Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

Uma Estranha no café..


Olá a todos, Este é mais um conto verídico e deveras excitante (para mim foi). Eu sou um jovem de 30 anos solteiro e bom vivan, na zona onde eu moro tenho suscitado alguma curiosidade da vizinhança e tenho vindo a integrar-me bem. Todos os dias pela manha vou tomar pequeno almoço num café aqui na minha rua que fica a caminho do comboio, sempre encontrei por lá a Lu (o nome sei agora :)), uma mulher mais ou menos da minha idade, mulata bonita e corpo bem definido, é para mim desde o nosso primeiro trocar de olhar um mistério tal como para ela. Em todas as ocasiões fomos olhando e flirtando existia sempre alguma força que impedia a nossa comunicação até há bem pouco tempo... Um dia caminhamos juntos para o comboio parecia que um de nós tinha de dar o passo para quebrar o gelo, a situação manteve-se até entrar no comboio e sentarmo-nos frente a frente com um largo sorriso de cumplicidade. Ela deu o primeiro passo e disse "hoje está um calor terrível" e eu concordei dizendo "e parece que as noites estão demasiado quentes também" e um sorriso provocador acompanhado com um passar de língua pelos lábios fez com que despertasse uma ponta de tesão entre olhares.
Ela chegando á hora da sua saída disse-me que teria muito gosto de comunicar comigo então eu dei o meu msn e ela o dela. Chegando ao trabalho adicionei e eis que surge uma deusa do outro lado, fomos falando muito sem tocar directamente no sexo apenas usando frases subliminares. Uma bela noite estava eu no msn e Lu disse-me que estava com muito calor e poderia ir até à esplanada e convidou-me para ir eu prontamente aceitei coloquei um bom perfume e aí vou eu. A noite estava realmente quente e transpirávamos não só de calor mas também de tesão. Decidi então acompanha-la a casa. Chegando á porta do prédio ela tropeçou e eu agarrei-a ela abraçou-me como se fosse cair de um precipício beijando-me de imediato deixando-me louco. Meio encabulado eu despedi-me dela e marquei encontro no msn mais tarde. Já no msn ela pediu que eu liga-se a minha web cam e eu disse que só trocando. Assim fizemos a primeira imagem que tenho dela é uma lingerie sexy branca muito pequena, fiquei logo "todo aceso" ela confessou que gostaria muito de estar comigo pois o seu corpo sentia um fogo enorme, confessei que sentia o mesmo. Ela foi masturbando-se para mim até que eu num rasgo de valentia me convidei a ir a sua casa.
Chegando lá tão rápido como o super homem, toquei, subi e fui recebido com um longo beijo e um caminho de velas até á casa de banho onde uma banheira cheia de espuma e umas flutes de champanhe despiu-me encaminhando-me para a banheira, lá dentro de frente para mim começou a acariciar os seu seios e sua cona bem tratada (sem um pelo) sentou-se no topo da banheira e abrindo as pernas afasta com os dedos os lábios da sua vulva pede-me que a lamba, eu cheio de tesão rapidamente me delicio com a sua xaninha quente, saborosa atento aos seu gemido de prazer vou chupando o seu clitoris e mordendo os seus lábios fiquei assim até que me levantei e dei o meu pau para ela que louca chupou com mestria, ela olhando para mim enquanto mamava fazia o meu pau latejar de prazer. Ergo a e viro-a de costas para mim penetrando vagarosamente a sua xana com umas estocas fortes e fundas alternando com suaves e demoradas penetrações até que ela pega nele e o coloca no seu cuzinho e com a mão encosta até que eu não consigo entrar mais fundo. Os meus movimentos lentos e a dança das suas ancas me excitam de tal maneira que freneticamente eu acelero os meus movimentos até que sinto suas pernas tremer com um violento orgasmo não resisto e grito que me estou a vir e ela agarra-me não deixando sair. Do meu pau jorram rios de sémen que inundam o seu interior. Foi sem duvida um excelente momento de prazer.... Espero que tenham gostado...

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Fodi a amiga da minha mulher


A minha esposa tem uma amiga boa como o milho e todos os dias fazemos a viagem de comboio para o emprego eu ja andava de olho naquele cu mas oportunidades nem ve las ate k a mah mulher mudou de emprego e passei a ir com a amiga de comboio.as nossas conversas eram banais do dia a dia ate k um dia ela me mostra uma foto dela com um top k mal escondia as mamas,nao me fiz de rogado e aproveitei a deixa para lhe dizer.
susana eu desconfiava mas agora vejo k es mto sexy e bastante boa.
deixa te disso to.
e verdade es boa pena tenho eu de nao te poder provar.
la tas tu so pensam nisso vos os homens.
nao susy eu penso nisso ha mto tempo so de te ver de manha ja vou bem imaginativo para o trabalho.
e se eu te desse conversa como irias fazer?
sei la algo se arranjava,mas nao me tentes porque daqui a bocado tas me a dizer nao.
experimenta.
ok dexe cmg em sete rios e entra na casa de banho das mulheres eu irei atras de ti.assim foi ela entra e como nao saiu era sinal k nao estava mais ninguem meu caralho ja estava teso so de pensar k ia fode la ali msm.
entra para o privado e mostra me o teu caralho.
metio de fora os meus 22cm de prazer
foda se k e grande a carla deve ser bem fodida com ele
deixa a mha mulher e meteo na boca molha o bem para te poder foder
ela nao vai de modas e começa a mamar na mha verga cada vez mais tesa e começa um acima abaixo louco tao louco k ela ia se engasgando
deixa susy deixa eu po lo na tua cona
sentei me na sanita e ordenei lhe para se sentar na verga
anda mha vakinha linda senta nele e fode me todo
meteu apenas a cabeça e so depois foi descendo bem devagar senti aqula cona toda a descer no meu caralho estava eu com a boca nos bicos das mamas e ela a cavalgar cada vez mais a mha picha quando nisto eu me esporro todo e ela me diz
da me o teu leite mistura o com o meu tou a gozar nesse caralho oh oh k bem tu fodes mas k rico caralho tu tens.
vestimos e saimos e encontramos duas senhoras um pouco embaraçadas a olhar para nos,nada dissemos e saimos cada um para o seu emprego.hoje continuamos a ir no msm comboio e de vez em quando la vamos nos ver as casa de banho das estaçoes...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:33
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

O meu homem a dias


Passaram-se já uns 3 meses desde que eu transformei o meu marido (melhor dizendo, ex-marido) numa empregada doméstica. Ele ficou a dormir no quarto da criada (ligado à cozinha) e tratei de o obrigar a fazer todas as tarefas domésticas: lavar e limpar a cozinha e a casa de banho, aspirar, limpar o pó, fazer a minha cama, passar a ferro, ir às compras e cozinhar o que eu lhe mandar para mim e para os meus amigos. Mas não é isso o que quero narrar nesta história. O mais giro é que ele se transformou! A princípio choramingava, depois habituou-se e conformou-se. Mas agora está diferente. Dá-me um grande gozo gritar com ele mesmo a desproposito e ver como ele se põe de gatas a pedir desculpa - não se sabe de quê - e lamber-me os pés como se fosse um cão. Passei a obrigá-lo a usar bata e a servir à mesa fardada. Falei dos meus amigos. Pois bem. Eles gozam com ele (com ela) chamando-lhe criada obediente e mandando ela apanhar guardanapos que atiram para o chão. Eu digo ela porque na verdade eu obriguei-a a transformar-se numa ela. Veste-se como uma mulher, com vestidos, colãs e tudo.Os meus amigos dizem para mim: põe esta cadela a lavar a loiça e vamos fazer uma orgia. Eu gozo que nem uma doida. Depois, quando já estamos relaxados, os meus parceiros mandam-me ir chamá-la ao quarto dela. Lá vou eu acordá-la. Ela fez-nos café e depois de nos reconfortarmos mandam-na tirar a camisa de dormir e a cuequinha. Fica nua, com um penduricalho que é uma pilinha triste e murcha, mais pequeninha do que uma pilinha de porco. Depois, como já estavamos um bocadinho bebidos, começámos a gozar com ela. Primeio mandámo-la por-se a 4 patas. Depois o Pedro (um dos meus amigos) começou a dar-lhe palmadas nas nalgas. Depois eu fui buscar o meu vibrador e enfiei-lho no cu. Quando ela já gemia o André mandou-me parar. Disse: agora ela vai beber. E enquanto ela chupava o André todos os meus amigos se preparavam para a humilhação final. Assim que o André se esporrou para cima dela ela já estava cansada e deitou-se no chão. Foi então que todos eles e eu tamém gritámos: É agora! E pusemo-nos a fazer xixi para cima dela, para a boca fiz eu, eles apontavam para outras partes. Ela chorou, mas amochou. Foi assim que eu transformei o meu homem a dias em mulher a dias e a pus ao meu serviço e dos meus amigos. Gosto tanto de ser fudida por eles! Sou insaciável. Eles às vezes gostam de me ver fazer amor com outra mulher à frente deles, mas eu até gosto. Não me levem a mal por transformar um homem a dias numa mulher a dias mas ela mereceu. Eu sou ao mesmo tempo oferecidinha e obedientezinha para os meus amantes e amigas, mas fui muito mandona para aquela coisa. Beijinhos desta vossa puta.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:45
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Desejos GAY


