Sábado, 21 de Junho de 2008

A Minha querida namorada


Passo a relatar o sucedido naquela tarde de Verão em Havana no hotel onde e havia instalado com a minha companheira, rapariga lindíssima tipo Sónia Braga de 28 anos, morena e estrondosamente quente.
Já haviamos falado acerac de realizar um ménage, mas a ideia sempre foi afastada por causa dos cíumes que poderíamos sentir se concretizássemos tal ideia.Mas, já se adivinha que no calor das caraíbas valeu tudo...Na realidade, até o sexo anal fazia confusão a esta minha namorada que têm um cuzinho particularmnete apertado, praticamente impenetrável apesar do exercício qque lhe dou volta e meia.Oa meus 19 cm reais e um diâmetro de 5,5cm tb não ajudam muito, apesar das carradas de lubrificante para grandes dilatações que comprei faz tempo.
Estávamos a chegar de um passeio pela cidade, e umas quantas raparigas mulatas haviam-me excitado bastante somente de a s olhar, disse por isso à Bela para que fosse tomar banho e se deitar na cama sumptuosa pois estava a precisar de a foder como era habitual, isto é, fazê-la vir-se umas 3 vezes de várias posições e depois fodê-la com os dedos até rebentar de desejo enquanto me cupa o caralho com aquela boja lindíssima e gostosa, tipo 69.
Eis que um empregado de côr mestiça empurra a porta que havia ficado mal fechada, pedidndo desculpa de imediato pelo facto, mas eu, como que os tivesse olhado para a zona da cintura dele pois estava estirado na cama de frente para a porta, convidei-o de imediato a entrar com um sorriso.O filho da mãe parece que percebeu de imediato o qu se avizinhava.Pedi-lhe para não fazer barulho e que se portasse com calma pois poderíamos estragar a surpresa da Bela que enttetanto desligava a água do chuveiro.Deixei o preto ali, espencado no quarto, entrei na casa de banho e vendei os olhas à minha parceira que nem adivinhava que se iria transformar numa verdadeira putinha dali a minutos.Quando abandonámos o wc vi o Manoel já com o super caralho na mão, bastante mais escuro que o resto do corpo, e diga-se, bastante mais musculoso também, pois ele era um rapaz elegante.A verdade é que já se podia sentir o seu cheiro no quarto todo. A Bela, sorriu de imediato, parece-me que adivinhou tudo à primeira.Deitei na cama de pernas bem abertas e antes que começasse a gemer como muito bem faz, disse-lhe ao ouvido "è hoje, tás fodida!".Sorriu e inspirou fundo de prazer jálouca.Levei a mão à sua maravilhosa racha depilada e pequenina, conhecia-a bem... mas não naquele estado.Os dedos caíam para dentro dela, tive medo que estivesse demasiado excitada e não se aguentasse...
meti-lh o meu amigo na boca que ela logo agarrou e recinheceu.O Manoel, entrou em acção...
Passou as mãos na coxa interna e levou a língua certeira aquela cona sucolenta com um desejo brutal e sorriu-me.
Extremeceu e gemeu a Bela entregando-se sem dó nem piedade, literalmente disposta a fodernos como uma puta com cio.
Enquanto ainda e chupava pude ver o vergalho do meu recente amigo Manoel a entrar arregassando os lábios da Bela mas coloridos do que nunca.Potente vergalho aquele, até eu queria vê-lo.
A Bela tirou a venda e via aquela tremenda foda refletida nos espelhos ao mesmo tempo que agarrava aquele monte de veias que começava a destroçá-la com força, contrlando a sua entrada.Passou para cima dele e eu que me retirara da boca ofegante passei para trás na expectativa de lhe penetrar o cuzinho castanhinho fechado tipo uma flor.O gajo a fodê-la e eu com a minha língua a lamber aquele cú que tanto trabalho me dava!De repente, como que por magia começou a dilatar-se a a brir suavemente.Já só queria ver o meu caralho desaparecer ali dentro.
Duas boas pirocas na rapariga mais apertada que eu já tinha conhecido, não dava para aguentar e a puta da esporra começou a saltar para dentro daquele cu maravilhoso que me punha a piroca a latejar.Não perdi a erecção, o que era normal com ela, e ... mais arrojado ainda, já ela se tinha vindo pelo menos duas vezes, uma delas comigo no rabo e o preto na cona, e... metilho o meu caralho com aquela super piça de preto na cona.Gritou como uma porca a minha amante e lindíssima companheira, mas estava a ter prazer como nunca.Sorria-me por cima do ombro, gritava-me como habitual "fode-me,fode-me", mas quase chorava de tanto prazer.
De repente como que um relâmpago a fulinasse, parou num enorme e intenso orgasmo atirando-nos a ambos para fora dela, que até ali tinha permanecido em posição de sapo em cima do preto Manoel.Ficou quase morta.Sorri para o meu companheiro de circunstâcia de quem hoje tenho muitas saudades e pú-la de novo a geito para a foder por trás.Peguei na piça do gajo que permanecia dura como se fosse aço e espetei-a no cu da minha mantíssima Bela.O gajo agora até suava, pois custa a todos.Ela quase inenimada repatia vezes sem conta... "fode, fode".Meti-me de lado e espetei a ponta da piça no cuzinho dela juntamente com o vergalho preto.Estiquei o braço, peguei no tlm e tirei umas fotos para mais tarde recordar. O Manoel vei-se tanto que parecia uma mangueira, costas, rabo, cabelo... tudo molhado.Eu que ainda estava em cima, dobrei o gajo e com um sorriso uma vez mais manipulei-o e meti-lhe a piroca no cú ao mesmo tempo que também provava manualmente a sua piroca maravilhosa.A bela observava incrédula e satisfeita. Vim-me dali a pouco, era um dos melhores rabos que havia comido, não posso negar, sacudi para cima dela e a Bela teve direito às últimas gotas.
Caímos exaustos. O Manoel, nunca mais o vimos.Temos saudades dele!
No dia seguinte, de madrugada, quando acordámos um medo terrível assoleou os nosos espíritos e conversas, não nos havíamos protegido.Não mais tivemos férias, nem sexo.Chegados a casa corr~emos a fazer testes médicos, tudo estava bem. Agora sim, podemos ter prazer em relambrar, mas nunca mais correremos riscos!è uma experiência... que não desejo a ninguém!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:50
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