Domingo, 25 de Maio de 2008

Minhas Experiencias Sexuais


Para além das normais punhetas, os meus primeiros contactos sexuais, aconteceram quando tinha 13 anos. Existia um homossexual na cidade, conhecido pelo rasteirinho, com quem a malta da minha idade se iniciava nos prazeres do sexo. Lembro-me dele como um homem que deveria ter 50 anos, meigo, cuidadoso com a sua higiene e um pouco efeminado. Ele adorava ser penetrado mas nunca consegui que me chupasse. Tudo acontecia numa zona arborizada para onde se deslocava e nos encontrávamos. Quando eu chegava, ele estendia um pequeno pano no chão, desapertava rapidamente as suas e as minhas calças, agarrava-me carinhosamente na picha com uma mão, nos colhões com a outra e masturbava-me lentamente durante breves instantes. Depois, ajoelhava-se e com os dedos colocava saliva no seu buraco do cu e na minha picha, conduzindo-a até a encostar bem no meio do seu buraquinho negro. Pressionando lenta mas progressivamente as suas ancas para trás, dava-me um grande gozo ver e sentir o caralho a abrir espaço para entrar, até que todo o membro se encaixava dentro dele. O Rasteirinho, movimentando-se para a frente e para trás, ajudava a penetração, e gemia dizendo que estava a ser uma grande foda, que belo caralho, mete todo, etc. Ensinou-me a prolongar o prazer, aconselhando-me a parar, quando sentisse que estava prestes a vir-me. Nessas alturas ficava imóvel esperando que lhe dissesse para continuar. Recomeçávamos com movimentos vigorosos, incentivado por ele, e gemendo lá lhe ia dizendo que me estava quase a vir. Acelerava os seus movimentos de ancas, procurando que o penetrasse o mais fundo possível, gritando para me esporrar, para me vir, para lhe dar os meus leitinhos todos, o que acabava rapidamente por acontecer bem no fundo daquele maravilhoso buraco. Limpava-me sempre com um pano que trazia para o efeito, para de seguida proceder á sua própria higiene. Um dia, quando me estava quase a vir, estendi uma das mãos e agarrei-lhe a picha. Não estava muito tesa, mas pude sentir o leite que escorria dela. Foi uma sensação agradável. Estive com ele várias vezes, sempre da mesma forma, sem quaisquer variantes, salvo uma ou outra vez em que lhe agarrava a picha enquanto me vinha. Nunca chegou a comentar esta minha ousadia, mas sentia que o Rasteirinho gostava e que para além disso, tinha por mim uma simpatia muito particular.

