Quarta-feira, 9 de Julho de 2008

Depois do Trabalho


Combinamos ir beber um copo depois do trabalho numa sexta feira à noite. Estavamos ansiosas, a J. e eu. Bem, eu sou a S. tenho 43 anos, casada, mãe de três filhos lindos. Já traí várias vezes o meu marido, mas nunca com o Rui. Sabia pelos olhares e piropos que me dava que não lhe era indiferente, mas nunca passou disso. A J. é uma mulher dos seus trinta e poucos anos, magra e atraente. Sabia que não tinha ninguém no momento e que achava o Paulo interessante, e por sua vez o Paulo achava-a a ela, isso já ele me tinha dito. Entramos no bar e pedimos bebidas, falando alegremente os quatro. Eu vestia, uma saia preta justa, com meias de rede pretas, sapatos de salto alto, um top branco com um decote generoso.

A J. umas calças de ganga justas também com um top preto bem decotado, cabelos soltos, bem maquilhadas. Depois de alguns copos e pouco no estômago, só já diziamos asneiras e conversas sempre com o tema sexo. Alguém sugeriu irmos para um local mais acolhedor, e lá fomos para casa da J. Pedimos pizzas e pondo-nos mais à vontade depimos casacos e tiramos os sapatos. A J. colocou uma música e acendeu velas criando um ambiente deveras romântico, começamos a dançar. O Rui começou a apertar-me contra si, dizendo que desde o meu primeiro dia de trabalho me desejava, mas que não tinha tido nunca coragem de me abordar. Disse-lhe que sentia o mesmo e beijamo-nos, um beijo quente, molhado, cheio de desejo. Olho para o lado, e vejo a J. e o Paulo agarrados a segredar e a rir e pensei para comigo que iria ser uma noite muito interessante.

Entretanto as coisas comigo e com o Rui íam aquecendo, as mãos dele na minha cintura, nas minhas costas a provocar-me arrepios. Sugeriu irmos para o quarto, chegando lá, deitou-me na cama e despiu-me toda, beijou-me as mamas, a barriga e desceu até à minha gruta que estava sedenta da língua dele. Começou a beijá-la, a lambê-la, e penetrar-me devagarinho, e eu a adorar, a contorcer-me de prazer. Bem devagarinho começou a acariciar o clitóris com a ponta da língua fazendo-me gemer e pedir para que não parasse. Penetrou-me com um dedo, depois dois e continuou a lamber, eu já não aguentava mais, e pedi-lhe para que acelera-se mas em vez disso meteu um dedo na boca e depois penetrou-me o olhinho e aí sim acelerou, julguei que ía morrer, e ao vir-me dei um grito que os nossos colegas deviam ter ouvido da sala. Não me importei com isso e comecei a chupar o pau do Rui, tinha um pau grosso e bem duro, chupei e lambi de todas as maneiras possiveis.

Ele pediu-me para parar e pondo-me de quatro penetrou-me como um louco, (estava louco posso dizê-lo), com uma força brutal, agarrando-me os cabelos, dando-me palmadas no rabo, fazendo-me ter um prazer incrivel. Estivemos assim um bocado até que lhe disse que me ía vir e ele com mais força ainda continuou vindo-se tambem. Caímos os dois na cama, cansados mas satisfeitos. Passado algum tempo, começamos a ouvir uns gemidos vindos da sala. Levantamo-nos e sem fazer barulho fomos espreitar, estava a J.a chupar o pau do Paulo, subiu para cima dele e começou a cavalgar nele como uma doida, voltei a ficar excitada e quando olhei para o Rui estava com o pau em pé cheio de tesão. Saltei para a cama, chamei-o e disse-lhe que queria que me comesse novamente, ele respondeu prontamente que sim e perguntou-me se me podia comer o cú, claro que respondi que sim. Colocando-me de gatas começou a molhar o meu olhinho e a penetrá-lo com a língua, estava a ser tão bom..........

Depois meteu um dedo, dois e por fim três dedos e eu aproveitei para massajar o meu clitóris, provocando-me um prazer dos diabos. Tirou os dedos e enfiou o pau devagar para não me magoar e assim ficamos a saborear aquele momento de prazer até que nos viemos mais uma vez. Não sei o que se passou na sala, mas a J. decerto me contaria. Espero que tenham gostado S. e J.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:44
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