Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Fodi a amiga da minha mulher


A minha esposa tem uma amiga boa como o milho e todos os dias fazemos a viagem de comboio para o emprego eu ja andava de olho naquele cu mas oportunidades nem ve las ate k a mah mulher mudou de emprego e passei a ir com a amiga de comboio.as nossas conversas eram banais do dia a dia ate k um dia ela me mostra uma foto dela com um top k mal escondia as mamas,nao me fiz de rogado e aproveitei a deixa para lhe dizer.
susana eu desconfiava mas agora vejo k es mto sexy e bastante boa.
deixa te disso to.
e verdade es boa pena tenho eu de nao te poder provar.
la tas tu so pensam nisso vos os homens.
nao susy eu penso nisso ha mto tempo so de te ver de manha ja vou bem imaginativo para o trabalho.
e se eu te desse conversa como irias fazer?
sei la algo se arranjava,mas nao me tentes porque daqui a bocado tas me a dizer nao.
experimenta.
ok dexe cmg em sete rios e entra na casa de banho das mulheres eu irei atras de ti.assim foi ela entra e como nao saiu era sinal k nao estava mais ninguem meu caralho ja estava teso so de pensar k ia fode la ali msm.
entra para o privado e mostra me o teu caralho.
metio de fora os meus 22cm de prazer
foda se k e grande a carla deve ser bem fodida com ele
deixa a mha mulher e meteo na boca molha o bem para te poder foder
ela nao vai de modas e começa a mamar na mha verga cada vez mais tesa e começa um acima abaixo louco tao louco k ela ia se engasgando
deixa susy deixa eu po lo na tua cona
sentei me na sanita e ordenei lhe para se sentar na verga
anda mha vakinha linda senta nele e fode me todo
meteu apenas a cabeça e so depois foi descendo bem devagar senti aqula cona toda a descer no meu caralho estava eu com a boca nos bicos das mamas e ela a cavalgar cada vez mais a mha picha quando nisto eu me esporro todo e ela me diz
da me o teu leite mistura o com o meu tou a gozar nesse caralho oh oh k bem tu fodes mas k rico caralho tu tens.
vestimos e saimos e encontramos duas senhoras um pouco embaraçadas a olhar para nos,nada dissemos e saimos cada um para o seu emprego.hoje continuamos a ir no msm comboio e de vez em quando la vamos nos ver as casa de banho das estaçoes...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:33
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Eu e o Pastor Alemao


Tenho 41 anos, e moro com meu marido e filhos... ele viaja muito, então tivemos que comprar um cão, por causa dos constantes assaltos que estava tendo na vizinhaça, meu marido havia viajado já alguns dias, e eu estava daquele jeito de vontade de fazer amor. Parecia que estava escrito na minha testa, uma certa tarde meus filhos estavam na escola e eu sozinha em casa, quando comecei a imaginar coisas, tipo fazendo sexo bem gostoso, fiquei super excitada; derrepente comecei a ouvir os latidos do Burg, nome do nosso cão, aí fui olhar, estava com medo de ser alguem tentando pular o muro; quando cheguei lá, qual surpresa, o cão estava com a cabeça vermelha do penis pra fora, parecia q ele estava sentindo o cheiro do meu tesão la de fora...aí quando vi aquilo fiquei mais excitada ainda, e resolvi solta-lo da corrente, e fui entrando em casa, ele parecia adivinhar o q eu queria, foi me acompanhando pulando em cima de mim, com aquele penis enorme pra fora. Eu estava com um vestidinho todo solto, teve um momento que ele levou o focinho gelado por debaixo do meu vestido, estava com a calcinha toda ensopada. aí abri a perna um pouco mais, ele começou a lamber a minha calcinha, aí não aguentei tirei a calcinha e deixei minha xaninha carequinha livre para aquela lingua aspera e grossa passear; só q eu estava de pé. Resolvi me deitar no chão da sala, ele ficou mais louco ainda eu sentia aquele pinto umido encostando na minha perna, ele não sabia o que fazia, se lambia a minha xoxota, ou se andava pela casa afora, eu percebi que ele queria me comer ali mesmo, eu não me fiz de rogada e fiquei de quatro, ele veio cheirou minha bucetinha carequinha, cheirou meu cuzinho e ficou tentando subir em mim, eu claro como s]não sou boba, facilitei as coisas pra ele, entrei debaixo dele, e conduzi aquele pintão melequento na minha xaninha q estava pedindo loucamente para ser penetrada por ele, consegui enfiar a cabeça e ele ficou louco dando estocadas freneticas em mim, quando senti uma dorzinha, aí eu percebi que entrou um caroço sei lá o que era, só sei que era muito gostoso, aquilo não deixava o pinto dele sair, e ele foi metendo metendo sem parar até eu gozar muiiiiiiiiito, quando ele gozou ele deu um uivo estranho e ainda ficou um tempinho agarrado em mim, mas aquilo era delicioso, pois eu podia sentir ele pulsando dentro de mim, aí gozei varias vezes seguida, sentindo aquela porra com cheiro forte escorrendo por minhas coxas.... fiquei com um certo medo, de pegar alguma doença, mas que nada, a partir daquele dia o Burg, passou a ser o meu amante e toda vez que estou sozinha em casa ele me faz muito feliz, oh cachorrão gostoso.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:31
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Broche no Trabalho


