Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

O medico de Sandra


Eu fico envergonhada de contar isso, mas a verdade é que depois da minha primeira trepada extra conjugal, com o rapaz do camião e da forma como ele meteu na minha bunda aquele pau enorme, eu tive um pequeno sangramento através do meu cuzinho no dia seguinte. Fiquei muito preocupada. Contei para minha amiga, e na segunda-feira logo após o fim de semana, marquei uma consulta com um médico. Apesar disso, ainda sentia um tesão enorme pelo que acontecera, e por incrível que pareça, queria trepar outra vez. Acho que meu apetite sexual cresceu ainda mais depois daquela foda maravilhosa. No dia da consulta, acordei muito tesuda. Havia sonhado com minha aventura na estrada e despertei toda molhadinha. Passei o dia inteiro ansiosa, pensando na consulta. Às 17 horas tomei um banho demorado e resolvi me vestir bem sensualmente para ir ao médico. Coloquei um vestido curtinho meias 7/8 e calcinha brancas, normalmente não uso soutien e aquele dia não foi exceção. Cheguei no consultório às 18:45 horas, e só havia um senhor sentado e a secretaria. Preencheu minha ficha e pediu que eu aguardasse, pois minha consulta seria após a entrada do senhor que ali se encontrava. Sentei em um sofá bem em frente a ele. Peguei uma revista e comecei a folheá-la. Percebi que ele não tirava os olhos das minhas coxas, pois o vestido era curto, e oferecia uma visão generosa das minhas pernas. De onde a secretaria estava não dava para me ver. Então achei que podia me divertir um pouco. Cruzei as pernas deixando a visão melhor ainda. As rendas do elástico da meia ficaram todas de fora. Mais um pouco e minha bunda apareceria. Continuei fingindo ler a revista. Notei o desconforto do meu observador. Estava nervoso, e não conseguia tirar os olhos das minhas coxas. Achei que deveria agracia-lo com algo mais. Descruzei as pernas e deixei-as fechadas por alguns instantes. Acho que ele pensou ter sido pego com a boca na botija, e que não mais teria a visão agradável das minhas pernas. Então aos poucos fui abrindo as pernas, até que ele pudesse ter a visão completa da minha tanguinha branca, com minha xoxotinha bem estufadinha e sedenta, e já ficando molhadinha com aquela situação. A revista acabou, e levantei me em direcção a uma mesinha no canto da sala, onde haviam outras. Enclinei-me para pegar outra. De costas para ele senti meu vestido subir até a altura das minhas popas. Imagino que ele tenha visto minha tanguinha toda enterrada em meu reguinho. Voltei a sentar com as pernas abertas. O coitado não sabia como disfarçar a erecção. A porta se abriu e uma jovem saiu da sala do médico, desejando boa noite, se dirigiu a porta de saída. O médico apareceu na porta e convidou-o a entrar. Cumprimentaram-se como se já se conhecem a muito tempo. Pude perceber que não era uma relação médico paciente. O Doutor perguntou se o amigo havia esperado muito tempo, e ele respondeu que não, que nem havia visto o tempo passar, numa forma exclamativa virando a visão em minha direção. Pude sentir a cumplicidade dos homens quando querem falar algo entrelinhas, em suas palavras. Como se dissesse que havia se divertido me observando. Lógico que lá dentro, ele relataria tudo que havia acontecido ao doutor, o que me deixava com mais tesão ainda. Depois de quase vinte minutos, eles novamente apareceram na porta e o senhor ao sair me cumprimentou muito efusivamente, desejando-me boa noite. Retribui o seu cumprimento, sorrindo para ele, que olhou maliciosamente para o médico. O doutor pediu-me para entrar. Havia uma cadeira estrategicamente colocada bem ao lado de sua mesa, e outra em frente. Dirigi-me para a cadeira em frente a mesa, mas ele pediu para sentar na outra, dizendo que aquela estava com problemas e ele tinha medo que acontecesse algo comigo. Falei que não haveria problema, pois ele estaria ali para me socorrer. Ele riu, e eu sentei na cadeira que ele queria. Tinha razão quando achei que o outro