Segunda-feira, 30 de Junho de 2008

Passeio pelo Jardim


Um passeio pelos jardins de um verde fresco e coloridos arranjos orais, ajudam à reconstrução de uma noite passada no mais quente momento de excitação, enquanto caminha embrenhada nos seus pensamentos povoados de luxúria, cada passo intensifica as sensações e toques recebidos fazendo-a transpirar, as sua coxas roçam conscientemente o seu sexo, a vontade de caminhar mais e mai apressam o libido que novamente envolve o seu corpo quente e ansioso.

Estes caminhos de calçada irregular dão os toques finais necessários ao acariciar os seus seios de encontro ao espartilho que se torna sufocante para a acelerada respiração. Decide então parar junto do fontanário recolhida entre as sebes altas colhendo um pouco de água para refrescar o calor da tarde e o fervor do corpo.

Escuta sorrisos, sorrisos acompanhados de duas vozes femininas que
aparentemente se refrescam num fresco banho. As sebes têm uma pequena
abertura que permitem uma atitude voyeur no mais discreto e anónimo prazer, observa que junto às cavalariças duas jovens, uma dentro da tina de metal nua, outra esfrega suavemente as suas costas entre segredos e olhares cúmplices, sentindo ela que um senhora da sua posição não deveria sequer ousar em manter a sua atitude de espia.

Despontava um interesse normal pois contactava agora com duas meninas da plebe sem que ambas se apercebam de tal ousadia. A sua mente novamente a coloca numa fantasia carregada pelo desejo que a consome, debruça-se perigosamente sob a sebe olhando o corpo que se banha inocentemente, ao mesmo tempo que sobe o seu vestido deixando a descoberto as finas meias meia perna que cobrem umas coxas bem torneadas e suadas. Acaricia-se, sua mão percorre as nádegas apertando e deslizando em direcção ao seu sexo molhado, quiçá,tentando saciar o seu estado de imperatriz do desejo.
Num dos seus movimentos, talvez o mais brusco de todos, provoca um certo alarido e agitação denunciando o seu leito de prazer. O impulso imediato é solicitar ajuda, justificando que ao tentar arranjar um dos seu finos sapatos perdeu o equilíbrio ao mesmo tempo sorrindo quando tenta adquirir a compostura, as moças rapidamente vendo que a sua senhora estava realmente em apuros rapidamente atenderam à solicitação, uma correndo rapidamente para o fontanário enquanto a outra com as suas modestas roupas se tenta cobrir.

Chegando ao fontanário a moça verifica que o vestido se encontrava puxado para cima revelando uma magnífica e tentadora imagem, sem saber como agir pede à amiga que ajude a empurrar na sua direcção, esta tentando cobrir-se ao mesmo tempo que empurra deixa cair os trapos que a envolvem aproximando-se de sua senhora ao ponto de quase a beijar, logo uma mão segue directa a um dos seios que lhe provocam um certo rubor facial, agora é tarde, pensa, não conseguindo largar aquele rijo seio, um sorriso maldoso de consentimento por cima de suas costas, acompanhado de um tentador beijo deixando-a à mercê de ambas. Por sua vez uma mão acaricia o seu sexo que alagado se encontra como que preparado para sofrer as consequências de tal
acto, desejando no seu intimo um louco momento de prazer, o beijo tentador dá lugar a um prolongado e molhado trocar de línguas, as carícias dão lugar a uma língua que percorre sorve o seu sabor, cerra os olhos e deixa-se encaminhar nas mãos do lascivo destino esquecendo que na noite anterior o prazer tomara conta do seu corpo.

É forçada agora a ganhar novamente o equilíbrio sendo puxada pelas ancas e sentada na borda do fontanário, olha novamente e já não está lá a nudez que tanto admirou ficando apenas com a sua salvadora que imediatamente lhe coloca um seio na boca silenciando qualquer pedido de ajuda, não oferecendo resistência, entrega-se beijando, trincando e mexendo, conseguindo obter uns gemidos discretos enquanto a outra conviva chega para participar no mais imediato momento, ajoelhando-se a seus pés, vai afastando as pernas para mais um vez fustigar o seu sexo com a língua. Esta sensação de subjugada provoca o tremor que vai conquistando todos os pontos do seu corpo culminando num
fantástico orgasmo mas desta vez abafado por um volumoso peito.

Esquecendo-se do lugar que ocupa na corte, permite que as aias a envolvam num excitante baile a três, só comparado aos que habitualmente frequenta nos imensos salões, mas desta vez uma baile de corpos, de desejos e de ansiedade. Deixa-se conquistar pela devassa, pelo deleite do momento, enquanto afaga os cabelos já soltos de uma delas. A boca percorre avidamente o corpo da aia, enquanto o fresco da água do fontanário ajuda a eliminar as gotas de suor que escorrem pelos corpos em movimentos irregulares, enquanto as finas e claras mãos de pele tratada procuram os sexos quentes e ao mesmo tempo húmidos das camareiras que se abandonam totalmente aos desejos da sua imperatriz. O prazer consome-as intensamente, e naquele trio nada mais se ouve que pequenos carpidos, suspiros profundos que culminam em brutais sensações de um frenesim que só elas partilham entre si.

Apressadamente, compõem os longos cabelos desarranjados, soltando gritinhos de alegria como numa brincadeira de crianças. Correm em direcção aos seus aposentos deixando a imperatriz num extenuado repouso.

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Sábado, 28 de Junho de 2008

Eu e minha amiga


Eu chamo-me Carolina, tenho 28 anos e moro perto de Lisboa. Sou morena, tenho 1.65m, olhos castanhos cor de avelã, cabelo comprido também cor de avelã, lábios carnudos, mamocas grandonas (50copa D.), e corpo bem cuidado, mas sem exageros, pois odeio fazer exercício físico, embora o faça regularmente. Sempre tive os meus casos amorosos, quer com homens quer com mulheres ( sou bissexual), e andava enfim na eterna procura e achar alguém que durasse mais do que uma simples aventura. Neste Verão entrou uma nova secretária na empresa onde trabalho. Como eu estava de férias, não a cheguei a conhecer quando ela entrou na empresa, mas colegas minhas diziam-me quando nos telefonávamos que a nova empregada era de uma beleza descomunal...

Quando regressei de férias ia super curiosa para conhecer a nova empregada, para ver se era verdade o que me tinham contado sobre a sua beleza, mas confesso que nunca imaginaria o que estava prestes a conhecer. A mulher era uma deusa… Cabelo negro comprido, olhos verdes (fiquei logo hipnotizada por eles), 27 anos, lábios carnudos, mamas grandes, um cu lindo de morrer, pernas altas, e ainda por cima vestia-se bem, e a roupa dela assenta lhe bem, provocadora mas sem parecer uma prostituta. Confesso que senti um frio na espinha a primeira vez que trocamos olhares, e quase me venho quando fomos apresentadas e trocamos um beijo na face. Bem escusado será dizer que nessa noite me masturbei a noite quase toda a pensar nela… Á medida que a fui conhecendo mais gostava dela, para alem de ser uma brasa, era simpática, inteligente, belo sentido de humor…enfim parecia ter achado a minha alma gémea, ou pelo menos assim o desejava.

Ao fim de umas duas semanas convidei ela e mais umas colegas uma ida ao cinema, e depois fomos tomar uns copos a um bar no Bairro Alto, e ficamos todas alegres, pelo que decidimos partilhar um táxi para irmos para casa. Nós éramos as que morávamos mais longe, ficamos as duas no táxi, e chegamos a casa dela. Ela perguntou-me se eu não queria subir, para beber mais um copo e depois chamaria um táxi para me levar a minha casa. Eu disse que no outro dia era dia de trabalho, mas ela insistiu e eu acabei por aceitar. E assim conheci a casa dela, decorada com bom gosto, em estilo moderno. Fomos para a sala, onde ela pôs uma música de ambiente e serviu um whisky, e pusemo-nos na conversa, até que chegamos ao sexo. E eu confessei-lhe que era bissexual, que não tinha ninguém de momento, ao que ela me respondeu que também não tinha ninguém estava a procura de uma relação mais seria.

Eu disse que também andava a procura e não sei se devido a bebida confessei que estava a ficar apaixonada por ela… Ela sorriu e disse-me que também estava a apaixonar-se por mim, mas que tinha um segredo e não sabia se me haveria de agradar muito. Fiquei assustada e perguntei se ela me tinha mentido e afinal tinha namorado, e fiz um movimento para me ir embora. Ela não deixou, agarrou-me por um braço, puxou-me para ela e deu-me um beijo louco na boca, deixando-me completamente desarmada. Eu perguntei que segredo era…ela então agarrou-me na mão, pôs ela nas suas coxas e disse-me…agora sobe lentamente… eu comecei a fazer o que ela me pedia enquanto nos beijávamos…e quando cheguei a parte do sexo…fiquei estupefacta… ela tinha no meio das pernas o maior pau que eu já vira…afinal aquele monumento de mulher era uma shemale. Ela perguntou se eu mesmo assim queria estar com ela…eu não respondi…pus-me de joelhos, levantei-lhe a saia, e pus-me a mamar naquela maravilhosa verga enorme, tesuda…grossa.

Ela então tirou a blusa e o soutien e vi aquelas mamas maravilhosas a balançarem enquanto eu mamava no pau dela. Então ela agarrou-me pelos cabelos e obrigou-me a chupar mais fundo…e sentia o pau dela na minha garganta…cada vez maior… Ela então mandou eu tirar o resto da minha roupa, e assim o fiz. Ela agarrou-me nas mamas e disse…finalmente vou brincar com tuas mamonas, querida…e começou a beijar a acariciar…e eu a rebentar de gozo enquanto ela brincava com elas. De seguida pôs a mão dela na minha cona, abriu-me os lábios vaginais e começou a lamber-me…a mordiscar… e eu berrava louca de tesão. Depois fizemos um 69 louco… e ela pôs o pau dela no meio das minhas tetas e começou a fuder-me as mamas. Em seguida eu pus-me de quatro, ela começou a roçar o pau no rego do meu cu, e na minha cona húmida, desejosa de que lhe fosse enfiada aquela verga, e eu a pedir-lhe…enfia essa vara na minha cona…enfia…enfia tudo…ela assim o fez…enfiou um bocadinho…eu gemia de prazer e de dor (o pau dela tem 22cm e é grosso), até que deu uma estocada e entrou todo, eu ate vi estrelas.

