Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Leitura em dia


E tudo começa com um sorriso... Ora aqui estou eu mais uma vez a contar um momento de verdadeiro prazer vivido pela minha pessoa. Além de exercitar o corpo adoro um bom desafio mental para isso leio, estudo e observo. nada melhor que um sitio calmo acompanhado de chá ou café em frente ao mar enquanto nos cultivamos. Como moro junto ao mar (Cascais) custumo ir para a zona do guincho ler mas tabem existem muitos casais que vao para se amar, eu peguei no meu termo com chá tranquie o carro recostei o banco do condutor e comecei a ler... à minha volta foram estacionando carros com casais novos e de mais idade. Como é logico vou aproveitando para olhar em volta para ver se o ambiente aqueceu mais um pouco. Ao meu lado estava um carro com três pessoas que eu assumi serem amigos duas mulheres e um homem que fumavam um cigarro e bebiam tal como eu café (ou chá) eles olharam para mim e aproximaram-se ele questiona-me sobre o que eu estava a ler, eu respondi, ele aconselhou-me outros livros e fomos falando de varias coisas banais. ele despediu-se de mim e dirigiu-se ao seu carro onde o esperavam as suas amigas.
Eis que ele se volta para trás e me convida para ir ali perto tomar um copo visto que estavamos todos apresentados eu concordei e segui até ao local. Conversamos sobre tudo e uma das sras sugerio que continuassemos em sua casa pois como estava a escurecer seria bem mais agradavel. Estacionamos e entramos no seu predio apanhamos o elevador no elevador senti uma mão a acariciar-me o sexo e uns sorriso cumplices. entramos no apartamento de S. que rapidamente fecha a porta e salta para o meu colo agarrei nas suas nadegas por debaixo da saia e vi que não tinha roupa interior humm isto promete pensei eu. J. (ele) e C.(sua namorada) encostados no hall tocavam-se loucamente.
Dirigimos-nos à sala (bela sala) coloquei S. de costas afastei suas pernas e levantando sua saia tive uma magnifica visão uma rachinha e um cuzinho sem pelos, abri as suas nadegas lambi e sorvi os seus sucos hummm. J. coloca C. em frente a S. e ordena que a beije as duas gemem e nos sorrimos. elas pedem-nos que nos sentemos no sofá. sentados no sofá despem-nos e trocam de posição C. mama instensamente no meu sexo e S. em J. C. diz "Que belo pau! o J. acertou desta vez" S. dizia "e a lingua a lingua é de arrepiar!" C. debruça-se deixando o seu rabo e sexo Junto da minha boca, não me fiz de rogado e logo fui trabalhando. "troca, troca" oiço era J. "Amor vem sentar-te no meu pau, quero a tua coninha", S. coloca-me um preservativo e senta-se enterrando-o bem fundo, eu peço-lhe para bambolear em cima de de mim "como ela dança bem.." J. olha para mim e diz "eu fico com o cu, tu com a cona desta minha meretriz" e assim foi C. senta-se de frente para mim e de costas para o seu amor enfiando o pau de J. no cu e pegando no meu e colocando na sua cona. S. ao nosso lado masturbase gemendo.
Ficamos a comer C. durante 10 min. Começo a sentir o meu corpo a contrair e o meu pau a ser apertado suavemente era C. a vir-se. ela desmonta, e nós juntamos as duas de joelhos á nossa frente, eu expludo inundando a boca de S. de esperma de seguida J. faz o mesmo em C. que engole de uma vez só... e assim terminou

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Não era Carnaval, mas o meu tio Samuel teimava em organizar festas coloridas, exigindo que os convidados se mascarassem de acordo com o “tema” que ele estabelecesse. Eu adorava os festins do meu tio. Eram sempre na sua grande vivenda com piscina, onde tocava boa musica, havia bebida a jorros, machos para todos os gostos, e findava sempre com muito sexo, que durava até ao amanhecer. Era sábado e eu já tinha o fato preparado. Decidira mascarar-me de um modo que ninguém descobrisse quem eu era; então trajei-me de “pussycat”, e foi dessa forma que eu penetrei na festa do meu tio, acompanhada pelo meu marido, que teimou em se mascarar de “bobo”! Foi com grande contentamento que observei todos os convidados anónimos, sob as suas mascaras cómicas, a divertirem-se, a namorarem a flirtar...enfim, aquelas festas serviam para isso mesmo; para os casais trocarem de parceiro, fornicarem com quisessem, sem que ninguém soubesse quem esteve com quem, se é que me entendem!

Curiosamente, o meu tio organizava estas festas com mascaras, sempre que andava doidinho para comer a mulher de algum marido mais distraído! Bem, voltando à narrativa, assim que lá cheguei perdi o “bobo” de vista, mas nem me preocupei em procurá-lo. Eu trajava uns calções pretos muito curtos, e um top igualmente muito reduzido. Sobre o meu rosto, ostentava uma grotesca máscara de gata, e ia miando sempre que passava por alguém que me agradasse. Oh, sim e foi aquele grupo, que mais me agradou: O batman, o Homem aranha e ainda o Capitão Fantasma! – Notei com agrado, que a conversa que eles estavam a ter, fora interrompida aquando a minha passagem... - Boa noite!... – Ronronei. Eu estava com o cio, percebem? Ao fim de uma hora, a festa estava mesmo animada, e eu também! Já tinha sorvido vários cocktails, mas entretanto tinha perdido os meus “heróis” de vista. Dei algumas voltas em redor da festa, e foi com algum desagrado que observei diversos convidados a divertirem-se à grande, e eu desiludida, sem saber dos meus três heróis. Apenas me restava uma solução: procurar o meu “bobo” e ir-me embora. Contudo, antes ainda, decidi ir aos lavabos, e foi mesmo ali que eu verifiquei que a minha noite não ia acabar, mas estava sim, prestes a começar! No interior do WC, os três mascarados aguardavam-me bastante alcoolizados e sorridentes. - Estávamos a ver que nunca mais aparecias, gatinha! – Murmurou o Homem aranha, trancando a porta de acesso ao exterior.

Agora éramos só nós os quatro. - Uma gata com cio, deve aguentar com três machos, não? – Indagou o Batman, envolvendo os seus braços de morcego em redor da minha cintura. De imediato, fiquei rodeada por aqueles mascarados suculentos, que eu tanto ansiara durante toda a noite, e agora estavam ali, disponíveis apenas para mim. E antes que pudesse dizer alguma coisa, notei que o Aranha me baixara os calções, para me invadir a rachinha com a sua língua marota, que penetrou por mim adentro. Simultaneamente, Batman e o misterioso Capitão Fantasma, colocaram-me as suas vergas imensas em frente da face, ansiando por serem chupadas e deglutidas, o que eu fiz, sem grande hesitação. Deixem-me revelar-vos que o Fantasma tinha um cacete descomunal, e que quase me deixava sem ar, sempre que o enfiava na minha boca para eu o mamar. Seguidamente foi a vez de eles trocarem. O aranha deu-me o seu pau para eu chupar, enquanto que o Capitão se ajeitou sob o meu corpo e, oh! Enfiou o seu pau demorado no meu cuzinho delicado. Sincronicamente, o batman afundou a sua haste na minha coninha viscosa. -Ah, fodam-me...que bons que vocês são...forniquem-me com as vossas vergas! – Grunhi eu, completamente em histeria. -Ah, Ligia! És a putinha com que sonhámos toda a noite. Agora és toda nossa! – Rosnou o capitão fantasma, ao mesmo tempo que me mordiscava os mamilos e me agarrava as nádegas com ambas as mãos.

Era sem dúvida, o mais belo de todos, contudo, ainda não lhe conseguira ver a face. Depois fui colocada numa estranha posição de suplicia, e fui atacada de novo. O capitão agora tinha-o metido na minha coninha; o aranhiço, no meu cuzinho; e eu mamava o Batman. Era sempre a girar! - Ah, venho-me...venho-me nem uma porca! – Grasnava eu, arrebatada pela loucura. - Ah, Ligia...queremos vir-nos na tua boquinha linda! – Sugeriu o Capitão Fantasma, ao fim de alguns minutos de puro sexo e êxtase total. - Sim. Venham dar-me o vosso leitinho! – Requeri eu, sem demandas. Oh, vocês nem imaginam o banho de seiva que eu levei daquelas vergas deliciosas e suadas, que me regaram com obscenidade e atrevimento. Por fim, eles removeram as suas mascaras, um a um. Primeiro o batman, que era um loiraço muito bonito, depois o aranha, que era moreno, e por fim, o Fantasma, que era...o meu tio Samuel!