No escritorio onde trabalho tenho uma colega linda e boa capaz de levantar um morto,ana assim se chama e uma morenaça com um par de tetas nao mto grandes mas rijos onde se nota os bicos um rabo k cada vez k olho so me apetece agarra lo,ou seja sempre k vem ao meu gabinete fico pregado a olhar para ela
numa bela tarde ana entra e como sempre la fiquei eu a olhar para as mamas dela ela apercebeu se e a cabra fez ainda pior inclinou se na secretaria a mostrar uns papeis e pude ver quase na totalidade aquelas ricas mamas,nisto deixa cair alguns papeis e ao apanha los nem se dobrou e olhei reparando nakele rabo,fiquei de pau feito.ela saiu e eu nao me aguetei fui a casa de banho tentar aliviar a pressao como temos casa de banho comun quando eu estava com o caralho na mao sinto alguem a entrar,tentei nao fazer barulho quando ouvi
antonio keres ajuda?
ana,ja saio um momento
nao saias eu sei o k tas a fazer,eu apenas kero ajudar te.
nisto ela abre a porta e vendo o meu caralho teso diz me
mas k bela verga a tua e dura sera k posso mamar nela ou tas com medo
medo, eu?anda mha puta mama nesta verga k tanta vez se poi em sentido por ti
vou fazer te vir na mha boca e hoje so levas isso o resto vem depois
e nisto mete a boca dela no meu caralho fazendo me uma mamada divinal tao boa k ate chupoes na cabeça me deu e foi num desses k me vim
a cabra toma o meu leite toma o todo
levantou se espetou me um beijo ainda com o leitinho nos labios e disseme
amanha iras tu sentir o meu leite vou te por amamar amha cona e se mamares bem vens me ao pito,ate ja meu lindo caralho despedido se da minha picha...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:29
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Paragem inesquecivel


Ia eu em mais uma viajem,pela nossa autoestrada,uma das mais importantes do nosso pais,a certa altura,fiz uma paragem numa area de servico para beber um cafe e ir ao wc.quando estava a beber o meu cafe reparo na troca de olhares entre dois homens,tambem eles a beber o seu cafe,chamando desde logo a minha atencao,pois nao era uma troca de olhares normal,os dois senhores sairam um de cada vez,primeiro saiu um senhor mais velho,bem posto bem vestido na casa dos seus 60anos logo de seguida saiu o outro bem mais novo,35 anos no maximo.nao consegui resistir e sai atras.o dia ja estava escuro e os dois senhores foram para a parte de tras do wc,onde tem umas arvores onde podiam estar a vontade,eu fiquei na esquina para ver o que ia acontecer.quando o senhor mais novo chegou ficaram os dois a olharem um paro o outro,quando de repente o mai velho aproximou-se dando-lhe um beijo bem molhado e perlongado,de seguida pos-se de joelhos e abriu as calcas do seu parceiro bem devagar tirando para fora um belo caralho ja bem teso,chupou como se nao ouve-se outro dia,nunca vi um broche tao bem feito,o senhor mais novo gemia de prazer chamando-lhe de puta e pedia para que ele chupa-se mais depressa,eu so de ver estava com uma tesao tao grande que tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma valente punheta.a certa altura o senhor mais velho levanta-se e pede para que ele o penetrace o senhor mais novo nao se fez de rogado e de uma so vez enterrou aquele belo caralho no seu cu.e foi dando bombadas cada vez mais depressa e fortes para delirio do seu parceiro,a certa altura tirou aquele caralhao para fora e veio-se para a boca do seu parceiro,eu tambem nao consegui suster e esporrei-me a ver aquela bela foda entre dois homens.ainda hoje nao consegui esquecer os gemidos de prazer daqueles dois homens...

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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Os gemidos do quarto ao Lado