contaria tudo a ele. Ele devia estar curioso para saber o que o amigo havia visto. _ Então, o que aconteceu? perguntou-me. Quando ia começar a contar, a secretaria bateu à porta. _ Doutor, ela é a última paciente de hoje. O senhor ainda vai precisar de mim? _ Creio que não respondeu. _ Posso ir? Pediu ela ao médico. _ Se ela não se incomodar em ficar só com seu médico! Exclamou com um sorriso. Eu na mesma hora disse que não me importaria, pois confiava no doutor, e se houvesse algo eu gritaria bem alto. Todos nós rimos. _ Me diga o que aconteceu! _ Bem doutor, é que no Sábado passado tive um pequeno sangramento pelo meu ânus, e fiquei apavorada disse eu. _ E continua sangrando? _ Na Segunda-feira ainda saiu um pouquinho, mas ontem e hoje não. _ Você comeu algo que não tenha costume de comer regularmente? perguntou. _ Não doutor, acho que a razão não foi essa! _ O que você acha que ocasionou essa hemorragia? Houve algo diferente do que costuma fazer? Enquanto fazia as perguntas, não tirava os olhos das minhas coxas, devidamente cruzadas e à mostra. Também queria descrever que o médico, era um homem de uns cinqüenta anos, mas muito simpático e bonito, além de estar com um perfume delicioso. E também havia dito que meu perfume era uma delícia e perguntado qual era o perfume que eu estava usando. Disse qual era. _ Doutor, é um pouco embaraçoso para mim explicar o que houve, mas se tem que ser dito. _ É melhor. Para que eu saiba o que pode estar ocasionando essa hemorragia explicou ele. _ Bem doutor, é que eu fiz sexo anal. _ E foi a primeira vez? _ Não doutor. Eu já havia feito antes. _ Então é melhor fazermos um pequeno exame. Você se incomoda? _ Em absoluto respondi. _ Então vá até aquele biombo, coloque esse roupão e me diga quando estiver pronta. Toda aquela conversa estava me deixando com tesão, ainda mais com ele olhando para minhas coxas como se quisesse tocá-las, acariciá-las ou seja lá o que fosse. Fui para trás do biombo, mas em vez de colocar o roupão, fiquei só de calcinha meias e com meus sapatos altos. _ Posso ir? Perguntou-me. _ Acho que sim respondi. Quando ele passou para a saleta atrás do biombo levou um susto. Pude observar o choque que havia causado ao pobre homem. _ Achei que assim seria melhor para o senhor me examinar. Tem algum problema doutor? _ Não! ele respondeu meio que engasgado, e sem tirar os olhos do meu corpo. _ Está ótimo! - disse ele ainda embaraçado. _ Deite-se nessa cama falou apontando para uma cama estranha, com manivelas e um corte na parte de baixo, onde as pernas ficavam repousadas. Deitei-me e ele começou a mexer em uma manivela. A cama foi se movendo, deixando meu corpo numa posição quase de quatro, e com a bunda bem levantada. Adorei aquela posição. Escutei o ruído de plástico se esticando enquanto ele calçava luvas. _ Você devia ter tirado a calcinha! exclamou ele. _ Você poderia me ajudar? Perguntei maliciosamente. _ Claro! Enquanto ele puxava minha tanguinha, rebolei lentamente para ajudar com os meus movimentos, o que deve tê-lo deixado mais tesudo ainda. Já tinha observado o volume que havia crescido sob sua calça, quando me viu quase nua. _ Vou passar um lubrificante para que não a machuque, está bem? _ Está doutor. Quando senti o lubrificante cair sobre meu reguinho, um calafrio percorreu todo meu corpo, deixando-me toda arrepiada. _ Você está com frio? Ele perguntou maldosamente. _ Não doutor, foi só um calafrio! _ Se doer você me avisa. Ele foi lentamente enfiando o dedo no meu cuzinho. Aquilo me deixou louca. Quando o dedo todo estava enterrado no meu rabinho, ele começou a mexer para lá e para cá. Tirava um pouco mexia, voltava a empurrar. Minha xoxotinha estava completamente ensopada. Meu corpo tremia de tesão. _ Está machucando? _ Não doutor! _ Você e seu marido já fazem sexo anal a muito tempo? Perguntou. _ Há alguns anos doutor, mas o problema é que não foi com ele. o dedo estava me matando de tesão, e instintivamente comecei a rebolar lentamente enquanto ele