Quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

De novo C/ Mae


Como estava muito irritada com o frouxo do Vasco disse-lhe que queria ir para casa, o burro ainda me perguntou se eu estava chateada, disse que não que estava cansada e queria ir dormir porque no outro dia apesar de ser sábado tinha de ir trabalhar, eu trabalho numa loja num shopping, Vasco deixou-me a porta do prédio deu-me um beijo e disse-me que me ligava no outro dia para me ir buscar ao trabalho, quando cheguei a porta do meu apartamento nem queria acreditar a luz da entrada estava ligada sinal que eu tinha combinado com a minha mãe para saber quando ela estava acompanhada, nos moravamos as duas sozinhas, o meu pai já tinha falecido alguns anos e as minhas irmãs já se tinham casado, entrei devagar e sem fazer barulho, não liguei as luzes do corredor para não chamar atenção e conseguia ver bem porque as luzes da sala estavam ligadas e apesar da porta estar fechada dava para ver porque a porta tem um grande vidro ao meio, cheguei-me ao pé da porta e espreitei e vi a minha mãe toda nua em pé debruçada sobre o sofá a ser fodida por trás pelo sr.Antunes (meu patrão na altura), ele agarrava-lhe a cintura com muita força e fodia com violência ela gemia muito via-se que estava a ter prazer, como as pessoas enganam o totó do sr.Antunes (ele tinha na altura cerca de 50 anos, é alto muito magro, tem o nariz muito comprido e fino usa óculos e aparenta ser um totó, minha mãe tinha 55 anos 1’55m de altura 65kg de peso tem o cabelo castanho comprido, olhos castanhos, um cara bonita, umas mamas grandes um pouco descaídas uma anca um pouco larga e um rabo um pouco grande mas que os homens não resistem olhar ) ali estavam eles a foder que nem uns animais com o cio, foi para o meu quarto não queria ser vista principalmente por ele, despi-me rapidamente meti-me na cama e desliguei a luz, entretanto deviam ter acabado porque eu não ouvia barulho e apesar de entre o meu quarto e a sala estar a cozinha ouve-se sempre tudo, passado um bocado ligaram a luz do corredor ouvi o sr.antunes dizer que tinha sido um prazer conhece-la e que depois telefonava para combinarem alguma coisa, a minha mãe foi a casa de banho e eu como não estava com sono liguei a luz para ir ler, ela quando saio da casa de banho viu luz no quarto e foi ter comigo, entrou no meu quarto e ainda estava toda nua sentou-se na minha cama e perguntou-me se estava tudo bem, eu e a minha mãe temos uma relação muito franca, contei-lhe o que se tinha passado em casa do Vasco, e que estava muito triste porque me tinha mostrado mais atrevida do que era normal para o Vasco e ele agiu como se nada fosse, a minha mãe disse-me que tudo isto também teria a ver com a diferença de idades que nos temos não é muita, mas naquela altura parecia, Vasco tinha 18 e eu 21, ele era muito inexperiente eu fui a primeira namorada a sério que ele teve, disse-me ainda que o que se passou em casa dele, aconteceu porque o Cláudio o considera a ele um garoto e a mim uma mulher, alertando-me que sendo eu engraçada como sou, ia ser muito assediada, deu-me o exemplo dela daquela noite como viste eu estava com o Antunes , quando andavas a procura de emprego eu andava a foder com o Jorge que conhecia o Antunes, falou com ele e facilmente te deu emprego, na semana passada o Jorge disse-me que tínhamos de nos deixar de encontrar porque a mulher dele andava desconfiada, hoje telefono-me o Antunes a dizer que o Jorge lhe tinha dado o numero que gostava de me conhecer e de falar sobre ti, eu não podia dizer que não, é claro que foi o Jorge que lhe contou que eu sou viúva gosto muito de foder e que ele me tinha deixado se o Antunes quisesse que tentasse, ainda por cima devia-lhe um favor eu sabia bem o que ele queria, mas filha também vou ser honesta contigo, as vezes nos complicamos o que é simples o Antunes não é um homem que uma mulher deseje e eu podia-me ter feita de esquisita mas aqui entre nós teria perdido uma óptima foda e ate podia ter-te complicado a vida a ti, e vais ter que te habituares a estas situações porque de certeza que te vão acontecer muito. Perguntei-lhe se o sr.Antunes tinha dito alguma coisa sobre mim, ela respondeu-me que sim, ele queixou-se de tu seres um pouco distante, que tinha grandes projectos para ti mas sentia-te muito afastada, acho que devias ser mais simpática com ele só tens a ganhar com isso.

Tens razão respondi eu a minha mãe, já tinha decidido hoje que ia voltar a ser aquilo que realmente sou e o sr.Antunes vai ser o primeiro aperceber-se da mudança, acho que fazes bem respondeu a minha mãe fico só com pena que ele seja o primeiro aperceber-se da mudança e não eu, percebi logo o que aquilo queria dizer, eu andava a fazer o esforço para me manter fiel ao Vasco e isso implicou mesmo deixar de fazer amor com a minha mãe. Tens razão mereces ser a primeira dei-lhe um beijo na boca e ela em resposta coloco a língua dentro da minha boca e abraçou-me roçando as mamas nas minhas trazendo-nos prazer, as duas estava-mos desejosas do corpo uma da outra, a mais de dois anos que a única coisa intima que fazia-mos era trocar alguns beijos na boca, ela continuou baixou a cabeça beijando-me o pescoço ate as mamas, entreteve-se a chupar-me os mamilos ora um ora o outro, enquanto uma das suas mãos desceu suavemente para o meio das minhas pernas e meteu-me um dedo na cona, fazendo–me gemer de prazer e logo de seguida colocou outro deixando-me ainda mais húmida, a sua boca continuou a descer ate encontrar a minha cona e começou a beija-la e a lambe-la mas sem tirar os dedos fazendo-me contorcer de tanto prazer, não sei quanto tempo durou só sei que quando ela introduzi-o o terceiro dedo não resisti e tive um orgasmo maravilhosos, queria retribuir o prazer que a minha mãe me tinha dado mas estava exausta e ela também graças ao sr.Antunes e assim adormece-mos as duas.

Beijinhos na boca para todos

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:57
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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Mae e Filho


Hoje tenho 35 anos e mamãe 62, só agora que nossa história voltou a acontecer, tomei coragem para relatar os fatos. Tudo começou quando eu tinha 16 anos, até então era um garoto como outro qualquer, batia punheta para tudo, mas nunca tinha visto minha Mãe como mulher, muito menos sentir desejos por ela. Até que um dia ao entrar no banheiro encontrei sua calcinha usada caída no chão, quando peguei-a para por no cesto de roupa suja, o cheiro de buceta me deixou doido, lambi e cheirei a calcinha até gozar alucinadamente.

omo nossa casa tinha fechaduras daquelas antigas, no dia seguinte quando ela foi tomar banho, corri para espiar, não acreditava no que via, aquela buceta rosada envolta numa selva de pêlos pretos, seus seios grandes, um pouco caídos, mas bicudos e sua bunda branca e farta me fizeram gozar rápido. Quando ela saiu do banho, voltei ao banheiro e punhetei lambendo sua calcinha ainda úmida pelos seus líquidos vaginais. Fiz disso uma rotina diária, primeiro vê-la no banho e depois punhetar com suas calcinhas usadas.

