Segunda-feira, 31 de Março de 2008

A Minha Advogada


A minha namorada foi para fora durante vários meses devido a motivos profissionais e deixou-me sozinho.
A maior parte do tempo passava em casa, em frente ao pc ou em frente á tv.
Num fim-de-semana fui a casa de um amigo que tinha feito anos e convidou um grupo de amigos para bebermos uns copos e comer uma fatia de bolo.
Como não gosto de ser o primeiro a chegar, fui atrasado.
Fui muito bem recebido pelo o meu amigo que me deixou logo á vontade.
Entrei na sala e fui comprimentando os conhecidos e fui dando uma vista de olhos ás caras novas.
Reparei de imediato numa rapariga muito bonita, de olhos exprecivos, lábios tentadores, com um corpo tentador e com uns seios grandinhos que me deixaram logo de pau feito.
Perguntei ao meu amigo quem era tal beleza e ele disse-me que era esposa de um amigo dele e para ter cuidado que era ciumento.
Com o passar da noite, finalmente cheguei á conversa com ela quando o marido foi á rua fumar.
Chamava-se "Patricia" e era advogada.
A conversa estaa a ser muito agradavel e tinha que conseguir o numero de telefone sem levantar suspeitas das minhas verdadeiras intenções.
Como sou administrador do meu prédio, inventei que tinha problemas com um dos condominos que recusava a pagar o condominio.
Deu-me de imediato algumas dicas e deu-me um cartão pessoal e para a contactar que me ajudava a resolver o assunto.
O marido dela voltou e eu afastei-me dizendo-lhe que me ia embora por ter que me levantar cedo.
Deu-me 2 beijinhos com um enorme sorriso nos lábios e disse-me para não me esquecer de telefonar.
escusado será dizer que telefonei passado 2 dias e ela veio ter comigo ao meu emprego no final do dia.
Fomos a um café e no inicio estava a ser super-profissional. Aconselhou-me, deu-me artigos de lei para o caso e orientou-me da melhor maneira.
Disse-me que tinha que se ir embora e que fosse preciso algo era só dizer.
Depois desde profissionalismo todo, as minhas esperanças de comer aquela boazona voaram mas não por muito tempo.
No dia seguinte recebo um telefonema com um numero anonimo. Para minha felicidade era ela.
Estava toda melosa e disse-me que tinha encontrado mais algumas e se podia passar por casa dela á noite para entregar.
Disse que sim, mas a medo.
- "O teu marido não se vai importar?" - perguntei eu.
- "Não te preocupes, omeu marido trabalha até tarde e ele compreende. Afinal tenho ecritorio no meu apartamento."
Lá fui eu todo contente!
Ela abriu a porta e fiquei de boca aberta...
Tinha ventido umas calcas de fato de trino justas e um top com um grande decote em que dava para ver o belo volume dos fantasticos seios.
Começamos a falar de tudo exepto de leis.
O ambiente começou a ficar escaldante com ela a tocar-me nas pernas sempre que podia.
Descobri que tinha muitas cocegas, não me fiz arrogado e fui verificar se tinha mesmo.
Enquando fazia cocegas nas axilas, as minhas mãos iam fugindo para os seus poderosos seios.
Comecei a ficar exitado e reparei que os mamilos dela estavam erectos.
Os nossos lábios ficaram a 1 cm e não resisti. Dei-lhe um valente xoxo.
Ao principio fez-se de esquisita, mas depois atirou-se a mim como uma esfomeada.
Dos linguados passamos a exploração corporal. Passei as minhas mãos por todo o seu corpo. Era fantastico, todo firme e cheio de curvas tentadoras.
€omecei a despila e quando lhe tirei os sotien foi o prazer maximo. As seios dela eram os maiores que já tinha visto, com uns mamilos enormes e muito erectos.
Atirei-me a eles como um leão. Chupeios, mordisqueios, beiijios com uma loucura nunca vista e fui lhe tirando as calças e massajando o grelo que já estava todo humido.
Fui descendo até começar a saborear o dice nectar da caverna do amor.
Fui nordiscando, beijando, chupando o clitoris e enfiei-lhe um dedo dentro da cona e outro no cu.
Ela só se contorcia feita uma louca.
O meu ritmo ia aumentado e a loucura dela também.
Passava o tempo a dar-me intruções:
- Mete o dedo todo na cona.~
- Chupa mais depressa.
- Isso... Isso...
- Continua... chupa-me toda!
Segui as instruções todas e quando me apercebi já ela se estava a vir fortemente.
Empurrou-me para cima do sofá e comecou a despir-me.
Olhou para o meu caralho e disse que era emorme e dinha um aspecto delicioso.
Enfiou-o todo dentro da boca e começou a chupalo todo.
Ela sabia o que fazia. O ritmo era fantastico. Chuvapa o caralho, lambia os culhões, voltava para o caralho e fazia-o desaparcer na boca.
- Estou quase a vir-me! - avisei eu, mas ela não ligou.
Continuou a fazer o trabalho dela até ao fim.
Vim-me todo dentro daquela boca maravilhosas, como nunca me tinha vindo.
Ela mostrou-me o meu esperma dentro da boca dela e foi até á casa de banho.
Qaundo voltou, eu queria continuar, mas ela disse que o marido não devia demorar e que eu me devia ir embora.
Ela queria tomar banho para o marido não cheirar o meu cheiro e saber que já estava emfeitado.
não consigo tirar aquele magnifico corpo da minha cabeça. Para a semana vou-lhe telefonar para ver se consigo mais uma foda.
Tenho que aproveitar antes que se arrependa e antes da minha namorada voltar.
Se ouver outras fodas, voltarei a por essas experiencias aqui...
Posso garantir uma coisas, as casadas esfoleadas são uma grande foda.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:56
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Sábado, 29 de Março de 2008

