Sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Despertar para a traiçao


Olá a todos!

Chamo-me tenho 34 anos e sou casada a 7 anos, não temos filhos pois o meu marido e engenheiro numa multinacional e para pouco tempo em casa.

E sempre foi uma mulher fiel e nunca tal me passou pela cabeça mas desde a 3 meses para cá tem andado muito carente, ele passa muito tempo no estrangeiro e quando chega pouca atenção me dá o que me tem deixado muito desmotivada com a nossa relação.

Desde de muito novinha que sempre cuidei do meu corpo e tenho tentado sempre manter uma figura esbelta, e penso que, sem me querer gabar que até possuo um corpo que é desejado por muitos homens, noto isso muitas vezes nos olhares espetam e percorrem o meu corpo, faço não fingir e, a verdade é que me dava muita auto-estima, mas desde que o meu marido tem estado ausente este sentimento tem se transformado em desejos carnais e quando dou por mim estou a responder aos olhares mas depois não tenho coragem e “fujo”, dou por mim em casa toda stressada e carente.

Os meus amigos dizem que sou extrovertida, e até sou mas quando conheço as pessoas, se não conhecer não sou muito de puxar conversa então resolvi tentar nesses chat que se tanto ouve falar, e assim foi, conheci algumas pessoas e foi seleccionado as que me interessavam e uma delas era um rapaz de 19 anos que me atraia muito o seu corpo, ele mostrava-se na Webcam e estava sempre a pedir-me para o fazer também, a minha vontade era enorme mas como ele era novo tinha receio até que um dia o fiz, costumávamos falar a noite depois das 23 horas ele aparecia online, e eu nesse dia fiz questão de me por muito atraente, vesti uma lingerie branca toda rendada e muito pequena que deixava transparecer os meus seios e o bocadinho de pelos que tinha em baixo, ao qual o meu marido chamava “crinazinha”, e por cima uma camisa de dormir transparente que a deixei desabotoada.

Mal liguei a webcam ele começou a elogiar-me e a dizer que estava a ficar atesuado, eu achei piada e comecei a fazer umas poses para ele, o meu espanto quando olho para o monitor e ele esta sentado todo nu de pernas abertas e a masturbar-se para a webcam, hesitei um bocado mas o pau dele era super bonito, enorme e parecia estar tão duro, queria pegar nele e senti-lo todo dentro mim, esta estática a olhar para o monitor fixamente no pau dele quando ele me pediu para brincar uma bocado com o meu corpo, eu não hesitei, tirei a camisa de dormir, sentia-me como uma adolescente, os meios seios estavam rijos como a muito na sentia e quando passei a mão pela minha rata já estava completamente húmida só de estar a olhar para o pau dele, enfiei o dedo na minha rata e dirigi a mão a boca para provar o meu sabor, ele masturbava-se intensamente e quando me viu a lamber o dedo disse que se queria vir e isso ainda me deixou mais excitada, abri bem as pernas para ele ver a minha rata e insinuava-me toda para ele até que ele explodiu com um enorme jacto que ate com a fraca definição da webcam se via bem e não parava, tanto leitinho deitava ele, devia estar com uma cara de completa desconsolada a velo explodir de prazer, queria senti-lo meu a escorrer pelo meu corpo, e continuei a esfregar me intensamente ate me vir, despedimo-nos e desligamos, foi tomar um duche e nessa noite dormi como já não dormia a bastante tempo, claro que não é necessário dizer que mantivemos este romance cibernético durante um período ate que ele arranjou uma namorada e eu não resisti e rendi-me ao pecados carnais atraiçoando o meu marido vezes sem conta, sempre que um homem olhava para mim com olhar de desejos e atraia-me, não pensava duas vezes e correspondia aos olhares e as vezes era mesmo mais atrevida provocando-os para ser assediada, e como eu gostava de ser assediada, mas isso já são outras histórias que vão ter de ficar para outro dia.

Dona de casa


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:24
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Quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

