Quarta-feira, 2 de Julho de 2008

O lourinho do Euro


Tudo começou durante o euro.
A minha mulher é 10 anos mais nova do que eu, e completamente louca por sexo.
Estamos casados á meia dúzia de anos, ela tem 26 anos, e o meu ritual diário para a satisfazer inclui três relações e muitos mais orgasmos por parte dela com muito ruído, pois quanto mais alto geme mais prazer têm, eu com os meus 36 anos é que não vou ter capacidade para continuar a monta-la como a monto actualmente. Nestes últimos tempos comecei a excitar-me, sempre que vejo outros homens a tirar-lhe as medidas e a come-la com os olhos, resolvi arranjar ajuda durante as férias para a manter saciada e para ganhar tesão suplementar para a comer. Tudo começou durante o euro, na verdade não sou muito apreciador de futebol mas como estava a passar férias num parque de campismo do centro, e o parque estava repleto de adeptos de vários países e em maior número de Holandeses. Tudo começou na praia estava a minha mulher a tomar banhos de sol, eu tinha ido até ao mar, e quando regressei estava um grupo de cinco jovens e uma rapariga falando e rindo e brincando com uma bola de bolei, alguns dos rapazes não tiravam os olhos da minha mulher, um deles, esfrega o caralho disfarçadamente por cima dos calções. Apercebi-me que a minha mulher tinha adormecido ao sol com os seus belos peitos amostra, o biquine tinha-se desapertado acidentalmente e pelo olhar deles, vontade não lhes faltavam para lhe saltarem para cima, mantive-me á distancia durante muito tempo a observa-los aquela situação deixou-me muito excitado, imaginei os cinco garanhões a comerem a minha mulher. No fim do dia eu e a minha mulher resolvemos ir a uma discoteca, ela adorava dançar, eu preferia ficar no bar, por coincidência o grupo de rapazes estava lá também, mal a viram não mais tiraram os olhos de cima, coisa que a minha mulher reparou e comentou comigo sem saber que eles a tinha estado a observar na praia, ela foi dançar eles seguiram-na e eu fiquei como de costume no bar, não demorou muito que ganhassem confiança com ela, depois muito dançarem, rirem vieram até ao bar para se refrescarem com uma bebida. A minha mulher apresentou-mos, paguei-lhes as bebidas, e já pela noite dentro voltamos todos juntos para o parque, reparei que a minha mulher estava caídinha por um deles, um rapagão enorme loirinho. A minha cabeça fervilhava, estava terrivelmente excitado e imaginava uma forma de por a minha mulher a fuder com o lourinho, não me parecia difícil sabendo como ela é, o meu receio é que depois de ela fuder pela primeira vez com outro, vai-lhe apanhar o gosto e nunca mais parará de me por os cornos, mas o meu desejo agora é maior do que o meu receio. No parque começamo-nos a separar, ficando só lourinho numa amena cavaqueira com a minha mulher, via-se perfeitamente que se atrai-ão mutuamente,só presisavam de um empurrão para os por nos braços um do outro. convidei-o para vir até á minha rolote para beber uma ultima bebida. Já no avançado da caravana com as bebidas nas mãos resolvi introduzir no tema da conversa sexo, o que levou o lourinho a descontrair-se e contar algumas aventuras pelo que tinha já passado, começou a falar de peitos grandes e lindos foi nessa altura que eu aproveitei a deixa para lhe dizer que dificilmente encontrará peitos mais lidos do que os da Ana (Ana a minha Mulher) o que ele disfarçou dizendo não sei, nunca os vi, reparei que a minha mulher já apertava as pernas, deveria estar com o vulcão quase a entrar em erupção. A Ana olhou para mim, um pouco espantada eu aproximei-me dela, desapertei o top e desloquei-o para baixo até a cinta ficando com os seus belos peitos á mostra, o lourinho arregalou os olhos, disse-lhe para tocar neles, olhou para mim mas não hesitou. Sai da caravana para os deixar sós dizendo que ia á casa de banho. Fique a espreita-los pela parte de fora do avançado na escuridão, ele já lhe beijava os peitos, chupava os bicos, uma das mãos já se encontrava no meio das pernas da Ana, pelo suspiro que ela deu, os dedos dele já tinham encontrado o clítoris, rapidamente despiu-a sem que a minha mulher oferece-se qualquer registência, aninhou-se abriu-lhe as pernas, os lábios vaginais e passou rapidamente a chupar-lhe o clítoris. A Ana não tardou a soltar longos gemidos com o seu primeiro orgasmo, ele levantou-se e ela ajoelhou-se. Ele já apresentava um enorme enchumaço, ela desapertou-lhe e desceu-lhe as calças fazendo saltar um monumental pénis que a deixou pasmada a olhar para ele durante longos momentos, como se não acreditasse no que estava a ver, até eu que já me encontrava com o meu na mão e que achava que os meus 18 Cm de comprimento e 4 de diâmetro era um pénis grande, senti-me pequenino mas cada vez mais excitado. Como a Ana tinha ficado pasmada a olhar para aquele gigante o lourinho aproximou o seu pénis da boca dela que começou logo a lamber, beijar aquela enorme cabeça, seguidamente abocanhou-a e com as duas mãos começou a pulheta-lo. Aquele gigante já se encontrava