Ela estava a dar-me uma foda como nunca tinha tido… ela por trás de mim a enfiar tudo…as minhas tetas a abanarem todas, e isto frente a um espelho que ela tinha no quarto…eu a ver-me no espelho, as minhas mamas a mexerem-se tanto que pareciam ter vida, a ver a cara dela enquanto me fodia, as mamas dela também a balançarem…ainda mais tesão me dava a mim e a ela. Ela tirou o pau deitou-se e mandou-me cavalgar no pau dela…Eu então pus-me em cima dela, agarrei no pau, apontei-o bem na direcção da minha cona bem húmida, e comecei a deslizar para baixo a sentir aquele pauzão erecto e duro a entrar cada vez mais fundo, eu gemia de prazer. Enquanto eu cavalgava no pau dela, ela ia-me apertando os mamilos, as vezes mordiscava-os mesmo…minhas mamonas balançavam tanto, ela berrava também de prazer…e dizia-me…fode…fode nesta vara sua puta…esta linguagem obscena sempre me excitou imenso ate que nos viemos as duas num orgasmo irracional, que parecia nunca mais acabar…e eu cai pró lado completamente exausta.

Estivemos uns bons 10 minutos a recuperar fôlego, e disse-me…amor, está teso outra vez…e olhei e vi aquele pauzão outra vez em todo o seu esplendor… a palpitar de desejo pela minha cona…e disse-lhe… amor, assim matas-me… ela sorriu e disse…prepara-te para morrer… Então ela deitou-me de costas, afastou-me as pernas e começou a lamber-me a cona toda com a língua, e ao mesmo tempo ia apertando-me os mamilos erectos e durinhos. Eu gemia, soltava gritinhos de prazer...ela então subiu…encostou as mamas dela nas minhas, e de uma só vez enfiou o pauzão dela…parecia que me estavam a partir ao meio…ela a cavalgar-me…os bicos duros das nossas mamonas a roçarem-se enquanto ela me dava estocadas até aos colhões…quando me vim dei um berro que ate me deu medo a mim. Que sensação maravilhosa… parecia que meu corpo tinha explodido de prazer…eu não me controlava…ela cada vez mais me fodia com força e eu a ter orgasmos atrás de orgasmos…até que ela se veio também num orgasmo terrível, dentro de mim…ela tirou o pau dela, e eu sentia a esporra a correr-me pelo meio das pernas…pus a mão no meio das minhas pernas e agarrei num pouco daquela esporradela e levei a mão a boca e provei-a…deliciosa. Ela viu e perguntou…gostas? Eu respondi que sim, ela então pôs a mão dela na minha cona, e com a mão cheia de esporra pôs na boca dela, e deu-me um beijo na boca para me dar a esporra. Então disse-me…eu já achei o amor da minha vida, e tu?...eu também…

A partir desse dia a minha felicidade estava encontrada, chamava-se Luísa, e nós embarcamos para uma aventura sem fim, cheia de alegria, e de sexo sem fim, sem tabus, em orgias deliciosas, e sexo entre nós duas… mas isso eu contarei noutra ocasião...se assim o pedirem. Até breve. Carolina
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:48
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Quinta-feira, 26 de Junho de 2008

Encontro num fim de semana


Luísa foi minha colega na parte final dos estudos. Era uma moça interessante, com um belo físico que mantinha em forma graças à ginástica diária que praticava. Simpatizávamos um com o outro mas nunca tivemos grande intimidade, porque eu, por essa altura, andava muito entretido com uma mulher bem mais velha, mas que me preenchia totalmente.
Depois cruzei-me algumas vezes com Luísa, trocávamos algumas palavras, até que ela me informou que ia casar. Pouco depois fui uns anos para fora e encontrei-a meia dúzia de vezes quando vinha cá passar férias. Ela ia-me informando do que se passava com a sua vida. Do nascimento da filha e depois da sua evolução nos estudos, da sua carreira profissional que ia de vento em popa, dos negócios do marido. Enfim, fui estando minimamente a par do que lhe ia acontecendo, assim como ela a meu respeito. E nunca passamos desta amável troca de notícias.
Há dois meses voltei definitivamente e a semana passada encontrei por acaso a Luísa, por motivos profissionais.
Fez-me uma grande festa, disse-me que ia dar um jantar no dia seguinte porque a filha (que estudava no estrangeiro) vinha cá passar os anos e convidou-me para ir a esse jantar e ficar a conhecer a sua família. Não pude recusar e no dia seguinte lá estava à hora que ela me disse. Levava uma prenda para a filha que nesse dia fazia vinte anos.
Moravam numa bela moradia com um amplo jardim e quando cheguei, à hora a que ela me pediu, verifiquei que era o primeiro convidado. Luísa veio receber-me à porta e informou-me logo que o jantar só seria mais tarde, já que o marido tinha ido ao aeroporto esperar a filha e nestas coisas de aviões nunca se sabe…Os outros convidados só começariam a chegar daí a uma hora, de maneira que tínhamos um tempo para ficarmos sozinhos. Achei a ideia interessante, entrámos, agarrou-me na mão e conduziu-me para um pequeno escritório que ficava num dos extremos da casa.
Agradou-me a familiaridade e o ar descontraído de Luísa mas fui completamente surpreendido quando, mal entramos no escritório ela, depois de fechar a porta, me abraçou e me beijou na boca, num beijo demorado e longo a que eu respondi. Fez uma pausa no beijo e enquanto me percorria o corpo com as mãos disse-me que sonhava há anos com este momento. E perguntou-me se eu nunca tinha sonhado com ela. Respondi que sim, mas que a vida nos tinha afastado e portanto…
Não me deixou acabar a frase. Tirou-me o casaco, desapertou-me o cinto meteu a mão por dentro do meu slip e agarrou no meu pau que com esta atitude já estava em erecção. E chupou-mo logo duma maneira desvairada. Despimo-nos e verifiquei que ela já não trazia nem soutien nem cuecas. Ainda de pé abraçámo-nos, amassámo-nos e beijámo-nos desvairadamente. Num sofá que havia, continuamos as carícias, fizemos um 69 que lhe arrancava gemidos de gozo, depois fodemos sofregamente, ela teve 2 ou 3 orgasmos e eu fiquei fora de controlo.
Pediu-me para me vir na boca dela, engoliu uma boa parte do leite e em seguida beijou-me e passou-me o restante para a minha boca e sorriu.
- Sonhei isto durante anos - disse ela a olhar para o relógio. Ficava aqui a noite toda a fazer amor contigo, mas temos de nos compor porque vão começar a chegar as pessoas. Ainda lhe dei uma lambidela na cona e descarreguei nela o leite que tinha na boca. Aproveitei para lhe meter um dedo no cu e então ela disse: "isso tem de ficar para a próxima…".
Saiu e foi arranjar-se, eu vesti-me e compus a aparência e fiquei à espera.
Mais tarde foi o jantar, éramos 15 pessoas, fiquei sentado ao lado da filha, que se chama Micaela, com quem conversei muito. Disfarçadamente olhava para a Luísa que me sorria, respondia a uma ou outra pergunta, até que no fim do jantar a Micaela me apanhou sozinho e me disse assim: "desde os 15 anos que desejava conhecer-te. És um homem muito atraente e cheiras a sexo por todos os lados. Deves passar a vida a comer mulheres. Mas não te esqueças que eu também quero provar". E enquanto dizia isto apalpou-me o sexo por cima das calças. Fiquei banzado com estas palavras e atitude. Teria ela desconfiado que o cheiro a sexo era da mãe? Saímos para o jardim, estava uma linda noite de princípio de verão, sem vento. Bebemos uns digestivos, falamos mais um bocado e eu, a pretexto que ainda tinha uns assuntos para tratar, despedi-me.
A Luísa perguntou-me então se eu não me importava de levar a mãe para casa já que eu passava mesmo na rua dela, e acabei por sair, levando comigo a D. Idalina que eu já conhecera há muitos anos quando eu era estudante e colega da filha.
Durante a viagem a D. Idalina foi-me dizendo que desde que ficara viúva estava muito sozinha, a filha tinha a vida dela não lhe prestava muita atenção, que eu era um cavalheiro de quem ela gostara sempre muito e até teria gostado que fosse eu o marido da filha e mais assim e mais assado. Agradeci a amabilidade, disse-lhe que tinha comido e bebido demais, que a ia deixar em casa e depois ia dar uma volta pela beira-mar e que o trabalho tinha de ficar para o outro dia.
- Que pena eu não poder ir. Há quantos anos eu não dou um passeio à noite…-disse-me a senhora.
-Só não pode se não quiser. Para mim era muito mais agradável ir acompanhado do que sozinho. Mais a mais por uma tão bonita senhora que ainda por cima me faz tantos elogios.
-Não brinque comigo Carlos. Um homem como você andar a passear com uma velha…
- Por favor D. Idalina. Qual velha qual nova! É uma mulher com uma bela figura, com uma boa conversa, inteligente, educada e, se me permite, capaz de dar a volta à cabeça a muito homem…Vou-lhe dizer uma coisa muito sinceramente, desde que me prometa não dizer nada ninguém. - E sorri-me a olhar para ela.
- Sou um túmulo Carlos. Então eu iria dizer alguma coisa dum homem que me trata como a um rainha? Diga lá o seu segredo.
- Sempre adorei conviver com mulheres mais velhas e nunca me arrependi, porque…
- E eu não sei disso? Lembro-me bem de que quando andava a estudar, era ainda um rapazinho e tinha um caso com a D. Mariana. E ela teria idade para poder ser sua mãe. - Disse a D. Idalina a sorrir-me com um ar maroto.
-A D. Idalina sabe tudo sobre a minha vida, afinal.
-Não sei tudo, mas um homem como o Carlos, boa figura, bom conversador, sedutor, calculo que não se perca. – E sorriu uma vez mais.
Entretanto tínhamos chegado junto à praia, estacionei o carro e começámos a andar pelo paredão adiante.
Convém dizer que a D. Idalina teria uns 62 anos mas era uma mulher muito apresentável, elegante, sobre o magro, que sempre fez ginástica de manutenção. Casou muito jovem com um homem mais velho e foi mãe muito jovem. Ao olhar para ela bem se compreendia porque a filha e a neta eram dois belos exemplares de mulheres.
- Posso meter-lhe o braço Carlos? Sinto-me meia tonta. Devo ter bebido um pouco demais, mas o champanhe estava tão agradável… E também estou um pouco nervosa…mas isso deve ser da companhia…
-Não diga isso, minha senhora. Porque é que eu a havia de pôr nervosa? Esteja completamente à vontade, vai ver que este passeio lhe vai fazer bem, e a mim também…mas quando quiser ir embora eu levo-a para casa.
- Por mim não – disse muito depressa – não queria perder já a sua companhia João.
- E também lhe queria dizer uma coisa D. Etelvina. Porque não me trata por tu como fazia quando eu era rapazote? Sou mais crescido mas não mudei muito…
- É falta de hábito. Já não nos víamos há uns anos. Mas se quiser está bem vou tentar, mas com uma condição: tiras também o D. Etelvina e tratas-me por Lina. De acordo?
- Acordo fechado.
- Então ponho o selo no contrato – e deu-me um beijo na face.
- E eu o carimbo. E virando-me de frente para ela inclinei-me para a beijar no rosto muito perto da boca e os meus lábios deslizaram até encontrarem os dela. Demorei uns segundos no beijo.
Senti que tremeu um pouco e se alvoroçou, não me repeliu mas também não colaborou no beijo.
- Pronto. Contrato selado e carimbado – disse eu em tom de brincadeira.
- E que carimbo, caramba – disse ela a sorrir e com sentido de humor. Há quanto tempo eu não levava um carimbo desses… Olha, nem eu já sei beijar – e havia uma ponta de tristeza nestas palavras.
- Isso nunca esquece. É como andar de bicicleta. Quer ver como não vai cair? – Agarrei-a pela nuca juntamos as nossas bocas, beijei-a primeiro suavemente depois mais sofregamente, meti-lhe a língua na boca, chupei a dela e fui sendo correspondido sentindo-a vibrar nos meus braços.
- Ai Carlos, ai Carlos abraça-me muito. Isso… assim… – e era ela que agora tomava a iniciativa de me beijar os olhos, as orelhas o pescoço, a boca…
Eu já estava excitado e a aperceber-me que tinha ali uma mina de mulher para explorar.
Tentei pôr um pouco de ordem e disse:
- Lina, vamos sair daqui senão começam a aparecer pessoas. Vamos para outro lugar, talvez para minha casa, que achas?
- Vou para onde tu quiseres, sou toda tua…
Seguimos muito agarrados até ao carro e ela disse-me:
- Olha Carlos, estou muito nervosa. Sei que tenho muito mais idade do que tu e que certamente não serei mais do que uma das tuas aventuras mas sinto-me viva por dentro como nunca. Entrego-me totalmente nas tuas mãos.
Deu-me mais um beijo, sorriu e tinha os olhos a brilhar. Havia mesmo uma lágrima a querer saltar.
Levei-a para minha casa. Senti que ia ser uma noite louca…
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:50
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Quarta-feira, 25 de Junho de 2008