Já tive experiencia com um homem.
Gostei, se bem que o nervosismo pode não ter deixado aproveitar o momento.
Passou-se uns tempos e desejo de ter novas aventuras surgiu de novo na minha vida.
E comecei a frequentar chats bi’s e gays e comecei a conversar bastante com um rapaz (chama-lo de A). Primeiro, no chat, depois no MSN e rapidamente começamos a ligar as cam para vermos um ao outro. Gostávamos do que víamos e rapidamente, criou-se empatia suficiente para combinarmos um café.
Num sábado, encontramo-nos. Nervosos, mas agradados, por finalmente, conhecermos pessoalmente a pessoa que nos fazia ficarmos excitados. Começamos a falar de coisas banais e rapidamente fomos parar ao sexo. O porquê do desejo, ao quanto tempo surgiu, etc. Estávamos contentes até que surge um amigo dele, que tinha boa pinta. Cumprimentara-se e apresentou-me (chama-lo de B). E convidei-o a sentar-se connosco. E sentou-se. Conversamos e A confidenciou que B era um excelente amante, pois tinha sido ele que o tinha iniciado numa relação gay. Fiquei curioso, mas tentei manter postura. Mais uns minutos e B convidou-nos a ir bebermos um copo a casa dele, aceitamos e lá fomos. Ia excitado, nervoso, mas fui. Entramos, uma casa bem decorada, arrumada, e fomos para a sala. Sentamo-nos no sofá e eu fiquei no meio deles. Conversamos um pouco sobre sexo gay, e nisto ele pergunta se pode por um filme para relaxarmos. Engoli em seco, pois imaginava que género ele iria por, e quando começa a dar o filme, vejo que é gay. Ele fecha os estores, fica pouca luz na sala e começamos a ver sexo gay. B desce as calças e começa a tocar-se. O amigo A segue-o e também começa a tocar-se. Eu estava sem jeito e B, diz “Estás nervoso? Precisas de ajuda?” e nisto pega na minha mão e põe sobre pau dele, meio duro. Fechei os olhos de alegria e agarrei-o. A desabotoa minhas calças e começa a acariciar-me o membro. Abro os olhos a aprecio a cena: eu a bater uma a um rapaz, e eu a ser masturbado por outro. Eu com 2 homens. Nem queria acreditar. A além de me masturbar, começa a mexer-me no olho do cu. Meus olhos reviram-se, e B pega na minha cabeça e diz “É melhor mamares-me” e abro a boca a tempo de enterrar-me o pau todo de uma vez pela minha boca a dentro. E começa a foder-me a boca ao seu ritmo. Não tento parar, nem sequer tento tira-lo da boca. O A enterra-me dedo no cu e começa a mamar-me. B diz que já volta e eu e o A pomo-nos a jeito para fazermos um 69, e começamos a brochar em simultâneo, no chão da sala. B volta e diz que também quer participar e põe-se por trás de mim e sinto um liquido frio a escorrer pelo meu rego, seguido dos seus dedos a apalpar-me o olho. Mexe e remexe até que me enterra dedo no cu. Um dedo num vai vem, até que me mete o segundo dedo. Eu com as minhas mãos, tento alargar minhas bordas, para melhor enterrar. Ele sente que estou pronto, e encosta a sua cabeça ao meu olho. A ao ver a cena, diz “Lindo, adoro mamar e ver cu a ser fodido”. E B começa a arrombar-me. Entra a cabeça, gemo e ele pára. “Doeu?” perguntou… não respondo pois não queria parar de mamar o A. Só fiz uns barulhos e ele enterra mais. Gemo mais um bocado, tento alargar minhas bordas o mais possível, até que sem controlo digo “Fode-me como uma puta com cio” e nisto ele agarra-me as ancas e numa estocada, mete-o todo! Paro de mamar e dou grito, de dor e prazer intenso, e retomo a minha mamada. E começo a sentir olho a ser alargado a cada enrrabadela. Eu estava com 2 homens, a ser uma puta sem vergonha, só pedia mais e mais e mais. B pára de me enrrabar e deixa que A me foda, ficando eu de barriga para cima. A põe minhas pernas nos ombros dele e entra facilmente. Rio-me de alegria, pois está a ser divinal. B ajoelha-se à minha frente e enterra-me novamente pau dele na minha boca, e começa a foder-me a boca. Deixa-me varias vezes sem ar, eu babo-me imenso, mas ele sabe o que faz e sabe quando parar.
Nisto trocamos de posição e A senta-se no sofá, eu ajoelho-me a frente dele e mamo-o, lambo-lhe os colhões, o olho do cu, só quero dar-lhe prazer, e B, coloca-se por trás e começa a enrabar-me novamente, com uma velocidade louca, Sinto os colhões dele a bater-me, a barriga dele a bater-ne nas bordas, e começam dizer que se vão vir. Eu digo “ambos têm de ser vir na minha cara, combinado?” ao que ambos concordam. A ameaça ser o primeiro e agarra-me o cabelo eu bato-lhe uma punheta a alta velocidade e sinto a esporra a saltar-me para a cara. Quentinho, sabe bem, e volto a mama-lo, para limpar-lhe o pau. B Chama-me ajoelho-me perante ele, que se tinha posto de pé, faz-me mamar e vem-se na minha boca. Muita esporra me deu ele. Não me esgasguei por pouco, até que cuspi tudo pró meu peito e espalhei com minhas mãos.
Eles pediram para ver meu cu e estava aberto, escancarado a pau de homem sedento de cú. Estava de rastos e feliz. Tinha ali dois homens desejosos de me tratar como uma menina sem vergonha, uma puta pronta a ser usada e esporrada.

Levantei-me, fui à casa de banho voltei e B fodia A. Eles chamaram-me mas fui embora. Apenas mamei uns segundos cada um.

Ficou combinado mais encontros, e já aconteceram.

Pode ser que os conte.

Abraços a todos os homens bons, e às mulheres, que apesar destas experiencia, eu adoro muito.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:42
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Segunda-feira, 8 de Dezembro de 2008

Conto erotico de Natal


Como há vários anos, decidimos fazer a árvore de Natal dia 1 de Dezembro.

Cheguei mais tarde, tinha ido comprar uma ligerie vermelha, com ligas e meias de seda.
Cheguei a casa estavas envolto em fios e luzinhas de Natal, com a caixa de bolas e fitas ao teu lado, sentado no chão sorriste.


Sorrateiramente fugi da sala, enquanto te ouvia cantar o Jingle Bells, tomei um duche rápido vesti apressadamente a lingerie e um roupão por cima e fui ter contigo.
Sentei-me a teu lado, perdeste-te com o perfume dos meus cabelos,ainda te distrai com o sino que tocava, e as bolas vermelhas, mas senti as tuas mãos a tentarem entrar dentro do roupão, e no chão, por cima da manta aos retalhos, lareira acesa e montes de bolas coloridas deixei explorares o interior do robe, quando te apercebeste de uma nova lingerie, sorriste com aquele riso safado e despiste-me, ficando-me a fitar com cara gulosa.


Pedi-te para te despires, e tu lentamente te levantas-te, tirando a roupa devagar, dando-me tempo para apreciar e desejar mais.


Ficaste em boxers justos, pretos, sentaste em frente a mim, e começas-te a beijar-me, primeiro suavemente, depois sôfrego, com mais e mais desejo.


Pediste-me para me deitar, vendaste-me, e com muito jeito tiraste-me as meias, beijando delicadamente meus pés, dedo a dedo, sentia a tua língua percorrer os pés, enquanto as mãos os massajavam, e eu imóvel, não me deixavas mexer, as mãos, percorriam agora as pernas, a língua acompanhava o trajecto, eu toda arrepiada pedia mais.
Não foi preciso repetir, passeavas livremente por meu corpo com língua e mãos, até que senti o teu corpo quente junto a mim, tentando acariciar-te fiz um movimento em tua direcção, ao que tu respondeste juntando-me as mãos e com um lenço prendeste-me.


Sem ver e sem poder mexer, desfrutei da tua boca, língua, senti os teus dedos entrarem dentro de mim, arqueei o corpo, já completamente doida, a desejar que me fodesses, pedi, tu não cedeste, querias fazer-me sofrer mais.


Pegaste num pedaço de rama do pinheiro e foste deslizando pelo meu corpo, eu gemia, tu brincavas, e divertido perguntavas-me se queria as bolas, vermelhas ou douradas.
A tua língua apoderou-se de mim, com movimentos suaves e mestria entrava e explorava toda a minha tesão, completamente molhada e louca de desejo estremecia cada vez que sentia os lábios, a língua que brincava com o meu gozo.
Entre gemidos pedi para me foderes, e tu rindo disseste, sim, agora sim.
Deitaste em cima de mim, estavas muito excitado também, senti a possuíres-me, primeiro devagar, depois intenso, fazias-me pedir para mo dares todo, pedi, num controle perfeito davas, e tiravas, até que finalmente o senti todo, com força, cada vez mais rápido, ouvia a tua respiração ofegante.
A partir daí, juro que vi o Pai Natal, o menino Jesus, e até os Reis Magos.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:00
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Conto erotico de Natal


Como há vários anos, decidimos fazer a árvore de Natal no principio de Dezembro.

