Sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

JOGOS EROTICOS


Sandra era a minha secretária há já dois anos. Foi o seu primeiro emprego. Era uma moreninha bonita de 21 anos, olhos castanhos, estatura mediana, mas com um peito digno de rivalizar com o da Samantha Fox. Tinha tido um envolvimento emocional com um jovem médico, mas ao fim de pouco mais de 1 ano, a ruptura chegou. Como não tinha família em Lisboa, frequentava com assiduidade a minha casa em épocas festivas, podia-se dizer que a relação profissional tornou-se numa relação de amizade comigo, a minha mulher e filhas.

De tal forma que fora do ambiente profissional nos tratávamos por tu. Por volta das 15 horas a minha mulher ligou para o escritório avisando que só devia chegar por volta das 22 h, pois tinha consultas até mais tarde e que tinha deixado as crianças em casa dos meus pais. Sandra, como eu estava ocupado com um cliente, informou-a que me transmitiria a informação logo que fosse possível. Assim, o fez, quando o cliente saiu, Sandra dirigiu-se ao meu escritório para me dar a notícia. Por volta das 17 horas, quando ia sair perguntei a Sandra se tinha planos para esse fim de tarde. Respondeu que não, convidei-a a aproveitar a minha boleia e a comer uma pizza comigo. Aceitou, desde que nos despachássemos cedo pois tinha um relatório para redigir. Chegámos a minha casa por volta das 18h, disse-lhe que ia telefonar para a casa das pizzas a encomendar uma perguntei-lhe se tinha preferência, respondeu que não.

Convidei-a a preparar um aperitivo. Após ter efectuado o telefonema, voltei à sala onde Sandra tinha dois whiskies preparados o meu puro e o dela com gelo. Começamos a conversar sobre trabalho, mas não tardei a perguntar-lhe meio a sério meio a brincar como ia de amores. Respondeu que de momento não tinha ninguém, decidira dar um tempo. Aproximei-me dela e pegando-lhe na mão disse-lhe que era uma pena, pois ela merecia ter alguém que a amasse. Os seus olhos procuraram os meus, num misto de vergonha e de alegria. Aproveitei para aproximar a minha boca da dela e dei-lhe um beijo nos lábios. Os seus lábios permaneceram imperturbáveis, mas os olhos cerraram-se, insisti num novo beijo e noutro, e noutro. Respirou ofegante, e disse-me que não se sentia bem, pois a Sónia tem sido tão simpática e acolhedora. Tranquilizei-a dizendo que eu e a Sónia, temos uma relação em matéria sexual muito liberal, e que por vezes temos uns devaneios, disse-lhe que Sónia era bissexual e que adora comer ou ser comida por uma mulher. Os olhos dela arregalaram-se como que incrédula, e acrescentou que gostava muito de mim, mas que não queria nenhum envolvimento que estragasse o meu relacionamento com a minha mulher. Assegurei-lhe que nos amávamos muito e que o que fazemos é por prazer, termos e dar. Não resistiu ao novo beijo que lhe dei e retribuiu abraçando-me. Apertei-a contra mim e perguntei-lhe se queria fazer amor comigo. Mais uma vez a minha mulher veio à baila.

Disse-lhe que estava a trabalhar e que lhe contaria o que se passara e que nada iria mudar nos nossos relacionamentos. Respondeu, eu quero, muito fazer amor contigo, mas ..., não a deixei argumentar. Disse-lhe que então o interesse era mútuo e sugeri-lhe que fossemos para o quarto de hóspedes. Chegados ao quarto comecei a despir-me, mas apesar de nos conhecermos há muito tempo algo de timidez e vergonha tolhia-lhe os movimentos. Sugeri que fossemos para a casa de banho, às escuras nos despíssemos e tomássemos um duche para descontrairmos. Concordou, passamos à WC do quarto, e continuámos a despir-nos com a luz apagada, pus a água a correr no duche e perguntei-lhe se já se havia despido. Respondeu que sim, procurei-a no escuro para a conduzir ao chuveiro. Nos chuveiro, a água começara a cair sobre os nossos corpos desnudos, as minhas mãos procuraram o seu corpo e aproximei-o do meu. Os nossos corpos molhados tocaram-se. Os seus mamões tocaram o meu peito e comprovei de facto aquilo que já antevia, eram monumentais, mas rígidos. A nossas bocas trocaram um beijo prolongado, dava para perceber que o seu nervosismo estava a desvanecer-se e revelava mais entrega. Desliguei água e às escuras procurei uma toalha, ofereci-lhe para que limpasse os corpo. Perguntei-lhe se já estava preparada para passarmos ao quarto. Respondeu que sim. Enxuguei-me e encaminhámo-nos para o quarto. Agora, tinha a possibilidade de observar aquela mulher completamente nua. A cona estava completamente rapada à excepção de um pequeno tufo de pelos por cima dos lábios. Os seus olhos tiravam-me as medidas, e obviamente caíram no meu caralho que evidenciava uma semi-erecção. Abraçamo-nos e deitámo-nos lado a lado, tendo começado por beijar-lhe o pescoço até atingir-lhe os mamilos. Aí, a minha língua começou a executar um bailado em torno dos seus mamilos alternando com ligeiras mordidelas. A minha mão procurou a sua cona, o meu indicador penetrou-a e constatou que estava bastante lubrificada, a minha cabeça continuou em direcção à sua cona e comecei por chupar-lhe o clitóris. Estava a ter prazer, soltou uns gemidos e as suas mãos massajavam a minha cabeça pressionando-a contra a sua cona. Eis que a porta do quarto se abre, Sónia, apareceu à porta,. Olá – disse ela, posso juntar-me a vós, Sandra deu um salto e tentou esconder o corpo revelando grande aflição. Sónia dirigiu-se a mim e beijou-me na boca e aproximando-se de Sandra, tranquilizou-a, afirmando que isto foi tudo preparado por nós, és muito bem-vinda ao nosso convívio.