A uns dias atras fomos os dois passear, e ficamos a dormir em Castelo Branco. Nessa noite quando estava-mos ja para quase a dormir ouvimos no quarto ao lado barulho de alguem a chegar. Passado pouco tempo comecei a ouvir gemidos, e que gemidos. Ela gemia alto e em bom som pois ouvia tudo. Comecei a ficar excitado, e tesão ja estava dificil de conter, mas a Bela ja dormitava e eu ja não conseguia, ate parecia que ía estourar de tanto tesão que sentia. Tinha de me aliviar, tinha de foder tambem. Eu bem que tentava acalmar sem acordar a Bela. Comecei a tocar uma punheta. Esporrei-me copiosamente. No outro lado estava tudo mais calmo, e pensei que iria agora adormecer mas enganei-me, logo no quarto ao lado começououtra vez a festa. E que festa. Cama deles batia na parede, ela gemia, o macho do quarto ao lado chamava-lhe nomes e dizia para não parar, e quem ja estavaoutra vez mal era eu. Não aguentei e comecei a acariciar as grandes mamas da Bela e ao mesmo tempo meti uma mão por dentro do pijama dela para lhe acariciar a cona. Bela começou a mexer-se e acabou por acordar dando-me um raspanete, mas eu disse que ja nao aguentava e contei porqué. Ela pôs-se á escuta e logo começou a ouvir tambem os gemidos. Não demorou nada e ja a Bela se encontrava tambem excitada com os gemidos daquele casal ao lado. Bela logo me pediu que a lambesse toda. Não me fiz de rogado e logo pode ver como ela estava molhada. Que cona boa, que sumo maravilhoso ela tinha, como eu adorava lamber-la toda. Bela agora gemia. Gemia e de que maneira. Passado pouco tempo ouvimos bater á parede. Era o outro casal. Mas nada disseram, foi como a dizer agora quem ouve somos nós. Fodi a Bela com um entusiasmo medonho. Bela veio-se de tal maneira que ate a cama molhou e eu esporrei-me abundantemente, nem sei como tinha tanta langonha nos tomates. Quando acabamos começaram eles e nos a ouvir. Quando acabaram começamos nós e assim foi a noite toda. No dia seguinte quando nos levantamos e íamos a sair eles tambem iam para pequeno almoço. Qual não foi meu espanto. Era um casal que já conhecia. Conhecia o homem, era caçador como eu e ia para a mesma caçada. Rimo-nos, tomamos o pequeno almoço juntos, elas ficaram as duas num dos carros a conversar enquanto nos homens fomos caçar e nesse dia á noite como ficava-mos ambos para outra caçada fizemos uma festa a quatro...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:56
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Paragem inesquecivel


Ia eu em mais uma viajem,pela nossa autoestrada,uma das mais importantes do nosso pais,a certa altura,fiz uma paragem numa area de servico para beber um cafe e ir ao wc.quando estava a beber o meu cafe reparo na troca de olhares entre dois homens,tambem eles a beber o seu cafe,chamando desde logo a minha atencao,pois nao era uma troca de olhares normal,os dois senhores sairam um de cada vez,primeiro saiu um senhor mais velho,bem posto bem vestido na casa dos seus 60anos logo de seguida saiu o outro bem mais novo,35 anos no maximo.nao consegui resistir e sai atras.o dia ja estava escuro e os dois senhores foram para a parte de tras do wc,onde tem umas arvores onde podiam estar a vontade,eu fiquei na esquina para ver o que ia acontecer.quando o senhor mais novo chegou ficaram os dois a olharem um paro o outro,quando de repente o mai velho aproximou-se dando-lhe um beijo bem molhado e perlongado,de seguida pos-se de joelhos e abriu as calcas do seu parceiro bem devagar tirando para fora um belo caralho ja bem teso,chupou como se nao ouve-se outro dia,nunca vi um broche tao bem feito,o senhor mais novo gemia de prazer chamando-lhe de puta e pedia para que ele chupa-se mais depressa,eu so de ver estava com uma tesao tao grande que tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma valente punheta.a certa altura o senhor mais velho levanta-se e pede para que ele o penetrace o senhor mais novo nao se fez de rogado e de uma so vez enterrou aquele belo caralho no seu cu.e foi dando bombadas cada vez mais depressa e fortes para delirio do seu parceiro,a certa altura tirou aquele caralhao para fora e veio-se para a boca do seu parceiro,eu tambem nao consegui suster e esporrei-me a ver aquela bela foda entre dois homens.ainda hoje nao consegui esquecer os gemidos de prazer daqueles dois homens...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:50
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Primos da minha Mulher


