de semana cheguei a levar com uns 16 num dia...

A bisnaga que o Português me entregou no primeiro dia era depilatório passei a depilar-me e a vestir meias e cuequinhas de senhora com soutien pintando os labios... logo que o trabalho acabava e regressava ao quarto esperava pelos homens que me batiam á porta... seis meses passaram num instante gozei todos os dias e cada dia mais adorei levar no cu e fazer broxe... perdi a vergonha e regressei a Portugal, Paneleiro... não sou Gay, não gosto de beijar homens na boca nem nada disso... adoro vestir roupa interior de senhora, pintar os labios depilar-me e dar o meu cu e boca para que me fodam e gozem...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:40
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A filha de um Amigo


Tenho um amigo á muitos anos muito porreiro, simpático e que tem uma filha toda boazona.
Durante muitos anos não reparei nela, afinal não passava de uma pitinha de aparelho nos dentes que era mais plana que uma porta.
No ultimo ano começei a reparar que ela já estava a ficar uma mulher, afinal já tinha 18 aninhos.
O cuzinho estava a ficar redondinho, pernas torneadas e os seios a crescerem.
Como gostamos os dois de correr, começei a desafiala a ir comigo aos sábados de manhã. Depois de correr tinha que ir para casa bater uma valente punheta, era super-exitante ver os seus seios a saltar enquanto corria e as calças do fato de treino a enfiarem-se no rabinho.
Um belo sábado, fomos correr como habitualmente, quando fui levala a casa ela lembrou-se que se tinha esquecido da chave.
Liguei ao meu amigo, mas ele estava demorado!
Convidei-a a ir a minha casa e disse-lhe que podia tomar um banho refescante que eu lhe emprestava um fato de treino.
Fui o primeiro a tomar banho e só vesti uma t´shirt e um calções.
De seguida foi ela e quando saiu do banho fiquei logo de pau em pé.
Ela ficava muito sexy de cabelo mulhado e trazia uma camisa minha quase a deixar ver os seus rijos seios.
Fomos para a sala e começamos a ver tv. Passado pouco tempo ela encostou a cabeça dela no meu ombro e abraçou-me como se fossemos namorados.
Aproveitei a deixa e também a abracei e conseguia ver um pouco dos seus magnificos seios.
Quando me ia levantar para ligar ao pai, ela beijou-me ardentemente e eu aproveitei também para a beijar.
As nossas mãos já não paravam quietas e consegui despila em pouco tempo.
Levei-a para o quarto e começei por lhe fazer um minete. O corpo dela só se contursia de prazer e gritava desalmadamente.
Beijei todo o seu jovem e magnifico corpo. Era todo firme e tinha umas curvas magnificas,
Penetrei-a bem devagar e fodia da melhor maneira que sei, afinal não é todos os dias que temos a filha de um amigo na cama.
Ela veio-se primeiro com um orgasmo violentissimo, até tive medo que os vizinhos ouvissem.
Pouco depois vim-me eu como já não me vinha á muito tempo!
Passamos o resto da tarde a foder que nem coelhos e só fomos interrompidos porque o meu amigo telefonou a dizer que já tinha chegado.
Vestimo-nos e levei-a a casa.
Combinamos que o pai dela não deveria saber nada e assim ficou.
Durante dois anos fodemos dezenas de vezes sem o meu amigo suspeitar.
Ele bem dizia que a filha devia ter um namorado secreto porque passava os fins-de-semana fora de casa.
Deixamos de foder porque entretanto ela queria oficializar a nossa relação e eu só queria uma amiga colorida para foder quando tivesse vontade.
Continuamos bons amigos e ás vezes ainda damos umas cambalhotas sem o namorado dela saber.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:38
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Experiencia Lesbica


A minha adolescência sempre foi passada ao lado de outras raparigas. De todas a Rita sempre foi a minha melhor amiga…. Vivíamos perto uma da outra, andávamos na mesma escola, estávamos na mesma patrulha nos escuteiros, etc, etc. Crescemos juntas!
Naquela coisa de amiguinhas costumávamos dizer que ela era a minha mãe e que eu era a filha dela, e juntava-mos a isto muitos abraços e beijinhos normais para nós naquela idade.
Tinha já cerca de dezasseis anos quando, num fim-de-semana, fui acampar com os escuteiros para os lados de Sintra. Foi o grupo todo, e claro a Rita também.
Já tinha notado nessa altura que a Rita andava mais melosa comigo do que era normal, os carinhos e abraços andavam mais frequentes e também mais intensos.
Nessa noite estávamos já só meia dúzia à volta da fogueira e eu estava deitada com a cabeça no colo da Rita, que me ia fazendo festas na cabeça e no pescoço, quando alguém exclamou em tom de galhofa: - "vocês as duas com essas coisas parece mesmo que se comem!". Foi a rizada geral, e a Rita não se fazendo rogada respondeu: - " pois comemos! Não sabias? Olha!" e, dito isto inclinou-se sobre a minha cabeça e começou a beijar-me a boca. Nós já tínhamos dado beijinhos na boca várias vezes na brincadeira., tipo toca e foge, mas desta dez foi diferente, ela colou os seus lábios aos meus e a sua língua abriu-me a boca e logo se enrolou na minha por alguns momentos. Fiquei em choque, não sabia muito bem o que é que havia de pensar ou de dizer, não sabia se tinha gostado ou não, não sabia nada! Mas estes pensamentos acabaram rápido porque logo seguido ao beijo houve uma algazarra tal, com assobios e tudo, que um chefe saiu da tenda meio irritado e mandou toda gente dormir depois de nos dar um belo sermão sobre o barulho à noite.
