Sábado, 5 de Abril de 2008

Aulas de Nataçao


Tenho 25 anos, já tive vários amantes na vida, alguns deles maravilhosos. Gosto de homens de todo o tipo, tem é que ter um pau competente, ao mesmo tempo não resisto a uma coninha fodilhona. E exatamente por isso, fica difícil levar a convivência, já que sou muito independente e detesto ter um "dono" mandando em mim, dai a minha relação com o meu namorado ser tão liberal, ambos entendemos que o melhor da vida é ter e dar prazer, por isso estamos sempre abertos a quem queira se divertir. Enfim: já há alguns meses que eu me sentia sem uma aventurazinha daquelas que vos costumo contar Poderia estar carente de sexo grupal, vá lá; Tenho 1m72, peso 69 quilos, tenho seios razoáveis mas de mamilos salientes, quadris largos, ombros normais. Como minha cintura é superfina, faço o gênero "podre de boa", sempre com o meu bikini fio dental , e raro é o homem que passe por mim, na praia, e não arrisque uma olhada... Sempre gostei de homens. E sempre gostei de ser independente. Há dois meses, comecei na academia um curso intensivo de natação. Por prazer, apenas, sem intenção de competir. A escola costuma juntar vários níveis de alunos, num mesmo horário. Minha touca era azul-marinho (nível experiente), em meio a toucas de iniciantes, cor-de-rosa ou brancas. Marina era uma das moças de idade próxima a minha, mas que ainda usavam touca branca. Era muito esforçada, mas não levava jeito para esportes. Tipo teen, loirinha de longos cabelos crespos e pele muito branca, fazia um gênero de mulher em tudo distinto do meu. No começo, ela me irritava. Tão mole para fazer exercícios, cansava-se à toa... quando a professora não estava olhando, parava os exercícios ou diminuía o ritmo. O oposto de mim: empenho-me sempre, em toda ocasião. Então nas primeira semanas eu não ia com a cara dela e procurava mesmo ficar na ponta mais distante daquela "molenga". Até o dia do aniversário da professora. Foi a própria Marina que descobriu a data, disse-nos para arranjar o dinheiro do presente, acertou um bar para depois do horário da aula.. sempre gostei da professora, acabei dando dinheiro para o presente e aderindo à festa. Éramos 12 mulheres numa mesa do bar. A professora estava super-feliz, tinha gostado do presente... algumas garotas esperavam por seus namorados, haviam combinado com eles o encontro. Todas bebíamos depressa e conversávamos muito... Senti a mão sobre a minha coxa. Virei para o lado. Era Marina. Ela sorria para mim, muito íntima... seu hálito era quente e seus olhos brilhavam tanto... Estás gostando da surpresa? Ela ficou tão feliz... - falou, apontando para a professora. Gaguejei que sim, mas na verdade podia sentir a pressão em minha coxa como uma marca de ferro em brasa... aparentemente, Marina tinha feito o gesto sem duplo sentido. Logo, afastou mais o corpo, foi conversar com outra pessoa. Confesso que me senti muito excitada com aquilo. Era que tipo de atração, o que eu sentia? Nas outras noites de aula, comecei a me interessar mais por Marina. Chegava meia hora antes do horário, ela já estava lá. E algumas "coincidências" eram muito interessantes... mesmo que uma de nós estivesse antes na academia, só nos trocávamos na mesma hora. Era eu começar a me despir, Marina também o fazia. Eu estava enlouquecendo, ou Marina se despia de um jeito muito... sensual? Ao contrário de mim e de outras moças, Marina não vinha de casa com a roupa. Ela devagar tirava toda a roupa... ainda de tanga e sutiã, caminhava pelo vestiário prendendo os cabelos longos ou pedindo um favor aqui ("prende-me este gancho, por favor?") ou ali ("amarra-me lá o cabelo?")