Domingo, 2 de Novembro de 2008

Sessao A 3


Eu sou o Kenishi, e este conto é de quando fui a casa da M. A M. convidou me para ir a casa dela beber um café e para me apresentar o novo namorado dela, a M. é uma mulher lindíssima, morena, baixa, com um corpo fantástico, e sempre me captou muito a atenção os decotes que ela usava, deixavam me louco de desejo, mas claro como amigo, não o podia admitir não é, enfim regressemos aos acontecimentos.

Cheguei a casa dela e ao abrir me a porta deparo me com a M. com mais um daqueles decotes deliciosos para a vista, e com uma saia, sempre linda, e da me dois beijos bem perto dos meus lábios, o que acendeu logo a chama em mim, deixando me minimamente excitado, isso juntando ao perfume sublime que ela usava! Entro casa dentro e vejo o namorado da M., um rapaz alto, moreno, de ombros largos, com uma boa aparência, e cumprimento-o, e digo: - Olá, eu sou o Kenishi (nome fictício) muito prazer! Ao que ele responde: - Olá, eu sou o A. o prazer é meu! Então ficamos um bom bocado da tarde a falarmos os três e a conhecermo-nos melhor, e claro enquanto falamos muito vinho vem a mistura e consequentemente ficamos todos mais desinibidos, e as conversas começam a cair inevitavelmente sobre sexo e experiências e fantasias por realizar, quando chega a vez da M. dizer a sua apenas diz: - a minha fantasia era fazer sexo com dois homens, assim lindos como vocês.

Escusado será dizer que tanto eu como o A. ficamos ambos sem saber o que dizer, ao que a M. se levanta e diz que vai ao WC e assim o faz, e pouco segundo s depois o A. vai atrás dela e fico eu na sala sozinho e beber mais um pouco de vinho, a pensar em tudo aquilo que adorava fazer a M. Passado algum tempo estranho a ausência da M. e do A. e começo a procurar por eles, e chegando a WC vejo que a porta esta um pouco aberta e ouço sons abafados de prazer, e curioso espreito e vejo a M. sentada na sanita, de pernas abertas e o A. de joelhos com a cabeça entre as pernas dela, e as pernas dela apoiadas nos seus ombros, e vejo a mestria do A. a fazer sexo oral na M. tocando – a, lambendo a, saboreando todo o clítoris da M. que se contorce de prazer agarrado a cabeça do A., e ele sempre sem parar, brincando com a língua dele, colocando dois dentro da M. entrando e saindo, ritmado com a língua dele, e a M. cada a gemer mais alto e mais alto até que se vem num grito de prazer, anunciando assim um delicioso orgasmo, aí A. levanta se e beija a, e senta se ele na sanita, ficando desta vez M. de joelhos começando por acariciar todo o pau de A. e eu com muita tesão espreitando pela porta agarrado ao pénis, tocando e saboreando todo aquele espectáculo, cada vez mais excitado e com vontade de me juntar a festa, então a M. enquanto toca todo o pau do A. começa a dar beijos leves na ponta, brincando como um Calipo tocando e beijando ao mesmo tempo, e aos pouco começa a introduzir mais e mais todo o pau de A. subindo e descendo, tocando ao mesmo tempo, e com a ponta da língua percorre todo o pau, e sobe ao que A. se agarra a cabeça de M. e começa a agarrar lhe os cabelos e a respirar cada vez mais rápido e M. a tocar e chupar cada vez mais rápido e A. diz que é agora e enquanto ele se vem a M. não para de chupar e tocar, e A. contorce se de prazer, e ao mesmo tempo que ele se vem, eu venho me também mesmo ali na porta e quando acabo fico sem saber o que fazer por não ter nada para limpar e disfarçar quando ouço de dentro da WC a M. a dizer:

