Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

Minha visinha - Oscar dos BROXES


Há uns anos atrás, meu pai comprou um apartamento nos arredores de Lisboa para servir de base a mim e o meu cunhado que estavamos ambos a estudar na Universidade. A minha irmã que é uns dois anos mais nova, tinha já uma criança. Naturalmente como é normal em Portugal, havia o café da esquina onde a minha irmã acabou por fazer amizade com outras mulheres na mesma situação. Através dela eu também fiquei a conhecer as vizinhas. Havia uma, loira com olhos azuis, corpo bem feito mas desfeado pela forma de vestir, que dava em cima de mim discretamente. Eu feito parvo e moralista achava que era minha imaginação. Mas não, não era imaginação como pude comprovar umas semanas mais tarde.

Ela tinha um rapazinho de uns dois anos muito bonito e um marido que trabalhava em Lisboa numa gráfica e era militante dum partido da extrema esquerda. Embora eu não tivesse muita confiança com ele, sempre nos cumprimentávamos e trocávamos umas palavras, algumas vezes de política. Até era um tipo simpático. Um dia estávamos no café ainda da parte da manhã e a minha irmã pediu que lhe cedessem um limão para o almoço. A loira ofereceu-se e disse que tinha e que ia para casa e se eu fosse com ela podia trazer o limão. Lá fui eu com ela. Entramos no elevador e ela imediatamente se encostou a mim. Eu comecei imediatamente a excitar-me. Ela abre a porta do apartamento, eu seguio-a e ela imediatamente fecha a porta do apartamento e de novo se encosta. Aí eu tive mesmo de deixar de ser parvo.

Pus-lhe as mãos a contornar o rosto e beijei-lhe os lábios. Isso despertou a febre dela que se agarrou a mim a beijar-me furiosamente. Rápidamente começou a despir-me. Passou-me pela cabeça uma entrada inesperada do marido e pergunto: E o Rui? Ela responde que ele está a trabalhar. Vamos para o sofá meio despidos e ela começa-me a fazer um broche tão inebriante que eu não conseguia suportar. Era quase um prazer dor insuportável. Nunca ninguém até hoje me fez sentir aquele prazer tão intenso. Vou despindo-a e vejo umas mamas um pouco descaídas , grandes veias azuis e com algumas rugas. Grandes mamilos entumescidos fizeram com que os chupasse automáticamente e ela pressionou a minha cabeça contra o seu peito. Eu comecei a pressiona-la lentamente para se deitar no sofá para a penetrar e ele diz-me com grande surpresa minha: Espera, quero fazer amor contigo no gradeado do meu filho. Vocês sabem, aqueles gradeados onde se põe um cobertor e uns brinquedos para entreter uma criança e ela não se escapar.

Claro que estranhei mas noblesse oblige, ela manda. Ela deita-se e levanta as pernas e eu imediatamente fui lamber a sua xana. Já lambi muitas xanas e sei que elas têm cheiros e gostos ligeiramente diferentes, mas aquela cheirava-me de alguma forma a lexivia. Ora eu nunca gostei do cheiro de lexivia, mas nos meus verdes anos, não havia cheiro que me impedisse de foder. Penetreia-a e ela cruza as pernas sobre mim. As minhas naturalmente passavam pelas grades para fora. Começamos num ritmo lento e ela sempre a gemer. Ela começou a impulsionar-me nas nádegas para o fazer mais fundo e rapidamente. Ela começou a gemer mais profundamente e quando começou com pequenos gritos roucos no seu auge, põe-me a boca no ombro e começa a morder-me e grunhir.

Eu, ainda um pouco inexperiente, com toda aquela situação nova e insólita para mim, começo também a vir-me. Mesmo depois de me vir continuei a bombar até perder a erecção. Quando ambos recuperámos a respiração, ela diz: é melhor levares o limão se não, a tua irmã vai desconfiar. Levantei-me e vesti-me rapidamente e recebi um sermão quando cheguei. A partir daí ela começou a procurar-me. No principio era fantástico só de pensar naqueles broches tão maravilhosos quanto insuportáveis. O problema veio quando ela começou a manifestar o desejo de deixar o marido e vir morar comigo.

Eu não estava ainda psicológicamente preparado para isso. E depois sempre gostei de mulheres bem vestidas e não propriamente da farda de militante da extrema esquerda. Mas que ela tem o Oscar dos broches, tem. Quando a minha irmã começou a desconfiar, eu neguei, neguei sempre e é hoje, pela primeira vez e sem nomes, que o confesso a alguém.

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Sábado, 9 de Agosto de 2008

A Tia Joana


Eu sei que este conto não tema conotação sexual de muitos excelentes contos que eu já li aqui, mas é história de como eu achei a minha felicidade. Sou o Jorge tenho 22 anos, pratico musculação, sou moreno com o cabelo castanho enfim um jovem normal da minha idade. Quando fiz os 19 anos tive de sair de casa em Lisboa para ir estudar em Castelo Branco, e por sorte a minha mãe tem cá a morar uma irmã mais nova chamada Joana. Esta minha tia Joana era solteira quando vim para cá morar com ela.

Ela adora divertir-se, e não queria prisões dai ela sempre ter namoricos mas nada de sério. A minha tia Joana é gordinha mas é uma mulher lindíssima. Tem uns olhos esverdeados, um cabelo negro ondulado lindo, lábios carnudos, um par de mamas enormes, e ainda por cima é simpática, muito comunicativa…enfim para mim é um sonho de mulher, e ainda por cima é só 6 anos mais velha do que eu. Eu sempre me senti atraído pelas suas formas físicas e pela sua personalidade, e bem desde que fui morar com ela ainda mais gostava dela. Um certo dia, pouco tempo depois de eu me mudar para Castelo Branco saímos a noite onde ela me apresentou aos seus amigos, e deu bem para ver que ela é a alma daquele grupo.

E eu próprio tornei-me amigo deles, da Catarina, do Pedro, do João e da Rute. Com a Catarina, apesar de me dar bem e gostar de todos, sempre tive uma empatia especial, e ao fim de uns tempos estava a falar com a Catarina e notei que a minha tia não tirava os olhos da gente. E comentei o caso com a Catarina. Ela disse então que só eu não percebia que a minha tia estava apaixonada por mim, que ela já tinha notado isso nos olhares que me eram lançados pela minha tia. Eu disse que tal não era possível, pois ela era minha tia, mas para mim aquela notícia era maravilhosa. Então a Catarina disse que me iria provar que ela tinha razão. Agarrando-me por um braço saímos do café, e fomos para um pequeno jardim que havia em frente, e quando nos sentamos num banco, ela disse-me: “Beija-me na boca que a Joana está a olhar para a gente”. Eu sem esperar fui beijado na boca pela Catarina e reparei que a tia Joana saiu precipitadamente do café, sem esperar por mim para irmos para casa como sempre fazíamos.

Então tive a certeza, e senti-me na nuvens…ela sentia algo por mim. A Catarina sorriu e disse que a intuição dela não a enganava,e para eu não perder tempo e ir atrás ela. Eu fiquei um pouco atrapalhado e despedi-me da Catarina e corri para a casa da tia Joana. Quando lá cheguei a tia Joana já lá estava. Estava na sala e perguntou qual a razão de eu ter chegado tão cedo. Eu não inventei desculpa nenhuma e disse que já tinha era chegado um pouco tarde, mas que ainda esperava chegar a tempo.

Ela fez uma cara de espanto, e eu declarei-me a ela…disse-lhe tudo que tinha na alma. Então ela teve uma reacção que eu não esperava e começou a chorar…fiquei tipo petrificado sem saber mesmo que fazer…mas ela então aproximou-se de mim e beijamo-nos loucamente. De seguida começamos a despir a roupa e eu vi-a nua… se eu tinha um tesão grande então eu parecia explodir…ela baixou-me os boxeurs e viu o meu pau todo erecto e ficou admirada com o comprimento e grossura do mesmo, mas não se atrapalhou…pôs-se de joelhos e começou a mamar no meu pau…e eu agarrava-a pela cabeça e fazia-a chupar bem fundo.

De seguida fizemos um 69 louco onde ela me chupava o pau e os colhões e eu com a minha língua explorava a cona ela com sofreguidão. Eu sempre imaginara ela a fazer-me uma punheta a espanhola com aquelas mamas enormes, e nesse dia realizei essa minha fantasia, até que não aguentei mais, e abri-lhe as pernas deixando aquela cona rapada a mercê do meu mastro, e comecei a enfiar a cabeçorra do meu pau. Ela gemia e soltava gritinhos de dor mas pedia para eu enfiar mais …então comecei a enfiar mais e mais mas sempre devagar, até sentir que a cona dela estava adaptada ao tamanho do meu pau e dei uma estocada que entrou o meu pau todo nela. Ela soltou um grito enorme e comecei a cavalgar aquele corpo maravilhoso…as mamas dela mexiam-se imenso a cada vez que eu dava estocadas na sua cona…ela começou então a apertar me a cintura com as pernas, e com as mãos arranhava-me as costas…parecia um animal selvagem, e isso excitava-me cada vez mais…ela a pedir para fuder cada vez mais depressa e fundo…bem eu a tentar aguentar para não me vir, mas não aguentei e vim-me dentro dela.

Mas ela não me deixou tirar o meu pau dentro dela e pedia-me para continuar a fude-la e eu não sei como continuei…ate que nos viemos os dois num orgasmo tão intenso que pensei que me iria dar uma coisa e morrer ali. Quando sai de cima dela fiquei sem forças para nada. Tive de descansar um bocado. Finalmente tinha feito amor com a mulher que eu amava. Depois nessa noite fizemos amor mais umas vezes, e passamos a viver como um casal. Quando contei aos meus pais eles não aceitaram ao princípio mas agora já o fizeram.

Que remédio casei-me com a tia Joana…a Joaninha como eu agora lhe chamo, e sou de certeza o homem mais feliz do mundo.

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Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

Coragem ?


Ola ...resolvi eu mesma escrever um conto , sobre uma fantasia que ocorreu expontaneamente no chat envolvendo 3 amigos virtuais.Combinamos encontrar-nos para jantar num restaurante aqui de Lisboa. Eu estava nervosa e excitada com a ideia de estarmos todos juntos,e ainda mais com as ideias que tinhamos partilhado no chat. Tinha tido o cuidado de me produzir toda para o jantar, sou magra, alta, mamas pequenas mas bem feitas enfim acho-me atraente. O M. e a F.ja conhecia de foto, o C. é que não, mas não é a mesma coisa.Cheguei ao restaurante antes da hora e fiquei à porta à espera deles.

