Terça-feira, 27 de Maio de 2008

Noite Branca


Londres, Hotel na zona de Queens Gardens, final de Maio de 2005. Numa escala entre Lisboa e Auckland tive de pernoitar em Londres num hotel de charme numa das zonas mais interessantes da capital inglesa. Cheguei ao final da tarde e dirigi-me ao Hotel onde fui atendido por uma simpática recepcionista trajada de negro que me fez o check-in. Quarto bonito, cama de casal e um estilo clean vanguardista...enfim algo kitsch mas simpático. Jantei na zona de Chelsea e quando voltei pelas 22h havia um numeroso e ruidoso grupo de ingleses no bar do hotel já com muitos copos e garrafas em cima da mesa. Seriam uns 15, com igual número de mulheres e homens. Quando ia a passar por eles dirigindo-me ao elevador, um deles acena-me e chama-me para me juntar a eles pois estavam a comemorar o aniversário do director do Hotel ! Aceitei o convite e constatei nas conversas que o grupo era predominantemente composto por gente ligada à arquitectura, teatro e outras áreas artísticas. Lá pela meia noite já alguns pares tinham desaparecido elevador acima e outros saído do Hotel quando uma das mulheres do grupo insistia em conversar comigo, já com a voz meio arrastada de tanto gin. Boazona, cara austera mas agradável, acima de 170cm, morena, cabelo preto corvo longo, magra, com um peito pequeno empinado e umas pernas absolutamente divinas realçadas por uma mini saia preta. Ou seja um conjunto muito, mas muito apetecível. Estava um bocado encavacado porque era evidente o desembaraço com que ela me ia tocando na cara, pernas, cabelo enquanto conversava com uma voz algo rouca e grave. eu estava a começar a acelerar e ia-me chegando a ela e só pensava a sorte que me estava prestes a sair pois nunca me tinha acontecido nada daquilo. Os outros que ainda restavam deviam estar a divertir-se com a cena porque não paravam de olhar para nós e riam a bom rir, pensando eu que devido ao meu embaraço bem visível. Nisto, ela resolve atacar e pergunta-me se a convidava para beber mais um copo no meu quarto em tranquilidade pois já não aguentava o barulho e o riso dos outros. Ao dizer isto colou a boca ao meu ouvido o que deixou completamente teso...
Perdi a timidez e subimos ao meu quarto. No elevador ainda nos aguentamos, mas mal chegamos ao quarto ela encosta-me a uma parede esmagando-me com o seu corpo e literalmente enfia a língua na minha boca num linguado selvagem. Fiquei em brasa e apalpei-lhe o corpo todo dedicando especial atenção às pernas e rabo bem rijo e redondo. Depois de tirarmos o pó às paredes passamos à cama. Ela pede-me para me deitar de costas e salta para cima de mim ficando sentada bem em cima do meu pau que já estava bem teso debaixo das calças. Despe-se da cintura para cima levando-me a mão a tocar-lhe nas pequenas mamas bem duras e empinadas, soltando gemidos. Eu com a outra mão vou querendo despi-la mas ela não deixa...e acaba por ser ela a puxar-me as calças com tanta força que as cuecas sairam junto, deixando à vista um pau bem duro e a latejar. Ela não se faz de modas e depois de tirar as medidas com a mão num vaivém vigoroso, baixa a cabeça e abocanha-me com os longos cabelos pretos a caírem no meu peito. Durante uns 10 minutos faz-me um broche delicioso, parando sempre que pressente que eu vou disparar leite, recomeçando devagar para daí um bocado novamente acelerar.
Não aguento a tortura e dou uma de valente pegando nela e virando-a deitando-a de costas na cama à minha mercê. Não perco tempo a acariciá-la e deito a mão à saia puxando-a para baixo deixando-a em cuecas de renda preta. Com a tusa que estava vou-lhe às cuecas com a intenção de tirá-las e é nesse momento que ela pede para parar e com a mão trava a minha mão. Olha-me muito séria e diz-me se já tinha percebido...e eu sem perceber patavina com o pau bem empinado pronto a comê-la. Ela percebe que eu não tava a apanhar nada do que ela dizia e nisto diz-me que ela própria tiraria as cuecas. Porém, antes disse-me que tinha gostado de mim logo que me tinha visto e ficado com um desejo louco de sexo. Pediu desculpa e que entendesse esse descontrolo de desejo que a tinha levado a não revelar nada. Eu cada vez mais a leste e nas calmas ela tira as cuecas e revela-me o impensável...uma pintelheira impecavelmente tratada mas em vez de uma risca ao meio deparo-me com um filete de carne muito enroladinho para trás...perdi completamente a tusa e devo ter feito uma cara tal que ela ficou muito aflita e disse que se ia embora e novamente a pedir desculpa...Fiquei pasmo e levei um tempão a recompor-me pois não queria acreditar que tivesse sido tão bem enganado...ao fim de algum tempo de impasse, damos pelos dois a fumar e a olhar um para o outro completamente nús e sem dizer palavra. Nisto ela/ele diz se alguma vez me tinha passado pela cabeça comer um transexual. Eu já tinha passeado umas vezes pelo Conde Redondo à noite e reparado nalguns com curvas absolutamente femininas e fabulosas, mas daí até papar um...farta de conversa a Gwendi (nome de guerra) pergunta-me se me podia testar e tentar dar-me prazer até porque já tinha percebido que eu tinha adorado o broche. Enquanto falava via-lhe uma pila a sair do esconderijo e a