Parte ll

Estaria já perto dos 15 anos, quando um colega da escola, durante uma conversa sobre namoradas e sexo, me perguntou se eu já tinha ido ao cu a um homem. Como não era um amigo íntimo, hesitei na resposta, mas acabei por lhe dizer que sim. Ficou entusiasmado, e confidenciou-me que andava a foder com um e que se eu quisesse mo apresentava. Com curiosidade aceitei e lá fomos ter com ele. Quando chegamos a casa do tal homem, o Sr. Manuel, fui apresentado, pediu-me para esperar e foi para o quarto com o meu colega. Passado algum tempo saíram. O Sr. Manuel ficou á porta do quarto, completamente nu, com a picha pendurada, meia tesa, mas com uma cabeça de caralho de apreciável tamanho, pelo menos comparando com as que já tinha visto. Mandou que entrasse e quando passei por ele deu-me uma palmada nas nádegas dizendo que tinha uma boa bilha. Fechou a porta do quarto e mandou que me despisse e deitasse na cama. Durante algum tempo masturbou-me enquanto se acariciava. Passado o inicial acanhamento fiquei com uma tesão enorme o que visivelmente lhe agradou. Disse para me virar de barriga para baixo, o que fiz. Quase sem dar por isso, com uma rapidez espantosa, senti o seu caralho a pressionar o meu buraco do cu, por sinal ainda virgem. Como não era aquilo que procurava, mesmo sem sair daquela posição, consegui sempre que ele não consumasse a penetração. Como eu estava com uma tesão enorme, a pressão que o seu corpo exercia sobre mim, o roçar da sua picha no meu cu e da minha picha na cama, fez com que me viesse rapidamente, inundando os lençóis. Ele ficou chateado por não ter permitido que me penetrasse, tendo comentado que o meu colega o deixava fazer tudo quanto lhe pedia, etc, etc. etc. Mais calmo e com a minha picha na mão, perguntou-me se alguma vez tinha sido enrabado, tendo-lhe dito que não. Disse-me que era muito bom, que estava a perder grandes prazeres e que iria gostar. Prometeu que o faria devagar, com meiguice, que pararia se me estivesse a aleijar. Respondi-lhe que ia pensar. De seguida, tentou insistentemente que o chupasse. Como não quis, acabou apenas por me convencer a fazer-lhe uma punheta, até que fiquei com as mãos cheias de esporra. As nossas brincadeiras sexuais repetiram-se durante meses, tendo a sua promessa de que não insistiria nas suas intenções de me enrabar. Prometi que se mudasse de ideias lhe diria. Fui-lhe várias vezes cu, algumas com ele deitado de costas na cama e pernas bem abertas, colocava-me á sua frente e penetrava-o, enquanto se masturbava ou pedia para lho fazer. Nunca lhe confessei, mas era uma das minhas posições favoritas. Gostava de olhar e acariciar a sua picha enquanto lhe fodia o cu. Tinha uma picha fina, comprida mas com uma cabeça enorme. Quando lhe pedia para me chupar, recusava. Dizia que só depois de eu o deixar enrabar-me e de lhe fazer um broche. Talvez por preconceito ou medo de que alguém descobrisse, não lhe dava esses prazeres. Num dos últimos dias em que estive com o Sr. Manuel, chegado a sua casa, toquei á campainha e aguardei. Como não me abria a porta, julguei que não estivesse e quando me preparava para me ir embora, senti barulho e a porta abriu-se. Estava nu e pediu desculpa pela demora dizendo que estava na casa de banho. Entrei, fechou a porta e logo ali começou a apalpar-me e a despir-me. Fiquei de picha tesa que agarrou e puxou arrastando-me até ao quarto. Para minha surpresa e espanto deparei-me com o meu colega deitado na cama todo nu, masturbando-se com um sorriso descarado. Nessa altura percebi a demora do Sr. Manuel em abrir a porta. Foi o tempo de que o Sr. Manuel necessitou para convencer o meu colega a deixar que me juntasse a eles. Sentei-me ao seu lado e como ele continuava a massajar a picha, decidi fazer o mesmo á minha pois a tesão apertava. Estávamos os três com os caralhos ao alto. O Sr. Manuel ajoelhou-se á nossa frente, agarrou-nos nas pichas e começou a masturbar-nos. Enquanto isso eu e o meu colega não tirávamos os olhos da picha um do outro. O clima de tesão ia aumentando até que o Sr. Manuel se deitou no meio de nós e continuou a masturbarmo-nos. Nesse momento não resisti e agarrei também no seu caralho. As surpresas não tinham acabado. O meu colega inclinou-se e sem hesitações, abocanhou o caralho do Sr. Manuel, do qual acabei por tirar a mão, permitindo que o chupasse mais á vontade. Por sua vez e finalmente, aconteceu o que á muito pedia e ardentemente desejava. A boca e língua do Sr. Manuel dedicaram-se inteiramente a papar o meu caralho, fazendo-me sentir no paraíso. Era uma cena de alta tesão e completamente inesperada. Não aguentei mais e vim-me com uma sensação de grande prazer. Os primeiros leitinhos ficaram-lhe na boca e o resto em cima do lençol. O meu colega continuava a chupa-lo e a ser masturbado acabando por se vir também. Tirei a picha do Sr. Manuel da boca do meu colega, acariciei-lhe os colhões, cuspi-lhe no caralho e comecei a fazer-lhe uma punheta com gosto, ansioso por ver a esporra a sair e a inundar-me a mão. Acabei por conseguir perante o olhar atento do meu colega. Na manhã do dia seguinte, durante o intervalo das aulas, conversámos sobre as nossas aventuras e juramos manter em segredo este nosso relacionamento. Ainda estivemos juntos mais cinco ou seis vezes com o Sr. Manuel e outras tantas só eu e o meu colega. Quando estávamos só os dois, começávamos por apalpar o caralho um do outro e terminávamos invariavelmente com ele a fazer-me um broche e a masturbar-se. Adorava chupar-me e engolir a esporra. Mesmo quando se vinha tinha o cuidado de o fazer para um sítio que pudesse lamber e beber os seus próprios leitinhos. Adorava de tal maneira sentir a esporra na boca e engoli-la que cheguei a vê-lo deitado no chão a masturbar-se, puxando as pernas para cima da cabeça, de modo a vir-se directamente para a sua boca. Isso eu aprendi com ele. Como estudávamos em turmas diferentes, nunca chegando a existir uma grande amizade entre nós, acabando por nos afastarmos naturalmente um do outro.