A Tres é Hummm


Depois de algumas conversas a confiança e carinho instalou-se entre mim o meu marido e um conhecido que passou a ser amigo. Decidimos entrar de cabeça num relacionamento sexual e intenso com esse amigo. Nunca fui mulher de affairs nem traições, mas o carinho e transparencia mostrada por esse amigo levou-me a embarcar numa experiência que penso que qualquer mulher desejaria mas não terá a frontalidade nem a sinceridade de pedir ao marido ou namorado.
Passo a contar-vos então uma das noites, ou melhor uma boa parte da noite.
Chegamos a casa de António por volta das 8 horas, fomos para o quarto, o ambiente acolhedor, uma música romântica, velas, e umas bebidas preparadas, não que eu aprecie a bebida mas que me liberta bastante, liberta sim.
Resolvi tirar a roupa, ficando de cuecas, soutien, meias de liga pretas e por cima uma peça chamada de espera maridos (neste caso foi espera marido e amante, rsrs), e como o tempo estava para o frescote resolvi desta vez não ficar por cima de uma coberta de pelo, mas deitarmo-nos por debaixo dos cobertores…claro que o António e o Jorge fizeram o mesmo ficando também nus. Imaginem o cenário, eu no meio do meu marido e do meu amante, foi uma sensação maravilhosa sentir-me como que protegida por dois homens lindos, meigos, maravilhosos e que sabem acima de tudo apreciar e cuidar com carinho de uma mulher.
Comecei por beijar o António com beijos longos e bem húmidos, porque se há coisa que realmente me excita é beijar com intensidade envolvencia e paixão, sentir os movimentos da língua pelos dentes, lábios, chupar a língua, dá-me sempre uma vontade de mais e mais, sempre passando a mão pelos cabelos, olhos nariz e toda a face do meu amante….estivemos assim uns largos minutos perdidos num beijo quente, abraços e todo um carinho muito especial, enquanto Jorge olhava já meio ofegante por ouvir gemidos e algumas frases como QUERO-TE, DESEJO-TE, ADORO-TE…
Virei-me para o lado do meu marido e vi que se acariciava já de sexo quente e duro na mão e beijei-o também, enquanto o António já roçava o seu sexo nas minhas nádegas e passando a mão na minha vagina que já quente e húmida, desejava ter dentro dela um pénis quente e rijo. Dei umas chupadas no sexo de Jorge enquanto ia empurrando as nádegas contra António num pedido para que me penetrasse, e ele assim o fez, penetrando lentamente enquanto me passava os dedos no clítoris, estivemos assim um tempo até que me pediu que ficasse de frente para ele, ficando na posição de missionário que deve ser das posições que mais aprecio porque o contacto dos corpos é maior, o contacto visual é mais alargado, e o beijo tem outro sabor misturado com as lambidas e chupadas nas orelhas, e os gemidos e palavras são mais sentidas. António foi aos poucos dando cada vez estocadas mais secas e prolongadas e eu queria mais ,e num vai e vem maravilhoso viemo-nos os três ,digo os três porque meu marido a ver-nos num frenesim de palavras ,beijos e gemidos veio-se também masturbando-se.
Seguidamente fizemos uma breve pausa, bebemos mais um pouco e íamos pondo o olho no canal de sexo que estava ligado ,e deitados aconchegados os três na cama sabíamos que não ia parar por aí, e não ficamos, até porque todos queríamos mais.
E então repetiu-se a dose cada vez com mais intensidade, até porque o meu marido queria que António me fodesse bem,
E eu também que a cada vez que o fazemos tenho mais vontade que ele veja, por vezes fazia-me confusão, mas cada vez mais gosto que ele veja, adoro olhar para ele e vê-lo com a face vermelha e com o ar ofegante, vejo na cara dele a excitação e a tesão de ver a mulher ser comida por outra piça (como ele faz questão de o dizer), e então como sei que ele adora, sento-me encima da pica de António, ficando de frente para ele, de cona aberta, roçando os dedos no clítoris e cavalgando o sexo duro do meu amante, enquanto o meu marido tem a visão total de ver a piça a entrar e a sair da cona, enquanto ele bate uma punheta vigorosa em frente a mim, e me dá uma tesão louca ,não resistindo a que o chame e que me venha meter também a sua piça na cona ,ficando preenchida com duas picas sedentas de se vir dentro de mim, aí sim posso dizer que é a cereja em cima do bolo ,se é que me faço entender ,
,deve ser das coisas mais loucas e atesoadas que possam existir pelo menos para mim ,é loucura mesmo sentir-me inundada pelo leite quente de dois machos.
Fizemos sexo em várias posições ,não esquecendo o clássico 69 que é maravilhoso ,fiz mamadas a um e a outro alternando ,vim-me também com os dedos do meu amante ,enquanto eu me acariciava no clitóris ,resumindo foi uma noite ,ou parte dela como já disse inesquecivél.
Espero que estes nossos encontros se repitam e que sejam sempre assim inesquéciveis e memoráveis.
Se me sinto vulgar ou uma puta por te-lo feito? ,
Digo-vos que não ,porque não houve traição a ninguém, amei e fui amada ,e há respeito mutuo .
Se aconselho a que o façam ?
Aconselho sim porque é uma experiência maravilhosa ,desde que o façam com quem vos respeite e acarinhe.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:55
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O Cavalo


Ando meia depravada eu sei! Desde que vi o filme da vaca a ser bem montada por aqueles homens/bois que me apetece ser montada por animais. Bom um vizinho meu tem uma quinta com cavalos, vacas, cabras, etc. Certo dia vi um belo cavalo a pastar deu-me um tesao que fui ter com ele. Ele tinha uma piça que tinha seguramente 60 cm. Começei a tocar punheta nele e a xupar aquele belo chicote. O quadrupede zorria de prazer. Aquele bacatume estava no auge 60 cm de piroco so para mim. Xupava bem e ele queria mais e eu tb. Peguei naquela corneta e passei na cona. Que bom sentir tal instrumento em mim. Bom depois tentei meter dentro de mim mas a cauda do cavalo era tao grande so entrou a cabeça na mimha pássara agora quem zorria de prazer era eu. Belo pau dentro de mim. A minha cona ate fervia de tanto tesao. Mas eu e o burro queriamos mais. Virei-me e pequei no salpicom dele e metio no meu cuzinho. Delicia mas tb so entrava a cabeça porque aquele caralho era largo demais. Bem q delicia mas depois sem controlar parecia q tava no duxe pois foi mais de dois litros de leite daquele cavalo no meu cu. Q bom q esporra grossa. Ai que delicia ser montada por tal burro. Belo cavalo que piça boa. Só eu é que sei q bom que é.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:54
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3 casais no campismo


OLÁ AMIGOS, NO FIM-DE-SEMANA (7,8,9 Setembro) COMBINAMOS COM UM CASAL AMIGO, FAZER-MOS UMA FARRA,PASSAR-MOS 2 DIAS EM CAMPISMO, NA NOSSA TENDA.

SIMPLESMENTE O NOSSO AMIGO CASAL, TROUXE OUTRO CASAL CONSIGO,E...PASSAMOS A SER 3 CASAIS, OU SEJA 6 PESSOAS.

SEXTA-FEIRA, FOI PARA JANTAR,E...FALARMOS...

NO SABADO FOMOS TODA A MANHA PARA A PRAIA,E...DE TARDE FOMOS PARA UMA MARISCADA A ESPANHA (GROVE) PARA ESPANTO NOSSO, O NOSSO AMIGO CASAL, VINHAM COM A BARRIGA CHEIA DE MARISCO,E...SEXO? NÃO HOUVE NADA.

EU,E, MINHA MULHER, FICAMOS FODIDOS POIS ESTAVAMOS A CONTAR DE UM BACANAL, E...NADA.

NO DOMINGO (dia 9) ERA PARA VIR EMBORA DO CAMPISMO LOGO PELA MANHA,MAS...A MINHA MULHER, ME DISSE QUE PARECIA MAL,E...ACABAMOS POR FICAR, FOMOS DE MANHA PARA A PRAIA, DEPOIS ALMOÇAMOS OS 3 CASAIS, DE TARDE FOMOS PASSEAR A PÉ,ATÉ QUE O NOSSO AMIGO CASAL NOS PROPÔS UMA IDEIA.

E SE NÓS, EM VEZ DE FAZERMOS UM BACANAL OS 6 NA TENDA, PODÍA-MOS MISTURAR AS 3 CHAVES DOS CARROS,E QUEM TIRA-SSE AS CHAVES DOS RESPECTIVOS CARROS,ÍA DURANTE DUAS HORAS COM AS MULHERES, QUE NOS CALHOU NO SORTEI-O DAS CHAVES.