Um Dia Bem Passado


Somos um casal jovem , com 26 anos cada, somos casados e sem filhos .
Já ha muito tempo que não tinhamos um dia só para nós , combinamos e marcamos uma sexta feira só para os dois .
Prometemos que queria uma sexta feira de bom sexo e sem qualquer trabalho . De manha aproveitamos para colocar algumas coisas da casa em ordem , la para as 11:30 fomos tomar banho os dois. Eu, Alex, já estava excitado , fico sempre assim quando vejo a Alexa toda nua , ela tem 1.69m , com uma carinha linda , peitos do tamanho de duas laranjas bem grandes, ou seja nem muito grandes nem muito pequenos , depois tem um cu super jeitoso que gosta muito de umas palmadas, ao tomar banho ja nos fomos beijando e já me fui masturbando enquanto lhe mexia na cana com os meus dedos e lhe lambia as mamas , estivemos assim uns 5 minutos , mas como eu não queria me vir logo, agarreia pelos cabelos e disse-lhe : "Hoje vais ser a minha puta" , ela somente riu ja mostrando que o seria com todo o gosto. Vestimo-nos e ela como sempre ficou super sexy , com aquele cu todo empinado e com a sua camisola nova. Fizemo-nos á estrada , sem qualquer destino , fomos andando e quando quisesse parava para almoçarmos, assim foi , duarante a viagem ela deitou a cabeça no meu colo e fui-lhe dando mimos e fazendo carissias, quando estava para lhe passar os dedos na cona chegamos a portagem e tivemos que acabar a brincadeira . Almoçamos bem e depois do almoço andamos cerca de 1 hora de carro a tentar encontrar um sitio para estacionarmos e estarmos á vontade, depois de muito esforço lá o consegui, e que sitio, no meio do monte sem casas nenhumas por perto. Paramos e trancamos as portas. Estava com a piça a estourar, tirei-a para fora e a Alexa fez um delicioso broche, lambeu de cima a baixo , chupou a ponta , lambeu os tomates. passou a lingua como se chupasse um delicioso corneto, depois esfreguei a piça enquanto ela me beijava e me lambia os mamilos... que delicia, ela é expert a fazer isso, logo de seguida mandei-a puxar as calças e as cuecvas para baixo , o que ela fez sem grandes cerimónias, logo lhe mandei puxar a camisola e o soutien para cima e agarrei-me aquelas mamas deliciosas que ainda ficam mais boas quando ela está excitada. Passeia a lingua naquela cona sumarenta e deliciosa que ela tem. Beijamo-nos e enfiei-lhe 1 dedo pela cona acima , depois outro e outro e outro , até que estavam 4 dedos na cona , enfiei o mais que pude e ela só gemia, e pedia para se vir , o que eu não deixei, ela estava totalmente possuída pelo tesão e pediu-me que a fodesse. Disse-lhe que não, que só se viria quando eu quisesse. O telefone começou a tocar , era uma amiga , enquanto ela falava eu lambia-lhe as tetas e esfregava-lhe a cona toda molhada. Após ter desligado só dizia : "fode-me , fode-me , deixa-me vir ". Não , vens-te quando eu quiser sua putinha - disse-lhe eu ...Saí fora do carro e peguei nela e coloquia no capô do carro fiz-lhe baixar as calças e as cuecas fio dental vermelhas que trazia e lambi-lhe ali a cona ao ar livre , mas como ela tinha receio que aparecesse alguém, fomos embora . Mal apanhamos a autoestrada ela remexia com a mão no meio das pernas , estando totalmente excitada , meti-lhe a mão fora das calças e até as calças já estava molhadas tal a quantidade de fluidos que íam escorrendo da sua rata . Acalmeia e disse que soubesse esperar , assim foi , fomos até um centro comercial e dei-lhe uma prenda , tendo ela ficado radiante , depois fomos para casa . Bem , acho que ja sabem o que aconteceu... mal chegamos ao nosso quarto ela foi tirando a roupinha toda e atirou-se literalmente para cima de mim , passei-lhe a mão na conaça e estava um lago , hum ... como eu gosto dela assim ... beijamo-nos e enroscamo-nos , como eu tenho fetiche de lhe enfiar a mão toda pela rata acima.Ela quiz-me agradar pela prenda e pediu que lhe enfia-se os dedos pela cona , assim fiz , enfiei logo dois dedos , tendo em menos de um minuto enfiado logos os outros 3 , 5 dedos naquela cona boazona , ela arreganhava as pernas para eu meter mais e mais . mas não consegui enfiar a mão , mesmo assim tive com os 5 dedos a enfiar para cima e para baixo e ela toda contente , depois fez-me meio broche com muita saliva e enfiou a piça toda pela cona acima , e disse : " que piça tão boa que tens ", fode-me toda , fode" , fui-a fodendo primeiro com ela em cima depois rodamos e agarrei-lhe as pernas tendo-as aberto todas e enfiando os meus 21 cm o mais que pude, ela gritava de prazer, estivemos assim uns 20 minutos até que ela me pediu para lhe enfiar na cona mas por detrás , ( adoro esta posição , além de lhe foder a conaça como quero ainda lhe vejo o olho do cú todo aberto e esgasso-lhe as bordas com as maos o mais que posso para ver aquele boraquinho bem aberto . Fodi-a toda e quando vi que ela se estava para vir mandei-lhe 4 palmadas valentes nas bordas , que até me ficou a doer a mão e perguntei-lhe : "é assim que gostas sua puta ?, é assim que queres?" ela só gemia , e deu varios gritos , viemo-nos os dois ao mesmo tempo , esporrei-me completamente dentro dela . Após o gozo passei a mão a fazer massagem naquele belo cuzinho ... coitadinha , fiquei com medo que a tivesse aleijado , mas ela disse que não e que gostou muito do momento . Amo-a por ela me saber amar e me fazer sentir realizado ... logo de siguida levantamo-nos ainda juntos para a esporra não ir para a cama e mal tirei a piça de dentro dela a esporra caiu no chão e escorreu-lhe pelas pernas abaixo , logo de segida fomos tomar banho ... À noite ainda houve mais festa , mas esta é outra história , votem em nós e em breve contarei o que se passou á noite ... Portem-se mal ....


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:06
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Terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Desabafo de Isabel


Ola Sou a Isabel Dona do Site e Blog ATREVIDA
Como todos sabem eu faço brincadeiras virtuais

Hoje chegou aqui um fulano que esteve a insisitir mais de 15 min que queria um encontro comigo, ofereceu-me
€ 3.000.00



Como eu nao aceitei começou com ameaças:

( VOU FAZER MÁ PUBLICIDADE DO TEU SITE )

( NAO DOU TEU CONTACTO A NINGUEM )

Rssssssssssssss

Como se eu precisasse de contactos!!!

Tenho mais de 20.000 contactos nos MSN fora os membros do site!!!!

Sera que nao aceitam um NAO?
Tanta mulher ai a procura de sexo pago e tinha logo que vir insistir comigo?
Nao cheira a esturro?

Lá pk faço Sexfone e Webcam
Sou Obrigada a ter sexo com quem aparece na net?

Bom é apenas um desabafo meu...
Existe apenas um bem:
O SABER

E apenas um mal
A IGNORANCIA .....

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:09
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O Jogo