Cheguei mais tarde, tinha ido comprar uma ligerie vermelha, com ligas e meias de seda.
Cheguei a casa estavas envolto em fios e luzinhas de Natal, com a caixa de bolas e fitas ao teu lado, sentado no chão sorriste.


Sorrateiramente fugi da sala, enquanto te ouvia cantar o Jingle Bells, tomei um duche rápido vesti apressadamente a lingerie e um roupão por cima e fui ter contigo.
Sentei-me a teu lado, perdeste-te com o perfume dos meus cabelos,ainda te distrai com o sino que tocava, e as bolas vermelhas, mas senti as tuas mãos a tentarem entrar dentro do roupão, e no chão, por cima da manta aos retalhos, lareira acesa e montes de bolas coloridas deixei explorares o interior do robe, quando te apercebeste de uma nova lingerie, sorriste com aquele riso safado e despiste-me, ficando-me a fitar com cara gulosa.


Pedi-te para te despires, e tu lentamente te levantas-te, tirando a roupa devagar, dando-me tempo para apreciar e desejar mais.


Ficaste em boxers justos, pretos, sentaste em frente a mim, e começas-te a beijar-me, primeiro suavemente, depois sôfrego, com mais e mais desejo.


Pediste-me para me deitar, vendaste-me, e com muito jeito tiraste-me as meias, beijando delicadamente meus pés, dedo a dedo, sentia a tua língua percorrer os pés, enquanto as mãos os massajavam, e eu imóvel, não me deixavas mexer, as mãos, percorriam agora as pernas, a língua acompanhava o trajecto, eu toda arrepiada pedia mais.
Não foi preciso repetir, passeavas livremente por meu corpo com língua e mãos, até que senti o teu corpo quente junto a mim, tentando acariciar-te fiz um movimento em tua direcção, ao que tu respondeste juntando-me as mãos e com um lenço prendeste-me.


Sem ver e sem poder mexer, desfrutei da tua boca, língua, senti os teus dedos entrarem dentro de mim, arqueei o corpo, já completamente doida, a desejar que me fodesses, pedi, tu não cedeste, querias fazer-me sofrer mais.


Pegaste num pedaço de rama do pinheiro e foste deslizando pelo meu corpo, eu gemia, tu brincavas, e divertido perguntavas-me se queria as bolas, vermelhas ou douradas.
A tua língua apoderou-se de mim, com movimentos suaves e mestria entrava e explorava toda a minha tesão, completamente molhada e louca de desejo estremecia cada vez que sentia os lábios, a língua que brincava com o meu gozo.
Entre gemidos pedi para me foderes, e tu rindo disseste, sim, agora sim.
Deitaste em cima de mim, estavas muito excitado também, senti a possuíres-me, primeiro devagar, depois intenso, fazias-me pedir para mo dares todo, pedi, num controle perfeito davas, e tiravas, até que finalmente o senti todo, com força, cada vez mais rápido, ouvia a tua respiração ofegante.
A partir daí, juro que vi o Pai Natal, o menino Jesus, e até os Reis Magos.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:00
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Quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

O sonho


Como em outro dia qualquer lá fui eu para "a minha praia", de nudismo pois claro.
Um ambiente fantástico, bom tempo, gente alegre e de bem com a vida, enfim, uma tarde inesquecível.
Lá fui eu para mais um passeio junto à água, aproveitando para uns mergulhos refrescantes.
A certa altura, enquanto caminhava, reparei que um homem, acompanhado de uma mulher olhava insistentemente na minha direcção, apesar da distância, vi que acariciava o seu pénis enquanto olhava e a mulher permanecia deitada.
Continuei normalmente e mais à frente, talvez a pensar no que se tinha passado voltei para trás.
Nesse momento, por cima do pára-vento, o homem fez-me sinal como que para me aproximar...fiquei com nervoso miudinho e alguma excitação já visível.
Mais perto deles decidi subir para mais perto, até ficar a uns metros.
Vi então que ele se masturbava agora com mais intensidade e a mulher mantinha-se deitada como até então.
A minha excitação aumentou e o volume também e ali fiquei, sem saber muito bem o que me esperava ou o que se estava a passar.
Instantes depois ele disse "podes estar à vontade!", tremi e o meu pénis aumentou para os limites.
Mas como ele disse eu deixei-me estar à vontade e aproximei-me ainda mais.
Pouco depois já estava a um metro deles.
Era um homem cinquentão, bem parecido e ela um pouco mais nova e com um corpo fantástico e moreno, nádegas firmes e redondas e uns seios grandes e tesos.
O clima estava "a ferver" e ele continuava a olhar para mim, ao mesmo tempo que comentava ao ouvido dela alguma coisa...eu apenas "massajava" lentamente o meu pénis.
A certa altura ela olhou, obvservou-me e "tioru as medidas".
Mantivemos uns minutos este impasse, com troca de olhares e cada um a masturbar-se muito lentamente e difarçadamente, pois mais gente andava por ali.
A mulher troca de lugar com o homem e fica agora próxima do pára-vento, mexendo numa bolsa.
O calor da praia não era real para mim, estava numa situação de máxiam excitação, tendo ali ao pé uma mulher para realizar um sonho e um homem que pretendia algo do género.
Após uma troca de posições e palavras, eis que ele me acena para me sentar entre ambos, passando-me um preservativo que de imediato coloquei.
O homem manteve-se deitado a encobrir a vista e eu passei de imediato para cima dela.
Massagei-lhe o clitóris, sentindo que estava já toda húmida e de seguida introduzi tudo o que tinha e o que não tinha, iniciando uns suaves movimentos de vai-e-vem, para não ser muito exposto na praia.
Seti o seu calor e o homem ao lado conversava com ela, perguntando se estava a gostar, ao que ela diz que sim.
Gemia, gemia muito e tive de me esforçar para não me vir logo e dar-lhe bons momentos de prazer...
Assim foi e no final sai do local, até hoje não mais os vi, mas s elerem este conto contactem, Foi fantástico!!!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:19
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Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

A Frincha da Porta eu Entrei em casa, era tarde e ...


Entrei em casa, era tarde, uma madrugada quente, como se o ar não circulasse... Pensei que a Rita já dormisse. A porta do quarto dela estava encostada e ao passar pelo corredor ouvi uns gemidos abafados, timidos... estranhei. A curiosidade levou-me até à porta dela.

Pela frincha vi algo que me repugnou, mas logo de seguida me senti muito molhada. o que eu via era meus caros um deleite para qualquer olhar... a Rita estava deitada sobre a cama só de cuequinha, uma cuequinha inocente e muito infantil. A amiga dela estava a lamber-lhe a barriga, enquanto lhe tocava só com as pontas dos dedos o interior das suas coxas. ela contorcia-se de olhos bem cerrados, e gemia a medo, talvez envergonhada pois seria a primeira experiencia lésbica dela... a amiga começou a apertar-lhe os bicos dos peitos que já estavam muito tesos, ela suava de prazer. comecei por desapertar as calças e meti minha mão dentro da minha cona. masturbava-me vendo aquele momento. Queria-me juntar, mas sentia-me mais atesuada vendo apenas sem ser vista.

A amiga começou a lamber-lhe os bicos, ora sugava-os ora trincava-os fazendo Rita ferrar o lábio. Eu estava enxarcada e já transbordava a minha cuequinha aquele suco de tanto que jorrava de dentro de mim. A amiga já sabia o que fazia, e "violava" uma inocente que estava a deleitar-se com o manjar de que era alvo. Ela desceu, Rita continuava deitada de olhos fechados. Com os dentes desceu-lhe a cueca e começou a lamber-lhe a testa...e a beijar o clitoris...dava pequenos beijos que a levavam a suspiros e a convulsões. abriu-lhe as pernas e começou um minete muito bem feito, lento e quente como qualquer mulher adora. Eu queria ser a Rita, eu queria juntar-me. Continuei a observar. A Rita foi virada, a amiga fez-lhe um excelente botão de rosa enquanto a masturbava, ouvi-a a vir-se num grito sufocado, ferrou a almofada.