Á muito tempo que sonhava foder a prima da minha mulher, mas como é casada e tem a mania de que é pudica, só em pensamento é que que alguma vez pensei concretizar esse fetiche.
Num sabado de Novembro, estavamos os quatro no café, mas como estava frio convideios para vir até nossa casa, pois acendia a lareira e podiamos ver televisão ou jogar cartas. Aceitaram.
Já em casa e á lareira a ver televisão, como não estava a dar nada que interessasse propus um jogo de cartas para nos entretermos, enquanto beberricavamos umas bebidas brancas, mas eis que Paulo que era marido da Patricia prima de minha esposa ( Bela ) me diz
- Então porque não jogamos antes outro jogo mais interessante que eu sei que tens
- Por mim tudo bem, o problema é que os jogos que tenho são todos eroticos ou porno e a tua mulher mata-te, é muito pudica. digo logo
- Eu sou pudica? Mas se quiserem podemos jogar e se estiver a ser demais paramos. diz-me Patricia
- Tu pensas que depois de começar é facil parar não? Tás é tola porque o tesão que se sente faz com que se queira continuar e quando deres por isso já tás a ser fodida e não é pelo teu marido! diz Bela
- Só jogo se eu quiser parar o jogo pára mesmo se não não jogo. diz Patricia
O jogo que fui buscar era maravilhoso pois havia tarefas para eles e elas que envolviam beijos, caricias e mais tarde broches e fodas.
Lá começamos a jogar e logo calhou a Bela ter de dar um beijo a Paulo e ela não se fez de rogada, tascou-lhe logo um linguado de tirar o folgo que deixou Patricia de olhos arregalados e vermelha com a audacia e abontade de Bela.
- Foda-se Bela esse é o meu marido, ate parece que o queres comer.
O jogo lá continuou e calhou novamente a tarefa a Bela, que teve de tirar uma peça de roupa, que ja não era muita pois estavamos junto á lareira. Eu como batuteiro que sou e ao fim de algumas jogadas continuava todo vestido mas os outros ja tinham tirado alguma estando Bela so de sutiã e cueca e Paulo nao tirava os olhos das tetas de Bela, ele estava de tronco nu e Patricia ainda estava de calças mas so de sutiã. Calhou uma tarefa a Patricia e a ordem foi dada pelo marido.
- Hehehe, agora quero ver como o vais beijar. diz ele á mulher
Ela chega á minha beira e da-me um beijo insipido como amigos. Logo ouve protestos de todos inclusivé do marido, e teve de repetir com a achega de que se eu não estivesse satisfeito teria de repetir novamente por isso que posesse animo no beijo. Nem lhe dei tempo para nada agarreia e tasquei-lhe um beijo de tirar o folgo, enfiei a lingua na boca dela e saboriei o maximo possivel. Meu deus como ela sabia beijar bem, e que lingua que mais parecia uma cobra na minha boca a serpentear. Quando acabou olhou para nos e disse
- Agora não me digam que foi mal dado
- Não, ate me poses-te em brasa só de vos ver beijar. diz Bela
O jogo continuou, o Paulo ja tava só de cuecas e notava-se que estava de pau feito eu tinha perdido umas vezes e ja estava só de calças e cuecas e elas estavam as duas so de langeri. A Bela tornou a perder e teve de tirar a parte de cima e fazer broxe ao Paulo. Patricia protestou disse que não mas o marido queria e ensistiu com ela que era só um jogo, ela lá concordou e Bela tirou-lhe a piça para fora e engoliu-a logo, que fervor, que bontade, que espetaculo estavamos a ter eu e a Patricia. A Patricia não tirava os olhos daquela cena e começava a ficar excitada pois toda ela mexia toda ela não parava quieta e eu aproveitei para me por por trás dela, agarreia e dei-lhe um beijo no pescoço arrepiando-a, ia protestar mas não lhe dei tempo, tapei-lhe a boca com a minha e estando eu por trás passei logo a mão por aquelas mamas pequenas mas duras, que bicos duros ela tinha, notava-se que estava muito excitada e logo se deixou ir na onda, para o qual aproveitei para desapertar o sutiã e passar uma mão pelas mamas nuas e com a outra fui logo acariciar a cona que se encontrava toda babada, comecei a manietar aquela cona e segredei ao ouvido
- Olha bem para teu corno como gosta de ser chupado por uma vaca
- AAAAiiiii cala-te e não pares de me mexeeeerrr
Desci-lhe as cuecas, deitei-a no chão e comecei a lamber o corpo daquela deusa excitada, quando cheguei á cona ela veio-se logo sem demoras. Como ela gemia. Não perdi tempo e espetei-lhe o meu pau pela cona acima e quando olhei para o lado já Bela cavalgava o piçalho do Paulo com fervor. Comi a Patricia montes de tempo fazendo-a vir-se mais duas vezes antes de tentar enrabar ao que ela me diz que não, mas Paulo estava tambem mortinho por a enrabar, ela era virgem anal. Eu segredo ao Paulo para a segurar e quando ela dá por ela ja não podia fugir pois até a Bela a segurava e encentivava a que descontraísse e que eu não parasse o que acabou por acontecer. Que cu apertado, estava no cêu enrabeia eu e ele e ainda lhe fizemos uma DP e granda vaca veio-se como uma louca. Só sairam de nossa casa já era dia e foi uma noite onde fizemos de tudo com as duas e onde tiveram direito a tudo coma promessa final de no proximo fim de semana repetir

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:48
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O meu homem a dias