E...ASSIM FOI LÁ PEGAMOS NOS CARROS,E...LÁ FOMOS FODER NOS CARROS,CADA UM PARA O SEU SITIO, AO FIM DE 2 HORAS LÁ REGRESSAMOS.

FOI PORREIRO, FOI UMA COISA DIFERENTE DO HABITUAL.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:52
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Sexo numa Festa


Sou um jovem de 23 anos e tenho muitas fantasias eróticas, e vou partilhar esta convosco.
eu e a minha namora da tinhamos ido passar o fim de semana a caldas da rainha onde eu tenho casa. como é costume combinei com alguns colegas meus aparecerem por lá para almoçarmos todos juntos, mas desta vez eu tinha planos. umas das minhas colegas que eu convidei tem namorado mas costuma atirar-se mim e eu não lhe dou atenção, mas decidi fazer com ela aquilo que não posso com a minha namorada, sexo anal. ela tem o mais maravilhoso cu que alguma vez vi e eu estava decidido a comer-lho. para além dela e do namorado convidei também um casal de amigos que costumam ter muitas aventuras sexuais e que eu convenci a ajudarem-me a organizar uma sessão de sexo em grupo. quando cheguei a caldas fui ás compras sozinho e passei por uma ervanária onde comprei pau de cabinda. como sou eu que costuma cozinhar decidi fazer frango com esparguete e juntar o pau de cabinda que é o mais potente afrodisíaco que eu conheço. quando os meus amigos começaram a chegar eu tratei logo de distribuir martinis para descontrair. depois de almoçar-mos e de algum álcool fomos para a sala para conversarmos um pouco. deixei que comessasse a fazer efeito e comecei a beijar a minha namorada, a M., de maneira sexy deixando o clima subir. noutro sofá o casal com quem eu tinha tudo combinado, o S. e a J., também se beijavam sofregamente e deixavam as mãos deambular por todo o corpo. disse baixinho á minha namorada que estava a ficar com uma grande tusa e ela quis ir para o quarto mas eu disse-lhe que não queria deixar os meus amigos ali sozinhos e que a fazer alguma coisa teria de ser ali, á frente deles. ela amuou mas eu sentia que ela estava muito excitada. a minha amiga que eu queria comer, a E., disse-me que eu falava mas que nem sequer teria a coragem de me despir ali. dito isto eu nem esperei por nada e despindo as calças fiz saltar um pau feto de dentro dos boxers e disse-lhe "se quiseres chupa". a minha outra amiga, aproveitando a deixa, saltou do colo do S. e agarrando-me pelos colhões meteu-o de imediato na boca. a minha namorada ficou um pouco chocada mas eu percebi que havia ali um misto de zanga e de excitação. o S. não perdendo tempo agarrou na E. e levou-a para o outro sofá deixando a minha namorada sozinha com o R.
a J. chupava-me com maravilhosa experiência (o meu amigo J. já me tinha dito que ela era maravilhosa a mamar)o que me deixava em extase. o J. começou a comer a E. á canzana o que a estava a deixar louca de tal maneira que gemia que nem uma cadela. olhando para o R. e para a minha namorada M. e perguntei-lhes se iriam ficar só a ver. deitei a J. de costas no chão e comecei a lamber-lhe aquele grelo magnífico que já estava todo sumarento (eu havia prometido á J. que lhe faria um minete e ao S. que o deixava comer a M.). com um dedo comecei a penetrar aquela cona que se apertava toda em volta dele. depois desloquei o dedo para o cu coisa a que ela não estava abituada e que pareceu gostar bastante. entretanto a M. já cavalgava o R. a grande velocidade. depois de deixar a J. ter uns quantos orgasmos decidi que havia chegado a hora de trocar e fui buscar a E. que já chupava o caralho teso do S. o S. que queria comer a minha namorada, aproveitou a deixa e foi buscá-la acima do R. e a J. substituiu-a. eu deitei a E. de quatro e comecei a com^-la á canzana pois achei que era a melhor posição para obter aquilo que eu queria. aquela cona estava a ferver e eu penetrei-a de uma só vez o que a fez gemer profundamente. depois de umas estocadelas naquela cona fabulosa eu decidi dar largas á minha vontade e disse-lhe ao ouvido que a iria enrabar, disse-lhe isto segurando-lhe as ancas com medo que fugisse. para meu espanto ela gemeu um profundo sim e com as próprias maos afastou as nádegas para me facilitar o caminho. um pouco a custo penetrei e deixei que o anús se habituasse e relaxasse.
entretanto o S. comia-me a namorada de tal maneira que ela gemia como eu nunca tinha ouvido e o R. continuava a ser cavalgado pela J. comecei a ir e vir no cu da E. e senti o orgasmo aproximar-se. acelerei e ela levou a mão dela ao grelo que agitou rapidamente tendo obtido um orgasmo quase simultâneo. ao meu lado a J. chupava os colhões do R. e quando ele se estava a vir bebeu todo aquele suco da vida. do outro lado o S. retirou-se de dentro da M. mesmo no fim vindo-se-lhe nas mamas, o que eu sabia que ela detestava pois já tinha feito a sugestão, mas para meu espanto ela esticou a lingua e começou a espalhar a esporra por todo o corpo e a masturbar-se até atingir um orgasmos em espasmos corporais como eu nunca tinha visto. foi uma tarde maravilhosa.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:51
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amor entre mulheres


Eu... não resisto, depois de ler as várias historias que aqui estao, em contar o que se passou com a minha namorada.

no ano passado despertamos para o swing mas nunca conseguimos concretizar nada, ora por ora por aquilo.

no entanto e no meio das diversas aventuras que procuramos ficou na nossa mente uma pequena chamada eduarda, semi-profissional do sexo, ou seja, se a brincadeira lhe interessar até alinha só pelo prazer.

e foi o que aconteceu. um dia sem mais nem menos a eduarda ligou-me e perguntou se ainda estava interessado em iniciar a minha namorada no amor entre mulheres.

lá combinamos a coisa. arranjei um almoço a três e proporcionei que a conversa fosse para o lado do sexo e especialmente entre mulheres.

fomos passear de carro. eu ia a coduzir, a minha namorada à frente e a eduarda no banco de trás. estava calor e os corpos delas estavam um pouco destapados mostrando um bocadinho das mamas, das pernas, etc

a conversa continuou e senti que a minha namorada estava a ficar excitada com a conversa bastando reparar na inquietação das pernas. a eduarda avançou e sentou-se no meio do banco de trás ficando com a cara quase colada à da minha naomrada.

enconstei o carro no sitio ideal paea estarmos todos à vontade.
a minha namorada rodou a posição das pernas no banco e discretamente mostrou as pernas até à cona. ao mesmo tempo mostarva as mamas, sem soutiene com o decote já bastante aberto.a eduarda, sem perder muito tempo, meteu-lhe a mão pela camisa adentro e começou a apalpar-lhe as mamas. beijaram-se profundamente. a eduarda abriu-lhe a camisa e começou-lhe a lamber as mamas.

num apice estavam as duas no banco de trás, completamente enroladas. a eduarda papou literalmente a minha namorada; meteu-lhe os dedos pela cona a dentro, linguas nas conas, dedos no cu, sei lá. foi um espectaculo digno de ser visto.

agora devez em quando repetimos a brincadeira.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:48
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COMEU-ME O RABO