em plena forma. Ergueu a Ana sentou-a na mesa, abriu-lhe as pernas, em que ela respondeu abrindo-as desmesuradamente, e ficando com aquele ar de medo e excitação, o lourinho apontou-lhe o caralho á racha da Ana, empurrou-o para dentro, sentiu bastante resistência, meteu-lhe dois dedos na cona e besuntou cabeça da pissa, coma a grande quantidade de líquidos vaginais que retirou, abriu-lhe os lábios da cona e apontou de novo aquele enorme caralho, que começou logo a entrar, foi botando saliva para ajudar aquele pedaço de carne a enterrar-se, centímetros a centímetro dentro da Ana, já com metade da pissa dentro dela começou o vai bem, sempre que entrava e saia aquele rolo de carne ficava brilhante dos lubrificantes da cona da Ana, e quanto mais lubrificada estava mais se enterrava dentro dela. Ana deitou-se na mesa com as pernas nos braços dele, os gemidos cada vez mais altos e cada vez mais longos demonstravam que estava a gozar com aquele gigante dentro dela, o lourinho acelerou os movimentos dando uma estucada de vez em quando mais violenta que era respondido um gemidos mais alto, a Ana estava cada vez mais descontrolada, virava a cabeça de um lado para o outro, ferrava o lábio inferior para abafar os berros, mas não se aguentou muito não tardou á abrir a boca e durante 20 segundos berrou e gemeu sem parar talvez com o maior e mais longo orgasmo que já teve, a Ana colocou-lhe a mão na anca para o impedir de continuar os movimentos de penetração, como sempre depois de um grande orgasmo sentia muitas cócegas o que a fazia estremecer sempre que aquele caralho se enterrava, mas era só alguns longos momentos, logo que a comichão passe fica logo pronta para continuar a fuder. Nunca cheguei a saber qual é o limite dela, mas esperava que aquele lourinho com o seu grande soldado se aguentasse firme até ela não querer mais. O lourinho pegou nela em peso sempre com aquele rolo de carne bem enterrado dentro dela, ela agarrou-se ao pescoço dele e como as pernas entrelaçadas na anca dele, subiram o degrau de entrada para a rolote, nesse momento deixei-os de os ver, resolvi entrar para junto deles pois, Ana já tinha alcançado dois orgasmos e ele certamente não ia parar agora de a fuder, Entrei no avançado, subi o degrau e senti a caravana á abanar toda, estavam deitados, ela continuava com as pernas entrelaçadas na cinta dele como quisesse ajuda-lo no vai e bem ele obedecia acelerando o ritmo, sentiram a minha presença mas continuaram a fuder, junto deles ajoelhei-me para ver de perto aquele rolo de carne dentro da cona da Ana, naquela posição ele enterrava-se todo dentro dela, os gemidos cada vez mais altos demonstravam o gozo que ala estava a sentir, retirou as pernas da cinta dele, abriu-as todas entre gemidos cada vez mais altos dizia fukme, fukme, e lourinho com o corpo coberto de suor lá lhe ia dando estucadas atrás de estucadas cada vez mais rápidas o que me levou a crer que o lourinho não ia aguentar muito mais tempo sem despejar o leitinho todo, Ana não tardou a entra pela terceira vez num longo orgasmo parecia histérica, gemia tanto que sem se aperceber enterrava as unhas nas costas do lourinho, acabou como no segundo orgasmo com aquela comichão, mas o lourinho estava nas ultimas não ia tardar a injectar todo o seu leitinho dentro da Ana, ela tentava impedi-lo de se movimentar, nece momento ele retirou aquele grande soldado de dentro da Ana, ajoelhou-se em cima dela pegou nos fartos seios e apertou o caralho no meio deles, enquanto ele esfregava aquele rolo de carne no meio das mamas dela, a Ana por sua vez tentava beijar aquela enorme cabeça vermelha que parecia que em qualquer momento iria vomitar, eu já completamente despido e com o meu pau na mão a bater a punheta aproximei-me das pernas da minha mulher e ou ver a aquela cona toda molhada, encaixei os queixos nela, lábia toda, tentei enterrar-lhe a língua dentro dela, chupei-lhe o clítoris e não tardei a sentir os movimentos de anca que demonstrava que estava a ficar pronta para mais um orgasmo, eu sabia por experiência própria que sempre que lhe chupava aquele clítoris a fazia vir-se rapidamente. Com os movimentos de anca cada vez mais rápidos não tardei muito a ouvir a Ana a gemer outra vez, mas desta vez acompanhado dos roncos do lourinho, enquanto lhe chupava o clitoris vi aquelas nádegas do lourinho a contraírem-se todas, levantei a cabeça do meio das pernas da minha mulher, para assistir aquela esporradela, a Ana tinha a língua completamente esbranquiçada, um segundo jacto de esperma saia a grande velocidade riscando-lhe a cara, um terceiro jacto já menos intenso encharcou-lhe o queixo, os lábios e o nariz, o lourinho espremia aquele rolo de carne retirando-lhe todo o leite que podia, para a cara da Ana com um enorme gozo, esfregou aquela enorme cabeça na cara da minha mulher molhando-a nas suas próprias esporras, passou-a pelos lábios da da Ana que os abriu para ele a introduzir na boca, Ana chupava-a como se quisesse arrancar mais algumas gotas daquele licor.