Passaram-se já uns 3 meses desde que eu transformei o meu marido (melhor dizendo, ex-marido) numa empregada doméstica. Ele ficou a dormir no quarto da criada (ligado à cozinha) e tratei de o obrigar a fazer todas as tarefas domésticas: lavar e limpar a cozinha e a casa de banho, aspirar, limpar o pó, fazer a minha cama, passar a ferro, ir às compras e cozinhar o que eu lhe mandar para mim e para os meus amigos. Mas não é isso o que quero narrar nesta história. O mais giro é que ele se transformou! A princípio choramingava, depois habituou-se e conformou-se. Mas agora está diferente. Dá-me um grande gozo gritar com ele mesmo a desproposito e ver como ele se põe de gatas a pedir desculpa - não se sabe de quê - e lamber-me os pés como se fosse um cão. Passei a obrigá-lo a usar bata e a servir à mesa fardada. Falei dos meus amigos. Pois bem. Eles gozam com ele (com ela) chamando-lhe criada obediente e mandando ela apanhar guardanapos que atiram para o chão. Eu digo ela porque na verdade eu obriguei-a a transformar-se numa ela. Veste-se como uma mulher, com vestidos, colãs e tudo.Os meus amigos dizem para mim: põe esta cadela a lavar a loiça e vamos fazer uma orgia. Eu gozo que nem uma doida. Depois, quando já estamos relaxados, os meus parceiros mandam-me ir chamá-la ao quarto dela. Lá vou eu acordá-la. Ela fez-nos café e depois de nos reconfortarmos mandam-na tirar a camisa de dormir e a cuequinha. Fica nua, com um penduricalho que é uma pilinha triste e murcha, mais pequeninha do que uma pilinha de porco. Depois, como já estavamos um bocadinho bebidos, começámos a gozar com ela. Primeio mandámo-la por-se a 4 patas. Depois o Pedro (um dos meus amigos) começou a dar-lhe palmadas nas nalgas. Depois eu fui buscar o meu vibrador e enfiei-lho no cu. Quando ela já gemia o André mandou-me parar. Disse: agora ela vai beber. E enquanto ela chupava o André todos os meus amigos se preparavam para a humilhação final. Assim que o André se esporrou para cima dela ela já estava cansada e deitou-se no chão. Foi então que todos eles e eu tamém gritámos: É agora! E pusemo-nos a fazer xixi para cima dela, para a boca fiz eu, eles apontavam para outras partes. Ela chorou, mas amochou. Foi assim que eu transformei o meu homem a dias em mulher a dias e a pus ao meu serviço e dos meus amigos. Gosto tanto de ser fudida por eles! Sou insaciável. Eles às vezes gostam de me ver fazer amor com outra mulher à frente deles, mas eu até gosto. Não me levem a mal por transformar um homem a dias numa mulher a dias mas ela mereceu. Eu sou ao mesmo tempo oferecidinha e obedientezinha para os meus amantes e amigas, mas fui muito mandona para aquela coisa. Beijinhos desta vossa puta.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:45
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Quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009

Ferias nos Açores


O que vos ou contar aconteceu comigo no ano passado. meu marido e eu tinhamos ferias marcadas pra ir visitar os açores mais contretamente a ilha terceira chegado o dia fomos pra a ilha terceira fomos para o hotel em angra passiamos muito no primeiro dia vou lindo. estavamos a jantar quando meu marido recebeu uma chamada do serviço para ir de imediato para Lisboa por causa de fechar um negocio. Fiquei muito triste pois tinha-mos começado as nossas férias.Ele me disse para eu ficar que ele ia e vinha no outro dia pois estava tudo pago durante uma semana.

Assim foi no dia seguinte estava sozinha a passear sozinha em angra, fui almoçar num restaurante perto do hotel me sentei numa mesa de quatro pois estava quase tudo cheio nisso entra um casal e perguntou se podia se sentar ao lado, aceitei ele era muito elegante e sua esposa uma mulher muito sexual durante o almoço não deixei de me aperceber que o casal não tirava os olhos de cima de mim ela me preguntou se estava sozinha eu disse que sim pois o meu marido tinha ido a Lisboa ela me perguntou se queria ir com eles ver uma tourada há corda.

Aceitei pois nunca tinha visto, quando lá chegamos fomos para a casa deles, ela abriu a janela em cima e disse-me aqui se vé tudo e em segurança fiquei a ver estava a gostar, quando me apercebo estava ela ao meu lado e o marido a trás de mim senti uma mão no meu traseiro fiquei gelada a mão começou a descer e a subir no meu traseiro olhei pra ela e ela sorriu. ele por tras despiu-me as calças fiquei com a camisa pois estava na janela em cima senti a mão dele entre as minhas pernas hummm estava a ficar doida com aquilo ele se sentou no chão e começou a chupar-me toda.

Ccomeçou pelas pernas a cima até ao embigo já nao aguentava mais sai da janela e fomos pra a cama ela comecou a me chupar os peitos enquanto ele me chupava a minha cona toda estava doida de prazer ele se levantou e veio ter comigo para eu chupar quando me apercebo do tamanho do pau fiquei assustada pois deve ter uns 22c começei a chupar, ela lmabia-me a cona nunca me tinha vindo tanto, ele pediu para me foder concordei logo pois estava doida para receber aquele mastro. Pus-me de quatro e ele entrou devagar apessar de estar muito molhada aquele mastro era grande entrou e comecou num vai e vem doido ela estava por baixo de mim a me beijar as mamas depois desceu e me beijava a cona enquanto o marido me enfiava venho-me várias vezes.