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Eu e o Pastor Alemao


Tenho 41 anos, e moro com meu marido e filhos... ele viaja muito, então tivemos que comprar um cão, por causa dos constantes assaltos que estava tendo na vizinhaça, meu marido havia viajado já alguns dias, e eu estava daquele jeito de vontade de fazer amor. Parecia que estava escrito na minha testa, uma certa tarde meus filhos estavam na escola e eu sozinha em casa, quando comecei a imaginar coisas, tipo fazendo sexo bem gostoso, fiquei super excitada; derrepente comecei a ouvir os latidos do Burg, nome do nosso cão, aí fui olhar, estava com medo de ser alguem tentando pular o muro; quando cheguei lá, qual surpresa, o cão estava com a cabeça vermelha do penis pra fora, parecia q ele estava sentindo o cheiro do meu tesão la de fora...aí quando vi aquilo fiquei mais excitada ainda, e resolvi solta-lo da corrente, e fui entrando em casa, ele parecia adivinhar o q eu queria, foi me acompanhando pulando em cima de mim, com aquele penis enorme pra fora. Eu estava com um vestidinho todo solto, teve um momento que ele levou o focinho gelado por debaixo do meu vestido, estava com a calcinha toda ensopada. aí abri a perna um pouco mais, ele começou a lamber a minha calcinha, aí não aguentei tirei a calcinha e deixei minha xaninha carequinha livre para aquela lingua aspera e grossa passear; só q eu estava de pé. Resolvi me deitar no chão da sala, ele ficou mais louco ainda eu sentia aquele pinto umido encostando na minha perna, ele não sabia o que fazia, se lambia a minha xoxota, ou se andava pela casa afora, eu percebi que ele queria me comer ali mesmo, eu não me fiz de rogada e fiquei de quatro, ele veio cheirou minha bucetinha carequinha, cheirou meu cuzinho e ficou tentando subir em mim, eu claro como s]não sou boba, facilitei as coisas pra ele, entrei debaixo dele, e conduzi aquele pintão melequento na minha xaninha q estava pedindo loucamente para ser penetrada por ele, consegui enfiar a cabeça e ele ficou louco dando estocadas freneticas em mim, quando senti uma dorzinha, aí eu percebi que entrou um caroço sei lá o que era, só sei que era muito gostoso, aquilo não deixava o pinto dele sair, e ele foi metendo metendo sem parar até eu gozar muiiiiiiiiito, quando ele gozou ele deu um uivo estranho e ainda ficou um tempinho agarrado em mim, mas aquilo era delicioso, pois eu podia sentir ele pulsando dentro de mim, aí gozei varias vezes seguida, sentindo aquela porra com cheiro forte escorrendo por minhas coxas.... fiquei com um certo medo, de pegar alguma doença, mas que nada, a partir daquele dia o Burg, passou a ser o meu amante e toda vez que estou sozinha em casa ele me faz muito feliz, oh cachorrão gostoso.

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Primos da minha Mulher


Á muito tempo que sonhava foder a prima da minha mulher, mas como é casada e tem a mania de que é pudica, só em pensamento é que que alguma vez pensei concretizar esse fetiche.
Num sabado de Novembro, estavamos os quatro no café, mas como estava frio convideios para vir até nossa casa, pois acendia a lareira e podiamos ver televisão ou jogar cartas. Aceitaram.
Já em casa e á lareira a ver televisão, como não estava a dar nada que interessasse propus um jogo de cartas para nos entretermos, enquanto beberricavamos umas bebidas brancas, mas eis que Paulo que era marido da Patricia prima de minha esposa ( Bela ) me diz
- Então porque não jogamos antes outro jogo mais interessante que eu sei que tens
- Por mim tudo bem, o problema é que os jogos que tenho são todos eroticos ou porno e a tua mulher mata-te, é muito pudica. digo logo
- Eu sou pudica? Mas se quiserem podemos jogar e se estiver a ser demais paramos. diz-me Patricia
- Tu pensas que depois de começar é facil parar não? Tás é tola porque o tesão que se sente faz com que se queira continuar e quando deres por isso já tás a ser fodida e não é pelo teu marido! diz Bela
- Só jogo se eu quiser parar o jogo pára mesmo se não não jogo. diz Patricia
O jogo que fui buscar era maravilhoso pois havia tarefas para eles e elas que envolviam beijos, caricias e mais tarde broches e fodas.
Lá começamos a jogar e logo calhou a Bela ter de dar um beijo a Paulo e ela não se fez de rogada, tascou-lhe logo um linguado de tirar o folgo que deixou Patricia de olhos arregalados e vermelha com a audacia e abontade de Bela.
- Foda-se Bela esse é o meu marido, ate parece que o queres comer.
O jogo lá continuou e calhou novamente a tarefa a Bela, que teve de tirar uma peça de roupa, que ja não era muita pois estavamos junto á lareira. Eu como batuteiro que sou e ao fim de algumas jogadas continuava todo vestido mas os outros ja tinham tirado alguma estando Bela so de sutiã e cueca e Paulo nao tirava os olhos das tetas de Bela, ele estava de tronco nu e Patricia ainda estava de calças mas so de sutiã. Calhou uma tarefa a Patricia e a ordem foi dada pelo marido.
- Hehehe, agora quero ver como o vais beijar. diz ele á mulher
Ela chega á minha beira e da-me um beijo insipido como amigos. Logo ouve protestos de todos inclusivé do marido, e teve de repetir com a achega de que se eu não estivesse satisfeito teria de repetir novamente por isso que posesse animo no beijo. Nem lhe dei tempo para nada agarreia e tasquei-lhe um beijo de tirar o folgo, enfiei a lingua na boca dela e saboriei o maximo possivel. Meu deus como ela sabia beijar bem, e que lingua que mais parecia uma cobra na minha boca a serpentear. Quando acabou olhou para nos e disse
- Agora não me digam que foi mal dado
- Não, ate me poses-te em brasa só de vos ver beijar. diz Bela
O jogo continuou, o Paulo ja tava só de cuecas e notava-se que estava de pau feito eu tinha perdido umas vezes e ja estava só de calças e cuecas e elas estavam as duas so de langeri. A Bela tornou a perder e teve de tirar a parte de cima e fazer broxe ao Paulo. Patricia protestou disse que não mas o marido queria e ensistiu com ela que era só um jogo, ela lá concordou e Bela tirou-lhe a piça para fora e engoliu-a logo, que fervor, que bontade, que espetaculo estavamos a ter eu e a Patricia. A Patricia não tirava os olhos daquela cena e começava a ficar excitada pois toda ela mexia toda ela não parava quieta e eu aproveitei para me por por trás dela, agarreia e dei-lhe um beijo no pescoço arrepiando-a, ia protestar mas não lhe dei tempo, tapei-lhe a boca com a minha e estando eu por trás passei logo a mão por aquelas mamas pequenas mas duras, que bicos duros ela tinha, notava-se que estava muito excitada e logo se deixou ir na onda, para o qual aproveitei para desapertar o sutiã e passar uma mão pelas mamas nuas e com a outra fui logo acariciar a cona que se encontrava toda babada, comecei a manietar aquela cona e segredei ao ouvido
- Olha bem para teu corno como gosta de ser chupado por uma vaca
- AAAAiiiii cala-te e não pares de me mexeeeerrr
Desci-lhe as cuecas, deitei-a no chão e comecei a lamber o corpo daquela deusa excitada, quando cheguei á cona ela veio-se logo sem demoras. Como ela gemia. Não perdi tempo e espetei-lhe o meu pau pela cona acima e quando olhei para o lado já Bela cavalgava o piçalho do Paulo com fervor. Comi a Patricia montes de tempo fazendo-a vir-se mais duas vezes antes de tentar enrabar ao que ela me diz que não, mas Paulo estava tambem mortinho por a enrabar, ela era virgem anal. Eu segredo ao Paulo para a segurar e quando ela dá por ela ja não podia fugir pois até a Bela a segurava e encentivava a que descontraísse e que eu não parasse o que acabou por acontecer. Que cu apertado, estava no cêu enrabeia eu e ele e ainda lhe fizemos uma DP e granda vaca veio-se como uma louca. Só sairam de nossa casa já era dia e foi uma noite onde fizemos de tudo com as duas e onde tiveram direito a tudo coma promessa final de no proximo fim de semana repetir

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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Ferias nos Açores


O que vos ou contar aconteceu comigo no ano passado. meu marido e eu tinhamos ferias marcadas pra ir visitar os açores mais contretamente a ilha terceira chegado o dia fomos pra a ilha terceira fomos para o hotel em angra passiamos muito no primeiro dia vou lindo. estavamos a jantar quando meu marido recebeu uma chamada do serviço para ir de imediato para Lisboa por causa de fechar um negocio. Fiquei muito triste pois tinha-mos começado as nossas férias.Ele me disse para eu ficar que ele ia e vinha no outro dia pois estava tudo pago durante uma semana.

Assim foi no dia seguinte estava sozinha a passear sozinha em angra, fui almoçar num restaurante perto do hotel me sentei numa mesa de quatro pois estava quase tudo cheio nisso entra um casal e perguntou se podia se sentar ao lado, aceitei ele era muito elegante e sua esposa uma mulher muito sexual durante o almoço não deixei de me aperceber que o casal não tirava os olhos de cima de mim ela me preguntou se estava sozinha eu disse que sim pois o meu marido tinha ido a Lisboa ela me perguntou se queria ir com eles ver uma tourada há corda.

Aceitei pois nunca tinha visto, quando lá chegamos fomos para a casa deles, ela abriu a janela em cima e disse-me aqui se vé tudo e em segurança fiquei a ver estava a gostar, quando me apercebo estava ela ao meu lado e o marido a trás de mim senti uma mão no meu traseiro fiquei gelada a mão começou a descer e a subir no meu traseiro olhei pra ela e ela sorriu. ele por tras despiu-me as calças fiquei com a camisa pois estava na janela em cima senti a mão dele entre as minhas pernas hummm estava a ficar doida com aquilo ele se sentou no chão e começou a chupar-me toda.

Ccomeçou pelas pernas a cima até ao embigo já nao aguentava mais sai da janela e fomos pra a cama ela comecou a me chupar os peitos enquanto ele me chupava a minha cona toda estava doida de prazer ele se levantou e veio ter comigo para eu chupar quando me apercebo do tamanho do pau fiquei assustada pois deve ter uns 22c começei a chupar, ela lmabia-me a cona nunca me tinha vindo tanto, ele pediu para me foder concordei logo pois estava doida para receber aquele mastro. Pus-me de quatro e ele entrou devagar apessar de estar muito molhada aquele mastro era grande entrou e comecou num vai e vem doido ela estava por baixo de mim a me beijar as mamas depois desceu e me beijava a cona enquanto o marido me enfiava venho-me várias vezes.