Fomos todos para as nossas tendas. Na minha tenda estavam a Rita e outra miúda chamada Joana. A Rita estava excitadíssima, só dizia disparates, mas notava-se que estava perfeitamente acesa. Abraçava-se a mim a torto e a direito, beijava-me o pescoço e lá ia dizendo coisas do tipo "eles têm é inveja de nós"; "esta boazona é só minha", etc. Eu e a Joana, um bocado contaminadas por aquela euforia íamos rindo que nem umas desalmadas, enquanto a cena se ia desenvolvendo. Como eu ia sempre aos acampamentos com a Rita, nós já tinha-mos o hábito de juntar os nossos sacos-cama, de forma a que, um ficava aberto por baixo e outro por cima, fazendo uma espécie de cama. Como a noite estava muito agradável a Rita mandou a boca: - "embora dormir nuas! ", e nós as duas logo acedemos alinhando na brincadeira. Deitamo-nos as três e a Rita voltou às cenas dela, abraçou-me, beijou-me o pescoço e começou a percorrer-me com as mãos enquanto ia dizendo mais daqueles disparates. Só que desta vez estávamos as duas nuas, e embora fossem frequentes as nossas intimidades nunca tinham sido tão intensas. Senti pela primeira vez as mãos dela a passarem-me pelos seios, depois pelo rabo e muito rapidamente pela minha vagina. Eu já estava um bocado molhada e talvez por constrangimento repeli a mão dela disfarçadamente, mas ela já tinha sentido o meu calor e a minha humidade e, num impulso, largou-me e lançou-se à Joana com o mesmo tipo de abordagem, certamente, porque passado pouco tempo ouvi a Joana a dizer-lhe: -"tu hoje estás de todo, precisas é de um banho frio, vamos é dormir!". E assim foi, a Rita abraçou-se a mim por trás e depois de meia dúzia de bocas disparatadas lá adormeci com as festinhas leves da Rita no meu cabelo, tal como estava habituada. Passado pouco tempo acordei. Sentia-me percorrer por umas mãos suaves, não sabia se era ainda a sonhar ou se era real, mas estava excitadíssima. Aquelas mãos suaves da Rita iam-me massajando os mamilos que estavam já tesinhos. De fundo o som dos roncos da Joana que dormia o mais profundo dos sonos. As mãos da Rita desceram em direcção à minha flor de prazer e quando me alcançaram lembro-me que automaticamente gemi e abri levemente as pernas sussurrando: - "não pares Rita!". Ela chega a sua boca à minha e começa a mordiscar-me os lábios suavemente, envolvendo-me depois em longos e demorados beijos. Inconscientemente as minhas mãos também já lhe percorrem o corpo. Lentamente vou-lhe massajando o clítoris completamente encharcado e ela vai gemendo muito baixinho. Passado um bocado já os dedos dela me penetram toda e eu penetro-a a ela suavemente. As duas gememos baixinho e viemo-nos brutalmente, primeiro eu, depois ela num orgasmo estridente que eventualmente acordou a Joana. No fim beijamo-nos demoradamente e assim adormecemos abraçadinhas uma à outra… A Rita viria a confessar-me mais tarde, que embora não fosse virgem, aquele tinha sido o primeiro orgasmo da sua vida. Quanto a mim embora não tivesse sido o primeiro, foi certamente um dos melhores.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:34
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Despedida solteiro


Nunca pensei que um dia seria capaz de falar sobre a minha vida sexual aqui na internet mas depois de falar com algumas pessoas em salas de chat ou no MSN, de ler alguns relatos em sites de contos eróticos e de conversar sobre o tema com os meus homens resolvi partilhar também a vida de puta que sempre tive e graças a deus continuo a ter porque desde muito nova que não consigo viver sem sexo diário, varias vezes por dia e mesmo assim ainda me masturbo como uma louca, sou mesmo uma vaca sempre cheia de tesão. Penso que uma grande parte dos contos ou relatos eróticos que são publicados em sites são fruto da imaginação dos autores mas juro que no meu caso tudo o que eu relatar aqui é a pura verdade. Sou uma mulher portuguesa, nasci numa pequena aldeia do nordeste transmontano onde ainda tenho casa uma grande parte da minha família mais próxima, mas com onze anos vim viver para uma das grandes cidades do litoral português. Chamo-me Matilde, tenho trinta e dois anos, casada, tenho três filhos, duas meninas de doze e oito anos, um menino de cinco meses, bebo socialmente, fumo mas nunca experimentei drogas. Sou uma ninfomaníaca bissexual, para mim não existem tabus em relação ao sexo quer seja com homens ou com mulheres que eu conheça porque cada vez mais é preciso ter muito cuidado com as doenças sexualmente transmissíveis e com os problemas que posso ter na sociedade se descobrem coisas da minha vida privada e principalmente sexual. Sou branca, meço um metro e setenta e cinco cm, peso sessenta kg, tenho cabelo comprido, castanho, olhos também castanhos, mamas grandes onde na direita se destaca um golfinho tatuado, tamanho trinta e oito um pouco flácidas devido a eu nunca usar soutien mas com aureolas medias, muito escuras e com bicos grandes e bem grossos, cada um deles com um piercing, pernas longas com umas coxas graças a deus muito bem torneadas que escondem no meio delas uma cona sempre completamente depilada, carnuda, com um clitóris sempre duro, muito sensível e ornamentado com um piercing onde gosto de ter sempre algo pendurado o que me dá um enorme prazer a abanar quando caminho sem cuecas, em casa chego a pendurar um pequeno sino que toca quando caminho ou mesmo um pequeno peso em chumbo geralmente usados pelos pescadores para pescarem, para terminar esta minha pormenorizada descrição do meu corpo falta dizer que tenho umas nádegas medias, firmes e que no meio delas tenho um buraco muito guloso e que me dá tanto ou mais prazer que a cona. Não acho que eu seja nenhum modelo mas conheço muitas mulheres que fisicamente são bem piores que eu pois também sei e gosto de apreciar uma mulher e já vi muitas nuas.