Encontros as 3 da Manha


Olá Caros Leitores, vou partilhar mais uma aventura sexual que tive. Sou de Lisboa, tenho 27 anos e considero me atraente. Gosto muito do meu corpo, labios, olhos, barriga, peito e claro do meu caralho avantajado. Conheci uma pessoa atraves da net, ela é casada e tem dois filhos e tem a minha idade. Trocavamos msgs por tlm e tc no msn, mas por tlm tinha ser com cuidado porque o marido controlava. Ela é uma mulher bonita, gosta de falar, de sair. Encontravamos às 3 da madrugada, apartir das 2 estavam todos a dormir saia de casa sem fazer barulho, de fininho. Ela veio ter comigo, onde eu moro e na nossa 1º madrugada nao aconteceu nada.

Ja no segundo encontro também as 3 da manha, foi muito melhor. Conversavamos e ouviamos musica, mas chegou uma altura que comecei fazer umas massagens nas pernas e meus caros leitores fiquei com um tesao do caralho. Enquanto massejava, passava o meu dedo na cona. Ela estava adorar a massagem e gemia um pouco. Eu aproveitava e passava o dedinho, quando disse" JA CHEGA" fui aprovado pela a minha gostosa e que era um bom massagista. Comecamos a brincar e a minha amiga começou a deitar a lingua de fora, eu disse: DEITA NOVAMENTE A LINGUA DE FORA!! Ela estava sempre a por a lingua de fora, cheguei mais perto. " FICAS SEM LINGUA" e beijamos.

Beijo quente, dado com mta vontade e eu mal conseguia respirar lol. Beijavamos, beijavamos, beijavamos tanto o tempo voava. Comecei acariciar o pescoço, apertar os seios ela ia à loucura, delirava com as minhas caricias. Começou a cariciar o meu caralho, e como estava de calçoes ela tirou para fora. Tirei os calçoes e comecou po-lo na boca, mas que chupada filha da puta. Que boca caralho, ela devia ensinar mts mulheres como se deve chupar. Apertava os meus colhoes, punhetava na boca ui ui minha nossa. Tirou as calças e chupei naquela cona depilada como eu gosto. Chupava e ela gemia e apertava-me no seu grelo saboroso.

O meu Nariz tocava naquela buça, a minha lingua invadia dentro dela Quando parei de chupar, fiquei em cima dela. Foder dentro da carrinha a balançar e alguns carros a passarem lolol, ja viu como é. Quando Penetrei delirei, so ouvia a minha amante a gemer, nao parava de gemer. Uma mulher maravilhosa, fode bem e chupa lindamente. Nao paro de bombar, ia com mta velocidade. Ela pedia para gozar rapido mas para nao me vir dentro. Senti o meu caralho a ficar mais duro, grosso e começa alargar aquela cona gulosa. Vinha aí um belo gozo. Tirei o meu caralho e coloquei na sua boquinha chupadora, e esporrei. Hummmmm que alivio, beijei-a com o sabor da minha esporra.

Tivemos mais encontros, mas so deu para darmos uma boas chupadas. Perdi o contacto, e nunca mais falei com a minha amiga. Nunca vou esquecer dos beijos que davamos, com mta paixao e com carinho. Meus caros leitores, gosto de partilhar os meus contos com vcs e quem gostar... pode enviar e-mail ou se quiser adicione-me no msn.

erotico_contoquente@hotmail.com

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Terça-feira, 24 de Junho de 2008

Comida a força !!!


Mais um dia de trabalho em que chego a casa com vontade de dar uma para relachar, como uma grande parte dos dias naquela altura a hora de chegar a casa era por volta das 10 da noite. Vou a cozinha como qualquer coisa e sento-me um pouco no sofá. Meia noite , meia noite e meia vou ter com a minha mulherzinha e digo-lhe.
-Vamos para a caminha?
e ela coma mesma resposta de sempre.
-ja vou
e la vou eu para a cama esperar por ela mais não sei bem quanto tempo, esperei, esperei, esperei, até que tive de começar a chama-la pois queria dar a minha fodinha, mas ela nem estava aí, estava-se bem a cagar como sempre, todo aquele tempo era mesmo para eu adormecer. E assim aconteceu, depois de me passar a tesão la adormeci.MMMAAASS quando ela chegou eu acordei deixei-a acomodar-se e la fui eu devagarinho enrrolar-me nela. Como quase todos os dias levei um não, tentei de todas as maneiras mas nada , ela só me emporrava e refilava como se ja tivesse a dormir a 2 duas horas até que me passei e disse que não entendia, todos os dias a mesma coisa, esqueces-te que tenho vontade de vez em quando???
La discutimos até que ela se passou e mandou foder... Levantei-me fulo da vida e fui pro sofa ver tv. Estava a sair do quarto e vai ela: tens fome bate uma e ficas melhor, não me chateis, eu parvo com o que ela me tinha dito e da forma arrogante como o tinha dito fui mesmo para o sofa fver TV. Ligo a tv, a tesão era tanta que só podia ser num canal...SEXO SEXO SEXO, como é obvio não era preciso esperar pela tesão pois ela ja la estava a bastante tempo. A pica era cada vez maior e não eguentei, la bati a minha punheta em menos de um minuto esporrei-me todo e la fiquei eu ali sentado a relachar. Até que no filme começou uma daquelas cenas que no dá um pica brutal, em menos de um minuto fiquei novamente de pau feito. e disse para mim, gostava de fazer isto mas é má onda, mas estava como tanta tesão que.........
Levantei-me devagar e fui até ao quarto para ver se ela estava a dormir ou a ler, luz apagada, mesmo como no filme, voltei para a sala. agarrei no meu tel e chamei um amigo meu, "vizinho",
-tou
-sim
-estas em casa?
-estou
-passa aqui agora para falar contigo
la veio ele da porta ao lado
-faz pouco barulho
-sim diz
-vais calar a tua boca bem calada e vis aproveitar esta ocasião pois podes nunca mais ter uma cena destas
-ok, mas diz la
-a minha miuda quer ser comida a força como se tivesse a ser violada.
- primeiro por mim e depois por outro homem que neste caso podes ser tu se quizeres alinhar na dela.
-só tens de não parar como se fosse mesmo uma violação
-ok, diz ele
la combinei a cena toda com ele e la fomos, eu até sabia que ela tinha uma fantasia do genero pois ela sempre gostou de ser fodida a força. num dia em que ela não estava mesmo para aí virada ia ser sensação.
La fomos e voltei a dizer.-lhe, puto nada de cortes senão estragas tudo...
roupa fora, paus feitos, o meu ja estava ha muito tempo e o dele se vocês lerem o conto "ansiedade oral" que tambem é meu, percebem que não demorou muito.
Entramos no quarto, ela estava a dormir, acendi a luz, ela nem se mexeu e eu feito porco puxo a roupa da cama para baixo, ela irritada olha para mim para refilar quando vê toda aquela cena de olhos bem abertos.
eu sem a deixar dizer nada digo-lhe logo.
-tira a tua roupa que agente não te quer magoar
-o quê que voçes querem
e mando me a ela, e meu vizinh a mesma coisa
-vem ca que eu sei bem o quanto queres ser fodida putefia
vi logo que depois de ter ouvido aquilo da boca dele as coisas iam aquecer, ela a fugir, agarrada por mim, ele a apalpa-la como se fosse a ultima foda da vida dele, ele sabia bem que ia comer uma mulher muito melhor que a dele por isso estava a dar com força.
até que ja estava toda nua e agarrada por mim pelas costas com as minha pernas entrelassadas nas dela, vai agora fode-a depressa senão ela foge-me.
ele aproxima-se, e ela só dizia não deixes não deixes. mas ele nem perdoou.
encavou-lhe o pau la dentro, ela virou a cara para o lado enquanto ele a fodia e eu me rossava atraz dela. fodeu-a fodeu-a.
como eu vi que para a cona ela se calhar não ia fugir decidi enrraba-la, ela sabendo que ia doer muito toda a cena se repetiu, la conseguimos agarra-la. e la fui eu com toda a minha má criação.
-Não querias foder pois não agora foste fodida por um vizinho e vais ser enrrabada por mim, se depender de mim amanhã nem andas puta do caralho, a cara dela até fazia dó de dores que tinha mas eu não parei, só queria sentir a minha barriga a bater na bilha dela.
Como ja me tinha vindo duas vezes ja estava mais ou menos satisfeito e então mandei meu amigo para casa.
Ela teve uma semana sem olhar para mim, mas depois um dia em que a apanhei mais quentinha, ela la me disse que de vez em quando lembra-se de tudo isto e que hoje em dia ja lhe da tesão pensar como foi tão fodida num momento em que ela nem estava a pensar em sexo.
-andei uma semana que nem me podia sentar, até tive medo de ter de lavar pontos pela brutalidade de ser enrrabada com tanta força e tambem pelo tamanho do pau do vizinho, mas cada vez que penso em voçês completamente fora de si vejo o quanto pode ser bom ser comida com toda a força possivel e sem o minimo de respeito.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:24
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Eu e minha esposa C/ 1 amigo