Era Junho, Sábado à tarde e eu e a Marlene tínhamos ido passear junto à praia quando encontramos o Vasco e a Joana. Um casal amigo que já não os víamos aos uns dois anos e naquela altura era normal sairmos quase sempre juntos.
Foi uma grande festa o nosso reencontro, que combinamos logo para à noite um jantar em minha casa.
Chegada a noite, apareceram à hora marcada e acompanhados com uma garrafa de Esporão (reserva de 2004) para os homens e uma Gazela para as senhoras.
Na altura comentei logo, o quanto o vinho me subia à cabeça muito rapidamente, mas recebi de resposta que esta noite era mesmo para festejar.
Durante o jantar, como era costume, as nossas conversas tinham sempre mais do que um sentido, pois era a forma que nós tínhamos de manter sempre aceso qualquer assunto que falássemos.
No fim, tomamos café e a Marlene disse-lhes que agora já tínhamos jogos novos e que podia ser os homens contra as mulheres, que foi aceite da parte deles e incentivar-nos a começarmos já.
Então as senhoras levantaram as coisas da mesa e nós preparamos um digestivo para os quatro.
Já com todos na mesa, abri a porta do armário onde temos todos os jogos e o que estava por cima era o “Trivial Pursuit” é um jogo de perguntas e respostas que começamos logo a jogar.
Nas duas partidas que fizemos, os homens ganham ambas, então a Joana pergunta se não temos outro jogo pois naquele éramos muito fortes, então o a seguir foi o “Pictionary” que já se trata de descobrir palavra ou palavras através de desenhos ou rabiscos e ai empatamos um a um.
Então para decidir quem ganhava, resolveram que seria com um outro jogo. O que estava a seguir era o “Castelo do Prazer”.
Este é um jogo, como diz na caixa, para maiores de 18 anos, pois a palavra “prazer” aqui é tomada à letra.
È jogado desta forma, as donzelas saem primeiro, por isso levam uma jogada à nossa frente, em que o objectivo é elas conquistarem umas cartas com desenhos, para se livrarem dos castigos que os homens tem direito se calharem na casa delas, perante as cartas que lhe saiam e dessas existem três níveis, basicamente o 1ª nível é mais sensual e coisas do género, o nível 2º já é muito mais atrevido e o 3º nível é mesmo sexual.
Antes de começarmos, expliquei todas as regras e de que se tratava o jogo e que se quisessem tudo bem, se não tudo bem na mesma e passávamos ao jogo seguinte.
Então a Joana pergunta: “Mas qual era o próximo jogo?” que lhe respondo: “O Monopoly.” Mas ela diz: “Olha por mim pode ser o tal do Castelo.”
O Vasco volta a perguntar: “De certeza? Percebeste bem as regras e as consequências?
“Claro que sim, além do mais, tanto eu como a Marlene, já vos vimos em cuecas e até mesmo sem elas. Qual é que seria o problema? Se com a Marlene estiver tudo bem, comigo tudo bem está.” Responde a Joana.
A Marlene sem demora responde: “Por mim tudo bem. Eu não tenho problema nenhum com isso. Além do mais isto é apenas um jogo e não passa disso, por isso o que calhar, calhou.
Então passamos a joga-lo e lá começaram elas com uma jogada de avanço e nós fomos logo a trás.
A primeira a ser apanhada foi a Marlene por mim e então íamos começar pelo 1º nível, além do mais era ainda para aquecer e criar o ambiente.
A carta que me saiu dizia: “É tremente de emoção e prazer, suplicou-lhe que descrevesse o estado de excitação dela enquanto ele a acariciava.”
E assim o fiz, levantei-me e fui para junto da Marlene que continuava sentada, então calmamente comecei a passar as minhas mãos pela face, ombros e descendo até aos peitos, aí ela com os olhos fechados e com os outros dois a olhar, ela começa a dizer que aí gosta muito e que os arrepios começam a aparecer e põem-se de pé. Volto a descer até à zona vaginal e aí ela ferra os lábios, dá um arrepio grande coloca a sua mão por cima da minha e diz-me: “Já chega, já chega para já.”
Tanto o Vasco como a Joana estavam espantados ou assustados, mas a sorrir.
Foi a vez da Joana, que estava à minha frente, jogar e saiu-lhe apenas duas casas para andar e à Marlene três casas, então foi a vez do Vasco que calhou ficar na mesma casa da Marlene, que retirou mais uma carta que dizia: “E sentindo o desejo envolvê-lo suavemente, descreveu-lhe como gostaria de a possuir.”
Mal acaba de ler alto, olha de imediato para mim e diz-me: “Ò Daniel e agora?”
“’Bora meu. Se entramos no jogo, agora é até ao fim.” Digo-lhe eu.
Ele ainda olha para a sua mulher que ela lhe diz: “Estas à espera de quê? Estamos todos à espera que digas à Marlene como a gostarias de a possuir.”
Esta só se ria.
“Começava por beija-la… “ começa ele que é de imediato interrompido pela própria Marlene que lhe diz: “Mas espera lá. Afinal estas a falar para mim ou para os outros. Começava por beija-la ou começava por beijar-te… como ficamos. Esta carta é só para mim e para ti.”
Então ele recomeça: “Começava por beijar-te enquanto te apalpava os seios, depois começava a despir-te e ia te beijar os teus mamilos até ficarem durinhos, de seguida tirava-te as calças e as cuecas e lambia-te os lábios vaginais até ficares completamente húmida, depois subia e penetrava-te de uma forma louca. Já está.”
Começamos os três a rir à gargalhada da maneira como ele falou com medo e nervoso. Até que ele também começou a rir.
Voltamos a jogar os quatro e nada aconteceu até que na próxima rodada voltou o Vasco a tirar uma carta para a Marlene que dizia: “E com o amor a iluminar-lhe as feições, pediu-lhe que o deixasse acariciar as suas nádegas ainda que fosse por cima da roupa.”
Desta vez ele já se sentia sem complexos e como não queria nos ver novamente a rir dele, nem perdeu tempo, levantou-se e a Marlene também, foi logo apalpar-lhe as nádegas.
Agora era a minha vez e saiu-me 6 e fui para na casa da Joana, que mal viu arregalou os olhos para as peças do tabuleiro.
Passou o olhar por todos à volta da mesa e parou em mim a ouvir o que dizia a carta: “E continuando com uma voz sensual e cativante, pediu-lhe que pegasse na sua mão dele e o ajudasse a acariciar os seus seios ainda que por cima da roupa que trajava.”
Levanto-me, chego junto dela e ela pega-me na mão direita e coloca-a no seu peito esquerdo e aproveitando os meus dedos abertos fá-los passar cada um deles pelo seu mamilo que deixa completamente erecto e fechando os olhos vai à busca da minha outra mão para os seus dois seios serem acariciados e tomando o mesmo procedimento ferra os lábios. Aquela cena estava demasiadamente excitante até que ela segura-me os dedos e fá-los apertar os seus mamilos que a faz dizer: “Ai fodasssse… já chega, já chega.”
Ela estava vermelha e notava-se que tinha tido prazer.
Voltei a sentar-me já todo excitado e ela sentou-se e abaixou a cabeça de vergonha. Então, Marlene vira-se para ela colocando a sua mão na cabeça dela e pergunta-lhe: “Estás bem?” E ela olha para a Marlene sem saber o que dizer, pois esta já tinha percebido o que ela tinha sentido e a minha companheira volta-lhe a dizer: “Isto é só um jogo. Está tudo bem. Vamos continuar?” Que ela acena com a cabeça dizendo que sim e a Marlene dá-lhe um beijo na face e diz-nos: “Vamos então continuar e a partir de agora vamos já jogar o nível 2. Por isso, Joana, Joga o dado e foge ou não, destes dois gafilões.”
