Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

De madrugada à porta do meu prédio



Sexta feira,noite muito quente tipica de verao, cerca das 3horas da madrugada, estava eu descansadinho na minha cama a preparar-me para dormir, nisto ouço um automóvel a estacionar à porta do meu prédio, curioso espreito pela janela...........

Para meu espanto o carro era me familiar, e antes que recebe-se uma sms ou um telefonema, desci.

Chegado cá abaixo já me espera a Elisa, de mini saia preta, meia liga preta, bota cano alto de salto bem alto como eu adoro!
Sem me deixar sequer dizer uma palavra encosta-me à parede com uma violencia meiga um pouco selvagem, como só ela sabe, beijando-me com fúria e desejo não contido. Subindo minha mão pela sua coxa,até lhe chegar bem na sua rata já molhadinha como eu gosto......(hummmmmmmm sem roupa interior, mas que bela surpresa). Enquanto a masturbo desaperta-me os botões das calças, pegando logo de seguida no meu pau já bem duro de tesão e enfia-o bem fundo dentro dela.

Louco como estava nem pensei se alguem estaria à janela do prédio em frente ou se alguém sairia do meu. Continuando com aquela louca foda, com a elisa já gemendo de prazer, encostei-a à parede levantando-lhe uma perna para a poder penetrar bem mais fundo. A minha vontade era lambe-la todinha e pensei ser ali, mas nisto surgiu um transeunte, paramos, fiquei dentro dela, abracei-a e sussurrei-lhe ao ouvido "quero comer-te essa coninha toda, anda comigo". Ainda com as calças meio desapertadas puxeia-a para as traseiras do predio. Aninhei-me e chupei-a mesmo ali, levantodo-lhe uma perna e metendo-lhe um dedinho no cu.

Antes que se viesse na minha boca, pois pelos gemidos e as pernas tremulas avizinhava-se um valente orgasmo.

Levantei-me, virei-a e fodi-lhe o cu enquanto a masturbava de forma rapida e forte, esfregava-lhe aquela cona e quase sentia os meus dedos arderem. Não resisti e vim-me naquele cuzinho tão perfeito que me põe mais louco que mil dvd´s de sexo hardcore! Se pensam que acabou por aqui desenganem-se! Ela não me deu descanso e aninhou-se pondo-me de novo com o pau bem duro enquanto ora lambia ora sugava ora passeava a ponta da lingua atrevida e sabia pelos meus recantos e milimetros mais sensiveis! Sentia a pele do meu pau esticar-se tanto de tesao que já ardia, os meus colhões já pesavam tanto que parecia que não me vinha há uma duzia de dias.

Esta mulher põe-me tolo e perco a noção do tempo e do espaço, ela mamava duma forma tão doce e atrevida que parecia que o ia engolir duma só investida. Implorei para que parasse mas ela ao contrario acelerou. Senti as pernas tremelicarem e antes de me vir quis sentir-me dentro dela. Aquela cona estava de novo, ou ainda, tão molhada que o meu pau deslizou, senti-o bater-lhe nas paredes do utero e parei. Parei dentro dela para a enlouquecer, uma forma de vingança gostosa digamos. Foi a vez dela, implorou para que a fodesse toda com furia de leão, mas em vez disso retirei o meu pau de dentro dela e ela abocanhou-o de novo. Não aguentei mais e gozei na boca dela, de seguida fi-la vir-se na minha tambem. hum aquele suco dos deuses que me vicia mais e mais.

Não percebo como pode existir homens que tenham nojo do gozo duma mulher. Uma boa cona é uma boa cona, não vamos discutir agora as más. Ainda fico com tesão dorido quando me relembro desta noite de verão. Mas nunca é tarde para se repetir. Depois de a Elisa ler a história, pode ser que...pode ser que surpreenda de novo. Assim espero ansiosamente.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:48
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Sexta-feira, 12 de Setembro de 2008