Parte lll

Os meus 17 anos proporcionaram-me alguma actividade sexual inesperada. Lembro-me que fazia calor. Regressado das aulas, a minha mãe acabara de me servir o lanche, quando bateram á porta. Era um rapaz nosso conhecido, o Francisco, que tinha aproximadamente 20 a 21 anos de idade, trabalhava num escritório mesmo em frente da nossa casa e que queria falar comigo. A minha mãe disse-lhe que eu estava a lanchar, mas logo que terminasse, iria ter com ele. E assim foi. O escritório ficava num primeiro andar. Subi as escadas e encontrei-o sozinho. Cumprimentamo-nos, perguntei-lhe o que é que queria, tendo-me respondido que não era nada de especial apenas estava farto de estar sozinho e queria um pouco de companhia. Enquanto conversávamos sobre banalidades, reparei que a mão que tinha no bolso, não parava de mexer e remexer na picha, notando-se já o aumento de volume nas calças. A pouco e pouco, foi-se chegando até ficar bem pertinho de mim. Notava-se que estava nervoso e indeciso, mas acabou por se encostar a mim e com enorme ansiedade, rapidamente me agarrou e beijou na boca enquanto me apalpava por cima das calças. Como não reagi desfavoravelmente, desapertou-me rapidamente as calças, tendo-as puxado para baixo juntamente com as cuecas. Fez o mesmo com as dele para logo agarrar na sua e na minha picha e encostando-as, esfregou-as uma na outra durante algum tempo. Ajoelhou-se á minha frente e começou a passar a língua pelos meus colhões, para logo me abocanhar e chupar o caralho com nítido prazer. Passado algum tempo, colocou saliva numa das mãos, esfregou-a no seu cu, deitou o peito sobre secretária, e agarrando-me na picha, foi-a metendo lentamente, só parando quando os colhões lhe bateram nas nádegas. Pela facilidade com que o penetrei era cu que já havia engolido muitos caralhos. Enquanto o fodia, masturbava-se e gemia. Fiquei com o olhar prezo á minha picha a entrar e a sair daquele buraquinho que me estava a dar tanto prazer. Sentia-o a apertar em volta da picha, e quando me estava para vir, agarrei-o pelas ancas, afundei-a até aos colhões, depositando nele os meus leites. Mantive-me dentro dele até que se veio também. Limpamo-nos e despedimo-nos com a minha promessa de que não contaria a nossa aventura a ninguém. Voltamos a repetir as nossas brincadeiras mais algumas vezes, ás quais adicionamos apenas a forma como o penetrava, se pela frente ou por trás, e algumas punhetas em simultâneo. Sei que se casou, cruzamo-nos algumas vezes mas nunca mais estivemos juntos.

