Quinta-feira, 17 de Julho de 2008

1º vez comida no Cu


Nunca namorei, no verdadeiro sentido do termo. Tive alguns parceiros sexuais, uns mais tempo outros apenas por acaso. O Miguel era um dos com quem estive mais tempo. Não eramos namorados, porque não havia qualquer compromisso entre nós, apenas disponibilidade. Quando estamos com desejo um do outro, telefonamos ou mandamos uma msg, a combinar um encontro. Fora disso, cada um é livre de fazer o que quiser com quem quiser. Claro que muitas vezes contamos um ao outro as nossas experiências sexuais com outros/outras, o que até ajuda a apimentar a nossa relação.
Nesse noite, eu fui dormir a casa dele. É claro que a nossa noite começou assim que eu lá cheguei, e como ele estava sozinho em casa estávamos completamente à vontade. A primeira foda no sofá da sala, um descanso, a segunda foda no chão do quarto, seguido de um belo banho de imersão e a correspondente marmelada na banheira, e depois acabámos a noite na cama, a dormir o sono dos justos.
De manhã, estava eu deitada de barriga para baixo, na cama, e ele por trás de mim, de joelhos, a admirar-me. Admirava-me o rabo, admirava-me o meu corpo com formas bonitas, o meu cabelo comprido, alourado e liso. E eu deixava-me estar assim a ser admirada, o que sempre gostei. Toda a mulher gosta de ser admirada, embora muitas não o queiram admitir.
Ele estava excitado com a paisagem que estava à frente dele, e deitou-se em cima de mim. Na brincadeira, encosta o caralho ao rego do meu rabo, e começa a esfregar.
Eu nunca levei no cu antes disso. Sempre tive medo que me fizesse doer, e embora ele e outros o quisessem fazer, eu nunca o deixei. Algumas amigas até me diziam que levavam no cu muitas vezes, e até que tinham orgasmos, mas não me convenciam a deixar penetrarem-me assim.
Mas naquele momento, em que ele estava assim em cima de mim, eu a sentir aquele peso, aquele caralho grosso a roçar-me o cu, senti vontade de experimentar. E disse-lhe "Miguel, mete-me no cu". Ele "queres mesmo?" porque ele sabia como eu tinha medo disso. Ele já o tinha tentado fazer várias vezes mas nunca o deixei. E eu "sim, quero experimentar.".
Juntei a acção às palavras, e levantei o rabo, espetando-o para ele, assim com o cu todo aberto, à disposição dele, prontinha para o receber.
Ele sabia que eu era virgem ali naquele buraco, e por isso aceitou o meu convite mas fê-lo meiguinho como sempre costuma ser.
Então estava eu assim de cara na almofada, braços dobrados para a frente, pernas dobradas de joelhos e abertas, o rabo levantado e espetado para ele, os dois buracos ali à sua disposição. Ele pôs-se de joelhos atrás de mim, e depois de bater um pouco a punheta para ter o caralho bem teso, aproximou-se de mim assim por trás e enfiou-me o caralho na cona, em parte para me excitar e descontrair, em parte para o manter teso, em parte para o lubrificar. Ao mesmo tempo molhou o dedo e pôs um pouco de saliva assim no meu cu.
Então tirou o caralho da minha cona, encostou a cabecinha ao meu cu, e começou a fazer força, mas sempre com meiguice. Comecei a sentir o buraquinho a abrir, quando ele começou a fazer força, e comecei a empurrar o cu contra ele, para ele o meter e saciar o meu desejo. Ele fez um pouco mais de força contra mim, mas doeu-me um bocado e afastei-me um pouco. Mas logo me aproximei de novo dele, e de novo ele começou a meter a cabecinha no buraquinho. Estava a doer-me um pouco, e eu pedi para ele parar. Mas ele estava bastante excitado com toda esta situação, e não parou. Pelo contrário, molhou de novo com saliva a ponta do caralho e o meu rego, e fez mais força. Eu então abri-me toda e fiz um momento brusco contra ele, e foi remédio santo... a cabecinha entrou toda! Doeu-me, mas consegui! A seguir à cabecinha, foi fácil meter-me o caralho todo até ao fundo, até tocar com o rabo nas pernas dele. Deixámos descansar um pouco antes de continuar, mas eu estava a gostar do que sentia, e comecei a fazer movimentos de vai-vem, a meter e tirar. Ele ajudou, e começou também a meter e tirar, a fazer movimentos, a excitar-me a mim e a ele... Eu sentia perfeitamente os colhões dele a roçarem-me nos lábios da cona neste movimento de vai-vem. Eu tenho uns lábios grandes que incham muito quando me excito, e neste caso ajudou à sensação.
