Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

Tudo ao Monte


Tenho 42 anos feitos há um mês! Casado há 18 anos, tenho uma vida boa, em termos familiares e profissionais. Dou aulas de matemática e física numa faculdade, há perto de 24 anos e faço consultadoria para empresas do ramo alimentar. Minha mulher, de 42 anos também dá aulas, numa universidade privada de linguística e grego.
Conheci-a na cantina da faculdade e apaixonamo-nos. Deixei umas namoradas que tinha e ela rompeu um noivado com um assistente da faculdade de letras.
Tivemos 3 filhos que estudam e trabalham fora da nossa cidade. Assim, há 2 anos que vivemos sós durante a semana.
Por isso falamos mais, conversamos, e desenvolvemos, as nossas fantasias.
Ainda que nunca transportássemos essas fantasias do trabalho para casa, tivemos (viemos a saber no desenrolar do nosso conversar) alguns casos nos afazeres profissionais.
Chegados aqui, soubemos que ela fodia com um colega da faculdade e eu com duas responsáveis de duas empresas a quem presta consultadoria. Com a curiosidade de irmos ao mesmo hotel, durante as tardes, no centro da cidade.
Como amigos que já éramos e não querendo desfazer o casamento resolvemos explorar esta vertente das nossas vidas. Fizemos um pacto. Em vez de contarmos as nossas “infedilidades” a amigos ou amigas, faríamos do outro esse amigo/amiga.
Por isso agoranos sentamos ao computador, os dois a recordar a nossa primeira foda em grupo. Ainda que eu fale na 1ª pessoa, acreditem que se não fosse a memória dela aqui, muitos pormenores escapariam.
De inicio custou, mas optamos por nos rirmos e nos beijarmos com as historias que contávamos. E admitirmos que éramos os melhores amantes do mundo, os mais machos e fêmeas, os mais cornos que podíamos ser. Os mais tudo
E assim passamos, não já a fantasiar, mas a viver a nossa sexualidade em pleno.
So que isso fez de nós perfeitamente bisexuais. Porque quando ela me contava as fodas que dava com o Jorge, e me falava do pau dele, já não me chegava os dedos, que a Teresa me enfiava no cu e que me excitava. Nem quando eu falava das mamas da Diana que eu xupava e trincava, já não lhe chegava nem o meu pau nem do Jorge.
Daí termos proposto um jantar ao Jorge, á Diana e a Isabel (esta com o marido) num sábado especial, em que comemorávamos o dia em que fomos para a cama pela primeira vez. Com o argumeno que tínhamos uns assuntos para falar com eles.
Pedimos à nossa empregada que tratasse do jantar, aceitando o serviço dum catering pelas 8 da noite.
Propusemos encontrarmo-nos num bar ao lado da nossa casa, de uns amigos nossos, e ai bebemos um Porto com umas tapas! O Rosas, marido da Isabel começou por dizer que eles não poderiam ficar para jantar porque ele tinha um jantar de aposentados no banco que gostaria de ir. Aí aproveitamos para lhe “raptar” a Isabel, com o argumento que queríamos planear um fim de semana na serra, e um deles era importante ficar. Nem a Isabel sonhava com o que planeávamos, porque não sabia da cumplicidade que eu e a Teresa tínhamos.
Saído o Rosas, em tempo oportuno, ficamos os cinco a petiscar no barzinho. Calmamente e depois das formalidades contidas na conversa, eu resolvi abrir o jogo. Então referi que eu e a Teresa sabíamos tudo um do outro e que isso nos dava imenso prazer. As caras do Jorge, da Diana e da Isabel foram de espanto e sorrisos! O ambiente era calmo e isso permitiu que ninguém fugisse. Sorrisos amarelos foram a primeira manifestação. Tesão no ar foi o segundo. Sentia-se e via-se porque no meio dos risos eu e a Teresa beijávamo-nos de forma lânguida. Sem hipótese de ninguém negar nada, todos eles assumiram as relações que tinham connosco. De forma curial, cordial, sã e sexuada.
A Teresa, ao lado da Diana, riu-se para ela e agarrando-lhe as mãos beijou a na cara com ar lânguido.
O Jorge ficou branco, mas de imediato a Teresa foi sentar-se ao lado dele e pôs-lhe a mão sobre as pernas, enquanto também o beijava.
A Diana, mais “puta”, no seu ar de senhora, disse:
- Até que enfim posso estar com a tua mulher, coisa que sempre desejei. E é desta que o meu corno vai saber de tudo. Hehe!
Estava aberto o caminho para o jantar.
Nessa altura eu e a Teresa dissemos k e facto havia jantar e que eles como nossos amantes seriam os felizardos/protagonistas da concretização da nossa relação. E cúmplices também.
So que haveria duas condições que deveriam aderir.
1º Ninguém se magoaria com o que acontecesse. Se se sentisse magoado pedia para sair!
2º Ao subir ao nosso 12º andar, iriam receber e vestir uma tunica branca e o jantar seria com essa vestimenta sem nada por baixo. Óptimo para aquele sábado de Junho, com 29 graus e sem ar condicionado em casa!