A amiga envergou um vibrador, meteu um dedinho na boca e molhou-lhe o cuzinho...que já se comprimia e descomprimia de vontade de ser desvirgindado. Enfiou-lhe a cabecinha e ela gritou, a amiga fez um XXUUUU para ela se calar, e disse-lhe "Morde agora a almofada bem forte", Rita assim o fez, e a amiga enfiou-lhe com muita força. Parou lá dentro, e voltou a masturba-la, começou com o movimento de vai vem e Rita torcia-se de tanto gozo... "Vais-te esporrar na minha boca." disse a amiga, e Rita aguentou mais o orgasmo. A amiga alternava agora entre a cona e o cuzinho com o vibrador...Rita já gemia tão alto que me estava a por louca de vontade. Nisto a amiga virou Rita e fez-lhe outro minete enquanto lho metia ora no cuzinho ora na cona. Rita arfava por todos os lados, eu masturabava-me tentando que não dessem pela minha presença. Rita gemeu muito alto, começou aos estremeções, os músculos atrofiavam e ela em extase veio-se para a boca da amiga que engolia todo aquele suco e gosma como se estivesse como muita sedinha.

Eu vim-me também... Fuji para o meu quarto com medo que me tivessem visto. Adormeci a pensar em tudo aquilo que tinha presenciado. Senti, de manhã, alguémn entrar na minha cama, meter-me a mão na cona (sim dormi nua) e dizer-me ao ouvido " gostaste de nos ver ontem?" sustive a respiração e não respondi, ela muito violentamente me tocava e enfiava dedos e dizia "Também queres ser comida é?"... Estava toda nua, senti mal se deitou em cima de mim e roçou com a sua cona na minha, lambia-me os bicos e eu estava a gozar imenso.

Pedi-lhe o vibrador, ela chamou a Rita dizendo tras o brinquedo. Rita entrou e ela amarrando-me as maos, eu de barriga para baixo disse "Rita, tens de aprender a dar prazer também. Vá enraba-a forte, sem medo..anda!" A amiga cuspiu-me no cuzinho e enquanto me pos de quatro e se meteu por baixo de mim Rita a medo mo metia lentamente. Sentia a lingua quente de uma, o meu clitoris já saltava e sentia que ia pegar fogo, o meu cuzinho só se dava, não se comprimia nem um pouco. Berrei a Rita "Mete fundo sem medo sua puta!" E ela assim o fez.

Aquelas investidas mais a lingua safada e rápida da amiga me fez ter uns multiplos sem conta...suada deixei-me ficar na cama, elas deitaram-se ao meu lado. Era hora do banho. E fomos as 3 tomar aquele maravilhoso banho...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:31
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Domingo, 16 de Novembro de 2008

Amiga Carente


Sou amigo da Helena a mais de 15 anos.
Ela é uma mulher já na casa dos trinta e como somos muito amigos sou seu confidente.
No principio desta semana ela me ligou e disse que precisava falar comigo com urgência e pensei logo que seria o problema com o marido dela, uma pessoa que nunca gostei em momento algum da minha vida, mas como ela gosta tudo bem.
Chegou em minha casa e foi logo sentando no sofá e começou a desabafar e reparei que lhe enchia os olhos de lágrimas narrando o acontecimento. Ela me contou abertamente que ele estava com pouco apetite sexual depois de que ela teve o filho e que nem era mais procurada por ele por mais que ela se insinuasse. Olha que posso lhes dizer que ela alem de ser minha amiga do coração nunca lhe tinha olhado de outra forma. Ela continuou falando sem parar, eu só observava o seu jeito já conhecido de falar energicamente, nisso se levantou e no meio da conversa me perguntou
- será que fiquei muito mal depois de ter o meu filho?
Eu olhei para ela em pé a minha frente e disse logo que não, mas ela não parou por aqui:
- será que sou incapaz de dar tesão ao meu marido?
- olha que vou te dizer uma coisa: do jeito que estas provocante hoje, até a mim estas dando tesão! E dei um sorriso.
Ela de imediato me respondeu:
- mas de ti eu não podia esperar outra resposta!
- não sei porque! Eu também sou homem como todos!
- mas tu és meu único amigo, aquele que posso confiar!
- sim mas não sou de ferro! Daqui a pouco arrebento o fecho das calças se continuares assim!
De facto ela sempre foi gostosa, morena de estatura mediana, rosto angelical, belos seios, cabelos negros e lisos, boa bunda tipo file, e então ela parou e olhou para a minha cara e ficou vermelha e para se compor pediu para ir ao banheiro, no entanto tocou o meu telefone e fui atender onde tratei rapidamente do assunto e fui em direcção a minha suite onde quando entrei no banheiro dei de cara com ela sentada no trono e com uma mão por dentro da saia e a outra na boca numa masturbação fervorosa que nem notou a minha presença. Eu logicamente de pau duro olhei para ela que abriu por um instante os olhos e deu de cara comigo alisando o pau por cima da calça onde ela conferiu e me chamou para perto dela,
- peço desculpas por isso, mas é que já nem me aguento só de falar no meu problema e ninguém mais indicado do que tu para me ajudar a resolver isso!
Se levantou e veio na minha direcção onde me deu um beijo na boca enquanto acariciava o meu pau com uma das mãos se tirar a outra da buceta. Me empurrou para fora do banheiro me levando para o meio do quarto onde foi para cima da cama e levantou a saia e por cima da lingerie apertou com força a buceta e me ofereceu para ser usada e abusada! Nisso tirou toda a roupa ficando em lingerie e se deitou na cama. Foi uma visão dos céus ver aquela morena linda deitada na minha cama branquinha. Deitei ao seu lado só de cueca e comecei a alisar o seu corpo e com beijos da boca para baixo chegando aos seus seios perfeitos mesmo depois de amamentar o filho. Ela retribuiu acariciando minha piroca por cima da cueca e paramos um instante para tirarmos o que nos sobrava e fui logo caindo de boca nos seus seios e ela dava suaves gemidos a medida que ia beijando tudo que podia. Ficamos assim por algum tempo e acabamos por nos colocar de joelhos na cama de frente um para o outro e ela pediu para que me pusesse de pe onde começou a beijar o meu corpo na zona da virilha, saco e suavemente colocou a cabeça da minha piroca na boca e começou a chupar sempre segurando no meu saco. Ora tirava meu pénis da boca e passava a língua por toda a sua extensão e engolia novamente e tirava batendo com minha piroca em seu rosto. Foi uma mamada gostosa e com calma onde eu sentia minha piroca inchar e crescer cada vez mais. Ficamos assim alguns instantes e ela se deitou na cama e rapidamente abriu as pernas onde me posicionei a sua frente ajoelhado e comecei a chupar a sua buceta que ai sim, foram arrancados longos gemidos da minha amiga.
- meu marido nunca me chupa! Que loucura!!!
E não parava de gemer até que ela mandou eu me deitar e deu mais uma lubrificada no meu cacete e veio montar que não houve muita resistência porque alem de apertada estava muito lubrificada. Entrou pouco mais da metade de uma só vez o que fez com que ela gemesse a cada estocada. Helena começou movimentos cadenciados acostumando a sua vagina ao volume e só me pedia para não parar de lhe fuder, até que ela começou a se concentrar em enfiar cada vez mais mas o seu pequenino útero não aguentava com tais dimensões. Não é que eu seja como muitos aqui que dizem que tem verdadeiras trombas, tenho um dote de 22 cm e com uma largura de 7 cm e grosso.
Ela não parava e desmontou se colocando deitada de lado para ver se conseguia engolir mais, mas era inevitável porque não havia hipóteses. Fiquei comendo ela de lado até que ela se colocou de quatro e foi uma visão linda ver a minha amiga com aquele corpo todo bem feito e uma marquinha de bronzeado com o cuzinho olhando para mim e a piscar.
Meti na sua boceta enquanto ela continuava gemendo e via pelo espelho do armário a cada estocada os seus lindos seios balançando e sua cara de safada. Eu ia dando uns tapinhas na sua bundinha linda e senti que ela estava tendo o seu primeiro orgasmo que lhe levou a gemer com força quebrando o silencio do quarto.
Disse a ela que também estaria perto e fui lhe lamber a buceta e como sempre passei a língua no cuzinho também, como sou um fissurado em sexo anal foi inevitável. Ela deu um suspiro forte e olhou na minha cara
- não me digas que tu gostas de cu?
- claro que sim, penso que todo homem gosta!
- o meu querido diz que é porcaria!
- então vamos virar porcos agora?
- sim, mas tens de ter paciência porque ai só meto o meu vibrador que não é tão grande como a tua piroca!
- então o teu marido nunca te enrabou?
- não!
E voltei a passar a minha língua naquele botão cor de rosa lubrificando ao máximo e enfiei o dedo médio até ao fundo e ela começou a gemer novamente e iniciou uma masturbação dando cabo do seu grelo e pude sentir escorrer lubrificante da sua boceta que aos poucos ia buscando e passando no cu dela. Eu me posicionei do seu lado e ela foi chupando novamente minha piroca lubrificando com tanta saliva que deixou ela brilhando. Era uma cena linda ver a minha amiga e agora também amante com uma fome medonha ali a minha mercê com mais fome de sexo que uma freira! Ela não parava de acariciar a sua buceta e começava a enfiar um, dois e três dedos dentro tirando o seu gozo e colocando no cuzinho que estava prestes a ser comido.
Me deitei e ela vaio por cima de costas para mim e foi coordenando todos os movimentos até que colocou a cabeça na porta do cu e foi deixando descer o seu corpo para entrar a cabeça que com calma entrou bem.
- olha que o teu cu é mais aberto que a tua buceta!
- olha querido, do jeito que eu estou aguento até uma mangueira nele!
Podem ter certeza, isso nunca tinha me acontecido de comer um cu quase virgem mas com uma dilatação fenomenal e comentei isso com ela.
- estavas a espera de que? Não te disse que estou sempre com o vibrador metido nele?
- sim querida mas isso é demais!
- pois é, e tu vais ver que vou aguentar mais no cu que na buceta!
E dito e feito, ela aguentou com tudo só deixando de fora o saco. Fazia movimentos de sobe e desce, uma autentica bate estacas.
Saiu de cima de mim, deu a volta, chupou mais um pouco e veio colocando-se de joelhos para que eu lhe chupasse mais a buceta e o cu e com a minha língua de fora ela foi cavalgando na minha cara que num instante voltou a se sentar de frente para mim metendo novamente no cu. Os seus gemidos foram aumentando como a sua respiração e veio mais um orgasmo violento por parte dela que pediu que quando eu fosse gozar molhasse toda a sua cara e boca.
Não demorou muito mais e me coloquei de pe ao seu lado, ela meteu o que pode na boca e recebeu um banho de esperma naquela garganta quente que acabou por deixar escapar um pouco lhe caindo sobre os seios morenos.
Me deitei ao seu lado cansado e ela começou a me beijar a piroca novamente e fomos tomar banho, onde houve mais uma fodinha em pé, mas isso conto mais tarde...

