Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Visita inesperada


Boas!
Antes de mais, quero desde já dizer que esta história tem um fundo de verdade. As personagens são reais, mas os nomes foram obviamente alterados.

Tudo ocorreu numa 5.ª feira à noite, dia em que a minha mulher frequenta um curso nocturno de pintura. Assim, tal como em outros dias fiquei incumbido de tratar dos filhos (banho, jantar, etc.). Eram já cerca das 22H00 quando uma vizinha e amiga da minha mulher, de nome Cristina, me telefonou.
"Então! Tudo bem??","Sim..." - respondi eu, completando a seguir com "...a Carla está no curso e eu estou aqui com os miúdos".
"Ficas chateado se eu esperar por ela aí em casa?" - perguntou-me ela, ao que eu respondi "Não, que disparate. Claro que podes vir". "Então até já. Levo a Joana comigo."
A Joana é a filha dela, que tem 5 anos e gosta muito de brincar com os meus filhos.
Decorridos cerca de 10 a 15 minutos, tocaram à porta. Lá vinha a Cristina mais a filha. Ao chegar, tudo normal, não passando pela minha cabeça a experiência pela qual eu iria passar.
A Joana foi para o quarto dos meus filhos, pois são todos mais ou menos da mesma idade e dão-se muito bem. Eu e a Cristina fomos até à sala e sentámo-nos no sofá. Estava a dar um filme no Canal Premium da Lusomundo e eu estava a vê-lo, mas a Cristina pediu-me para mudar para a SIC, já que queria ver a novela. Mandam as regras da boa educação que se satisfaçam as vontades das visitas, pelo que acedi e mudei de canal.
Não referi ainda que a Cristina vinha vestida com um fato de treino, daqueles de nylon, justos ao corpo e que lhe deixavam bem marcadas as formas do seu esbelto corpo.
Impossível é não olhar furtivamente para aqueles seios, que certamente andarão perto do 38 ou 40. Eu, sempre que a via mais atenta às cenas que se desenrolavam na novela, fazia-o, imaginando como seria apalpar e beijar aqueles peitos. De uma dessas vezes, a Cristina reparou que eu olhava e sorriu. Fiquei para morrer, tal era a vergonha. No entanto, a Cristina não se inibiu, pois desapertou o fecho de correr do casaco do fato de treino, ficando com a T'shirt branca que trazia por baixo, à mostra. Reparei de imediato que não trazia soutien, pois vi-lhe os mamilos vincados na T'shirt, bem como a auréola escura que os contorna. Desviei o olhar, embaraçado com a situação, mas senti uma tesão tão forte, que certamente o meu membro seria visível mesmo por baixo das calças de ganga que vestia nesse dia.
Tentei disfarçar, cruzando as pernas, mas era tarde demais! A Cristina olhava fixamente para mim e disse-me "Beeeem! Estás aí que não podes" - rindo-se de seguida. Corei tanto que mais parecia um inglês no seu primeiro dia de praia no Algarve! Pedi-lhe desculpa, mas o seu peito tinha-me deixado naquele estado. Prometi-lhe que não olhava mais, mas ela em resposta disse "Porquê? Não gostaste do que viste? Ou queres ver melhor para teres a certeza antes de responder?". De imediato levantou a T'shirt e exibiu-me dois magníficos seios, bem firmes e morenos, tão deliciosamente cheios que eu não resisti e olhei-os fixamente. "Podes apalpar, para veres que não têm implantes...são mesmo naturais" - disse ela. Eu, satisfiz a minha ânsia e prontamente agarrei aquelas mamas. Eram tão suaves e ao mesmo tempo rijas, que o meu pénis saltitava como até então nunca tinha feito. Ela, apercebendo-se do estado em que eu me encontrava, agarrou-me o membro por cima das calças e disse-me "Agora és tu! Mostra-me o que tens aí, para eu ver se é tão generoso como parece...". Desapertei o cinto e os botões da braguilha e sem esperar, foi a Cristina que meteu a mão por dentro das calças e tirou o meu pau para fora.
Não tenho um pénis desses do cinema pornográfico, mas os meus 19 cm. pareciam naquela noite perto de 25, tal era a tesão com que estava. Ela agarrou-o com a mão e disse "Tens um caralho bem apetitoso". Eu nunca a tinha ouvido dizer palavrões, e a surpresa deve ter-se notado no meu rosto, pois ela disse "Surpreso com o que disse? Vê lá se agora ficas mais surpreso" e meteu todo o meu pénis na sua boca. Chupou-o de forma tão divinal que eu quase que me vinha. Contudo pediu-me para que não o fizesse ainda, já que as crianças podiam chegar a qualquer momento e ver aquele espectáculo não seria muito bom para as suas cabecinhas. Parámos e eu disse-lhe para irmos disfarçadamente até à casa de banho, local onde poderíamos estar mais à vontade e de porta trancada.