Fizemos mais duas jogadas, os quatro, e nada aconteceu, mas na jogada seguinte já não foi bem assim e a donzela a ser apanhada foi novamente a Joana mas só que desta vez pelo Vasco e ele tinha que tirar uma carta do nível 2: “E aproximando-me lentamente dela sem a assustar, postou-se por trás, tomou-lhe um dos seios por baixo da blusa e com a outra mão acariciou-a ao longo do corpo.”
E lá foi ele com a sua própria esposa e cumprir o que a carta dizia e logo depois joguei eu e que também calhei na casa dela que de imediato a Joana disse: “Assim não aguento. A mim parece-me que este jogo está viciado.” E ficamos todos a rir com aquele comentário.
“E sentindo ter encontrado aquela por quem o seu coração ansiava, despiu-lhe a saia deixando-a de calcinhas e beijou-a em seguida em torno do sexo dela, sem no entanto lho tocar.”
Ouvindo isto ela volta novamente à carga: “Estão a ver, estão a ver. Eu não disse, assim não há condições.” Dizendo isto, levanta-se e vai para junto dos sofás, onde havia mais espaço e começa a abrir o cinto, (é que ambas as meninas estavam de calças), que a Marlene diz-lhe: “Pára. Não és tu que te despes, mas sim o Daniel.”
Chego lá e passo a olhar nos olhos dela e pergunto-lhe: “Posso?” Que ela acena com a cabeça dando uma resposta afirmativa e começo eu a abrir-lhe o cinto, o fecho e desço-lhe as calças, ficando apenas com umas cuecas de fio dental cor de rosa transparentes só com uma florzinha amarela na parte de cima junto ao elástico. Ela senta-se no sofá e abre as pernas para facilitar o que eu começo de imediato beijando e lambendo todas as partes envolventes da vagina dela que iniciei mesmo pela parte interior das coxas que a fez logo suspirar e puxar a sua cabeça para trás fechando os olhos. Muito lento e suavemente ia deixando-a cheia de tesão até que ela já ia colocar uma mão na minha cabeça, só que tanto a Marlene como o Vasco a alertaram que não o podia fazer e então nessa altura parei e disse-lhe: “Vamos jogar.”
Elas bem tentaram fugir, (ou não), mas a Marlene teve que ir ao castigo (ou não) e o cavaleiro era o Vasco que leu: “E tentando controlar o fogo da paixão, suplicou-lhe que fingisse esquivar-se ao seu amplexo para que ele a fosse segurando e sentindo as formas do corpo dela.”
Ele foi logo para onde eu tinha estado com a Joana e notasse nele que já estava todo excitado e então a Marlene vai ter com ele e começa a empurra-lo e ele sem perceber que aquilo era parte do jogo, ficou surpreendido, até que ela lhe disse que ele é que tinha que tentar a agarrar-se a ela, foi então que começou a tentar agarra-la pelos braços e depois tentou segura-la pelo rabo só que ela virou-se e então coloca as mãos nos peitos dela e puxa-a até se encostarem completamente e ele coloca de imediato uma mão na vagina que ela se solta e dá um passo à frente e ele vai ao encontro dela e agarrou-se novamente aos peitos dela que então ela aproveita para se encostar nele e roçar o seu rabo no pénis dele que já estava de tal forma volumoso, que se notava bastante bem.
A Joana já se ria com esta cena toda.
Voltamos a jogar e eu não apanhei nenhuma delas e começamos uma nova volta e continuamos sem apanhar nenhuma das duas, mas cada vez mais se notava que quando ninguém apanhava ninguém o outro ou a outra apanhava logo o dado e jogava logo para acelerar, até que eu apanhei a Joana e reparei disfarçadamente na cara de satisfação dela e tirei logo a carta: “E sabendo que não podia deixar fugir a oportunidade que se lhe deparava, pediu-lhe que tocasse com a sua língua a língua dele.”
Nem foi preciso sair da mesa, levantamo-nos e com a mesa, o jogo e os olhares dos nossos companheiros, começamos de imediato com as línguas de fora a tocarem-se suave e lentamente. Era inevitável que os nossos lábios se tocassem e acabassem mesmo por se unir e se transformar num linguado que os outros ao princípio nada disseram, mas depois acabaram por separarem-nos dizendo que não era isso que estava escrito na carta.
Mais uma vez ficamos os quatro a rir à gargalhada.
Foi então que tanto o Vasco como a Joana quase ao mesmo tempo pergunta: “E o nível 3, como é?” Que então ficou acordado que a partir desta jogada já estaríamos a tirar as cartas desse nível.
Logo na primeira jogada o Vasco acerta na mesma casa da Marlene e leu: “E querendo perder-se numa aventura de amor desvairado, pediu-lhe que o despisse enquanto a despia. Seguidamente, acercou-se dela e voltando-a de costas para ele segurou-lhe nos dois seios e assim dançaram alguns minutos.”
Ambos vão para junto dos sofás e começam a despirem-se um ao outro muito delicadamente até ficarem completamente nus. Eu ligo a rádio e sintonizo até encontrar o programa “Oceano Pacifico” que iria ajudar na parte da música e assim dançaram uma música e meia.
Quando voltavam a vestir-se e voltavam para a mesa, eu joguei o dado e pelas minhas contas e a dos outros eu calhava numa casa à frente, mas a Joana disse logo que tinha ficado na casa dela, mas como o ambiente já estava fervendo ninguém se importou com isso e quiseram logo saber o que dizia a carta: “E com uma paixão doida inundando o seu coração, ajoelhou-se, retirou suavemente as calcinhas à donzela e levantando-lhe as saia beijou-lhe o sexo desnudo.”
Fomos de imediato para o mesmo sitio e tiro-lhe as calças aproveitando já para ficar de joelhos que de seguida retiro-lhe aquelas cuecas que da outra vez tinham ficado e começo a beijar-lhe o sexo que ela flecte um pouco as pernas para facilitar, que mesmo assim não chegava e então ela senta-se meia deitada e agora sim, fui-lhe beijar e lamber aquela vagina que já estava completamente molhada e que com os movimentos da minha boca e língua iam fazer quase ela atingir o orgasmo, que quando o senti parei e disse-lhe: “Tem calma, ainda não.” Que ela diz: “Ai, assim não. Assim não.” E tanto o Vasco como a Marlene começam, a rir.
Era a vez da Joana jogar e logo de seguida a Marlene e depois o Vasco que calhou na casa da sua companheira e leu: “Então, querendo possuir aquela graça de luar, pediu-lhe que o despisse enquanto ele a despia. Seguidamente deitou-se no chão e sentando a donzela desnuda por cima dele penetrou-a acariciando-lhe os seios ao mesmo tempo.”
Ela que ainda nem estava bem arranjada nem perdeu tempo e foi logo para o sofá e de imediato começou a despir completamente o Vasco que este fez o mesmo com ela e sem demoras penetrou-a com todo o fulgor que fez a Joana atingir o seu muito pretendido orgasmo que a fazia gemer deliciando-se de prazer.
Então eu e a Marlene ficamos ali a vê-los até que olhamos um para o outro e nem foi preciso falar. Levantamo-nos e começamos a despir-nos um ao outro e penetro-a do mesmo modo e só paramos quando ambos atingimos o orgasmo.
Nessa altura já estavam eles parados e agarrados a ver-nos.
Fomos nos lavar e despedimo-nos deles e de mais uma fabulosa noite de prazer louca.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:33
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Segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Foda a 3 Num Contentor


