Terça-feira, 26 de Agosto de 2008

O luis e seu cao Tejo


Venho aqui relatar como me tornei amante do homem e do seu melhor amigo. O meu nome e João, e sempre tive tendências homossexuais, pelo que quando cheguei a idade da adolescência, sempre me imaginava a ter relações sexuais com rapazes e nunca com raparigas.

Mas vamos lá ao meu conto. Quando tinha 19 anos conheci aqui num chat um homem mais velho chamado Luís. O Luís era divorciado, tinha 45 anos, um corpo bem cuidado, e era um activo dominador que adorava passivos/submissos como eu sou. Ele gosta muito porque ele adora hardsex, e costuma atar os seus parceiros, adora bondage, pissing, enfim tudo que possam imaginar. Após ter tido algumas vezes relações sexuais com ele, ele perguntou se eu não queria ir morar com ele, mas com uma condição, eu tinha de ser o escravo sexual dele, e fazer tudo que ele mandava, sem perguntas ou recusas.

Eu estava apaixonado por ele e aceitei morar com ele naquelas condições, e assim entrei no mundo do hardsex, no qual hoje ainda sou viciado. Um belo dia ele trouxe um cão para casa, um pastor alemão chamado Tejo, e disse para eu cuidar do cão, que era de um amigo dele que tinha saído do país uns dias. Mas que quando estivesse ao pé do cão tinha de estar sempre nu. Eu como escravo dele cumpri as ordens dele. Passados 2 ou 3 dias ele chegou a casa, e mandou eu por uns vídeos que ele tinha trazido com ele, e assim o fiz. Os vídeos eram sobre zoofilia, onde o Tejo aparecia a enrrabar uns tipos.

O Luís mandou-me então pôr-me todo nu, atou-me a uma mesa ficando eu indefeso e exposto, deitado de barriga, com as pernas abertas deixando o caminho completamente livre em direcção ao buraco do meu cu. Então pôs um lubrificante, e de seguida começou novamente e ver o vídeo do Tejo, e disse-me:”agora o Tejo vai-te fuder sua puta, e eu vou filmar tudo”. Eu então tentei soltar-me, mas a única coisa que ganhei foi um estaladão na cara, e ele sai e veio com o Tejo. Ele começou a mexer no pénis do cão, e o Tejo como já estava treinado, rapidamente ganhou erecção. De seguida ele com o cão agarrado pela coleira pôs ele a cheirar-me…começou nos pés, passou pelas pernas, pelo cu, costas e cara.

O Luís então, baixou as calças, e começou a enrrabar-me, devagar, e depois aumentado o ritmo e o Tejo estava sentado ao meu lado, e cada vez que eu gemia, ele gania um pouco, soltava latidos que quase posso jurar, eram de satisfação. O Luís enterrava bem fundo fazendo os seus enormes colhões baterem-me nas nalgas e eu deva berros de gozo e de prazer, e o Tejo já andava impaciente pela sala. Então o Luís parou, chamou o Tejo e ele veio lamber o meu cu….ainda hoje parece que o sinto a lamber-me, devagar, por vezes com sofreguidão… Depois o Luís amarrou-me a mesa de forma a eu ficar de quatro, e eu vi as pernas do Tejo abraçarem-me, e ele andava a procura do buraco do meu cu com o pau dele, roçando-o, deixando-me mesmo sem eu o querer cheio de tesão, e vontade de ser possuído pôr ele.

O Luís então ajudo-o um pouco e apontou o caralho dele teso ao meu buraco do cu, e finalmente o Tejo possui-me…deu-me uma estocada tão forte que entrou tudo, e que caralhão ele tem…grosso e comprido…dei um berro de dor, e o Luís disse…”Aguenta puta…aguenta que ele vai-te enrrabar durante horas…” E assim foi, o Tejo empurrava o pau dele pelo meu cu, e eu cada vez mais já gemia de prazer ao sentir aquele pau enorme dentro de mim…a explorar cada vez mais fundo o meu corpo. Até que a certa altura senti o nó que os cães fazem a formar-se e gritei por ajuda ao Luís, e ele disse para não me preocupar que o nó formava-se dentro do meu cu, e quando o Tejo se esporar-se todo, o nó desaparecia…

E assim aconteceu, o nó formou-se e eu estive mais de 40 minutos engatado ao Tejo tendo soltado inúmeros gemidos de prazer e até me vim sem bater punheta. Enquanto esta engatado no Tejo, fiz broches ao Luís, ele enfiava o pau dele na minha garganta até chegar ao ponto de me saltarem as lágrimas dos olhos…quando o Tejo se veio, escorriam litros de esporra pelas minhas pernas, e o Luís mandou-me lavar aquilo tudo, e enquanto eu lavava ficava de cu pró ar e o Luís ia de vez em quando metendo os dedos dele no meu cu. Então depois levou-me para a garagem dele, agarrou numa mangueira, enfiou-ma no cu ligou-a e disse que não fodia cu nenhum a cheirar a esporra de cão.

Quando acabou de me lavar, empurrou-me contra do carro dele, dobrou-me sobre o capo e fudeu-me como nunca o havia feito, com uma força e raiva que até me assustou, e disse que no final, eu tinha dois donos…ele e o Tejo, e sempre que o Tejo quisesse eu teria de lhe dar o cu.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:21
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