Tínhamos tido uma noite muito agradável e tínhamos falado que ela aceitava então que eu trouxe-se um homem para se juntar a nos. Assim foi, escolhi um amigo meu e lhe liguei, disse-lhe se ele queria foder a minha mulher, ficou espantado e depois expliquei-lhe qual era a ideia ela aceitou.
Chegamos a minha casa por volta das 19H, eles ja se conheciam, mas apenas de vista e de se falar nada mais.
Ele já sabia então qual era a ideia e disse-lhe para se por a vontade. Pedi a ela para lhe dar algo para beber e assim foi, preparou-lhe um uisque para ele e outro para mim e para ela um bayley´s
Ficamos sentados os 3 a falar sobre tudo menos sexo, ate que resolvi começar a dar calor a cena, disse para ela se sentar ao pé de mim, ao meu colo, ela que estava de calças brancas e de top sem alças se sentou, baixei-lhe o top deixando as mamas a mostra e perguntei ao meu amigo se lhe agradava o peito da minha mulher, disse que sim, ela ficou corada e não disse nada, então queres ver se são reais vem, ele se sentou ao nosso lado e começou a apalpar-lhe as mamas, ela que adora isso começou a ficar doida de tesão, as coisas começaram a aquecer. Disse e melhor se calhar nos pormos mais a vontade não acham? Que tal passarmos para o quarto? Assim foi, ele recompôs o top e fomos os 3 para o quarto. Chegamos la e disse vamos nos despir, despi-me o meu amigo também e ajudei a minha mulher a fazer o mesmo. Ela estava muito nervosa, pois era a primeira vez que me iria trair, embora com o meu total consentimento. Todos nus, abracei-a e beijei-a e disse para relaxar e gozar, deitei-a na cama e comecei a beija-la no pescoço, nas mamas e na boca, ao mesmo tempo fiz sinal ao meu amigo para se ajoelhar e tratar da cona dela, assim fez, ela começou a se contorcer de prazer, era sinal que a língua do meu amigo ja estava a lhe lamber a cona, ela aos poucos começou a ficar menos nervosa e a gozar mais o momento, disse ao meu amigo para sair e saltei para cima dela, já com a cona bem molhada comecei a foder-lhe, ela começava a gemer cada vez mais alto, era sinal que estava a se descontrair, disse ao meu amigo para lhe por o pau na boca, ela começou a mama-lo e eu cada vez mais excitado de ver finalmente a minha mulher com outro pau que não o meu, foi delicioso, estava quase a me vir com aquela cena toda e tive que parar, saltei para o lado e perguntei ao meu amigo se queria ocupar a minha posição, disse que sim, e veio para o meu lugar, meteu o pau nas bordas da cona da minha mulher e lentamente começou a enfiar dentro dela, quase me vim so de ver aquela cena que tanto sonhei, minha mulher estava deitada na minha cama e ser fodida por outro, não foi preciso muito para ele se vir, e pediu algo que adora, que se esporrem dentro dela quando se esta a vir, foram as primeiras palavras dela depois de estar na cama, vem-te vem-te, acenei para ele em concordância e ele se esporrou dentro da cona dela ao mesmo tempo que ela se estava a vir, depois de uns segundos imóveis saiu de cima dela e eu ocupei a posição dele, nao me demorando a esporrar também dentro dela, tinha acabado de ser esporrada dentro da cona por dois machos, sai de cima dela e comecei a lamber-lhe a cona, adorei saborear a minha esporra a sair dentro dela, coisa que faço varias vezes, e ainda mais sabendo que junto a minha estaria a do meu amigo, foram momentos mágicos estes que passei no fim de uma tarde.

Tudo de bom
Alex
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:21
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Ver e mostrar no Meco


A história que se segue é verídica e aconteceu à alguns dias, realizei uma fantasia antiga de ver uma mulher masturbando-se com prazer para eu ver numa praia em público bem junto a várias pessoas, inclusive o marido.