Estou casada há quase treze anos com o Jorge, um homem mais velho que eu oito anos que é um marido espectacular em todos os aspectos mesmo no aspecto sexual pois é dono de um caralho que mede quase vinte cm, bem grossa, quase cinco cm e que mais parece uma barra de ferro pois quando está tesa é bem dura e resistente. Desde o nosso tempo de namorados que ele sabe que é um grande corno e que eu nunca lhe fui fiel, ele mesmo me incentiva a por-lhe os cornos e depois contar-lhe tudo pormenorizadamente, o que faço com o maior prazer pois excita-me contar-lhe e sei que o deixa também cheio de tesão.
Vou ter que dividir este meu relato em mais que uma parte pois suponho que irá ficar muito longo porque eu gosto de relatar as coisas com o máximo de pormenores. Vou tentar relatar como foi a minha louca despedida de solteira que fez de mim uma puta maior do que eu já era, como é lógico à excepção do meu nome vou trocar os nomes de todas as pessoas intervenientes e omitir ao máximo o nome da cidade e outras coisas que possam chegar à minha identificação. Eu na altura era e ainda sou empregada de escritório numa fábrica de confecções propriedade da minha mãe que chamarei Eva em sociedade com a Olga e onde a grande maioria dos empregados são mulheres, a Olga é casada, tem duas filhas e sempre nos demos muito bem, ao ponto de sermos confidentes uma da outra, a Olga sabe tudo da minha vida e eu sei tudo da vida dela incluindo a intimidade pois ela também não é mulher de um homem só. Quando pensei casar convidei a Olga e o marido para meus padrinhos de casamento o que a Olga aceitou de imediato e oferecendo-se para tratar da minha despedida de solteira mediante uma lista de pessoas que eu lhe teria de fornecer com os nomes das pessoas que eu queria convidar e dando-lhe a liberdade de convidar quem ela quisesse convidar mais, a partir desse dia eu via ela e a minha mãe a combinar tudo com varias colegas minhas de trabalho mas sempre longe de mim. Duas semanas antes do meu casamento ela e a minha mãe vieram ter comigo e disseram-me que a minha despedida de solteira ia ser dividida por dois dias pois eram muitas as pessoas convidadas, sábado dia dez de Agosto e quarta-feira dia catorze porque apesar de estarmos de ferias na quinta-feira seria feriado e também porque uma amiga da Olga tinha uma pequena quinta equipada com uma espécie de restaurante num local isolado que estava preparado para pequenas festas particulares e a disponibilizava para a minha festa mas que nesse dia não teria empregados, ela mesma organizaria tudo e faria o jantar mas depois seria necessária ajuda para o servir o que segundo a Olga já se tinham oferecido para tal três amigas minhas da fabrica e que iriam para lá no dia anterior para ajudar no que fosse necessário, quando me disseram o nome das pessoas que iriam no sábado percebi que eram as amigas e as familiares puritanas, pessoas essas que condenariam qualquer brincadeira ligada ao sexo, quando me disseram as pessoas convidadas para a quarta-feira percebi também que tirando a minha mãe e algumas pessoas que eu não conhecia muito bem como o caso das filhas da Olga meninas de treze e quinze anos e a empregada dela uma mulher de quase sessenta anos duas vizinhas minhas já com bem mais que cinquenta anos e uma ou outra miúda vizinhas da fabrica de menor idade que iam fazer pequenos trabalhos na fabrica por estarmos no verão e elas no período de ferias escolares, todas as restantes eram conhecidas na fabrica por serem bem putas e taradas mas todas elas minhas amigas, praticamente eram aquelas com quem eu via sempre a Olga e a minha mãe a combinarem tudo. Como a sexta-feira não teve nada de interessante vou só falar do que se passou no sábado.