O primeiro a chegar foi o M. que reconheci imediatamente, era um homem alto e bem constituído, aproximou-se, olhamo-nos e reconhecendo-me também, começamos a conversar, sem nos deixarmos de olhar e de nos apreciar um ao outro.Vestia calças de ganga azul e uma camisa também azul que faziam sobressair os olhos também azuis. Passados minutos chegam quase ao mesmo tempo a F. e o C.. Eu já sabia que a F. era uma mulher bonita, mas assim perto de mim, achei-a ainda mais.Uns olhos de um azul magnifico, cabelos alourados pelos ombros e um sorriso aberto, vestida de uma maneira clássica, muito elegante com um fato preto, saltos altos, de casaco sintado e um top cinza com um decote que mostrava um peito generoso. O C. mais baixo que o M.,com um sorriso rasgado, magro e simpatico e elegantemente bem vestido.

Entramos no restaurante, pouca luz, um ambiente acolhedor, pedimos vinho, escolhemos a comida e fomos falando de nós, do chat e de muitas outras coisas. A conversa estava animada, a comida óptima e o vinho melhor ainda. A F. não estava acostumada a beber, e dizia que não podia beber mais... Saímos dali e fomos até um bar para continuar a conversar e beber mais uns copos. Começamos por falar dos contos, realidade ou não, do que gostavamos no sexo e resolvi perguntar se queriam ir até minha casa ver um filme, ninguém recusou e lá fomos nós. Chegando lá, servi bebidas a todos e coloquei o filme, um desses bem românticos em que estavam sempre aos beijos, marmelada e sexo.

O ambiente estava quente, começamos todos a rir e a provocar-nos, todos sabiamos o que queriamos mas ninguém dava o primeiro passo. resolvi começar por elogiar o M. dizendo-lhe que não me importava de ser a namorada dele naquele conto em que esteve com as 2 mulheres. Ele riu e disse que podia ser, mas que a F. tinha que participar, como ela não disse nada e sorriu nervosa, atirei-me ao M. e começamos a beijar-nos, as maos a explorar o corpo, o C. chegou-se à F. começando também a beijá-la. Ouviam-se murmurios, risos e a respiraçao acelerada. O M. sugeriu troca de beijos e foi ter com a F. e eu com C. Não sei como aconteceu, mas dei por mim despida e o C. a beijar-me as mamas e a tocar-me na rata, fazendo-me gemer de prazer, depois disse-lhe para me lamber e tão bem que o fazia. Despi-o e comecei a mamar no pau dele. A F. e o M. estavam a despir-se e entregues à paixão daquele momento, o M. acariciava as mamas da F. que por sinal eram grandes e bem apetitosas, deitou-a e começou a fazer-lhe um belo minete, digo belo porque ela gemia e não demorou muito a vir-se.

Depois fez um broche ao M. que o deixou louco. O C. pegou em mim deitou-me no sofá e começou a penetrar-me devagar mas com mestria e que me levava a ver estrelas. O M. e a F. também estavam entretidos no chão, ela em cima dele cavalgando-o e adorando. Mas eu queria experimentar estar com a F. e resolvi arriscar, não sabendo muito bem o que me esperava. Resolvi tentar, e dei-lhe um beijo na boca, ela para meu espanto correspondeu e beijei-lhe as mamas, desci em direcçao aquela gruta pela qual ansiava à muito tempo. O M. e o C. afastaram-se apreciando o nosso espetáculo. E era um espetáculo, aquela rata, aquelas mamas deixavam-me maluca, quando comecei a lamber, senti o sabor pela primeira vez de uma mulher, adorei. Devia estar a fazer muito bem, pois em pouco tempo ela veio-se na minha boca.

O M. nao aguentou mais e como estava de quatro penetrou-me por trás com força o que me arrancou gritos de prazer. Por sua vez o C. enfiou o pau todo na F. fazendo-a delirar. Assim ficamos um tempo, depois resolvemos trocar mais uma vez. O M. ficou com a F e começou novamente a loucura entre eles, suspirando e gemendo como uns doidos fazendo em todas as posições possiveis e imaginárias. O C. adorava por tras e eu nao me fiz de rogada, puz-me de gatas e ele começou a bombar.

Estivemos assim mais um bocado até que não aguentando mais fomo-nos vindo cada um ao seu ritmo, soltando gritos e sorrisos de prazer.

Espero que tenham gostado, e como o título diz..........

Jany

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:51
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Domingo, 3 de Agosto de 2008

Professora Nova


Após um café no bar do hotel, e o check-in resolvido, subimos no elevador até ao 4º piso, enquanto ela vai contanto as suas histórias passadas, antes do casamento, porque o marido era muito ciumento, e nunca mais teve oportunidades para novas histórias. O quarto era muito interessante, embora amplo e confortável, ficava no último piso, tinha o tecto inclinado, a janela tinha uma panorâmica muito agradável, com vista para uma vasta zona verde agrícola. Enquanto ela apreciava a paisagem, abraço-a e beijo-a no pescoço e adorava o seu cheiro. Sim, tudo começa pela atracção do olfacto, percorro o seu pescoço com o meu nariz e começo a lamber suavemente a sua pequena orelha, o que a fez estremecer e respirar profundamente, enquanto vence os meus braços e se volta de frente para mim. Beija-me na boca, dá-me a sua pequena língua, abraça-me com toda a sua força, revelando um forte desejo de me ter, ali mesmo à janela.

Rapidamente os nossos braços lutam por uma nesga de espaço, para tirar a roupa um ao outro, e as peças vão espalhando-se pelo chão do quarto. Baixo-me para lhe tirar as cuecas, fixo extasiado pelo cheiro do seu sexo, que percorro com o meu nariz, enquanto ela geme suavemente de prazer. Ela apoia os cotovelos na janela, enquanto lhe levanto uma perna para o meu ombro, e procuro saborear os seus lábios vaginais. Quando tenho toda a minha língua na sua coninha, ela agarra a minha cabeça contra si e sinto-a explodir de prazer enquanto já não consegue controlar os seus gemidos. Não me deixou estar mais naquela posição, puxou-me para cima, mudámos de posição e nem tem tempo para me tirar os boxeurs, assim que apanha o meu sexo na sua mão, enfio-o na boca, sugando, lambendo, mordendo sofregamente. Nunca tinha recebido um broche assim, e luto para não me vir rapidamente, porque não podia deixar de sentir o prazer que ela me dava. Estava decidida a dar-me prazer desta forma, não me deixou o meu sexo enquanto eu não explodi num enorme orgasmo na sua boca, e engoliu o meu esperma todo, e só o retirou da boca para o pôr entre os seus pequenos seios e me abraçar fortemente enquanto voltava a vir-se, de joelhos no chão.

Levantou-se e dirigiu-se para a cama, enquanto eu fico especado na janela a olhar para ela, ainda a saborear o prazer que ela me tinha dado. - Vais ficar o dia todo à janela ou vens pôr esse teu pau maravilhoso dentro de mim? Estava completamente extasiado com o que se estava a passar, nem nunca imaginado que aquilo era possível se estar a passar com a minha colega nova. Enquanto me tento deitar na cama, ela vence a posição de comando, empurrando-me e saltando para cima de mim, esfrega o meu sexo no seu corpo, lambe-me o meu peito, puxa-me os braços para cima, lambe-me as axilas e, quando já está sentada em cima do meu pau, enfia-o todo de uma só vez, gritando: - Ai tão bom, é grande, é duro, sinto ele bater no fundo, dá-mo todo! Ela conseguiu transformar aquele momento adorável de prazer numa batalha animalesca de sexo descontrolado, enquanto esteve em cima de mim, teve dois orgasmos loucos, aproveitei o ligeiro momento de pausa ao segundo para trocar de posição com ela. Experimentámos todas as posições que conhecíamos e experimentámos inventar o nosso kamasutra, só parámos por exaustão, caindo um para cada lado, quando chegámos ambos ao oitavo orgasmo.

- Estás a pensar matar-me já hoje ou podemos deixar qualquer coisa para fazer na próxima vez? – perguntei eu. - Eu acho que não sou eu mas sim tu, porque eu nunca fiz nem metade do que tu me deste agora! Peguei-a ao colo e levei-a para a banheira, demos banho um ao outro, e com tanta massagem que ela me deu, quando já estava com ele duro novamente, virei-a de costas e volteia enfiá-lo todo dentro dela, com ela a gemer e a gritar: - Dá-me mais! Mais! Nunca tive uma pixota como a tua. Dá-ma toda! Desta vez ela venceu-me, só atingi o meu orgasmo quando ela se veio pela segunda vez. Ficámos deitados na banheira, ela por cima de mim, um bom bocado, a relaxar a sentir a água quente nos músculos já doridos. De regresso ao quarto, enquanto ela andava a apanhar as roupas espalhadas pelo chão, apreciava o seu belo rabo espetado, em forma de pêra, e disse-lhe para ver se pegava: - Com estas experiências todas esquecemo-nos do teu rabinho, não foi? Mas agora ele já está moribundo e só deve voltar ao serviço depois das férias. Ela sorriu, aproximou-se de mim e respondeu-me:

- Primeiro, com um pau desses, eu nunca vou deixar-te comer o meu rabo. Segundo, com os meus pozinhos mágicos, eu volto-o a pôr a funcionar quando eu quiser! - Gostava de ver o milagre dos teus pozinhos e a tua conversa do meu pau é tanga, porque ele não é tão grande assim! - Querido, não me provoques, porque já estivemos aqui a manhã toda, já estou super atrasada. Veste-te rápido e logo se vê o que se passará na próxima, se acontecer. Nem queria acreditar na hipótese de nunca mais estar com ela e fiquei com a “fotografia” do rabo dela na minha cabeça. Regressámos e a conversa dela girou sempre à volta da experiência única, maravilhosa, mas éramos casados, que tínhamos de ter calma e deixar acontecer quando surgisse uma nova oportunidade.

fechoaberto@sapo.pt
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Quarta-feira, 30 de Julho de 2008

Como Iniciar um Jovem


Chamo-me Carla T. sou economista, vivo em Lisboa tenho 38 anos e moro sozinha. Levo uma vida descontraída e independente, felizmente sem preocupações. Há tempos, ao navegar na Internet, cheguei a este site, li algumas das histórias e lembrei-me de várias que já se passaram comigo. Assim resolvi escrever esta 1ª história. No prédio onde moro e no mesmo andar, mora a Isabel com o filho Artur, um rapaz que vai fazer brevemente 18 anos, alto, bem parecido, com a barba a despontar, que anda a estudar e que pratica ténis e natação. A mãe trabalha da parte da tarde num consultório médico, volta do trabalho já de noite e quando chega a casa o filho já tem o jantar aquecido e a mesa posta para jantarem. Isto contou-me a Isabel numa das poucas conversas que tivemos um dia em que nos encontramos a tomar café.