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Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Divinal...com imenso prazer...


Descrever uma das minhas experiências, absulutamente
divinais...Apodera-se de mim um imenso desejo de algo, so
me apetece por-me ao léu!Todos já tinham saido só tinha
ficado eu!Derrepente sinto-te atrás de mim, Tua respiração
no meu pescoço!!!Quase q me vinha ali mesmo esse teu sussurrar
em meu ouvido!!!Puxas-me a saia, baixas-te ali mesmo
arrancas meu fio dental!Tua lingua frenetica na minha
ratinha...eu gemo de tesão...olhas-me enfias teus dedos
em mim...estremeço...Puxas-me contra a parede...sinto
os meus fluidos escorrem pelas pernas...Fiquei anciosa
por mais...queria sentir-te...
Tu como um touro, seguras-me na anca...entras em mimmmm...É
demais entras e sais num vai e vai delicioso...eu não me
controlo nos meus... aiss... óss...uiss...a
velocidade é vertiginosa!!!As minhas mamas abanam...Fodes-me, fodes-me...Sinto-me
quase a desfalecer...Sinto-me perdida...Sinto-te perdido...Estou
quase a explodir!!!Baixas-me de cocoras...enfias-mo
na boca...tão bom que coisa boa!!!Que loucura...Vens-te
na minha boca...Sorrio-te enquanto sinto escorrer em
mim...
Deixo-me escorregar...pernas abertas ali no chão...ouço
o zip das tuas calças...Fazes-me uma festa no meu rosto...

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Domingo, 9 de Novembro de 2008

Sessao GAY


Tenho 29 anos,sou Português e esta história é real e aconteceu à cerca de 3 meses!!Combinei um encontro com um homem de 35 anos através de um chat na net,para irmos para casa dele...Encontramo-nos num café em Telheiras e depois subimos para sua casa,pusemo-os logo à vontade,fomos tomar um duche e depois começamos a ver um filme gay na cama dele,até que tocaram à porta, ele foi abrir e eram 2 amigos dele,ele convidou-os para entrar!!Fui apresentado como sendo um amigo especial!!
Eu fiquei envergonhado, pois estava já estava nu e reparei que eram os 3 muito intimos,além disso só tinha tido experiencias gay apenas com uma pessoa e já estava a imaginar no que aquilo ia dar...A vergonha passou a tesão, pois já estavamos todos em cima da cama e eles a despirem-se.
Nesta altura já estavos todos com tesão do filme e da situação e o meu amigo cuspiu para a mão e começou a acariciar-me o pau e eles faziam o mesmo um com o outro...Disse-me para me deitar e começou a lambe-lo e logo de seguida a engoli-lo,outro começou a lamber-me as mamas,eu já estava doido de tesão...Enquanto ele o engolia senti o dedo do meu amigo a entrar no meu anus e a esfregar lubrificante,abri as pernas,pois estava doido de prazer...Na altura pensava que ia ser penetrado,mas foi um deles q me pos um preservativo e se sentou em mim,os movimentos lentos enfiavam o meu pau todinho dentro dele,enquanto sentia meu amigo me lambia as mamas...Qd estava quase a vir-me ele saiu e o meu amigo puxou-me as pernas para cima e penetrou-me de uma forma como jamais esquecerei, bem lento e fundo,pus a mão para sentir se ele tinha camisinha e tinha!Do meu lado a mesma situação mas com violencia e ofensas,eu só gemia de prazer e pedia mais...Nesta altura paramos e eles trocaram,foi o outro q me possuiu,tinha um caralho bem + grosso e era + violento,mas eu delirei...O meu amigo veio-se dentro do outro e abrandou...Eu nem mexia no meu pau,pois n me queria vir já para aquele momento de prazer durar +!!Paramos e o meu parceiro do momento me perguntou se eu queria ter 2 no cu!Eu disse q podiamos experimentar e se eu ñ gostasse paravamos...
Lubrifiquei bem toda a zona, um deles deitou-se por baixo de mim e enfiou (Eu estava de costas para ele), o meu amigo agarava-me nas costas para eu ñ cair para trás e o outro veio (Que tinha umpau + pequeno, mas bem grosso) pela frente e enfiou, ñ foi fácil, pois quando entrava escorregava mto, eu limpei um pouco a zona das nadegas e já deu melhor...Primeiro foi uma dor que me fez perder o tesão, mas depois disso foi um prazer inesquecivel, diziam-me q estavam quase a vir-se e começei a bater o pau, ñ precisava de me agarrar pois o meu amigo segurava-me...Vim-me poucos segundos depois e eles demoraram um pouco +!!Foi uma explosão de prazer sentir aqueles paus a virem-se dentro de mim, enquanto o meu cu ainda latejava!!Ficamos parados, o meu coração estava a 1000 , depois fomos tomar duche!!Eu tinha o meu cu todo aberto e molhado e os musculos todos duridos...Entretanto tive outros 2 encontros,mas só com o meu amigo...Mas qualquer dia combinamos outra sessão a 4!!
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Sábado, 1 de Novembro de 2008

Empregada - Mariana


Esta história começa com umas férias no norte de Portugal.
Estávamos eu e os meus pais.
Era hora de almoçar por isso fomos a um restaurante de um hotel que estava perto da zona que estavamos a visitar.
Mal entramos eu reparei nela.
Uma linda empregada, chamemos-lhe Mariana, vinte e poucos anos, cabelo preto até
ao fundo das costas, uma cara linda, mamas grandes e redondinhas e uma bundinha maravilhosa.
Passamos o almoço todo a dar olhares sacanas um para o outro, até que, na hora de ir buscar a sobremesa conseguimos falar um bocadinho.
Foi o suficiente para ela me dar a chave do quarto dela.
Quando os meus pais voltaram do bufet de sobremesas eu, que já tinha acabado de comer, lhes disse que ia dar uma volta e que nos encontravamos depois no carro. Escusado será dizer que fui directo ao quarto dela. Quando lá cheguei ela já estava nua em cima da cama. Mal me fui chegando ela foi logo tirando meu cacete pra fora e metendo-o na boca. Ao contrário da maior parte dos cacetes destes contos o meu não é muito grande, mas tem a particularidade de ser um bocadinho torto por isso chega a sitios que os outros só imginam.
Quando já tava em ponto de bala ela me disse que seu cuzinho ainda era virgem e me perguntou se eu não queria remediar a situação. Não foi preciso mais nada, primeiro comecei por pôr um dedinho e lhe pedi para relaxar, depois fui pondo mais dedos atá que chegou a altura de lhe meter meu cacete. Fui pondo a cabeça devagar mas depois que a cabeça entrou meti a resto com toda a força até às bolas. Ela deu um grito que se deve ter ouvido pelo hotel todo, depois comecei um vai vem maravilhoso ao mesmo tempo que lhe apalpava as mamas maravilhosas. Finalmente viemo-nos os dois ao mesmo tempo, quando tirei meu cacete de dentro dela ela meteu o dedo dentro do cuzinho para tirar meu esperma e por na boca, ao mesmo tempo eu ia chupando aquela buceta maravilhosa, lisinha, pouco depois ela voltou a ter um orgasmo.

Entretanto meu cacete já tava outra vez em ponto de bala. Abri as pernas dela e meti meu piço todo lá dentro de uma vez, depois me deitei na cama para ela poder cavalgar. Quando já estava quase tendo outro orgasmo ela saiu de cima de mim e voltou a chupar meu cacete até que meu liquido saiu e ela o engoliu todo sem deixar cair uma unica gota.

Depois arranjamo-nos e saimos do quarto. Infelizmente nunca mais fui passar férias para aquele sitio.