Depois de umas conversas pelo messenger, depois de umas sessões picantes pela cam, resolvi marcar o tão desejado encontro.
Fomos até Fafe, esperamos por ele próximo do sitio do encontro. Chegou e estava eu dentro do carro , quando o vi estremeci ,tal era a emoção e também o nervosismo. Paramos antes para tomar algo,pois não havíamos ainda tomado o pequeno almoço, e comemos algo num café.
O meu corpo tremia e não era de frio pois estávamos em Junho e já estava bem quente, sentia o olhar dele cravado em mim e o do meu marido também ,mas a verdade é que tinha assumido perante mim que ia em frente independentemente do que quer que se passasse. Porque na verdade eu queria estar com aqueles dois homens…acabamos o pequeno almoço e arrancamos ,teríamos que andar uns dois kilómetros mais ou menos até chegar ao destino…e esses dois kilómetros pareceram-me intermináveis ,tal era a minha ânsia de chegar ao local …bem não era só ansiedade, era excitação também.
Chegamos ao local determinado que ficava perto de uma pequena bouça ,eu saí do carro ,o meu marido também ,e o Manuel também o fez.
Eu queria entrar rapidamente no contentor (sim ,porque foi mesmo dentro de um contentor)mas ao mesmo tempo toda eu tremia ,mas depois de um pouco de conversa um pouco sem nexo ,lá entramos.
Eu sabia que eu teria que começar, mas a verdade é que não estava a saber como, até que resolvi dar inicio a tão esperado momento.
Abracei os dois, pondo uma mão em cada ombro deles, e beijei o meu marido como que se num acto de permissão para o que se fosse a passar a seguir…e beijei-o num misto de ternura e tesão ao qual ele respondeu com um beijo bem húmido e quente, depois foi a vez de beijar o Manuel, senti-o nervoso e com pouca á vontade, mas a verdade é que o beijei com calma, no fundo para o acalmar um pouco e deixa-lo mais descontraído, o beijo dele foi apressado ,sôfrego mas muito quente ,o que me deixou bem molhada e bem louca. Estivemos assim uns largos minutos.ora beija um …ora beija outro , e eu sentindo-me cada vez mais excitada e expectante.
Mandei quase que literalmente o Manuel contra uma parede do contentor, e desapertei-lhe o cinto, pus os jeans abaixo e fiquei a admirar o sexo sob as suas cuecas , apalpei, beijei por cima e percorri todo aquele pedaço de carne ainda não exposto…mas não resisti muito tempo a mete-lo na boca ,perante o olhar de tesão do meu marido …primeiro chupei aquela cabeça rosada, lambia-a, e meti-a toda bem fundo de encontro á minha garganta…estava deliciada com o seu doce sabor, o que me deixava louca de tesão já pensando quando o iria ter dentro de mim.
Mas ele pediu para parar, e eu parei.
O meu marido resolveu tirar-me o vestido ficando eu de lingerie cor-de-rosa,e enquanto ele me desnudava, o Manuel ia sugando meus bicos e apalpando minhas coxas e o meu cú.
Foi a minha vez de estar contra a parede do contentor ,enquanto um e outro ora me beijava, ora me apalpava ,e eu cada vez mais louca de tesão
Foi a vez do maridao ser chupado e sugado enquanto Manuel olhava .chupei-o com tanta vontade, que pouco tempo aguentou também ,resolveu mandar-me parar e pôr-me encima de uma mesinha que por lá estava.
Ajudou-me a subir a mesa deixando a minha rata completamente exposta ,e á mercê dos machos.
E eu a latejar de tesão e a ver qual seria o primeiro que iria encher a minha rata…pois bem foi o meu marido ,que me penetrou de frente com uma vontade louca ,e meteu ,num vai e vem frenético mas ao mesmo tempo apaixonado…até que parou para dar a vez ao nosso amigo ,que o fez com muita vontade, sentir aquele sexo quente e desconhecido tava a dar comigo em louca ,e enquanto ele me possuía eu afagava-lhe os cabelos ,apertava-lhe os bicos das mamas e beijava-o intensamente ,enquanto o meu marido olhava e dizia:
Ela tem ou não uma cona quente Manuel?
Fode-a bem como ela gosta!!!
Mas aí resolvi eu parar e sair um pouco daquela posição um pouco incomoda e resolvi ajoelhar-me perante aqueles dois homens e tornar a chupar aqueles membros deliciosos, chegando ao ponto de querer engolir aquelas duas vergas ao mesmo tempo…loucura,,ora chupava uma…ora chupava outra…depois lambia devagarinho ,e logo de seguida com mais ímpeto e mais tesão.
Levantei-me ,beijei-os novamente enquanto acariciava aqueles dois paus com as minhas mãos, até que o marido me manda por de quatro no chão .
Diga-se em abono da verdade que adoro tar de quatro tipo cadela ,e o meu marido sabia disso muito bem.Pus-me de cú para o ar virada para os dois com a rata bem exposta,e o maridao foi o primeiro a meter ,ccom uma tusa enorme e dizendo varias vezes :
Ahhhh amor que bom teres duas piças só para ti !!!!
Que cona quente tu tens!!!
E entre gemidos e palavras ofegantes ,fodeu-me de tal forma que se esporrou todo dentro de mim ,e eu gemia de prazer, sentindo as suas estocadas fortes e cadenciadas.
--Agora és tu Manuel
_Dizia ele fode bem essa coninha gostosa e quente…