Estava combinado estarmos todas ás dezassete horas de sábado na fabrica. A Olga tinha alugado um pequeno autocarro pois ao todo éramos vinte e duas mulheres mais a motorista do autocarro pois era uma mulher e também para podermos estar mais à vontade e cada uma poder beber à vontade sem estar preocupada com o ter que conduzir carro depois da festa e porque teríamos que fazer uma viagem de mais de cem km para irmos para o tal restaurante. Durante a viajem tanto a minha mãe como a Olga por varias vezes me disseram para gozar o dia ao máximo esquecendo que a minha mãe, as minhas vizinhas e as miúdas menores iam estar presentes. Quando lá chegamos fomos recebidas em uma pequena sala onde tinha uma mesa com algumas entradas e bebidas pela Isabel a dona da casa, uma senhora já com perto de cinquenta anos, muito bem cuidada, vestida com um top que dava para perceber perfeitamente que estava sem soutien, com uma micro saia tipo menina do colégio que deixava ver mais do que escondia e um avental tipo criada por cima, depois de nos receber foi para a cozinha tirar a comida para ser servida deixando-nos ali a conversar umas com as outras. Mais ou menos uma hora depois começa a tocar a marcha nupcial, abre-se a porta da sala onde ia ser servido o jantar e fazem-me entrar acompanhada pela minha mãe e pela Olga quando entro na sala vejo perfiladas à minha frente as minhas três amigas cada uma vestida unicamente com umas cuecas fio dental brancas transparentes que deixavam ver perfeitamente a cona delas completamente depiladas coisa que eu sabia que nenhuma delas se depilava por completo e sapatos de salto alto e à frente delas estava a Isabel agora também vestida unicamente com um fio dental igual ás minhas amigas. Apesar de todas terem começado a bater palmas eu fiquei paralisada pois estava ali a minha mãe, algumas miúdas de menor idade, as minhas vizinhas e também pela decoração da sala, vi três cadeirões onde ao longe se lia no encosto do meio escrito em grandes letras A GRANDE PUTA, no da direita dizia PUTA DA MÃE e no da esquerda PUTA DA MADRINHA tinha três televisões estrategicamente colocadas onde estavam a passar filmes pornográficos, via-se vários vibradores, cenouras, pepinos distribuídos pelas mesas, um enorme bolo com o formato de uma pica, etc. Entretanto a Isabel dirigindo-se a mim desejou-me uma boa festa despedida de solteira, que eu tirasse muito gozo desse dia, deixasse tudo acontecer porque só aconteceriam coisas que sabia que eu iria gostar e tudo que ali acontecesse seria mantido em sigilo absoluto por todas as presentes, depois uma das minhas amigas veio até junto de mim, deu-me um beijo bem forte na boca, ajoelhou-se à minha frente, meteu-me as mãos por baixo da saia e para meu espanto tirou-me as cuecas enquanto outra delas chega também à minha beira, beija-me, tira-me o top deixando-me completamente nua na frente de todas e eu só olhava para a minha mãe que parecia estar ao corrente de tudo o que se estava a passar e aprovava, a terceira chega-se a mim, também me beija e diz-me que a nua será a minha maneira de estar enquanto estiver dentro dos muros daquela quinta, por fim as três acompanham-me ao lugar onde eu teria de me sentar, quando ela afasta a cadeira da mesa para eu me sentar mais uma vez fiquei paralisada porque no tampo da cadeira tinha preso por uma ventosa uma enorme pica de silicone apontada para o tecto e via-se que bem lubrificada onde eu teria que me sentar metendo aquilo dentro de mim perante todas as outras, depois a Isabel acompanha a minha mãe e a Olga ao lugar delas uma de cada lado de mim que quando afastam as cadeiras delas ficam tão espantadas como eu pois na cadeira delas também tinha uma pica colada exactamente igual à minha, mediante essa descoberta Olga disse que o combinado era ter só na minha cadeira mas que tudo bem, nesse espaço de tempo a minha mãe sem qualquer comentário levantou a saia afastou as cuecas para o lado e sentou-se dizendo que era para me dar o exemplo, depois a Olga que estava de calças desaperta o cinto, baixa as calças e as cuecas até aos joelhos e senta-se, depois deste espectáculo sentei-me também eu com uma enorme facilidade porque apesar de tudo eu estava excitadíssima com o que se estava a passar, quando acabei de me empalar naquela enorme pica de silicone quase que me vim com toda aquela situação.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:31
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O ex namorado e mais um casal


Esta história aconteceu com o ex namorado meu e mais um casal amigo quando o Sporting ganhou o campeonato em 2000.
Eu chamo-me Fiona, tenho 25 anos, cabelos pretos, olhos azuis e digamos…que tenho muito por onde agarrar (risos)!! Tenho uns seios bastante grandes, o que eu adoro, pois quando estou na cama com alguém gosto que mos mordam e brinquem bastante com eles.
A Sofia, é mais nova (mas é bem "saídinha da casca"!) tem 20 anos, é morena, mais baixa que eu e também tem uns seios bastante gostosos. Ela convidou-me para irmos beber uns copos, pois a cidade estava ao rubro com todo o pessoal na rua comemorando a vitória do Sporting. No fim de bebermos apenas uma bebida fomos Ter com o meu namorado Carlos e com o seu amigo Paulo, a casa do Paulo.
Quando lá chegámos começamos a conversar e a beber bastante, pois comprámos muita cerveja para comemorar. Palavra puxa palavra e o ambiente começou a aquecer e a nossa mente começou a vaguear e a prever coisas bastante picantes. Como nós somos todos bastante amigos uns dos outros a coisa foi rolando muito naturalmente…
A sala do Paulo estava com um sonzinho porreiro e com umas luzes bastante gostosas (daquelas luzes vermelhas que tornam o ambiente mais propicio). O Paulo é alto, tal como o Carlos, ambos têm 1.90m, o corpo é parecido, embora O Carlos seja mais moreno do que o Paulo.
Estávamos os 4 sentados, cada um num sofá quando calhou em conversa uma aposta para ver se cada um era capaz de beijar o outro. O Carlos, acabou por dar um beijo à Sofia, depois deu um beijo ao Paulo (este foi um único acto entre eles, não se voltaram a tocar) e por fim eu beijei a Sofia. Todos nós nos ríamos muito com toda aquela situação e também o álcool já começava a fazer efeito.