Por meio de mais risos e à vontade, todos concordaram. Sem, no meio, o Jorge, que conheci naquela altura, se ter roçado na Isabel que, a rir-se, roçou a peida nele.
Subimos e eu abri a porta. As janelas estavam semi fechadas pelo k acendi os candeeiros colocados nas mesas e não a luz geral.
Entramos e eu disse par se porem todos à vontade.
A Teresa beijou o Jorge e ele agarrou-a toda beijando a e levantando lhe a saia e mexendo no grelo dela. Logo a Diana foi tb beijar a Teresa e beijaram se logo na boca.
Foram todos para um quarto de arrumos k temos e cada um mudou de roupa.
Entretanto tocaram à porta. Era o catering, pelo que eu mandei logo o empregado colocar a comida na mesa da sala de jantar, que tinha já a mesa posta. Entretanto a Teresa apareceu já com a túnica vestida e desempacotou a comida toda. E disse: Agora é so pegarem nos pratos e comer. O jantar esta iniciado. Tudo isto enquanto eu colocava no leitor 3 discos de piano de canções românticas. Entretanto fui também mudar de roupa e a Isabel apareceu no quarto já vestida e disse para mim: Eles são mesmo muito fixes. Mereces, meu querido que te foda todo. E começou logo a chupar-me o pau. Nessa altura entraram a Teresa e a Diana. Olha, estes cabroes já estão a foder, foda-se, disse a Diana. Ok ok, vamos já para sala. E fomos
. O Jorge estava sentado e a Teresa disse: Vou já tratar deste. Nao vou perder esta pica. Não achas meu corninho? Claro puta boa! Ainda que já o tenhas fodido bem. Deixa o para as nossas amigas. Disse eu. Eu trato delas, não te preocupes. Disse ele. E levantou se enquanto a Teresa arranjava de novo a mesa. Então ele por traz levantou-lhe a túnica e enfiou lhe logo o caralho, ao que ela disse: Isso cabrao, mete mo todo. Ai a Diana não esteve para meias medidas. Colocou se debaixo da mesa e começou a lamber a cona da Teresa k já berrava de tesão.
- Ah foda-se a tua puta lambe bem caralho! Disse a Teresa para mim. Ai de novo, a Isabel começou a mamar me a pica de joelhos na minha frente. Nessa altura a Diana largou a Teresa e foi lamber o cu da Isabel dizendo: Foda-se hoje quero é lamber estas conas e cus. Pega Isabel, a minha língua para o teu corno logo sentir te toda. Ao que a Isabel respondeu: Querto k ele se foda! Se lamber logo será com o leite destes cabroes Mas mama, puta, mama a cona e o cu.
Nessa altura a Teresa veio se toda com o caralho do Jorge dentro dela. E disse:
-gostas cabrao? De foder a tua puta na frente do meu corno? Ana fode, caralho. Mas agora também kero cona. Estas conas que o meu homem farta se de foder. Levantaram se as 3 e agarrando-se beijaram-se todas enquanto se esfregavam.
E foram para o sofá as três gozar juntas, lambendo-se.
Ai eu e o Jorge afastamo-nos e ficamos a ver ao lado um do outro, enquanto esfregávamos as picas. Ai ele disse: foda-se com este tesão também quero essa. E ajoelhando-se meteu o meu pau na boca. E ai, foram elas k pararam a ver tocando-se ao de leve. Dizia a Teresa para a Diana. Estes cabrões. Alem de fodilhoes são uns requintados veados! Vê como eles se xupam! E viirada para mim dizia: Xupa-o veado. Mama nessa pica que eu te aranjei. Cabrão mama-o. É boa, não é?
Aquilo nos entesou, aos dois rimo –nos paramos e pusemos as três de cu para o ar. E assim começamos na esquerda e paramos na direita a foder as 3, que de seguida levam com dois paus. Kando cheguei à Teresa esporrei me todo, mesmo coma camisaenkanto o Jorge se veio na Diana.
Foi altura de paramos. E deitarmo–nos exaustos. Nessa altura tocou o celular da Isabel. Era o Rosas a dizer que já tinha acabado a reunião e a perguntar se a Isabel estava bem. Ai, ela riu-se e disse-lhe: se estou querido. Nem sabes o k perdeste. Mas eu conto em casa.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:04
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