E o Manuel assim fez, meteu-mo devagarinho ,e eu amei ter aquela verga nova ,novamente dentro de mim, enquanto as cadencias se tornavam mais fortes e com mais ímpeto eu gemia e vinha-me com aquela piça dentro de mim, até que o Manuel se esporrou encima das minhas costas, num culminar de prazer…
Limpámo-nos ,vestimo-nos ,falamos meia dúzia de palavras e preparamo-nos para sair ,pois o tempo era pouco e o sitio não era o mais apropriado.
Beijei-os mais uma vez como que a agradecer o momento ,mas quase com a certeza que aquele encontro seria o principio de mais alguns já com mais á vontade para os 3.
Esse realmente foi o primeiro ,mas houve mais…aguardem.


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Domingo, 5 de Outubro de 2008

Mae e Filho


Hoje tenho 35 anos e mamãe 62, só agora que nossa história voltou a acontecer, tomei coragem para relatar os fatos. Tudo começou quando eu tinha 16 anos, até então era um garoto como outro qualquer, batia punheta para tudo, mas nunca tinha visto minha Mãe como mulher, muito menos sentir desejos por ela. Até que um dia ao entrar no banheiro encontrei sua calcinha usada caída no chão, quando peguei-a para por no cesto de roupa suja, o cheiro de buceta me deixou doido, lambi e cheirei a calcinha até gozar alucinadamente.

omo nossa casa tinha fechaduras daquelas antigas, no dia seguinte quando ela foi tomar banho, corri para espiar, não acreditava no que via, aquela buceta rosada envolta numa selva de pêlos pretos, seus seios grandes, um pouco caídos, mas bicudos e sua bunda branca e farta me fizeram gozar rápido. Quando ela saiu do banho, voltei ao banheiro e punhetei lambendo sua calcinha ainda úmida pelos seus líquidos vaginais. Fiz disso uma rotina diária, primeiro vê-la no banho e depois punhetar com suas calcinhas usadas.

Passado algum tempo, mamãe que era uma mulher muito conservadora, não tocou no assunto, mas descobriu o que eu estava fazendo, pois começou a tapar a fechadura e não deixava mais calcinhas sujas após o banho, no começo tive medo pois achei que ela havia realmente descoberto me daria bronca ou contaria para o meu pai, porém nada disso aconteceu, pois depois de alguns meses notei que suas calcinhas voltaram a ficar no banheiro e a fechadura não estava mais tapada. Ai que fiquei totalmente confuso, afinal ela sabia ou não do meu tesão por ela ou foi só conhecidência ela tapar a fechadura e não deixar mais suas calcinhas usadas no banheiro? Comecei a fazer coisas inconseqüentes, gozar nas calcinhas usadas, mas nada dela tocar no assunto, então pra ter certeza se ela sabia do meu tesão, certa vez que ela menstruou, gozei no modess (absorvente) que ela iria usar, foi a certeza que eu queria, quando ela acabou o banho e viu o modess cheio de porra, olhou fixamente para a fechadura deu uma lambida na porra, vestiu-se e saiu.

As coisas ficaram assim por um bom tempo, até que papai precisou fazer uma viagem de negócios e ficamos sós em casa, após o jantar ela sentou-se na sala, ascendeu um cigarro, começou a beber vinho e me chamou para conversar, confesso que nesta hora encarei a realidade e me deu muito medo do que ela iria me dizer, daí ela me ofereceu um cigarro, o qual de cara não aceitei dizendo que não fumava, até ela dizer que sabia que eu fumava escondido e pegava cigarros do maço dela, fumei aquele cigarro totalmente em silêncio e apavorado, ai ela falou abertamente sobre o que estava acontecendo, disse que não fosse o vinho não teria coragem de falar que sabia tudo o que eu sentia e fazia, que eu a espiava no banho e punhetava com suas peças íntimas, que aquilo era errado, que era pecado, mas a deixava excitada, me desculpei pelo que eu fazia, mas como era virgem ainda eu não resistia.

Ela falou para eu ficar calmo e ir pro quarto dela, logo ela veio apagou a luz e começou a me beijar, sua língua na minha boca parecia um sonho, logo estávamos totalmente nus e eu lambendo aquela buceta peluda que tanto desejei, dai foi a vez dela me chupar, engoliu meu pau algumas vezes de maneira que logo enchi a boca dela de porra, então ela me puxou pra cima dela e ainda com porra na boca começou a me beijar novamente, nunca tinha sentido o gosto do meu esperma, mas misturado a saliva da minha mãe, estava maravilhoso.