Parte lV

Na festa de aniversário dos meus 18 anos, enquanto dançava com uma das colegas chamada Francisca, notei que progressivamente aumentava o contacto e a pressão da sua rata na minha picha. Por vezes, deixava escapar alguns suspiros, até que começou a tremer, agarrou-me com força, e assim se manteve durante alguns momentos, praticamente parados. Confessou-me mais tarde que se tinha vindo. Como ela tinha namorado, receei que os colegas reparassem no nosso excesso de intimidade, e lhe fossem contar. Por isso, evitei-a até ao final da festa. Duas ou três semanas após o meu aniversário, pediu-me para ir a sua casa tirar-lhe dúvidas sobre matemática. Quando cheguei estava sozinha. Fomos para o seu quarto, colocou os livros sobre a cama, os braços sobre os meus ombros e beijou-me longamente. Como estávamos sozinhos, aproveitei para lhe apalpar as mamas enquanto lhe metia a língua pela boca dentro. Tocaram á porta o que nos obrigou a parar com a marmelada. Era o Zé seu namorado. Acabamos por nos sentarmos os três na cama. Para meu espanto, enquanto beijava o namorado colocou a mão entre as minhas pernas e apalpou-me a picha. No momento seguinte beijou-me e apalpou a picha do namorado. Fiquei sem saber o que dizer ou fazer. A Francisca disse-me que os pais só regressavam para jantar e que tinha combinado tudo combinado antecipadamente com o Zé. Perdida a vergonha inicial, despimo-nos e fomos os três para cima da cama. A Francisca avisou-me para ter cuidado pois era virgem e assim queria continuar. Masturbou-nos simultaneamente, até que o Zé lhe abriu as pernas e lhe começou a chupar a rata. Enquanto isso, ela abraçou-me, beijou-me enfiando a língua na minha boca. Para meu grande espanto, senti a mão do Zé a subir pelas minhas pernas, e a sua boca a abocanhar-me a picha sem qualquer hesitação. Cada vez mais confuso mas simultaneamente mais atrevido e cheio de tesão, deitei a Francisca, assim se chamava a minha colega, procurei-lhe a cona e comecei a chupar aquelas carnes já húmidas, macias e gostosas. Assim que a minha língua lhe tocou, abriu completamente as pernas entre gemidos e contracções, esmagando e esfregando a cona na minha boca não mais parando até se vir. Algum tempo depois, olhando para a picha do Zé, não resisti á tentação de a saborear e agarrando-a, abocanhei-a e chupei-a com sofreguidão e prazer. Acabamos os dois a fazer um delicioso 69 e a Francisca a esfregar violentamente a rata. Avisei que me ia esporrar e o Zé, largou-me o caralho e pediu para depositar os meus leitinhos no seu peito. Chegou a vez do Zé e enquanto a Francisca fazia linguado com ele e lhe puxava os mamilos, eu dedicava-lhe toda a minha atenção fazendo-lhe um broche ao mesmo tempo que lhe esfregava a picha e massajava os colhões. Não se aguentou muito tempo e veio-se vigorosamente, parte na minha boca e o resto em cima dos seus pintelhos. Algumas semanas mais tarde surgiu uma nova oportunidade, desta vez em casa do Zé, cujos pais estavam ausentes.
Quando chegamos, conversamos sobre o que cada um gostaria de experimentar. A Francisca referiu mais uma vez que queria manter a rata virgem, mas que gostaria de experimentar chupar um ao mesmo tempo que lhe enfiássemos outro no buraquinho do cu. Concordamos de imediato com a ideia também ansiosos por experimentar. Durante algum tempo masturbamo-nos e chupamo-nos uns aos outros. A Francisca foi á cozinha buscar óleo de fritar que utilizámos para olear as pichas e os buraquinhos do cu. O Zé já tinha sido enrabado e adorava. No meu caso e da Francisca seria a primeira vez. Depois de longas carícias, a Francisca colocou-se de joelhos na cama com a minha picha na boca e a do Zé apontada ao seu buraquinho negro. Com alguma dor, muita paciência e muito óleo, conseguiram que entrasse a cabeça do caralho. Para ajudar a Francisca a descontrair-se facilitando