Cheguei à praia do Meco por volta das 14:30. O calor era abrasador, a areia queimava os pés descalços enquanto eu caminhava pelo areal em direcção à zona nudista. O chapéu na cabeça ajudava a aguentar a força do sol, com o chapéu-de-sol ao ombro e a mochila às costas fui-me aproximando da zona onde as pessoas se encontravam deitadas na areia. A praia estava bem composta mas não a abarrotar, afinal, Agosto estava a terminar e era dia de semana. Vi uma loira boazona, mas já com uma certa idade sozinha, estava nua e deitada de pernas abertas em direcção ao Sol. Decidi ficar por ali um pouco a ver o que dava. enfiei o guarda-sol na areia e deitei-me um pouco observando as vistas. A loira lia um livro com um ar muito concentrado e pouco amigável, no entanto mostrava um corpo muito bem feito e um par de mamas que já deviam ter algum trabalho externo, silicone provavelmente. Fui à agua para arrefecer. Voltei e a loira continuava sem me ligar nenhuma. Resolvi mudar de local, caminhar um pouco mais para o interior da zona nudista na esperança de apanhar alguma senhora ou casal mais amigáveis. Mal sabia que isso iria mesmo acontecer.
Fui andando até chegar a um local onde estavam alguns casais e pareceu-me que de ali em diante a maior parte dos banhistas eram gays, por isso resolvi ficar por ali já com poucas de esperanças de ver qualquer coisa interessante. enfiei o chapéu-de-sol na areia e reparei que um tipo que estava por perto não gostou muito, fez uma cara de desagrado que ignorei completamente e fiquei a pensar porque tanto desagrado. Só mais tarde iria entender que o espectáculo que iria assistir provavelmente seria para ele se eu não tivesse aterrado ali.
O mar estava agitado e por isso deitei-me um pouco, logo depois um casal que estava na água retorna às suas toalhas mesmo ao meu lado esquerdo. Ela deitou-se do meu lado e por isso pude apreciar-lhe as curvas generosas que o seu corpo nu mostrava. Ele deitou-se de costas para mim com a cabeça apoiada na barriga dela. Pareciam estar muito bem dispostos rindo-se várias vezes. A certa altura era reparou que eu a estava a apreciar e olhou-me directamente nos olhos, coisa rara numa mulher perante um homem nu como eu estava. Notei a persistência dos seus olhares de fugida e reparei que o tipo do chapéu vermelho estava discretamente a bater uma mostrando-lhe o mangalho. percebi que ela o olhava sem qualquer problema e que o marido fazia o mesmo olhando um casal que estava mais à minha esquerda. Reparei que ela não se importava com o divertimento do marido e que ele também não parecia preocupado com ela. Rocei-me um pouco na areia, esfregando o mangalho na toalha, quando já estava algo entesado virei-me para cima para ela poder ver. ela olhou e pareceu-me sorrir com os olhos. A esta altura eu já lhe sorria com agrado, pela sua desinibição e naturalidade. Pouco depois, o marido perdeu a rapariga a quem mostrava o mangalho e trocou de posição. qual não foi o meu espanto quando percebo que ela arrumava a toalha e as almofadas de modo a ficar com as pernas bem viradas para mim. O marido deitou-se com os óculos escuros e parecia que olhava na minha direcção mas de forma discreta. A partir desta altura já não tirei mais os olhos da senhora. Que entretanto pôs os óculos, possivelmente para me ver melhor. Ela era de estatura baixa, forte e com um excelente par de mamas, estava bem morena e tinha o cabelo um pouco abaixo dos ombros, castanho escuro. O mais interessante era o seu sorriso e o à vontade de quem gosta de mostrar o corpo. Quando ela se deita com as pernas bem abertas na minha direcção mal pude acreditar. deitei-me de costas para a apreciar bem enquanto me roçava com prazer na toalha deixando o sol aquecer-me as costas e o rabo. a sua rata estava bem depilada tinha apenas um pequeno tudo de pelos negros mesmo em cima da conita. Era uma faixa estreita que mostrava uns lábios muito apetecíveis de lamber e chupar. Ela olhava também para mim, por isso coloquei-me de lado mostrando-lhe o meu tesão, por esta altura já estava muito bem armado. Ao ver que eu estava a gostar do espectáculo ela decidiu subir o nível e começou a tocar na cona com a mão esquerda, o espectáculo de uma mulher casada a esfregar a cona a poucos metros de mim com o marido deitado a ignorar tudo, inclusive o meu caralho bem em pé, deixou-me praticamente de boca aberta. Ela já esfregava o pequeno clítoris com muito à vontade quando, para meu desespero aparece um tipo que os conhecia e se senta na toalha ao lado dela virado para o mar. Começam todos a conversar e eu pensava que o bem-bom tinha acabado mas estava ainda completamente teso. Mostrei-lhes o meu pau como quem não quer a coisa e não notei qualquer reacção negativa, antes pelo contrário, a senhora deitou-se outra vez abriu ainda mais as pernas na minha direcção e continuou a esfregar a sua cona com um grande sorriso na cara, o seu à vontade era estupidificante, falava com o marido e com o amigo, rindo-se enquanto esfregava a cona completamente aberta na minha direcção, por vezes dava uma pequena chapada na cona e outras percebia-se que procurava esfregar o clítoris para eu ver bem. Que locura, um sonho tornado realidade, mantive-me sempre discreto mas muito interessado no espectáculo que ela me proporcionava. A certa altura o homem deve ter percebido que ela não lhe passava cartão, pois ela só tinha olhos para mim e não parava quieta abrindo as pernas, esfregando um pouco o clítoris, ou metendo-se de quatro e abrindo rapidamente o rego do cu para eu ver. Um tesão de vista. Então o tipo foi-se embora e o casal voltou à posição inicial: ele deitado com a cabeça à sombra voltada na minha direcção e ela com as coxas largas bem escancaradas na minha direcção. A esta altura o nosso olhar já se tinha cruzado várias vezes e já ambos sabíamos o que queríamos. Ela coçou um pouco o grelo enquanto eu lhe mostrava o meu pau já quase a explodir de tesão. Mostrei-lhe toda a extensão do meu pau e apertei-o bem para ela topar a largura, enfim um sonho realizado. Comecei a roçar-me ritmadamente na toalha olhando a sua cona aberta, a mulher começou a abanar uma perna exactamente ao mesmo ritmo que eu me esfregava na toalha, um tesão absurdo, quse que me vim nessa altura, mas o melhor ainda estava para vir.
Ás tantas noto que ela tinha um isqueiro azul na mão, daqueles bic grandes. Ainda pensei que ela o fosse usar para se masturbar, mas isso era demais, não seria possível. Qual quê passado pouco tempo ela já tinha inventado o jogo mais entesado que vi com um isqueiro e uma cona aberta. Primeiro passou com ele nos bicos das tetas, depois foi fazendo-o tombar lentamente girando-o com os dedos, um comprimento de cada vez em direcção da cona. Fiquei completamente sem reacção quando ela enfia o isqueiro na cona na primeira vez. Mordi o lábio de baixo e abanei a cabeça em aprovação. Ela repetiu o acto algumas vezes, mas fomos interrompidos algumas vezes por alguns gays a passar. Mas ela insistia e eu já não tinha olhos para mais nada, o marido não se mexia e se calhar até dormia, não faço ideia. Uma das vezes enfiou o isqueiro quase totalmente na cona e deixou apenas a parte de metal de fora, então tirou a mão e deixou-me apreciar a vista alguns segundos. Imaginem, um mãe de família, com as pernas bem abertas, as coxas grossas abertas, deixando ver o metal do isqueiro enfiado na sua belíssima cona. foi o momento do dia. Ela ainda repetiu o acto umas vezes, eu masturbei-me bem para ela ver como eu estava, mas a certa altura o marido começou a mexer-se ela disse-lhe algo e percebi que a festa tinha terminado. Ela levantou-se fez-me uma cara de quem diz, “enfim, ele quer ir-se embora”. Ela olhou-me umas duas vezes nos olhos e eu sorri e abanei a cabeça com agrado ela fez o mesmo e entendi que se iam mesmo embora. Vestiram-se e eu fui até perto da água, quando se estavam a ir embora ela acenou-me um adeus quando ele não reparava, eu respondi levantando a mão e eles desapareceram no areal sem eu perceber se poderia ter ido com eles ou não. Esta história é verídica e se alguma senhora gostar destas brincadeiras pode contar comigo. Se você for a senhora que me proporcionou este espectáculo diga qualquer coisa que estou-lhe a dever uma fantasia.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:19
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Domingo, 22 de Junho de 2008

O Sonho


O desejo invade o meu sono..sinto as tuas mãos a mexerem nas minhas pernas, a afastarem-nas.. Sem saber como,sinto uma enorme sensação de calor,que invade a minha cona...acho até que estou a sentir o teu hálito quente a aproximar-se do meio das minhas pernas...não..não me enganei...sinto a tua boca ..que sonho este...tão real!!.. A tua lingua dura percorre a minha cona de cima abaixo e quando pára no meu clitóris,para aí se quedar a agitar-se....Hummm..que prazer tão grande me dá..e agora estou a senti-la dentro da minha vagina... Agito-me no meu sono...no meu sonho...diria que o estou a viver..diria que o tesão que estou a sentir é real..tão real,como eu estar a dormir agora e a ter todas estas sensações... Ai...voltaste ao clitóris...estas de novo a agitar-se lá...e agora não é só com a lingua...é a tua boca toda...estou a sentir-me abocanhada...estás a usar os dentes,a apertar de leve no meu grelo...é bommmm..é muito bommm..e o meu tesão aumenta.. Sinto-me a arder de paixão...quero acordar para satisfazer esta vontade ...quero usar os meus dedos..porque não te quero acordar..mas não posso..esta incrível sensação de bem estar,faz-me continuar no meu sonho,onde tu entras...onde entra a tua boca..as tuas mãos,cujos dedos trabalham frenéticamente dentro de mim... Acho que vou desfalecer de tanto prazer...quero acordar..quero..já não me vão chegar as mãos..acho que te vou acordar para satisfazeres esta ansia que me assaltou no sono...mas não consigo..estou presa num mar de emoções,quero acordar mas não quero parar de sonhar este sonho tão real... Ai como sinto a tua boca a invadir-me..a querer entrar dentro de mim. e a tua lingua...essa roda loucamente num compasso de bolero de Ravel..sempre a subir... Acho que tenho de acordar...vou forçar-me a acordar..e a acordar-te.. preciso de ti para me satisfazeres...o desejo é muito..está cada vez maior...cada vez cresce mais e mais dentro de mim... Preciso de acordar..preciso...tenho de acordar-te para te contar o meu sonho e te pedir que o tornes realidade... Mexo-me na cama e aos poucos vou tomandp conhecimento da realidade.. tenho de mudar de posição..não posso..estou de costas na cama,,e a tua cabeça está entre as minhas pernas....o meu sonho ,era realidade... Tinhas entrado no meu sono..e transformado a realidade em sonho...não ao contrário.... Agarro a tua cabeça com força contra mim. Agora sim,a realidade vai tornar-se sonho,e neste quase ainda sono...grito de prazer quando o meu desejo salta para a tua boca.