O meu patrão é um homem bonzão nos seus 50 anos e cabelos grisalhos. Á muito que ele me deita uns olhares e me diz uns piropos quase ao ouvido que me deixam meia estonteada, mas sou a sua secretária e sempre respeitei o trabalho.
Mas ele foi andando sempre de mansinho.
E á 1 mês aconteceu o que tinha de acontecer
Fui ao arquivo "morto" da empresa procurar uma pasta arquivada já á uns anos, mas que agora queria consultar.
Avisei o patrão e a telefonista ficou a tomar conta também da minha secretária.
Desci á cave e comecei a busca.
Repentinamente senti umas mãos a tapar-me os olhos e levei um valente susto.
Depois de perguntar quem era em resposta levei um beijo no pescoço e uma lambidela da orelha que me arrepiou toda.
Virei-me e estava quase colada ao meu patrão, e ele nem deixou eu respirar já me beijava e me chupava a lingua doidamente.
Eu fiquei logo doida de tesão e correspondi-lhe totalmente. Que bom pensei.
Ele disse-me que me ia comer como nunca ninguém o fizera nem o "bobo" do meu marido.
Começou lambendo-me o pescoço, desceu até os mamilos e chupou demoradamente, e sempre descendo o umbigo onde esteve a brincar e depois senti aquela lingua no meu papinho a dar-lhe dentadinhas pois ele estava lisinho e totalmente depiladinho.
Gemia já como uma doida e fiquei mais doida ainda quando senti a lingua dele a me afastar as cuecas fio dental e a chupar o meu clitóris como uma máquina enquanto me enfiava um dedo no anus.
Gemi como louca e ele não abrandava o ritmo, sempre freneticamente quase desmaiava de prazer.
E o ritmo levou-me ao 1º orgasmo que nunca mais acabava e encheu-lhe a boca dos meus líquidos.
Estava sem força e meia zonza, mas ele não parou.
Imediatamente me virou de rabinho para ele e senti aquele enorme caralho que ele tem e que eu nem suspeitava, e enfiou-me no rabinho que estava todo muito molhado.
No inicio gemi que doía e ele abrandou mas foi forçando até que a dor desapareceu e deu lugar a uma enorme tesão.
Ele bombeava-me o rabinho e gritava, e os gritos dele davam-me mais tesão ainda.
Num estado frenético ele estava a me comer o rabinho e eu a adorar.
O prazer era totalmente diferente de todo o prazer sexual que eu já havia tido com o meu marido e dois casos que também tinha tido á uns tempos atrás.
O meu patrão estava louco de todo e agarrando-me nas mamas devagarinho disse-me: "ao tempo quero te comer este rabo de puta doida".
Fiquei realmente com mais tesão e comecei a sentir que me ia vir de novo e gritei-lhe que me ia vir, então ele estocou e bombeou como doido e eu entre os meus doidos orgasmos recebia no rabinho todo o leite dele que era uma torneira aberta, e que me estava a correr já pelas pernas abaixo.
Ele abraçou-me com força e gritava que o meu rabo era o melhor que alguma vez tinha comido.
Eu estava totalmente exausta, o que não lhe disse foi que ele foii o primeiro que me enrrabou e me tirou os três ao rabinho.
Fiquei viciada neste tipo de sexo, e agora não quero outra coisa. É tão bom sentir um caralho grosso a nos encher o rabinho. Uauuu.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:46
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mamado por homem


Por varias vezes tinha tido fantasias em ser mamado por outro homem , mas nunca tinha passado de pura fantasia.
Tinha eu 25 anos casado de fresco quando dei por mim numa sex shop da baixa Lisboeta , entre "brinquedos" DVD e revistas resolvi dar uma olhadela na zona das cabines de video .
Entrei numa coloquei uma moeda e logo começaram as imagens de um filme onde 2 homens se mamavam loucamente ,como não tinha fechado a porta totalmente logo apareceu um homem na casa dos 35 que perguntou ,
-Queres ser mamado?
Sem dizer uma palavra acenei com a cabeça , ele entrou e trancou a porta .
Naquele momento o meu coração bombava como um louco e o meu caralho parecia de pedra .
Quando olhei novamente para ele ja me tinha aberto as calças e tentava abocanhalo todo de uma vez.
Aquele homem a mamar me estava a deixar me fora de mim e cada vez que sentia a sua lingua a passar pela minha cabeça bem rosada era de mais , tinha o corpo a tremer e não pudia esperar mais .
-Vou me vir .
E dito isto o jacto de esporra encheu a boca daquele macho.
Naquela altura reparei que ele tinha tirado a sua sarda para fora e batia uma punheta , não resisti e puxei lhe pelas bolas ate o ter á altura da minha boca e comecei a mamar como um louco , os seus tomates batiam na minha cara e eu estava a adorar .
Em 2 minutos fui eu que engoli toda a sua seiva .
Sem voltar a olhar para ele sai da cabine em passo de corrida sem nunca olhar para tras , com vergonha mas tambem muita satisfação de ter realizado a minha fantasia.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:43
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Violada


Sou casada há mais de 10 anos, e com o passar dos tempos a nossa sexualidade tem evoluido.
Eu e o Antonio, conseguimos manter uma relação aberta e falamos das nossas fantasias e desejos sexuais.
Temos concretizado algumas, o que nos tem unido ainda mais.
Há muito que eu gostava de ter uma relação tipo "violada", em que seria comida pela força, sem violencia, em que seria humilhada, e por alguem que eu não conheça nem viria a ver mais.
Como imaginam isso é dificil sem correr alguns riscos.
Falavamos mas não avançavamos pois encontravamos sempre alguma coisa que nos levava a retardar essa realização.
Sem eu saber de nada o António, colocou um anuncio, e procurou dois homens.
Um por acaso era de sangue negro.
Combinou tudo e não me disse nada.
Uma 6ª. feira no final do dia fomos, como vamos muitas vezes, para a nossa casa de praía perto da Praia das maçãs.
Chegamos e ao entrarmos fomos abordados por dois homens, que de uma forma rapida e decisiva nos obrigaram a entrar em casa.
Em casa, colocaram-nos virados para a parede, e amarram-me, e vendaram-me.
O que fizeram ao António não vi mais.
Depois,.... depois arrancaram-me a roupa, apalparam-me toda, e obrigaram-me a mamar nos dois.
O que eu não imaginava era que tinha sido tudo combinado com o Antonio.
Estava cheio de medo, pois não sabia de nada.
Depois da mamada, deitaram-me e fui fodida por ambos.
Claro que estava cheio de medo, mas mesmo assim eu gozava como uma doida, afinal era o que sempre desejara.
Enquanto um me fodia o outro obrgava-me a chupá-lo.
Estava de 4 e ora um ora outro fui fodida até não aguentar mais.
Estive assim nem sei quanto tempo.
Gani que nem uma vaca, fui insultada e chegaram a dar-me umas palmadas quando disse que não aguentava mais.
Estava mesmo cansada.
O meu coração batia desalmadamente, e a minha cona ardia.
A minha garganta estava cheia de esporra, e não me lembro de ter bebido tanta esporra.
Tudo ficou calmo de um momento para o outro.
Foi então que me sentaram na barriga de um deles, e senti ser mais uma vez penetrada por um caralho duro.Ele obrigou-me a deitar-me sobre ele.
Ao mesmo tempo fazia força para ser penetrada o mais fundo possivel.
eu só gemia de prazer ao mesmo tempo que gritava que não aguentava mais.
Foi então que outro me tentou penetrar pelo rabo.
Senti a cabeça roçar o cuzinho, depois empurrou e enterrou a cabeça do caralho.
Gritei de dor
Ele não ligou e continuou a empurrar, empurrou e eu senti que aquele caralho não parava mais de me penetrar.
Só parou quando senti os colhões a baterem nas minhas nadegas.
Depois fodeu-me com toda a força.
Não imaginam como gritei.
Ao mesmo tempo o outro ía-se mexendo e eu sentia 2 caralhos dentro de mim.
não sei como mas tive o orgasmo mais louco da minha vida.
Juro que não aguentava mais.
O Antonio estava calado e eu de olhos vendados sem imaginar o que se estava a passar.
Tudo acalmou.
Senti que tudo estava calmo, e que a porta tinha batido. Alguem tinha entrado ou saído.
Chamei pelo Antonio, e ele veio e tirou-me a venda dos olhos.
Agarrei-me a ele, e percebi que ele estava com um ar feliz.
Foi então que ele me perguntou se eu tinha gostado.
Fiquei sem saber o que responder.
Ele tinha-me ouvido gemer e gritar como uma cadela com cio.
Disse-lhe que sim.
Ainda bem... respondeu ele.
Depois ele contou-me o que se tinha passado, e como tinha combinado tudo.
A terminar ainda me disse.
Que pena estares assim pois eu de ver tudo o que se passou estou cheio de tusa.
Agarrei-me ao caralho dele e bati-lhe uma punheta como ele gosta, com a ajuda das minhas mamas.
No final bebi mais uma doze de leite.
Passei o fim de semana cheia de tusa, e com a cona e o cu a arder.
Tinha conseguido realizar a minha fantasia, graças ao Antonio.
Obrigado meu querido marido.
Prometo-te ajudar a realizar a tua fantasia custe o que custar.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 00:40
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Segunda-feira, 17 de Março de 2008