Passado algum tempo, mamãe que era uma mulher muito conservadora, não tocou no assunto, mas descobriu o que eu estava fazendo, pois começou a tapar a fechadura e não deixava mais calcinhas sujas após o banho, no começo tive medo pois achei que ela havia realmente descoberto me daria bronca ou contaria para o meu pai, porém nada disso aconteceu, pois depois de alguns meses notei que suas calcinhas voltaram a ficar no banheiro e a fechadura não estava mais tapada. Ai que fiquei totalmente confuso, afinal ela sabia ou não do meu tesão por ela ou foi só conhecidência ela tapar a fechadura e não deixar mais suas calcinhas usadas no banheiro? Comecei a fazer coisas inconseqüentes, gozar nas calcinhas usadas, mas nada dela tocar no assunto, então pra ter certeza se ela sabia do meu tesão, certa vez que ela menstruou, gozei no modess (absorvente) que ela iria usar, foi a certeza que eu queria, quando ela acabou o banho e viu o modess cheio de porra, olhou fixamente para a fechadura deu uma lambida na porra, vestiu-se e saiu.

As coisas ficaram assim por um bom tempo, até que papai precisou fazer uma viagem de negócios e ficamos sós em casa, após o jantar ela sentou-se na sala, ascendeu um cigarro, começou a beber vinho e me chamou para conversar, confesso que nesta hora encarei a realidade e me deu muito medo do que ela iria me dizer, daí ela me ofereceu um cigarro, o qual de cara não aceitei dizendo que não fumava, até ela dizer que sabia que eu fumava escondido e pegava cigarros do maço dela, fumei aquele cigarro totalmente em silêncio e apavorado, ai ela falou abertamente sobre o que estava acontecendo, disse que não fosse o vinho não teria coragem de falar que sabia tudo o que eu sentia e fazia, que eu a espiava no banho e punhetava com suas peças íntimas, que aquilo era errado, que era pecado, mas a deixava excitada, me desculpei pelo que eu fazia, mas como era virgem ainda eu não resistia.

Ela falou para eu ficar calmo e ir pro quarto dela, logo ela veio apagou a luz e começou a me beijar, sua língua na minha boca parecia um sonho, logo estávamos totalmente nus e eu lambendo aquela buceta peluda que tanto desejei, dai foi a vez dela me chupar, engoliu meu pau algumas vezes de maneira que logo enchi a boca dela de porra, então ela me puxou pra cima dela e ainda com porra na boca começou a me beijar novamente, nunca tinha sentido o gosto do meu esperma, mas misturado a saliva da minha mãe, estava maravilhoso.

Quando notei meu pau já estava dentro dela, pois senti que ele estava num lugar quente úmido e molhado, mesmo eu sendo virgem sem experiência alguma, instintivamente comecei um gostoso vai e vem, só lembro dela dizendo...assim...vai...não para...gozei umas 3 vezes sem tirar de dentro dela.

Dormimos exaustos, na manhã seguinte, ela me disse que eu poderia até continuar espiando ela no banho, punhetando, mas que sexo foi só aquela noite e que não tocaríamos mais no assunto. E assim foi, durante aproximadamente 18 anos, silêncio de ambas as partes, tudo mudou a coisa há 4 anos , mas fica pra próxima história.

scotch-sp@ig.com.br

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:00
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Filha da minha Namorada