assim a penetração, estiquei os braços, agarrei os seus mamilos entre os dedos apertei-os e estiquei-os de forma suave mas continuada. A sua boca não me largava o caralho. Menos tensa começou a gozar e pediu ao Zé para tentar meter o resto que faltava. O Zé empurrou lentamente até ela sentir os colhões a tocarem-lhe nas nádegas. Começaram a foder com pequenos movimentos de ancas, a Francisca com o cu e a boca cheia de caralho, desatou a coçar o grelo, com a tesão e o prazer que ambos lhe conhecíamos. Tirou a minha picha da boca e após alguns gritinhos característicos, veio-se completamente descontrolada, com o corpo a tremer, a cara desfigurada, emitindo sons completamente estranhos. O Zé como estava a rebentar de tesão, começou a foder-lhe o cu como um animal selvagem, vindo-se rapidamente, inundando a tripa da nossa amiga, ainda ela se contorcia de prazer. Fomos refrescarmo-nos na banheira e depois de regressados ao quarto e de alguns momentos de descanso, a Francisca começou a fazer uma punheta ao Zé, preparando-o para me tirar os três do cuzinho. Com o caralho teso e pronto para a próxima foda, o Zé pediu que me deitasse na bordinha da cama, de barriga para cima, com a almofada debaixo das nádegas. Assim fiz ajudado pela Francisca que aproveitando-se da posição em que me encontrava, se ajoelhou sobre a minha cara para pudesse chupar-lhe ambos os buraquinhos. Reparei que tinha o buraco do cu um pouco inchado e vermelho tendo sido por aí que comecei a lamber e a chupar, recebendo da Francisca palavras de incentivo para que continuasse. O Zé colocou óleo no meu buraco negro, meteu primeiro um dedo e depois dois, empurrando mais algum óleo para o seu interior e tentando alarga-lo para facilitar a penetração. Fiquei de caralho em pé o que foi aproveitado pelo Zé para iniciar a penetração. Senti o seu caralho a acariciar as minhas bordinhas e a tentar entrar. Pressionou um pouco mais e como não me queixei, foi empurrando até que lhe disse para parar. A tripa estava a alargar e começava a doer-me. Continuava a chupar a cona e o cu da Francisca enquanto ela friccionava lentamente o grelo e me masturbava. Mais descontraído e entesado só me apercebi de que tinha perdido os três, quando o Zé me disse que já o tinha todo dentro do cuzinho. Senti uma onda de prazer e esporrei-me valentemente nas mãos da Francisca que entretanto já se tinha vindo várias vezes como resultado do trabalho persistente da minha língua. O Zé desencaixou a picha do meu cu e pediu-me para o enrabar. Fomos novamente á casa de banho lavarmo-nos e refrescar-nos, passamos pela cozinha para beber água e chegados ao quarto, o Zé deitou-se de barriga para cima, a Francisca levantou-lhe as pernas, pediu-me para lhe abrir o buraco do cu. Iniciou a lubrificação deitando-lhe óleo que empurrava para o seu interior com dois dedos em movimentos firmes até transbordar. O óleo que foi escorrendo foi aproveitado para lhe massajar os colhões e o caralho que entretanto se empinou. Coloquei-me á sua frente e como a cama era alta, fiquei á altura certa para o enrabar. Sem grande dificuldade, fui-lhe introduzindo a pichota com movimentos lentos mas firmes. Adorava ver o meu caralho a abrir caminho até que desaparecia completamente naquele buraco delicioso. O Zé gostava e gozava aqueles momentos de olhos fechados. Agarrei-lhe na picha e esfreguei-a enquanto acelerava o ritmo das penetrações. A Francisca colocou-se a jeito para o Zé lhe chupar a cona enquanto esfregava o grelo e no minuto seguinte já dava os habituais gritinhos indicadores da explosão de prazer que se aproximava e que manifestava de forma muito particular. O Zé retesou-se todo e gritou que se ia vir também. A Francisca abocanhou-lhe o caralho e chupou-o sem perder uma única gota de esporra. Aumentei o ritmo e enchi o intestino do Zé com os meus leitinhos quentinhos.