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Quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Surpresa da minha Mulher


Nos dez anos do nosso casamento, Jaque e eu fomos muito fiéis e tivemos uma união normal e bastante tranqüila.
Eu sou advogado. Sou de boa estatura, 1,80m, 78 kg, 37 anos, cabelos castanhos e olhos castanhos também. Não somos ricos, mas vivemos bem, pois a vida numa cidade menor é mais fácil. Como havia dificuldade de sintonizar os canais de TV aqui, compramos uma antena parabólica e assim, nos tornamos assinantes de uma TV por assinatura. Adoramos assistir filmes e depois, descobrimos que havia um horário onde transmitiam um programa com filmes eróticos. Eu e Jaque somos bastante liberais, sempre falamos abertamente tudo o que sentíamos e nunca tivemos preconceito com relação ao sexo. Nossa vida sexual era normal, bem intensa e ativa. Mas assistir aqueles vídeos mexeu com a nossa libido, aguçou a nossa imaginação e nos tornamos mais interessados nesses assuntos. Comecei a comprar algumas revistas eróticas e líamos com interesse. Pouco tempo depois, descobri um sex-shop que enviava encomendas pelo correio e começamos a animar mais ainda as nossas relações. Ainda não havia sites de contos eróticos e a internet mal havia sido criada. Jaque, minha mulher é uma gata muito tesuda. Corpo muito bem feito e conservado, pois parecia uma garota. Foi assim que nossas transas foram sendo incrementadas até que começamos a inventar e relatar nossas fantasias eróticas um para o outro e isso fez com que não somente a libido aumentasse, como ajudou para que aprendêssemos mais sobre os nossos gostos, as preferências e os desejos. Desde então, andávamos brincando de dar asas à nossa imaginação e inventávamos loucas fantasias. Mas pareciam ser apenas fantasias e não pensávamos que iríamos ter coragem de realizar. Eu estava sempre viajando para resolver problemas da minha empresa, pois atendo clientes em toda a região e às vezes passava vários dias fora de casa. Com isso, nossa libido ficava sempre em alta e falávamos por telefone sobre nossos sonhos e desejos. Náo tínhamos celular que era uma novidade muito cara. Numa das viagens, passei quase duas semanas distante de casa. Já de regresso, Jaque me fez um pedido de comprar no trajeto da minha viagem umas mudas de plantas ornamentais que ela desejava. Seguindo as indicações que ela me passara por telefone, viajei numa estrada de terra e acabei indo parar numa fazenda que ficava na rota da nossa cidade, muito bonita, cuja sede era uma casa grande, muito agradável e aconchegante. Lá, fui recebido com simpatia por um sujeito forte, moreno, com traços bonitos no rosto, que se apresentou como Mussi. Ele não era gordo, mas corpulento, parecia mais jovem do que eu e se mostrava educado e cortês. Mussi trajava calça de jeans tradicional, camiseta azul e calçava botas tipo texano. A tarde estava chegando ao fim e haviam nuvens escuras no horizonte indicando que ia cair uma tempestade de verão. Ele confirmou ter as plantas que eu desejava. Tudo indicava que eu ia encontrar todas as mudas que Jaque me havia pedido. Mas já era sábado de tarde e os empregados estavam de folga. Logo ia começar a chover. Mussi me convenceu então a dormir na fazenda e esperar para levar as mudas colhidas no dia seguinte. Como já estava lá com alguns quilômetros fora da rota, a noite de chuva chegando e ele insistindo, acabei concordando. Entramos na casa e ele me apresentou a esposa, Moyra, uma moça também morena, quase índia, de cabelos curtos e franja, olhos pretos e sorriso franco com dentes muito brancos. Era jovem e bonita. Ela se vestia também com calças compridas, bota e camiseta branca. Reparei que não usava sutiã, pois os seios pareciam firmes e sensuais modelados pela camiseta de algodão canelado. Procurei não ser indiscreto, mas não pude deixar de olhar para aqueles peitinhos firmes e empinados. Ela nos serviu café recém passado e sentou-se perto para conversar. Pouco depois também apareceu na sala uma outra moça, morena de pele clara, cabelos pretos cortados curtos, mais jovem, muito bonita e graciosa, trajando um short estampado curtinho, camiseta regata bem cavada e sandálias de borracha. Era Luzia, uma prima de Moyra, que aproveitara o feriado para visitar a fazenda. Ela demonstrou simpatia e curiosidade, puxando conversa. Fiquei meio sem jeito com a forma descontraída dela estar vestida porque dava para ver quase todo o seio através da cava da camiseta e o shortinho largo e curto revelava parte da bunda. Conversamos coisas triviais, mas fiquei com a sensação que eu havia encontrado pessoas simpáticas e muito hospitaleiras. Nosso papo durou alguns minutos e foi suficiente para notar a simpatia e vontade de agradar dos meus anfitriões. Pouco depois, eles me levaram para conhecer o quarto onde eu deveria dormir. Eu fui buscar minha mala no carro e me preparei para tomar banho antes do jantar. No quarto de hóspedes tinha um banheiro anexo. Logo que entrei no quarto, despi minha roupa e fui para dentro do banheiro, sem me preocupar em fechar a porta que dava para o quarto. Entrei no Box de vidro transparente onde abri o chuveiro. Quando eu estava debaixo d’água, vi Moyra, a dona da casa, entrar no banheiro, trazendo toalhas, sabonete e tapetes de tecido. Eu estava completamente nu dentro do chuveiro, mas ela não se importou com aquilo e deixando as coisas sobre a bancada de mármore do lavatório, me olhou com curiosidade e simpatia. Em seguida, fez um sinal com o dedo indicador, apontando as toalhas deixadas ali e depois saiu. Senti uma certa excitação com aquela situação, mas depois, vendo que ela havia agido com total naturalidade, deduzi que ela não tinha o menor traço de receio ou timidez. Dei de ombros e continuei a me ensaboar. Mas levei outro susto.
Logo a seguir, foi Luzia que entrou no banheiro, vestindo somente um roupão de banho cor de limão. Nem tive tempo de dizer nada. Ele chegou dentro do banheiro sem titubear, e despindo o roupão, como se fizesse a coisa mais normal do mundo, veio completamente nua para dentro do chuveiro junto comigo. Eu não sabia o que fazer. E ela disse:
— Vou ajudar você a tomar banho. Somos muito atenciosos com os hóspedes.
Eu me sentia meio constrangido e também excitado, pois a garota era deliciosa, com um corpo muito sensual e mostrava uma expressão marota no olhar. Se fosse alguma sacanagem, era a mais deliciosa que já tinha visto. Reparei que ela também, como minha mulher, depilava os pelos da virilha deixando apenas um montinho deles no vértice do púbis. A xoxotinha ficava depilada e totalmente aparente. Não dava para disfarçar minha excitação e meu pau ficou empinado e duro. Ela também se deixou molhar sob a ducha e começou a passar sabão no meu corpo. Na hora me lembrei de Jaque e de nossas fantasias. Achei que ela ficaria muito brava comigo de fazer aquilo. Estava deixando as coisas acontecerem sem procurar evitar. Mas também, me sentia excitado e sem jeito de recusar a atenção especial que aquelas pessoas dedicavam aos seus convidados. Não queria ser grosseiro, não pretendia cair na sacanagem, mas estava morrendo de tesão.
A garota continuou a me ensaboar, me acariciando de forma provocante. Eu sabia que não poderia resistir durante muito tempo àquela situação. Tentei alertar dizendo que já fazia muitos dias que eu andava sem sexo. Disse que minha mulher morava em outra cidade. Tentei explicar que eu estava justamente viajando ao encontro dela e não queria fazer nada que traísse sua confiança. A garota sorriu e me tranqüilizou dizendo:
— Tudo bem, eu só estou sendo carinhosa com você. Foi o que sua mulher pediu.
Não entendi nada, e olhei espantado. Vendo minha cara de bobo, ela explicou que havia sido Jaque que lhes contara que eu adorava transar tomando banho. Fiquei totalmente admirado ao saber que minha mulher havia conversado com eles revelado nossas intimidades. A garota explicou que Jaque já conhecia Mussi e Moyra há algum tempo, pois forneciam plantas para sua loja. Ela já sabia que o casal de amigos era liberal, tinha ligado antes da minha chegada, conversado com os amigos e explicado tudo o que podiam fazer comigo.