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Sábado, 21 de Junho de 2008

A Minha querida namorada


Passo a relatar o sucedido naquela tarde de Verão em Havana no hotel onde e havia instalado com a minha companheira, rapariga lindíssima tipo Sónia Braga de 28 anos, morena e estrondosamente quente.
Já haviamos falado acerac de realizar um ménage, mas a ideia sempre foi afastada por causa dos cíumes que poderíamos sentir se concretizássemos tal ideia.Mas, já se adivinha que no calor das caraíbas valeu tudo...Na realidade, até o sexo anal fazia confusão a esta minha namorada que têm um cuzinho particularmnete apertado, praticamente impenetrável apesar do exercício qque lhe dou volta e meia.Oa meus 19 cm reais e um diâmetro de 5,5cm tb não ajudam muito, apesar das carradas de lubrificante para grandes dilatações que comprei faz tempo.
Estávamos a chegar de um passeio pela cidade, e umas quantas raparigas mulatas haviam-me excitado bastante somente de a s olhar, disse por isso à Bela para que fosse tomar banho e se deitar na cama sumptuosa pois estava a precisar de a foder como era habitual, isto é, fazê-la vir-se umas 3 vezes de várias posições e depois fodê-la com os dedos até rebentar de desejo enquanto me cupa o caralho com aquela boja lindíssima e gostosa, tipo 69.
Eis que um empregado de côr mestiça empurra a porta que havia ficado mal fechada, pedidndo desculpa de imediato pelo facto, mas eu, como que os tivesse olhado para a zona da cintura dele pois estava estirado na cama de frente para a porta, convidei-o de imediato a entrar com um sorriso.O filho da mãe parece que percebeu de imediato o qu se avizinhava.Pedi-lhe para não fazer barulho e que se portasse com calma pois poderíamos estragar a surpresa da Bela que enttetanto desligava a água do chuveiro.Deixei o preto ali, espencado no quarto, entrei na casa de banho e vendei os olhas à minha parceira que nem adivinhava que se iria transformar numa verdadeira putinha dali a minutos.Quando abandonámos o wc vi o Manoel já com o super caralho na mão, bastante mais escuro que o resto do corpo, e diga-se, bastante mais musculoso também, pois ele era um rapaz elegante.A verdade é que já se podia sentir o seu cheiro no quarto todo. A Bela, sorriu de imediato, parece-me que adivinhou tudo à primeira.Deitei na cama de pernas bem abertas e antes que começasse a gemer como muito bem faz, disse-lhe ao ouvido "è hoje, tás fodida!".Sorriu e inspirou fundo de prazer jálouca.Levei a mão à sua maravilhosa racha depilada e pequenina, conhecia-a bem... mas não naquele estado.Os dedos caíam para dentro dela, tive medo que estivesse demasiado excitada e não se aguentasse...
meti-lh o meu amigo na boca que ela logo agarrou e recinheceu.O Manoel, entrou em acção...
Passou as mãos na coxa interna e levou a língua certeira aquela cona sucolenta com um desejo brutal e sorriu-me.
Extremeceu e gemeu a Bela entregando-se sem dó nem piedade, literalmente disposta a fodernos como uma puta com cio.
Enquanto ainda e chupava pude ver o vergalho do meu recente amigo Manoel a entrar arregassando os lábios da Bela mas coloridos do que nunca.Potente vergalho aquele, até eu queria vê-lo.
A Bela tirou a venda e via aquela tremenda foda refletida nos espelhos ao mesmo tempo que agarrava aquele monte de veias que começava a destroçá-la com força, contrlando a sua entrada.Passou para cima dele e eu que me retirara da boca ofegante passei para trás na expectativa de lhe penetrar o cuzinho castanhinho fechado tipo uma flor.O gajo a fodê-la e eu com a minha língua a lamber aquele cú que tanto trabalho me dava!De repente, como que por magia começou a dilatar-se a a brir suavemente.Já só queria ver o meu caralho desaparecer ali dentro.
Duas boas pirocas na rapariga mais apertada que eu já tinha conhecido, não dava para aguentar e a puta da esporra começou a saltar para dentro daquele cu maravilhoso que me punha a piroca a latejar.Não perdi a erecção, o que era normal com ela, e ... mais arrojado ainda, já ela se tinha vindo pelo menos duas vezes, uma delas comigo no rabo e o preto na cona, e... metilho o meu caralho com aquela super piça de preto na cona.Gritou como uma porca a minha amante e lindíssima companheira, mas estava a ter prazer como nunca.Sorria-me por cima do ombro, gritava-me como habitual "fode-me,fode-me", mas quase chorava de tanto prazer.
De repente como que um relâmpago a fulinasse, parou num enorme e intenso orgasmo atirando-nos a ambos para fora dela, que até ali tinha permanecido em posição de sapo em cima do preto Manoel.Ficou quase morta.Sorri para o meu companheiro de circunstâcia de quem hoje tenho muitas saudades e pú-la de novo a geito para a foder por trás.Peguei na piça do gajo que permanecia dura como se fosse aço e espetei-a no cu da minha mantíssima Bela.O gajo agora até suava, pois custa a todos.Ela quase inenimada repatia vezes sem conta... "fode, fode".Meti-me de lado e espetei a ponta da piça no cuzinho dela juntamente com o vergalho preto.Estiquei o braço, peguei no tlm e tirei umas fotos para mais tarde recordar. O Manoel vei-se tanto que parecia uma mangueira, costas, rabo, cabelo... tudo molhado.Eu que ainda estava em cima, dobrei o gajo e com um sorriso uma vez mais manipulei-o e meti-lhe a piroca no cú ao mesmo tempo que também provava manualmente a sua piroca maravilhosa.A bela observava incrédula e satisfeita. Vim-me dali a pouco, era um dos melhores rabos que havia comido, não posso negar, sacudi para cima dela e a Bela teve direito às últimas gotas.
Caímos exaustos. O Manoel, nunca mais o vimos.Temos saudades dele!
No dia seguinte, de madrugada, quando acordámos um medo terrível assoleou os nosos espíritos e conversas, não nos havíamos protegido.Não mais tivemos férias, nem sexo.Chegados a casa corr~emos a fazer testes médicos, tudo estava bem. Agora sim, podemos ter prazer em relambrar, mas nunca mais correremos riscos!è uma experiência... que não desejo a ninguém!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:50
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Tenho que ser liberal


Sendo eu uma diabrura que me meto com todas as mulheres solteiras, casadas, viuvas, da familia ou nao, fico muitas vezes com um peso na consciencia pois minha mulher nao o merecia. Da-me tudo na cama, e um bom pedaço, com 30 e poucos anos,, sobre o gordinha, umas mamas 42 e sempre pronta para mim.
A verdade e que eu ate para a praia de nudismo eu ia para ver se encontro mais alguma coisa e para ver.
Ate que um dia decidi tentar-lhe dar um presente. Leva-la a praia de nudismo para ela tb poder ver mais pilas (todas as mulheres gostam). Depois de a convencer e chegados la pus-me nu ao q ela disse:
- Tu disseste q nao era preciso nos por-mos nus.
Respondi:
- Eu pus pq quis e tu so te pons se quiseres. Por mim, estas a vontade, pois ve bem que ta tudo nu aqui a volta.
Nao estava muita gente. 2 homens sozinhos e 3 casais.
Passado um bocado fomos a agua e parece q foi combinado, todas as outras pessoas tambem foram para a agua. Ela olhou durante o seu banho e disse:
- Ate estou envergonhada, tudo nu e eu vestida.
Nao disse nada, fui por tras dela e tirei-lhe a parte de cima do bikini sem qualquer resistencia e disse-lhe para tirar a cueca. Ela asssim o fez. Fiquei eu com o fato de banho na mao. Ja havia mais dois homens sozinhos que tambem ja estavam no banho. eramos agora 4 casais e + 4 homens. Estavamos todos num rais de 10 metros quadrados. A minha mulher rechonchuda, toda nua a passear-se no meio de mais pessoas pela 1ª vez. 2 homens e um casal nao tiravam os olhos dela pois ela era a unica das mulheres com mamas grandes.
O tal casal (Pedro e Ana) ao passar por ela diz-lhe:
- Estava com vergonha? Com um corpo desses nao devia estar vestida nunca.
Um dos homens (Vasco) q estava so disse:
- E tao linda e tao bem feita, nao tem que ter vergonha.
A minha mulher agradeceu olhando bem nos olhos do casal e tambem do homem. Reparei que ela olhou bem para a piça do Vasco que estava a meio pau, nem murcha nem tesa.
Eu ao ver aquilo deixo-a no meio deles todos e vou levar o bikini dela para as toalhas e a minha mulher diz-me:
- Ja vais espera, a agua esta tao boa.
Eu respondo-lhe:
- Vou guardar o bikini. Ja venho. aproveita a agua e ate a companhia.
Ela ri-se da dois passos e beija-me de lingua e ao ir outra vez para a beira dos outros tres da-me um puxao na piroca. Foi gargalhada geral.
Passado um bocado fomos para o guarda vento do Pedro e da Ana a convite deles para a conversa que era banal e o Vasco acompanhou-nos. Minha mulher que e muito simpatica e esta sempre a sorrir, fazia as despesas da conversa e falava, falava.
A praia começou a ficar mais deserta. Quando olhei alem de nos 5 so estava um casal na grande marmelada ao que eu disse:
- Olhem so aqueles, eles e que estao bem.
E todos fizeram o seu comentario ao qual todos nos nos riamos e quando reparamos Pedro, o marido da Ana, estava de pau feito, e cheio de vergonha pois a minha mulher (Lili) estava a apontar e a dizer:
- Olha o Pedro, esta q nem pode e olha, olha o Vasco tambem esta precisado dum ninho.
Ana responde-lhe:
- Lili, o teu marido tambem.
Lili olha para mim a rir-se muti e começa a masturbar-me.
Todos se riem muito pois o nervosismo estava presente para todos e Ana pergunta ao Vasco se ele tambem quer assim uma festinha igual ao que ele lhe diz sempre a rir:
- Tem juizo, ja viste onde estas. depois sabes que eu nao respondo por mim.
E a minha mulher sempre atenta a tudo e para minha grande surpresa larga-me a piça e virando-se para o Vasco que estava do outro lado, mesmo junto a Lili diz:
- Vasco, entao, tao sozinho. Vem ca que eu ajudo-te.
E dito isto começa a masturba-lo e pondo-se a jeito com a outro mao recomeça a masturbar-me tambem a mim.
Pedro começa a reclamar com a Ana que afinal tambem quer ao que ela diz-lhe:
- Agora ficas a ver que eu tambem estou a ver.
Como o casal estava sentado a nossa frente virado para nos a minha Lili poem-se de joelhos sem largar as nossas duas pirocas e diz:
- Esta tudo descambado, estamos loucos, é uma autentica desbunda. Pedro da-me a tua piça quero uma na boca.
Pedro levantou-se logo e minha mulher chupa-lhe na piça. Eu começo a pensar que nao era aquilo que tinha idealizado, mas como estavam as coisas deixei-me ir. Olhei para o casal que estava na praia e eles olhavam-nos mas a senhora ja estava montada no homem e com um ritmo fortissimo.
Ana entretanto começa a chupar-me na piça e vasco poem a sua piroca ao lado da de Pedro e Lili chupa nas duas ao mesmo tempo.
Por fim Lili manda toda a gente parar e eu espantado com aquela capacidade e a vontade todo da minha mulher, e diz:
- Agora os homens sentam-se neste lado e eu e a Ana vamos fazer um 69.
Assim foi, so que Pedro nao estava a aguentar e levanta-se vai em direcção a Ana e vem-se todo na cara dela e algumas gotas na bunda da Lili, que foram lambidas pela Ana.
Lili sai de cima de Ana e coma boca toda lambusada do leite de Ana da-me um beijo de lingua e Ana faz o mesmo a Vasco. Vasco então pega na Ana e começa-lhe a meter a piça na boca, e fode-lhe a boca como se fosse uma cona, mas Lili manda-os parar e ordena:
- Já que nao ha preservativos nao ha cona nem cu para ninguem, mas vos os 3 vao-se masturbar para a minha cara e a da Ana.
E assim foi viemo-nos os 3 que nem loucos. O Pedro ja era a 2ª vez que se vinha.
Quando nos sentamos olhamos em volta pois tinhamo-nos perdido do local onde estavamos e vimos 3 homens na parte de cima da praia a virem-se tambem com as pirocas na mao ao que todos nos nos rimos e para nosso espanto vimos um outro do outro lado a tirar-nos fotos. Esperamos que sejam so para ele, pois ele fugiu logo.
Por sugestao de Ana trocamos telemoveis para um encontro num local fechado e com preservativos pois queria provar o que é levar com uma em cada um dos tres buracos (esse encontro depois voucontar-lhes).
Na vinda da praia Lili pediu-me desculpa pelo sucedido mas tinha ficado descontrolada pela tesao causada ao ver ali umas pilas tao perto dela. Eu dando-lhe um beijo disse-lhe que nao havia problema, ate tinha sido bom e q estava a pensar aceitar o convite de Ana ao que ela respondeu.
- Não sei se fazemos bem, eu nao te quero magoar. Mas a ideia da Ana de ter 3 piças nela deixou-me com vontade de também provar.
E eu disse-lhe:
- Não magoas nada, liga ja para a Ana pede para ela marcar isso o mais cedo possivel, mas com o Vasco também. E sempre que queiras nos procuramos assim uns programinhas aliciantes.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:47
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Minha esposa no Cinema


Devo referenciar que esta história é verídica...

