Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Eu e Meu cunhado


Permitam-me que preencha estas páginas níveas que se seguem, com uma narrativa de adultério e obscenidade. Há dias tive oportunidade de conhecer o irmão do meu marido, Cristiano de seu nome, que até então, tinha estado preso em França, devido a uns problemas com contrabando. Deixem-me confessar-vos que fiquei logo fascinada por ele, pois trata-se de um homem encantador, alto, bem constituído e com um olhar de nos deixar pregadas ao chão. Por motivos de circunstância, o meu marido convidou-o a ficar lá em casa durante umas semanas, até ele encontrar uma casa e arranjar emprego, o que ele aceitou com bastante agrado. Numa tarde em que a chuva teimava em fustigar as ruas, eu regressara do emprego mais cedo, completamente encharcada e, oh, adivinhem quem me esperava à “minha porta” com uma toalha sequinha. - O Cristiano! Pois...Ele aproximou-se e envolveu a toalha em redor dos meus ombros, prendendo-me com os seus braços fortes. - És linda, lígia.

Sabes há quanto tempo, eu não estou com uma mulher? – Sussurrou ele, levemente ao meu ouvido. -Não. Mas presumo que há muito... – Deduzi eu, a tremer de desejo. Repentinamente, ele dobrou-me, e senti a sua boca castigar a minha, num longo e ardente beijo selvagem. Imediatamente senti as suas mãos procurarem as minhas mamas, descendo seguidamente para as partes íntimas. Oh, ele estava a pôr-me doida. E mais doida fiquei, quando ele me arregaçou a saia e, afundou o seu rosto maciço na minha zona proibida, fazendo-me vibrar, nem uma adolescente depravada. - Ah, Cristiano...que maravilha... – Ronronei eu, completamente arrebatada pela sua língua prodigiosa. - Humm, Ligia... Seguidamente, empurrei-o para cima do maple e ataquei a sua berguilha, sacando-lhe o mastro das calças. Mas que pau, que ele tinha! Em toda a minha vida nunca tivera nada igual entre as mãos. E foi com as duas mãos que o empurrei para dentro da minha boca, para o mamar desenfreadamente. -Mmm...Cristiano...Que belo caralho que tu tens! – Sussurrei eu, com aquela haste demorada entre os meus lábios. - Mama, querida. Engole-o todo, filha!... – Disse ele, estreitando os olhos.

Após uma demorada foda oral, Cristiano lá se dignou a submeter-me numa posição curvada, para depois me penetrar com todo o seu vigor sexual. Oh, sim...fode-me Cristiano! Sim, na coninha! – Bradei eu, inebriada pelo seu caralho monumental, que me fazia obter espasmos lúbricos, que me deixavam à beira da loucura. E foi numa verdadeira loucura que ele furtou o bastão de dentro da minha coninha viscosa, e mo ofereceu de novo para eu mamar. - Mama, Ligia!...ah, estou-me a vir!...bebe o leitinho todo... – Reclamou ele, com o tom de voz enrouquecido. - Sim, Cristiano...Dá-mo...Dá-mo todo! - Roguei eu, desejosa de receber o seu esperma viscoso na minha boca. Por fim ele veio-se demoradamente nos meus lábios. Recebi o seu leite quente, sob diversos esguichos, que me lambuzaram, desde as mamas, até à face.

Mas o Cristiano ainda não estava satisfeito. Estivera demasiado tempo sem foder uma mulher, e agora tinha-me ali a mim, completamente disponível para ele. E sem me deixar respirar, tornou a virar-me. - Agora vou comer-te o cuzinho, minha linda! – Insistiu ele, meigamente. E foi com meiguice, que ele enfiou o seu bordão no meu cuzinho, fazendo com que eu fosse às nuvens num instante. Oh, ele fornicou, e castigou-me com prazer e loucura, até se vir de novo, mesmo no meu cuzinho macio. Oh, forniquei com ele toda a tarde, até o meu marido chegar. Durante duas semanas, todos os dias deixei que Cristiano fosse o dono do meu corpo, permitindo que ele me fodesse de todas as maneiras que vocês possam imaginar. Depois ele arranjou uma casa noutra cidade, e foi-se embora deixando-me “morta” de saudades

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:18
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