Sábado, 31 de Maio de 2008

Num Hotel no Alentejo


Tínhamos conseguido reservar um quarto num hotel na planície alentejana.
Mais uma vez. Aceitei deixar-me fotografar. Desta vez ia ser fora de casa e num quarto de hotel. A nossa experiência anterior, em casa, tinha-me deixado delirante.
Depois de instalados e de uma volta pelas instalações, voltámos ao quarto.
Ele começou a preparar as máquinas. A de filmar e a fotográfica. Vi que ia dar trabalho mas queríamos que a nossa estadia fosse inesquecível como se de uma lua-de-mel se tratasse. Embora já estivéssemos no verão, eu trazia meias de rendas e um cinto de ligas que enquadrava uma tanguinha transparente. virtual,blog,falar,dizer,gasolina,desabafar,sexo,mulheres,encontros,telefone,casas,google,webcam,sexfone,videos,adult,dominaçao,relax,fetichesDaquelas que são abertas à frente. Trazia um vestido corrido com fecho atrás ao estilo americano. Aqueles cintados mas que, depois de abrirmos o fecho, cai redondinho no chão. Ele não sabia a lingerie que eu estava a usar embora pudesse adivinhar. Eu, só de pensar nisso estava toda arrepiada.
Estava ele preparar a máquina fotográfica quando eu me aproximo, ponho-lhe uma mão em frente á objectiva e disse-lhe: “ deixa lá a máquina. Não é isso que me interessa. O que me interessa és tu, meu querido. Não me vais dizer que viemos até aqui só para me tirares fotografias eróticas?”. Que queriam que ele respondesse? Que dissesse que não era verdade? Bem, respondeu-me sem qualquer receio e sem preliminares: “ Vira-te Suzy. É a tua ratinha que eu quero” Eu não deixei que ele repetisse duas vezes e curvei-me, de busto sobre as costa do sofá do quarto e de joelhos sobre o assento, oferecendo-lhe o meu traseiro reboliço e bronzeado do verão.
Ele não devia acreditar no que os seus olhos viam. Já tinha deixado para trás o vestido e a sua visão devia estar sobre os meus botõezinhos de rosa que se vislumbravam pela tanguinha entreaberta. Pela primeira vez rapei-me toda para ele. Sabia que era uma das suas fantasias. O pequerrucho devia estar a babar-se. Eu não o invejava porque também me estava a sentir desejada e já estava ardente.

Deixei-o sodomizar-me sem esperar que eu estivesse preparada e não tardou que eu gemesse de dor para, logo de seguida, ser de prazer, gritando: “ Força, força, faz-me vir, eu sou a tua coisinha fofa. Beija-me,... quero sentir o teu pau dentro do meu ventre”. Balanço sobre ele enquanto uma das minhas mãos empurra o “meu” pau para dentro do meu cuzinho rosado: continuo a brincar enquanto sinto as minhas unhas a cravarem-se na sua pele. “ És uma verdadeira amazona. Fazes-me sentir como um touro”, disse-me, enquanto eu continuava a controlar os movimentos.

“ Vem cá, para eu o pôr na minha boca: é realmente um bom pedaço de carne”, sussurrei-lhe ao aproximar a minha língua da calote da sua cabecinha.
Era uma imagem a fixar: as partes rosadas rapadas, o meu cuzinho ao ar, os lábios do meu bábá e as minhas maminhas tesas que se balanceavam voluptuosamente. Uma verdadeira obra-prima. Ele pediu um momento de descanso para tirar umas fotografias para a posteridade.
Enquanto isso, a máquina de filmar ia captando tudo.

Ela estava ao ponto de se vir quando me disse: “ Pára, Suzy, quero-te lamber e tirar outra fotografia” E eu, muito obediente, abri-me para ele afastando as pernas. Ele mergulhou sobre mim e saboreou o seu suminho que já era muito. Daí a pouco, puxei-o novamente para mim e, agora, deitada de costas, agarro nas pernas e encosto-as ao meu peito, enquanto que os pés se apoiam nos seus ombros. Estava completamente aberta para e exposta para ele.”És uma verdadeira garça” Disse-me ele. E assim, nessa posição, ela chupa-me e lambe-me a gatinha e o cuzinho. Como eu adoro que ele passe a língua pelo meu olhinho do meu cuzinho. É indescritível a sensação. Só passando por isso é que se compreende. Vocês, os homens, deveriam cuidar muito mais das vossas mulheres. Espero que aprendam aqui alguma coisa e possam satisfazer as vossas companheiras. Deixem de ser egoístas e pensem que elas também gostam de sentir prazer. Mas, antes disso, conversem sobre o assunto e, verão, que as sessões de sexo serão de outro muito. Bem, aonde é que eu ia??!!

Rodando sobre mim mesma, fiquei de gatas e ofereci-lhe de presente, novamente, o meu cuzinho. Depois, com uma das mãos, agarrei novamente no “meu” pau e levei-o até á entrada do meu botãozinho de rosa. “ É isso que te faz estremecer, hein malandreca!”, disse-me descaradamente, o sem “vergonha”.
“Sim, dá-me prazer, gosto te sentir no meu cuzinho. A sodomia é a minha paixão, deixa-me extasiada. Não sabias já??? Vai, enfia-o, mais, mais... Quero-o sentir todo enterrado. Bem lá no fundo, murmuro-lhe. Deixo-me ir gozando e saboreando esses momentos olhos fechados. A minha boca aberta como se esperasse por outro pau. E o seu baixo-ventre num vai e vem cada vez mais depressa, cada vez mais frenético. Procurei uma mão dele e comecei a chupar-lhe os dedos como se estivesse a chupar o meu pauzinho adorado: eu queria senti-lo a vir-se. E quanto mais ele se aguentava mais ela me abria para ele e me tornava lasciva.
“ Vem-te: quero senti-lo nas nádegas, no ventre, nas mamas, mete-o aonde quiseres”, gemi eu. Já não era a primeira vez que me sentia assim. Eu estava em êxtase. Já, recentemente, numa praia, em exibição para um outro casal, tinha ficado assim.
Ele roçou o meu pau por tudo o que era sitio. Mais uma vez chupei-o. Não me importei com os odores do ânus. Nada me importava nesse momento. E vim-me assim, sem mais nem menos.

Ele foi tirar mais umas fotografias enquanto eu recuperava o fôlego e ele também. Foi lavar-se.

Depois, para culminar, de pé, pegou em mim e começou a lamber-me novamente. Eu, que não tinha ido lavar-me, estava peganhenta de certeza. Ele não se importou e continuamos, então, a fazer um 69 de pé. Eu estava de cabeça para baixo a chupá-lo e com as pernas apoiadas nos ombros deles. Ele, com a cara enterrada nas nádegas, ia-me lambendo. Não estivemos muito tempo assim porque já não temos idade para estas acrobacias.
Fomos para o chão, sobre umas almofadas. Deitei-me de lado e deixei-o que me comesse, agora, a minha ratinha. Deixei que fosse ele a comandar os movimentos. Antes que se viesse, pedi-lhe para se vir na minha boca. Adorei aquele leitinho salgado e deixei-o escorrer pelas minhas maminhas. Ele, depois, veio lambe-las também, qual gato insaciável.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:01
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