Quando notei meu pau já estava dentro dela, pois senti que ele estava num lugar quente úmido e molhado, mesmo eu sendo virgem sem experiência alguma, instintivamente comecei um gostoso vai e vem, só lembro dela dizendo...assim...vai...não para...gozei umas 3 vezes sem tirar de dentro dela.

Dormimos exaustos, na manhã seguinte, ela me disse que eu poderia até continuar espiando ela no banho, punhetando, mas que sexo foi só aquela noite e que não tocaríamos mais no assunto. E assim foi, durante aproximadamente 18 anos, silêncio de ambas as partes, tudo mudou a coisa há 4 anos , mas fica pra próxima história.

scotch-sp@ig.com.br

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 19:00
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Quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

De madrugada à porta do meu prédio



Sexta feira,noite muito quente tipica de verao, cerca das 3horas da madrugada, estava eu descansadinho na minha cama a preparar-me para dormir, nisto ouço um automóvel a estacionar à porta do meu prédio, curioso espreito pela janela...........

Para meu espanto o carro era me familiar, e antes que recebe-se uma sms ou um telefonema, desci.

Chegado cá abaixo já me espera a Elisa, de mini saia preta, meia liga preta, bota cano alto de salto bem alto como eu adoro!
Sem me deixar sequer dizer uma palavra encosta-me à parede com uma violencia meiga um pouco selvagem, como só ela sabe, beijando-me com fúria e desejo não contido. Subindo minha mão pela sua coxa,até lhe chegar bem na sua rata já molhadinha como eu gosto......(hummmmmmmm sem roupa interior, mas que bela surpresa). Enquanto a masturbo desaperta-me os botões das calças, pegando logo de seguida no meu pau já bem duro de tesão e enfia-o bem fundo dentro dela.

Louco como estava nem pensei se alguem estaria à janela do prédio em frente ou se alguém sairia do meu. Continuando com aquela louca foda, com a elisa já gemendo de prazer, encostei-a à parede levantando-lhe uma perna para a poder penetrar bem mais fundo. A minha vontade era lambe-la todinha e pensei ser ali, mas nisto surgiu um transeunte, paramos, fiquei dentro dela, abracei-a e sussurrei-lhe ao ouvido "quero comer-te essa coninha toda, anda comigo". Ainda com as calças meio desapertadas puxeia-a para as traseiras do predio. Aninhei-me e chupei-a mesmo ali, levantodo-lhe uma perna e metendo-lhe um dedinho no cu.

Antes que se viesse na minha boca, pois pelos gemidos e as pernas tremulas avizinhava-se um valente orgasmo.

Levantei-me, virei-a e fodi-lhe o cu enquanto a masturbava de forma rapida e forte, esfregava-lhe aquela cona e quase sentia os meus dedos arderem. Não resisti e vim-me naquele cuzinho tão perfeito que me põe mais louco que mil dvd´s de sexo hardcore! Se pensam que acabou por aqui desenganem-se! Ela não me deu descanso e aninhou-se pondo-me de novo com o pau bem duro enquanto ora lambia ora sugava ora passeava a ponta da lingua atrevida e sabia pelos meus recantos e milimetros mais sensiveis! Sentia a pele do meu pau esticar-se tanto de tesao que já ardia, os meus colhões já pesavam tanto que parecia que não me vinha há uma duzia de dias.

Esta mulher põe-me tolo e perco a noção do tempo e do espaço, ela mamava duma forma tão doce e atrevida que parecia que o ia engolir duma só investida. Implorei para que parasse mas ela ao contrario acelerou. Senti as pernas tremelicarem e antes de me vir quis sentir-me dentro dela. Aquela cona estava de novo, ou ainda, tão molhada que o meu pau deslizou, senti-o bater-lhe nas paredes do utero e parei. Parei dentro dela para a enlouquecer, uma forma de vingança gostosa digamos. Foi a vez dela, implorou para que a fodesse toda com furia de leão, mas em vez disso retirei o meu pau de dentro dela e ela abocanhou-o de novo. Não aguentei mais e gozei na boca dela, de seguida fi-la vir-se na minha tambem. hum aquele suco dos deuses que me vicia mais e mais.

Não percebo como pode existir homens que tenham nojo do gozo duma mulher. Uma boa cona é uma boa cona, não vamos discutir agora as más. Ainda fico com tesão dorido quando me relembro desta noite de verão. Mas nunca é tarde para se repetir. Depois de a Elisa ler a história, pode ser que...pode ser que surpreenda de novo. Assim espero ansiosamente.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:48
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Quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Filha da minha Namorada