O Carlos e o Paulo saíram da sala por uns instantes e eu que já estava a olhar para a Sofia e comecei a imaginar como seria estar com ela, cheguei-me ao pé dela e comecei a beija-la. Ela não ofereceu nenhuma resistência, então comecei a tocar-lhe nos seios. Parámos e voltámo-nos a sentar antes que os rapazes chegassem mas quando eles chegaram, eu continuei a olhar para a Sofia e não aguentei e começámo-nos a beijar de frente para eles. Eles não aguentaram e chegaram-se perto de nós, o Carlos por trás de mim e o Paulo por trás de Sofia…era uma confusão de línguas! Como estávamos com pouca luz ninguém sabia de quem eram as mãos que andavam pelo nosso corpo. Sofia estava-me a beijar e eu peguei na mão dela e levei-a até aos meus seios e ela apertou-os com força (coisa que eu adoro). Carlos tocava no meu rabo com aquelas mãos que eu tanto adorava. Voltei a agarrar na mão da Sofia pu-la dentro das minhas cuecas e ela ía-me tocando lentamente e quando eu estava quase a vir-me, senti que era a mão do Carlos, meu namorado. Paulo com o seu pau duríssimo roçava-se toco no cú da Sofia e acariciava-lhe os seios. Passados uns minutos tiramos a roupa e ficámos todos nus na sala, o cheiro a sexo pairava no ar e todos estávamos loucos de tesão, pois tínhamos vontade de já o Ter feito á muito mais tempo e ninguém teve coragem de o demonstrar.
Tiradas as roupas, trocámos os pares por um bocadinho, a Sofia e o Carlos devoravam-se aos dois, o Paulo levou-me para o fundo da sala e beijou-me em todo o lado, inclusive tocando-se com os seus dedos lá em baixo.
Fui Ter com o Carlos e sentei-o no sofá e comecei a fazer a coisa que tanto ele e eu mais gostamos, comecei a fazer-lhe um broxe, lambi, lambi e ele gemia, gritava e ía dizendo que a minha boca o deixava cheio de tesão e que adorava os meus broxes. A Sofia fazia o mesmo ao Paulo…era um espectáculo de se ver: dumas belas morenas de seios grandes a mamarem neles os dois, o cheiro a sexo cada vez ficava mais intenso e nunca nenhum de nós teve vontade de parar.
Eu, Fiona, peguei na mão da Sofia e puxei-a para ela me ajudar a fazer outro broxe ao Carlos…como o Paulo já se tinha vindo na boca da Sara, ela aceitou prontamente e começámos as duas; uma lambia a sua cabecinha super dura e a outra ía lambendo suas bolas.
O Paulo colocou a Sofia no chão e lambeu-a toda, começou nas mamas e desceu até lá a baixo, enquanto Carlos me fazia o mesmo mas sentada no sofá. Eu gritava muito enquanto, sentia a língua dele dentro de mim, sentia o meu clitóris crescendo cada vez mais…foi das vezes que me vim mais em toda a minha vida; quando o Carlos me deitou no chão, senti que eu até escorria pelas minhas pernas! Deitada no chão, o Carlos lambia-me, fodia-me com a língua enquanto a Sofia lambia as minhas mamas, chupava-me os biquinhos e dava-me beijos na boca e o Paulo fazia um minete à Sofia. Eu gemia, gemia já não aguentava mais e foi quando pedi à Sofia se ela me queria lamber, pois eu tinha muita curiosidade em ser lambida por uma mulher…ela aceitou logo e trocou de lugar com o Carlos que veio encarregar-se das minhas mamas e da minha boca. Era super bom sentir a língua da Sofia dentro de mim e a língua do Carlos dentro da minha boca e de volta dos meus biquinhos.
O Paulo que estava desocupado (risos!) deu a ideia de deitar a Sofia e foi a vez de ela ser rainha…deitada no chão, abriu bem as pernas e foi ao céu! O Paulo labia-a toda, bem devagarinho da maneira que todas nós gostamos, eu encarreguei-me das mamas, e o Carlos lambia-lhe os lábios. Estivemos nisto um bom tempo até o Carlos sair da sala…nesse momento, eu sentei-me no sofá e sentei a Sofia de frente para mim, nós as duas nuas, tocando uma no corpo da outra e o Paulo posicionou-se por trás do cú da Sofia. Eu apertava com força as mamas dela e ela gemia muito mesmo enquanto Paulo me apalpava toda...
Depois tivemos de vir embora pois os pais do Paulo estavam prestes a chegar e não convinha que nos apanhassem assim!!
Espero que tenham gostado deste conto…embora não tivesse havido penetração (desta vez!) foi bastante bom e nós as meninas vimo-nos muito.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:28
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Experiencia Canina



Olá, moro em Portugal, tenho 25 anos e vou contar como foi a minha primeira e até agora única foda com um cão. Passou-se à quando eu andava na faculdade e tinha encontrado na Internet histórias e imagens de zoofilia. Fique imediatamente viciado neste tipo de histórias, em casa tinha um cão com quem tentei ter relações várias vezes mas ele era muito burro e só lambia-me o cu e o meu pau, nem sequer tentava montar-me, sempre que tentava que ele me monta-se ele ficava em, cima de mim sem, qualquer reacção. Com isto fui esquecendo a ideia de ser fodido por um cão, até porque os cães que existem na vizinhança estão todos fechados em jaulas e não tinha a menor hipótese.
Num dia estava em casa a estudar para um exame da faculdade quando a minha mãe telefonou-me para ir buscar uns papéis ao centro de saúde que ela precisava. Fiquei muito chateado pois o exame estava próximo e iria perder uma tarde de estudo. Mal eu sabia que aquele telefonema iria fazer de mim uma putinha para cachoro.