Férias diferentes


Tenho 34 anos e sou divorciada há 8.
Desde um ano antes da separação do meu marido, até há um mês, sexo foi coisa que nunca mais aconteceu.
Sou uma mulher normal, de corpo bem feito, elegante tenho 65 Kg com umas maminhas bem feitas e que até tive alguns pretendentes durante este tempo, mas nunca aconteceu porque saí bastante traumatizada da relação com o meu ex-marido e nunca nenhum deles me despertou o interesse suficiente.
É natural que com o decorrer do tempo, fui pensando cada vez mais em sexo e as saudades foram apertando. Comecei até a masturbar-me e acariciar-me para satisfazer os meus desejos. Mas, para quem estava habituada a ter um homem, não há nada que o substitua. Assim, comecei a olhar com mais atenção para os que me rodeavam e às vezes, com alguns deles só medava vontade de lhes meter as mãos entre as pernas. Na primeira quinzena de Agosto fui de férias para Espanha, para La Manga del Mar Menor, com uma amiga minha, que também é divorciada e um pouco mais velha do que eu (tem 37 anos). Fomos de carro e como já saímos tarde, dormimos em Granada. Tivemos que dormir no mesmo quarto porque já era tarde e o hotel que encontramos ao pé da estrada era pequeno e só tinha um quarto disponível. Jantamos, tomamos uma bebida no bar, fomos tecendo alguns comentários àcerca dos homens que por ali estavam e cada uma de nós foi dizendo o que gostaríamos de fazer com cada um deles, se eles assim o quisessem. Naturalmente que não se passou dos nosos devaneios mentais e acabamos por subir para o quarto para nos deitarmos. É claro que vinhamos as duas excitadíssimas e mais que desejosas que dentro do quarto estivessem dois homens à nossa espera. è claro que isso não aconteceu e ao entrarmos a minha amiga comentou que estavamos com azar com o hotel porque não nos tinham deixado nenhuma prenda no quarto. Eu concordeu com ela e comecei a despir-me para vestir uma camisa de dormir e me deitar. Reparei que a minha amiga olhava para mim com um ar sorridente e perguntei-lhe porque estava a sorrir. Ela aproximou-se lentamente de mim e disse-me baixinho a ouvido que não precisavamos de nenhum homem porque estavamos ali as duas. Eu, que nunca tinha passado por uma experiência dessas, fiquei siderada e sem saber o que fazer, mas antes que eu esboçasse alguma resposta, já a minha amiga me apalpava as mamas e me lambia os lábios. A principio pareceu-me estranho. Depois comeceu a gostar e a ficar excitada. Aí, despimo-nos as duas rapidamente e saltamos para cima da minha cama. Ela tomo de imediato uma posição mais activa (até parecia que não era a primeira vez que o fazia). Saltou para cima de mim e começou a lamber-me a cona e a apalpar-me as mamas. Chupou-me e mordiscou-me o grelinho, enfiou-me a língua pela cona dentro e quando eu já estava super excitada e a vir-me, mudou para a minha boca e começou a beijar-me e a meter a lingua dela dentro da minha boca. Simultaneamente, com a mão direita acariciava-me a cona e metia os dedos por ela dentro. A outra mão, a esquerda, umas vezes apalpava-me o cu, outras as mamas. Foi aí que eu resolvi passar ao ataque. Comecei a esfregar as minhas mamas nas dela. Beijei-lhe as mamas, suguei-lhe e mordisquei-lhe os mamilos e fui-lhe lambendo a barriga até chegar às coxas e finalmente à cona. Fiz-lhe a mesma coisa que ela me tinha feito a mim (suguei-lhe e mordisquei-lhe o grelinho, lambi-lhe a cona e enfiei-lhe a lingua pela cona dentro), mas com uma intensidade tal, que mesmo depois dela se vir ainda continuei a lamber-lhe a cona. Nunca tinha imaginado como era bom sentir aquele sabor salgado na minha boca... A seguir, pûs-me de joelhos, com ela entre as minhas pernas e esfreguei a minha cona por ela acima, passando pelas mamas e metendo-lha na boca, para que ela voltasse a lambê-la e a chupá-le. Ela, ao mesmo tempo que o fazia, apalpava-me as mamas e eu com a mimha mão acariciava-lhe a cona e enfiava-lhe os dedos por acima. A seguir, foi a vez dela vir para cima de mim e invertermos as posições. Já cansadas, deitamo-nos em cima da