Posso participar? Perguntou directamente a Sandra. Esta respondeu-lhe que nunca estivera com uma mulher, mas que não estava em condições de dizer que não. Sónia, aproximou-se de Sandra, beijou-a no rosto e acariciou-lhe a face. A minha atenção voltou-se outra vez para Sandra e tentei pô-la à vontade enquanto Sónia se despia. Não tardou estar completamente nua, dirigiu-se a Sandra e disse-lhe tens alguma restrição em relação a mim? Posso fazer-te o que me apetecer? Sandra respondeu-lhe que sim. Sónia retorquiu-lhe que ela, também, tinha total liberdade para fazer o que lhe apetecesse quer com ela quer comigo ou apenas comigo. Sónia, colocara-se entre as minhas pernas e começou a chupar-me o caralho enquanto eu beijava Sandra e apalpava-lhe aquelas duas montanhas de carne e brincava como seus mamilos. Sandra observava Sónia a fazer-me um broche e timidamente aproximou-se de Sónia e massajou-lhe as costas, Sónia levantou a cabeça de entre as minhas pernas, sugeriu a Sandra que a substituísse, Sandra pegou na minha picha com ambas as mãos e encaminhou-a para a boca, a sua boca aglutinou-a e começou a chupá-la de forma vigorosa, o que me provocava uma enorme tesão. De repente sentia tremer, levantei a cabeça e apercebi-me que Sónia lhe lambia o rego do cu, provavelmente fazendo-lhe um botão de rosa. De vez em quando, Sandra, parava os seus movimentos bocais na minha picha como resposta às acções da língua da minha mulher. Sónia, largara-a, avisou que voltava já, saiu do quarto e não tardou a regressar com um caralho postiço implantado à cintura. Pediu a Sandra que se deitasse de costas e abrisse as pernas, com cuspo humedeceu o caralho de silicone e enfiou na cona ansiosa de Sandra. As penetrações sucediam-se e eram acompanhadas de gemidos lancinantes da nossa jovem parceira. Coloquei-me por trás de Sónia, afastei-lhe o fio do suporte do caralho e penetrei-a na cona, os meus movimentos estavam descoordenados com os dela, não tardámos em acertar a cadência dos movimentos. Sandra cada vez gemia mais, a qualquer momento estaria a ter um orgasmo. Sónia, acompanhava as suas penetrações com mordidelas nos mamilos erectos de Sandra. Sónia pediu-me que lhe apertasse as nádegas, era sinal que estava prestes a vir-se. Pouco depois, Sandra primeiro e logo depois Sónia gritavam de gozo. Sónia, pediu para que me visse na sua boca. Tirei o caralho da sua cona repleta de líquidos e lambia saboreando os seus líquidos ao mesmo tempo que ela fazia o mesmo com Sandra. Sónia, perguntou a Sandra se alguma vez o namorado se tinha vindo na sua boca, respondeu negativamente com a cabeça.

Sónia sugeriu que o fizesse comigo, Sandra mostrou alguma indecisão, Sónia agarrou o meu caralho e enfiou-o na boca. Eu afirmei-lhe que a beijaria logo que estivesse com a minha esporra na boca, Sandra, não resistiu à excitação e partilhava com Sónia a minha picha num broche e dois. Senti que estava próximo de atingir a ejaculação, avisei-as que estava quase a vir-me, ambas se colocaram de joelhos, Sónia com a boca aberta e língua de fora esperando receber os meus leites, Sandra estava expectante, mas ao ver a boca da amiga aberta segui-lhe o exemplo. A primeira golfada de leite atingiu bem fundo a garganta de Sónia, virei-me para Sandra, cujo rosto foi brindado com uma esporradela que lhe cobriu a face direita, mas à terceira foi de vez na boca ansiosa por sentir o calor e gosto doce da minha esporra. A sua língua lambia os lábios. Baixei-me e beijei-as partilhando a langonha que lhes tinha ejaculado nas bocas. Abraçados, prometemos voltar a repetir, ainda, hoje, a sessão. Sandra passa, agora, longas temporadas na nossa casa. Constitui o terceiro pilar na relação entre mim e a minha mulher de forma harmoniosa e Sandra encontro o afecto que lhe faltava na vida, complementado com grandes sessões orgiásticas.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:11
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