Depois ele me pedi para ir ao cu coisa que nao aceitei pois nunca tinha feito nada ele entao foi ao cu damulher enquanto eu beijava aquela cona saborosa ela gemia tanto nao sei se era de dor ou de prazer se calhar as duas coisas ele disse que iria se vir na minha cara e vei-se que nem um cavalo fiquei toda cheia de leita na minha cara a mulher vei me beijar .fomos tomar um duche e eles me deixaram no hotel estava toda dorida pois aquele mastro era grande mas muito satisfeita .no dia segunte meu marido chegou nao lhe contei nada do que se tinha passado .nos divertimos muito e passeamos muito adorei aquela semana foi maravilhoso espero lá voltar

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Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2008

O desafio


Uma tarde quente Ela chegou à festa - um churrasco - estava de mini saia jeans e camiseta branca sem sutiens, usava uma micro calcinha branca. Ele já estava lá com a namorada, mesmo assim ela estava decidida que queria provocar aquele homem. Ele era interessante, não o mais interessante, mas o que ela queria, talvez pelo desafio. Todos estavam sentados e conversando na varanda. Ela sentou de frente para ele e abriu levemente as pernas, deixando a mostra à calcinha branca com rendinhas que deixavam aparecer os pelos pubianos. Uma delícia!

Quando ele percebeu aquela visão, ficou confuso, um misto de curiosidade, medo e excitação. Seu amigo ao lado havia percebido, e comentou baixinho: – Que tentação é essa?! Acho que ela está fazendo de propósito. – Claro que não, ela não é mulher disso. – disse ele – Talvez tenha mudado. Como vamos saber o que passa na cabeça de uma mulher. Ela movimentava, abria e fechava as pernas constantemente. Ele olhava para os lados, medo que a namorada percebesse, mais o tesão estava ficando maior que o medo. Relaxou! Olhava constantemente, às vezes até fixava o olhar, chamando a atenção dos outros amigos. Ela fechou as pernas e levantou, caminhou lentamente até o banheiro. Os homens se olharam, querendo comentar o assunto, naquele momento seria impossível, porque a namorada dele estava presente. Depois de 5 minutos ela retornou, tinha retocado o gloss deixando a boca mais sensual que antes, sentou-se e abriu novamente as pernas. Surpresa! Ela estava sem calcinha. Ele foi o primeiro a perceber, depois o seu amigo ao lado, que por sua vez contou aos outro tal visão que eles não tinham o privilégio de ver. A excitação tomou conta da conversa, ficou interessantíssima, começaram a falar de sexo, namoro, viagens. Ele não conseguia se concentrar na conversa, porque o tesão tomou conta, seu membro estava rígido, parecia que ia rasgar a calça, ela percebeu e ficou toda molhadinha, eles trocavam olhares excitados.

Era a vez de ele levantar para ir ao banheiro, ela o seguiu, antes que ele pudesse fechar a porta, ela entrou. Que susto! Ele a puxou pelo braço e fechou a porta. - Quero você! Agora! Eles se beijaram ardentemente, quando ela sentiu aquelas mãos ásperas esfregando suas costas e apertando a sua bunda o tesão ficou louco e eles esqueceram totalmente o perigo que corriam. Ele levantou a saia dela com violência, ajoelhou aos seus pés e começou a passar a língua entre suas coxas, subiu mais um pouco e sentiu que ela estava quente e molhada, depois começou a chupar como se fosse uma laranja bem docinha esfregando a cara e a língua ao mesmo tempo, ela muito fogosa gozou muito rápido. Pediu a ele que a deixasse fazer o mesmo, ele não hesitou. Ele abaixou a bermuda e ela tocou com os lábios aquele membro delicioso que latejava na sua boca de tão duro que estava. Fez um boquete gostoso e só ouvia os sussurros de prazer. Ela adora chupar um homem e vê-lo gemer de prazer.

Nesse momento ele a puxava pelos cabelos (bem de levinho), enquanto ela chupava e mamava bem gostoso, nisso ela é diplomada. Quando ele estava quase gozando, ela parou, ficou de pé, paralisada olhando em seus olhos, ele a puxou para mais perto, colocou a perna dela em cima da tampa do vaso, e mesmo sem camisinha penetrou o seu pau com força e muito tesão, estava duríssimo no ponto explosão e a sentiu molhada e quente. Nessa posição entra mais gostoso e fica mais fácil para ela gozar, ela começou a gemer loucamente (bem baixinho), cinco bombadas e eles gozaram juntos.

Era uma tarde quente (35°), imagina dentro daquele banheiro sem ventilação, os dois ficaram totalmente suados, quando saíram do banheiro estavam todos na porta esperando. Que merda!!!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:34
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

EU Mais minha Mulher e Outro...


Apesar de já nos encontrarmos na casa dos 40 podemos dizer que a nossa vida sexual tem sido bastante interessante e nada aborrecida, isto porque procuramos a excitação com coisas que ás vezes até são absurdas e outras nem tanto assim. O que vos conto nasceu numa das nossas loucuras no decurso do acto sexual.

Eu não escondo que uma das minhas grandes fantasias era ver a minha mulher a ser possuída por outro, mais dotado que eu, uma vez que sou pobre nesse aspecto. Esta fantasia surgiu quando uma ocasião nos encontrávamos de férias no Algarve. Tínhamos por hábito ir á Ilha de Tavira e apreciar as pessoas que ali praticam nudismo. Comecei a reparar no interesse com que a minha mulher olhava e admirava os belos exemplares que por ali apareciam e o interesse como comentava o seu tamanho. Admirava-se e dizia que em repouso eram assim o que seriam quando entesados.

Eu alimentava-lhe a fantasia e perguntava-lhe se não gostaria de sentir uma coisa daquelas dentro de si ao que ela replicava, invariavelmente que não pois o que tinha lhe era suficiente. O que ela não conseguia esconder era alguma excitação quer pelo que via, quer pelas provocações que lhe lançava. E se dúvidas havia elas dissipavam-se quando lhe metia a mão dentro do calção do bikini e verificava que se encontrava com a sua greta cheia de suco, sinal de que tinha excitado. Invariávelmente, acabávamos nas dunas a satisfazer-nos tendo eu a sensação que quando estava dentro dela era naqueles bacamartes em que pensava e com os quais fantasiava. Todos os dias era obrigatória a nossa romagem á praia dos nudistas assim como muito gostosa o modo como nos possuíamos nas dunas.

Então, quando a possuía, provocava-a, perguntando-lhe se aquela cona ainda não tinha conhecido outro caralho. Ela, doida de tesão, entrava no jogo e dizia que sim e que já tinha fodido com outro, com uma picha com o dobro da minha que a tinha deixado muito consolada e inundada de leite. Isto acontecia quando ela estava de quatro e eu a penetrava por trás. Então em batia-lhe nas nádegas para a castigar, chamava-lhe puta reles e ela quanto mais lhe batia mais insistia na sua descrição e completamente loucos de tesão, vinhamo-nos abundantemente. Depois do acto, era normal ela perguntar-me se eu gostaria de ser corno e eu nunca ganhava coragem de lhe declarar a verdade e dizia-lhe que era uma fantasia que me dava gozo. Mas que não passava disso. Isto começou a fazer parte das nossas vidas e então já nem era eu mas sim ela que provocava, contando altas fodas no pinhal que já não metiam só um mas dois a até três indivíduos, sempre muito bem apetrechados, que a possuíam das mais variadas formas fazendo-a ter sucessivos orgasmos. Eu adorava aquela ousadia, imaginava a realidade da situação e gozava loucamente. Durante muito tempo deixou de perguntar, como antes o fizera bastas vezes, se eu gostaria que ela fosse possuída por outro. Há algum tempo atrás, numa conversa normal e fora do acto sexual, chamou novamente o assunto á fala e disse-me que gostaria que lhe explicasse a razão pela qual eu me excitava tanto com a ideia de ele ser possuida por outro.