Parte V

Nessa época andávamos já próximos dos 20 anos e sempre cheios de tesão. O tema preferido para as nossas conversas era o sexo. Nessa altura, era difícil o acesso a revistas e filmes pornográficos. Mesmo assim, subornando colegas mais velhos, conseguíamos algumas revistas emprestadas. Numa dessas conversas, e porque nos tinham emprestado uma revista de sexo com animais, a minha colega, manifestou o desejo de experimentar com um cão. Como nenhum de nós tinha cão ou qualquer outro animal, tornou-se difícil concretizar essa experiência. A Francisca contou-nos, que mais tarde, em casa de umas pessoas amigas, acabou por conseguir. Essa família tinha um cão e logo que conseguiu ficar sozinha com o bicho, masturbou-se ao mesmo tempo que esfregava a picha do cão até ficar com a mão cheia dos leitinhos do animal. Manifestou a sua enorme vontade de lhe chupar o caralho, mas não teve condições para isso. Fiquei excitado com a ideia e desejoso de experimentar. Não descansei até conseguir encontrar um cão disponível, minimamente limpo e vacinado, o que chamamos habitualmente de cão de família ou de companhia. Decorridas algumas semanas a oportunidade surgiu. Após as aulas, de regresso a casa com alguns colegas, o Márito convidou-me para ver a sua bicicleta nova. Ao entrarmos na sua casa deparei-me com um magnífico pastor alemão que se enquadrava perfeitamente nos nossos objectivos sexuais. Era muito meigo e brincalhão. Claro que toda a minha atenção foi para o cão relegando para segundo plano a bicicleta nova do meu colega. De regresso a casa fui pensando na melhor maneira de conseguir que me emprestassem o animal por algumas horas, sem que ninguém desconfiasse das minhas verdadeiras intenções. Mesmo não tendo a certeza de o conseguir, contei tudo á Francisca e ao Zé, marcando a nossa festa animal para uns dias depois. Seria na garagem da Francisca, á tarde, já que os pais só regressariam ao fim do dia. No dia combinado após as aulas da manhã fui á casa do meu colega Márito. Quem abriu a porta foi a mãe que me disse para subir pois ele estava no quarto. Claro que fui sempre acompanhado pelo cão aproveitando para lhe fazer festas, algumas na barriga, não resistindo á tentação de disfarçadamente lhe tocar na picha e nos colhões. Chegados ao quarto, cumprimentei o Marito e sem demoras fui direito ao assunto que aí me levava. Disse-lhe que gostaria de ter um cão como o dele alegre e meigo, mas os meus pais não tinham gostado muito da ideia. Por isso, pedia-lhe que me emprestasse o seu, por umas horas, para mostrar aos meus pais, tentando assim convence-los a comprarem-me um. Disse logo que sim mas teria que andar sempre com ele pela trela. Prometi, colocamos a trela no bicho e lá fomos para casa da minha colega. Ficaram em êxtase quando nos viram chegar. A minha colega foi logo dar banho ao cão, enquanto eu e o Zé preparávamos a garagem para o bacanal. Estávamos a acariciar o caralho um do outro, quando surgiram a Francisca e o bicho já lavadinho que veio logo ter comigo, lambendo-me a cara e acabando por se deitar ao meu lado. Estávamos todos ansiosos e cheios de tesão. Despimo-nos completamente e deitamo-nos em cima do cobertor preparado para a festa. Eu fui o primeiro a agarrar a picha do cão e a fazer-lhe uma punheta até ficar grossa e comprida. Apesar de não ser muito grande tinha um tamanho razoável. Fiquei com tanta tesão que quase me vim só de estar agarrado á sua arma. Depois tudo se passou muito rapidamente. A minha Francisca abocanhou e chupou a picha do cão fazendo-lhe um broche magnífico, enquanto eu lhe chupava a cona toda húmida e lhe esfregava o grelo. O Zé estava entretido a chupar-me a picha e a masturbar-se, sem tirar os olhos gulosos da picha do cão que entretanto se vinha na boca da minha colega. A rapariga colocou-se de quatro e o cão de picha ainda tesa, instintivamente percebeu e saltou para cima dela. Já habituada a ser enrabada por mim e pelo namorado, ela agarrou no caralho e enfiou-o no cuzinho até ao nó. Nunca percebi muito bem a razão pela qual a minha colega queria manter a cona virgem mas ambos respeitávamos a sua vontade. O Zé deitou-se por baixo e chupava-lhe furiosamente a cona enquanto eu ajudava o cão a manter o caralho bem fundo no seu belo buraquinho negro. Claro que estava louco de tesão ao ver os meus amigos a gozarem que nem uns perdidos. O cão e a Francisca vieram-se mais uma vez ficando com o buraquinho a escorrer os leitinhos do bicho. Enquanto a Francisca e o cão se foram lavar, coloquei o Zé de quatro e depois de lhe lubrificar o cu, apontei-lhe o caralho e fui empurrando lentamente até lhe encostar os colhões ás nádegas. Agarrei-lhe na picha e masturbei-o lentamente ao mesmo tempo que o meu caralho entrava e saia do seu belo cuzinho. A Francisca regressou e colocou o cão a jeito para o Zé lhe fazer uma brochada enquanto eu o enrabava. Agarrou na pichota do cão esfregou-a até ficar tesa e meteu-lha na boca. O gajo ficou tão louco de tesão que até o buraquinho do cu se apertava no meu caralho. Estiquei a mão e agarrei-lhe na picha que estava para arrebentar. A Francisca esfregava o grelo enquanto mantinha a picha do cão na boca do Zé. Algum tempo depois trocamos. O Zé enrabava-me, metendo o seu instrumento todinho pelo meu cu adentro e a Francisca dava-me a pichota do cão para eu chupar, continuando a sua masturbação, agora consideravelmente mais acelerada até que se veio. Era uma sensação muito agradável que tentava aproveitar ao máximo. Lambia e chupava lentamente a artilharia do meu fiel amigo, metendo-a todo na boca. Consegui até meter a bola que se encontra no final da picha antes dos colhões e que normalmente prende o cão á cadela no final da foda. O meu enrabador agarrou-me com força pelas ancas acelerou o ritmo das penetrações e esporrou-se no meu intestino. Nessa altura já eu bebia a esporra do cão. O meu corpo parecia uma leitaria com leitinhos a sair pelo canto da boca e pelo orifício anal. Propus logo de seguida que eu e a minha colega fizéssemos um valente 69 e o seu namorado me enfiasse a picha do cão. Como estava já bem aberto e lubrificado entrou todo. Adoro chupar e lamber uma boa cona e cus, pelo que proporcionei um óptimo minete á minha adorada Francisca, que se veio explosivamente. O Zé disse que eu poderia tentar meter também o nó da picha do cão. Com alguma dificuldade e dor fui tentando até que senti o nó a entrar. O cabrão do cão assim que meteu o nó passou para penetrações a um ritmo rápido e violento, sentindo perfeitamente os seus colhões a baterem-me nas nádegas e os seus leitinhos quentes a entrarem-me nos intestinos. A morrer de tesão esporrei-me quase simultaneamente na boca da minha colega que engoliu literalmente toda a minha esporra, como era seu hábito, e se veio logo de seguida enquanto esfregava a cona com a mão palma da mão. Demos por terminada a nossa orgia animal, fomos lavar-nos e ao cão, e lá fui devolver o cão devidamente preso pela trela. Tínhamos finalmente consumado mais uma experiência que viríamos a repetir meses mais tarde. A minha colega desejava agora e todos estávamos de acordo, fazer uma punheta e um broche a um cavalo, o que nunca se viria a realizar apenas por falta do respectivo animal.

