Sábado, 19 de Julho de 2008

Patroa e empregado


Tudo começa com um casal normal, ambos na casa dos 30 anos, casados há alguns anos e sempre com muito carinho um pelo o outro. Quanto a cama, ambos são sedentos de sexo, prazer e ternura, ambos tem as suas fantasias, os seus fetiches. Quanto à vida económica estão bem e não tem preocupações de maior. Vivem numa vivenda com piscina, jardim e tudo o mais.
No meio disto tudo, o marido teve que se ausentar por uns dias devido a negócios. Ela ficou só naquela imensa casa, sozinha com a sua tesão desenfreada que ia subindo ao longo dos dias, cada vez apertando o seu sexo. Nem as masturbações ou seus brinquedos ajudavam mais a reduzir a loucura do tesão que ia no seu corpo…
Entretanto, enquanto ela numa manhã saia do banho depois de mais uma brincadeira a sós, repara pela janela no jardineiro que cuidava das plantas no jardim. Foi como um imã, ficou a observar o seu corpo moreno e suado em tronco nu, observava os seus braços musculados, as suas mãos grandes e grossas e aos poucos sentiu os seus peitos endurecer, o calor que estava dentro do seu corpo a queimá-la toda, o seu sexo a apertar-se com a tesão da sua imaginação que já divagava em estar nos braços daquele rapaz dos 21 anos, pronto a aprender com ela todo o poder do desejo. Nesse momento voltou à terra e como boa esposa que se considerava lembrou-se do marido e para que não cometesse nenhuma loucura, deitou-se na cama e mais uma vez se masturbou, desta vez com toda a imaginação no seu jovem jardineiro. Pensava ela que se fosse só em pensamentos não estaria a trair o seu amado marido…
Depois de almoço, o calor apertou ainda mais e ela, como habitualmente nos dias de sol, vestiu a sua tanguinha e foi até à piscina. Quando chegou deparou-se com uma imagem que não esperava, o seu desejo da manhã estava à sua frente, ainda mais molhado que de manhã, a escavar a terra com as suas próprias mãos. Ela ao ver aquilo não conseguiu resistir mais e desde esse momento quis ter aquele jovem, possui-lo com todas as suas forças, ter aquele corpo quente encostado ao dela e sentir todo o poder do macho que há tantos dias tinha falta. Para o conseguir, chegou ao pé dele e perguntou-lhe porque ele estava a fazer aquilo com as próprias mãos, o que ele respondeu que assim podia sentir melhor a terra e acarinhar as plantas. Ela ao ouvir isso, perguntou-lhe se ele gostava de sentir tudo com as mãos, de tocar e acariciar tudo. Ele inocentemente afirmou que sim. Estava dado o passo que ela desejava!
Ela então diz-lhe que vai-lhe dar outra coisa para ele sentir, mas que para isso tem que fechar os olhos e tentar adivinhar, ele aceita a brincadeira. Ela pega nele, leva-o à borda da piscina e diz-lhe para ele passar as mãos por água para então ele adivinhar o que ela lhe puser nas mãos. Ele lava-as e fecha os olhos, … ela quando o vê a cerrar os olhos, pega na mão grossa e quente, leva-a até aos seus ombros. Ele ao sentir os ombros assusta-se porque não estava à espera que as adivinhas envolvessem a sua patroa, a qual ele também desejava por já a ter visto tantas vezes na piscina, deitada com os seus peitos virados para o céu, como que à espera de serem beijados. Ela diz-lhe para ele ter calma porque nada de mal se passaria, e que ambos iriam fazer aquilo que queriam sem ser forçados e que nada sairia dali. Ele aceita e cerra novamente os olhos, desta vez desejosos que todos os seus sonhos se realizassem. Ela como que, sabendo dos desejos daquele fogoso rapaz, pega novamente na mão dele e leva-a até à sua boca, beijando-a e lambendo-a suavemente por meio dos dedos. Ela adora o que está a