Enchi-me de coragem e declarei-lhe toda a verdade confessando-lhe que quando estávamos naquela fantasia eu a imaginava como na realidade e isso deixa-me doido, porque efectivamente eu vivia com a ideia de a ver a ser comida por outro e isso excitava-me muito. Surpreendentemente, não se mostrou indignada com a minha declaração. Disse-me apenas que eu era completamente louco e se imaginava que ela era capaz de se meter debaixo de outro. Aproveitei a oportunidade para lhe lembrar que também ela gozava com a situação e que ultimamente até era ela que a provocava pelo que não colocava de parte a possibilidade de ela ver com agrado que tal acontecesse. Dava para constatar que minha análise era correcta. Ela não se mostrava irritada e ia dizendo que eu não era normal por ter um desejo desses. Eu contrapunha com o facto de não considerar isso nada de anormal desde que fosse com o consentimento mútuo e que ambos tirássemos partido da situação gozando ambos com isso. Eu já me sentia excitado com o decurso da conversa e também dava para constatar, que ela estava a sentir o mesmo. E se dúvidas tinha elas desfizeram-se quando me perguntou se, caso levássemos isso para diante quem é que arranjaria para a comer. Se alguém conhecido ou não. Não tinha dúvidas que ela também tinha pensado na concretização da fantasia e ao fazer aquela pergunta estava a conduzi-la para a sua concretização. Là lhe expliquei que isso era o mais fácil e que gente conhecida nunca. A Internet oferece essa possibilidade apesar dos perigos que também acarreta. Mas, eu sempre lhe disse que até chegar aí, todas as propostas eram devidamente analisadas e só concretizadas depois de eu avaliar o pretendente sozinho. Uma certeza haveria que só depois dessa avaliação é que avançaríamos e ela, até lá, estaria sempre protegida. Esta explicação parece tê-la deixada satisfeita e, logo ali iniciámos o nosso ritual de excitação, com o hipotético terceiro indivíduo, e fodemo-nos intensamente como sempre fazíamos. A partir daí este assunto era tema diário de conversa e a preparação para a sua concretização começou com a publicação de um a anuncio na Internet, acompanhado de foto da minha mulher, sem roupa mas de costas. Como calculam as propostas foram mais que muitas. As ordinárias, em maior número, foram logo colocadas de parte e, daquela panóplia, havia cinco que considerámos interessantes e com pernas para andar, pela idade dos candidatos, pela forma de apresentação e principalmente pela morada. Queríamos alguém que residisse suficientemente longe para, caso fosse necessário, nunca mais nos encontrarmos. Dos cinco, três eram casados, um divorciados e um solteiro. Para completar a nossa informação, pedimos que nos fosse enviadas fotografias as quais teriam que mostrar o membro, se possível em erecção.

Este processo de selecção deu origem a grandes fodas com cada um de nós a imaginar as cenas que aquelas candidatos e seus membros proporcionariam. Dos cinco acabámos por seleccionar por sinal o divorciado, residente na zona de Barcelos mas possuidor de casa de férias na Póvoa do Varzim. Estabelecido o contacto lá marcámos encontro, apenas eu e ele, para poder avaliar pessoalmente o candidato. O encontro aconteceu precisamente na casa da Póvoa do Varzim e não fiquei com dúvidas quanto á escolha. Entusiasmei-o com as descrições, pormenorizadas da nossa fantasia e o ansioso candidato acabou de pau feito e cheio de água no boca. Finalmente, aprazámos o encontro para Sábado do final daquele mês de Setembro. Ele não podia esperar e eu também não. Nesse dia, antes de partirmos, notei na minha mulher alguma ansiedade e receio do que iria encontrar. Estava naquela fase da fantasia passar á realidade e já não se mostrava tão disposta como antes pelo que foi preciso convencê-la a descontrair e transmitir-lhe a certeza de que nada aconteceria se ela não quizesse. Se não rolasse viríamos embora e nada mudaria nas nossas vidas. Com esta convicção lá partimos na nossa aventura. O nosso anfitrião recebeu-nos com a maior atenção comigo a lembrar-lhe os receios que a minha mulher apresentava, pelo que tudo deveria acontecer com naturalidade. Afinal tínhamos todo o tempo do mundo. Na sua sala de estar ficámos sentados eu e a minha mulher lado a lado enquanto ele ocupava um outro frente a nós. Fomos conversando, bebendo um copo e eu não podia de deixar de reparar no modo guloso do indivíduo que apesar de ansioso não avançou para a minha mulher. Serviu-a e atendeu-a como se se tratasse de uma visita normal e não como alguém que ele estaria prestes a comer. A conversa, como não podia deixar de ser abordou a nossa fantasia, a maneira como tinha começado e modo erótico como a tínhamos vivido. O relato, com todos os pormenores que envolveu, deixou-me cheio de tesão. Virei-me então para a minha mulher acariciei-a, beijei-lhe o pescoço e perguntei-lhe ao ouvido se estava preparada. Ela olhou-me e suavemente disse-me que sim. Não pude deixar de reparar no brilho dos seus olhos que deixavam transparecer o desejo que eu tão bem conhecia. Os seus lábios foram naquele momento uma tentação e beijei-a sofregamente a que ela correspondeu de modo muito intenso. Encaminhei então a minha mão para as suas coxas que acariciei. Este movimento fez-lhe subir a roupa e mostrou as suas generosas e brancas coxas. Passei depois a acariciar-lhe o interior das coxas, acção que ela facilitou abrindo suavemente as suas pernas. Neste momento, o nosso anfitrião, que continuava sentado frente a nós, já tinha a visão das coxas abertas da minha mulher e da sua cuequinha, o que diga-se deveria ser bastante excitante. Não tardou que déssemos por ele de joelhos junto a nós a acariaciar a par comigo as coxas da minha mulher a quem eu continuava beijando na boca, no pescoço, nas orelhas, em tudo quanto era sítio que eu sabia que a excitava. A mão do nosso anfitrião encontrava-se com a minha entre as coxas da minha mulher. Eu então afastei ligeiramente a sua cueca e acariciei a sua greta. Meu Deus como estava encharcada. A mão do nosso amigo logo me acompanhou e, á vez, íamos percorrendo com os nosso dedos o seu clitóris e o buraco da sua gruta. Estas massagens e a introdução dos dedos no seu buraco estavam a deixá-la louca. Desapertei-lhe o resto das blusa e libertei as sua belas maminhas. Fui mamando numa e e acariciando a outra enquanto o nosso amigo se mantinha de volta da sua greta. Reparei então que estava a querer tirar as cuecas a minha mulher, acção que ela facilitou. Tirou-lhe de seguida a saia e puxou-a bem para a beira do sofá o que a deixou quase deitada, com a sua coninha bem exposta pois a suas pernas já se encontravam bem abertas para se entregar. Ele pegou nas suas pernas e começou por beijar as coxas e tudo quanto era sítio junto á “minha” coninha, o que deixou a minha mulher muito ansiosa bem expressa na maneira como arfava e se mexia, desejando aquela boca na sua greta, daí que com as suas mãos tenha afastado os seus grandes lábios deixando exposta todo o interior da sua greta, encharcado e vermelho de tesão. Como o nosso amigo tardava em colocar ali sua boca, com uma mão puxou-lhe para lá a cabeça ao que ele também não resistiu, começando a mamar sofregamente todo aquele suco, percorrendo a greta desde o ânus até ao clitóris, uma vezes com intensidade outras vezes languidamente, ou fixando-se a mamar o clitóris ou a tentar introduzir a sua língua no buraco.

