Sexta-feira, 11 de Julho de 2008

Um desconhecido


Já no café ele não tinha parado de olhar para as minhas pernas e como por acaso roçava as costas da mão pelo alto que se adivinhava nas calças.Eu sentia-me húmida.Resolvi pagar e sair.Segui direita a casa, e sentia que ele me seguia.Quando cheguei ´`a porta do prédio, meti a chave na fechadura e ele parou encostado a mim.Sentia-lhe o calor, como se fosse uma brasa viva, e tremiam-me as pernas.Deixei-o entrar.Começámos a subir as escadas, eu à frente, e ele logo colado, ofegante.Logo nos primeiros degraus, agarrou-me pela cintura, é esfregou-se no meu corpo, através da saia, com um gemido surdo.Colou a boca A minha nuca e mordiscou, arrepiando-me de prazer.Não me tinha nas pernas...E sexo túrgido palpitava contra o meu rabo, enlouquecendo-me..Arrastámo-nos até ao meu andar.Parávamos em quase todos ou degraus para nos apalparmos, parecíamos animais que apenas gemiam,roucos.Entrámos em casa e logo ali ele me arrancou os botões da blusa, mergulhando a boca nos meus peitos que palpitavam, rosados, empinados para ele.Sentia-me arder de desejo.Levei a mão às calças dele, mas sem que tivesse dado por isso, já tinha o sexo de fora, brilhante , enorme, com vida própria elevando-se como uma arma...Não chegámos ao quarto.Ele levantou-me a saia, rasgou-me as cuecas, e procurou entrar em mim.Guiei-o com a mão , ele fez-me pôr as pernas em redor da sua cintura e sentou-me violentamente na banca da cozinha.Os lábios do meu sexo palpitavam pelo dele, ele enfiou-mo devagar, para sentir o gozo da penetração,e num instante me senti cheia, por uma coisa grossa, quente, fremente.Ao mesmo tempo as nossas bocas beijavam-se, lambiam-se, mordiam-se, e os nossos quadris juntavam-se e separavam-se ao ritmo do nosso desejo, dos nossos gemidos, até que ele rosnou no meu ouvido "vou-me vir...não aguento mais..."Meu Deus! Esfreguei-me contra ele enquanto ele me penetrava, mais, e mais, e mais, e uma explosão de gozo que me fez gritar me abalou ao mesmo tempo que ele se vinha e me inundava em jactos quentes e espessos, gritando roucamente.Não sei o nome dele.Só espero vê-lo de novo no café, com a mão acariciando disfarçadamente o sexo, que da próxima quero lamber, mamar, fazê-lo gozar, e sentir dentro de mim...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:02
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