Para além disso raramente nos cruzamos e quando acontece, não passamos de um “olá” ou “um bom dia”. Já com o Artur acontece encontrá-lo com mais frequência, sobretudo no elevador, e eu então pergunto-lhe como vão os estudos. Ele cora um pouco, responde “vão indo”, desejo-lhe a sorrir “boa tarde de estudo” e cada um de nós vai para à sua vida. Há tempos, num sábado, entramos os três no prédio ao mesmo tempo e enquanto esperávamos pelo elevador, a mãe conversava com o Artur sobre as dificuldades com que ele estava na matemática. O problema do costume… Eu meti-me na conversa a brincar com essas dificuldades e a dizer que a matemática até era gira, etc etc e acabei a oferecer-me para lhe dar umas explicações, mas sem garantia de sucesso porque já estava um pouco esquecida e não conhecia os programas actuais. Ficou combinado que faríamos a experiência no dia seguinte depois de eu voltar do trabalho e marcámos a hora. Avisei logo que, se eu chegasse à conclusão que não conseguia ser útil, lhes dizia para então arranjarem alguém mais competente.

A mãe quis saber quanto eu levaria pelas explicações, eu disse que só o fazia por boa vizinhança, que não queria nada e que as explicações também ficariam limitadas à minha disponibilidade de tempo. Estávamos no princípio do 3º período e portanto já não haveria muito tempo escolar. Assim, no dia seguinte lá estava o Artur a bater-me à porta para começarmos as explicações. Depois de me dizer quais eram as principais dificuldades lá começamos a estudar os dois, um ao lado do outro, eu ia-lhe tirando as dúvidas, ele aprendia com facilidade. Os dias foram passando, ele foi estando mais à vontade quer no estudo quer no relacionamento comigo, de vez em quando deixava-o sozinho a fazer uns exercícios, depois voltava, perguntava-lhe se tinha dúvidas, debruçava-me sobre ele a explicar ou a emendar certas coisas, encostava-me a ele duma maneira aparentemente casual, as minhas mamas a pressionarem as costas dele, e sentia-o a ficar aflito. Insistia um pouco, depois voltava a afastar-me e a cada nova dúvida a cena repetia-se. A verdade é que o Artur apesar do desenvolvimento físico, pareceu-me um rapaz sem nenhuma experiência no campo sexual. Isto deixava-me excitada.

A partir de certa altura decidi que o iria iniciar, e isso não me saiu mais da cabeça. Também me fui apercebendo que cada dia ele ficava mais ansioso pela hora da explicação. Pelo meio das equações e dos problemas eu ia-lhe fazendo perguntas sobre o desporto e sobre as namoradas. Ele respondia a sorrir mas muito corado, eu espicaçava-o a dizer que lá na escola deviam andar todas atrás dele, que calculava o que ele lhes fazia, que devia ter já um belo rol de namoradas, etc. Ele respondia atrapalhado que não, que não namorava ninguém, que nem se dava com nenhuma em especial, que tinha os estudos, os desportos e que ajudava a mãe em casa… - Nem uns beijinhos de vez em quando? – Insistia eu a puxar por ele – Não acredito… O Artur não respondia, sorria, mas o seu sorriso e a coloração do rosto diziam mais que todas as respostas. Era virgem. Tinha de o comer e iniciá-lo. Isto deixava-me cada dia mais excitada. Até que uma tarde, logo que chegou para a explicação, ele disse-me que no dia seguinte não podia vir. Fazia anos, ia lanchar com uns amigos e depois ia, com a mãe e uma tia, jantar a um restaurante. Fazia 17 anos. - E não me convidaste?

Fico muito zangada. – Disse a sorrir para ele perceber que estava a brincar. – De qualquer maneira mereces uma prenda. – Estávamos em pé um em frente do outro, agarrei-o com as duas mãos na cara e beijei-o na boca. Ele teve uma primeira tentativa de fugir, depois deixou-se beijar e correspondeu ainda que a medo. Meti-lhe a língua na boca, suguei a língua dele, estávamos já os dois bem encostados e eu sentia-lhe o sexo contra as minhas coxas. Estava no ponto. Deixei de o beijar, olhei-o a sorrir e perguntei: - Gostastes da prenda? Ele sorriu corado e excitado aproximou a sua boca da minha cara mas eu recuei fingindo que não percebia. -Não me respondeste, suponho que não gostaste. Desculpa… - Não, não…gostei muito…muito obrigado Carla, foi a melhor prenda que já tive… - Agarrei-lhe na mão e levei-o para o sofá e fi-lo sentar-se encostado a mim. - Então se gostaste assim tanto mereces mais. Voltei a beijá-lo começando pelos olhos, pelo pescoço, mordisquei-lhe as orelhas meti-lhe a língua. Sentia ele a vibrar e a ofegar numa grande excitação. Então enquanto o beijava uma vez mais na boca fui baixando a minha mão direita até lhe apertar o sexo por cima das calças. Estava tesíssimo e parecia-me de bom tamanho. Desapertei-lhe o cinto e meti a mão por dentro agarrando-lhe no pau que estava bem duro. Não havia tempo a perder.

Despiu-o, tinha um físico admirável não só por ser jovem mas bastante trabalhado pelos desportos que praticava. Não perdi muito tempo a beijar-lhe o corpo porque sentia que estava prestes a explodir. De maneira que me atirei logo ao pau que era bastante desenvolvido. Depois de o lamber senti que estava quase a rebentar e então meti-o todo na boca e suguei-o. Uns segundos depois foi uma explosão de leite na minha boca, ainda senti ele a tentar tirar-mo mas não deixei e chupei-o todo até à última gota. Engoli quase tudo mas fiquei ainda com um pouco na boca. Então beijei-o e passei parte da leitada para a boca dele. Sentiu-o muito aflito, empurrou-me para o lado e correu para a casa de banho e apercebi-me que tinha ido vomitar. Não pude deixar de sorrir. Deixei-o sozinho um ou dois minutos e quando o senti a lavar-se fui ter com ele. Estava muito vermelho mas os seus olhos brilhavam. Passei-lhe os dedos pelo cabelo, tinha uma bonita cabeleira, e perguntei-lhe o que tinha acontecido. Respondeu-me que se tinha sentido um pouco indisposto mas já estava bem. - Foi muito para uma primeira vez não foi Artur? A vacina foi muito forte? – Perguntei eu a sorrir e a acariciá-lo.

Ele só sorriu e abanou a cabeça a querer dizer que não, mas os olhos diziam tudo. Passei a boca por água e bochechei com um pouco de pasta, disse-lhe para fazer a mesma coisa. Para comigo pensei “que desperdício”, mas senti que o não podia afugentar e portanto tinha de tomar estas precauções. Ele continuava nu e eu vestida, de maneira que o levei para o meu quarto que era ali ao lado e lhe pedi para me despir também. Ele logo se apressou a fazê-lo, viu-se um pouco atrapalhado a desapertar-me o sutiã, mas lá acabamos por ficar os dois nus. - Queres brincar um bocadinho comigo ou ficamos por aqui? – Perguntei-lhe enquanto ele arregalava os olhos olhando o meu corpo. – Se quiseres vestimo-nos… - Não, não… - Quase gritou cheio de desejo. E agarrou-se a mim a beijar-me. Então com calma beijei-lhe o corpo todo, um corpo magnífico, voltei a beijar-lhe o pau que estava novamente esplendoroso, mas não apertei muito com ele. Beijei-lhe os mamilos e lambi-os e voltei a beijá-lo na boca. Desta vez já não se esquivou e fizemos um belo linguado. Ele estava sôfrego e então eu deitei-me ao lado dele e disse-lhe: - Agora é a tua vez de fazer o que eu te fiz. Também quero umas festinhas e uns beijinhos, ou não tenho direito? A começar pelos olhos, não te esqueças. Lá me começou a beijar e a acariciar, o rapaz não aprendia depressa só a matemática, beijou-me e sugou-me as maminhas já bastante bem, eu levei-o a demorar-se mais um tempo aí porque gosto que me beijem e lambam as mamas, depois empurrei-lhe a cabeça mais para baixo e beijou-me a barriga e quando ia a voltar novamente ás mamas eu voltei a empurrá-lo mais para baixo enquanto dizia “como eu te fiz não te esqueças…” até que chegou à zona do meu sexo e eu senti que não estava à vontade. Então animei-o: - Muito bem Artur, fizeste tudo muito bem, afinal parece-me que me mentiste e que já estiveste com outras mulheres…

Dá-me aí um beijo como se me estivesses a beijar na boca. Senti-o hesitar um segundo mas depois lá conseguiu vencer a barreira e beijou-me a “bonitinha”, lambeu-me o grelinho e depois de eu lhe pedir, meteu a língua por ali a dentro. Eu estava excitadíssima mais pela situação que pelo bom desempenho dele. Tinha conseguido que ele vencesse os receios e a repugnância. Então puxei-o para cima e beijei-o na boca enquanto que com uma mão lhe encaminhava o pau para dentro do meu sexo. Oleados como estávamos os dois, não foi difícil e demos uma foda bastante boa atendendo à inexperiência do parceiro. Não aguentou muito mas como eu também estava excitada acabamos por nos virmos ao mesmo tempo e foi muito bom. Quando ele se preparava para se levantar, prendi-o com os braços e pernas, apertei-lhe o pau com o meu sexo que queria ainda mais, falei com ele a animá-lo, dizendo que ele era muito bom na cama, beijei-o, estivemos uns minutos assim envolvidos até que senti o membro dele novamente a inchar e iniciamos uma segunda foda que já foi de fazer inveja a muito homem experimentado. Muito mérito meu, modéstia à parte, mas o Artur também aprendeu depressa a lição. A matemática ficaria para outro dia. Ainda brincamos mais um bocado mas depois mandei-o vestir e ir embora e que tomasse um banho porque cheirava a sexo por todo o lado e para a mãe não perceber.

Também lhe disse que o que se tinha passado ficava só entre os dois ou então acabavam-se as explicações. E de que daquele dia para a frente ele teria sempre de usar a camisinha comigo e com todas as outras parceiras. Sempre. Resumindo… até ao fim do ano lectivo continuaram as explicações de matemática e de sexo com muitos exercícios práticos. O Artur teve umas belíssimas notas, com a matemática em 1º lugar e como prémio eu organizei-lhe uma festinha para a qual convidei uma amiga minha e as duas submetemos o Artur a um exame prático. Ficou aprovado na disciplina de sexo com distinção, e hoje não tem mãos a medir com as namoradas. Até a minha amiga o convida de vez em quando... A conclusão que podemos tirar é que talvez a maior culpa dos insucessos na matemática deve estar nas professoras, que deveriam prestar mais atenção a certos alunos…

Quem precisar de “explicações” pode contactar-me para:

explicando-08@sapo.pt




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Segunda-feira, 28 de Julho de 2008

As cuequinhas


Bem isto é uma longa história que começou desde pequeno... Sou um rapaz com os seus 22anos. Sempre desde pequeno gostava de me colocar a cabeça dentro das saias das senhoras...Se bem percebem dentro de senhoras que conhecia, claro...Havia ali qualquer coisa que me deixava um pouquinho interessado..Não sabia com toda a certeza o que era..