A minha mulher estava completamente louca e eu não estava melhor. Estava a viver o meu sonho e quase não aguentava tanta tesão Eu já me tinha despido, a minha mulher permanecia com as mamas de fora do soutien e com a blusa vestida mas totalmente despertada. O nosso amigo permanecia ainda vestido o que não aconteceu por muito tempo. Rapidamente se desfez das calças e das cuecas, expondo pela primeira vez a imponência do seu membro, grande e bem grosso como na fotografia que nos tinha enviado. Eu, entretanto, peguei na câmara de filmar para guardar os momentos que se iriam seguir. O nosso amigo, depois de acariciar algumas vezes o seu membro, arregaçando a glande e mostrar a sua imponência, passou-o suavemente na greta da minha mulher. Percorria-a desde o ânus até ao clitóris. Quando passava no buraco, ela agitava-se com a ansiedade de o sentir dentro de si. Ele castigava-a e aumentava o seu desejo continuando a passar nas suas bordas. É então quando ela perde a paciência, deita-lhe a mão e encaminha-o para o seu buraco. Ela assim que o sentiu á entrada atirou a sua cona contra aquela verga que rapidamente desapareceu na totalidade dentro daquele buraco e debaixo dos seus os ais de gozo. Aquele avantajado pedaço de carne entrava e saía e arrastava consigo o muco produzido pelo tesão da minha mulher. E ela estava de facto cheia de tesão, coisa que não era capaz de esconder pelos ais de prazer que emitia. Desta vez tinha dentro de si um pedaço que a satisfazia e assim parecia ser pelo gozo que demonstrava. Mesmo assim, as suas mãos, colocadas nas nádegas do seu amante, puxavam-no contra si, obrigando a penetração a ir ao seu máximo dando-lhe grande gozo senti-lo bem lá no fundo de si. Eu estava surpreendido com a prestação da minha mulher e do modo atrevido como conduzia o acto, procurando tirar daí o maior partido. Eu sabia que era louca mas confesso que nunca imaginei que no primeiro contacto, mostrasse o á vontade que revelava. Eu ia filmando o melhor que podia aquela cena. Coloquei a minha cabeça por baixo do cu da minha mulher, que estava suspenso no sofá e via ali, junto ao meu nariz, o membro vigoroso do nosso amigo a vergastar a cona da minha mulher. De quando em vez, com todo lá dentro, parava o movimento continuando a minha mulher inquieta com aquela paragens a mexer o cu até que desesperada lhe pedia que a fodesse. Com a tesão que tinha não permitia qualquer paragem que interrompesse o gozo que lhe provocava a fricção daquele rolo de carne bem no seu interior. Nestes momentos apenas via o par de tomates do nosso amigo parecendo também querer entrar. A pressão que exerce no interior daquela coninha é enorme.O ritmo recomeçava e era excitante ver aquele par de colhões a bater no seu cu da minha mulher. Era aquela cena com que eu fantasiva e que de tão excitante que não aguentei e senti que me ia vir todo. Como estava de barriga para o ar, fiquei com o meu membro e barriga cheio de esperma. Isto não me impediu, no entanto, de continuar a filmagem. Quase de imediato senti, pelo arfar e pelos movimentos que a minha mulher se iria vir também o que não tardou nada a acontecer. De maneira muito intensa gritou que ia morrer e debaixo de grande agitação começou um orgasmo muito intenso, pedindo, como sempre fazia, “leitinho”. É claro que o nosso amigo também não resistiu e o movimento do seu membro era agora mais intenso e vigoroso que nunca e vergastava furiosamente a coninha da minha mulher. Com gritos de prazer, continuava a pedir que lhe desse o seu leite, e ele correspondia com fortes vergastadas no interior da sua cona que a enchiam de prazer. Não resistindo acabou por ser vir abundantemente. A minha mulher que já há algum tempo gritava de prazer, parece ter iniciado um novo orgasmo ao sentir aquela descarga quente e intensa dentro de si pelo que, aqueles segundos dos orgasmo daqueles dois, a gritaria de gozo que fizeram, é algo que nunca mais vou esquecer. Algo que eu presenciei e filmei em local priveligiado. Quando o nosso amigo se retirou de dentro da minha mulher, algum do esperma que ali tinha depositado caiu do seu buraco para a carpete mesmo junto a minha cara. O seu buraco, ainda sob o efeito da excitação que acabava de passar, abria e fechava, expelindo pequenas quantidades de esperma que lhe escorria pelo rego cu, revelando que a descarga havia sido bastante intensa. Quando recuperou, o nosso amigo não se cansava de afirmar que tinha sido excelente, que já há muito que não tinha tanto prazer e que eu não lhe tinha mentido quanto á qualidade da gruta da minha mulher. Esta pelo seu lado mostrava-se como que envergonhada pelo espalhafato que tinha feito e, corada, ria-se com ar nervoso e dizia repetidamente: que disparate. Após as higienes, por ali nos mantivemos conversando, nus e gozando o momento passado, com opiniões muito positivas, particularmente da minha mulher, que já recuperada e de modo provocador, gabava a prestação do nosso amigo, e acariciando-lhe o membro, afirmava que desta vez tinha tido algo que lhe preenchido por completo a sua coninha, não dando qualquer razão aqueles que dizem que o tamanho não cona. Liguei a câmara ao televisor e, entusiasmados, revemos os excitantes momentos que havíamos passado. Havia planos muito bons, muito excitantes em particular, pela sua proximidade e definição, aqueles que foram colhidos sob o cu da minha mulher onde se via, em pormenor, o vai vem do membro do nosso amigo. Desta vez estavam o nosso anfitrião e a minha mulher lado a lado enquanto eu ocupava o sofá da frente. Ele ia-lha acariciando as mamas. Agarrava-lhe os mamilos e apertava-os suavemente com os seus dedos. Acariciava-lha também as coxas, operação que ela facilitava, colocando a sua perna direita sobre as dele, expondo o seu sexo à sua exploração. Ela já gozava mas o nosso amigo mantinha o seu membro em descanso. Então a minha mulher deitou-se sobre as suas pernas e começou a acariaciar-lhe o membro, primeiro com as mãos e depois com a boca, beijando-o primeiro e levando-o á boca. Rapidamente começou a sentir o seu volume a aumentar. Ele continuava a acariciar-lhe as mamas, a barriga e a coninha. A minha mulher colocou-se então de joelhos entre as suas pernas e começou a mamar, com grande gozo, aquele vara que já se apresentava com todo o seu vigor. Eu estava a delirar com aquele quadro e como tinha a minha coninha ali exposta, percorria toda com a minha língua. Ainda dava para sentir o sabor do esperma ali deixado anteriormente o que não deixava de ser também excitante. Não resisti e, colocando-me de joelhos por trás de si, introduzi-lhe o meu membro. Ela agitou-se para o receber e percebi que a sua gruta já se encontrava bastante alagada pela excitação, apesar de conter ainda dentro de si algum do esperma das relação anterior. Permaneci ali por alguns momentos fodendo aquela doce ratinha mas fui obrigado a retirar-me sob pena de me vir antecipadamente, o que de todo não queria. Logo que saí de dentro dela, a minha mulher que se estava a portar como uma verdadeira cabra, abriu as pernas e saltou, positivamente para cima do nosso amigo que se mantinha sentado, agarrou-lhe o membro erecto e encaminhou-o para o seu buraco onde eu rapidamente o vi desaparecer. Agora era a minha mulher que comandava as operações e que bem o fazia pois eu já bastas vezes tinha passado por aquilo e sei o quanto era de bom. Primeiro muito devagar, permitindo que a verga percorresse toda sua cona. Levantava o cu e o membro do nosso amigo deslisava até se ver a sua cabeça. Depois, lentamente, baixava o cu e aquele rolo de carne, húmido e com as veias bem dilatadas, ia desaparecendo dentro de si. Outras vezes, com ele todo enterrado, esfregava os seus pintelhos nos deles o que provocava um ligeiro movimento do membro dentro de si. Eu sei por experiência que a sensação que isto provoca é unica. Eu, por trás dela, gozava o momento e guardava-o com a câmara de filmar. O nosso amigo gritava de prazer. Aquele ritmo lento estava a parecer-lhe uma tortura. Então agarrava a minha mulher pelas ancas e agitava o seu corpo para que o movimento fosse mais rápido. Ela, porém, impedia que isso acontecesse e via-se que gozava quer com o ritmo imposto, quer com a ansiedade do companheiro. Após alguns momentos naquela luta, o ritmo aumentou assim como os ais de prazer e de volúpia. Novo orgasmo os aguardava o que não tardou a acontecer. Uma vez mais, debaixo de ais de “eu não posso mais” “vou-me vir” “fode-me agora” “Dá-me leitinho” atingiram os dois mais um orgasmo também este muito intenso pela duração que teve. Depois disso a minha mulher permaneceu algum tempo inclinada sobre o nosso companheiro, com a cabeça no seu peito como que a retemperar forças. O membro do nosso amigo permanecia dentro dela, cheio de esperma que corria por ele abaixo. Quando se levantou foi como que tirassem a tampa ao recipiente e uma grande quantidade de esperma caíu sobre o membro e a barriga do nosso companheiro. Quem ainda não se tinha vindo era eu que permanecia entesado com tudo o que tinha presenciado. A minha mulher percebeu isso e disse-me que a deixasse lavar que me daria prazer o que eu recusei, pedindo-lhe antes que se colocasse de quatro sobre a carpete ao que ela acedeu. Ajoelhei-me entre as suas pernas e introduzi o meu membro.

A sensação de foder a minha ratinha alagada de leite de outro era algo que também constava das minhas fantasias e era mais uma que eu ia satisfazer. A sensação sentida é excitante por se sentir todo o calor e humidade da leitada do nosso amigo. Só que, dilatada por ter tido um membro bastante mais grosso que o meu e inundada com todo aquele esperma, quase que não sentia o seu interior, Apesar disso e debaixo de toda aquela excitação tive um orgasmo muito intenso. Estávamos arrasados pelo que nos entregámos ao descanso beberricando umas cervejas acompanhadas com marisco que o nosso anfitrião tinha preparado para nós. O nosso primeiro dia estava a chegar ao fim. Não terminaria, porém, sem uma nova sessão que começou com o nosso amigo a presentear-nos com uns filmes e algumas fotos intimas da sua ex-mulher, que diga-se era um belo pedaço e também bastante ousada como deu para ver.

Excitados pela exibição e pela brincadeira habitual com os sexos, que passou por comer banana que antes era introduzida na coninha da minha mulher ou comer amendoins descascados, envolvidos no seu suco e colocados sobre o seu clitóris onde se iam buscar com a boca ou morangos colocados á entrada da sua gruta húmida obrigando-nos a saborear o seu gustoso suco. Tudo muito excitante para mais um orgasmo muito intenso para cada um de nós. Despedimo-nos esgotados mas muito satisfeitos, com a promessa firme de novos encontros. Apesar disso na viagem, conversando sobre o nosso dia, ainda nos excitámos. Ele não iria acabar sem que ambos tivéssemos um novo orgasmo, isto já em nossa casa, facilmente conseguido após o visionamento das imagens que havia colhido e da excitação que nos causaram. Sentia-me debilitado e arrasado, quase não me tendo nas pernas, quando adormeci. Nos dias subsequentes fodemo-nos intensamente á custa daquele dia, das recordações e das imagens que frequentemente visionávamos e concluímos que esta aventura foi muito salutar para a nossa relação e que assim sendo só haveria que lhe dar continuidade. Espero que tenham gostado. Também gosto de conhecer as opiniões:

naonda@aeiou.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:13
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Sábado, 1 de Novembro de 2008

Empregada - Mariana


Esta história começa com umas férias no norte de Portugal.
Estávamos eu e os meus pais.
Era hora de almoçar por isso fomos a um restaurante de um hotel que estava perto da zona que estavamos a visitar.
Mal entramos eu reparei nela.
Uma linda empregada, chamemos-lhe Mariana, vinte e poucos anos, cabelo preto até
ao fundo das costas, uma cara linda, mamas grandes e redondinhas e uma bundinha maravilhosa.
Passamos o almoço todo a dar olhares sacanas um para o outro, até que, na hora de ir buscar a sobremesa conseguimos falar um bocadinho.
Foi o suficiente para ela me dar a chave do quarto dela.
Quando os meus pais voltaram do bufet de sobremesas eu, que já tinha acabado de comer, lhes disse que ia dar uma volta e que nos encontravamos depois no carro. Escusado será dizer que fui directo ao quarto dela. Quando lá cheguei ela já estava nua em cima da cama. Mal me fui chegando ela foi logo tirando meu cacete pra fora e metendo-o na boca. Ao contrário da maior parte dos cacetes destes contos o meu não é muito grande, mas tem a particularidade de ser um bocadinho torto por isso chega a sitios que os outros só imginam.
Quando já tava em ponto de bala ela me disse que seu cuzinho ainda era virgem e me perguntou se eu não queria remediar a situação. Não foi preciso mais nada, primeiro comecei por pôr um dedinho e lhe pedi para relaxar, depois fui pondo mais dedos atá que chegou a altura de lhe meter meu cacete. Fui pondo a cabeça devagar mas depois que a cabeça entrou meti a resto com toda a força até às bolas. Ela deu um grito que se deve ter ouvido pelo hotel todo, depois comecei um vai vem maravilhoso ao mesmo tempo que lhe apalpava as mamas maravilhosas. Finalmente viemo-nos os dois ao mesmo tempo, quando tirei meu cacete de dentro dela ela meteu o dedo dentro do cuzinho para tirar meu esperma e por na boca, ao mesmo tempo eu ia chupando aquela buceta maravilhosa, lisinha, pouco depois ela voltou a ter um orgasmo.