Parte VI

Fiz 20 anos e festejei com um lanche para os colegas e amigos. Considerava amigos de verdade principalmente a minha colega Francisca e o namorado Zé. Mantinha-mos uma grande amizade e cumplicidade no dia a dia. Repetimos incansavelmente os nossos encontros secretos sem que alguém desconfiasse sequer do nosso relacionamento íntimo. Mais tarde a Francisca apaixonou-se por um outro rapaz, com quem veio a casar-se, ficando assim desfeito o nosso trio que tantos ensinamentos e prazer nos proporcionou. Inicialmente contrariada a Francisca acabou por concordar em fazermos um último bacanal. Aproveitando a ausência do noivo fomos os três para o meu quarto, estendemos uma manta em cima da cama para não sujar nada, e depois de nus e lavados deitamo-nos. Acariciarmo-nos e chupamo-nos freneticamente uns aos outros até que a minha colega se veio na minha língua que não lhe largava os mais pequenos recantos da sua fabulosa cona. A língua do Zé não me largava o buraquinho do cu chupando-o e penetrando-o com ela. Fez-me uma mamada espectacular, beijou e lambeu-me os colhões tendo acabado por o presentear com uma valente esporradela que o deixou com a boca cheia dos meus leitinhos que engoliu deliciado. A minha colega sentou-se na cama e disse que tinha um segredo para nos contar. Escutamos atentos e espantados o que a seguir nos disse. Depois de tantos anos a proteger a virgindade da cona, tinha-a finalmente perdido depois de uma valente foda com o noivo. É claro que manteve sempre o nosso relacionamento íntimo em completo segredo, tendo mesmo recusado dar-lhe o cuzinho, apesar de adorar senti-lo cheio com um bom caralho e uma boa esporradela quentinha. Como se esta novidade não bastasse pediu-nos para lhe metermos um caralho no cu e outro na cona. Ficamos delirantes com a ideia e passamos á acção. Perguntei-lhe se teria que me vir fora dela, tendo-me dito que não, pois o período deveria vir-lhe nesse mesmo dia e por isso não haveria o perigo de engravidar. Acrescentou que tinha lido e conversado com o noivo sobre o assunto no sentido de evitarem uma gravidez antes do casamento. Deitei-me de costas na cama, ela sentou-se em cima do meu caralho que foi entrando devagar e apertado na sua cona, não só da tesão com que estava mas também por ter pouco uso. Começamos a foder e o Zé a lamber-lhe o olho do cu, as bordas da cona, os meus colhões. Parei um pouco enquanto ele lha enfiava pelo cu dentro até os colhões. A cara da menina estava completamente transtornada. Nunca a tinha visto tão excitada e louca de prazer. Não parava de gemer e dar ao cu, revirando os olhos completamente loucos de tesão. Vinha-se continuamente sem parar, agarrada ás mamas que apertava violentamente, puxava e esticava os mamilos como nunca a tinha visto fazer. Primeiro enchi-lhe a cona de esporra e logo de seguida o seu cuzinho foi inundado pelos leitinhos do Zé. Caímos exaustos na cama de tanto foder. Finalizou nesse dia um ciclo maravilhoso da minha vida. Existia entre nós uma enorme amizade, cumplicidade e respeito, que permitiram manter sigilosa a nossa relação, proporcionando-nos momentos de sublime prazer. Pouco tempo depois a nossa amiguinha Francisca partiu para Lisboa tendo-lhe perdido o rasto até hoje. Que saudades…minha querida.