examinava meu ânus. _ Não foi com ele? _ Não! Com o pênis dele nunca houve problema. minha voz estava sumindo de tesão, já estava quase gozando. _ Então o que aconteceu? _ É que o pênis do rapaz, era enorme! disse muito baixinho. O médico não ouviu e perguntou o que eu havia dito. _ Ai doutor, é que o rapaz que me enrabou tinha um pau enorme! Falei descaradamente. Senti a outra mão dele se apoiar na minha bunda, e ele iniciou movimentos carinhosos sobre ela, enquanto continuava metendo o dedo no meu cuzinho. Subitamente retirou o dedo. Pensei que o exame havia acabado. Durante uns instantes ouvi o que parecia ser ele retirando as luvas. Ouvi uns ruídos que não consegui definir o que seria. Em seguida ele falou. _ As luvas estão diminuindo minha sensibilidade, e não estou conseguindo examiná-la direito. Se importa se tentar sem as luvas? _ Continua logo doutor! Falei com minha voz rouca. Então senti toque de seu dedo na portinha do meu cuzinho. Novamente todo meu corpo se sacudiu em um espasmo. Sua mão outra vez fazia carícias na minha bunda. Então senti algo quente encostar na minha xoxotinha. Nova onda de tesão percorreu minha coluna. Só então percebi que ele estava com o pau para fora, roçando em minha buceta. _ Mete doutor, mete ele todinho em mim. Vai doutor mete na minha bucetinha! eu implorava. _ Posso meter? Já coloquei uma camisinha! Explicou ele. _ Bota tudinho! Me come gostoso doutor. Mas não tira o dedo do meu cuzinho não! Senti a caceta invadindo minha vagina. Cada centímetro, entrando vagarosamente. Eu tentava me mexer para meter mais rápido, mas naquela cama, eu estava a sua mercê. Então ele enfiou tudo lentamente, até que senti seus pentelhos roçando na minha pele. O dedo todo metido no meu cú, fazendo movimentos circulares lentos e cadenciados. Agora ele metia o pau na minha xaninha e tirava. Naquele movimento de vai e vem tradicional, me fazendo gozar várias vezes. Rebolava minha bunda tentando em vão enfiar mais fundo aquele dedo, mas já estava todo enterrado. Com a outra mão ele apertava minhas nádegas. Pedi para ele me dar umas palmas na bunda. Ele não se fez de rogado. Me deu uma palmada bem estalada. Gozei na mesma hora. E me deu mais outra. Meu corpo começou a pular na cama. Era um gozo daqueles fortes. Me sacudia toda. Gritei: _ Mete, bate, me fode gostoso. Come a sua puta. _ Toma sua putinha, engole a minha pica. Galinha sem vergonha! Você fode muito, não é? Você gosta mesmo de fuder, não é sua puta? _ É doutor, é ! Aiiiii, doutor estou gozando demais! _ Goza puta gostosa! Vagabunda. Estou gozando também. Ai estou gozaaandddoooooo! Tirou o pau da minha buceta e foi para o banheiro. Quando saiu falou: _ Pode usar o toillete agora! Fui para o banheiro completamente zonza, satisfeita, feliz. Quando saí, já toda arrumada, ele estava sentado em sua mesa, e pediu-me para sentar. Falou que estava tudo bem, e que provavelmente a hemorragia foi causado por algum pequeno vazo rompido durante a relação que eu havia tido, mas que agora já havia cicatrizado. Disse que havia adorado a consulta, mas ainda precisava fazer outra, já que queria me examinar com um outro instrumento. Eu disse que se ele achava necessário, viria quando ele marcasse, pois foi a melhor consulta que eu já tinha recebido. E que ele era muito gostoso. Disse-me que não via a hora de meter na minha bunda. Que eu tinha uma bunda linda, e deliciosa. E o que era melhor. Que eu realmente gostava de tomar no cú. Falei que ele estava cheio de razão, e que era verdade que eu ficava doidinha para ser enrabada. Então ele me perguntou se poderia marcar para a Quarta-feira da próxima semana. Eu concordei, e disse que lá estaria. E assim voltei para casa completamente feliz. Estava tudo bem com meu cuzinho, e eu havia trepado pela segunda vez com outro homem. Além de já ter mais uma foda marcada para a próxima semana. Que férias hein?
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:31
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