O que vos vou contar passou-se no verão de 2003,em Julho, numa sala de cinema que tem por hábito passar apenas filmes porno, precisamente numa época em que eu desejava fervorosamente que a minha querida esposa saísse da casca. Escusado será dizer que a minha esposa tem um corpo muito bem torneado, uns peitos muito bem feitos e umas pernas de fazer parar o trânsito, apesar dos seus 42 anos.
Tinha uma fantasia muito particular que acabei por realizar. Eu imaginava-a a ser toda apalpada e a fazer uma bela punheta a um homem num cinema. Mas, e como lhe dizer uma vês que ela era um tanto “púdica”? Após várias tentativas frustradas numa determinada tarde de Domingo desse mesmo Mês em que o relaxamento nos tinha já levado a uma boa sessão de sexo confidenciei-lhe aquilo a que tanto me deixava amargurado. Perante a surpresa dela, logo me foi dizendo que eu era maluco, que nunca iria conseguir fazer uma coisa dessas com estranhos, mas deixou em mim uma expectativa... iríamos sim, mas com a condição de sairmos da sala se porventura se sentisse inibida... Ok, já era um grande avanço, pois eu tinha a certeza que a ver um filme pornográfico e se a pessoa que se sentá-se ao seu lado fosse com calma as coisas poderiam aquecer... e assim combinámos para o Sábado a noite a seguir, pois eu também sabia que se não fosse rápido a marcar uma ida ao dito cinema o assunto da parte dela iria arrefecer. Durante a semana que entretanto ia decorrendo eu sentia-me cada vez mais nervoso pois estava muito receoso sobre a reacção dela...mas enfim lá chegou o tão desejado sábado. Levava uma saia de ganga ligeiramente acima do joelho com uma racha na frente com cerca de 10 cm, uma túnica bordeux que deixava realçar os seus bonitos ombros e umas sandálias de salto alto, que lhe deixam mostrar uns pés e uns tornozelos lindos de morrer. Entrámos, estava entretanto o filme a decorrer e reparei que a sala não deveria ter mais que 20 pessoas, sentamo-nos, da porta para o ecrã seriam três ou quatro filas onde já se encontrava uma pessoa assentada mas com um lugar vago entre ela e essa pessoa. A minha querida esposa ao sentar-se cruzou de imediato as pernas fazendo com que a saia subisse maravilhosamente deixando as suas pernas muito generosamente amostra. Ainda nem á um minuto estávamos sentados e já um homem vindo das cadeiras de trás se sentava ao seu lado o que me deixou algo inquieto pois ela nem sequer tinha aquecido a ver o filme e já se estavam a sentar ao lado dela o que podia ser perigoso. Momentos depois já ela me segredava ao ouvido que se queria ir embora pois não estava disposta ao que estava a acontecer,(o nosso amigo mal se sentou ao lado dela começou a gemer e a dizer palavrões) e que estava a ser muito indiscreto, disse-lhe para se acalmar e que virasse as pernas ligeiramente para mim que ele por certo desistiria o que veio a acontecer com o camarada a sair da cadeira momentos depois. Passararam-se 10,15 minutos até que veio o intervalo sem que mais nada acontecesse dando eu comigo já a pensar que não seria ainda desta que a minha fantasia se iria concretizar. Momentos antes do filme recomeçar a pessoa que se encontrava após o lugar vago (aparentava cerca de 30 anos e de boa aparência, com ar jovial) e que entretanto tinha saído ao intervalo, ao voltar desta vês sentou-se logo ao lado da minha esposa perguntando-lhe se não se importava que se sentá-se ali, ao qual ela respondeu um tanto envergonhada que estivesse a vontade, conversaram mais uns segundos sobre coisas banais e eu logo me apercebi que a minha esposa pela expressão dela teria simpatizado com o homem pois estava a falar com ele com grande cordialidade, o que me deixou bastante expectante sobre o que ele seria capaz de fazer quando se apagassem as luzes. O filme recomeçou e passado um bom bocado, (10 minutos talvez) comecei a notar a minha esposa muito nervosa e a tremer mas nada disse pois imaginei que algo já se teria passado, momentos depois enquanto descruzava as pernas e se ajeitava na cadeira virando-as e abrindo-as ligeiramente para o homem do lado, chegava-se a mim encostando a cabeça no meu ombro ao mesmo tempo que me dizia “ Ai amor, estou a ficar bastante entosoada, ele tem me estado a tocar nas pernas... tem umas mãos tão quentes... o que é que eu faço? Ao ouvir isto fiquei de imediato com uma tusa incrível misturado também com um pouco de nervoso miudinho mas segredei-lhe com ternura que se deixa-se ir, pois só assim gozaria o acto, como também daria ao parceiro do lado o prazer de se satisfazer com um naco como ela. Passados instantes e sem dar nas vistas comecei a olhar para o espectáculo que estava a acontecer e qual o meu espanto de ver a minha querida esposa com a mão dela por cima da dele de pernas já bem mais abertas a esfregar a racha por entre as cuecas, enquanto ele com a outra mão disponível começava a bater uma valente punheta, ela começou a gemer ligeiramente dando claramente a ideia que se ia vir, pois os dedos do nosso amigo já exploravam bem dentro da racha da minha querida, levando, a que ele com a mão que tinha sobre o pau pegasse na mão dela e a encaminha-se até aquele mastro já bastante duro e um tanto ou quanto descomunal, para continuar com a punheta que ele, entretanto tinha começado. Olhei para ele e reparei que o nosso amigo estava com umas feições de estar com enorme prazer pois concerteza ele tinha-se apercebido que para ela estava a ser a primeira vês, entretanto, não sei se por ter a mão num membro novo ou se por os dedos dele estarem a fazer um excelente trabalho, ela começou a gemer baixinho e a contrair-se dando mais uma vês a entender que estava a vir-se novamente, no mesmo instante o sacana também já perdido de todo puxou repentinamente a cabeça dela para aquele mastro enorme que ela imediatamente abocanhou vindo-se para dentro da boca dela sem que ela tivesse qualquer reacção contrária levando-a a engasgar-se pois tinha engolido todo aquele esperma, ele então agora, com as duas mãos não lhe largou a cabeça fazendo cada vês mais força para baixo fazendo-a engolir aquele mastro quase na totalidade até que as luzes voltaram a acender... o filme tinha terminado e nem eles nem eu nos tínhamos disso apercebido fazendo-o largar a cabeça da minha esposa que entretanto continuava a mamar com sofreguidão naquele pau assustando-se com as luzes, levantou a cabeça lentamente fazendo dar a entender que estaria a fazer outra coisa para que as pessoas que se encontravam mais atrás não dessem por nada, o que realmente não veio a acontecer pois tinha duas pessoas logo no banco de trás que pela cara deles a tudo tinham assistido...Ela fez-me sinal para irmos embora, tocando no nosso amigo para nos seguir. Já cá fora no corredor que dá acesso á rua e com ele atrás de nós, provavelmente a apreciar aquela linda mulher que ainda á pouco tinha engolido toda a sua langonha, (mais uma novidade, pois até então nunca tinha provado o sabor da minha) ela perguntou-me se eu não me importava que fosse-mos para o jipe (tem vidros escurecidos) com ele, porque queria sentir dentro dela todo aquele mastro e queria que se viesse dentro dela pois tinha adorado o sabor do esperma dele e agora queria também senti-lo dentro dela... Eu fiquei petrificado, pois esse acto seria arriscar demasiado, mas ele que entretanto tinha ouvido a pergunta acalmou-me dizendo que com toda a certeza não haveria problema pois era casado á 9 anos e esta tinha sido a sua primeira vês, pois nunca tinha feito nada com outras pessoas a não ser com a mulher. Seguimos então para o jipe que estava estacionado ali perto e eles entraram logo para o banco de trás, com a minha querida que ainda estava com o motor bem quente a desapertar-lhe o fecho das calças e a iniciar uma mamada que fez com que de imediato aquele pau enorme fica-se em sentido, ele entretanto já lhe tinha puxado a saia para cima deitou-se no banco desviou-lhe as cuecas e começou um minete espectacular que a fês vir quase de imediato, desvairada e louca de prazer levantou-se, pediu para ele se sentar e sentou-se então em cima dele, comigo no banco do pendura a pensar se ela conseguiria meter tudo aquilo dentro da sua cona que até era apertadinha ... conforme ia metendo aquele volume a sua respiração foi subindo de tom ao ponto de entretanto eu, (já não me aguentava mais e tinha começado a bater uma punheta) recear que caso alguém por ali passasse poderia desconfiar, mas ela já com ele quase todo enfiado dentro da sua racha começava a cavalgar freneticamente vindo-se mais duas vezes, ele por seu lado, gemia e mexia-se como um louco vindo-se por fim para dentro dela, uivando e gritando com voz rouca, agradecendo a Deus por lhe ter proporcionado uma noite daquelas... eu entretanto ia-me também vir, tinha retardado ao máximo a ejaculação mas não dava mais, peguei na cabeça da minha querida e enfiei-lhe o mastro na boca vindo-me então pela primeira vês em 12 anos na sua boca fazendo-a engolir todo o meu prazer por também ela me ter proporcionado uma noite maravilhosa, que eu nunca, mas nunca, esperei que fosse tão longe....
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O Nosso Conto