Eu já transpirava, aquela cena ia-me fazer esporrar sem eu querer, nunca tinha visto nada tão excitante como aquilo que estava a presenciar, com a mão direita a esmagar a minha piroca para não me esporrar, dirigi-me para a minha mulher que estava com as pernas abertas, enterrei-me todo até aos colhões, naquela cona toda alagada o lourinho colocou-se ao lado para ela continuar a mamar no caralho dele e eu deitei-me em cima dela, a minha cara ficou juntinho da linda cara da minha mulher agora completamente cheia de esporras, aquele cheiro, aquele bacamarte a poucos centímetros da minha boca, sem pensar comecei a lamber a cara da minha mulher, aquele sabor até que não era assim tão mau como pensava, aproveitei o momento em que ela tirou o bacamarte da boca para a beijar, chupei-lhe a língua que estava cheia de esporras, com aquela enorme cabeça vermelha mesmo ali ao lado da minha cara que já começava a desfalecer, abocanhei-a, chupei-a, tentei tirar-lhe mais algum leitinho que padece ainda ter, comecei a sentir aquele bacamarte a ficar rijo de novo, comecei a senti-lo a querer enterrar-se na minha garganta, o lourinho estava a ficar excitado de novo, segurou-me a cabeça, e tentou enterra-lo mais, senti um sufoco, mas logo ele recuava para se enterrar de novo na minha garganta, aquilo sufocava-me, mas não me importava, se pudesse engolia-o todo mas era grande e grosso de mais, ele excitava-se cada vez mais sempre que me via engasgado e a sufocar, num desses momentos eu estrebuchei todo queria gritar de prazer mas estava com aquela coisa bem entalada na garganta, no meio daquele sufoco, espurrei-me todo no maior orgasmo que tinha tido em toda a minha vida, encharquei a cona da minha mulher toda, tirei aquele bacamarte da boca, e ainda a recuperar o folgo disse-lhe trata da Ana que ela já esta cheia de tensão de novo. ele deitou-se com aquele pau bem teso, a minha mulher subiu para cima dele, vi ela enterrar-se nele até aos colhões, quando se levantou para se enterrar de novo vi aquele rolo de carne todo encharcado das minhas esporras. Dirigi-me para um beliche que tinha no fundo da caravana e deitei-me para mim já chegava,estava admirado comigo mesmo, nunca se tinha passdo pela minha cabeça laber esporras de outro homem muito menos mamar num caralho daqueles, numa só noite fui curnudo pela primeira vez, e brochista.Adormeci com o abanar da caravana e com os gemidos da minha mulher, fiquei sem saber quantos orgasmos mais ela consegui ter, só sei que quando acordei eles estavam a dormir, todos nus, deitados de lado agarradinhos, ele com uma das mamas na mão, ela ainda com aquela picoca mucha no meio das pernas com a cona toda alagada desmontava que a noite tinha sido longa para eles, o meu desejo naquele momento era mamar naquele caralho denovo e lamber aquela cona toda. Deixa-los ficar a dormir era o melhor neste momento. Vesti-me, fui tomar o pequeno-almoço ao café, e depois desta extraordinária experiência não ia deixar de a repetir nem a Ana depois de uma noite como esta deixaria de querer passar mais noites iguais. Enquanto tomava o café já começava a imaginava como seria a Ana e os cinco amigos, mas este conto fica para a próxima vez. Neste momento o que vale é as recordações desses fantásticos momentos que me permitem ter longas conversas excitantes com a minha mulher e tesão para a fuder alternados de tempos a tempos com um grande par de cornos, foi o que ganhei depois de a ter deixado fuder com outros machos durante o euro 2004, e é consequência por termos uma mulher bonita e mais nova 10 anos, mas para mim prefiro partilhar um bom bife com os amigos do que comer pão seco todos os dias.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:51
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