Continuei meio em dúvida, mas o que ela havia falado coincidia com a verdade. Entretanto, já aceitava as carícias dela em meu corpo. A garota explicou que eles prometeram a ela, que seriam muito atenciosos comigo. Eu achei incrível tudo aquilo, mas deduzi que devia ser uma idéia maluca da fantasia de minha mulher. Era ela quem me havia recomendado para eles. Fiquei assombrado com a coragem e irreverência dela. Mas, diante daquela informação, sabendo que era vontade de Jaque, passei a retribuir as carícias da garota e logo estávamos nos esfregando e beijando sob o chuveiro. Não demorou muito para que o nível de tesão subisse alto em nossos corpos. Saímos do chuveiro e continuamos a nos acariciar e beijar. A garota me pediu para que chupasse os seios dela que eram firmes e empinados, com mamilos ligeiramente mais escuros que a pele tom de pêssego. Beijei os biquinhos durinhos e mamei nos mamilos como faço com minha mulher. Ouvi a garota gemer e tremer de tanto prazer. Meu pau estava entre as coxas dela e minhas mãos sentiam cada músculo do corpo dela vibrando de tensão. Ela me beijava no pescoço e nas orelhas, me acariciando a nuca. Ainda duvidando que eu estava numa situação armada pela imaginação libidinosa de minha esposa, eu cedia aos carinhos da garota. Ela sussurrava que conhecia tudo sobre mim, que Jaque lhes havia contado minhas preferências e prazeres. Luzia queria ser especial naquela noite. Saímos ainda molhados do banheiro indo direto para o quarto. Quando chegamos na cama, continuamos nossa transa. Eu me sentei sobre a cama. A garota se ajoelhou sobre o tapete no chão ao lado da cama e começou a lamber meu pau, exatamente como Jaque fazia. Eu estava completamente desnorteado. Não imaginava que Jaque tivesse tanta ousadia. Não resisti mais e puxei-a para a cama. Logo, estávamos fazendo um 69. Eu permaneci deitado de costas e ela veio se acomodar por cima, com as pernas abertas. Olhei a bocetinha cor de rosa, molhada de tesão e lambi o clitóris saliente com a ponta da língua. A garota suspirou cheia de tesão. Eu aproveitei e enfiei dois dedos na xoxotinha e um no rabinho. Ela rebolava muito tesuda. Continuamos nossa transa de língua mais três minutos até que paramos porque já estávamos quase gozando. Naquele momento eu deduzi que Jaque devia ter conhecido Mussi e Moyra há pouco tempo em algum dos seminários sobre jardinagem que haviam acontecido naquela região. Com esses pensamentos na cabeça, eu e a garota continuávamos a trocar carícias e pouco a pouco eu me havia liberado completamente, entregue ao delicioso jogo de prazer que minha própria mulher havia arranjado. Nós estávamos prolongando ao máximo as sensações de prazer, pois não havia envolvimento emocional ou afetivo, apenas o deleite do jogo sexual isento e permitido. Nesse momento, Moyra entrou no quarto. Estava completamente nua e veio para onde estávamos. Subiu na cama e me deu um beijo na boca. As duas mulheres me acariciavam e eu não sabia se me entregava ou ficava com medo do marida da Moyra aparecer.
Relaxa, disse ela, o Mussi sabe que estamos aqui. Fiquei meio cabreiro, mas as duas estavam tão sacanas e sensuais que eu não resisti e entrei na sacanagem com elas. Uma me lambia e eu chupava a xoxota da outra. Depois a gente trocava de posição na cama. Pouco depois nós ouvimos ruídos e vozes abafadas do outro lado da parede do quarto. Antes que eu pudesse me levantar da cama para ver o que acontecia, olhei para a parede lateral do aposento e percebi que o que separava um quarto de outro era uma parede falsa de espelho acrílico imitando a porta de um armário, que com a luz por trás havia ficado meio transparente.
Foi nesse momento que vi Jaque, minha mulher e o marido de Moyra no quarto ao lado, totalmente despidos, também abraçados e tocando carícias. Mussi estava de pé abraçando Jaque por trás. Estavam nus e Mussi acariciava os seios dela. Na verdade eles assistiam aquela minha transa com as duas mulheres e se acariciavam cheios de tesão. Ao verem que já os havíamos avistado, se levantaram sorridentes e vieram para junto do espelho. Mussi fez o espelho correr como uma porta embutida e eles entraram no quarto. Eles se aproximaram da cama onde eu estava, muito admirado. Jaque, completamente nua me abraçou e me beijou, demonstrando a saudade que sentia. Eu parecia congelado, muito surpreso e um pouco sem jeito com aquela situação. Jaque reparou minha expressão meio atônita e me disse:
— Oh meu querido, não fique zangado, eu quis fazer uma surpresa para você. Eu fiquei tão excitada com tudo o que já falamos que resolvi fazer com que nossa fantasia pudesse acontecer. Estes amigos são de minha total confiança e sei que vai gostar deles. Eles me contaram que fazem encontros de casais e sexo grupal. Fiquei morrendo de vontade de experimentar com você. Foi por isso que combinamos tudo para que viesse nos encontrar aqui. É minha surpresa!
Na hora, eu estava ainda sob o efeito de estranhas sensações. Havia sido surpreendido por uma situação da qual eu não tinha total controle, mas notava um clima de camaradagem e admiração nas pessoas em volta. Jaque me beijava e reparei que tremia de emoção e desejo. Notei que Mussi acariciava a bunda dela e aquilo bem na minha frente. Mas eu não podia reclamar de nada. Em seguida, Jaque perguntou se havia gostado da amiga. Antes que eu pudesse responder, Moyra também me acariciou e me beijou na boca, demonstrando que estava curtindo a situação e estava muito excitada com tudo aquilo. Olhei para o Mussi e notei que sorria simpático, ainda se esfregando na bunda de minha mulher. Eu estava muito excitado, embora perplexo com a capacidade de Jaque em inventar aquela estória e também meio incrédulo. Ela insistiu comigo, dizendo:
— Vamos meu querido, eu sei que gosta muito de transar. Mostre a eles como podemos fazer tudo com muito tesão. Vamos sentir de novo aquele tesão que fantasiamos no outro dia. Faremos junto com estes amigos.
Eu vi que Jaque estava mesmo excitada. Moyra se ajoelhou na cama e procurava lamber meu pau. Jaque pegou a minha mão e levando até sua xoxotinha, fez com que eu sentisse como estava molhada de tanto tesão. Ela falou:
— Veja como estou molhada de desejo. Vamos curtir junto nosso tesão.
Senti que descia dela um líquido macio e escorregadio. Sua bocetinha estava depilada e estufada demonstrando que sua lubrificação estava no máximo, numa excitação alucinada.
Soltei uma exclamação diante daquela demonstração de desejo. Jaque acenou com a cabeça e disse:
— O Mussi e a Moyra me chuparam enquanto nós assistíamos você e a Luzia fazendo 69 aqui no quarto. Fiquei completamente louca de vontade de entrar aqui, mas queríamos prolongar a surpresa e curtir o tesão de ver vocês transando. Eu já estava quase gozando. Agora estou louca de vontade de transar também.
Nessa altura eu também tremia de volúpia. Toda a cena era altamente erótica, todos se acariciando e se lambendo, respirando um ar carregado com o cheiro do sexo. Eu havia me sentado na cama e Moyra estava sentada ao meu lado esquerdo, alisando meu pinto. Jaque, de quatro sobre a cama, do meu lado direito, me beijava enquanto falávamos. Mussi, o marido de Moyra, havia se sentado na ponta extrema da cama, bem adiante à minha frente, meio por trás de Jaque. Ele começou acariciar e depois lamber a bunda de minha mulher. Jaque suspirou com os toques e disse:
— Ai querido, tudo o que nós imaginávamos nos sonhos eu estou sentindo agora! O Mussi me chupando e a Moyra chupando você é alucinante.
Vi que a expressão facial dela era de total volúpia, rebolando os quadris enquanto Mussi lambia a xoxota dela por trás. Perguntei para ela se estava realizando a vontade de transar com dois homens e Jaque me beijando alucinada de tesão gemeu:
— Oh, querido, é uma loucura! Estou gozando sem parar. Nunca imaginei que ia sentir tanto tesão!
Luzia, a garota mais nova, estava agora com a cabeça entre as pernas de Mussi, chupando o pinto dele que era escuro e grosso. Eu sentia grande tensão emocional e compreendi que estava totalmente tomado pelo desejo. Beijei Jaque mais uma vez e confessei que eu também estava morto de tesão.
Você está zangado comigo querido?
Claro que não!
Expliquei que não ficara zangado, apenas surpreso. Jaque me abraçou e voltou a me beijar com a língua se enroscando na minha. Nós nos acariciávamos enquanto Moyra me chupava o pau. Ficamos nos beijando, com o tesão pegando fogo. Jaque continuava ajoelhada de bunda para cima rebolando e Mussi chupava sua xoxota por trás fazendo minha mulher gemer alto com as sensações. Na seqüência Moyra e Jaque também se beijavam e eu me revezava chupando o seio de uma e da outra alternadamente. O tesão tomou conta de tudo e tive a vontade de relaxar e deixar rolar. Naquele momento podia deixar acontecer tudo que viesse. As pessoas se movimentavam e íamos alternando parceiros. Pouco depois, Jaque e Moyra também foram trocar carícias com Mussi e com Luzia. Jaque começou a chupar o pau dele e Luzia ficou entre as pernas de minha mulher, lambendo sua xoxota. Jaque gemia e lambia a pica grossa do fazendeiro, segurando o pau com uma das mãos e masturbando de leve enquanto deixava a amiga sugar seu grelinho. Luzia voltou a fazer 69 comigo e chupei a garota com total entrega. Ficamos nessa sacanagem mais alguns minutos até que Jaque se levantou e pedindo licença para Luzia, veio se sentar sobre o meu pau, completamente alucinada, pedindo:
— Enfia em mim! Enfia gostoso que eu estou gozando sem parar!
Seu corpo desceu e meu pau entrou na sua boceta molhada. Estava quente e apertada, escorrendo as secreções do tesão. Ficamos trepando como loucos e esperei que completasse seu orgasmo. Mas Jaque ainda estava gemendo cheia de prazer e não perdeu o desejo. Ela se levantou e foi se oferecer para Mussi. Mussi tinha um pinto escuro, quase preto, grosso, cheio de veias e o saco muito cabeludo. Aliás, ele era bem cabeludo no corpo. Mas não era feio. Minha mulher continuava excitada e pediu para ser penetrada pelo amigo. Vi Moyra entregar uma camisinha para Jaque e reparei que ela tentava vestir o preservativo no pau do sujeito. Depois foi montando a cavalo sobre o pau dele. Eu vi aquela cena que me deixou alucinado de tesão. Nunca pense que ia ficar excitado de ver minha mulher trepando com outro na minha frente. Logo Luzia veio substituir Jaque e vestiu uma camisinha no meu pinto. A garota se enfiou então sobre o meu caralho empinado, gemendo de prazer com a penetração. Eu estava quase gozando, mas tentava controlar o orgasmo. Vi Jaque rebolando sobre o pau de Mussi com Moyra mamando em suas tetas. As duas também ficavam se beijando.
Ela disse:
— Vem Mussi, você está me fazendo gozar de novo. Enfia esse pinto grosso em mim. Estou louca para gozar de novo com você.
Entendi então que eles já haviam transado antes de me encontrar, mas não dava para me preocupar com aquilo, pois a sacanagem rolava intensa. Enquanto isso Luzia gemia com meu caralho dentro da xoxota e mostrava que estava em pleno orgasmo. Nossa excitação não diminuía. Jaque gemia bem alto de prazer.
Nunca pensei que pudesse assistir uma cena daquela sem reagir negativamente. Ela viu que eu a observava e me disse:
— Oh querido, você não sabe como é bom trepar com ele junto de você. Eu fico louca de tesão sabendo que você está aqui junto comigo me vendo gozar assim.
Naquela hora eu via o tesão que Jaque estava sentindo ao ser penetrada por ele e aquilo me excitava muito. Parecia filme erótico, com uma visão de detalhe da sua xoxota na minha frente e o pinto entrando. Jaque gemia:
— Vem, enfia tudo! Faz-me gozar de novo!
Ela olhava para onde eu estava, mas nos seus olhos eu via apenas os globos girando em completo êxtase. Na minha mente, uma voz interior parecia repetir para me ajudar a entender que era somente sexo, prazer, erotismo, sem nada que nos abalasse afetivamente. Na verdade, estávamos juntos fazendo aquela sacanagem e os amigos pareciam também ter a mesma forma de sentir. Tentei fixar a idéia que não havia nenhum sentimento especial. Luzia Teve uns dois orgasmos seguidos no meu pau. Então foi a vez de Moyra trocar com ela. Ela trocou a camisinha no meu pau e subiu a cavalo ajudando para que meu caralho a penetrasse. Eu ouvia Jaque gemendo com a penetração do caralho de Mussi e muito excitado com aquilo, comecei a trepar com Moyra, morrendo de vontade de fazer ela sentir o mesmo que Jaque estava sentindo. Na verdade, estávamos contagiados por um clima de total volúpia e tudo tinha uma conotação excepcionalmente sensual. Moyra já estava se movimentando muito e gozava com meu pau dentro dela. Ela gemia e exclamava:
— Ui..., Ui, que gostoso! Ai Jaque, eu também estou gozando muito.
Eu sentia a xoxotinha apertar meu pinto que latejava pronto a ejacular. Luzia havia pegado um vibrador grosso de uma gaveta em baixo da cama e se masturbava enquanto trocava beijos com Moyra. Os gemidos foram ficando mais intensos e pouco depois todos gozavam o orgasmo final totalmente entregues ao desejo. Eu senti minha porra escorrendo dentro da camisinha e meu pau massageado pela xoxotinha da morena. Moyra, descabelada, agitando a cabeça no meio do orgasmo, montada a cavalo sobre meu ventre, os seios vibrando com os movimentos do corpo se esfregando com minha pica dentro dela. Luzia, de joelhos ao nosso lado, chupava os seios de Moyra e com uma mão masturbava o vibrador na própria xoxotinha. Mussi trepava ainda com Jaque, ele por cima no meio das suas pernas e eu via a bunda cabeluda dele subindo e descendo e os seus gemidos de orgasmo. Jaque estava chamando meu nome exclamando o prazer que sentia:
— Ai Pedro querido, estou gozando muito. O Mussi está gozando junto comigo e é bom demais!
Ao mesmo tempo em que a imagem daquela cena me deixava perplexo, ainda podia sentir a sensação de excitação que há pouco experimentara.
Ficamos assim, entregues aos prazeres dos orgasmos alucinantes até que pouco a pouco começamos a relaxar. Em menos de cinco minutos estávamos todos deitados sobre a cama, respirando ofegantes, saciados de prazer. Mussi e eu retiramos os preservativos e fomos jogar no vaso sanitário. Finalmente as mulheres se levantaram e nos levaram para tomar uma ducha no chuveiro. Elas nos ajudavam a lavar e enxugar. Em seguida, voltamos para o quarto e nos deitamos sobre a cama, comentando a delícia daquela aventura. Cinco minutos depois, já havíamos admitido que acabáramos de vivenciar a experiência sexual mais intensa e marcante de nossas vidas. Comentando sobre o que acontecera, verificamos que não estávamos arrependidos. Todos estávamos bem animados e compreendemos o passo que havíamos dado, perdendo o medo de materializar uma fantasia que há muito nos excitava. Jaque aproveitou que eu estava tranqüilo e então me contou que conhecera Mussi e Moyra mais intimamente no final de semana anterior, quando eu estava em viagem. Eles se encontraram num evento e depois, eles a haviam convidado para sair. No final da noite haviam vindo até à fazenda onde minha mulher tinha sido iniciada na prática do swing, junto com outro casal. Foi então que surgiu a idéia de fazerem a surpresa para mim. Durante toda a semana eles ficaram planejando tudo aquilo e com isso, Jaque acabara ficando tão excitada, com a libido acesa que havia trepado com eles várias vezes. Ela relatou então como havia sido a transa e que tinha sido excitante transar com o casal de amigos. Desde então, ele não via a hora de me apresentar a eles. Ouvindo a estória, acabei por concordar que não me arrependia do que acontecera, pois na hora da suruba, tanto para mim como para Jaque, estava bom demais. Perguntei desde quando ela estava na fazenda e Jaque confessou que chegara na tarde anterior. Concluí então que já havia passado outra noite com os amigos e ela assentiu, explicando que já se sentia muito íntima deles e que aguardavam minha chegada sem saber quando seria. Naquela noite ainda transamos outras vezes, em diferentes posições e nos entregamos às mais deliciosas modalidades de carícias entre nós. Deixamos as três mulheres brincando de se excitarem enquanto Mussi e eu assistíamos a cena. Logo ficamos de pica dura e morrendo de vontade de entrar na brincadeira. As mulheres então vieram se oferecer e nos cobriam de beijos e carícias, esfregando seus corpos nos nossos. Mussi inventou então um jogo, que chamava de roleta Beija-Flor. Tiramos a sorte, e quem perdeu, foi obrigado a ficar de mãos e pés atados na cama, sentido os outros lambendo e chupando seu corpo ao mesmo tempo durante cinco minutos. A seguir, tirava-se a sorte novamente e outra “vítima” sofria o tratamento. A primeira vítima foi Moyra e todos ficamos sobre ela, lambendo chupando e mordiscando seu corpo enquanto ela gemia de prazer. A segunda pessoa sorteada foi Jaque e também nos debruçamos sobre ela até que quase desmaiou com tantas sensações alucinantes. Depois, foi a vez de Luzia e também deixamos a garota quase louca. Pouco depois estávamos trepando de novo. Jaque teve finalmente a chance de experimentar transar com dois homens. Ajoelhada de quatro sobre a cama, transou novamente com Mussi penetrando na sua xoxota por trás enquanto ela chupava o meu pau. Depois eu e Mussi fizemos dupla penetração nela. Ele ainda penetrando na xoxotinha, mas deitado de costas com ela por cima e eu penetrando em seu ânus. Enquanto isso Luzia e Moyra faziam um 69. Foi uma noite de total orgia e adormecemos exaustos de tanto trepar. Quando finalmente partimos da fazenda deles no dia seguinte, havíamos descoberto um novo mundo de possibilidades e experiências sexuais para conhecer e desfrutar. Desde então, temos conhecido outros casais e nos divertido muito na companhia de amigos liberados e de bem com a vida.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:48
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