Desde sempre fui vendo a malta cá de casa à vontade, portanto ver um corpinho só em roupa interior não era raro.. Como podem perceber fui desenvolvendo um gostinho especial por lingerie...em especial cuequinhas.. Se houver o tempo e a vontade, até dá para ir procurar as cuequinhas às gavetas ou ao cesto da roupa suja...Devo admitir que já fui a estes dois locais com particular repetição no segundo (cesto da roupa suja)! Após isto tudo sempre houve esta maluquice da minha parte por lingerie... Um dia, a caminho de casa, resolvi passar por uma loja que tinha aberto. Era uma loja do "chinês", e fui visitar. Após uma voltinha à loja, pude reparar numa enorme estante com soutiens e cuequinhas..

Claro que também havia boxers, mas o que gostei mais foi das de senhora.. Saí da loja e regressei a casa. Outro dia, regressava a casa e resolvi então passar pela loja novamente. Lá estive um bocadinho em frente de toda aquele manancial de lingerie. Após ver os trocos que tinha e o que mais gostava, escolhi 3. As 3 que escolhi eram 3 tangas, pequeninas e bastante coloridas. Gostei da ideia.. tangas sempre foram algo que adorei mas cá em casa ninguém as usa.. Assim, fui pagar e coloquei-as na mochila(eu,homem, a pagar a um senhor umas cuecas de senhora, foi qualquer coisa). Escusado será dizer que distraído como sou, as deixei na mochila. Como tinha sido dia de fazer desporto, tinha o material na mochila.

Quando voltei ao quarto para arrumar as coisas da mochila, vi que já tinham arrumado as coisas do desporto e só lá estava o saquinho com as 3 tangas..Escusado será dizer que alguém daqui de casa ficou a saber que eu comprei 3 tangas..Caguei no assunto. No dia seguinte de manha, lá experimentei a minha compra! No estado em que estava e face ao tamanho das ditas, foi difícil que tudo coubesse lá dentro mas foi uma sensação óptima... Bem lá tive de voltar ao chinês..Tive de trocar 2 das tangas pois eram mesmo pequeninas..Levei então uma cuequinha branca normal, com um laço e levei uma azul bebé cheia de rendas!!

Ena ena! Que boas escolhas, estas já me serviam perfeitamente!! Desta vez quando cheguei a casa já fui eu que arrumei as novas aquisições!! Beijinhos e Abraços

(quem partilhe este gosto pode enviar ou adicionar )

truman-1986@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:45
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Sábado, 26 de Julho de 2008

Delirio


O meu texto é pra gozar mesmo ! É essa a funcão do conto erótico. Sim,hoje você vai me comer! Agradeco a todos os e-mails que tenho recebido,aos mais ousados,delicados,romanticos e até aos tarados. Esse conto é dedicado a você leitor.Você macho que lê contos eróticos,que fica de pau duro no trabalho,em casa escondendo o volume da esposa,na faculdade...Que corre pra um banheiro pra bater uma punhetinha gostosa.

Esse texto é pra você que bate punheta até ficar todo melado e ir limpar com papel higiênico. - Eu ?! - Isso!!Você mesmo! Afirmo. Você deve está sentando me lendo ,Certo?! Esperando um conto excitante pra poder tirar o cacete fora da calca,pegá –lo com sua mão grossa de macho e agarrá-lo com forca !Mas com uma forca moderada,pra não machucá-lo! Você pode segurá-lo forte e iniciar um vai e vem com a mão que vai do meio do corpo do pau até a cabecinha.Apertando com um pouco de forca na cabecinha,por onde sai o melzinho.Aquele que você quer despejar na minha boca. Eh...Esse mesmo,está meladinho? Hummm eu chupo! Então vamos comecar!? Hoje você,caro leitor,vai gozar!Mas sem enredo algum,vai gozar pelo ato de gozar e sentir prazer,despejando o leite quente. Posso ajudá-lo? - Ah..deixa vai! Insisto. Então....preparado?

Let´s go! Imagino que você deva está sentando, certo?!. Vamos tirar o caralho pra fora devagarinho. Abre a calca,desce ela até os joelhos,pra ficar mais a vontade e poder tocar aquela punhetinha pra mim.Ah,nao esquece de abaixar também a cueca melada. Tirou? Desceu as calcas? Depois que fizer isso apenas me leia e pegue no pau. Olha pra ele!É grandão não?! Tem orgulho dele não tem? !Quantas bucetas ele já comeu? Quantas mulheres sentiram essa vara? Quantas virgens ele já inaugurou? E cuzinho,comeu também? Humm que gostoso... Você já deve ter perdido a conta de quantas vezes meteu em uma xota.certo?! Eh...você não lembra! Mas sabe que essa VARA melada,está nesse exato minuto com uma lisa e melada cabecinha vermelha ,não está? Se estiver durinho,sinal que estou atingindo meu objetivo,te fazer gozar comigo. -Posso pegá-lo? Deixa eu te ajudar. Esse cacete já gozou em uma boquinha aberta com uma linguinha pra fora? Já?! Tenho certeza que sim!! Pega nele agora! Mas pega primeiro pelo saco!Isso !!!Os testículos que você pensa que não têem funcão alguma a não ser enfeitar o conjunto: TORA- SACO. Pegou neles, sentiu? São macios não são?

Lembra das boquinhas que já sugaram esse saco.Eu adoro lamber saco sujo de porra. Humm....Lembrou agora de alguma vadia que bebeu sua porra não foi?! É um prazer animal,não é? Acredite para nós também ! Você ali em pé, eu ajoelhada ,mamando no seu pau, olhando nos seus olhos, aqueles olhos brinhantes que se fecham a cada chupada mais ousada na cabecinha.Hummm. -Já está melado?! Vou ter que te ajudar a te masturbar.Não consigo ficar parada vendo uma Tora dessas .. Sente o saco,pega nele... Sem vergonha mesmo, sente ele inchando, enchendo de leite. Isso !!Esse leitinho mesmo que eu quero tirar.Será que vou conseguir? !Vou?Você vai me dar ? Olha, se você já estiver excitado, vai ter que tirar esse leitinho daí de dentro ou o seu saco vai ficar dolorido. Sabe, seu testosterona já está sendo liberado, está sentindo?Está duro não está? Então.... É o testosterona agindo pra estimular a producão de esperma. Isse mesmo!! O leitinho quente que você tanto gosta de expelir nas nossas boquinhas e nos amamentar. O saco está enchendo!!!Está sentindo? Sente a sensiblidade dos testículos por puro excesso de leite? Pega neles ...Estão mais pesado que antes , não estão?! Vou ter que pegar nele também,não resisto. Coloco a minha maozinha pequena e contorno com os dedos a circunferência do seu cilindro. - EH grosso!Cabecudo.. Agora não tem outra, vai ter que me dá esse leite quente.Você só tem duas opcões ou fica com o uma dor no saco por não ter gozado ou vai me dar esse leite quente e é logo!! O seu saco é grande? Então ele vai me dar muito leite quente,não vai? É a natureza fazendo o seu papel.E você fazendo o seu de macho reprodutor. Tem alguma vadia aí por perto pra você gozar? Não?! E a Narceja? !Eu estou aqui e também estou excitada.Minha xotinha está toda meladinha,acabei de tocá-la e pegar no meu grelinho. Você ai com essa ferramenta louca pra gozar e eu aqui louca pra levar ferro. Combinamos?!D’accord?! Desculpe! Mas tenho que enfiar um dedo... Dois.. Ops...Voltei,ainda está ai? Aposto que já está batendo um gostosa certo?Adoro vê um homem batendo uma bem sacana .Mas gosto de participar...Bater uma sozinho na minha frente não rola!! Não é vergonha nenhuma se masturbar .. Significa pra mim , que você é macho e tem muito leite de pica ai dentro desse saco. Vamos colocar esse leite pra fora? Não queremos esse saco dolorido,certo?

Então..Minha bucetinha carequinha está aqui, eu estou de pernas abertas, meus lábios vaginais se abriram acompanhando a abertura das minhas pernas , ficando apenas a minha “linguinha” de fora.Vem me comer vem!! Bate uma pra mim bate ! Essa cabeca já está expelindo um leitinho cremoso e ralinho? Não está? HUMMM...queria tanto está ai ajoelhada enquanto você fica sentado e, frente ao seu computador...Eu poderia me alojar por entre suas pernas brincando com esse saco e mamando devagarinho na cabecinha molhada.HUMMM.... Você pode está no trabalho e talvez não possa tirá-lo pra fora... Mas aposto que a cueca já deve esta toda melada.Você não vai conseguir chegar ao final do texto sem gozar. Imprime e leva pra o banheiro e lá terminaremos !! Três dedos já estão lá dentro da minha xota.Entra e sai alucinado. - Ela está tão meladinha.gemo baixinho. - PUTA! Você pensou. -Gostei!Xinga mais. Como está esse pau duro agora? As veias estão dilatadas? Já está batendo uma rapidamente pronto pra gozar? Ou ainda está curtindo o prazer.. Deixa eu pegar.Vou te masturbar também.Sente a minha mão...Tem que ser num vai e vem constante. Gosto de te masturbar enquanto você olha pra mim .Olha nos meus olhos. Ah..caro leitor...Uma hora essa porra terá que sair,concorda?! Que desperdício não?!Você aí com o saco cheio de porra quente e eu aqui louca pra tomar tudo. -Me xinga! Que tal de PUTA? - Putinha de rua,vadia,vagabunda...Você gosta de comer xingando a mulher de vagabunda?? Hummm eu adoro. Não esquece as palmadinhas na hora que estiver metendo !Promete? Só umas palmadinhas sem violência !!Mas umas porradinhas firmes na bundinha na hora que estiver socando seu pau. -Que cacete gostoso!! ME COME! Ah, está socando forte,senti uma dorzinha ao entrar fundo encostando nas paredes do meu útero!Me usa mas não me machuca!! Seu saco está batendo forte no vão das minhas pernas. Está doendo mas não pára !!Promete? Como está a punheta?Gostosa?! Vai sair leite quente mesmo? Queria tanto está aí pra pra te ver batendo uma e me lendo. Goza pra mim.. Goza! - Ah...Cuidado Amor, está me arreganhando toda..Coloca minhas pernas nos seus ombros.Adoro essa posicão. Segura então as minhas duas mãos me deixando indefesa pra sentir a rola dura. Nossa como você é forte.Consegue segurar minhas duas mãos com apenas uma. Isso!!!Agora eu posso sentir a rola sem tentar escapar!inofensível e frágil à sua mercê. -Me usa!!Me pega pra você!Grito no seu ouvido.