- Então gostaste do nosso pequeno espectáculo? E eu aproveitando a dica não me faço de rogado e digo: -Gostei só é pena eu não me poder juntar a festa! Então a M. e o A levantam se e passam por mim de mãos dadas e pegam na minha mão e vamos todos para a sala, e ai a M. ainda bastante excitada beija me enquanto o A. apenas vê, sorrindo e eu como sempre a quis beijar, beijo a com intensidade, com desejo, e agarro a pelas nádegas e puxo a para mim roçando a bem no meu corpo, e roçando me bem nela, e deito a no chão, levanto lhe a saia e coloco a minha mão bem entre as pernas, tocando com tesão ao que ela se agarra as minhas costas e sempre sem deixar de a beijar, e começo a baixar os meus beijos pelo pescoço abaixo, aproveitando para lhe tirar a blusa, e descendo mais, começo por tocar ao de leve com a ponta da minha língua nos mamilos, deixando os bem erectos e excitados, e com a outra mão livre, toco a nos seios e aperto ao de leve enquanto saboreio o outro seio, e ela mexe se, arranha me as costas enquanto diz: -Ai não pares, por favor não pares isso, não pares, mas que delicia, hum tão bom, não pares não pares, não pares, não, isso naaaaaaaaooooooo.

Eu, entusiasmado por já ter dado um orgasmo a M. continuo a descer e pela barriga abaixo, vou passando a minha língua, e rapidamente chego onde quero, ao que lhe afasto as pernas, com muito cuidado, afasto cada um daqueles lábios molhadinhos, e começo por lambe los, ao mesmo tempo que aproveito para colocar um dedo bem dentro dela, e ao fim de pouco tempo já lá esta outro, preparando o mindinho para penetra la analmente, e quando coloco o dedo mindinho ela da um grito de susto e prazer ao mesmo tempo, enquanto eu continuo nesta cadencia de língua de dedos, arrancando alguns orgasmos, quando reparo no A. nu sentado no sofá de pernas abertas a masturbar se fortemente, apreciando e a gostar de ver a namorada a ser comida por outro tipo, e claro eu sendo abusado como sou, não vou de modas e digo lhe: -Anda, vamos realizar a fantasia da tua namorada! Aquilo pareceu apanhar a M. de surpresa porque quando ela ia para dizer qualquer coisa o A. colocou de joelho ao lado da cabeça dela com todo o seu pau bem apontado a boca dela, roçando com a ponta nos lábios dela, e não sei se foi o facto de eu lhe fazer sexo oral se do vinho, a verdade é que ela rapidamente o colocou dentro da boca, enquanto gemia de prazer, comigo la em baixo.

Aproveitando que ela se divertia com o pau do namorado na boca, eu levanto de e sem dizer nada pego no meu pau, e coloco bem na entrada dela, e sem grandes gentilezas penetro a bem fundo num estocada que ela acusou num gemido abafado pelo pau do A. dentro da boquinha dela e assim começas num vai e vem o três, ritmados, excitados, com muita tesão pelo meio. O A. como estava com muita vontade de penetrar a M. também, pede para a M. ficar de 4 e diz para eu ficar de joelhos que ele fica por baixo, obedeci prontamente na possibilidade de vir a fazer sexo anal pela 1 vez. Quando o A. se coloca por debaixo da M. pega no pau dele e rapidamente a penetra, dando investidas bem fortes, fundas e rápidas e eu claro como não ia ficar apenas a ver, pego no meu pau e muito lentamente começo a penetrar a M. ao que ela geme sem parar, sentindo dois homens bem dentro dela, como sempre desejou, e os três começamos ali a cadenciarmos as nossas investidas, num entra e sai frenético, e a M. a vir vezes e vezes sem conta, com dois paus bem dentro dela, penetrando a, entra e sai, entra e sai, ao mesmo tempo, hora um hora outro, e eu agarro bem a cintura de M. puxando do a bem para mim a cada investida, dando lhe pequenas palmadas nas nádegas, e chegando a uma altura em que os três já não aguentávamos mais, começamos a ter os nossos orgasmos ao mesmo tempo, fazendo a M. ter um orgasmo demasiado grande, pelo facto de sentir o meu orgasmo bem dentro do cuzinho dela e o orgasmo do namorado ao mesmo tempo, fazendo a perder todas as forças do corpo, caindo para cima do corpo do namorado, e no fim quando ambos nos retiramos de dentro dela, ela coloca se de joelhos e começa por agarrar cada um dos paus e a mete los na boca, saboreando cada um, vendo as diferenças de sabores.