Eu na epoca tinha 20 anos namorava uma coroa de uns 38 , ela tem duas filhas que na epoca tinham 17 e 19 anos. Eu comeria qualquer uma das duas a qualquer hora, tao gostosas que elas eram. Minha namorada sempre me dizia que, se em algum momento eu descobrisse que tivesse rolando um clima qualquer por alguma das filhas dela ela imediatamente sairia de cena e me deixaria seguir em frente com a filha. Eu tava acostumado dormir la todo final de semana, ia sexta e so voltava pra casa na segunda depois trabalho. Nos finais de semana era de pau dentro o tempo todo, a bucetinha da coroa que era uma delicia, eu nao sei o que ela fez mas era apertadinha e muito cheirosa. O pau na segunda tava ate esfolado. Muitas vezes quando acordava de manha no sabado eu dava de cara com a filhinha mais nova so de pijaminha ( shortinho de cetim e camiseta de alcinha tambem de cetim, ela e magrinha com tudo na medida) detalhe sem calcinha nem sutiã. Eu ficava louco so tomava café com a filhinha e ja entrava no quarto de novo e metia a pica na coroa imaginando aquela gostosinha da filha dela. A filhinha parecia fazer aquilo com alguma intencao que eu nao fazia ideia. Quando ia limpar a casa a filhinha so com aquele pijaminha abaixava pra lavar o pano e deixava a mostra aqueles peitinhos medios, tao duros que pareciam de pedra. A coroa nao gostava muito de fazer as vontades da filhinha mais nova, entao de vez em quando rolava uma intriga entre as duas, como a mais nova nao saia muito de casa, tava la toda noite de sabado eu a coroa e a filhinha mais nova, assintindo um dvd, ou tomando uma cerveja e tirando o gosto com caldo de mocoto, a filhinha gosta muito de agradar as pessoas ao seu redor. Certo dia rolou uma intriga entre as duas, mas dessa vez foi mais serio um pouco elas nao estavam se falando e a noite so ficou eu e a filhinha na sala tomando um caldo de milho, e conversa vai conversa vem, rolou um clima, mas tava muito tarde tinhamos tomado algumas e fomos dormir e nao rolou nada. No outro dia acordei bem cedinho e fui tomar um banho quando chegeuei na cozinha la estava a filhinha, com uma sainha bem curta, e uma mini-blusa bem coladinha e tomara que caia, a coroa estava dormindo. Ela nao perdeu tempo e retomou o assunto picante da noite anterior e ja me perguntou logo se eu tinha conseguido fazer alguma coisa durante a noite com a mae dela, respondi que nao pois a coroa tinha trabalhado muito durante a semana e estava muito cansada, ela me disse que quase nao tinha dormido durante a noite, eu perguntei logo o porque. Ela disse que ficou imaginando a noite toda se eu estava comendo sua mae no quarto ao lado e ela la sozinha, em brasa, maluca de tesao. Quase nao tive reacao, mas o estinto falou mais alto e respondi com outra pergunta, pq nao me chamou pr air pra o seu quarto pois passei noite toda de pau duro e a coroa ate roncando do meu lado. Ela me disse, ela ainda ta roncando la no quarto dela e meu tesao so vai acabar na hora que vc me pegar de jeito. Fiquei quase louco, peguei-a pelo braco e tasquei um beijo naquela boca branquinha dela, ela correspondeu na hora e me puxou pro seu quarto. Me jogou na cama e comecou a me dar um trato, me lambia a boca, o pescoço, parecia uma gatinha me lambendo. Foi descendo pelo meu peito, lambia meus mamilos, meu pau a essa hora tava ate trincando. Ela continuou descendo me unhava bem de leve e me dava umas modiscadas foi descendo ate chegar no volume da minha bermuda (estava sem cueca) ela comecou a morder a cabeca do meu pau por cima da bermuda mesmo, dizendo um monte de besteiras. So abaixou a blusinha tomara que caia e comecou a esfregar aqueles peitinhos durinhos na minha cara. Fiquei quase louco e comecei a morder o biquinho, lamber chupar, tentava colocar ele todo na boca, parecia um esfomeado. Ela ja gemia de tesao, a essa altura ela ja estava montada em mim. Eu acariciava suas costas, apertava a bundinha dela, e ela ficava rebolando em cima de mim, e falando que era louca pra trocar de lugar com a mae dela, nisso ela levantou e foi virando a bunda pra mim, disse que queria gozar na minha boca enquanto chupava meu pau. Que delicia um 69 com aquela ninfeta, quase nao acreditava que tantas vezes desejei aquele corpinho, agora estava ali, enfiando minha lingua naquela bucetinha todo molhada, e cheirando aquele cuzinho delicioso. Ela nao parava de me chupar e comecou a morde forte na cabeca do meu pau, mordia o meu saco, colocava uma bola toda na boca depois a outra, parecia uma bezerrinha desmamada. Ja fazia uns dez minutos que estavamos ali naquele delicioso 69 quando ela comecou a gozar, virou rapidamente e sentou no meu pau, quero lambuzar ele todo com meu melado, pedia pra eu dizer que ela era mais gostosa que a mae dela, que fazia mais gostoso ela ou a mae dela, ela gozou por um bom tempo eu ainda estava firme. Ela pedia pra eu ficar de pe e ela deitada na cama de quatro com os peitinhos encostados no colchao, abriu bem a bundinha e disse, olha so o que ainda tenho pra vc, agora que me fez gozar tao gostoso, vou te dar a opcao de escolher, no meu cuzinho apertadinho ou na minha bucetinha toda melada, falei que ia escolher o que tivesse mais saboroso, entao comecei lamber aquele cuzinho minuscule e lisinho, depois abaixava um pouquinho e passava a lingua desde o grelinho ate o cuzinho, sem pressa eu a fiz gozar novamente na minha cara, ela disse que agora nao tinha escolha mais. Teria que come-la naquela hora sem demora, entao eu coloquei o pau na entradinha da bucetinha dela e com o polegar comecei a forcar a entradinha daquele cuzinho, fui colocando o pau bem lentamente, na bucetinha e o polegar no cuzinho, ela rebolava e contorcia de tesao, dei algumas bombadas na bucetinha quando ela ameacou comecar o movimento pra frente e pra traz eu a segurei, e disse pra ter calma, meu dedo ja estava todo atolado naquele cuzinho iniciei moovimentos circulares, tirei o polegar daquele cuzinho apertado, tirei o pau da buceta, e coloquei na entrada do cuzinho dela, comecei a empurrar bem devagar ate colocar a cabeca, ela parecia estar em choque, so tremia e gemia bem baixinho, pedindo mais, e mais, fiu colocando o pau todo naquela bundinha gostosa dela ate meu pau acomodar levou um tempinho mais o tesao era demais, mal comecei o vai e vem naquela fonte de prazer que era aquele cuzinho ela comecou a gozar. Gemia tao gostoso que fui aumentando a velocidade e a forca, o pau entrou tanto que eu sentia a bucetinha dela no meu saco. Eu a segurei pela saia na cintura com forca, e dei uma estocada bem forte, e comecei a jorrar porra naquele cuzinho apertado, ela gemia e dizia, goza meu gostosao, goza bem fundo no meu rabo, me enche de porra, da um trato na filhinha tambem. Gozamos juntos o cuzinho dela parecia morder meu pau, terminamos e fomos pra cozinha pra minha sorte a coroa ainda dormia, ainda deu tempo de dar uns amassos na filha ate a coroa acordar.

Snake

Us_snake@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:34
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Domingo, 28 de Setembro de 2008

A irma da minha Namorada


Estavamos a passar o uma semana de férias na casa de praia dos pais da minha namorada. Eu, a Júlia, minha namorada, 22 anos, 1,65, morena, carinha de boneca, corpo vuluptuoso, a Joana 17 anos, a mesma altura da irmã, igualmente morena, corpo de boneca barbie, sempre muito sorridente e muito bem disposta e depois os meus sogros, o Sr. António, 50 anos e a D. Luísa, também de 50 anos.

Éramos novos, namorávamos à pouco tempo e andávamos sempre cheios de vontade de estar um com o outro e aproveitávamos todas as oportunidades para estarmos juntos, o que não se previa nada fácil, num apartamento T2 com 5 pessoas. No final do segundo dia estávamos à espera do almoço, a minha sogra na cozinha o meu sogro ainda na rua a Joana a tomar banho e eu e a Júlia na sala a ver TV e sem pensar começamos a beijar-nos, perdemos a noção do perigo e baixando-me os calções fez-me um broche delicioso quando me estava a vir e como não podia sujar a sala vim-me na sua boca mesmo sabendo que ela não gostava. Com a boca cheia levantou-se para ir cuspir quando sentimos a chave na porta era o seu pai a chegar, e sem alternativa engoliu o meu esperma e dizendo olá ao pai correu para a casa de banho onde se cruzou com a irmã.

Este acontecimento fez-nos rir com vontade e ela acabou por reconhecer que gostara e que queria voltar a provar o meu esperma. No dia seguinte a seguir ao jantar o meu sogro foi para o café ver o jogo e a sogra e a cunhada ficaram a lavar a loiça e vendo mais uma oportunidade demos uma rapidinha na sala ela de costas, mãos na parede saia levantada e possui-a por trás em estocadas vigorosas que nos fizeram vir rapidamente e ajeitando-nos sentamo-nos no sofá. Passado um bocado chega a irmã e a sogra sentam-se a ver TV connosco quando a Joana diz qualquer coisa ao ouvido da Júlia e esta sai para a casa de banho.

Mais tarde disse-me que a irmã lhe tinha dito que estava um fio de esperma a escorrer pelas pernas para se ir limpar. Os dias foram passando e nós sempre a aproveitar todas as oportunidades para dar umas rapidinhas, algumas vezes protegidos pela Joana que do lado de fora da sala vigiava os movimentos dos nossos sogros. No ultimo fim de semana os meus sogros receberam um convite para ir jantar a casa de uns amigos e como era longe ficaram lá a passar noite regressando no domingo para o almoço e nós os três fomos jantar fora e sair. Chegamos a casa já passava das 4 Horas, a minha namorada e a irmã muito bêbadas e eu também um bocadinho.