Depois ele me pedi para ir ao cu coisa que nao aceitei pois nunca tinha feito nada ele entao foi ao cu damulher enquanto eu beijava aquela cona saborosa ela gemia tanto nao sei se era de dor ou de prazer se calhar as duas coisas ele disse que iria se vir na minha cara e vei-se que nem um cavalo fiquei toda cheia de leita na minha cara a mulher vei me beijar .fomos tomar um duche e eles me deixaram no hotel estava toda dorida pois aquele mastro era grande mas muito satisfeita .no dia segunte meu marido chegou nao lhe contei nada do que se tinha passado .nos divertimos muito e passeamos muito adorei aquela semana foi maravilhoso espero lá voltar

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:40
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Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

Desejos GAY


Já tive experiencia com um homem.
Gostei, se bem que o nervosismo pode não ter deixado aproveitar o momento.
Passou-se uns tempos e desejo de ter novas aventuras surgiu de novo na minha vida.
E comecei a frequentar chats bi’s e gays e comecei a conversar bastante com um rapaz (chama-lo de A). Primeiro, no chat, depois no MSN e rapidamente começamos a ligar as cam para vermos um ao outro. Gostávamos do que víamos e rapidamente, criou-se empatia suficiente para combinarmos um café.
Num sábado, encontramo-nos. Nervosos, mas agradados, por finalmente, conhecermos pessoalmente a pessoa que nos fazia ficarmos excitados. Começamos a falar de coisas banais e rapidamente fomos parar ao sexo. O porquê do desejo, ao quanto tempo surgiu, etc. Estávamos contentes até que surge um amigo dele, que tinha boa pinta. Cumprimentara-se e apresentou-me (chama-lo de B). E convidei-o a sentar-se connosco. E sentou-se. Conversamos e A confidenciou que B era um excelente amante, pois tinha sido ele que o tinha iniciado numa relação gay. Fiquei curioso, mas tentei manter postura. Mais uns minutos e B convidou-nos a ir bebermos um copo a casa dele, aceitamos e lá fomos. Ia excitado, nervoso, mas fui. Entramos, uma casa bem decorada, arrumada, e fomos para a sala. Sentamo-nos no sofá e eu fiquei no meio deles. Conversamos um pouco sobre sexo gay, e nisto ele pergunta se pode por um filme para relaxarmos. Engoli em seco, pois imaginava que género ele iria por, e quando começa a dar o filme, vejo que é gay. Ele fecha os estores, fica pouca luz na sala e começamos a ver sexo gay. B desce as calças e começa a tocar-se. O amigo A segue-o e também começa a tocar-se. Eu estava sem jeito e B, diz “Estás nervoso? Precisas de ajuda?” e nisto pega na minha mão e põe sobre pau dele, meio duro. Fechei os olhos de alegria e agarrei-o. A desabotoa minhas calças e começa a acariciar-me o membro. Abro os olhos a aprecio a cena: eu a bater uma a um rapaz, e eu a ser masturbado por outro. Eu com 2 homens. Nem queria acreditar. A além de me masturbar, começa a mexer-me no olho do cu. Meus olhos reviram-se, e B pega na minha cabeça e diz “É melhor mamares-me” e abro a boca a tempo de enterrar-me o pau todo de uma vez pela minha boca a dentro. E começa a foder-me a boca ao seu ritmo. Não tento parar, nem sequer tento tira-lo da boca. O A enterra-me dedo no cu e começa a mamar-me. B diz que já volta e eu e o A pomo-nos a jeito para fazermos um 69, e começamos a brochar em simultâneo, no chão da sala. B volta e diz que também quer participar e põe-se por trás de mim e sinto um liquido frio a escorrer pelo meu rego, seguido dos seus dedos a apalpar-me o olho. Mexe e remexe até que me enterra dedo no cu. Um dedo num vai vem, até que me mete o segundo dedo. Eu com as minhas mãos, tento alargar minhas bordas, para melhor enterrar. Ele sente que estou pronto, e encosta a sua cabeça ao meu olho. A ao ver a cena, diz “Lindo, adoro mamar e ver cu a ser fodido”. E B começa a arrombar-me. Entra a cabeça, gemo e ele pára. “Doeu?” perguntou… não respondo pois não queria parar de mamar o A. Só fiz uns barulhos e ele enterra mais. Gemo mais um bocado, tento alargar minhas bordas o mais possível, até que sem controlo digo “Fode-me como uma puta com cio” e nisto ele agarra-me as ancas e numa estocada, mete-o todo! Paro de mamar e dou grito, de dor e prazer intenso, e retomo a minha mamada. E começo a sentir olho a ser alargado a cada enrrabadela. Eu estava com 2 homens, a ser uma puta sem vergonha, só pedia mais e mais e mais. B pára de me enrrabar e deixa que A me foda, ficando eu de barriga para cima. A põe minhas pernas nos ombros dele e entra facilmente. Rio-me de alegria, pois está a ser divinal. B ajoelha-se à minha frente e enterra-me novamente pau dele na minha boca, e começa a foder-me a boca. Deixa-me varias vezes sem ar, eu babo-me imenso, mas ele sabe o que faz e sabe quando parar.
Nisto trocamos de posição e A senta-se no sofá, eu ajoelho-me a frente dele e mamo-o, lambo-lhe os colhões, o olho do cu, só quero dar-lhe prazer, e B, coloca-se por trás e começa a enrabar-me novamente, com uma velocidade louca, Sinto os colhões dele a bater-me, a barriga dele a bater-ne nas bordas, e começam dizer que se vão vir. Eu digo “ambos têm de ser vir na minha cara, combinado?” ao que ambos concordam. A ameaça ser o primeiro e agarra-me o cabelo eu bato-lhe uma punheta a alta velocidade e sinto a esporra a saltar-me para a cara. Quentinho, sabe bem, e volto a mama-lo, para limpar-lhe o pau. B Chama-me ajoelho-me perante ele, que se tinha posto de pé, faz-me mamar e vem-se na minha boca. Muita esporra me deu ele. Não me esgasguei por pouco, até que cuspi tudo pró meu peito e espalhei com minhas mãos.
Eles pediram para ver meu cu e estava aberto, escancarado a pau de homem sedento de cú. Estava de rastos e feliz. Tinha ali dois homens desejosos de me tratar como uma menina sem vergonha, uma puta pronta a ser usada e esporrada.