O Estagiario


Cada tiro cada melro... Depois de umas valentes fodas resolvi conter um bocado os meus instintos caso contrário ainda acabava num manicómio mas o novo estagiário faz-me tremer da ponta do pé à raiz do cabelo, 24 anos, 1,85m, moreno de olho azul e sorriso de matar...
Depois de uns dias de descanso, porque a malta até trabalha, com a minha vida emocional completamente resolvida, resolvi ficar sozinha por uns tempos, as crises com os homens os amores doentios fizeram-me tirar bilhete para um retiro espiritual e vim de lá com pensamentos iluminados e cheia de vontade de praticar boas acções... Mas dou de caras com este pedaço de mau caminho e não há espirito que aguente a tentação da carne.. Pedi à secretária que me trouxesse o C.V. do rapaz... solteiro.... :):):) Depois das apresentações formais à hora de almoço convidei-o para se juntar a mim e a outro colega tinhamos um julgamento em Oeiras que lhe devia interessar, prontamente se disponibilizou... Ao entrarmos no carro eu conduzi, ele foi para o banco de trás e o meu colega para o meu lado... Entre conversas de quebra gelo vim a saber que tinha saído de uma relação longa e andava um bocado sozinho e chateado... "Oh rapaz... nós trabalhamos à séria mas também nos divertimos à séria... hoje vamos para uma noitada e tu vais conosco... se aqui a colega não se importar", ourinho para os meus ouvidos:) "Claro que não... mas achas que o pequenote se vai aguentar?"... "Parece que as coisas vão aquecer...."... Almoçamos... trabalhamos e os dois ficaram de ir ter a minha casa o Rui ficou de ir buscar o Guilherme e assim foi....
Eu e o Rui já nos conhecemos desde a faculdade e para o bem e para o mal somos cumplices... amigos... e intimos... o Guilherme.... apetitoso.....
Enquanto eu me acabava de arranjar ficaram pela sala a tomar um copo e com um cd que me tinham arranjado de "Kuduro progressivo" que seja lá o que for... era muito animado... quando cheguei à sala estavam a dançar ... "Posso-me juntar ao baile? Xiça isto é estranho mas muito instintivo apetecia-me estar no meio da selva ..."
Quando dou por mim estou no meio dos dois num roçar muito quente.... sinto o pau do Guilherme a roçar no meu cu.... e o do Rui na minha cona...
O Rui percorre o meu corpo com as suas mãos enormes... "Tás excitada?""
"Que te parece?"
"E que tal pormos o estagiário a trabalhar?"
"Às ordens...."
"Despe-te!!!"
O Guilherme começou a tirar a roupa, pondo a descoberto um corpo completamente depilado e completamente trabalhado....com um pau já em pé...
"Muito bem... Que bela contratação.... "
Ajoelhei-me e comecei a saborear aquela bela pila enquanto isso o Rui fez questão em me tirar a tanga e comer a minha cona com a lingua... que bela imagem da justiça:)
"Quero uma grande canzana... será que alguém me pode ajudar?"
"Depois desta bela mamada só me resta retribui... Posso comê-la?"
Sentir aqueles 20 cm a entrar foi de bradar aos céus...Entra e saí.... e que belas palmadas...."Fodes bemmmm e tens cá uma mãos..."... O Rui tinha-se afactado para o sofá e estava a bater uma... "Estas bem?".... "Melhor só no céu"......Vim-me uma vez.... e mais outra.....
"Rui come-me o cú quero sentir-vos aos dois dentro de mim...."
"Tú é que mandas...."
Comecei a cavalgar no Guilherme... forte... forte.... enquanto isso ele apalpáva-me as mamas...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:08
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Loucuras C/ futuro cunhado


Quando tinha 22 anos, namorava uma rapariga lindissima de 20 anos que tinha um irmão muito porreiro de 18 anos. A rapariga era fenomenal na cama e cada vez que pensava um fodela, dáva-me uma tesão enorme, estivesse onde estivesse. Dáva-me muito bem com o irmão dela. Passavamos a vida nas noitadas e nos copos. Num desses dias (a minha namorada ficou em casa, estava cansada), fomos beber uns copos para uns bares e ele foi dormir em minha casa como era normal. estava um noite super-quente de verão e os meus pais estavam fora. Chegamos a casa e metemo-nos de boxer's, preparamos algo fresco e ligamos a tv. Estava a dar um filme um pouco para o erótico e depressa começamos a ficar de pau feito. Reparei que ele estava bastante exitado e já começava a bater uma punheta. quando dei por mim, ele já tinha agarrado no meu caralho a brincar com ele.
- Estás a gostar? - perguntou ele. Como resposta, também peguei no caralho dele e comecei a brincar. Estavamos doidos de exitação, ele começou a mamar-me o caralho como ninguem tinha feito. Não me fiz de rogado e começei a mamar o dele, tipo 69 em cima do sofa. Era a primeira vez que o fazia e estava a gostar imenso. Pedi-lhe para parar, não me queria vir já e que queria foder o cu dele. Ele virou o cu para mim, pus uma camisinha e começei a enterralo devagarinho até aos colhões. Fodi o cu dele como nunca fodi o cu da minha namorada. Era apertado, ele ia massajando os meus colhões enquanto eu batia-lha uma punheta. Vim-me que nem um louco e rapidamente mudamos de posição. Ele enfiou o fino caralho no meu cu. Foi estranho mas bastante agradavel ser montado por ele. Ele veio-se muito depressa, mas a nossa noite não acabou aí. Continuamos a ver o filme nus e a brincar constantemente com os nossos caralhos.
Depois dessa noite nunca mais falamos sobre o assunto e pouco depois acabei tudo com a minha namorada.
Esta foi a minha primeira e única experiência com um homem.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:00
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Vi sexo na praia


A história que se segue é verídica e aconteceu à alguns dias, realizei uma fantasia antiga de ver uma mulher masturbando-se com prazer para eu ver numa praia em público bem junto a várias pessoas, inclusive o marido.