- Muito puta mesmo!!Se eu te pegar Vadia você vai chorar levando vara.Pensou isso não foi?! Pensa em mim na hora que for gozar!!Eu quero beber dessa porra quetinha. Apressa o movimento masturbatório,vai.... Já está saindo leitinho e eu nã o quero perder essa porra quente. Vou colocar a minha boquinha de boneca na portinha do seu buraquinho da cabecinha melada. Abro meus lábios e contorno - os com a circufenrência da sua “cabecinha”. Está sentindo?Estou com a boquinha mamando na cabecinha do seu caralho. Meus lábios predendo a cabecinha do seu pau?! Enquanto você se masturba?! Eu posso colocar a boquinha no seu pau e a minha linguinha pode ficar brincando no buraquinho da cabecinha já sentindo um pouco de porra ?!.E tã o gostoso!! -VOU GOZAR CADELA! - AHHH,me dá tudo.Vou mamar tudo.

-PUTA QUE PARIU! TOMA! HUMMMM que leite gostoso e cremoso. Estou bebendo tudo. Tem um gosto azedinho mas cheira bem. Sua porra tem odor sabia?! Cheiro de água sanitária mas que me deixa louca de tesão. Mas não tira da minha boca agora !!Deixa eu limpá-lo .Deixa! Depois você coloca ele de volta na cueca .Mas antes deixa eu dar uma “geral” nele. O grosso da porra eu já engoli,sou menina valente ,bebo e não deixo cair nada no chão ! Mas confesso que deixei escapar um pouco de porra pelos testículos...Posso limpá-los? Passo minha linguinha pelo saco, sugando cada gotinha do seu mel.Aproveito e coloco de cada vez uma bola na minha boca. Adoro sentir o peso de uma bola dentro da minha boca. Fico brincando com a língua enquanto você me olha. Só mais umas lambidinhas no corpo do pau e termino. Humm agora ele voltou ao tamanho normal.Mas ainda gosto de chupar a cabecinha. - Espera !!Não tira não !So mais um pouquinho. POR FAVOR! Posso cheirar essa cueca?Deixa! Obrigada. - HUMMM cheiroso.Cheiro de macho.De cueca melada...Adoro! Hummm cheira bem, seu pau vai ficar aí entro o dia inteiro?

Logo mais a noite posso chupar novamente? - Promete?! Tudo bem,você tem que ir..Já gozou! Não se preocupe que bebi todo o leitinho.Gostei de te masturbar.Sujou minhas mãoszinhas mas limpei tudo com a língua! - Você gozou? - Eu gozei! Limpou com papel higiênico? Saiu muita porra? Consegui te fazer gozar? Hummm...até logo mais.

narceja@bol.com.br

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:43
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Quinta-feira, 24 de Julho de 2008

A Amiga do Chat


Estava eu como tantas outras vezes no chat e tive uma conversa com a E sem identificar e começamos uma conversa boa criamos empatia um pelo outro, fomos conversando e marcamos um encontro, ambos não sabiamos o que ia-mos esperar um do outro, mas dicidimo-nos encontrar.

Combinamos em casa dela à hora marcada lá estava eu, abriu-me a porta fiquei deslumbrado, a mulher era linda bem feita e com um vestido longo de cor vermelha, entrei disse-me que tinha comprado um vinho especial para o nosso encontro, sentei-me no sofá com o copo na mão, acho que tremia, enquanto ela metia uma musica eu apreciava aquele corpo fenomenal. O som era desconhecido para mim mas, via-se que ela gostava muito e convidou me para dançar, assenti e levantei-me, ela cheirava muito bem e senti a respiração dela a ficar ofegante, neste momento já explorava o corpo dela com as minhas mãos, desci o longo fecho do vestido e senti a pele quente das costas, dei por mim com o pau completamente inchado, como ela já tinha reparado convidou-me para ir ao quarto, quando entrei no quarto vi muitas velas acessas e uma decoração linda, nisto empurra-me para cima da cama com violencia senti-me bem com aquela atitude selvagem.

Deitou-se em cima de mim beijamo-nos loucamente passou a lingua no meu pescoço e desceu para os mamilos chupando-os com força tirou-me as calças e cuecas num ápice e logo começou a chupar-me o pau primeiro devagar só na cabeça depois mais depressa e de repente enterrou-o pela boca até que desapareceu 20 cm de pau, como mamava bem, ao fim de um bocado deitei-a na cama puxei-lhe o vestido ficando com o belo corpo À vista , tirei-lhe as cuecas e fiz um grande minete , primeiro devagar no clitoris depois desci e meti-lhe a lingua na rata muito humida, ela gemia, lambi o cu, estava excitadissimo, meti-me em cima dela e de uma estocada enterrei o pau naquela gruta, entrou todo, ficou a pedir para não parar.

Mudamos de posição, ela por cima, cavalgou de forma intensa abanando as ancas e esfregando o clitoris na minha pele, estava todo enterrado, estivemos muito tempo assim , já suavamos, pergunto-lhe se gosta de levar por tras e disse-me que sim e muito. Metia de quatro lambi aquele cuzinho todo deixando completamente lubrificado apontei o pau e devagar o meti todo ela gemia que nem uma doida, reparei que tinha uma mão na rata massajando o clitoris, começei num vai e vem desenfreado até que nos vimos aos berros completamente loucos.

Deitamo-nos cansados mas satisfeitos com aquela tarde maravilhosa com a jura de voltar a repetir mais vezes
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Terça-feira, 22 de Julho de 2008

Encontro no Metro


Numa sexta-feira à tarde saio do escritorio de onde trabalho como todos os dias, pensei que estava a preparar-me para um fim de semana normal como todos os outros. Na realidade todos os dias practicamente a mesma hora apanhava o metro e dirigia-me até casa.Contudo naquela sexta feira entrou na carruagem e sentou-se diante de mim uma mulher, dos seus 30 e poucos anos ,magra ,atraente e com um sorriso cativante e que desde logo despertou a minha atenção. passei grande parte da viagem a olhar fixamente para ela e reparei que ela fazia o mesmo.

Entramos num jogo de sedução mutuo o que confesso estava a deixar-me excitado ,quando estavamos a chegar a uma estação a J. como lhe vou chamar levantou-se ,preparava-se para sair fiquei desiludido mas naquele instante um impulso fez-me sair atras daquela mulher ,de seguida interpelei-a , ela começou por ficar assustada ,mas mostrou-me aquele sorriso logo depois, perguntei-lhe se ela queria um café ao que ela me respondeu que desejava muito mais que isso .... Em seguida saimos para a rua e procuramos um canto refundido onde ninguém nos visse finalmente encontramos,começei por abraçar a J. e beijá-la suavemente ,os seus labios eram muito macios....

Segredou-me ao ouvido que adorava ser chupada, sem tempo a perder levantei-lhe a saia,baixei-me e reparei que ja estava humida por certo estava num estado de excitação como o meu, tinha os lábios vaginais carnudos, pús-lhe a ponta da minha lingua no clitoris ao que ela contorçeu-se de prazer sem perder tempo ofereci-lhe um belo minete, lambia a ratinha da J. com gosto e dedicação, a j. começava a gemer de prazer, a sua vagina tinha os lábios com sabor a mel , estava cada vez mais empapada e eu lambia aquel mel vaginal ,ela atingiu o climax ,a minha lingua tinha-lhe proporcionado um orgasmo de primeira, de seguida a J. presentiu o meu caralho cada vez mais duro , estava em ponto de rebuçado tirou-mo para fora e começou-me a mamar, aqueles lábios maçios ofereciam-me agora um broche de primeira sentia-me cada vez mais excitado ,a J. disse-me que tinha de vir fora, assim o fiz qd estava no auge tirei para fora e descarreguei ali mesmo num canto, pouco depois despedimos-nos com um beijo intenso, até hoje quando entro no metro procuro a J. será que voltarei a encontrá-la .......
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Segunda-feira, 21 de Julho de 2008

Um jantar formidavel


Eu sou um verdadeiro Mestre Cuca e sou conhecido pelas minhas amigas como o Cozinheiro ou Petisco Man. Um Sábado destes depois de ter adquirido uma bela e moderníssima máquina de filmar digital decidi dar um daqueles jantares de amigos para que ficasse para a posterioridade tipo anuncio Kodak “para mais tarde recordar”.
Convidei cerca de 10 imaginado que 5 viriam (arriscado hein!?) mas o que aconteceu na realidade, duas e apenas duas pessoas responderam e apareceram, Carla e Patrícia duas amigas de longa data.

Estávamos os três em amena cavaqueira a tomar um aperitivo com um acepipes e a conversa foi-se desenrolando até ao jantar, falamos sobre todas as trivialidades possíveis, tomando um bom vinho tinto acompanhando com um suculento bife e legumes salteados.
Terminada a refeição sugeri um digestivo continuando com um bom filme de dvd, sentamo-nos no sofá, eu na poltrona elas no outro de três lugares.

A Carla a meio da conversa salienta o facto de o propósito do jantar ser comemorativo de aquisição da grande maquina e que tal como os outros não apareceu no jantar, eu sorri e tranquilizando-a disponibilizei-me a ir buscar.

Cheguei feito realizador tipo câmara, luzes e acção, pedindo sorrisos e pouco drama, a Carla por entre copos, sugere um dvd e eu disse-lhe “olha vai à gaveta escolher” ela diz “Tenho um na mala que era tua prenda seria engraçado com a malta toda cá mas, olha está só quem faz falta” eu ao ver o titulo sorri embaraçado, titulo “Lésbicas Famintas” sugestivo mas constrangedor, “queres ver isto?”retorqui ela com uma ar sério diz “porque não? Tens vergonha” ok, ok eu sei o que parece mas foi excitante a ideia.

Começamos a ver a película (lol) e aparece uma cena gravada com uma handicam que um tipo voyeur pagava para filmar as meninas a comerem-se. Os olhares esbugalhados para a minha câmara foram imediatos. Eu agarrei na dita e disse “meninas vamos fazer o mesmo?” enquanto esperava por uma chuva de almofadas, surpreendentemente fui brindado com um “queres ver o beijo primeiro?” eu maliciosamente disse “bem o vosso pagamento foi o jantar, portanto agora é com vocês” elas imediatamente se beijaram e olhando para a câmara Carla acaricia patrícia numa cena deveras excitante, Pat começa a desabotoar a camisa de C. dizendo “olha tira as calças pois queremos ver como estás.” Eu segurando e tentando lá consegui desembaraçar-me das incomodas roupas .

Entregam-se ambas no mais louco beija, beija e toca, toca. Eu de câmara e pau em riste observava tentando não perder um pouco da acção que se desenrola diante dos meus olhos, C. e P. entregam-se á luxúria desenfreada C. lambe a rata sumarenta de desejo de P. que com as suas mãos controla, guiando o a língua que a possui ao interior que tanto implora por um bom momento de prazer.