fazer e ele vibra de prazer com tão maravilhosa língua que percorre toda a sua mão. Ela então pega na outra mão dele, chega-a à boca e aquela que lá estava leva-a até ao seu peito ardente e sequioso de ser tocado por aquele macho. Ele ao sentir o peito dela aperta-o e acaricia-o suavemente. Então ele abre os olhos e observa o olhar de tesão da sua patroa enquanto lambe os seus dedos. Nessa altura ele esquece tudo o resto, mete a mão por debaixo do top e sobe-o, deixando a descoberto os peitos daquela mulher ardente. Tira a mão da boca dela e beija-a, enrolando a sua língua na dela, enquanto as suas mãos acariciam os peitos de tão gostosa mulher. Ela ao ficar com as mãos livres aproveita e sente finalmente o tronco daquele rapaz, sente-o quente, duro, macio e a cada momento fica com mais vontade de ser possuída por ele. É então que desce a sua mão até baixo e sente o enorme enchumaço que está debaixo das calças. Ele estava completamente duro, parecendo o tronco de uma das tantas arvores que ele tratava. O desejo estava incontrolável, ela não aguentou mais, baixou-se, ficando de frente com aquele sexo enorme que tentava rasgar as calças de ganga sujas de terra. Fogosamente ela abriu as calças dele e ao baixá-las saltou aquilo que ela procurava para a apaziguar, um enorme sexo, grosso, e cabeçudo ao qual ela quase que não acreditava se não estivesse a ver. Ela agarra nele e começa a lambe-lo, todo, desde a cabecinha até onde consegue aguentar, ela mama-o todo enquanto ele agarra na sua cabeça e a pressiona de encontro ao seu sexo tocando a sua cabecinha na garganta dela. Ambos estão na loucura, ela com aquele enorme vergalhão na boca, ele a ser mamado pela sua bela patroa. Mas ela quer mais, ela quer todo. Levanta-se e diz-lhe para se despir enquanto ela faz o mesmo. Então ela deita-se no chão e diz que é a vez dela ser mamada. Ele obedece prontamente e pode ver o quanto a sua patroa é tesuda, por todo o leite que escorre da sua rachinha, o qual ele bebe com desejo enquanto mordisca o seu grelo e lambe o buraquinho dela que cada vez escorre mais langonha. Ela pede para que ele suba para cima dela e que a coma como tanto deseja. Ele com o pau a piscar de tesão, encosta-o na entrada da grutinha dela e mete-o, mete-o de rompante, ela grita, com a sua grossura, mas grita de prazer, por sentir algo tão bom e quente dentro dela. Depois de ele o meter até ao fundo daquela cona esfomeada, começa no vaivém, começa a fode-la toda, a estocar aquela ratinha que tanta fome tem, e a cada estocadela ela grita, e sente aquele membro todo dentro dela, a fode-la bem fodida, como ela tanto desejava. O prazer é tanto que ela começa a vir toda, a cada vez que sente a cabecinha dele a tocar dentro dela, até que não aguenta mais e vem-se em espasmos de prazer, agarrando-se ao tronco do garanhão até acalmar os seus espasmos arranhando-o todo. Quando ela olha para ele, vê-o todo suado a olhar para ela enquanto tira o pau de dentro dela. Ela ao ver aquele pauzão ali mesmo à sua frente, abocanha-o e xupa-o, lambe-o todo, ainda com o leite da sua cona, mistura a sua saliva com o leite dela e adora, tanto que abocanha-o cada vez mais, até ele não aguentar e esporrar-se todo na boquinha gulosa que o estava a xupar. Ele vem-se em torrentes de leite, o qual ela não desperdiça e bebe tudo até à última gota, ficando a lamber a cabecinha do seu novo amante até não sair mais nada. Depois disto dão um imenso beijo, abraçam-se e vão tomar banho juntos… mas essa história é para outro dia!...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:40
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