Elas foram-se deitar e eu deitei-me no sofá, a minha cama durante as férias, e não tardei a adormecer entorpecido pelo cansaço e pelo álcool. Passado um bocado pensei estar a sonhar sentia uma mão no meu pénis e depois uma boca. Percebi que não era um sonho e pensei que a Júlia me tinha vindo fazer uma surpresa e olhei para baixo para apreciar o espectáculo e para minha surpresa vi a Joana que julgando-me a dormir estava a desfrutar do meu pau. Deixei-me estar sem me mexer apreciando o belo trabalho que ela estava a fazer, mas não aguentei muito tempo e com a mão empurrei-lhe a cabeça para baixo enterrando-me todo dentro da sua garganta e explodindo num orgasmo que a fez engasgar tal a quantidade de esperma que deitei.

Recuperado o fôlego nenhum de nós fez tensão de se arrepender e puxando-a para mim beijei-a com paixão sendo retribuído. Dei-lhe um banho de língua deliciando-me com a sua pele e os seus seios e retribui-lhe o serviço que me tinha feito fazendo-a vir-se na minha boca. Os seus sucos sabendo como os da irmã. Ofegante do orgasmo pediu-me para a penetrar o que fiz com gosto e durante muito tempo fizemos amor apaixonadamente. Quando senti o meu orgasmo perguntei se me podia vir dentro dela e sendo a resposta negativa vim-me na sua cara, mamas e púbis deixando-a toda suja.

Olhamos para o relógio, eram seis e trinta da manhã o sol começava a querer despontar anunciando mais um belo dia de praia. Admirei o seu corpo e a sua beleza naquela penumbra, elogiei-a e disse que queria voltar a estar com ela ao que me respondeu mais logo saindo de imediato. Passadas umas horas fui acordado pela Júlia, tomei banho almoçamos todos e depois de almoço despedi-me para me ir embora pois eles iam ficar o resto da tarde na praia só regressando à noite quando a Joana me pergunta se a levava pois tinha combinado ir ao cinema com as amigas e não lhe apetecia ficar na praia. Disse que sim e saímos os dois em direcção a Lisboa. Durante o caminho falamos sobre o que tinha acontecido e ela disse que sempre tinha gostado de mim e que saber-me a fazer amor com a irmã a deixava excitada e que não tinha resistido e que queria mais.

Dirigimo-nos para sua casa e aproveitando a casa vazia não demoramos a enrolar-nos fazendo amor com entusiasmo, explorando-nos mutuamente. Pelas 18H estava extenuado deitado no sofá não acreditando no que tinha acontecido, abismado pela experiência e energia da Joana que após 3 horas de sexo e inúmeros orgasmos parecia fresca. Toca o telemóvel, ela atende, eram os pais a dizer que estavam a sair e que dentro de uma hora estavam em casa. Ela disse que o filme já tinha acabado e que também estaria em casa a essa hora e desligando voltou-se para mim e perguntou se ainda dava outra antes de eles chegarem e eu respondi que estava acabado e para minha surpresa ela pergunta se não arranjava forças para comer um rabinho.

Como que por magia ganhei força e num piscar de olhos fiquei mais erecto do que nunca. A perspectiva de comer o rabo daquela diva deixou-me pronto para a acção, isso e o facto de nunca ter comido um cu, o que lhe disse mostrando o meu medo de a magoar ou de não fazer bem. Ela colocou-se quatro no chão, e espalhou muito óleo johnson no sue olhinho e depois disse-me para a penetrar devagarinho, pois apesar de não ser a primeira vez e de o meu pénis não ser muito grande custava sempre um bocado e seguindo as suas indicações penetrei-a.

A sensação era única, inigualável, completamente diferente do sexo vaginal, o seu rabo era muito apertado e muito quente e se não estivesse à beira do esgotamento tinha-me vindo logo. Assim pude aproveitar o momento e saborear com tempo aquele rabo divinal e finalmente, passado muito tempo vim-me pela primeira vez dentro de um cu, caindo para trás e ficando sentado no chão a ver o olhinho da Joana a fechar lentamente. Que rica vadia me tinha saído a cunhadinha, mais nova que a irmã mas muito mais experiente.

Olhei para o relógio e entrei em pânico, estava na hora dos meus sogros chegarem e saí dali a correr sem dizer mais nada. Mais tarde ligou-me a Júlia a perguntar como tinha sido a tarde, respondi que tinha ficado a dormir e a ver TV, depois perguntou-me se sabia alguma coisa da irmã, disse que a tinha deixado em casa e perguntei porquê e ela respondeu que achava que a irmã tinha estado em caso com o namorado pois a sala estava toda desarrumada e que lhe tinha cheirado a esperma ao entrar no quarto.

Ri-me dizendo que não sabia de nada e que era normal.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:11
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Sábado, 20 de Setembro de 2008

A Afilhada


Olá! Esta história é verdadeira e passou-se há cerca de um ano... A minha afilhada (filha de uma amiga nossa) vem muitas vezes cá a casa e, tendo apenas 15 anos, apresenta um corpo de fazer inveja a muita mulher boa! Morena, olhar atrevido, cabelos longos e um pouco encaracolados, uns peitos bem rijos e sempre em pé, para além de apresentarem um belo volume. Depois, tem um rabo empinado e uma cintura fina, com umas pernas muito bem torneadas... Enfim, a miuda costuma cá vir a casa visitar a família e pede-me sempre para ir navegar na net, pois não tem em casa.

Perguntei-lhe, uma vez, disse que era para um trabalho da escola... Desconfiado, quando fui ter com ela, vi-a atrapalhada a escrever barbie, disney e outros disparates no google, pois bem sabemos que uma menina atrevida de 15 anos não brinca com barbies. Nesse dia, acabou por se ir embora e, eu, à noite, quando mexia no computador, reparei que os sites que ela havia visitado eram pornográficos, o que me encheu de tesão, desejando que ela voltasse cá a casa, o que só acabou por acontecer mais de um mês depois (soube que não por vontade dela, mas por actividades na igreja, imagine-se).

Assim, Xaninha apareceu cá em casa, de vestidinho curto, cueca quase fio dental a mostrar aquelas nádegas apetitosas e um decote que me fez saltar os olhos. A marota fitou-me com os olhos e nem a minha barriga grande me baixou o astral. Pediu-me para ir à net, estava a mãe dela e a minha esposa na sala. O escritório é no 1º andar de casa, sendo que ainda fica um pouco distante da sala... Assim que ela foi para o computador, enviei-lhe uma sms a dizer que sabia o que ela queria ir ver e, ao mesmo tempo, perguntei se podia subir. Respondeu com um timido "sim"... Inventei que tinha que procurar papéis e apanhei as mulheres distraídas, o meu filho a dormir e subi. Lá estava ela com o site da barbie, mas sem estar atrapalhada. De imediato, coloquei-me por trás dela e abri logo um site porno, bem forte, com miudas a mamar nos caralhos de pessoas adultas, etc. Ela aguentou-se, mas desejosa...