... eram gestos naturais, mas por que ela sempre me procurava com os olhos, depois de ser "tão natural"? Em várias ocasiões, quando ia finalmente tirar as peças íntimas e vestir o fato de banho, Marina o fazia de porta aberta do banheiro. E eu várias vezes pude vislumbrar seu ânus escuro, quando ela se agachava para vestir a peça... ou via um pedaço de seio, antes dela erguer a alça... Ela me provocava, esta é a verdade. Mais do que eu poderia admitir para mim mesma: se eu sentia tesão por alguém neste período, era por ela. Pela moça loira e magrinha, por Marina. A coisa explodiu num dia muito frio, em que a professora quis que fizéssemos aquecimento além do tempo normal. Dividiu a classe em duplas e - claro! - quem foi minha parceria? Marina... Algumas alunas haviam faltado, éramos apenas 4 duplas em torno da piscina. Muitos exercícios. Primeiro, Marina segurou meus pés enquanto eu fazia inúmeras flexões. Eu as fiz rápida e competentemente. Depois, trocamos de lugar. As colegas e a professora estava longe. Quando Marina ajeitou o corpo e eu prendi seus pés, senti imediatamente meu rosto ficar vermelho, pegar fogo... Marina havia metido o fato de banho muito dentro do seu rego( a professora tinha proibido fio dental na piscina), os pentelhos "fugiam" da borda do fato de banho. A tira de pano protegia praticamente só o rego, assim oferecido, ali a poucos centímetros da minha cara... E Marina fez o exercício de modo muito sensual. Virava mais do que devia o corpo, movia os quadris; num determinado momento, segurou em minha mão, tirou-a do seu tornozelo e me fez tocar os seus pentelhos... Era demais. Era mais do que eu agüentava. Nadei o quanto pude, na aula e tentava não olhar para a sua rata, onde Marina nadava molemente... Como disse, éramos poucas alunas. Enquanto a turma do novo horário chegava e nossas colegas iam-se trocar, Marina puxou papo com a professora. Eu acabei meio largada por ali, dando tempo ao tempo... vi quando, uma a uma, as garotas deixaram o vestiário. A nova turma já estava no aquecimento, e só aí Marina seguiu para se trocar. Com o coração aos pulos, fui também para o vestiário. Vazio. Confesso que me senti decepcionada; depois daquela sessão de aquecimento, supus que Marina quisesse algo mais... Ela estava no chuveiro. Abriu a porta e fez um gesto, para que eu entrasse também no cubículo... Ah, como seu corpo era belo e estava excitado! Ela arrancou o meu fato de banho com vontade e logo esfregávamos nossos seios, bico de um no bico de outra... e sua mão se metia entre minhas pernas, titilando com vontade no clitóris... eu beijava suas orelhas, esfregava as mãos na sua bunda, metendo com o dedo pelo seu buraco do ânus... Depois que nos beijamos e alisamos com tanta vontade, Marina sentou no ladrilho. A água corria por nossos corpos; ela me fez sentar, encostar-me à parede e abriu minhas pernas... ergui as coxas para cima, via a água escorrendo com força do chuveiro e depois... depois fechei os olhos e só pude sentir. Sentir sua língua nervosa se esfregando no meu clitóris, metendo pelas minhas coxas, me fazendo gozar de um jeito que nunca senti antes, com homem nenhum... Ao mesmo tempo, tinha medo que alguém entrasse no chuveiro e temia que ela parasse antes de me fazer vir... Marina completou o acto colocando dois dedos bem fundo dentro da minha vagina e me penetrou com mais competência que muitos machos... Quando nos sentamos sob a água, ouvimos vozes. Rápida, Marina saiu do chuveiro, e começou a conversar com as garotas como se nada houvesse acontecido. Afinal, ela era como eu, completamente desinibida. Quando saí, Marina não estava mais lá. Dentro de meu armário, descobri um bilhete com um coração desenhado e o número de um telefone. Fiquei em dúvida se deveria ou não ligar, mas claro tinha que ligar.
Mas essa historia fica para outra vez
Fico à vossa espera

gataselvagem69@yahoo.co.in
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:28
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