Quando voltava do centro de saúde na porta de uma vizinha estava deitado uma cão que eu nunca tinha visto, não era muito grande (pouco maior que o cão lá de casa), preto e branco e sem raça definida. No meu cérebro começou a formar-se uma imagem.
Ao contrário da maioria dos cães que tenho encontrado na rua, este seguiu-me mal eu chamei-o. Durante o caminho para casa ia verificando que ele me seguia e chegando a um ponto na estrada onde não havia ninguém parei e ele aproximou-se de mim, nessa altura eu passei a minha mão pelo pau dele e ele não fez nenhum movimento nem de excitação nem de repulsa, continuei o caminho até casa.
Quando cheguei a casa entrei directamente na garagem, ele entrou logo atrás e fechei a porta para não se surpreendido. Tirei rapidamente a roupa, já todo excitado e ansioso pelo que se iria passar embora não acreditasse que ele seria capaz de me foder.
Já todo nu tentei novamente excita-lo, massajando o seu pénis. Ele continuava a não responder as minhas carícias e então decidi em tomar o próximo passo, pus-me de quatro e andei em volta dele para ver a sua reacção, sem reacção comecei a ficar impaciente, pensando no que acontecera com o meu cão. Fiz o que normalmente fazia com o meu cão, peguei nas patas dianteiras do cão e coloquei-as sobre as minhas costas, em seguida coloquei a minha mão no pau do cão guiando-a pata o meu buraco e tentando excitá-lo. Ao contrário do meu cão ele percebeu imediatamente que tinha ali uma cadelinha para ele foder e começou a penetrar freneticamente o meu cu, eu estava delirando com a situação e nem me apercebi que ele meteu todo o seu pau no meu cu com o nó e tudo, não senti qualquer dor, pois o meu cui estava habituado a receber objectos estranhos, eu nunca tinha ido enrabado por um pau verdadeira mas já tinha introduzido vários objectos e tinha gostado. Entretanto o nó e o pau foram engrossando dentro do meu cu e ficamos atados. Ficamos atados durante uns cinco minutos, e ele começou a encher a sua cadelinha com a sua porra, tentando engravidar-me. Até que aquela experiência que estava a ser bestial e sem dor mudou radicalmente, o cão bem atado na sua cadelinha tentou como com qualquer outra cadela virar-se e ficar cu com cu. Ora como ele não era muito grande e eu não estava preparado, mal ele saiu de cima de e o seu nó tentou sair do meu cu mas como ele estava muito dilatado e atado no meu cu criou uma enorme dor no meu rabo, eu estava desesperado e em vez de manter a calma e ajuda-lo a virar-se estava a tentar que o seu pau sai-se do meu cu. Durante algum tempo fiquei atado com o cão sentindo uma dor enorme no cu e tentando libertar-me, com um puxão mais forte consegui finalmente libertar-me, sentindo uma dor indescritível. Do meu cu saiu uma mistura de merda e porra de cão. O cão pôs-se a lamber o pau limpando a merda, eu vi pela primeira vez o pau que eu tinha acomodado, era mais comprida do que eu pensava embora fosse relativamente fina. Durante alguns minutos fiquei deitado no chão a recuperar, depois peguei no cão e levei-o novamente para a rua, ele ficou junto ao portão até à chegada do resto da família, e depois foi embora. Eu nunca mais o vi embora pense muitas vezes no que se passou naquela tarde.
Depois de o por na rua fui tomar um banho e verificar os danos sofridos no meu cu. Verifiquei que o meu cu estava todo negro e bastante dolorido, pensei que teria de ir ao médico mas sabia que não o poderia fazer. Andei dois dias com muitas dores e algum tempo com o cu todo negro, felizmente com a aplicação de algumas pomadas consegui recuperar, embora o meu cu nunca mais foi o mesmo, ele está mais aberto e recebe sem dificuldades os objectos que de vez em quando introduzo, fora isso está normal. </font></div>
 
Espero que tenham gostado da minha história, procuro pessoas que partilhem os mesmos interesses.
Meu mail é    <   portpl@hotmail.com<



publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:24
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MÉNAGE NA PRAIA


MÉNAGE NA PRAIA
Um dia navegando na Internet procurando nem sei o quê, eis que se abrem uma quantidade enorme de janelas, entre elas dum site espanhol onde era possível colocar anúncios eróticos, convites, etc. O meu casamento com Luzia ultimamente não andava muito atractivo. A rotina, o cansaço, enfim, aquilo que acontece com a maioria dos casais estava a acontecer comigo. Então, lembrei-me de colocar um anúncio nesse mesmo site, sem expectativa alguma que pudesse acontecer algo de interessante pois, para mais o site era espanhol, e de Espanha como diz o velho ditado, nem bons ventos nem bons casamentos. A verdade é que, passados nem meia dúzia de dias o telemóvel toca. Olho o visor, mas o número era privado!... Resolvi atender, e qual não é o meu espanto uma voz de homem bastante agradável e com muita educação fala que tinha visto o anuncio no site espanhol, que morava perto de Coimbra, tal como eu, que tinha sensivelmente a minha idade, que a sua esposa adorava ménage com homem e qual seria a possibilidade de nos encontrarmos numa tarde, etc., etc.. Confesso que tremi, pois a acontecer seria a minha primeira experiência deste tipo, mas como quando toca a sexo fico doido, não resisti ao convite e falei que havia uma praia muito simpática, pertinho daqui, muito sossegada, não tendo quase ninguém apesar de ser verão, e que só havia um pequeno problema mas que seria fácil de resolver, e que era a possibilidade de olhares indiscretos por parte dos operários que andavam na reconstrução do edifício da antiga Guarda Fiscal. Falei então que quando chegassem, se dirigissem para sul, que eu iria ter com eles, fazendo de conta que ia pescar. E assim foi! Combinamos os sinais para mais fácil localização do casal, eu, iria de cana de pesca na mão e assim foi. Á hora combinada lá estava eu. Nervoso mas confiante, eis que avisto os dois guarda-sol e o abrigo de praia logo abaixo da última duna e já em pleno areal.
