Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Encontro num fim de semana


Luísa foi minha colega na parte final dos estudos. Era uma moça interessante, com um belo físico que mantinha em forma graças à ginástica diária que praticava. Simpatizávamos um com o outro mas nunca tivemos grande intimidade, porque eu, por essa altura, andava muito entretido com uma mulher bem mais velha, mas que me preenchia totalmente.
Depois cruzei-me algumas vezes com Luísa, trocávamos algumas palavras, até que ela me informou que ia casar. Pouco depois fui uns anos para fora e encontrei-a meia dúzia de vezes quando vinha cá passar férias. Ela ia-me informando do que se passava com a sua vida. Do nascimento da filha e depois da sua evolução nos estudos, da sua carreira profissional que ia de vento em popa, dos negócios do marido. Enfim, fui estando minimamente a par do que lhe ia acontecendo, assim como ela a meu respeito. E nunca passamos desta amável troca de notícias.
Há dois meses voltei definitivamente e a semana passada encontrei por acaso a Luísa, por motivos profissionais.
Fez-me uma grande festa, disse-me que ia dar um jantar no dia seguinte porque a filha (que estudava no estrangeiro) vinha cá passar os anos e convidou-me para ir a esse jantar e ficar a conhecer a sua família. Não pude recusar e no dia seguinte lá estava à hora que ela me disse. Levava uma prenda para a filha que nesse dia fazia vinte anos.
Moravam numa bela moradia com um amplo jardim e quando cheguei, à hora a que ela me pediu, verifiquei que era o primeiro convidado. Luísa veio receber-me à porta e informou-me logo que o jantar só seria mais tarde, já que o marido tinha ido ao aeroporto esperar a filha e nestas coisas de aviões nunca se sabe…Os outros convidados só começariam a chegar daí a uma hora, de maneira que tínhamos um tempo para ficarmos sozinhos. Achei a ideia interessante, entrámos, agarrou-me na mão e conduziu-me para um pequeno escritório que ficava num dos extremos da casa.
Agradou-me a familiaridade e o ar descontraído de Luísa mas fui completamente surpreendido quando, mal entramos no escritório ela, depois de fechar a porta, me abraçou e me beijou na boca, num beijo demorado e longo a que eu respondi. Fez uma pausa no beijo e enquanto me percorria o corpo com as mãos disse-me que sonhava há anos com este momento. E perguntou-me se eu nunca tinha sonhado com ela. Respondi que sim, mas que a vida nos tinha afastado e portanto…
Não me deixou acabar a frase. Tirou-me o casaco, desapertou-me o cinto meteu a mão por dentro do meu slip e agarrou no meu pau que com esta atitude já estava em erecção. E chupou-mo logo duma maneira desvairada. Despimo-nos e verifiquei que ela já não trazia nem soutien nem cuecas. Ainda de pé abraçámo-nos, amassámo-nos e beijámo-nos desvairadamente. Num sofá que havia, continuamos as carícias, fizemos um 69 que lhe arrancava gemidos de gozo, depois fodemos sofregamente, ela teve 2 ou 3 orgasmos e eu fiquei fora de controlo.
Pediu-me para me vir na boca dela, engoliu uma boa parte do leite e em seguida beijou-me e passou-me o restante para a minha boca e sorriu.
- Sonhei isto durante anos - disse ela a olhar para o relógio. Ficava aqui a noite toda a fazer amor contigo, mas temos de nos compor porque vão começar a chegar as pessoas. Ainda lhe dei uma lambidela na cona e descarreguei nela o leite que tinha na boca. Aproveitei para lhe meter um dedo no cu e então ela disse: "isso tem de ficar para a próxima…".
Saiu e foi arranjar-se, eu vesti-me e compus a aparência e fiquei à espera.
Mais tarde foi o jantar, éramos 15 pessoas, fiquei sentado ao lado da filha, que se chama Micaela, com quem conversei muito. Disfarçadamente olhava para a Luísa que me sorria, respondia a uma ou outra pergunta, até que no fim do jantar a Micaela me apanhou sozinho e me disse assim: "desde os 15 anos que desejava conhecer-te. És um homem muito atraente e cheiras a sexo por todos os lados. Deves passar a vida a comer mulheres. Mas não te esqueças que eu também quero provar". E enquanto dizia isto apalpou-me o sexo por cima das calças. Fiquei banzado com estas palavras e atitude. Teria ela desconfiado que o cheiro a sexo era da mãe? Saímos para o jardim, estava uma linda noite de princípio de verão, sem vento. Bebemos uns digestivos, falamos mais um bocado e eu, a pretexto que ainda tinha uns assuntos para tratar, despedi-me.
A Luísa perguntou-me então se eu não me importava de levar a mãe para casa já que eu passava mesmo na rua dela, e acabei por sair, levando comigo a D. Idalina que eu já conhecera há muitos anos quando eu era estudante e colega da filha.