Ficamos depois nus a falar sobre o que tinha acontecido e combinamos repetir mais vezes a dose! Se gostaram desta então digam me

samuraii69@hotmail.com

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Segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Preparaçao Exames


Os exames estavam à porta e os níveis de stress eram elevados. Estávamos numa maratona de estudo intensivo. Sendo enfermagem um curso maioritariamente feminino havia poucos rapazes e os poucos que havia, pelo menos na minha turma não eram muito bonitos, mas eram simpáticos. Estávamos no 3 dia de 5 de estudo programado, mal saiamos de casa. Eu, a Marta, e o Luis. A marta uma ruiva pequenina muito sardenta ligeiramente acima de peso e com um peito enorme para o seu corpo.

O Luís, muito magro e muito alto, muito desengonçado, óculos enormes na cara, muito branquinho. Estava um calor incrível o que contribuía ainda mais para a pouca vontade de estudar. Eu e a Marta já estudávamos de biquini e o Lúis de tronco nú e calções. Este dia tinha sido produtivo mas cansativo e pela hora de jantar já estávamos todos a disparatar, pelo que resolvemos jantar, beber umas cervejas e quando estas acabaram bebemos também vinho. A disposição mudou, tornamo-nos mais faladores e sem sabermos como a conversa descanbou para sexo. Eu estava sem namorado e há meses que não tinha relações, a Marta não via o namorado que estava na terra há 2 meses e o Luís também não tinha namorada.

Conversamos sobre posições fantasias e muitas outras coisas, onde o Luís disse que nunca tinha feito anal. A marta disse que já tinha feito mas não gostava muito e perguntei ao Luis porque nunca tinha feito e ele depois de ficar muito vermelho lá disse que era porque tinha um pénis muito grande e nenhuma rapariga tinha querido experimentar. Fiquei logo curiosa. Adoro anal e pénis grandes e aquilo acendeu em mim um desejo adormecido. Perguntei quão grande e ele respondeu 24 por 8 de grossura. As minhas cuecas ficaram logo ensopadas, passei a língua pelos lábios antecipando muito prazer quando a Marta disse que não podia ser, nunca tinha visto um daquele tamanho. Ele insistiu que sim e num arrojo que nunca imaginei a pequena marta pediu para ele mostrar. Primeiro olhou para ela depois para mim a confirmar que tinha ouvido bem e finalmente resolveu puxar os calções para baixo expondo um magnifico cacete que ia dando mostras de crescer rapidamente e que a meia haste já era enorme. Aquilo destoava totalmente do luís.

Um pau muito escuro num corpo muito branco e magro. Eu lambia os lábios, a Marta de olhos arregalados não acreditava no que via. Quase em simultâneo as duas estendemos a mão e tocamos-lhe sentindo-o estremecer e se possível crescer ainda mais. Ele deitou-se para trás no sofá oferecendo-nos o seu membro para lambermos e beijarmos o que fizemos ambas com gosto, deixando-o a escorrer saliva tal a vontade com que o atacamos. Mais uma vez a marta surpreendeu-nos e enquanto eu lutava para abocanhar a totalidade daquele monstro ela lambeu o olhinho do Luís que estremeceu todo como se um choque eléctrico o tivesse percorrido. Sentindo o seu prazer ela continuo e pedindo para ele relaxar colocou um dedo no seu rabo. A situação era efervescente, eu mamava um pau enorme e a Marta beijava e comia o cu do Luis com o dedo ao mesmo tempo que lhe mexia nos tomates. Não podia haver homem que resistisse e com um guincho grossos jactos de esporra brotaram daquela cabeçorra sujando-me a cara e o cabelo. Quando terminou de se vir nós duas fizemos questão de limpar todo o seu pau e possuídas por uma tesão que queimava começamos a beijar-nos e a partilhar o resto da esporra que estava na minha cara. As coisas foram acontecendo e sem darmos por isso estávamos enrroladas num 69 delicioso. A Xana da Marta era toda depilada, lábios grossos, clitóris muito saliente e em pouco tempo levei-a ao orgasmo e ela fez-me o mesmo a mim.

