Sexta-feira, 4 de Abril de 2008

Somos 2 Divorciadas


Já somos amigas há muito tempo e, por vezes, quando vivemos na mesma casa, ficávamos a ver televisão juntas no sofá enquanto os nossos filhos dormiam. Somos as duas divorciadas e nessa altura nenhuma das duas tinha namorado. Eu, por razões familiares, vivia na casa dela, onde fiquei por uns meses.
Normalmente à noite quando não saíamos porque tínhamos os nossos filhos em casa depois de jantarmos os quatro, deitávamos as crianças e ficávamos na sala a ver televisão, rir e conversar até tarde. Muitas vezes quando víamos filmes especialmente se fossem os lamechas filmes de amor ou dramas, deitávamo-nos as duas no sofá uma na frente da outra num côncavo e convexo com um natural encaixe.
Sempre soube que a minha amiga era bissexual mas combinamos mesmo antes de eu me mudar para lá que cada uma respeitaria a sexualidade da outra sem interferências.
E assim foi até uma noite em que estávamos, como costume deitadas no sofá eu à frente e ela por trás de mim abraçando-me pela cintura, que, senti que a mão dela se movia no meu ventre, não sabia se devia dizer que parasse mas decidi confiar na minha amiga que respeitava a minha sexualidade e aceitar aquele carinho como um carinho de amiga e mais nada. Logo percebi que não era essa a intenção dela, a sua mão continuou a acariciar-me o ventre e com a outra mexia-me suavemente no cabelo.
Eu nunca tinha pensado em ter intimidades com uma mulher mas começava sentir-me quente e excitada. Ela avançou, subindo a mão para os meus seios que esperavam com os mamilos rijos debaixo do pijama e sem soutien. Massajou-me um seio e depois o outro, passou o braço por baixo de mim (que eu ajudei levantando ligeiramente o corpo) e trocou de mãos, tinha agora uma mão no meu mamilo e a outra descia em direcção ás minhas coxas. Senti-a a roçar os seios nas minhas costas e as pernas nas minhas. A mão dela acariciava-me agora toda a vagina com a mão aberta, passando depois a acariciar só o clítoris muito suavemente como só uma mulher sabe. Sentia o sangue a me subir à cara e a vagina nesta altura escorria de excitação. Ela levantou-se e fechou a porta da sala com a chave, aproximou-se de mim e beijando-me com um beijo doce e húmido continuou a acariciar-me os mamilos. Eu tomei coragem e meti a mão dentro da camisola dela e acariciei os seus seios duros e cheios, ela estava excitadíssima, os mamilos espetados como duas pontas. Logo ela puxou a camisola para cima e aproximou os seios da minha boca, tomei um mamilo entre os lábios e mamei como se deitasse leite, alternando com passagens da língua à volta de toda a mama e do mamilo, ela gemia. Entretanto já estávamos as duas ofegantes e ela disse que era a hora de eu saber o que era realmente estar com uma mulher. Baixou-me as cuecas e começou a tocar ao de leve com a ponta da língua no meu clítoris, eu gemi e contorci-me a cada toque daquela língua quente de desejo. Continuando a acariciar-me um mamilo, a minha amiga relaxou a língua cobrindo assim toda a parte interior dos lábios vaginais e com movimentos lentos subia e descia a língua, o meu clítoris estava inchado e duro. Então introduziu a língua dentro da vagina fazendo movimentos de vaivém. Eu estava a ficar louca, gemia e tremia de prazer. Ela enfiou um dedo na vagina continuando a lamber o clítoris com a língua relaxada e quente. Os movimentos dos dedos ficaram mais rápidos e depois passaram a dois dedos, a língua agora movimentava-se mais rápido e eu agarrava na cabeça dela comandando os movimentos. Comecei a levantar a anca para controlar os movimentos dos dedos e estava quase a explodir, quando olhei para a janela e vi o vizinho da frente que nos olhava talvez desde o início a julgar pelo tamanho do membro que tinha na mão e que manobrava enquanto nos olhava. Foi a última gota, quando vi o vizinho a gozar com o nosso prazer ela enfiou os dedos com mais força e eu levantei a anca de maneira que o vizinho visse e explodi num orgasmo louco de perder os sentidos. A minha amiga bebeu todo o meu sumo e lambeu até à última gota.
Só nessa altura lhe disse do vizinho, ela disse que era habitual e sabia eu ele iria ali estar por isso não fechou a janela. O Vizinho foi para dentro limpar-se e a minha amiga fechou então a janela. Ficamos a beijar-nos e acariciarmo-nos durante horas.
Afinal uma mulher dá o mesmo ou mais prazer que um homem
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:37
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