Assim, fui-lhe passando a mão nas pernas, ela só fechava os olhos e tremia. Depois, quando passei à cueca, fiquei louco. Aquilo era um forno em chama, bem quente e untado. A minha mão ficou encharcada quando lhe apalpei aquele papo de cona bem gostoso. Xana abriu as pernas e não dizia nada. Lambi-lhe a orelha, enquanto os meus dedos abriam a sua cueca, destapando uma cona de princesinha, com os pelos na medida e com um tesão inacreditável. Com medo, fui até à porta para ouvir se estava tudo bem com a minha mulher e a mãe de Xana, que continuavam a falar entretidamente. Quando volto, já Xana tinha as cuecas no chão e disse: "Padrinho, faz qualquer coisa, por amor de Deus... mas eu sou virgem!" Nessa altura, coloquei as suas costas em cima da secretária e comecei rapidamente a mamar nas suas belas tetas (entretanto de fora do vestido), enquanto o meu dedo viajava rapidamente por aquela rata, passando pelos seus lábios carnudos. Sem tempo para grandes avarias, limitei-me a mamar fortemente aquela rata, com a minha lingua a esticar tanto que me doia.

Mas mamei aquele muco vaginal todo até à última gota. A puta da miuda vinha-se que nem uma doida e tive que pôr o som do ipod mais alto para que ninguem descofiasse de algum barulho. Eu estava de calções e, enquanto mamava na cona de Xana, vim-me todo para o chão, pois já havia tirado o pau de fora e esporrei-me que nem um doido, tendo o tapete ficado cheio de esperma que limpei mais tarde. Não houve tempo para mais naquela tarde e depois de me recompor, desci e fiz compania à minha mulher e amiga, que nada desconfiaram.

Fiquei a pensar como comer a minha afilhada ...

Para qualquer conto ou mensagem, mandem email para

boss_1@aeiou.pt

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Quinta-feira, 18 de Setembro de 2008

Tara Pela Minha Irma


Alem de ser verdadeiro este conto, também é verdadeiro que nunca consegui comer a minha irmã. A minha tara pela irmã começou num belo dia quando mamãe ia trabalhar e minha irmã cuidava de mim. Eu na época tinha 10 anos e ela 14, apareceu o Luis e a Ruth, vizinhos nossos para brincar em casa. Fomos para o quarto dos meus pais e a brincadeira era de papai-e-mamãe. Minha irmã pediu para entramos no armário, eu e o Luis e elas na parte de fora. Minha irmã falou que era para nós tirarmos à roupa e quando ela chamasse era para sairmos do armário. Tiramos à roupa e esperamos. Quando ela nos chamou, fiquei estático.

Ela estava nuazinha, e que corpo tinha minha irmã na plenitude dos seus 14 anos. Seios de pêra e uma bundinha saliente, redondinha e roliça, que tesão, a imagem dela deitada na cama até hoje não me sai da cabeça. Então, aproveitei e pulei em cima dela e ela falou que a minha mulher era Ruth, pois ela era mulher do Luis. Sai de cima dela e fui em direção a Ruth que estava apenas de calcinha. Quando a agarrei disse que não iria brincar e foi embora. Minha irmã bem que tentou mais não consegui a Ruth foi embora e eu fiquei só. Voltei para o quarto e o Luis, um moreno de 15 anos estava em cima da minha irmã tentando comê-la com sua pica em riste, bem dura, deveria ter uns 16 cm, ele tava doido e minha irmã pedia para parar porque eu estava olhando. Como o Luis era bem forte não deixou ela sair disse que iria tirar o cabaçinho dela naquela hora, dizia que há muito tempo queria comer aquela bucetinha, que ela sempre provocava ele a não ia deixar fugir a oportunidade. Numa última tentativa ela falou que eu estava vendo e poderia contar para os meus pais.

O Luis olhou para mim e falou que se eu contasse para o meu pai ele iria me encher de porrada. Não tive alternativa, saí do quarto. Mas aproveitando que naquela época, anos 60, a porta tinha a fechadura grande e como a cama ficava lateral a porta deu para olhar pelo buraco o que eles estava fazendo. A imagem que eu via deixou-me de pica dura, ele em cima dela tentava enfiar o seu pau na bucetinha dela... Ela de pernas fechadas dizia para ele que não o deixaria comer a sua bucetinha. Era virgem... Ele tentava... Tentava... e nada. Ele perguntou se não iria mais brincar de papai e mamãe... Estamos mais não posso dar minha bucetinha. Além de virgem o tamanho do pau iria machucá-la. Não agüentando mais Ele levantou da cama e foi na cozinha voltou com um pote de manteiga e lambuzando o seu pau, pediu para ela ficar de bruços porque iria comer o cuzinho dela. Ela vendo que ele não iria desistir, virou e pediu para ele colocar bem devargazinho para não doer.

Ele direcionou para o seu cuzinho e começou a enfiar. Minha irmã gritou, pediu para tirar. Ele sem ouvi-la estocava sem parar. Deu para perceber quando entrou o talo todo. Minha irmã parece que desmaiou. O Luis começou um entra em sai que ela nem se movia. – Pensei comigo. Será que ela desmaiou e ele não viu. Já ia entrar no quarto quando ela começou a gemer. A principio baixinho mais depois alto... Pedia para ele enfiar mais... – Que pau gostoso você meu neguinho... Come sua branquinha. E o Luis aumentava mais e mais e falou para ela que estava gozando. – goza meu neguinho. Derrama todo o seu leitinho no cuzinho da sua branquinha... Vem. Vem... Aí também estou gozando... que coisa gostosa... Vamos... Vamos... gozar juntos...

E aí caíram ambos para cada lado, quase desmaiado. Eu vendo aquela cena tentei bater uma punheta. Até que o meu pau estava durinho mais não saiu nada senti só uma coceirinha nele. Quando retornei ao quarto o Luis tinha ido embora e a minha irmã estava deitada de bruços na cama. Não resisti e pulei em cima dela. Ela gritou o que eu estava fazendo. Nós éramos irmãos e não poderíamos fazer aquilo e levantou foi para o banheiro tomar um banho porque já estava na hora de mamãe chegar.

Ela foi morar no Rio de Janeiro com a minha Vô e quando voltou já na plenitude dos seus 19 anos me proporcionou mais uma visão quando ela levou o seu namorado lá em casa...