Eu na epoca tinha 20 anos namorava uma coroa de uns 38 , ela tem duas filhas que na epoca tinham 17 e 19 anos. Eu comeria qualquer uma das duas a qualquer hora, tao gostosas que elas eram. Minha namorada sempre me dizia que, se em algum momento eu descobrisse que tivesse rolando um clima qualquer por alguma das filhas dela ela imediatamente sairia de cena e me deixaria seguir em frente com a filha. Eu tava acostumado dormir la todo final de semana, ia sexta e so voltava pra casa na segunda depois trabalho. Nos finais de semana era de pau dentro o tempo todo, a bucetinha da coroa que era uma delicia, eu nao sei o que ela fez mas era apertadinha e muito cheirosa. O pau na segunda tava ate esfolado. Muitas vezes quando acordava de manha no sabado eu dava de cara com a filhinha mais nova so de pijaminha ( shortinho de cetim e camiseta de alcinha tambem de cetim, ela e magrinha com tudo na medida) detalhe sem calcinha nem sutiã. Eu ficava louco so tomava café com a filhinha e ja entrava no quarto de novo e metia a pica na coroa imaginando aquela gostosinha da filha dela. A filhinha parecia fazer aquilo com alguma intencao que eu nao fazia ideia. Quando ia limpar a casa a filhinha so com aquele pijaminha abaixava pra lavar o pano e deixava a mostra aqueles peitinhos medios, tao duros que pareciam de pedra. A coroa nao gostava muito de fazer as vontades da filhinha mais nova, entao de vez em quando rolava uma intriga entre as duas, como a mais nova nao saia muito de casa, tava la toda noite de sabado eu a coroa e a filhinha mais nova, assintindo um dvd, ou tomando uma cerveja e tirando o gosto com caldo de mocoto, a filhinha gosta muito de agradar as pessoas ao seu redor. Certo dia rolou uma intriga entre as duas, mas dessa vez foi mais serio um pouco elas nao estavam se falando e a noite so ficou eu e a filhinha na sala tomando um caldo de milho, e conversa vai conversa vem, rolou um clima, mas tava muito tarde tinhamos tomado algumas e fomos dormir e nao rolou nada. No outro dia acordei bem cedinho e fui tomar um banho quando chegeuei na cozinha la estava a filhinha, com uma sainha bem curta, e uma mini-blusa bem coladinha e tomara que caia, a coroa estava dormindo. Ela nao perdeu tempo e retomou o assunto picante da noite anterior e ja me perguntou logo se eu tinha conseguido fazer alguma coisa durante a noite com a mae dela, respondi que nao pois a coroa tinha trabalhado muito durante a semana e estava muito cansada, ela me disse que quase nao tinha dormido durante a noite, eu perguntei logo o porque. Ela disse que ficou imaginando a noite toda se eu estava comendo sua mae no quarto ao lado e ela la sozinha, em brasa, maluca de tesao. Quase nao tive reacao, mas o estinto falou mais alto e respondi com outra pergunta, pq nao me chamou pr air pra o seu quarto pois passei noite toda de pau duro e a coroa ate roncando do meu lado. Ela me disse, ela ainda ta roncando la no quarto dela e meu tesao so vai acabar na hora que vc me pegar de jeito. Fiquei quase louco, peguei-a pelo braco e tasquei um beijo naquela boca branquinha dela, ela correspondeu na hora e me puxou pro seu quarto. Me jogou na cama e comecou a me dar um trato, me lambia a boca, o pescoço, parecia uma gatinha me lambendo. Foi descendo pelo meu peito, lambia meus mamilos, meu pau a essa hora tava ate trincando. Ela continuou descendo me unhava bem de leve e me dava umas modiscadas foi descendo ate chegar no volume da minha bermuda (estava sem cueca) ela comecou a morder a cabeca do meu pau por cima da bermuda mesmo, dizendo um monte de besteiras. So abaixou a blusinha tomara que caia e comecou a esfregar aqueles peitinhos durinhos na minha cara. Fiquei quase louco e comecei a morder o biquinho, lamber chupar, tentava colocar ele todo na boca, parecia um esfomeado. Ela ja gemia de tesao, a essa altura ela ja estava montada em mim. Eu acariciava suas costas, apertava a bundinha dela, e ela ficava rebolando em cima de mim, e falando que era louca pra trocar de lugar com a mae dela, nisso ela levantou e foi virando a bunda pra mim, disse que queria gozar na minha boca enquanto chupava meu pau. Que delicia um 69 com aquela ninfeta, quase nao acreditava que tantas vezes desejei aquele corpinho, agora estava ali, enfiando minha lingua naquela bucetinha todo molhada, e cheirando aquele cuzinho delicioso. Ela nao parava de me chupar e comecou a morde forte na cabeca do meu pau, mordia o meu saco, colocava uma bola toda na boca depois a outra, parecia uma bezerrinha desmamada. Ja fazia uns dez minutos que estavamos ali naquele delicioso 69 quando ela comecou a gozar, virou rapidamente e sentou no meu pau, quero lambuzar ele todo com meu melado, pedia pra eu dizer que ela era mais gostosa que a mae dela, que fazia mais gostoso ela ou a mae dela, ela gozou por um bom tempo eu ainda estava firme. Ela pedia pra eu ficar de pe e ela deitada na cama de quatro com os peitinhos encostados no colchao, abriu bem a bundinha e disse, olha so o que ainda tenho pra vc, agora que me fez gozar tao gostoso, vou te dar a opcao de escolher, no meu cuzinho apertadinho ou na minha bucetinha toda melada, falei que ia escolher o que tivesse mais saboroso, entao comecei lamber aquele cuzinho minuscule e lisinho, depois abaixava um pouquinho e passava a lingua desde o grelinho ate o cuzinho, sem pressa eu a fiz gozar novamente na minha cara, ela disse que agora nao tinha escolha mais. Teria que come-la naquela hora sem demora, entao eu coloquei o pau na entradinha da bucetinha dela e com o polegar comecei a forcar a entradinha daquele cuzinho, fui colocando o pau bem lentamente, na bucetinha e o polegar no cuzinho, ela rebolava e contorcia de tesao, dei algumas bombadas na bucetinha quando ela ameacou comecar o movimento pra frente e pra traz eu a segurei, e disse pra ter calma, meu dedo ja estava todo atolado naquele cuzinho iniciei moovimentos circulares, tirei o polegar daquele cuzinho apertado, tirei o pau da buceta, e coloquei na entrada do cuzinho dela, comecei a empurrar bem devagar ate colocar a cabeca, ela parecia estar em choque, so tremia e gemia bem baixinho, pedindo mais, e mais, fiu colocando o pau todo naquela bundinha gostosa dela ate meu pau acomodar levou um tempinho mais o tesao era demais, mal comecei o vai e vem naquela fonte de prazer que era aquele cuzinho ela comecou a gozar. Gemia tao gostoso que fui aumentando a velocidade e a forca, o pau entrou tanto que eu sentia a bucetinha dela no meu saco. Eu a segurei pela saia na cintura com forca, e dei uma estocada bem forte, e comecei a jorrar porra naquele cuzinho apertado, ela gemia e dizia, goza meu gostosao, goza bem fundo no meu rabo, me enche de porra, da um trato na filhinha tambem. Gozamos juntos o cuzinho dela parecia morder meu pau, terminamos e fomos pra cozinha pra minha sorte a coroa ainda dormia, ainda deu tempo de dar uns amassos na filha ate a coroa acordar.

Snake

Us_snake@hotmail.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:34
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