Parte VI

Após a partida da Francisca, encontrei-me esporadicamente com o Zé, do que resultaram bons momentos de prazer e com quem realizei algumas experiências. Por vezes utilizávamos garrafas, cenouras e outros objectos, com que nos penetrávamos enquanto nos chupávamos um ao outro. Numa noite de verão após o jantar, veio ter comigo a casa para irmos tomar qualquer coisa fresca. Chegados ao café, bebemos um sumo e propus que fossemos dar um passeio junto ao ribeiro. Ele percebeu logo que eu estava com tesão e queria brincadeira. Chegamos a uma zona mais arborizada mesmo junto ao ribeiro era já noite. Despimo-nos, eu ajoelhei-me em cima das calças de ganga, e comecei a mama-lhe a picha já tesa. Lambi, beijei, meti os colhões na boca enquanto lhe esfregava a cabeça do caralho. Ele pediu para trocarmos. Ajoelhou-se á minha frente, agarrou-me nas nádegas e engoliu sofregamente a minha picha até aos colhões. Desde o início do nosso relacionamento que eu, a Francisca e o Zé nos esforçámos e acabamos por conseguir abocanhar e engolir as pichas por completo, o conhecido broche profundo. Deitamo-nos dando início a um louco 69. Para prolongar o prazer chupávamo-nos e acariciávamo-nos lentamente, massajando os colhões e introduzindo o dedo indicador molhado em saliva no olhinho do cu um do outro. Mantive-me deitado de costas no chão, ele colocou o olho do cu junto á minha cara e pediu para lho lamber. Filo com prazer enquanto ele esfregava o caralho. Gostava tanto dele como da cona da minha colega, sentido prazeres semelhantes. Satisfeito e com o cu lubrificado com a minha saliva, sentou-se em cima do meu caralho e foi-o aconchegando na tripa. Como estava virado para mim agarrei-lhe na picha e massajei-a em movimentos lentos, apalpando-llhe carinhosamente os colhões. Senti a sua tesão aumentar, retirei o caralho do seu cuzinho, colocamos-lhe mais saliva, para de seguida lho encravar novamente na tripa. Aumentei o ritmo das penetrações ao mesmo tempo que ele batia uma valente punheta. Roncamos os dois enquanto nos vínhamos quase em simultâneo. Molhou os dedos nos seus leitinhos que tinha depositado no meu peito e chupou-os deliciado. Tornou a molha-los e deu-me para lhos chupar. Beijou-me na boca, deitamo-nos satisfeitos e completamente saciados, pelo menos por essa noite. Fomos lavarmo-nos ao ribeiro e regressamos ás nossas casas.
Algum tempo depois ele propôs trazer um amigo para uma das nossas tardes de sexo. Não aceitei apenas porque não conhecíamos bem esse amigo e poderia haver alguma perca de confidencialidade, o que seria desastroso para nós. Pouco tempo depois foi continuar os estudos para Lisboa, e acabei também por nunca mais o ver.

samurai2@iol.pt

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:12
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