Entretanto José já se tinha apercebido que era eu que estava a chegar e acenou-me muito discretamente ao qual retribui tirando o chapéu que levava na cabeça acenando também. Quando cheguei a primeira coisa que fiz foi olhar de soslaio para Maria. Era uma loura exuberante, bem cuidada, com corpo de quarentona, é verdade, mas muito gostosa. Abaixei-me dei dois beijos na Maria, cumprimentei o José e qual o meu espanto ele fala logo que nos deveríamos por á vontade para uma mais fácil aproximação. Respondi: Tudo bem! Foi para isso que aceitei o convite. Tirei então a roupa eles também e logo José começou a dizer para Maria: Tas a ver, igual a foto. Tem uns testículos bonitos, grandes, bem formados! Um pau grande como tu gostas. Fiquei assim meio sem jeito como devem entender, mas até que gostei dos elogios e ainda mais quando ela confirmou com um aceno afirmativo de cabeça e um balbuciar de palavras que denotavam desejo. José mais uma vez tomou as rédeas e perguntou: O que esperamos? Maria aproximou-se então do meu pau e lentamente começou a lamber. Que língua maravilhosa!
Foi então que falei: Seria melhor colocarmos a camisinha pois lubrifico muito e além disso não nos conhecemos o suficiente para estarmos assim tão à vontade. Eles concordaram e Maria tirou uma caixa de preservativos na sacola que distribuiu por mim e por José. Maria esteve então um tempo me acariciando, chupando, enquanto eu também retribuía e ao mesmo tempo ia metendo meus dedos na gruta dos prazeres fazendo com que soltasse ais e uis de tanto prazer. Estava ao rubro! Foi então que me deitei de barriga para cima na toalha e Maria subiu em cima de mim esfregando os seus lábios vaginais no meu cacete que estava doido de tanto tesão. Ela beijava loucamente e eu apalpava aqueles seios duros de tanto tesão. José perguntou se podia fazer umas fotos ao que respondi que sim desde que não fotografasse o rosto. Ficou ele assim entretido tirando "close-ups" depois que comecei a penetrar Maria, que subia e descia no meu pau lentamente sentindo cada milímetro com prazer indescritível, pois que se contorcia e deliciava. Eu confesso que estava sentindo também um prazer enorme, que não sentia há bastante tempo. Enfim, estava ás portas do Nirvana! Foi então que entrou José e juntos fizemos aquilo em que eu nunca tinha participado; Uma DP (dupla penetração). Foi aí o auge do momento! Simplesmente LOUCURA! Maria estava preenchida e louca, louca, pois ela mesmo o dizia. Após esta loucura toda, descansamos um pouquinho e José afastou-se até á beira mar deixando-nos à vontade, numa actitude que achei do mais alto nível, pois só uma pessoa que confia nós deixaria a sós. Interpretei até na altura como um acto de agradecimento pelos bons momentos vividos a três. Então eu ainda mais desinibido perante tal cena, ainda me apliquei mais e logo fizemos um 69 bem gostoso. Que delicia, os sucos de Maria. Coloquei Maria de quatro, ela aí ainda ficou mais doida, empurrando o seu rabinho gostoso contra mim de modo a sentir meu pau todo la no fundo. Nossos corpos colados, um no outro, exalavam química por todos os poros. Entretanto o sol baixava no horizonte e José calmamente veio até nós, sorriu e perguntou se foi bom. Claro, respondi! Ele sorriu e disse que um dia gostava de repetir tudo mas num hotel ou motel. Eu disse logo que sim, que era só uma questão de combinarmos. Antes de sair do local despedi-me de Maria e perguntei se tinha gostado, ao que respondeu que tinha sido muito bom.
Agradeci a oportunidade deste encontro e dirigi-me ao carro onde tinha guardada uma rosa que tinha levado comigo e que coloquei trilhada no limpa pára-brisas do carro deles. Mais tarde vim a saber que ela adorou esse gesto!
Nunca mais vi esse casal, apesar de nos termos contactado posteriormente, mas gostaria imenso de repetir tudo.
Esta história foi verídica e passou-se na praia do Palheirão no verão de 2004.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:21
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Quarta-feira, 5 de Março de 2008

Menage a trois


Há já alguns meses que fantasiava ter a minha primeira experiência sexual com casal. Vinha procurando na Internet, conheci alguns casais no MSN, que me excitaram e fizeram gozar na webcam enquanto se exibiam, mas estava longe de ficar satisfeito, queria uma experiência real.
Foi nessa procura que encontrei o Zé e a Paula, um casal de professores, com trinta e poucos anos, que haviam decidido concretizar uma experiência do género com cavalheiros, casais ou mesmo mulheres.
Pediam somente em troca uma pequena lembrança de 150€, por forma a haver uma selecção das pessoas que respondiam e bem assim como também fazia parte da sua fantasia esse pagamento.
Depois de ver a Paula na webcam, não mais consegui deixar de sonhar na realização desse encontro.