Entretanto meu cacete já tava outra vez em ponto de bala. Abri as pernas dela e meti meu piço todo lá dentro de uma vez, depois me deitei na cama para ela poder cavalgar. Quando já estava quase tendo outro orgasmo ela saiu de cima de mim e voltou a chupar meu cacete até que meu liquido saiu e ela o engoliu todo sem deixar cair uma unica gota.

Depois arranjamo-nos e saimos do quarto. Infelizmente nunca mais fui passar férias para aquele sitio.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:22
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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Surpresa da minha Mulher


Nos dez anos do nosso casamento, Jaque e eu fomos muito fiéis e tivemos uma união normal e bastante tranqüila.
Eu sou advogado. Sou de boa estatura, 1,80m, 78 kg, 37 anos, cabelos castanhos e olhos castanhos também. Não somos ricos, mas vivemos bem, pois a vida numa cidade menor é mais fácil. Como havia dificuldade de sintonizar os canais de TV aqui, compramos uma antena parabólica e assim, nos tornamos assinantes de uma TV por assinatura. Adoramos assistir filmes e depois, descobrimos que havia um horário onde transmitiam um programa com filmes eróticos. Eu e Jaque somos bastante liberais, sempre falamos abertamente tudo o que sentíamos e nunca tivemos preconceito com relação ao sexo. Nossa vida sexual era normal, bem intensa e ativa. Mas assistir aqueles vídeos mexeu com a nossa libido, aguçou a nossa imaginação e nos tornamos mais interessados nesses assuntos. Comecei a comprar algumas revistas eróticas e líamos com interesse. Pouco tempo depois, descobri um sex-shop que enviava encomendas pelo correio e começamos a animar mais ainda as nossas relações. Ainda não havia sites de contos eróticos e a internet mal havia sido criada. Jaque, minha mulher é uma gata muito tesuda. Corpo muito bem feito e conservado, pois parecia uma garota. Foi assim que nossas transas foram sendo incrementadas até que começamos a inventar e relatar nossas fantasias eróticas um para o outro e isso fez com que não somente a libido aumentasse, como ajudou para que aprendêssemos mais sobre os nossos gostos, as preferências e os desejos. Desde então, andávamos brincando de dar asas à nossa imaginação e inventávamos loucas fantasias. Mas pareciam ser apenas fantasias e não pensávamos que iríamos ter coragem de realizar. Eu estava sempre viajando para resolver problemas da minha empresa, pois atendo clientes em toda a região e às vezes passava vários dias fora de casa. Com isso, nossa libido ficava sempre em alta e falávamos por telefone sobre nossos sonhos e desejos. Náo tínhamos celular que era uma novidade muito cara. Numa das viagens, passei quase duas semanas distante de casa. Já de regresso, Jaque me fez um pedido de comprar no trajeto da minha viagem umas mudas de plantas ornamentais que ela desejava. Seguindo as indicações que ela me passara por telefone, viajei numa estrada de terra e acabei indo parar numa fazenda que ficava na rota da nossa cidade, muito bonita, cuja sede era uma casa grande, muito agradável e aconchegante. Lá, fui recebido com simpatia por um sujeito forte, moreno, com traços bonitos no rosto, que se apresentou como Mussi. Ele não era gordo, mas corpulento, parecia mais jovem do que eu e se mostrava educado e cortês. Mussi trajava calça de jeans tradicional, camiseta azul e calçava botas tipo texano. A tarde estava chegando ao fim e haviam nuvens escuras no horizonte indicando que ia cair uma tempestade de verão. Ele confirmou ter as plantas que eu desejava. Tudo indicava que eu ia encontrar todas as mudas que Jaque me havia pedido. Mas já era sábado de tarde e os empregados estavam de folga. Logo ia começar a chover. Mussi me convenceu então a dormir na fazenda e esperar para levar as mudas colhidas no dia seguinte. Como já estava lá com alguns quilômetros fora da rota, a noite de chuva chegando e ele insistindo, acabei concordando. Entramos na casa e ele me apresentou a esposa, Moyra, uma moça também morena, quase índia, de cabelos curtos e franja, olhos pretos e sorriso franco com dentes muito brancos. Era jovem e bonita. Ela se vestia também com calças compridas, bota e camiseta branca. Reparei que não usava sutiã, pois os seios pareciam firmes e sensuais modelados pela camiseta de algodão canelado. Procurei não ser indiscreto, mas não pude deixar de olhar para aqueles peitinhos firmes e empinados. Ela nos serviu café recém passado e sentou-se perto para conversar. Pouco depois também apareceu na sala uma outra moça, morena de pele clara, cabelos pretos cortados curtos, mais jovem, muito bonita e graciosa, trajando um short estampado curtinho, camiseta regata bem cavada e sandálias de borracha. Era Luzia, uma prima de Moyra, que aproveitara o feriado para visitar a fazenda. Ela demonstrou simpatia e curiosidade, puxando conversa. Fiquei meio sem jeito com a forma descontraída dela estar vestida porque dava para ver quase todo o seio através da cava da camiseta e o shortinho largo e curto revelava parte da bunda. Conversamos coisas triviais, mas fiquei com a sensação que eu havia encontrado pessoas simpáticas e muito hospitaleiras. Nosso papo durou alguns minutos e foi suficiente para notar a simpatia e vontade de agradar dos meus anfitriões. Pouco depois, eles me levaram para conhecer o quarto onde eu deveria dormir. Eu fui buscar minha mala no carro e me preparei para tomar banho antes do jantar. No quarto de hóspedes tinha um banheiro anexo. Logo que entrei no quarto, despi minha roupa e fui para dentro do banheiro, sem me preocupar em fechar a porta que dava para o quarto. Entrei no Box de vidro transparente onde abri o chuveiro. Quando eu estava debaixo d’água, vi Moyra, a dona da casa, entrar no banheiro, trazendo toalhas, sabonete e tapetes de tecido. Eu estava completamente nu dentro do chuveiro, mas ela não se importou com aquilo e deixando as coisas sobre a bancada de mármore do lavatório, me olhou com curiosidade e simpatia. Em seguida, fez um sinal com o dedo indicador, apontando as toalhas deixadas ali e depois saiu. Senti uma certa excitação com aquela situação, mas depois, vendo que ela havia agido com total naturalidade, deduzi que ela não tinha o menor traço de receio ou timidez. Dei de ombros e continuei a me ensaboar. Mas levei outro susto.
Logo a seguir, foi Luzia que entrou no banheiro, vestindo somente um roupão de banho cor de limão. Nem tive tempo de dizer nada. Ele chegou dentro do banheiro sem titubear, e despindo o roupão, como se fizesse a coisa mais normal do mundo, veio completamente nua para dentro do chuveiro junto comigo. Eu não sabia o que fazer. E ela disse:
— Vou ajudar você a tomar banho. Somos muito atenciosos com os hóspedes.
Eu me sentia meio constrangido e também excitado, pois a garota era deliciosa, com um corpo muito sensual e mostrava uma expressão marota no olhar. Se fosse alguma sacanagem, era a mais deliciosa que já tinha visto. Reparei que ela também, como minha mulher, depilava os pelos da virilha deixando apenas um montinho deles no vértice do púbis. A xoxotinha ficava depilada e totalmente aparente. Não dava para disfarçar minha excitação e meu pau ficou empinado e duro. Ela também se deixou molhar sob a ducha e começou a passar sabão no meu corpo. Na hora me lembrei de Jaque e de nossas fantasias. Achei que ela ficaria muito brava comigo de fazer aquilo. Estava deixando as coisas acontecerem sem procurar evitar. Mas também, me sentia excitado e sem jeito de recusar a atenção especial que aquelas pessoas dedicavam aos seus convidados. Não queria ser grosseiro, não pretendia cair na sacanagem, mas estava morrendo de tesão.
A garota continuou a me ensaboar, me acariciando de forma provocante. Eu sabia que não poderia resistir durante muito tempo àquela situação. Tentei alertar dizendo que já fazia muitos dias que eu andava sem sexo. Disse que minha mulher morava em outra cidade. Tentei explicar que eu estava justamente viajando ao encontro dela e não queria fazer nada que traísse sua confiança. A garota sorriu e me tranqüilizou dizendo:
— Tudo bem, eu só estou sendo carinhosa com você. Foi o que sua mulher pediu.
Não entendi nada, e olhei espantado. Vendo minha cara de bobo, ela explicou que havia sido Jaque que lhes contara que eu adorava transar tomando banho. Fiquei totalmente admirado ao saber que minha mulher havia conversado com eles revelado nossas intimidades. A garota explicou que Jaque já conhecia Mussi e Moyra há algum tempo, pois forneciam plantas para sua loja. Ela já sabia que o casal de amigos era liberal, tinha ligado antes da minha chegada, conversado com os amigos e explicado tudo o que podiam fazer comigo.