Ela foi primeiro e eu esperei uns 2 minutos até avançar. Passei em frente ao quarto das crianças e vi que eles estavam distraídos a brincar. Entrei na casa de banho e tranquei a porta por dentro. Quando me virei, ali estava ela, já toda nua, à minha espera.
A Cristina é uma mulher com 30 anos, cerca de 1,70, morena e com cabelo peos ombros, muito bem torneada, mas nunca pensei que fosse assim, tão apetecível. A vagina rapada deixou-me louco e prontamente a sentei no lavatório. Abri-lhe as pernas e devorei toda aquela rata com a minha língua. A cada lambidela, ela gemia e eu mais a lambia e chupava. Não tardou muito para que se viesse na minha cara, pelo que fiquei com a boca, queixo e nariz completamente encharcados com os seus sucos. O cheiro doce e floral daquela "gruta do prazer" deixou-me completamente fora de mim. Rapidamente despi as calças e baixei as cuecas. De apenas uma vez, meti-lhe o meu caralho todo dentro e comecei as investidas. Ela abraçou-me pelo pescoço e começou a lamber-me toda a cara, dizendo que estava impregnada do seu sabor e que isso a excitava. Ela mexia as ancas como se estivesse louca e eu continuava a fodê-la como se fosse a minha primeira ve. Constantemente me sussurrava ao ouvido "Fode-me...fode-me...mais fundo...não pares" e eu não demorei muito mais tempo para me vir. Vim-me com tamanha intensidade que até às pernas me faltaram as forças. Senti toda a minha seiva escorrer-lhe pelas coxas e ela, ainda não satisfeita, desceu do lavatório e meteu o meu pénis na boca. "Vou saborear a tua esporra misturada com o sabor da minha cona", disse. Começou a chupar-me tão freneticamente que quase que doía. Mas o prazer que ela me estava a dar, era mais intenso e a dor não se sentia. Fiquei quase instantaneamente de pau feito outra vez enquanto ela me chupava e me lambia o pau, como nunca ninguém mo tinha feito. Louco, agarrei-lhe na cabeça e comecei a investir como se a estivesse a penetrar, mas ela tirou-me o pénis da boca e disse "Assim ainda me vais sufocar..." e riu-se. Pedi-lhe desculpa e ela de novo meteu o meu caralho na boca. Cada vez chupava com mais intensidade e eu comecei a gemer. Apercebeu-se que não faltava muito para me vir de novo e agarrou-me as nádegas, empurrando a sua testa até me tocar na barriga. Pensei em desviar-me, pois certamente a iria magoar, mas ela, ao invés de me deixar desviar, segurou-me a ela com mais força. Foi então que explodi e com um gemido de profundo prazer, enchi-lhe a garganta de leite, tal como ela queria.
Vestimo-nos e saímos da casa de banho. Quando chegámos à sala eram já quase 23H15. Não devia faltar muito para a minha mulher chegar.
Disse-me que se ia embora, pois não tinha vindo à procura da Carla, mas sim para foder comigo. Deu-me um beijo na boca e disse-me "Até outro dia...temos de repetir a dose.", piscando-me o olho. Chamou a Joana e foram-se as duas embora para casa, pois o marido dela costuma chegar perto da meia-noite.
Fiquei à espera da minha mulher até às 23H35, como se nada se tivesse passado. Claro que nunca lhe iria contar nada, pois para além da traição, podia acabar com a amizade de ambas. Quando chegou, a Carla beijou-me, foi despedir-se dos filhos que entretanto já estavam a dormir e quando chegou à sala perguntou-me "Então a Cristina faz uns bons broches?" - Fiquei para morrer, mas ela descansou-me de imediato "Calma! Não te zangues...o marido dela diz que os meus são melhores". Fiquei a saber então que a minha mulher e o Francisco já tinham estado juntos (até mais do que uma vez) e que foi ideia da Cristina trocarem de casal.
Desde essa data, temos uma "bela" amizade os 4, sendo hábito uma vez por mês passarmos um fim de semana só para nos divertirmos.
Mas isso são outras histórias...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:47
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