Levantei-me, fui à casa de banho voltei e B fodia A. Eles chamaram-me mas fui embora. Apenas mamei uns segundos cada um.

Ficou combinado mais encontros, e já aconteceram.

Pode ser que os conte.

Abraços a todos os homens bons, e às mulheres, que apesar destas experiencia, eu adoro muito.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:42
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Quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009

Como eu já tinha contado no meu conto "Tesão pelo meu filho" a MInha 1º Vez ...


Como eu já tinha contado no meu conto "Tesão pelo meu filho", eu já há muito tempo que partilhava a cama com a minha melhor amiga Luísa. Desde os tempos em que éramos colegas de faculdade e partilhávamos o nosso apartamento em Lisboa, que estávamos habituadas a estar uma com a outra, mas só nos envolvíamos se houvesse ambiente para isso. Tirando essa situação, não tinha uma especial atracção por mulheres embora não me fizesse qualquer confusão estar com elas. Mas um dia isso mudou. Eu tinha emprestado uma mala muito gabada pelas minhas amigas a uma amiga da minha filha, a Catarina. A Catarina tem 29 anos, é muito elegante e algo exótica mesmo para os meus padrões que sou uma mulata com sangue português, chinês e indiano, tudo à mistura. Ela tem uma pele clarinha, cabelo mesmo preto e uns olhos estranhíssimos de um azul água mas que caminha para um cinzento luminoso.

Enfim, ela quando queria, com aqueles olhos conseguia pôr qualquer pessoa em sentido e segundo a minha filha, aquele olhar fazia até o homem mais corajoso e duro tremer de medo. Mas também quando sorria só emanava calor. Era realmente uma mulher invulgar. Como eu dizia, eu tinha emprestado à Catarina uma mala lindíssima da Moschinno que eu tinha comprado em Florença. Ela precisava da mala para uma festa num hotel de luxo onde a empresa dela ia organizar um evento. Uma semana depois veio devolver-me a mala. Era um sábado de verão, estava imenso calor derivado daquelas terríveis ondas de calor que são agora tão frequentes. Como sempre faço quando estou em casa, andava só com uma t-shirt do meu marido e sem nada por baixo. O meu marido estava a trabalhar fora, o miúdo estava em competições com a equipa de pólo e a minha filha já vivia na casa dela onde muitas vezes ela e a Catarina faziam muitos "disparates" com amigos. Quando ela entrou, estava com um vestido amarelo Carolina Herrera que eu adorava. Ela parecia voar naquele vestido e eu com uma t-shirt só por cima sentia-me como uma campista (eu confesso que sou muito vaidosa e adoro roupas).