Continuei meio em dúvida, mas o que ela havia falado coincidia com a verdade. Entretanto, já aceitava as carícias dela em meu corpo. A garota explicou que eles prometeram a ela, que seriam muito atenciosos comigo. Eu achei incrível tudo aquilo, mas deduzi que devia ser uma idéia maluca da fantasia de minha mulher. Era ela quem me havia recomendado para eles. Fiquei assombrado com a coragem e irreverência dela. Mas, diante daquela informação, sabendo que era vontade de Jaque, passei a retribuir as carícias da garota e logo estávamos nos esfregando e beijando sob o chuveiro. Não demorou muito para que o nível de tesão subisse alto em nossos corpos. Saímos do chuveiro e continuamos a nos acariciar e beijar. A garota me pediu para que chupasse os seios dela que eram firmes e empinados, com mamilos ligeiramente mais escuros que a pele tom de pêssego. Beijei os biquinhos durinhos e mamei nos mamilos como faço com minha mulher. Ouvi a garota gemer e tremer de tanto prazer. Meu pau estava entre as coxas dela e minhas mãos sentiam cada músculo do corpo dela vibrando de tensão. Ela me beijava no pescoço e nas orelhas, me acariciando a nuca. Ainda duvidando que eu estava numa situação armada pela imaginação libidinosa de minha esposa, eu cedia aos carinhos da garota. Ela sussurrava que conhecia tudo sobre mim, que Jaque lhes havia contado minhas preferências e prazeres. Luzia queria ser especial naquela noite. Saímos ainda molhados do banheiro indo direto para o quarto. Quando chegamos na cama, continuamos nossa transa. Eu me sentei sobre a cama. A garota se ajoelhou sobre o tapete no chão ao lado da cama e começou a lamber meu pau, exatamente como Jaque fazia. Eu estava completamente desnorteado. Não imaginava que Jaque tivesse tanta ousadia. Não resisti mais e puxei-a para a cama. Logo, estávamos fazendo um 69. Eu permaneci deitado de costas e ela veio se acomodar por cima, com as pernas abertas. Olhei a bocetinha cor de rosa, molhada de tesão e lambi o clitóris saliente com a ponta da língua. A garota suspirou cheia de tesão. Eu aproveitei e enfiei dois dedos na xoxotinha e um no rabinho. Ela rebolava muito tesuda. Continuamos nossa transa de língua mais três minutos até que paramos porque já estávamos quase gozando. Naquele momento eu deduzi que Jaque devia ter conhecido Mussi e Moyra há pouco tempo em algum dos seminários sobre jardinagem que haviam acontecido naquela região. Com esses pensamentos na cabeça, eu e a garota continuávamos a trocar carícias e pouco a pouco eu me havia liberado completamente, entregue ao delicioso jogo de prazer que minha própria mulher havia arranjado. Nós estávamos prolongando ao máximo as sensações de prazer, pois não havia envolvimento emocional ou afetivo, apenas o deleite do jogo sexual isento e permitido. Nesse momento, Moyra entrou no quarto. Estava completamente nua e veio para onde estávamos. Subiu na cama e me deu um beijo na boca. As duas mulheres me acariciavam e eu não sabia se me entregava ou ficava com medo do marida da Moyra aparecer.
Relaxa, disse ela, o Mussi sabe que estamos aqui. Fiquei meio cabreiro, mas as duas estavam tão sacanas e sensuais que eu não resisti e entrei na sacanagem com elas. Uma me lambia e eu chupava a xoxota da outra. Depois a gente trocava de posição na cama. Pouco depois nós ouvimos ruídos e vozes abafadas do outro lado da parede do quarto. Antes que eu pudesse me levantar da cama para ver o que acontecia, olhei para a parede lateral do aposento e percebi que o que separava um quarto de outro era uma parede falsa de espelho acrílico imitando a porta de um armário, que com a luz por trás havia ficado meio transparente.
Foi nesse momento que vi Jaque, minha mulher e o marido de Moyra no quarto ao lado, totalmente despidos, também abraçados e tocando carícias. Mussi estava de pé abraçando Jaque por trás. Estavam nus e Mussi acariciava os seios dela. Na verdade eles assistiam aquela minha transa com as duas mulheres e se acariciavam cheios de tesão. Ao verem que já os havíamos avistado, se levantaram sorridentes e vieram para junto do espelho. Mussi fez o espelho correr como uma porta embutida e eles entraram no quarto. Eles se aproximaram da cama onde eu estava, muito admirado. Jaque, completamente nua me abraçou e me beijou, demonstrando a saudade que sentia. Eu parecia congelado, muito surpreso e um pouco sem jeito com aquela situação. Jaque reparou minha expressão meio atônita e me disse:
— Oh meu querido, não fique zangado, eu quis fazer uma surpresa para você. Eu fiquei tão excitada com tudo o que já falamos que resolvi fazer com que nossa fantasia pudesse acontecer. Estes amigos são de minha total confiança e sei que vai gostar deles. Eles me contaram que fazem encontros de casais e sexo grupal. Fiquei morrendo de vontade de experimentar com você. Foi por isso que combinamos tudo para que viesse nos encontrar aqui. É minha surpresa!
Na hora, eu estava ainda sob o efeito de estranhas sensações. Havia sido surpreendido por uma situação da qual eu não tinha total controle, mas notava um clima de camaradagem e admiração nas pessoas em volta. Jaque me beijava e reparei que tremia de emoção e desejo. Notei que Mussi acariciava a bunda dela e aquilo bem na minha frente. Mas eu não podia reclamar de nada. Em seguida, Jaque perguntou se havia gostado da amiga. Antes que eu pudesse responder, Moyra também me acariciou e me beijou na boca, demonstrando que estava curtindo a situação e estava muito excitada com tudo aquilo. Olhei para o Mussi e notei que sorria simpático, ainda se esfregando na bunda de minha mulher. Eu estava muito excitado, embora perplexo com a capacidade de Jaque em inventar aquela estória e também meio incrédulo. Ela insistiu comigo, dizendo:
— Vamos meu querido, eu sei que gosta muito de transar. Mostre a eles como podemos fazer tudo com muito tesão. Vamos sentir de novo aquele tesão que fantasiamos no outro dia. Faremos junto com estes amigos.
Eu vi que Jaque estava mesmo excitada. Moyra se ajoelhou na cama e procurava lamber meu pau. Jaque pegou a minha mão e levando até sua xoxotinha, fez com que eu sentisse como estava molhada de tanto tesão. Ela falou:
— Veja como estou molhada de desejo. Vamos curtir junto nosso tesão.
Senti que descia dela um líquido macio e escorregadio. Sua bocetinha estava depilada e estufada demonstrando que sua lubrificação estava no máximo, numa excitação alucinada.
Soltei uma exclamação diante daquela demonstração de desejo. Jaque acenou com a cabeça e disse:
— O Mussi e a Moyra me chuparam enquanto nós assistíamos você e a Luzia fazendo 69 aqui no quarto. Fiquei completamente louca de vontade de entrar aqui, mas queríamos prolongar a surpresa e curtir o tesão de ver vocês transando. Eu já estava quase gozando. Agora estou louca de vontade de transar também.
Nessa altura eu também tremia de volúpia. Toda a cena era altamente erótica, todos se acariciando e se lambendo, respirando um ar carregado com o cheiro do sexo. Eu havia me sentado na cama e Moyra estava sentada ao meu lado esquerdo, alisando meu pinto. Jaque, de quatro sobre a cama, do meu lado direito, me beijava enquanto falávamos. Mussi, o marido de Moyra, havia se sentado na ponta extrema da cama, bem adiante à minha frente, meio por trás de Jaque. Ele começou acariciar e depois lamber a bunda de minha mulher. Jaque suspirou com os toques e disse:
— Ai querido, tudo o que nós imaginávamos nos sonhos eu estou sentindo agora! O Mussi me chupando e a Moyra chupando você é alucinante.
Vi que a expressão facial dela era de total volúpia, rebolando os quadris enquanto Mussi lambia a xoxota dela por trás. Perguntei para ela se estava realizando a vontade de transar com dois homens e Jaque me beijando alucinada de tesão gemeu:
— Oh, querido, é uma loucura! Estou gozando sem parar. Nunca imaginei que ia sentir tanto tesão!
Luzia, a garota mais nova, estava agora com a cabeça entre as pernas de Mussi, chupando o pinto dele que era escuro e grosso. Eu sentia grande tensão emocional e compreendi que estava totalmente tomado pelo desejo. Beijei Jaque mais uma vez e confessei que eu também estava morto de tesão.
Você está zangado comigo querido?
Claro que não!
Expliquei que não ficara zangado, apenas surpreso. Jaque me abraçou e voltou a me beijar com a língua se enroscando na minha. Nós nos acariciávamos enquanto Moyra me chupava o pau. Ficamos nos beijando, com o tesão pegando fogo. Jaque continuava ajoelhada de bunda para cima rebolando e Mussi chupava sua xoxota por trás fazendo minha mulher gemer alto com as sensações. Na seqüência Moyra e Jaque também se beijavam e eu me revezava chupando o seio de uma e da outra alternadamente. O tesão tomou conta de tudo e tive a vontade de relaxar e deixar rolar. Naquele momento podia deixar acontecer tudo que viesse. As pessoas se movimentavam e íamos alternando parceiros. Pouco depois, Jaque e Moyra também foram trocar carícias com Mussi e com Luzia. Jaque começou a chupar o pau dele e Luzia ficou entre as pernas de minha mulher, lambendo sua xoxota. Jaque gemia e lambia a pica grossa do fazendeiro, segurando o pau com uma das mãos e masturbando de leve enquanto deixava a amiga sugar seu grelinho. Luzia voltou a fazer 69 comigo e chupei a garota com total entrega. Ficamos nessa sacanagem mais alguns minutos até que Jaque se levantou e pedindo licença para Luzia, veio se sentar sobre o meu pau, completamente alucinada, pedindo:
