Sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

A Frincha da Porta eu Entrei em casa, era tarde e ...


Entrei em casa, era tarde, uma madrugada quente, como se o ar não circulasse... Pensei que a Rita já dormisse. A porta do quarto dela estava encostada e ao passar pelo corredor ouvi uns gemidos abafados, timidos... estranhei. A curiosidade levou-me até à porta dela.

Pela frincha vi algo que me repugnou, mas logo de seguida me senti muito molhada. o que eu via era meus caros um deleite para qualquer olhar... a Rita estava deitada sobre a cama só de cuequinha, uma cuequinha inocente e muito infantil. A amiga dela estava a lamber-lhe a barriga, enquanto lhe tocava só com as pontas dos dedos o interior das suas coxas. ela contorcia-se de olhos bem cerrados, e gemia a medo, talvez envergonhada pois seria a primeira experiencia lésbica dela... a amiga começou a apertar-lhe os bicos dos peitos que já estavam muito tesos, ela suava de prazer. comecei por desapertar as calças e meti minha mão dentro da minha cona. masturbava-me vendo aquele momento. Queria-me juntar, mas sentia-me mais atesuada vendo apenas sem ser vista.

A amiga começou a lamber-lhe os bicos, ora sugava-os ora trincava-os fazendo Rita ferrar o lábio. Eu estava enxarcada e já transbordava a minha cuequinha aquele suco de tanto que jorrava de dentro de mim. A amiga já sabia o que fazia, e "violava" uma inocente que estava a deleitar-se com o manjar de que era alvo. Ela desceu, Rita continuava deitada de olhos fechados. Com os dentes desceu-lhe a cueca e começou a lamber-lhe a testa...e a beijar o clitoris...dava pequenos beijos que a levavam a suspiros e a convulsões. abriu-lhe as pernas e começou um minete muito bem feito, lento e quente como qualquer mulher adora. Eu queria ser a Rita, eu queria juntar-me. Continuei a observar. A Rita foi virada, a amiga fez-lhe um excelente botão de rosa enquanto a masturbava, ouvi-a a vir-se num grito sufocado, ferrou a almofada.

A amiga envergou um vibrador, meteu um dedinho na boca e molhou-lhe o cuzinho...que já se comprimia e descomprimia de vontade de ser desvirgindado. Enfiou-lhe a cabecinha e ela gritou, a amiga fez um XXUUUU para ela se calar, e disse-lhe "Morde agora a almofada bem forte", Rita assim o fez, e a amiga enfiou-lhe com muita força. Parou lá dentro, e voltou a masturba-la, começou com o movimento de vai vem e Rita torcia-se de tanto gozo... "Vais-te esporrar na minha boca." disse a amiga, e Rita aguentou mais o orgasmo. A amiga alternava agora entre a cona e o cuzinho com o vibrador...Rita já gemia tão alto que me estava a por louca de vontade. Nisto a amiga virou Rita e fez-lhe outro minete enquanto lho metia ora no cuzinho ora na cona. Rita arfava por todos os lados, eu masturabava-me tentando que não dessem pela minha presença. Rita gemeu muito alto, começou aos estremeções, os músculos atrofiavam e ela em extase veio-se para a boca da amiga que engolia todo aquele suco e gosma como se estivesse como muita sedinha.

Eu vim-me também... Fuji para o meu quarto com medo que me tivessem visto. Adormeci a pensar em tudo aquilo que tinha presenciado. Senti, de manhã, alguémn entrar na minha cama, meter-me a mão na cona (sim dormi nua) e dizer-me ao ouvido " gostaste de nos ver ontem?" sustive a respiração e não respondi, ela muito violentamente me tocava e enfiava dedos e dizia "Também queres ser comida é?"... Estava toda nua, senti mal se deitou em cima de mim e roçou com a sua cona na minha, lambia-me os bicos e eu estava a gozar imenso.

Pedi-lhe o vibrador, ela chamou a Rita dizendo tras o brinquedo. Rita entrou e ela amarrando-me as maos, eu de barriga para baixo disse "Rita, tens de aprender a dar prazer também. Vá enraba-a forte, sem medo..anda!" A amiga cuspiu-me no cuzinho e enquanto me pos de quatro e se meteu por baixo de mim Rita a medo mo metia lentamente. Sentia a lingua quente de uma, o meu clitoris já saltava e sentia que ia pegar fogo, o meu cuzinho só se dava, não se comprimia nem um pouco. Berrei a Rita "Mete fundo sem medo sua puta!" E ela assim o fez.

Aquelas investidas mais a lingua safada e rápida da amiga me fez ter uns multiplos sem conta...suada deixei-me ficar na cama, elas deitaram-se ao meu lado. Era hora do banho. E fomos as 3 tomar aquele maravilhoso banho...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:31
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