Durante a viagem a D. Idalina foi-me dizendo que desde que ficara viúva estava muito sozinha, a filha tinha a vida dela não lhe prestava muita atenção, que eu era um cavalheiro de quem ela gostara sempre muito e até teria gostado que fosse eu o marido da filha e mais assim e mais assado. Agradeci a amabilidade, disse-lhe que tinha comido e bebido demais, que a ia deixar em casa e depois ia dar uma volta pela beira-mar e que o trabalho tinha de ficar para o outro dia.
- Que pena eu não poder ir. Há quantos anos eu não dou um passeio à noite…-disse-me a senhora.
-Só não pode se não quiser. Para mim era muito mais agradável ir acompanhado do que sozinho. Mais a mais por uma tão bonita senhora que ainda por cima me faz tantos elogios.
-Não brinque comigo Carlos. Um homem como você andar a passear com uma velha…
- Por favor D. Idalina. Qual velha qual nova! É uma mulher com uma bela figura, com uma boa conversa, inteligente, educada e, se me permite, capaz de dar a volta à cabeça a muito homem…Vou-lhe dizer uma coisa muito sinceramente, desde que me prometa não dizer nada ninguém. - E sorri-me a olhar para ela.
- Sou um túmulo Carlos. Então eu iria dizer alguma coisa dum homem que me trata como a um rainha? Diga lá o seu segredo.
- Sempre adorei conviver com mulheres mais velhas e nunca me arrependi, porque…
- E eu não sei disso? Lembro-me bem de que quando andava a estudar, era ainda um rapazinho e tinha um caso com a D. Mariana. E ela teria idade para poder ser sua mãe. - Disse a D. Idalina a sorrir-me com um ar maroto.
-A D. Idalina sabe tudo sobre a minha vida, afinal.
-Não sei tudo, mas um homem como o Carlos, boa figura, bom conversador, sedutor, calculo que não se perca. – E sorriu uma vez mais.
Entretanto tínhamos chegado junto à praia, estacionei o carro e começámos a andar pelo paredão adiante.
Convém dizer que a D. Idalina teria uns 62 anos mas era uma mulher muito apresentável, elegante, sobre o magro, que sempre fez ginástica de manutenção. Casou muito jovem com um homem mais velho e foi mãe muito jovem. Ao olhar para ela bem se compreendia porque a filha e a neta eram dois belos exemplares de mulheres.
- Posso meter-lhe o braço Carlos? Sinto-me meia tonta. Devo ter bebido um pouco demais, mas o champanhe estava tão agradável… E também estou um pouco nervosa…mas isso deve ser da companhia…
-Não diga isso, minha senhora. Porque é que eu a havia de pôr nervosa? Esteja completamente à vontade, vai ver que este passeio lhe vai fazer bem, e a mim também…mas quando quiser ir embora eu levo-a para casa.
- Por mim não – disse muito depressa – não queria perder já a sua companhia João.
- E também lhe queria dizer uma coisa D. Etelvina. Porque não me trata por tu como fazia quando eu era rapazote? Sou mais crescido mas não mudei muito…
- É falta de hábito. Já não nos víamos há uns anos. Mas se quiser está bem vou tentar, mas com uma condição: tiras também o D. Etelvina e tratas-me por Lina. De acordo?
- Acordo fechado.
- Então ponho o selo no contrato – e deu-me um beijo na face.
- E eu o carimbo. E virando-me de frente para ela inclinei-me para a beijar no rosto muito perto da boca e os meus lábios deslizaram até encontrarem os dela. Demorei uns segundos no beijo.
Senti que tremeu um pouco e se alvoroçou, não me repeliu mas também não colaborou no beijo.
- Pronto. Contrato selado e carimbado – disse eu em tom de brincadeira.
- E que carimbo, caramba – disse ela a sorrir e com sentido de humor. Há quanto tempo eu não levava um carimbo desses… Olha, nem eu já sei beijar – e havia uma ponta de tristeza nestas palavras.
- Isso nunca esquece. É como andar de bicicleta. Quer ver como não vai cair? – Agarrei-a pela nuca juntamos as nossas bocas, beijei-a primeiro suavemente depois mais sofregamente, meti-lhe a língua na boca, chupei a dela e fui sendo correspondido sentindo-a vibrar nos meus braços.
- Ai Carlos, ai Carlos abraça-me muito. Isso… assim… – e era ela que agora tomava a iniciativa de me beijar os olhos, as orelhas o pescoço, a boca…
Eu já estava excitado e a aperceber-me que tinha ali uma mina de mulher para explorar.
Tentei pôr um pouco de ordem e disse:
- Lina, vamos sair daqui senão começam a aparecer pessoas. Vamos para outro lugar, talvez para minha casa, que achas?
- Vou para onde tu quiseres, sou toda tua…
Seguimos muito agarrados até ao carro e ela disse-me:
- Olha Carlos, estou muito nervosa. Sei que tenho muito mais idade do que tu e que certamente não serei mais do que uma das tuas aventuras mas sinto-me viva por dentro como nunca. Entrego-me totalmente nas tuas mãos.
Deu-me mais um beijo, sorriu e tinha os olhos a brilhar. Havia mesmo uma lágrima a querer saltar.
Levei-a para minha casa. Senti que ia ser uma noite louca…
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:50
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