Cheguei à praia do Meco por volta das 14:30. O calor era abrasador, a areia queimava os pés descalços enquanto eu caminhava pelo areal em direcção à zona nudista. O chapéu na cabeça ajudava a aguentar a força do sol, com o chapéu-de-sol ao ombro e a mochila às costas fui-me aproximando da zona onde as pessoas se encontravam deitadas na areia. A praia estava bem composta mas não a abarrotar, afinal, Agosto estava a terminar e era dia de semana. Vi uma loira boazona, mas já com uma certa idade sozinha, estava nua e deitada de pernas abertas em direcção ao Sol. Decidi ficar por ali um pouco a ver o que dava. enfiei o guarda-sol na areia e deitei-me um pouco observando as vistas. A loira lia um livro com um ar muito concentrado e pouco amigável, no entanto mostrava um corpo muito bem feito e um par de mamas que já deviam ter algum trabalho externo, silicone provavelmente. Fui à agua para arrefecer. Voltei e a loira continuava sem me ligar nenhuma. Resolvi mudar de local, caminhar um pouco mais para o interior da zona nudista na esperança de apanhar alguma senhora ou casal mais amigáveis. Mal sabia que isso iria mesmo acontecer.
Fui andando até chegar a um local onde estavam alguns casais e pareceu-me que de ali em diante a maior parte dos banhistas eram gays, por isso resolvi ficar por ali já com poucas de esperanças de ver qualquer coisa interessante. enfiei o chapéu-de-sol na areia e reparei que um tipo que estava por perto não gostou muito, fez uma cara de desagrado que ignorei completamente e fiquei a pensar porque tanto desagrado. Só mais tarde iria entender que o espectáculo que iria assistir provavelmente seria para ele se eu não tivesse aterrado ali.
O mar estava agitado e por isso deitei-me um pouco, logo depois um casal que estava na água retorna às suas toalhas mesmo ao meu lado esquerdo. Ela deitou-se do meu lado e por isso pude apreciar-lhe as curvas generosas que o seu corpo nu mostrava. Ele deitou-se de costas para mim com a cabeça apoiada na barriga dela. Pareciam estar muito bem dispostos rindo-se várias vezes. A certa altura era reparou que eu a estava a apreciar e olhou-me directamente nos olhos, coisa rara numa mulher perante um homem nu como eu estava. Notei a persistência dos seus olhares de fugida e reparei que o tipo do chapéu vermelho estava discretamente a bater uma mostrando-lhe o mangalho. percebi que ela o olhava sem qualquer problema e que o marido fazia o mesmo olhando um casal que estava mais à minha esquerda. Reparei que ela não se importava com o divertimento do marido e que ele também não parecia preocupado com ela. Rocei-me um pouco na areia, esfregando o mangalho na toalha, quando já estava algo entesado virei-me para cima para ela poder ver. ela olhou e pareceu-me sorrir com os olhos. A esta altura eu já lhe sorria com agrado, pela sua desinibição e naturalidade. Pouco depois, o marido perdeu a rapariga a quem mostrava o mangalho e trocou de posição. qual não foi o meu espanto quando percebo que ela arrumava a toalha e as almofadas de modo a ficar com as pernas bem viradas para mim. O marido deitou-se com os óculos escuros e parecia que olhava na minha direcção mas de forma discreta. A partir desta altura já não tirei mais os olhos da senhora. Que entretanto pôs os óculos, possivelmente para me ver melhor. Ela era de estatura baixa, forte e com um excelente par de mamas, estava bem morena e tinha o cabelo um pouco abaixo dos ombros, castanho escuro. O mais interessante era o seu sorriso e o à vontade de quem gosta de mostrar o corpo. Quando ela se deita com as pernas bem abertas na minha direcção mal pude acreditar. deitei-me de costas para a apreciar bem enquanto me roçava com prazer na toalha deixando o sol aquecer-me as costas e o rabo. a sua rata estava bem depilada tinha apenas um pequeno tudo de pelos negros mesmo em cima da conita. Era uma faixa estreita que mostrava uns lábios muito apetecíveis de lamber e chupar. Ela olhava também para mim, por isso coloquei-me de lado mostrando-lhe o meu tesão, por esta altura já estava muito bem armado. Ao ver que eu estava a gostar do espectáculo ela decidiu subir o nível e começou a tocar na cona com a mão esquerda, o espectáculo de uma mulher casada a esfregar a cona a poucos metros de mim com o marido deitado a ignorar tudo, inclusive o meu caralho bem em pé, deixou-me praticamente de boca aberta. Ela já esfregava o pequeno clítoris com muito à vontade quando, para meu desespero aparece um tipo que os conhecia e se senta na toalha ao lado dela virado para o mar. Começam todos a conversar e eu pensava que o bem-bom tinha acabado mas estava ainda completamente teso. Mostrei-lhes o meu pau como quem não quer a coisa e não notei qualquer reacção negativa, antes pelo contrário, a senhora deitou-se outra vez abriu ainda mais as pernas na minha direcção e continuou a esfregar a sua cona com um grande sorriso na cara, o seu à vontade era estupidificante, falava com o marido e com o amigo, rindo-se enquanto esfregava a cona completamente aberta na minha direcção, por vezes dava uma pequena chapada na cona e outras percebia-se que procurava esfregar o clítoris para eu ver bem. Que locura, um sonho tornado realidade, mantive-me sempre discreto mas muito interessado no espectáculo que ela me proporcionava. A certa altura o homem deve ter percebido que ela não lhe passava cartão, pois ela só tinha olhos para mim e não parava quieta abrindo as pernas, esfregando um pouco o clítoris, ou metendo-se de quatro e abrindo rapidamente o rego do cu para eu ver. Um tesão de vista. Então o tipo foi-se embora e o casal voltou à posição inicial: ele deitado com a cabeça à sombra voltada na minha direcção e ela com as coxas largas bem escancaradas na minha direcção. A esta altura o nosso olhar já se tinha cruzado várias vezes e já ambos sabíamos o que queríamos. Ela coçou um pouco o grelo enquanto eu lhe mostrava o meu pau já quase a explodir de tesão. Mostrei-lhe toda a extensão do meu pau e apertei-o bem para ela topar a largura, enfim um sonho realizado. Comecei a roçar-me ritmadamente na toalha olhando a sua cona aberta, a mulher começou a abanar uma perna exactamente ao mesmo ritmo que eu me esfregava na toalha, um tesão absurdo, quse que me vim nessa altura, mas o melhor ainda estava para vir.
Ás tantas noto que ela tinha um isqueiro azul na mão, daqueles bic grandes. Ainda pensei que ela o fosse usar para se masturbar, mas isso era demais, não seria possível. Qual quê passado pouco tempo ela já tinha inventado o jogo mais entesado que vi com um isqueiro e uma cona aberta. Primeiro passou com ele nos bicos das tetas, depois foi fazendo-o tombar lentamente girando-o com os dedos, um comprimento de cada vez em direcção da cona. Fiquei completamente sem reacção quando ela enfia o isqueiro na cona na primeira vez. Mordi o lábio de baixo e abanei a cabeça em aprovação. Ela repetiu o acto algumas vezes, mas fomos interrompidos algumas vezes por alguns gays a passar. Mas ela insistia e eu já não tinha olhos para mais nada, o marido não se mexia e se calhar até dormia, não faço ideia. Uma das vezes enfiou o isqueiro quase totalmente na cona e deixou apenas a parte de metal de fora, então tirou a mão e deixou-me apreciar a vista alguns segundos. Imaginem, um mãe de família, com as pernas bem abertas, as coxas grossas abertas, deixando ver o metal do isqueiro enfiado na sua belíssima cona. foi o momento do dia. Ela ainda repetiu o acto umas vezes, eu masturbei-me bem para ela ver como eu estava, mas a certa altura o marido começou a mexer-se ela disse-lhe algo e percebi que a festa tinha terminado. Ela levantou-se fez-me uma cara de quem diz, "enfim, ele quer ir-se embora". Ela olhou-me umas duas vezes nos olhos e eu sorri e abanei a cabeça com agrado ela fez o mesmo e entendi que se iam mesmo embora. Vestiram-se e eu fui até perto da água, quando se estavam a ir embora ela acenou-me um adeus quando ele não reparava, eu respondi levantando a mão e eles desapareceram no areal sem eu perceber se poderia ter ido com eles ou não. Esta história é verídica e se alguma senhora gostar destas brincadeiras pode contar comigo. Se você for a senhora que me proporcionou este espectáculo diga qualquer coisa que estou-lhe a dever uma fantasia.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:56
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Terça-feira, 11 de Março de 2008