Por esta altura o Luis estava mais que pronto para reentrar na brincadeira e aproveitando que a Marta estava de rabo para o ar penetrou-a de uma estocada só fazendo-a ver estrelas. A força da estocada, aliada ao tamanho do monstro e à minha língua no seu clitóris fizeram-na entrar em orgasmos contínuos que a faziam tremer e chorar de prazer. Sentindo-a exausta e sem condições para continuar de imediato voltou-se para mim arrombando-me da mesma forma animalesca. Também eu vi estrelas e também eu me vim em segundos, mas depressa me recompus e passei a gozar o tamanho do pau e a intensidade com que ele me fodia. Fodemos durante bastante tempo até que a Marta, já recuperada disse que queria mais e como já me doía tudo cedi o meu lugar com gosto, ficando a apreciar o espetáculo. O Luís deitado de costas e a Marta a cavalgar aquele pau montruoso. Mal se conseguia sentar toda mas fazia-o e depois ao levantar-se saia toda deixando um buraco enorme. Não aguentei muito tempo e resolvi juntar-me à festa lambendo os tomates do Luis e inspirada pelo que a Marta tinha feito no inicio da nossa aventura resolvi beijar o seu cu e sem dar por isso tinha três dedos todos enfiados.

A marta urrava de prazer em mais uma série de orgasmos, o Luis não aguentou vindo-se e eu acabei por me vir só da excitação de toda a cena. Estávamos os três suados e ofegantes, mas nem por isso totalmente satisfeitos. Falo por mim, claro mas acho que o Luis e a Marta pensavam o mesmo. Na minha cabeça estava a imagem daquele pau a arrombar-me o cu e embora não estivesse certa de conseguir fazê-lo queria pelo menos tentar e perguntei ao Luís se ele ainda tinha força para me enrrabar. Os olhos dele brilharam e disse logo que sim, a Marta disse que eu era doida que nunca na vida ia conseguir, respondendo eu que pelo menos ia tentar. Coloquei-me de quatro e pedi a ambos para me lubrificarem bem e prepararem. Não havendo lubrificante a marta foi buscar o creme hidratante dela e aplicou uma quantidade substancial no meu rabo. Os dois começaram a brincar com o meu olhinho, abrindo-o e fazendo entrar o creme. Eu começava a delirar com aquela atenção e quando senti 3 dedos a abrir todo o meu cu senti-me preparada e pedi ao Luis para vir.

O seu pau estava maior que nunca perante a perspectiva de comer um cu pela primeira vez. A Marta segurou bem o meu cu abrindo-o e senti a cabeça a forçar a sua entrada. Durante um bom bocado lutamos sem sucesso até que um plop finalmente entrou. A Marta fez um barulho de surpresa, disse que era uma imagem linda, o Luís arfava e eu gemia, lágrimas vindo-me aos olhos. Com medo mas decidida fiz força para trás sentindo como um rolo compressor a entrar dentro de mim e finalmente senti os seus colhões a baterem-me na cona. Os meus olhos estavam cheios de lágrimas, a cabeça zonza com o prazer indiscritivel que estava a sentir e que aumentou quando ele começou a movimentar-se dentro de mim.

Por esta altura em gritava de prazer, explodindo num brutal orgasmo que me fez perder as forças. Nem por isso o Luís deixou de bombar, possesso que estava dentro do meu cu. A Marta sentindo toda a excitação passou para baixo de mim lambendo-me o clitóris e masturbando-se. A cena era frenética e explosiva. Eu não conseguia para de me vir atingindo o pico do prazer quando senti jatos de esporra a baterem bem fundo dentro de mim. Caímos os dois desamparados, sem forças, aquele monstro ainda dentro de mim mas a ficar flácido, saindo naturalmente, a Marta a olhar muito espantada para mim dizendo que tinha uma cratera no lugar do cu e que nunca tinha visto ninguém vir-se assim e que queria experimentar.

O Luís disse que agora nem pensar e fechou os olhos adormecendo quase imediatamente, sorriso de felicidade na cara. Eu também adormeci, abraçada à marta.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:57
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Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

A Troca


Estava uma noite quente, seriam por volta das 21h e registavam se ainda 28º.
Eu estava ainda a trabalhar quando o telemóvel tocou, era uma sms.
Fui ver, era o Alexandre, perguntava-me quando combinavamos uma festa com as nossas esposas.
Respondi-lhe que por mim seria quando quisesse, com o calor que estava era já hoje.
De volta veio uma sms a dizer “ e porque não? Tens alguma ideia?”...
Já andava a pensar numa fantasia à algum tempo e então expliquei-lhe.
Podiamos fazer uma surpresa a elas e trocar de parceiras, esta noite eu iria para casa dele e ele para minha casa, o resto dependeria da nossa capacidade de improvisação. Ele respondeu:
”Por mim ok, o problema é que eu já estou em casa e a Tânia também...” respondi-lhe eu :
“Fazemos o seguinte, quando eu sair do trabalho, ligo te e tu dizes que tenho o carro avariado e vens me ajudar. Depois encontramo-nos trocamos as chaves de nossas casas e damos o nosso melhor.”
Do lado de lá veio um ok.

