Quarta-feira, 9 de Abril de 2008

Padrinho a espanhola


A história que passo a narrar aconteceu à 8 anos atrás, no dia do meu casamento.
Tive várias experiências antes de conhecer o meu marido que, apesar de não ser muito abonado em termos de membro e de experiência sexual, é um amor e foi o eleito. O meu sogro, homem de valores tradicionais, foi o padrinho do nosso casamento, embora fosse contra o mesmo, tanto por não nos termos casado pela igreja como por me achar "muito leviana" para o seu querido e conservador filho.
Sempre gostei de fodas com garra, não me inclino muito para preliminares, gosto mesmo é de levar na cona e de chupar mangalhos. Sou assanhada, percebem?
Foi em Junho, estava muito calor. Já nos encontrávamos no final do copo de água, eu estava estafada, porém muito feliz e um pouco alegre devido à quantidade de champagne bebida. O meu vestido de noiva era lindíssimo, tradicional, mas muito incómodo, com o calor que estava. Farta dos saltos altos e do vestido que me atormentavam, decidi me resguardar um pouco de todo aquele burburinho de mais de 200 convidados e dirigi-me a um pequeno mas muito agradável quarto, que a quinta tinha preparado para os noivos, no intuito de descansar por uns instantes.
A cama era redonda, com lençóis de cetim cor de prata, espelhos no tecto, uma luz muito ténue avermelhada, mesmo propício para uma noite de loucura.
Despi o vestido, tirei os sapatos e joguei-me para cima daqueles lençois tão frescos e sedutores. Fiquei com a lingerie, que consistia num corpete, cuequinha de fio dental, cinto e meias de ligas, brancos.
Depois de me roçar por alguns momentos naqueles maravilhosos lençois, quase adormeci, meio enebriada pela champagne, quando sinto a porta abrir. Pensando que era o meu noivo, na altura já meu marido, deixei-me estar na mesma posição, de olhos fechados e de barriga para baixo, começando a me esfregar nos lençois, situação que muito me excitou. Após alguns instantes, sinto umas mãos firmes percorrerem-me as pernas até às coxas, percebendo desde logo que não era o toque do meu marido. Pensei: e porque não? Na minha despedida de solteira não houve homens, será esta então a minha despedida!
Deixei-me envolver por aquele toque, sempre de olhos fechados e já complemente molhada. Sentia uma língua quente percorrer-me as nádegas e uns dedos a procurarem a minha cona já completamente excitada. De repente, com um movimento brusco, aquelas mãos pegam-me pela cintura e me viram para cima. Nisto abro os olhos e vejo que é o meu sogro. Fiquei estarrecida, sem saber o que dizer ou fazer. Ao mesmo tempo que estava assustada estava também desiludida, pois o meu sogro é um homem de baixa estatura, fraca figura e 65 anos de idade. Mas tudo se dissipou quando ele disse: "Quero comer-te toda, para saber se serves para o meu filho" e tirou das calças um mangalho grosso com mais de 20 cm! Como é que uma fraca figura daquelas tinha um caralhão tão apetitoso? Fiquei ainda mais excitada, a minha cona já não aguentava de tanta tesão e disse-lhe: "Anda meu sogro, prova a tua nora e verás que não há mulher que foda como eu".
Imediatamente, fez-me ajoelhar e meteu-me aquele caralhão na boca, o qual lambi e chupei avidamente até ao entesamento total. O meu sogro gemia, agarrando-me pelos meus longos cabelos negros para controlar os movimentos da minha boca. Percebi que não se queria vir para a minha boca, mas ai chupei-lhe o mangalho até ele não se conter mais e esporrou-se todo na minha boquinha, entre gemidos e gritos de prazer. A esporra era tanta que até me sufocava, e eu lambi com satisfação todo aquele líquido, fora algum que já escorria até às mamas, o que o deixou muito contente. Acho que nenhuma mulher ainda o tinha feito com ele. Posto isto, empurrou-me para cima da cama e começou-me a morder e a lamber as mamas, tirou-me o corpete e práticamente arrancou-me as cuequinhas. Desceu com a língua até à minha cona, que já não aguentava de tanta excitação e, com movimentos muito bem coordenados, chupou-me e lambeu-me o clitóris ao mesmo tempo que me apalpava as mamas, o que me fez vir imediatamente, num turbilhão de ais e uis de prazer. Estes meus gemidos deixaram-no novamente com o pau entesado, o que muito me agradou, pois estava a gostar muito de ser comida pelo meu sogrinho. Para um homem daquela idade, estava em excelente forma!
Comecei-lhe a lamber os tomates, o que ele adorou, quando disse: "Vira-te, minha putéfia, vou-te foder como uma cadela com o cio!" Imediatamente dei-lhe a minha cona molhada e, por trás, fui penetrada por aquele caralhão magnífico. Fiquei alucinada, os movimentos de penetração começaram a ser mais rápidos (até estou a ficar toda molhada só de me lembrar). Conforme me penetrava, com uma mão apalpava-me as mamas e torcia-me os bicos dos mamilos e com a outra massajava-me freneticamente o clitóris. Tive um orgasmo!O prazer era imenso, até doía. Eu dizia-lhe: "Mete-o todo, arrebenta-me a cona, esporra-te dentro de mim!" e o homem estava louco! Ele respondia:" Vou-te rebentar toda, minha pachachona, vais ver o que é uma caralhão como deve ser! Vou-te inundar as entranhas com toda a minha esporra!" Viémo-nos novamente ao mesmo tempo, foi espetacular, esporrou-se todo para dentro da coninha que daí a umas horas ía ser do seu querido filhinho! O êxtase foi total! (Desculpem, vou-me masturbar pois a cona já me doi tanto só de pensar... ah...ah...Ui...aahhhhh...sim caralhão, mete-o todo...Ahhh, fode-me a cona, simmmmmmm...uuiiiiiiiiii..........aaaahhhhhhhhhhhhhhhhh!!! Mais um orgasmo!....)
Quando acabámos, ele disse: "És mesmo uma puta fodilhona! Vê se ensinas algumas coisas aquele rapaz e se o tratas bem!" Percebi então que, finalmente, me aceitava como nora.
Vestimo-nos e, quando o meu sogro estava de saída disse-me: "Ah, e vinha só avisar-te que está na hora de mandares o ramo!"
Desde esta altura que comemoro os aniversários de casamento primeiro com o pai, padrinho de casamento, em pensamento e com masturbações maravilhosamente lascivas e depois com o filho, num ambiente mais calmo... eu e o meu sogro nunca mais falámos no assunto, somos uma família perfeitamente normal, embora eu veja o seu caralhão crecer dentro das calças sempre que apareço com uma roupa mais provocadora ou quando estamos juntos na praia ou na piscina!
Adorei o meu padrinho à espanhola...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:36
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