Comi minha sogra


Isto aconteceu antes de eu me casar. certo fim de semana os pais da minha namorada estavam fora e nos combinámos passá-lo juntos. a caminho mandei muitas mensagens de telemóvel á minha namorada do género "hoje quero te comer toda", "tens que me dar mais beijinhos na pila, mesmo que não o ponhas na boca" (ela recusave-se a fazer-me sexo oral), "hoje quero experimentar algo novo, vou comer-te por trás". quando chego á casa dela, toco e ouço a sua vóz e digo "abre, estou cheio de tesão". a porta abre-se e em vez da minha namorada era a minha futura sogra. pedi imensas desculpas dizendo que não sabia que ela estava em casa. ela responde-me " com que então um fim de semana de queca?" eu digo que não mas ela explica-me que a minha namorada é que foi com o pai e que quem recebeu as mensagens foi ela. eu digo que me vou embora mas ela não me deixa. abre o robe e mostra-me um corpo até então desconhecido, mas muito melhor que o da minha namorada. joelha-se a meus pés e diz " então a clarinha não quer chupar-te o pauzinho?" abre-me as calças e enterra-o todo na boca. eu quase que me venho só daquela penetração. ela chupa vigorosamente e quando eu já faço um enorme esforço para me conter ela pára. puxa-me para o sofá e deita-me sentando-se com a cona mesmo na minha boca " agora é a tua vez" eu não me faço rogado e chupo-lhe o grelo com prazer. mas como eu não gosto de ficar atrás da maluquisse dos outros lambuzo um dedo no melado dela e enfio-lho no rabo. ela chama-me sacana mas parece gostar. vira-se e começamos a fazer o 69. ela pára e diz-me para eu a comer por trás como tinha dito que faria á clara. eu ponho-me atrás dela e penetro-a fazendo-a gemer. depois de algumas estocadas e dum orgasmo dela pára e digo-lhe que lhe quero comer o rabo. el endireita-se e sai da sala deixando-me ali sozinho a pensar que tinha abusado. então ela volta com um creme que diz que é próprio para isso e diz que o tinha comprado para usar com marido mas que este não quis. eu aplico-o na minha verga e também um pouco no rabo dela e penetro-a novamente desta vez no orifício traseiro. com a aceleração depressa me estou para me vir e digo-lho. ela com salto vira-se e coloca-o na boca fazendo-me vir dentro desta e chupando-o todo. depois desta foda ainda demos mais umas durante o fim de semana mas depois não voltamos a repetir. infelizmente...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:48
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1º Vez Enrrabada


Sou uma mulher casada, e pratico todo o tipo de sexo com o meu marido.
Todo não pois nunca consegui que ele me enrabasse. Doi-me muito.
Praticamos nudismo, e temos ate um casal amigo, com quem passamos alguns fins de semana juntos, e não é a primeira vez que trocamos de casais, e praticamos sexo em grupo.
A Margarida gosta muito de ser enrabada e está sempre a motivar-me a ter esse tipo de relação.
Na semana passada, eu vi, a Margarida praticar dupla penetração, em que o António, meu marido, a penetrou no cuzinho.
Vi, e ouvi o tesão daquela mulher. O que ela gemeu de prazer ao ter os dois caralhos dentro dela, foi para mim motivo de querer tambem experimentar.
Não disse nada, mas prometi a mim mesma que da proxima vez, que o António me procurasse eu ía deixar, custe o que custar, que ele me enrabasse.
E assim foi.
Depois de uns preliminares, em que mamei aquele caralho gostoso, e em que ele me lambeu a minha cona ate eu ter entrado em orgasmo permanente, pedi-lhe que me fodesse o meu cuzinho.
- Querido, fode-me o cu, mas não pares... mesmo que eu grite, não pares ate estares todo enterrado. Quero sentir esse caralho todo dentro de mim.
E assim foi.
Colocou-me de 4, lambeu-me o buraquinho, e começou por meter um dedo cheio de gel. Detesto sentir aquele dedo dentro de mim... é tão impessoal! Tão frio!
mas o importante era o meu cuzinho começar a alargar
PArece que adivinhou o meu pensamento, e passou a meter 2 dedos.
Gemi pois começava a doer-me mas... eu voltei a pedir para não parar
Já sentia como se tivesse o tubo do gel todo metido no meu cuzinho
Seria que com tanto gel ele iria ter o mesmo prazer que tem quando enraba a Margarida?
É que eu queria dar-lhe o maximo.
Eu tambem sei que o caralho do António não é muito grande, deve andar pelos 17 / 18 cm, mas tem uma cabeça!!!! meu Deus.... quando a mamo, tenho que ter cuidado para não a magoar pois é mesmo grande.
Alvaro, o marido da margarida tem uma inveja daquela cabeça, ao ponto de pedir para a beijar, mas acaba sempre por dar umas chupadas
Diz que é maravilhosa....
Eu continuava ali de 4 a tentar ganhar tesão, para esquecer a dor que aquela penetração me ía causar
Senti a cabeça do caralho rondar o meu olhinho do cu, e contraí-me... mas tambem sei como é o Antonio... não meteu, quando se apercebeu.
Acariciou-me a coninha, para me distrair, e só depois empurrou.
Gritei de dor... mas a cabeça já estava toda dentro
Estava com dificuldades em respirar tal tinha sido a dor, e por me sentir cheia...
Por outro lado estava emocionada por finalmente ter aquele pau dentro de mim.
O António gemia agora de prazer e tesão, talvez para me entusiasmar, talvez porque finalmente tinha conseguido aquilo que tanto desejava.
Enrabar-me
Depois de alguns momentos assim sem se enterrar mais, nem tirar, agarrou-me pelas ancas, e que tesão isso me deu!!! sentir que ele me agarrava as ancas e que ía começar a foder.
Percebia agora tudo o que a Margarida me dizia.
O António começou a empurrar lentamente, e por cada milimetro que avançava, a dor e o prazer faziam com que eu tremesse da cabeça ate aos pé.
Aquele caralho nunca mais acabava... e eu já respirava a custo de me sentir tão cheia.
Sentia que tudo dentro de mim estava a ser invadido e ocupado por aquele mastro.
E ele continuava a empurrar.
Empurrava e o caralho avançava lentamente até que senti os seus colhões cheios de leite baterem na minha cona.
Foi então que ele disse: Já está.
Ficou assim imovel durante alguns minutos que me pareceram uma eternidade.
Aquela verga dentro de mim!!! aquela cabeça dentro de mim... comecei a imaginar, e comecei a sentir tesão, e um forte desejo de ser fodida.
Foi então que ele começou a tirar, tão lentamente como tinha entrado.
Comecei por sentir um alivio, mas ao mesmo tempo o desejo de o ter todo dentro de mim.
Foi então que disse.: Fode-me... Fode-me.
O Antonio voltou a agarrar-me inergicamente, e começou o vai e vem da foda...
Que dor eu senti nesse momento!!
As lagrimas correram por mim a baixo, mas fui compensada, quando senti um jorro quemte invadir-me
Era a esporra... era o fruto do meu sofrimento, e da tesão do António.
Gritei.
Gritei muito de prazer, e de dor.
Gritei de tesão.
Quando passados mais alguns minutos ele voltou a foder-me o cu, senm ter tirado, talvez pelo calor da esporra, talvez pela tesão que eu agora sentia, voltei a chorar mas de alegria.
Tinha perdido os 3 no cu.
Tinha sentido aquele leite quente invadir todo o meu corpo.
Tinha sentido aquele caralho penetrar-me ate sei lá onde.
Tinha-me sentido cheia, como nunca oo sentira antes.
Que noite!!
Que foda!!
No dia seguinte mal podia esperar para ligar á minha amiga a contar-lhe o que tinha acontecido.