desenrolar-se bem à minha frente. E dei por mim a não tirar os olhos daquele pedaço de carne. Sem tempo para mais nada a Gwendi deita-se de frente em cima de mim e começa-me a beijar os mamilos enquanto lhe sentia o pau encostado à minha perna. Por uma fracção de segundos pensei afastá-la e mandá-la embora mas para meu espanto eu estava a ficar com uma erecção absolutamente anormal. Não consegui resisir mais...fez-me mais um broche espantoso e antes de me vir apertou-me a base do pau para reter tudo meteu-me um preservativo e despejou-lhe uma boa quantidade de gel que trazia na carteira. Despejou o resto no cú dela deitou-se de costas, abriu bem as pernas e disse-me 'fuck me'...apontei-lhe os meus 18 cm ao olho do cú e nunca senti tamanha facilidade a entrar num rabinho...era fundo, bem fundo...bombei, bombei, ela batia uma punheta a ela própria e eu estava a alucinar de tesão porque tudo aquilo me parecia um filme. Comi-a de frente, de trás à canzana com ela a berrar de prazer, deitados de lado, até que não aguentei mais e vim-me brutalmente dentro dela...estava a suar por todo o lado e tinha-lhe despejado uma quantidade impressionante de leite que encheu o preservativo. Olhei para ela deitada de lado e não pude deixar de constatar a beleza daquelas pernas e cú e dos cabelos de cortar a respiração. Ela vê-me em contemplação e diz-me que ainda não se tinha vindo. Eu já nem me lembrava até porque em nenhum momento lhe toquei no pau dela que tinha uns 13-14 cm mas era relativamente grosso e tinha estado sempre teso. Mal acaba de dizer isto começa a masturbar-se olhando-me muito fixamente e fechando e abrindo os olhos enquanto suspira. eu observava sem qualquer reacção e ela pegando-me na mão leva-me até à base do seu pau que pude constatar estava bem duro e a latejar. Meio desajeitado pois era a minha estreia vou ajudando-a a bater a punheta ao mesmo tempo que lhe começo a chupar os mamilos bem tesos também. Já bem acelerada ela pergunta-me se gostava de ser penetrado por ela ao que respondi nem pensar que estava doida pois era e queria continuar a ser virgem. Ela entristecida atira-me que me tinha dado todo o prazer que eu queria e que agora negava o prazer dela propondo-me em alternativa que eu lhe fizesse um broche. Neguei-me pois na verdad não me sentia preparado para aquilo. Ao que ela diz que gostava de se vir nas minhas costas nem que fosse sentada nas minhas nádegas enquanto batia a punheta. Consenti pois pareceu-me justo e assim fez. Não esperava que a Gwendi batesse a punheta e intervalasse com movimentos do pau nas minhas nádegas, deitando-se por vezes nas minhas costas para que eu pudesse sentir as suas mamas nas minhas costas deixando-me outra vez bem teso. Ela foi baixando as carícias com a cabeça do pau e já andava a rondar o meu rego para cima e para baixo deixando-me louco de tusa. Deitou-se novamente por cima de mim snetindo o pau e mamas dela bem duros e sussurou-me ao ouvido se me podia enfiar um dedo com o gel porque a excitava e ela estava quase a vir-se. Disse que sim pois também eu já estava a querer bater uma punheta de tão teso que estava e um dedo no cú zlgumas namoradas já me tinham enfiado. Despejou-me gel no cú e meteu lá dentro o indicador que desceu com toda a facilidade embora me tivesse doído logo à entrada. Foi fazendo um vai vem e eu já não aguentava, arqueei-me e comecei a bater uma punheta no meu pau. Pela minha cabeça já passava tudo e secretamente já pensava que se ela insistisse novamente em comer-me eu já não ia dizer que não mas também não seria eu a propor-lhe. Nisto sinto mais um dedo a entrar pelo meu cú acima a abrir-me e a doer-me à entrada mas uma vez lá dentro era puro gozo. Agora era eu que arfava. Ela percebe e tira-me os dois dedos, faz um compasso de espera ouço um ruído seco de algo a rasgar e passado um pouco sinto o que até aí tinha negado em toda a minha vida. Um bom pau a bater-me à porta do cú. Ela com jeitinho roça a cabeça cheia de gel com o preservativo posto e vai abrindo bem devagarinho. Não perguntou nada e eu também nada disse. Era pura tesão o que estava a viver. Finalmente uma dor aguda e logo depois um deslizar fácil pelo cú abaixo e aí está: um rolo de carne bem alojado no fundo do meu cú. Mal senti os colhões dela a baterem-me nas nádegas acabou-se a minha punheta pois vim-me ruidosamente nos lençóis tal o gozo que aquilo me estava a dar. A Gwendi começa com um vaivém lento e progressivo até acelerar e em menos de um minutodá um grito e eu sinto o preservativo a projectar-se para a frente e a encher-se de leite. Eram 4 da manhã...a Gwendi foi lavar-se na casa de banho e desapareceu porta fora deixando-me um beijo na face e uma frase: Thank You Darling, Great Fuck ! Fui para o banho, todo dorido, a chorar de raiva por me sentir completamente alterado e enrabado mas depois dessa reacção inicial, acabei por me deleitar com as imagens que perduravam na minha cabeça de uma experiencia extraordinaria com uma bela mulher com um extra que me deixou doido de tesão. Não mais repeti mas guardo uma recordação fabulosa daquela passagem por Londres.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:46
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