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Segunda-feira, 1 de Setembro de 2008

A tia que sempre sonhei


Venho por este meio contar o que se passou cmg, foi um sonho realizado. Tenho 26 anos alto e bem constituido, e tenho uma tia de 38 anos magra e muito elegante de nome Angela(nome ficticio). Então a história começou assim:

Durante muitos anos me masturbei pensando nela, imaginei-a de todas as formas, um dia em familia as minhas tias estavam a falar sobre as estrias de cada uma, até que a minha tia Angela dicidiu baixar as calças pra se fazer entender do estava a falar, foi aí que a ví só de cuequinha e ví aquela vagina muito gira e bem cheinha, fiquei louco de tesão, não aguentei e fui á casa de banho bater uma que me soube lindamente, desde então sempre que a via reparava em todos os pormenores do seu corpo, tem uns peitos pequenos mas mt arrebitados e com uns biquinhos bem escurinhos, desde então fazia de tudo para a ver, começei a passar mais vezes em sua casa, ela muitas vezes me dizia que eu estava mt jeitoso, passava a vida a dizer isso, e dizia que as raparigas jovens lá da terra passavam a vida a falar de mim, foi aí que criei coragem e num tom de brincadeira lhe disse que gostava era de maduras, ela sorriu...

Um dia de semana como tenho liberdade no meu trabalho passei em casa dela para me fazer um trabalho numas calças(ela é costureira), mas como o trabalho exigia que tirasse as calças, eu disse-lhe que sendo assim passava lá outro dia com as calças, ela disse: não, tiras as calças que isto é rapido... E assim tirei, mas como a minha mente não pensava noutra coisa, vieram-me todos os pensamentos eróticos com ela à cabeça, foi aí que o meu pau cresceu de uma forma louca, tentei tapar com a camisola, mas não tapava tudo, foi aí que ela por entre a maquina olhou e reparou, e disse: "fogo André, que se passa?." Fiquei vermelho que nem um pimento, e respondi que não se passava nada, ela soltou um sorriso maroto, quando se levantou para passar as calças a ferro rossou o cu no meu pau... eu já não me controlava mais, varias vezes pensei em arriscar, mas podia levar um corte! Foi entao que ela me esticou o braço para me entregar as calças e me olhou fixamente com uma cara sexy, olhei-a tb, e ela perguntou-me mt envergonhada:

Estás a pensar no mesmo que eu? e me olhou para o pau, foi aí que não aguentei e a puxei para mim beijando-a loucamente, minha lingua a devorava, chupei a sua lingua, seus labios enquanto ela me meteu as maos dentro dos boxers e me agarrou o pau, sem a parar de beijar tirei a sua bata de trabalho, ela repetia varias vezes que aquilo não era correcto mas continuava a beijar-me, tirei a sua camisola de alsas e estava sem soutien, chupei aquelas mamas durante alguns minutos... e comecei a tirar-lhe as calças, e disse-lhe que varias vezes tinha sonhado com isto, e que queria lamber-lhe aquela vagina até à ultima gota, a resposta dela foi empurrar a minha cabeça pra baixo em direcção à vagina, foi aí que reparei que ela estava completamente molhada, tirei pro lado a sua linda tanga branca as rendas e lambi a toda, o seu cheiro era agradavel, chupei aqueles labios vaginais, metia a lingua até não poder mais, acabei por lhe tirar a tanga e ela sentada na mesa de pernas abertas continuei a lamber, ela atingiu varios orgasmos, o liquido era tanto mas eu chupava-o todo, o cheiro era tão agradavel que até o cu lhe lambi, e com a minha cara completamente coberta do seu liquido voltei a beija-la na boca, ela estava a adorar e eu também, confessou-me que nunca tinha atingido tantos orgasmos seguidos, então me mandou sentar eu na mesa, foi aí que ela começou a mamar no meu pau, era tão bom, mas tambem lhe queria lamber a cona ao mesmo tempo, foi aí que fizemos um 69, quando ela se vinha baloiçava na minha cara, eu adorei o seu cheiro, ela confessou que deitava creme no cuzinho, ainda mais tesão me deu de lho laber, sentou-se de pernas abertas para mim e pediu-me para a penetrar, mas aqueles labios vaginais estavam tao deliciosos que não resisti e lhe dei mais umas lambidelas até que a penetrei loucamente, aodrava o seus timidos gemidos, colocou-se de 4 e continuei a penetrar, mas estava a vir-me quando ia a tirar ela segurou-me para que me viesse dentro dela, disse-me que estava a tomar a pilula, deitei tudo lá para dentro, qd tirei fora o meu esperma até escorria por a sua vagina em direcção às pernas, parei um bocado, deitei-me em cima da mesa pra nos recompormos, estava no céu, então ela se levanta e começa e mamar no meu pau que estava mole, o meu esperma notava-se nos seus labios, logo o meu pau cresçeu de tanto tesao, adorei aquele esperma na sua boca, começei a meter o dedo no seu cu, perguntei-lhe se ainda era virgem do cu, ela disse que já tentou mas não conseguiu, então pedi pra tentar de novo, ela aceitou, ela de 4 meti o meu pau na sua vagina para molha-lo com o meu esperma, e penetrei lentamente, dei 3 bombadas mas ela não aguentou.

Sentei-me e ela sentou-se sobre mim metento o pau na vagina e começou a baloiçar gostoso, beijou-me, conseguia sentir o sabor do meu esperma, sem problemas pois o tesão era enorme! Ela tornou-se a vir umas quatass vezes eu tb me vim novamente dentro dela, entao que me pediu para fazer-mos de novo o 69, eu aceitei, a sua vagina estava completamente encharcada de meu e seu esperma, reparei que se veio mais umas duas vezes, notava-se os seus liquidos a sair pela vagina, o tesao era tanto que me estava quase a vir, ela reparando disse que queria que eu me viesse na boca dela, foi o que fiz, ela engoliu tudo, sempre sonhei com isso, aí morri de tesao, paramos.... ela disse que foi a maior hora de sexo da vida dela e pra n contar a ninguem... fui embora e acreditem que de tanto tesão voltei lá ao fim da tarde!! Esperei que saisse de lá duas clientes e tornamos a repetir mas mais rapido, pois estava a chegar a hora do meu tio chegar! Concretizei o meu sonho!!

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Segunda-feira, 18 de Agosto de 2008

A Sobrinha


Sou casado, 33 anos, 2 filhos, tenho uma mulher linda, e uma boa vida. Nunca me passou pela cabeça enganar a minha mulher, e muito menos com a pessoa que foi ou como foi. Como disse, levo uma vida muito pacata, tenho um bom emprego e uma boa vida. Claro que como todos os homens gosto de olhar para mulheres bonitas mas nunca passou disso. A minha mulher e toda a família é de Bragança e como tal raramente lá vamos ou convivemos com a sua família, pelo que há muita gente que conheço mal e outros que nem conheço. No início do ano, a filha de uma prima da minha mulher, a Patrícia, veio estudar para Lisboa, e não conhecendo nada ficou combinado que nos primeiros tempos para facilitar a integração e até arranjar um sítio para ficar ficaria hospedada lá em casa. Ia ser um grande transtorno, pois éramos quatro pessoas num T3 e ela teria que ficar a dormir no quarto da minha filhota.