Eu estava nas nuvens, apesar de me estar a doer um bocado, e gemia, tanto de prazer como da dor. Mas a dor era compensada em grande pelo prazer. Ele então passou a mão à minha frente, e começou a mexer-me na cona e a apalpar-me os lábios da cona e o clitoris, a meter-me os dedos no buraquinho.
Esta dupla penetração teve o seu resultado, e pouco depois comecei de novo a sentir aquilo que tanto gosto, o orgasmo a aproximar-se. Ele também estava próximo, e senti logo a seguir pelos movimentos dele que ele se veio todo dentro do meu cu logo a seguir ao orgasmo que eu senti! Senti aquilo que desde esse momento tenho sentido sempre, ou seja, o caralho a foder-me no cu, de repente sinto-o a retesar-se mais, a aumentar ainda mais de tamanho, e a descarga dele logo a seguir à minha. Que delícia! Que orgasmo! Vim-me toda, senti tudo, foi um orgasmo mais forte do que os dos ultimos tempos! As minhas amigas bem me avisaram que seria assim, mas superou todas as minhas espectativas.
Depois deste orgasmo duplo, deitei-me para a frente, com ele ainda em cima de mim, o caralho ainda metido no meu cu, a sentir todas aquelas sensações, e ficámos assim uns minutos até ele ter o caralho mole e eu deixar de o sentir.
Esta minha primeira vez em que levei no cu, como podem ver, foi excelente e passei a gostar de o fazer. Fiquei fã!
Mas depois é que foi o bonito. Eu tinha combinado com a minha irmã irmos nesse dia almoçar a casa dela, com os nossos pais. Mas o problema é que fiquei com o cu a dor imenso, depois desta minha primeira penetração. Mas como tinha ficado combinado tive mesmo que ir. Então lavámo-nos, e quando chegou o momento fui para casa da minha irmã.
Ela já me conhece bem demais. Nós somos duas confidentes habituais, e eu conto-lhe tudo o que faço, tal como ela me conta tudo da sua vida sexual com o marido e ela dá-me boas ideias sobre sexo, tal como eu lhe dou as ideias que tenho. Sou mesmo a única a conhecer as suas aventuras extra-conjugais. Ela sabia bem o medo que eu tinha de levar no cu, embora também me tenha tentado várias vezes convencer a experimentar.
Durante o almoço, por causa de me doer o cu, custava-me a sentar e tinha que o fazer com cuidado. Ela estava a observar-me, eu bem o notei. Quando teve oportunidade, perguntou-me "tu hoje levaste no cu?", e ai eu contei-lhe o que tinha acontecido. Ele desatou a rir com a minha primeira experiência, e principalmente por ficar com o cu a doer. Mas deu-me os parabéns por finalmente o ter feito.
Então ela deu-me um creme que costuma usar quando o marido a fode assim. Nessa noite fui de novo dormir a casa do Miguel, e aproveitei para lhe pedir que ele me massajasse o cu com aquele creme. Ele pôs um pouco no dedo, e começou a esfregar-me. Eu estava nua, deitada à frente dele, ele estava também nu, de joelhos, sentado nas pernas, atrás de mim. Eu estava de pernas abertas, uma perna para cada lado dele, assim com os dois buracos abertos e virados para ele, todos oferecidos. É claro que esta minha posição, ele a esfregar-me o cu e admirar-me o rabo e a cona, assim por trás, deram o seu efeito e ele estava com o caralho todo teso. Cheguei-me mais a ele, assim na mesma posição, até ficar com a cona em cima dele, e ele logo me enfiou o caralho na cona. Ficámos assim, ele a esfregar-me, eu a sentir-me mesmo bastante bem.
Claro que isto foi o início de mais uma grande foda. Ele ainda quis foder-me de novo no cu, mas eu não deixei porque ainda me doia. Mas passados uns dias, já não sentia nada e de novo lhe pedi para me foder nesse buraquinho. Durante uns tempos sempre que levava no cu ainda me fazia doer, mas gradualmente deixei de ter esse problema.
E desde aí sempre que posso quero ser penetrada no cu. Passei a gostar, como podem ver.
E passados uns mesitos, cumpri outro grande desejo, que foi de ser penetrada ao mesmo tempo nos dois buracos, por dois homens, um metido na cona e outro no cu. Ainda falta com três ao mesmo tempo, o terceiro na boca... Virá um dia.
Mas vou deixar para noutra ocasião contar este caso.

Beijinhos molhados a todos vocês

Diana

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:51
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