— Enfia em mim! Enfia gostoso que eu estou gozando sem parar!
Seu corpo desceu e meu pau entrou na sua boceta molhada. Estava quente e apertada, escorrendo as secreções do tesão. Ficamos trepando como loucos e esperei que completasse seu orgasmo. Mas Jaque ainda estava gemendo cheia de prazer e não perdeu o desejo. Ela se levantou e foi se oferecer para Mussi. Mussi tinha um pinto escuro, quase preto, grosso, cheio de veias e o saco muito cabeludo. Aliás, ele era bem cabeludo no corpo. Mas não era feio. Minha mulher continuava excitada e pediu para ser penetrada pelo amigo. Vi Moyra entregar uma camisinha para Jaque e reparei que ela tentava vestir o preservativo no pau do sujeito. Depois foi montando a cavalo sobre o pau dele. Eu vi aquela cena que me deixou alucinado de tesão. Nunca pense que ia ficar excitado de ver minha mulher trepando com outro na minha frente. Logo Luzia veio substituir Jaque e vestiu uma camisinha no meu pinto. A garota se enfiou então sobre o meu caralho empinado, gemendo de prazer com a penetração. Eu estava quase gozando, mas tentava controlar o orgasmo. Vi Jaque rebolando sobre o pau de Mussi com Moyra mamando em suas tetas. As duas também ficavam se beijando.
Ela disse:
— Vem Mussi, você está me fazendo gozar de novo. Enfia esse pinto grosso em mim. Estou louca para gozar de novo com você.
Entendi então que eles já haviam transado antes de me encontrar, mas não dava para me preocupar com aquilo, pois a sacanagem rolava intensa. Enquanto isso Luzia gemia com meu caralho dentro da xoxota e mostrava que estava em pleno orgasmo. Nossa excitação não diminuía. Jaque gemia bem alto de prazer.
Nunca pensei que pudesse assistir uma cena daquela sem reagir negativamente. Ela viu que eu a observava e me disse:
— Oh querido, você não sabe como é bom trepar com ele junto de você. Eu fico louca de tesão sabendo que você está aqui junto comigo me vendo gozar assim.
Naquela hora eu via o tesão que Jaque estava sentindo ao ser penetrada por ele e aquilo me excitava muito. Parecia filme erótico, com uma visão de detalhe da sua xoxota na minha frente e o pinto entrando. Jaque gemia:
— Vem, enfia tudo! Faz-me gozar de novo!
Ela olhava para onde eu estava, mas nos seus olhos eu via apenas os globos girando em completo êxtase. Na minha mente, uma voz interior parecia repetir para me ajudar a entender que era somente sexo, prazer, erotismo, sem nada que nos abalasse afetivamente. Na verdade, estávamos juntos fazendo aquela sacanagem e os amigos pareciam também ter a mesma forma de sentir. Tentei fixar a idéia que não havia nenhum sentimento especial. Luzia Teve uns dois orgasmos seguidos no meu pau. Então foi a vez de Moyra trocar com ela. Ela trocou a camisinha no meu pau e subiu a cavalo ajudando para que meu caralho a penetrasse. Eu ouvia Jaque gemendo com a penetração do caralho de Mussi e muito excitado com aquilo, comecei a trepar com Moyra, morrendo de vontade de fazer ela sentir o mesmo que Jaque estava sentindo. Na verdade, estávamos contagiados por um clima de total volúpia e tudo tinha uma conotação excepcionalmente sensual. Moyra já estava se movimentando muito e gozava com meu pau dentro dela. Ela gemia e exclamava:
— Ui..., Ui, que gostoso! Ai Jaque, eu também estou gozando muito.
Eu sentia a xoxotinha apertar meu pinto que latejava pronto a ejacular. Luzia havia pegado um vibrador grosso de uma gaveta em baixo da cama e se masturbava enquanto trocava beijos com Moyra. Os gemidos foram ficando mais intensos e pouco depois todos gozavam o orgasmo final totalmente entregues ao desejo. Eu senti minha porra escorrendo dentro da camisinha e meu pau massageado pela xoxotinha da morena. Moyra, descabelada, agitando a cabeça no meio do orgasmo, montada a cavalo sobre meu ventre, os seios vibrando com os movimentos do corpo se esfregando com minha pica dentro dela. Luzia, de joelhos ao nosso lado, chupava os seios de Moyra e com uma mão masturbava o vibrador na própria xoxotinha. Mussi trepava ainda com Jaque, ele por cima no meio das suas pernas e eu via a bunda cabeluda dele subindo e descendo e os seus gemidos de orgasmo. Jaque estava chamando meu nome exclamando o prazer que sentia:
— Ai Pedro querido, estou gozando muito. O Mussi está gozando junto comigo e é bom demais!
Ao mesmo tempo em que a imagem daquela cena me deixava perplexo, ainda podia sentir a sensação de excitação que há pouco experimentara.
Ficamos assim, entregues aos prazeres dos orgasmos alucinantes até que pouco a pouco começamos a relaxar. Em menos de cinco minutos estávamos todos deitados sobre a cama, respirando ofegantes, saciados de prazer. Mussi e eu retiramos os preservativos e fomos jogar no vaso sanitário. Finalmente as mulheres se levantaram e nos levaram para tomar uma ducha no chuveiro. Elas nos ajudavam a lavar e enxugar. Em seguida, voltamos para o quarto e nos deitamos sobre a cama, comentando a delícia daquela aventura. Cinco minutos depois, já havíamos admitido que acabáramos de vivenciar a experiência sexual mais intensa e marcante de nossas vidas. Comentando sobre o que acontecera, verificamos que não estávamos arrependidos. Todos estávamos bem animados e compreendemos o passo que havíamos dado, perdendo o medo de materializar uma fantasia que há muito nos excitava. Jaque aproveitou que eu estava tranqüilo e então me contou que conhecera Mussi e Moyra mais intimamente no final de semana anterior, quando eu estava em viagem. Eles se encontraram num evento e depois, eles a haviam convidado para sair. No final da noite haviam vindo até à fazenda onde minha mulher tinha sido iniciada na prática do swing, junto com outro casal. Foi então que surgiu a idéia de fazerem a surpresa para mim. Durante toda a semana eles ficaram planejando tudo aquilo e com isso, Jaque acabara ficando tão excitada, com a libido acesa que havia trepado com eles várias vezes. Ela relatou então como havia sido a transa e que tinha sido excitante transar com o casal de amigos. Desde então, ele não via a hora de me apresentar a eles. Ouvindo a estória, acabei por concordar que não me arrependia do que acontecera, pois na hora da suruba, tanto para mim como para Jaque, estava bom demais. Perguntei desde quando ela estava na fazenda e Jaque confessou que chegara na tarde anterior. Concluí então que já havia passado outra noite com os amigos e ela assentiu, explicando que já se sentia muito íntima deles e que aguardavam minha chegada sem saber quando seria. Naquela noite ainda transamos outras vezes, em diferentes posições e nos entregamos às mais deliciosas modalidades de carícias entre nós. Deixamos as três mulheres brincando de se excitarem enquanto Mussi e eu assistíamos a cena. Logo ficamos de pica dura e morrendo de vontade de entrar na brincadeira. As mulheres então vieram se oferecer e nos cobriam de beijos e carícias, esfregando seus corpos nos nossos. Mussi inventou então um jogo, que chamava de roleta Beija-Flor. Tiramos a sorte, e quem perdeu, foi obrigado a ficar de mãos e pés atados na cama, sentido os outros lambendo e chupando seu corpo ao mesmo tempo durante cinco minutos. A seguir, tirava-se a sorte novamente e outra “vítima” sofria o tratamento. A primeira vítima foi Moyra e todos ficamos sobre ela, lambendo chupando e mordiscando seu corpo enquanto ela gemia de prazer. A segunda pessoa sorteada foi Jaque e também nos debruçamos sobre ela até que quase desmaiou com tantas sensações alucinantes. Depois, foi a vez de Luzia e também deixamos a garota quase louca. Pouco depois estávamos trepando de novo. Jaque teve finalmente a chance de experimentar transar com dois homens. Ajoelhada de quatro sobre a cama, transou novamente com Mussi penetrando na sua xoxota por trás enquanto ela chupava o meu pau. Depois eu e Mussi fizemos dupla penetração nela. Ele ainda penetrando na xoxotinha, mas deitado de costas com ela por cima e eu penetrando em seu ânus. Enquanto isso Luzia e Moyra faziam um 69. Foi uma noite de total orgia e adormecemos exaustos de tanto trepar. Quando finalmente partimos da fazenda deles no dia seguinte, havíamos descoberto um novo mundo de possibilidades e experiências sexuais para conhecer e desfrutar. Desde então, temos conhecido outros casais e nos divertido muito na companhia de amigos liberados e de bem com a vida.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:48
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