Eu acaricio o meu pau carregado de um desejo de as possuir uma a uma boca a boca e sem nada poder fazer mais para me conter, a noite será longa não restando duvidas sobre como irá terminar a comemoração. Eu através da câmara vejo duas mulheres proporcionando louco e devasso prazer acariciando-se mutuamente gemendo e gritando de forma suave até que uma delas chama a atenção da outra para um pau indagador rastejam na sua direcção e mamando agora á vez deliciam-se implorando por uma penetração.

Penetro P. a sua ratinha molhada faz desaparecer o meu pau e a minha mente hesitante quando sinto a boca de C. chupando as minhas bolas e P. fazendo-lhe uma oral digno dos deuses mais audazes, C. controla todos os nossos movimentos pegando agora no meu pau direccionando-o para o cu apertado de P. que possuo agora com o frenesim de um animal no cio. P. anuncia um orgasmo enquanto estou a bombear o seu rabinho, vindo-se intensamente apertando o meu sexo.

Eu venho-me de forma violenta enchendo o seu cu de gozo branco e com as gotas aproveitadas por C. de forma exemplar.

E foi assim o jantar… tenho tudo gravado na memoria e não só..
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:16
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Sábado, 19 de Julho de 2008

Sexo Nas Escadas


Estava no quarto andar quando acabou a luz. E , por azar, o meu amigo não estava em casa. Fui descendo devagar pela escada. A luz voltou. Mas eu já estava conformado e continuei descendo. No meio da escada abaixo de mim estava um casal, tão agarrados que pareciam um só, Um rapaz alto ,de cabelos curtos, bem vestido e uma moça de cabelos castanhos presos na nuca, alta e magra, com um vestido apertado ate a altura dos joelhos. Estavam na escada, eu podia subir e apanhar o elevador, mas preferi ficar olhando. Estavam-se a beijar loucamente, ele apertava as nádegas dela, ela colocou a mão por dentro da camisa dele... - assim não vamos conseguir nem chegar ao seu apartamento, disse ela. - Não vamos mesmo, Ritinha, eu quero-te agora... Ele beijou-a longamente, acariciando o seu cuzinho. Ela colocou a mão por dentro das calças dele e puxou o seu membro, alisando-o, Estava mole ainda. - eu disse-te para não beberes tanto... ele abriu o vestido dela, vi um par de seios lindos, pequenos, mas bem feitinhos, de biquinhos delicados. O rapaz mordiscou-os, lambeu-os, chupou-os. - ai, que gostoso ! – disse ela.. enquanto isso, ela tinha o pau dele nas mãos e masturbava-o no mesmo ritmo com que ele a chupava, lento ou rapidamente. Ela contorcia-se toda, gemendo , de olhos fechados. Eu fui ficando excitado com a cena. Sem parar de sugar o seu seio, ele levantou o vestido dela e colocou a mão no meio de suas pernas, que, aliás, eram lindas. Beijou-a novamente. Ela não lhe soltou o pau, que não levantava, sem parar de masturba-lo. - tens uma mão deliciosa – disse ele – porque é que bebeste tanto, caramba ? ele voltou a sugar os seios dela e colocou a mão na sua cona. Ela gemeu. - tou com tesão - disse ela – chupa-me, chupa a minha coninha. E ela subiu mais degraus, eu subi mais alguns também, pra ver melhor. Ela ficou com a vagina quase na cara dele. Ele separou as pernas dela, afastou as cuequinhas dela e alcançou com a língua a sua coninha.. -chupa, isso assim, está gostosinho, chupaaaaaa ...! - Ele chupou o grelinho e introduziu um dedo na cona dela - estou toda molhadinha, estou em brasa, puta de merda, que tesão, que delícia ! Eu já estava me masturbando com aquela mulher maravilhosa.. De repente, ele parou.. - não pares amor, não pares agora ! chupa-me ! – ela reclamou . Ele parou e fechando os olhos , caiu sentado nos degraus, murmurando : - tou bêbado como ó caralho ! e tombou, deitado entre os degraus. Ela debruçou-se sobre ele, vi os seios perfeitinhos, estavam com os biquinhos eriçados. - Acorda, amor, oh, meu Deus, desmaias-te ? – e dava palmadinhas no rosto dele. Seguindo um impulso, recompus-me e disse : - a menina está a precisar de ajuda ? – perguntei, um pouco alto. - Oh, Meu Deus ! – disse ela , olhando-me assustada. Estava debruçada sobre o gajo, os seios de fora. Percebeu. Puxou o vestido, fechou o fecho nas costas, sem me olhar, e só então explicou que o seu namorado tinha bebido demais, que estava indo para o elevador e a luz das escadas tinha-se apagado , pediu-me ajuda para leva-lo até o apartamento dele. Chamei o elevador, e com dificuldade, coloquei-o sentado e olhei para ela. Tinha um rostinho lindo, fino, lábios pequenos, bem maquiada. Ombros curtos,com algumas sardas nas faces. Adoro sardas nas faces. Chegamos ao apartamento, ela abriu a porta, preocupada com ele. Eu disse que ele iria ficar bem. Ela agardeceu-me e perguntou se eu não me importava de a levar ate á porta da rua pois era tarde e ela tinha medo de ir sozinha, claro que a acompanho, respondi-lhe, ja imaginando o que podia acontecer... Saimos do apartamento do gajo, que ficou completamente bebado a dormir num sofa, e ela começou a meter conversa dizendo: Ele as vezes bebe demais e depois é assim. No meio das escadas, ela tropeça e mais uma vez por um impulso/reflexo deito-lhe a mão á sua delgada cintura no intuito de a agarrar, ela fica um pouco encabulada e agradece-me dizendo: Obrigado, se não fosse o senhor hoje isto ia-me correr mesmo mal, e eu enchi-me de coragem e retorqui: pode corre melhor ainda se quiseres... deixando deslizar a minha mão da sua cintura para o seu volumoso e rijo cú, ela parou, ficou pálida... e eu pensei: bem vou levar uma valente bofetada, mas qual o meu espanto quando ela me disse: o senhor tem uma mão forte e macia dando um pequeno sorriso, ai deixei correr a minha mão para a sua cona e comecei a acaricia-la fortemente por cima das cuecas, ela agarrou-se ao meu pescoço e começou a meter violentamente a sua lingua na minha boca enquanto gemia, eu estava louco de tesão, o meu pau estava prestes a rebentar com as cuecas e as calças, ela provavelmente sentiu-o e apreçou-se a apalpa-lo, dizendo que grande caralhão o senhor aqui tem. pedi-lhe: chupa-mo querida. e ela assim fez, lambia e chupava como jamais alguma mulher mo tinha feito, passado uns minutos disse-me quero senti-lo na minha coninha, por favor penetre-me senhor, encostei-a ao corrimão das escadas subi o seu vestido e espetei-lhe completamente o meu pau na sua cona completamente enxarcada, ficamos ali assim durante alguns minutos, até que depois de lhe dar umas estocadas mais fortes onde o meu pau entrou nela totalmente ela exclamou: isso meu senhor enterre-a ate ao meu utero... ela com a excitação não tardou a vir-se toda, gemendo e mordendo o lábio de baixo. Eu estava também prestes a derramar toda a minha langonha quando ela me olha e me diz meta-o no meu outro buraquinho por favor, quero ficar com o seu semen nas minhas tripas. Aquela linguagem excitou-me imenso e após lhe ter lubrificado o anus com saliva enterrei-a de uma so vez, ela arfava e gemia, e eu prestes a vir-me todo, fodia-a cada vez com mais força, quado ela começa a tirar os seios para fora e a lambe-los, ai não me aguento mais e venho-me todo no seu cu delicioso... No fim ficamos ali parados uns minutos a descansar, ela disse-me que adorou e quando descemos ela entrou no seu carro disse-me adeus e arrancou... Ate hoje ainda passo por aquela porta, e visito meu amigo vezes sem conta, na esperança de a encontrar novamente... mas um destes dias vi o tal rapaz que se embriagou com outra... e ai tive a certeza.. Nunca mais a verei
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:42
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Patroa e empregado