Lá nos arranjamos mas aquilo fazia-me muita confusão, pois estava habituado a andar à vontade em casa, de cuecas ou nu e agora não o podia fazer. Ao final de uma semana começamos a ganhar certas rotinas mas o mês de Setembro foi muito quente e só dava vontade de andar todo nu pela casa. Não andávamos mas usávamos o menos roupa possível e a prima da minha mulher começava a dar-me cabo da cabeça, 18 anos, alta e esguia, cabelo louro, olhos verdes, mamas grandes para o corpo, rabo pequeno e pernas compridas bem torneadas, passeava-se em casa de calções minúsculos e de top que deixava ver metade das mamas. Eu não podia deixar de reparar e de ficar excitado. A minha mulher achava tudo muito normal e nada dizia. Ao fim de alguns dias comecei a ficar com a impressão que ela me provocava e fiquei com a certeza quando uma noite sentados na sala a ver a novela apareceu uma cena de sexo em que um homem mais velho levava uma adolescente para a cama. Eu estava muito distraído e concentrado na cena, a minha mulher na cozinha a trabalhar e sem dar por isso fiquei com tesão fazendo uma tenda nos calções.

De repente oiço-a perguntar se estava a gostar, levantei os olhos e vi-a sorridente, ar malandro na cara e nos olhos, mamilos espetados no top, mão distraidamente dentro dos shorts. Desviei o assunto e a noite seguiu sem incidentes, mas cada vez mais a sua imagem estava na minha cabeça. Alguns dias depois durante a noite a minha filhota chorou e como sempre faço levantei-me a correr para a ir ver, esquecido que estava nu e que no seu quarto estava a Patrícia, e só depois de ter entrado me lembrei disso mas já era tarde e fui tratar da pequenita. Ao sair deitei uma olhadela e vi a Patrícia a olhar para mim com, pareceu, um grande sorriso na cara. Dois dias depois a minha mulher foi a uma reunião a Paris e ia ficar lá durante a noite. Cheguei a casa dei de comer aos miúdos, deitei-os e fui para a sala ver televisão, juntamente com a Patrícia. Se possível estava ainda mais provocante e eu fiquei cheio de tesão. Tentei disfarçar de mil e uma maneiras e já incomodado por não o conseguir fazer despedi-me e fui para a cama. Deitei-me cheio de tesão a pensar naquela pestinha e como que respondendo aos meus pensamentos sinto a porta abrir-se e ela entrar. Sem me deixar falar deita-se na cama e beija-me na boca dizendo que estava cheia de tesão e que sabia que eu também estava. Debati-me, sem convicção, dizendo que estava errado, que não podia ser, mas quando a sua mão me apertou o caralho fiquei sem reacção e deixei-me levar.

Eu era mais velho, supostamente mais experiente mas era ela que controlava. A sua mão rapidamente foi substituída pela sua boca abocanhou a cabeça. Fez-me um broche fantástico, melhor que a minha mulher, chupando-me os colhões e lambendo todo o comprimento do pau sempre sem deixar de me punhetar. Não aguentei e como um adolescente anunciei que ia gozar e ela enterrou-o todo na boca bebendo todo o leite que deitei e em vez de correr para a casa de banho como eu esperava mostrou-me a boca sem nada. Fiquei estarrecido e sempre com ela a mandar deu-me a cona para eu lamber enquanto me chupava novamente o pau. Sabia bem a sua cona, toda depilada e com um piercing no clitóris que me surpreendeu mas que devia resultar porque em pouco tempo e sem eu fazer nada de especial ela veio-se. Eu já estava de novo pronto e rodando o corpo sentou-se em cima de mim deixando-se cair de uma vez sobre o meu membro magoando-me tal a violência com que o fez.

Era apertada mas sabia o que fazia e fodeu-me com perícia. Quando se cansou, colocou-se de quatro e fez-me sinal para a comer desta forma. Sempre ela a mandar, eu parecia um cachorrinho a fazer o que ela dizia, e reconheço que o fazia quase em transe, tão bom estava a ser. Não sei quanto tempo a fodi assim nem quantos orgasmos ela teve e mais uma vez pediu para mudarmos, deitou-se e apanhando as pernas com os braços expôs toda a sua cona para mim que sem pensar a penetrei, mas ela disse que não, que queria no cu. Olhei para ela sem acreditar, nunca tinha comido um cu na vida e nem me atraia muito mas não a querendo contrariar assim fiz e com todo o cuidado penetrei-a. Foi uma sensação extraordinária. O seu cu era tão apertado, tão rugoso, tão quente que em menos de dois minutos me vim, o maior orgasmo da minha vida e depois deixei-me cair na cama exausto e ofegante.

Ela dirigiu-se ao meu caralho, colocou-o na boca e em poucos segundos deixou-o limpo e a brilhar e saiu sem dizer uma palavra. Nessa noite dormi muito bem,

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Sábado, 16 de Agosto de 2008

Acordar minha filha...


Meu nome é Roger, 45 anos, casado a 20 anos, tenho uma filha, Bianca, de 18 anos, ela é linda, tem os olhos verdes, puxou a mãe, e não posso negar que sinto muito tesão na minha filha, ainda mais pois ela vive andando só de calcinha e camiseta pela casa, uhmm me deixa louco, acredito que ela mal sabe disto. Semana passada, era umas 06:00hr da manha, acordei para ir trabalhar, deixei minha esposa na cama dormindo, todos os dias vou de carro e deixo minha filha na escola, e neste dia quando acordei, fiz café, reparei que ela não havia acordado como de costume, subi e bati na porta do quarto dela, e ela não respondia, então pra não fazer muito barulho pois minha esposa estava dormindo, abri levemente a porta do quarto dela, e fui entrando, a safadinha estava acorda mas deitada na cama, e disse com aquela carinha de sapeca “bom dia papai, desculpa não ter levantado, to com preguiça”, e sorrindo, eu não conseguia ser bravo com ela, sorri, fiquei a olhando, ela estava linda, só com uma calcinha branca, e uma blusinha regata que era tão pequena que os biquinhos dos seus seios saltaram pra fora, quando ela estava se espreguiçando na cama.