Ela devolveu-me a mala, falámos um pouco e depois, sempre levada pela minha vaidade e tara por roupas e acessórios, levei-a ao meu quarto para lhe mostrar um vestido e uns sapatos que tinha comprado. Mostrei-lhos e a Catarina pediu-me para o vestir. Despi-me, pus o vestido que eu adoro, branco com uns padrões de flores exóticas amarelas e azuis claras. O vestido fazia-me sentir sensual, com as minhas mamas volumosas a quererem sair debaixo de um decote um bocado pronunciado demais para uma mulher da minha idade, mas que depois fazia um evasé a partir da parte superior da barriga. A Catarina respondeu-me que eu ficava linda e sorriu para mim. Disse-me ainda que assim ninguém me deixaria em paz. Eu, vaidosa como sou, adoro que me digam coisas dessas, mas só quando são bem ditas, e ela sabe dizê-las. Quando ia finalmente tirar o vestido ela aproximou-se de mim e ajudou-me a tirá-lo, puxando-o para cima. Mas senti que ela olhava de maneira diferente, com olhos de excitação e que a dada altura as mãos dela pararam na minha cintura. Nisto, eu sentia-me um bocado zonza, e ela aproximou-se de mim e começou a beijar-me na boca. Eu nem me desviei. Estava tonta e surpreendida porque nunca imaginei que a Catarina fosse lésbica ou bissexual, mas ao mesmo tempo estava a adorar e nem me dei ao trabalho de me desviar dela. De seguida caímos na minha cama e despimo-nos.

Beijávamo-nos loucamente e sentia os dedos dela enfiados em mim e nem o meu rabo escapou. Estava doida de tanto prazer e deitei-a de costas, levantei-lhe um bocado o rabo como costumava fazer com a Luísa e lambi-a devagar. Ela gemia e acariciava-me os cabelos e eu sentia-me como que alucinada pelo prazer que me invadia. Estava ali sózinha na minha cama com aquela mulher lindíssima, amiga da minha filha e que eu nunca pensei que sentisse vontade de fazer amor comigo. A Catarina de pronto se veio na minha boca e desgrenhada pediu-me para fazermos um 69. Eu fiquei por baixo e ela antes de se virar pôs-se em cima de mim e começou a brincar fascinada e também excitada, com as minhas mamas. Naquele momento não pude deixar de pensar como as minhas mamas eram sempre tão desejadas. Os homens adoravam-nas e lembrei-me de um momento na praia em que um rapaz uma vez ficou duro ao ver-me em topless. A Catarina lambia-me as mamas e depois subia a cabeça e assim podia vê-la. Mexia-se lentamente como se fosse uma serpente, elegante, sedutora e depois virou-se e começou a lamber-me em baixo. A língua dela percorria-me os lábios e entrava provocando-me ondas de calor e prazer que me tiravam a concentração para a lamber. O meu rabo também era lambido e sentia-me cada vez mais perto de uma explosão de prazer.

Ao fim de um tempo em que só tenho a imagem daquele rabo tão perfeito em frente da minha boca, vim-me descontroladamente e dei um grito tão cheio de prazer que até perdi a voz a meio. Ficámos depois abraçadas uma à outra na minha cama e enquanto descansávamos suadas e mais relaxadas, notei que os nossos vestidos estavam todos amarfanhados e manchados dos nossos líquidos. Disse-lhe que era melhor ir ter com a Cristina (a minha filha) só quando fosse de noite para que ninguém visse as manchas e a Cristina não lhe perguntasse alguma coisa e ela tivesse de inventar. Ela, com um sorriso malicioso e aqueles olhos cortantes, respondeu-me que a Cristina adorava vê-la com manchas e senti-las ainda molhadas. E foi aí que percebi que andavam as duas enroladas. Por um lado não fiquei surpreendida, porque dada a relação muito aberta que sempre tive com a Cristina, sabia que ela de vez em quando andava com mulheres. Mas por outro lado fiquei surpreendida, excitada e com alguma ponta de ciúme. Como a Cristina nunca me tinha dito nada e eu até já tinha saído com elas à noite e experimentado amigos delas, nunca me passou pela cabeça que andassem também uma com a outra. A Catarina, sentindo que eu estava a começar a ficar excitada de novo, depressa começou a beijar-me perdidamente e a masturbar-me e eu já ficava de novo louca de desejo. Mas ainda parei e consegui dizer-lhe para ela não contar nada à minha filha.

Em resposta, só obtive aquele sorriso malicioso e a mão dela a fazer maravilhas entre as minhas pernas. Fizemos amor até por volta das oito da noite, hora em que ela teve de ir ter com a minha filha. À porta, ela beijou-me mais uma vez e ainda me levantou a t-shirt deixando que as minhas mamas se vissem inchadas e vermelhas. Eu estava aterrorizada só com a possibilidade de os meus vizinhos me apanharem naquela figura, mas ao mesmo tempo estava desvairada e não queria parar. Passei o resto da noite excitada mas sozinha. No entanto ainda deu para ligar à Luísa a contar o sucedido e masturbar-me com ela. Na domingo à noite, a minha filha telefona-me a perguntar num tom meio trocista e curioso se o meu vestido estava muito manchado e nesse momento fiquei siderada mas excitadíssima e do outro lado também sentia alguma agitação da Cristina.

Aí contei-lhe tudo o que se passou e ela ouviu-me perguntando só de vez em quando algum pormenor. Depois despedimo-nos uma da outra e ela disse que viria a minha casa no dia seguinte. Foi a conversa mais quente que tinha tido com ela, e naquela noite não dei descanso ao meu marido.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 04:32
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