A todas as mulheres, custe o que custar não deixe de experimentar a tesão que é serem enrabadas por um bom pau.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:47
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Comi minha cunhada


Antes de mais começo por dizer que toda esta história e veridica menos o nome da minha cunhada.
Depois de vezes sem conta de brincadeiras com ela, de lhe passar a mao pelo bumbum, de a cumprimentar com dois beijos a roçar os lábios, eis q fiz marcaçao serrada sendo mto + directo ao q ela me dizia:
- Es tolo, tens a minha irma e eu o meu marido. Tas maluco.
Estando eu no Porto e ela morando em Lisboa, um dia fui a Lisboa em serviço e como sempre la fui fazer-lhe uma visita. Ela estava sempre com os dois filhotinhos pois o marido so ia a casa ao fim de semana.
Chegado la cumprimentei-a (estava ja a Lena de camisa de noite) com um dos beijos nos labios ao q ela me respondeu:
- Para com isso, se vens com essas ideias vai-te embora.
Palavra puxa palavra e como era ja tarde, ela queria deitar-se mas como eu nao fazia mençao de me vir embora ela convidou-me a dormir um bocado no sofa para depois me deitar a estrada.
Claro q aceitei. Pedi-lhe para tomar um duche e ela foi logo pegar num toalhao e ligar o esquentador. Enquanto isso despi-me rapidamente e qdo a minha querida cunhada entrou na casa de banho para deixar o toalhao eu entrei atras dela todo nu. Lena, olhou para mim, deu um sorriso de vergonha e disse-me:
- Tas completamente doido, mete-te debaixo da agua fria. Tem juizo.
Eu respondi:
- Lena, estamos quites. Ja te apanhei toda nua na casa de banho da casa dos teus pais, e agora tu tb ja me viste nu.
- Vai para a casa de banho, os meninos podem acordar e veem-te aqui todo nu.
Ja eu tinha o meu membro a querer levantar.
Por fim, chamei-a:
- Lena, nao sai agua quente.
Ela entra na casa de banho, fica mto vermelha por me ver de pau feito, sorri mas nao diz nada, e debruça-se na banheira para arranjar a agua e eu aproveito-me para lhe encostar a minha pila a sua camisa de noite. Tentou fugir, mas segurei-a por tras e peguei no chuveiro molhando-lhe a cabeça. Paramos. Olhou para mim e disse:
- A minha irma nao merece que eu lhe faça isto.
Aproveitei e beijei-a na boca. Tentou dizer q nao queria mas dada a sua fragilidade mostrada no instante, ja eu tinha a minha lingua na sua boca e uma mao ja tinha descoberto q ela nao tinha a cueca e ja lhe metia um dedo naquela coninha q tanto desejava.
A partir dai ela baixou-se e fez-me um broche maravilhoso, lambia os tomates, mordia-mos e fez um vai e vem fundo ate eu me vir todo. Bebeu tudo. Passei eu a acçao, chupei mamas, cona e aquele cuzinho, ao q ela disse:
- Aí não, nao dou isso a ninguem.
- Com a lingua nao doi, prova e depois diz alguma coisa.
Veio-se na minha boca. Por fim, era eu por cima depois era ela, so sei que gozamos juntos mais duas vezes.
Ficamos deitados lado a lado com muitos beijos por todo o corpo e ela disse:
- Somos loucos, nao o deviamos ter feito. Mas adorei. Lambe-me o cu outra vez.
Lambi, lambi e ja lambia desde o cu a cona e comecei-lhe a meter um dedo pelo cu acima e ela queixou-se:
- Ui mete devagar a ver se eu consigo.
Depois de meter o 2º e o 3º dedo, levantei-me apontei-lhe o caralho ao cu e disse-lhe:
- Vamos ver se aguentas. Eu meto devagar. Se doer mto dizes q eu paro. Mas olha q na 1ª vez doi sempre um bocadinho. A tua irma tb chorou muito da 1ª vez mas agora nao dispensa.
Respondeu-me:
Se a minha irma aguenta tb vou aguentar.
Assim foi, num apice ja tinha os colhoes a bater-lhe nas nadegas e ela a vir-se toda.
Qdo estava quase a vir-me a Lena parou-me e disse:
- Nao te venhas ja. Levei pela 1ª vez no cu e adorei. Senti pela 1ª vez langonha na boca e tb adorei. Agora quero fazer pela 1ª vez um 69 ate te vires na minha boca e eu vou beber tudo.
Assim foi, enquanto lhe lambia a cona e o cu metia-lhe um dedo em cada buraco e a minha querida cunhada nao sei porque ao chupar-me todo começou-me a meter tambem um dedo no cu, mas como estava tudo tao bom deixei-a continuar e vim-me tao abundantemente que ela engoliu bastante e ainda lhe espalhei na cara, no pescoço e nas mamas.
No final ela pediu-me para q sempre q pudessemos repetirmos esta dose completa.
Sempre q posso estou em casa dela.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:45
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