uhmm, sentei me na beirada da cama, conversando com ela, onde me disse que estava cansadinha, não tinha conseguido dormir direito, eu adulando ela, levei minha mão na sua perna, onde a acariciava subindo por sua coxa, foi então que ela soltou “uhmm papai o senhor tem uma mão muito gostosa”, e levou o seu pezinho no meu pau por cima da calça, pressionando ali, uhmm fiquei pasmo, mas logo entrei na dança, “é filha você gosta?”, ela balançou a cabeça indicando que sim, meu pau crescia ali com seu pezinho, a safadinha estava me provocando, percebendo minha ereção eu a olhava e a via mordendo os lábios e então falou “ai papai, acho que deixei o senhor com pauzinho duro....rs”, e sorria, eu também, então ela pegou sentou se na cama, depois ficou em cima dela, e veio engatinhando feito uma gatinha, veio até mim, e levou sua mãozinha no meu pau, apertando ele por cima da calça, chegou o rostinho dela colado no meu, falando “uhmm papai o seu pau ta bem duro...”, e foi abrindo o zíper....colocando a mão dela lá dentro, e puxou meu pau pra fora “uhmmm papai como é grande”, e começou a bater uma punheta, deliciosa, minhas mãos abaixaram as alcinhas de sua regata, e eu chupava aqueles peitinhos, nossa que delícia, ela acaricia minha cabeça com sua mãos, eu brincava com minha língua nos seus biquinhos, ela então pegou e sentou no meu rolo, e ficou se esfregando em mim, nossa que safadinha, eu estava praticamente dominado pela minha filhinha, então segurei a calcinha dela pelas laterais, ela se levantou na minha frente, olhando pra trás com aquele sorriso safadinho, e fui abaixando sua calcinha, tinha a bucetinha lisinha, fui abaixando sua calcinha até ela cair sob os pezinhos dela, que os levantou sua calcinha com a pontinha do pé, e jogou pro alto, rindo feito uma moleca, e então ela veio sedenta, se abaixou na minha frente, me punhetando, e logo colocou meu pau na sua boquinha, e ela chupava muito bem, parecia saber o que estava fazendo, e chupava tudinho, pedi pra ela se levantar, fiquei a admirando de frente pra mim, levei minha mão na sua bucetinha, acariciando ela, estava molhadinha, era linda lisinha, brincava com meus dedos nela, e falei pra ela “hoje papai vai te dar o dia de folga”, e ela “eba !!” sorrindo, joguei ela na cama, abrindo suas pernas, e caí de boca na sua bucetinha, chupando ela com muita sede, ela se contorcia todinha, eu tinha perdido a razão, minha esposa poderia acordar e nos pegar ali, mas eu nem me lembrava disto, e então segurando meu pau, esfreguei a cabeça dele na xaninha dela, e então coloquei a cabeça, e fui socando, entrando até o fundo, e ela falava “uhmm papai ,...vem ...ta gostoso”, e então comecei a bombar, bombar, rápido, a cama fazia um certo barulho, e eu bombando, quando senti que ia gozar, tirei meu pau, puxei ela pelo cabelo, e batendo uma gozei na sua carinha, e a safadinha sorria, e tentava engolir tudinho, guardei meu pau, me ajeitei, falando “filhinha agora preciso ir, descansa bastante ta”, fui até o ouvidinho dela e ainda disse “pois papai ainda quer foder mais a filhinha”, ela sorria, e falava “não vejo a hora papai”, e apertando meu pau por cima da calça, dei um beijo na testa dela e saí, nossa fiquei o dia inteiro pensando nela, tive até que bater uma na minha sala, eu que não vejo a hora de poder foder minha filhota novamente.

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Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Tesao pelo Filho


Chamo-me Helena, sou casada, tenho 48 anos e dois filhos, um rapaz de 16 anos e uma rapariga de 27. Desde sempre que adoro sexo e a partir dos meus 15 anos, quando perdi a minha virgindade, que não consigo passa sem ele. Na faculdade, partilhei um apartamento com a minha melhor amiga, a Luísa. Nos tempos de faculdade, divertíamo-nos imenso e era comum fazermos trios com amigos nossos.

Ao longo desse tempo fomos ficando cada vez mais amigas e hoje dizemos tudo uma à outra sem qualquer complexo. Mesmo depois de casadas continuámos a fazer loucuras,embora menos por causa das nossas obrigações profissionais e familiares. Um dia, estávamos de férias no Algarve e ela confessa-me que adorava ir para a cama com o meu filho. Fiquei surpreendida com o que ela me disse, porque das duas, quem tinha o vício dos rapazes novos era eu, tendo até seduzido já filhos de amigas minhas. A rir, e atrapalhada, disse-lhe que ela era um perigo. Mas realmente, não a podia censurar. O meu filho é praticante de pólo aquático e surf e está com um corpo lindo. Nessa noite deitei-me com aquela conversa no pensamento e, enquanto o meu marido dormia, masturbei-me a imaginar a Luísa com o meu menino e eu a assistir. A espaços, via-me também a juntar-me a eles e a ser comida pelo meu menino.

No dia seguinte ela voltou a falar-me disso e eu confessei-lhe que eu até tinha ficado excitada com tudo aquilo. A seguir disse-lhe que se ela quisesse, podia ir para a cama com ele. Em resposta, levei um enorme beijo na boca que nós costumávamos sempre dar quando partilhávamos alguma fantasia ou aventura que tivéssemos tido. Uns dias mais tarde disse ao meu filho para passar pela casa da Luísa e trazer-me uma agenda que eu tinha lá esquecido. É claro que já tínhamos isto combinado. Quando ele lá chegou, depois de uma conversa com ele, conseguiu finalmente seduzi-lo. Nesse mesmo dia, a Luísa telefonou-me e contou-me como ele "era tão bom a foder, o caralho de pedra que tinha e que delícia era chupá-lo" entre todos os pormenores. Fiquei tão excitada que me masturbei ao telefone com ela.

Mas ainda assim, não estava preparada para o que viria a seguir. Eu não sabia, mas eles tinham tirado fotografias. Quando as recebi no meu e-mail, fiquei varada com o que vi. O meu filho a comer a Luísa, ela a lamber aquele corpo lindo de atleta e aquele pau tão bonito e duro na boca dela. Estava tão excitada que até me sentia tonta. Uma semana mais tarde a Luísa veio à minha casa. Como sempre faço quando estou em casa, ando sempre com uma t-shirt do meu marido sem nada por baixo. Quando ela entrou deu-me um beijo na boca e eu até tremi só de pensar que aquela boca tinha mamado o meu filho. Fomos para a cozinha e ela no caminho deu-me uma apalpadela no rabo. Ela sabia que eu estava acesa e ela também estava. Poucos minutos depois o meu filho veio despedir-se de nós para ir ao treino de pólo. Quando ele foi para o quarto buscar as coisas dele, a Luísa piscou-me o olho e foi atrás dele.

Eu fiquei na cozinha e sentia um calor enorme a subir-me pelo corpo e tive de levar as mãos abaixo. Eles demoraram-se uns 10 minutos no quarto dele e logo a seguir ao meu filho ter-se ido embora, a Luísa apareceu-me na cozinha muito calada. Aproximou-se de mim,encostou-me à bancada, acariciou-me as pernas e depois beijou-me. Ao abrir a boca, senti um líquido quente e viscoso a vir contra a minha língua e os meus dentes. Era o gozo do meu filho. Ela tinha-me guardado o gozo dele e eu senti as pernas completamente trémulas enquanto ela me beijava e afastava a boca com os fios presos entre as nossas bocas. Em resposta disse-lhe que um dia também queria o rapaz dela e ela ao ouvido com um cheiro intenso a sexo, disse-me que era lindo fazermos uma orgia a quatro.

Passámos a tarde toda daquele dia na cama.

Beijos doces.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:51
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