Depois de combinar mos, mandei uma sms à Joana.
“Esta vai ser a noite mais quente do ano... principalmente no chão sala, no sofá, na mesa... Bjs”

Eram por volta das 23h, dei um toque ao Alexandre, conforme combinado, passados alguns minutos encontramos nos, sem grandes palavras trocámos as chaves.

Fui ao encontro da Tânia... abri a porta de casa, ela nem olhou, estava no sofa da sala deitada de costas para a entrada. Aproximei me e quando entrei na sala apaguei as luzes, ficando apenas a televisão ligada. Neste momento ela estranhou e voltou se para trás, e ficou surpreendida por me ver. Ela estava com uma camisa de dormir curta em seda fina que lhe expunha os mamilos salientes.
“O que estás aqui a fazer?” disse ela. “Vim ver te, quero saber se a onda de calor te afectou....”
“Onde está o Alexandre?” disse ela. “Se eu aqui estou e tenho as chaves dele onde achas que ele esteja?”
“Vocês são os doidos” e soltou um riso.
Aproximei me, sentei me ao lado dela, olhei a nos olhos e dei lhe um beijo na face que me levou até ao pescoço dela. Começamos a trocar caricias e linguados, as nossas mãos ja conheciam os corpos que tocavam, mas aventuravam se outra vez e descobriam cada cm dos nossos corpos.
Perguntei lhe ao ouvido se tinha muito calor entre as pernas, respondeu me logo com um não, porque não tinha nada lá em baixo, mas o melhor era eu ver.
As minhas mãos percoreram o corpo dela até aos peitos, cada vez mais firmes por detrás daquela seda suave que ainda as protegia. Deslizei ainda mais e pude por entre os lábios dela sentir o prazer que ja lhe escorria por entre as pernas...
Ela procurou por entre as minhas pernas algo para agarrar, num movimento urgente, colocou me de pé, baixou me as calças e afundou-o todo na sua boca. Que bom que é voltar a sentir aquela boca. Num vai e vem desenfreado primeiro e depois lambendo-o todo com aquela lingua, não tirava os olhos dos meus enquanto chupava, via nos meus olhos onde sentia mais prazer e repetia.
Sentindo que me estava a deixar louco, tirei o da boca dela e deitei a no chão de pernas bem abertas, passei o meu caralho na cona dela, dando a sentir lhe que estava muito quente e duro. Ela ja estava bastante ansiosa e sem esperar muito agarrou e apontou na direcção da cona dela ...
“F*** me toda. Enterra o bem fundo. Dá me o todo.”
Fiz o que ela quis, de uma só estocada, enterrei o todo e vi os olhos dela abrirem se todos, quando bati no fundo... Era um vai vêm desenfreado, ela agarrava as pernas, ficando bem aberta e eu enterrava o todo, as minhas mãos agarravam os peitos dela apertando os mamilos muito duros, no rosto dela via o prazer que estava a ter.
O climáx estava proximo, mas eu tinha de dar à Tânia o que ela gosta... deitei me no chão e chamei a, ela aproximou se para me cavalgar mas eu disse lhe que queria a cona dela na minha boca. Ela riu se e repondeu: “então eu quero o teu caralho na minha”
Colocamo nos os dois e começamos cada um ao seu ritmo, ela de uma forma mais desenfreada.Eu fui percurrendo a cona dela lentamente com a minha lingua, explorando dentro dela e naqueles lábios que a protegiam. Estava muito molhada, o prazer dela escorria pelas pernas e a cada toque da minha lingua ela contorcia o seu corpo. Enfiava lhe os dedos na c*** e lambia ao mesmo tempo, ela cada vez que libertava a sua boca, dizia “Quero mais, quero sentir a cona cheia.” Eu colocava mais um dedo e mais outro e ela dizia “Enterra me tudo la dentro, cabrão, lambe me essa cona, faz me vir”
Quando ela sentiu a minha mão toda dentro dela, disse “Ahhhhh!!! Vou me vir.” e num apice enterrou o meu caralho todo na boca. Senti a a boca dela dar guinadas no meu caralho, sentia os dentes dela a tocarem me, o corpo dela contorcia se todo e a cona mais molhada do que nunca... depois de passar aquele climâx, agarrou o com as forças que restavam e com a ajuda das duas mãos fez me vir. Eu senti os jactos a explodir na boca dela, um atrás do outro, conforme me vinha ela engolia...
No fim deixou me completamente limpo, o único vestigio era a boca dela que ainda apresentava pequenas gotas, mas que ela fez questão de á minha frente recolher com o dedo e lamber....
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:42
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Quarta-feira, 24 de Setembro de 2008