Uma mulher elegante, bonita, com os cabelos loiros, muito elegante, corpo definido e bons peitos, tudo como eu gostava. O marido um pouco mais baixo que ela, simpático, divertido, e sempre pronto a satisfazer os desejos da esposa.
Dois dias mais tarde, telefonei para o nº de telemóvel que me haviam dado, e procurei agendar um encontro. Só poderiam passado dois dia, uma quinta feira à noite. Aceitei de imediato.
Chegou o grande dia. Telefonei-lhes logo pela manhã para combinar a hora e o hotel onde nos iríamos encontrar. Às 21:30 na porta do hotel. Cheguei mais cedo, fui levantar a quantia combinada, e esperei no carro que chegasse a hora sem tirar os olhos da porta da frente do hotel, onde esperava ver o casal desejado.
Dois minutos antes da hora combinada vejo chegar um casal, que para um pouco mais à frente fingindo observar uma montra de loja que existe no local. Saio do carro, vou em direcção deles, e quando me aproximo pergunto Paula? Dizem-me és o Pedro? Sim. Cumprimentamo-nos, e constatei que a Paula era ainda mais bela pessoalmente. Foram na frente dar entrada no hotel, enquanto aguardei na entrada ansiosamente. Passado uns minutos telefonam-me a dizer o nº do quarto. Subo algo nervoso. Bati na porta e o Zé abre-a. A Paula estava descalça sentada na cama, já aberta.
Começamos a despir-nos. Quando vi o fio dental que ela tinha escolhido para a ocasião fiquei logo teso.
Que mulher. E seria minha por algumas horas!
Sentamo-nos os três na cama e começou o ritual. A Paula acariciou os nossos paus, e enquanto as nossas mãos percorriam o corpo dela chupava-nos alternadamente, dando-me alguma preferência. E como chupava esta professora. Dominava a arte na perfeição. E adorava. O marido chupou-a também. Iniciou a penetração sempre com o meu pau na boca dela.
E gemia, e gritava, ela adorava tudo aquilo.
Ofereceu-me as mamas pra chupar, que boas eram. Beijava-me intensamente.
O marido afastou-se a observar enquanto se masturbava, ela pediu-lhe o preservativo que colocou com a boca no meu pau, e assim que terminou sentou-se em cima dele. Depois de umas cavalgadas, quis colocar-se de quatro para a espetar por trás. O marido ofereceu-lhe novamente o pau, mas não se conteve, e foi a correr despejar os tomates na casa de banho. Continuamos a sessão. Paramos a penetração e ela voltou a chupar-me. Adorava mamar, era incansável, que maravilha. Já não aguentava de tesão. Quis penetra-la novamente, deitou-se de costas, ergueu as pernas e penetrei-a totalmente. E espetei. Enterrei, iniciei uma cadência ritmada que a fazia gemer de prazer. Parei. Queria vir-me. Não aguentava mais de tesão. Voltou a chupar-me. Chupou novamente como se fosse a primeira vez tamanha vontade com que o fazia, e numa explosão avisei-a que lhe ia dar todo o meu leite, que fez questão de receber nas mamas, espalhando-o e gemendo de felicidade. Deitei-me junto dela, acariciou-me, beijou-me e agradeceu aquele momento.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 03:31
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Sábado, 1 de Março de 2008

Ivone e Brinquedos


EU conheci-a no Banco em k trabalhavamos..depois encontrei a mais tarde no norte shopping ja ela trabalhava na sonae ....economista de profissao ivone tinha umas medidas de tirar kuaker um do serio,ouvia muitos comentarios dos homens sobre aquelas mamas ,quando a encontrei lembrei me logo disso e nunca mais me saiu da cabeça a vontade de lhe poder tocar,depois do cafezinho que tomamos fomos as duas em direcçao ao parque de estacionamento pois ia ver o carro novo que ela tinha acabado de comprar,e quando nao e o meu espanto vi um vibrador a sair de um saco de plastico ...começei a rir,ela ficou corada e tentou me dizer que ra para uma amiga,claro que eu nao acreditei e disse lhe que tambem tinha um e gostava muito ai ela confessou me que as vezes ia a leça a hora do almoço e o usava-o mas ela ainda estava a falar e os bicos das mamas começaram a ficar tesos ,percebi logo que era tusa,coisa que eu tambem tinha (estava toda molhada)e perguntei se um dia poderia ir a leça a hora do almoço....? ela logo me disse que sim ,despediu se de mim com um meio beijo na boka ...e no dia a seguir telefonou me ..fui ter com ela a leça e entrei para o carro dela foi ai que logo lhe espetei um beijo e começei a esfregar aquelas mamas .disse me tambem que nunca tinha feito nada com mulheres mas a vontade era muita,deixei a avontade e ela brincou com as minhas mamas ai nao aguentei mais ,pedilhe que tirasse as calças para lhe chupar o grelinho coisa que ela adorou a seguir meti-lhe o vibrador que estava no porta luvas ...mas o melhor estava para acontecer ,peguei no meu e metio no cuzinho da ivone foi quando ela gritou de prazer e se veio toda ....enfim molhou os bancos todos .nunca vi uma mulher a pedir tanto para ser fudida,entretanto combinamos outras sessoes ,a mais excitante foi quando levei um amigo meu que tem um caralho enorme ..ai ela ate gemeu e pedia que a fode sse ...coitado do namorado que vive com ela ,,,e corno todos os dias ,,,,o pior e k eles moram em matosinhos e qualquer dia ele vai apanhar a parceira em leça...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:36
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