Tudo começa com um casal normal, ambos na casa dos 30 anos, casados há alguns anos e sempre com muito carinho um pelo o outro. Quanto a cama, ambos são sedentos de sexo, prazer e ternura, ambos tem as suas fantasias, os seus fetiches. Quanto à vida económica estão bem e não tem preocupações de maior. Vivem numa vivenda com piscina, jardim e tudo o mais.
No meio disto tudo, o marido teve que se ausentar por uns dias devido a negócios. Ela ficou só naquela imensa casa, sozinha com a sua tesão desenfreada que ia subindo ao longo dos dias, cada vez apertando o seu sexo. Nem as masturbações ou seus brinquedos ajudavam mais a reduzir a loucura do tesão que ia no seu corpo…
Entretanto, enquanto ela numa manhã saia do banho depois de mais uma brincadeira a sós, repara pela janela no jardineiro que cuidava das plantas no jardim. Foi como um imã, ficou a observar o seu corpo moreno e suado em tronco nu, observava os seus braços musculados, as suas mãos grandes e grossas e aos poucos sentiu os seus peitos endurecer, o calor que estava dentro do seu corpo a queimá-la toda, o seu sexo a apertar-se com a tesão da sua imaginação que já divagava em estar nos braços daquele rapaz dos 21 anos, pronto a aprender com ela todo o poder do desejo. Nesse momento voltou à terra e como boa esposa que se considerava lembrou-se do marido e para que não cometesse nenhuma loucura, deitou-se na cama e mais uma vez se masturbou, desta vez com toda a imaginação no seu jovem jardineiro. Pensava ela que se fosse só em pensamentos não estaria a trair o seu amado marido…
Depois de almoço, o calor apertou ainda mais e ela, como habitualmente nos dias de sol, vestiu a sua tanguinha e foi até à piscina. Quando chegou deparou-se com uma imagem que não esperava, o seu desejo da manhã estava à sua frente, ainda mais molhado que de manhã, a escavar a terra com as suas próprias mãos. Ela ao ver aquilo não conseguiu resistir mais e desde esse momento quis ter aquele jovem, possui-lo com todas as suas forças, ter aquele corpo quente encostado ao dela e sentir todo o poder do macho que há tantos dias tinha falta. Para o conseguir, chegou ao pé dele e perguntou-lhe porque ele estava a fazer aquilo com as próprias mãos, o que ele respondeu que assim podia sentir melhor a terra e acarinhar as plantas. Ela ao ouvir isso, perguntou-lhe se ele gostava de sentir tudo com as mãos, de tocar e acariciar tudo. Ele inocentemente afirmou que sim. Estava dado o passo que ela desejava!
Ela então diz-lhe que vai-lhe dar outra coisa para ele sentir, mas que para isso tem que fechar os olhos e tentar adivinhar, ele aceita a brincadeira. Ela pega nele, leva-o à borda da piscina e diz-lhe para ele passar as mãos por água para então ele adivinhar o que ela lhe puser nas mãos. Ele lava-as e fecha os olhos, … ela quando o vê a cerrar os olhos, pega na mão grossa e quente, leva-a até aos seus ombros. Ele ao sentir os ombros assusta-se porque não estava à espera que as adivinhas envolvessem a sua patroa, a qual ele também desejava por já a ter visto tantas vezes na piscina, deitada com os seus peitos virados para o céu, como que à espera de serem beijados. Ela diz-lhe para ele ter calma porque nada de mal se passaria, e que ambos iriam fazer aquilo que queriam sem ser forçados e que nada sairia dali. Ele aceita e cerra novamente os olhos, desta vez desejosos que todos os seus sonhos se realizassem. Ela como que, sabendo dos desejos daquele fogoso rapaz, pega novamente na mão dele e leva-a até à sua boca, beijando-a e lambendo-a suavemente por meio dos dedos. Ela adora o que está a fazer e ele vibra de prazer com tão maravilhosa língua que percorre toda a sua mão. Ela então pega na outra mão dele, chega-a à boca e aquela que lá estava leva-a até ao seu peito ardente e sequioso de ser tocado por aquele macho. Ele ao sentir o peito dela aperta-o e acaricia-o suavemente. Então ele abre os olhos e observa o olhar de tesão da sua patroa enquanto lambe os seus dedos. Nessa altura ele esquece tudo o resto, mete a mão por debaixo do top e sobe-o, deixando a descoberto os peitos daquela mulher ardente. Tira a mão da boca dela e beija-a, enrolando a sua língua na dela, enquanto as suas mãos acariciam os peitos de tão gostosa mulher. Ela ao ficar com as mãos livres aproveita e sente finalmente o tronco daquele rapaz, sente-o quente, duro, macio e a cada momento fica com mais vontade de ser possuída por ele. É então que desce a sua mão até baixo e sente o enorme enchumaço que está debaixo das calças. Ele estava completamente duro, parecendo o tronco de uma das tantas arvores que ele tratava. O desejo estava incontrolável, ela não aguentou mais, baixou-se, ficando de frente com aquele sexo enorme que tentava rasgar as calças de ganga sujas de terra. Fogosamente ela abriu as calças dele e ao baixá-las saltou aquilo que ela procurava para a apaziguar, um enorme sexo, grosso, e cabeçudo ao qual ela quase que não acreditava se não estivesse a ver. Ela agarra nele e começa a lambe-lo, todo, desde a cabecinha até onde consegue aguentar, ela mama-o todo enquanto ele agarra na sua cabeça e a pressiona de encontro ao seu sexo tocando a sua cabecinha na garganta dela. Ambos estão na loucura, ela com aquele enorme vergalhão na boca, ele a ser mamado pela sua bela patroa. Mas ela quer mais, ela quer todo. Levanta-se e diz-lhe para se despir enquanto ela faz o mesmo. Então ela deita-se no chão e diz que é a vez dela ser mamada. Ele obedece prontamente e pode ver o quanto a sua patroa é tesuda, por todo o leite que escorre da sua rachinha, o qual ele bebe com desejo enquanto mordisca o seu grelo e lambe o buraquinho dela que cada vez escorre mais langonha. Ela pede para que ele suba para cima dela e que a coma como tanto deseja. Ele com o pau a piscar de tesão, encosta-o na entrada da grutinha dela e mete-o, mete-o de rompante, ela grita, com a sua grossura, mas grita de prazer, por sentir algo tão bom e quente dentro dela. Depois de ele o meter até ao fundo daquela cona esfomeada, começa no vaivém, começa a fode-la toda, a estocar aquela ratinha que tanta fome tem, e a cada estocadela ela grita, e sente aquele membro todo dentro dela, a fode-la bem fodida, como ela tanto desejava. O prazer é tanto que ela começa a vir toda, a cada vez que sente a cabecinha dele a tocar dentro dela, até que não aguenta mais e vem-se em espasmos de prazer, agarrando-se ao tronco do garanhão até acalmar os seus espasmos arranhando-o todo. Quando ela olha para ele, vê-o todo suado a olhar para ela enquanto tira o pau de dentro dela. Ela ao ver aquele pauzão ali mesmo à sua frente, abocanha-o e xupa-o, lambe-o todo, ainda com o leite da sua cona, mistura a sua saliva com o leite dela e adora, tanto que abocanha-o cada vez mais, até ele não aguentar e esporrar-se todo na boquinha gulosa que o estava a xupar. Ele vem-se em torrentes de leite, o qual ela não desperdiça e bebe tudo até à última gota, ficando a lamber a cabecinha do seu novo amante até não sair mais nada. Depois disto dão um imenso beijo, abraçam-se e vão tomar banho juntos… mas essa história é para outro dia!...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:40
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Bom Par de Mamas


No passado domingo fui levar uma amiga a estação de Campanhã ao comboio Alfa, quando chegamos reparei numa mulatinha que la esatva com o namorado, penso eu, mas nao liguei muito por dois motivos, 1 eu estava acompanhado e 2 ela estava tambem acompanhada.
Chegou a hora da partida do comboio, a minha amiga la foi e reparei que a moça se despedia do rapaz que estava com ela.
Quando o,comboio partiu ficamos na gare a ve-lo ir embora.
Como ela tinha (tem) um belo par de mamas uma carinha laroca, um rabinho todo redondinho e empinado, nao resisti e disse-lhe qualquer coisa refente ao rabo e as mamas, a que ela respondeu com um sorriso, meti conversa com ela e soube que o rapaz era realmente namorado que esta a trabalhar perto de Lisboa, e assim fomos andando para a saida da estação.
quando estavamos ja no passeio fronteiro a estação ofereci-lhe boleia, ao fim de algumas recusas e insistenciasla aceitou , e fomo para o carro que estava perto.Abri-lhe a porta e entrou eu sentei-me ao volante e perguntei para que lado era a casa dela, la indicou o caminho,
nao era longe)levamos alguns minutos a chegar,mas entretanto ja lhe tinha passado a mao pelas pernas e pelas maminhas rijas o que a deixou a ela e a mim com tesão, que eu consegui esconder disfarçadamente.Como ela ia de minisaia, nao foi dificil passar a mao pela pita todo depiladinha e ver que ja estava toda humida de tesão.
Chegados a casa dela disposto a ir embora sem comer nada pois nao tive tempo para explorar mais o terreno.Qual nao é o meu espanto quando ela me convida para entrar dizendo que estava sosinha, a medo la entrei.
A casa era muito simples e pequena, era apenas um estudio, mas muito confortavel.
a primeira coisa que ela fez foi tirar os sapatos e a blusa, ficando apenas com um soutien
minusculo, que mal tapava os mamilos. e veio sentar-se num cadeirão com dois lugares e chamou por mim.
bem nessa altura eu ja estava doido de tesão e ja não o escondia, ela sorrio e deitou a mão as minhas calças e despertou-as e tirou -me o pau para fora, que não sendo muito grande sempre faz vista, ela gostou do que vio e apalpou, brincou com ele deu-lhe alguns beijos e começou a mamar com tal geito que me pos doido ao ponte de quase me vir de imediato, m as ela com experiencia fez com que eu me aguentasse.
Estivemos ali na brincadeira alguns tempo (Não sei quanto), e entretanto fomos indo em direcção a cama.
Chegados lá ja estavamos os dois todos nus, eu cai no meio das pernas dela e com toda a habilidade que tenho fiz-lhe um minete que fez com que ela se viesse varias vezes (tal era o tesão, depois ela quis que lhe fodesse a cona devagar metendo e tirando tudo ficando so a cabecinha e voltando a meter devagar, com aquelo ritmo elas veio-se mais uma ou duas vezes e eu quase me vim mas aguentei porque queria gozar bem uma foda daquela. de repente ela vira-se e pede para lhe meter no cu, mas antes pega num vibrador e metou-na cona ligado, aí quando lhe meti o pau no cu nao aguentei mais que duas bombadas e vi-me que parecia uma torneira a deitar leite dentro do cu dela, ficamos assim deitados um bocado sem ver horas.
mas o certo que tudo que é bom tem fim e assim foi aquela tarde que eu pensava ter sido de apenas uma hora ou pouco mais, quando de la sai eram 21,00h, o comboio partiu ao principio da tarde, mas combinamos novo encontro.
quando ao nos despedimos fiquei a saber que ela ja me tinha fisgado em outra ocasião na estação, so que me tinha passado despercebido, mas agora ja não passa e no proximo sabado, se não for antes vamos ter mais festa.Pelo menos eu espero que seja tão bom como esta ou melhor se possivel.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:35
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Sexta-feira, 18 de Julho de 2008

Assim me tornei PUTA


Atenção, isto não é um conto erotico, mas é um conto bem verdadeiro e que eu dedico a todas as mulheres.

E foi ao ler um entre os muitos anuncios e devido a uma fase menos boa da minha vida que arrisquei em responder.
"Empresario de bem com a vida, procura amante, ofereço ajuda finaceira", respondi, trocamos contactos de msn, contacto telefonico, etc, etc... e chegou o dia em que nos encontramos para nos conhecermos.
José, 40 anos, bem parecido, roupas de marca, BMW, etc...
depois de 2h de conversa..José, diz: sinceramente, quase que tenho a certeza, que és a pessoa que procuro, bem parecida , com dialogo, discreta... posso e quero ajudar, apenas terás que ser só minha e não te quero a responder a mais anuncios, sou uma pessoa honesta de palavra, requintada, não acho por bem, estar contigo e manusear dinheiro de cada vez que estamos, prefiro faze-lo por transferencia bancária. Entarmos no carro, trocamos olhares, e não resistimos, beijamo-nos e num apice estavamos a caminho do motel... a verdade se diga, a ideia que alguem me iria ajudar e ainda por cima esse alguem ser tão apeticivel, confesso que me excitou duplamente. Depois de 2 horas e tal de intenso sexo, saimos no motel e demos um beijo de despedida. No dia seguinte, recebi uma mensagem: Deixaste-me louco, és uma foda e tanto. Só sonho em repetir. Ah querida, envia o teu NIB, vou fazer de imediato o que combinei contigo.
Passaram 2 anos...a dita transferencia não deu entrada, lol.
Setembro 2007... outro anuncio identico, jovem empresario com posses, pretendo uma unica mulher para amante, ajudo financeiramente. E..mais uma vez, respondi. Marcamos encontro, e estivemos 2 horas a falar, eu estava encantada, jovem, bonito, educado, com uns labios muito convidativos... demos um beijo na despedida, que me fez tremer dos pés á cabeça.
Passado 3 dias, encontramo-nos de novo, e embora sem sexo, trocamos beijos, caricias, enfim...nunca ninguem me tinha feito sentir tanta tesão. (Ah... é de referir, que esta pessoa, desde o primeiro encontro sempre me ajudou).Quase todos os dias, abria o meu mail e tinha "coisas" muito boas de ler... Seguiram-se poucos, mas muito bons encontros de sexo..passaram-se 3 meses, e este meu sonho, desapareceu de um dia para o outro.
Sim, o meu sonho..porque eu vivi um sonho, uma paixão, eu amei, deixou de ter qualquer importancia a palavra "ajuda financeira" e tudo o que eu queria era tê-lo, adormecia a pensar, nos beijos, nos belos minetes, nos broches que eu tanto gostava de lhe fazer...
Deixei de pensar em mim,nas minhas crises monetárias...e todos os dias acordava e humilhava-me pedindo-lhe para fazermos amor.
Deixei de ter amor proprio, de tentar arranjar soluçoes pra minha vida.. o meu MUNDO era ELE.
Uma noite, coloquei a mim mesma, 2 hipoteses: "desaparecer" ou lutar, e optei por lutar da unica forma que consegui, onde neste país, nada está bem, onde não se ganha para sobreviver.
Resumindo... jurei a mim mesma, que para ser humilhada...tinha que lucrar com a situação. Presentemente, sou prostituta, tenho dias que me sinto humilhada sim, mas tb tenho dias em que me sinto muito bem. "como" homens muito bons, boas fodas, disfruto em pleno do momento... aprendi a "variar", lol...velhos, novos, meiguices, uns gostam de apanhar porrada, que eu lhes mije em cima, que lhes coma o cú com o meu belo kit de vibradores. Financeiramente, não estou rica, mas vivo mais desafogada.
Aprendi que os homens são para foder e receber...lol, porque eles são muito pobres de sentimentos e não mereçem outro trato.
Agradeço a ELE, os melhores momentos da minha vida. Embora bem arrumado no meu coração, ELE, estará sempre presente.
Como disse, dedico este conto a todas as mulheres e em especial a todas as mulheres "amigas de profissão"