cama, agarradas uma à outra e adormecemos. Na manhã seguinte eu fui a primeira a acordar. As mamas dela estavam mesmo junto à minha boca e não resisti a chupá-las. Ela acordou e começou a acaricar-me a cona lentamente. Ela virou-se na cama, ficou por cima de mim e começamos a fazer um minete uma à outra. Foi delicioso. Ele veio-se antes de mim, mas não me largou a cona até eu me vir. A seguir levantamo-nos, tomamos juntas um banho de imersão, vestimos uma roupinha leve e fomos tomar o pequeno almoço. Fizemos o check out e partimos para o nosso destino. Nos 15 dias em que lá estivemos introduzimos umas variantes com um vibrador e um caralho que compramos numa sex shop em Alicante e que nos fizeram reviver a falta de um homem. Foi aí que tudo se começou a complicar. Dormiamos em quartos separados, mas há noite íamos empre para o quarto de uma das duas, para fazer amor. Ao fim da 1ª semana, houve um dia em que aminha amiga me disse que fosse subindo para o quarto que ela já ia ter comigo. Subi e passado pouco tempo ela bateu à porta. Abri a porta e qual não foi o meu espanto quando reparei que ela vinha acompanhada por um indivíduo alemão, que também estava hospedado no hotel e que tomava o pequeno-almoço à mesma hora que nós. Fiquei estupefacta mas ela começou logo por ir entrando com ele e disse-me aquela noite que iamos ter companhia. O desgraçado só falava alemão e ela que já o andava a catrapiscar há dois ou três dias, descobriu-o no bar do hotel. Insinuou-se descaradamente e é claro que ele nem sequer hesitou. Só que quando eles entraram eu ainda tive o discernimento para lhe dizer que não tinhamos preservativos e isto quando ela já tinha o alemão meio dspido. Aí, ela, expedita como sempre disse-me que não fazia mal que só tinhamos de ter o cuidado de não o deixer ir à cona, mas que podiamos fazer-lhe broche e dar-lhe o cu e rindo dizia que ele também não iria aguentar com as duas. Como não havia nada a fazer, porque o alemão, entretanto já estava despida, a minha amiga quase e já o alemão começava a baixar-me o vestido, achei que o melhor seria seguir mesmo o conselho dela. Expliquei por gestos que não tinhamos preservativos e que portanto ele não nos podia ir à cona e antes que ele tivesse alguma intenção, agarrei-me ao caralho dele e comecei a chupá-lo, só o largando quando ele se veio. É claro que encheu-me a boca toda de esporra, o pescoçoe as mamas. Fui-me lavar e quando voltei estava ele a foder a minha amiga. Fiquei posseça. Obriguei-o a sair de cima dela, ralhei com ela e puxei-o para cima de mim para me vir ao cú. Não passou muito tempo que eu não estivesse já arrenpendida. O meu ex-marido ía-me as vezes ao cú, mas fazia-o com jeitinho e não me magoava. O alemão não tinha jeito nenhum para aquilo. Magoo-me de tal forma que andei com o cú a arder durante dois ou três dias. A seguir a minha amiga bem tentou fazer-lhe um broche mas ele já estava sem tesão e nem se veio. Pusemos o alemão a andar, preguei um raspanete à minha amiga por ela o estar a deixar fode-la. Nos dias seguintes, o alemão sempre que nos encontrava à hora do pequeno-almoço tentava sempre meter conversa, mas nós com a desculpa de que não sabiamos alemão nunca mais lhe demos troco. Voltamos de férias e acabou-se o romance com a minha amiga porque eu vinha com um desejo tal de levar na cona que acabei, logo na primeira semana de trabalho por ceder (de bom grado, mas fazendo-me um pouco difícil) às insinuações dum colega meu de trabalho. Temos feito sexo. Deliro com as mãos dele a apalparem-me as mamas. Gosto do caralho dele que é bem melhor que o do alemão. Aguenta-se muito mais tempo teso o que permite dar umas fodas fantásticas (sentir aquele caralhão todo dentro da minha cona, é um delírio), passar para o broche e terminar a ir-me ao cú. De vez em quando também sai uma espanholada, com a esporra a escorrer-me pelas mamas abaixo.
O problema é que o tonto agora acha que está apaixonado por mim.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 02:38
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