Atiradouros ( Casa de Swing )


Ontem fomos ao Atiradouros,
casa de swing.
Foi nossa terceira visita.
Vou direto ao assunto:
minha mulher se entregou por
inteiro na segunda ida
mas ontem ela se superou.
Depois dos shows de praxe, subimos para os quartos. No primeiro, sempre lotado, vimos casais no maior amasso. Ficamos e, por não aparecer ninguém interessante, dirigimo-nos a outros espaços. O que tinha muito eram casais \"armados\", um monte de caras que se aproximavam, mas suas\"companheiras\" não entravam na brincadeira.

Estes foram descartados de pronto, mas, lá pelas tantas, sentados num sofá, um cara passou a mão na coxa de minha mulher (P). Ela já estava sem calcinha. Olhou pra mim, abriu as coxas grossas e deixou o cara passear seus dedos na sua deliciosa bucetinha. Interrompí, fiquei em pé, dei uma camisinha para o cara, pois antes de irmos o nosso acerto era que ela poderia dar para quem quisesse.
Assim, o cara colocou a camisinha, P sentou-se safadamente no grande pau do felizardo e rebolou gostoso, enquanto meu pau estava na sua boca. Mais tarde, saímos para outro quarto, trocando apenas olhares e carícias leves.

Voltamos para o quarto onde ela sentou no cara e ela ficou me chupando, quando a coloquei ajoelhada no sofá, de quatro com aquela bunda grande, quadris largos e comecei a meter com vontade. Um casal sentou próximo e, com discrição e educação, a mulher começou a chupar seu parceiro. Ví que P olhava pro pau muito grande e grosso (tudo que ela sempre pediu nas nossa fantasias) do cara, quando ví a mulher se aproximar e começar uma sessão de beijos que durou até a hora de irmos lá pelas 4h da matina. P dividiu o cacetão com a mulher, chupou gostoso, ao tempo que beijava a morena gostosa. Depois de muita chupação, trocamos de sofá, P foi colocada por mim de barriguinha pra cima, dei uma camisinha para o sortudo e ele a penetrou com força o cacete imenso.

P abria as coxas, a mulher a chupava, eu com o pau na boca de P e outros homens por perto esperando a sobra. P gozou muito, gemendo como de costume. Depois eu a coloquei de quatro e enfiei forte por trás. O cara se preparou, outra camisinha em ação, ficou batendo com o pauzão na bunda dela enquanto eu a comia, ela percebeu e olhou pra trás excitada. Gozei e disse a ele para me substituir. Ele a comeu com cada estocada que parecia rasgá-la.
A safadinha rebolava, empurrava a bundona pra trás ajudando a penetração mais a fundo e falava que estava gostando. Enquanto isso, eu empurrei seu rosto(de P) em direção ao cacxete de um negão que estava próximo e a fiz chupá-lo. Ela, claro, não vacilou e colocou mais um, acho que o quarto cacete desconhecido na boca.

O cara atrás dela a segurou pela cintura, montando em sua bunda e encaixando o pauzão cada vez mais fundo. Foi assim até as 4h quando nos despedimops, ele deu o seu telefone celular e o dela. Saímos e após um breve sono, lá pelas 8h entrei no quarto e montei em P comendo-a quase sonolenta. Quando ela acordou e começou a falar da noite.
Prometemos que haverá outra saída, desta vez, talvez, só com o cara. Ela quer que façamos uma noite num motel, trepando os dois cacetes e fazendo tudo que até então era só fantasia. Posso dizer,após essas experiências no mundo swinger, meu tesão por P só aumenta. E quero realizar tudo que ela estiver a fim. Se você(s) se habilita(m), de preferência casais, envie-nos fotos e quem sabe possamos estar mais tarde lendo outro relato onde os \"actores\" sejam vocês.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 23:30
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