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:03
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Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

1º vez comida no Cu


Nunca namorei, no verdadeiro sentido do termo. Tive alguns parceiros sexuais, uns mais tempo outros apenas por acaso. O Miguel era um dos com quem estive mais tempo. Não eramos namorados, porque não havia qualquer compromisso entre nós, apenas disponibilidade. Quando estamos com desejo um do outro, telefonamos ou mandamos uma msg, a combinar um encontro. Fora disso, cada um é livre de fazer o que quiser com quem quiser. Claro que muitas vezes contamos um ao outro as nossas experiências sexuais com outros/outras, o que até ajuda a apimentar a nossa relação.
Nesse noite, eu fui dormir a casa dele. É claro que a nossa noite começou assim que eu lá cheguei, e como ele estava sozinho em casa estávamos completamente à vontade. A primeira foda no sofá da sala, um descanso, a segunda foda no chão do quarto, seguido de um belo banho de imersão e a correspondente marmelada na banheira, e depois acabámos a noite na cama, a dormir o sono dos justos.
De manhã, estava eu deitada de barriga para baixo, na cama, e ele por trás de mim, de joelhos, a admirar-me. Admirava-me o rabo, admirava-me o meu corpo com formas bonitas, o meu cabelo comprido, alourado e liso. E eu deixava-me estar assim a ser admirada, o que sempre gostei. Toda a mulher gosta de ser admirada, embora muitas não o queiram admitir.
Ele estava excitado com a paisagem que estava à frente dele, e deitou-se em cima de mim. Na brincadeira, encosta o caralho ao rego do meu rabo, e começa a esfregar.
Eu nunca levei no cu antes disso. Sempre tive medo que me fizesse doer, e embora ele e outros o quisessem fazer, eu nunca o deixei. Algumas amigas até me diziam que levavam no cu muitas vezes, e até que tinham orgasmos, mas não me convenciam a deixar penetrarem-me assim.
Mas naquele momento, em que ele estava assim em cima de mim, eu a sentir aquele peso, aquele caralho grosso a roçar-me o cu, senti vontade de experimentar. E disse-lhe "Miguel, mete-me no cu". Ele "queres mesmo?" porque ele sabia como eu tinha medo disso. Ele já o tinha tentado fazer várias vezes mas nunca o deixei. E eu "sim, quero experimentar.".
Juntei a acção às palavras, e levantei o rabo, espetando-o para ele, assim com o cu todo aberto, à disposição dele, prontinha para o receber.
Ele sabia que eu era virgem ali naquele buraco, e por isso aceitou o meu convite mas fê-lo meiguinho como sempre costuma ser.
Então estava eu assim de cara na almofada, braços dobrados para a frente, pernas dobradas de joelhos e abertas, o rabo levantado e espetado para ele, os dois buracos ali à sua disposição. Ele pôs-se de joelhos atrás de mim, e depois de bater um pouco a punheta para ter o caralho bem teso, aproximou-se de mim assim por trás e enfiou-me o caralho na cona, em parte para me excitar e descontrair, em parte para o manter teso, em parte para o lubrificar. Ao mesmo tempo molhou o dedo e pôs um pouco de saliva assim no meu cu.
Então tirou o caralho da minha cona, encostou a cabecinha ao meu cu, e começou a fazer força, mas sempre com meiguice. Comecei a sentir o buraquinho a abrir, quando ele começou a fazer força, e comecei a empurrar o cu contra ele, para ele o meter e saciar o meu desejo. Ele fez um pouco mais de força contra mim, mas doeu-me um bocado e afastei-me um pouco. Mas logo me aproximei de novo dele, e de novo ele começou a meter a cabecinha no buraquinho. Estava a doer-me um pouco, e eu pedi para ele parar. Mas ele estava bastante excitado com toda esta situação, e não parou. Pelo contrário, molhou de novo com saliva a ponta do caralho e o meu rego, e fez mais força. Eu então abri-me toda e fiz um momento brusco contra ele, e foi remédio santo... a cabecinha entrou toda! Doeu-me, mas consegui! A seguir à cabecinha, foi fácil meter-me o caralho todo até ao fundo, até tocar com o rabo nas pernas dele. Deixámos descansar um pouco antes de continuar, mas eu estava a gostar do que sentia, e comecei a fazer movimentos de vai-vem, a meter e tirar. Ele ajudou, e começou também a meter e tirar, a fazer movimentos, a excitar-me a mim e a ele... Eu sentia perfeitamente os colhões dele a roçarem-me nos lábios da cona neste movimento de vai-vem. Eu tenho uns lábios grandes que incham muito quando me excito, e neste caso ajudou à sensação.
Eu estava nas nuvens, apesar de me estar a doer um bocado, e gemia, tanto de prazer como da dor. Mas a dor era compensada em grande pelo prazer. Ele então passou a mão à minha frente, e começou a mexer-me na cona e a apalpar-me os lábios da cona e o clitoris, a meter-me os dedos no buraquinho.
Esta dupla penetração teve o seu resultado, e pouco depois comecei de novo a sentir aquilo que tanto gosto, o orgasmo a aproximar-se. Ele também estava próximo, e senti logo a seguir pelos movimentos dele que ele se veio todo dentro do meu cu logo a seguir ao orgasmo que eu senti! Senti aquilo que desde esse momento tenho sentido sempre, ou seja, o caralho a foder-me no cu, de repente sinto-o a retesar-se mais, a aumentar ainda mais de tamanho, e a descarga dele logo a seguir à minha. Que delícia! Que orgasmo! Vim-me toda, senti tudo, foi um orgasmo mais forte do que os dos ultimos tempos! As minhas amigas bem me avisaram que seria assim, mas superou todas as minhas espectativas.
Depois deste orgasmo duplo, deitei-me para a frente, com ele ainda em cima de mim, o caralho ainda metido no meu cu, a sentir todas aquelas sensações, e ficámos assim uns minutos até ele ter o caralho mole e eu deixar de o sentir.
Esta minha primeira vez em que levei no cu, como podem ver, foi excelente e passei a gostar de o fazer. Fiquei fã!
Mas depois é que foi o bonito. Eu tinha combinado com a minha irmã irmos nesse dia almoçar a casa dela, com os nossos pais. Mas o problema é que fiquei com o cu a dor imenso, depois desta minha primeira penetração. Mas como tinha ficado combinado tive mesmo que ir. Então lavámo-nos, e quando chegou o momento fui para casa da minha irmã.
Ela já me conhece bem demais. Nós somos duas confidentes habituais, e eu conto-lhe tudo o que faço, tal como ela me conta tudo da sua vida sexual com o marido e ela dá-me boas ideias sobre sexo, tal como eu lhe dou as ideias que tenho. Sou mesmo a única a conhecer as suas aventuras extra-conjugais. Ela sabia bem o medo que eu tinha de levar no cu, embora também me tenha tentado várias vezes convencer a experimentar.
Durante o almoço, por causa de me doer o cu, custava-me a sentar e tinha que o fazer com cuidado. Ela estava a observar-me, eu bem o notei. Quando teve oportunidade, perguntou-me "tu hoje levaste no cu?", e ai eu contei-lhe o que tinha acontecido. Ele desatou a rir com a minha primeira experiência, e principalmente por ficar com o cu a doer. Mas deu-me os parabéns por finalmente o ter feito.
Então ela deu-me um creme que costuma usar quando o marido a fode assim. Nessa noite fui de novo dormir a casa do Miguel, e aproveitei para lhe pedir que ele me massajasse o cu com aquele creme. Ele pôs um pouco no dedo, e começou a esfregar-me. Eu estava nua, deitada à frente dele, ele estava também nu, de joelhos, sentado nas pernas, atrás de mim. Eu estava de pernas abertas, uma perna para cada lado dele, assim com os dois buracos abertos e virados para ele, todos oferecidos. É claro que esta minha posição, ele a esfregar-me o cu e admirar-me o rabo e a cona, assim por trás, deram o seu efeito e ele estava com o caralho todo teso. Cheguei-me mais a ele, assim na mesma posição, até ficar com a cona em cima dele, e ele logo me enfiou o caralho na cona. Ficámos assim, ele a esfregar-me, eu a sentir-me mesmo bastante bem.
Claro que isto foi o início de mais uma grande foda. Ele ainda quis foder-me de novo no cu, mas eu não deixei porque ainda me doia. Mas passados uns dias, já não sentia nada e de novo lhe pedi para me foder nesse buraquinho. Durante uns tempos sempre que levava no cu ainda me fazia doer, mas gradualmente deixei de ter esse problema.
E desde aí sempre que posso quero ser penetrada no cu. Passei a gostar, como podem ver.
E passados uns mesitos, cumpri outro grande desejo, que foi de ser penetrada ao mesmo tempo nos dois buracos, por dois homens, um metido na cona e outro no cu. Ainda falta com três ao mesmo tempo, o terceiro na boca... Virá um dia.
Mas vou deixar para noutra ocasião contar este caso.

Beijinhos molhados a todos vocês

Diana

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:51
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