Sandra e João, um casal com uma relação de dez anos, gostam de diversificar a sua vida sexual, principalmente por iniciativa dele mas com a cumplicidade e o entusiasmo dela.
Há muito tempo que ele tem o desejo de experimentar “menages”. Começou por fantasiar situações com outra mulher mas a Sandra não tem desejos bi-sexuais e, depois de terem tido oportunidade de estarem com uma amiga, chegou à conclusão que o seu interesse sexual em estar com mais uma mulher não era muito. Por isso, sugeriu ao João que tentassem com um 3º elemento masculino, ideia que foi de imediato aceite.
A parte mais difícil era encontrar alguém que desejasse juntar-se a eles. Conhecer um homem exclusivamente para esse efeito seria muito complicado, razão pela qual decidiram optar por alguém que já conhecessem e com quem se sentissem à vontade. O João lembrou-se de um velho amigo que sempre foi uma espécie de “sex maniac”.
Contudo após uma conversita ocasional sobre o assunto chegaram à conclusão que ele não iria alinhar.
O problema complicava-se pois eles não viam mais ninguém com quem partilhar a sua pequena loucura. Só havia uma solução: Tentar fazê-lo com um desconhecido!
Como o melhor sitio para encontrar essa pessoa era a Internet, fizeram-se à vida e começaram a frequentar canais de chat. Foi assim que, um dia, depois de jantar eles se sentaram em frente ao computador e entraram num canal de chat. Passados uns minutos apareceu por lá um rapaz, o Carlos, que meteu conversa e logo lhes pareceu um rapaz diferente daqueles maníacos que normalmente aparecem nestes canais de chat. Conversa puxa conversa, e a Sandra, deixando para trás toda a sua timidez, num laivo de extroversão nunca antes visto, e também pela excitação que o rapaz já lhe provocava, sugeriu-lhe um jogo, no qual o Carlos se deveria entregar totalmente às suas vontades. O rapaz, que também já se encontrava bastante entusiasmado com a conversa, embora um bocado redundante, acabou por alinhar.
Durante as apresentações típicas do inicio de qualquer chat, tipo: de onde são? Idades?, etc., a Sandra ficou a saber que ele estava numa cidade não muito longe dali, que tinha 28 anos e era professor de natação.
Sandra deu então inicio ao jogo dizendo-lhe que se deveria meter no carro em direcção a uma certa cidade, que levasse consigo uma venda de tecido escuro e que aguardasse por um telefonema. Carlos respondeu afirmativamente dizendo que sairia de casa dentro de quinze minutos. Vinha Carlos já bem a meio do caminho quando o telefone toca… era a Sandra. Neste telefonema ela dizia-lhe exactamente onde é que ele devia ir ter e estacionar o carro. Carlos seguiu a instruções muito bem e assim que desligou o carro o telefone tocou. Era novamente a Sandra: - Vejo que não te perdeste… ainda bem. Agora sai do carro, mete a venda e nós apanhamos-te já com nosso carro.
Dito e feito! O Carlos embora sentindo algum medo, saiu do carro colocou a venda e deu um passo em frente. Logo surgiu o carro da Sandra e do João, que parou em frente dele. A Sandra saiu do carro, aproximou-se dele por trás, deu-lhe um beijo na face e disse-lhe: - Não tenhas medo, nós vamos tratar-te bem! Seguidamente pegou-lhe na mão e encaminhou-o para o banco de trás do carro, onde se sentou ao lado dele. O João conduziu o carro até casa, enquanto a Sandra ia conversando com o Carlos para o pôr mais à vontade. Optaram por entrar pelo portão de trás por causa dos olhos indiscretos dos vizinhos.
Sempre sem lhe tirarem a venda, levaram Carlos até ao quarto que tinham previamente preparado. As janelas estavam abertas porque aquela Sexta Feira de Agosto estava realmente quente. No ar o som de uma música ligeira especialmente escolhida para a aquela noite e um cheiro misto de incenso e velas que emanavam a única luz naquele aposento. O João sentou-se num cadeirão a observar Sandra que estando em pé de frente para o Carlos lhe disse: - Despe-me! Carlos começa então muito lentamente a passar as suas mãos pela Sandra. Começou pela cabeça, depois pela cara e foi descendo as suas mãos, descobrindo suavemente as linhas da Sandra. Depois de a percorrer toda, desapertou-lhe o vestido que logo caiu levemente no chão descobrindo a nudez total. Não havia mais nada para despir. Carlos avançou então com sua boca ao pescoço da Sandra, mordiscando-a desceu até aos seios que se encontravam já muito rijinhos. Sandra deixou-se cair na cama onde já estava encostada e Carlos continuou a descer a sua língua até à cona da Sandra onde se perdeu por uns bons bocados fazendo-a tremer de prazer. De seguida Sandra trocou de lugar com Carlos que se encontrava agora deitado na cama. Sandra depressa lhe agarrou a pila e começou a chupar suavemente aumentando o ritmo progressivamente. O João que já estava tremendamente excitado com a situação, aproximou-se da Sandra por trás e começou a percorrer-lhe o rabo e a cona com a língua. Depois a Sandra montou-se na pila do Carlos, e de costas para ele começou a chupar o João, quando sentiu que o Carlos se estava quase a vir, saiu de cima dele e começou a chupá-lo enquanto o João a voltava a foder por trás. Carlos vem-se abundantemente na boca da Sandra e logo a seguir o João vem-se dentro dela. O Carlos pediu para tirar a venda e foi-lhe concedido o desejo. Um bocado embaraçado com a situação pediu se podia tomar um banho e foi levado à casa de banho pela Sandra, que metendo-lhe a mão na pila lhe diz: - Depois vem ter ao quarto!
Acabado o banho Carlos volta ao quarto e encontra a Sandra completamente montada em cima do João com o rabo bem levantado na sua direcção. Aproxima-se devagar, pega na venda e coloca-a na Sandra com muito jeitinho. De seguida desce com a sua língua até ao rabo dela e começa a passar muitas vezes, alternado com os dedos, enquanto o João também a vai fodendo. Quando sente o rabo da Sandra já bem molhado e dilatado, aproxima a sua pila e enterra-a de uma só vez fazendo Sandra gemer num misto de dor e prazer. Sandra é penetrada duplamente , o ritmo vai aumentando e o João vem-se novamente seguido do Carlos e da Sandra ao mesmo tempo. O João levantou-se e foi tomar banho enquanto a Sandra se voltava a agarrar ao pau do Carlos para um último e demorado broxe. No final levaram Carlos ao carro dele e nunca mais o viram….

Fim
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Quarta-feira, 18 de Junho de 2008

Amante


Não gosto muito de escrever nem acho que tenha jeito, mas hoje apeteceu-me.
Há anos tive uma amante. Conheci-a quando ainda estava a trabalhar fora de Lisboa. Casada mas insatisfeita, bonita, baixa mas com bom corpo, roliça, a maneira de andar, de vestir, de olhar, de conversar, tudo eram promessas... Nessa altura comecei-me logo a fazer a ela e ela a dar. Percebia-se que queria. Comecei por me insinuar e depois passei logo a ser mais directo e a dizer-lhe o que queria. Era fácil porque eramos colegas e todos os dias nos encontravamos. Ela estava casada havia pouco tempo mas notava-se que a vontade dela era andar com outros. Eu tratei de aproveitar. Namoramos uns tempos sempre com algum cuidado porque sendo ela casada e eu também, eram meios pequenos e não convinha levantar muitas suspeitas, embora ela não parecesse importar-se muito com isso. Demos umas voltas de carro, ainda cheguei a ir a casa dela onde ela me convidou com uma desculpa qualquer numa altura em que o marido não estava. Depois eu fui-me embora, ficamos com os contactos um do outro, ainda marcamos uns encontros mas depois deixamos de nos ver. Passados uns anos encontramo-nos em Lisboa. Foi um alegria. A partir daí começamos a encontrar-nos, porque ela vinha a Lisboa com regularidade e frequência. Percebi que era a minha oportunidade. Ela mostrou logo disponibilidade e interesse e eu também, claro. Ela telefonava-me, marcavamos encontros, almoçavamos juntos, muito conversadora lá ia amostrando a insatisfação com o casamento. Eu, claro, também lhe dizia que as coisas com o meu casamento também não iam bem. Acho que ela já tinha andado com outros, mas isso só mostrava que eu tinha era que aproveitar. Vinha comigo no carro e aproveitavamos sempre para umas brincadeiras. Atrevida e sem vergonha, sem sexo em casa, queria era marmelada. A coisa que ela mais gostava era masturbar-me. Fazia-o sempre até ao fim, deixando-me sempre satisfeito. Belas punhetas ela me fez! E gostava de me mostrar o corpo, e que eu lho acariciasse, sobretudo as mamas. Notava-se que a entusiasmava enganar o marido e saber que eu também enganava a minha mulher com ela. Uma vez passou uns dias fora de casa numa formação e claro convidou-me para ir ter com ela. Era perto da minha casa e foi fácil desenfiar-me. Bela foda em plena Serra da Arrábida!
Depois o marido descobriu.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:09
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Homens? Simples Presas !!!!


Naquela manha acordei com uma excitação fora do comum... sentia um fervor no meu sangue e um calor no corpo invulgar... precisava de sexo, de um homem, de fazer amor... Levantei-me languidamente, tomei um banho e até a própria água a tocar no meu corpo me fazia tremer... limpei-me, pus um creme perfumado, maquilhei-me e optei por vestir um vestido branco da Ana Salazar, super decotado e abotoado à frente de cima a Baixo. Calcei sapatos de salto peguei na mala e sai. Tinha de ter um homem... e parti à caça... ia ser uma caçadora...
Entrei no centro comercial e sentia o olhar guloso dos homens em mim ao mesmo tempo que o meu sexo latejava de desejo... Nesse momento ao passar pelo talho vi o olhar de um homem super viril, musculado e com uns olhos lindos de morrer...
Senti que ele saia do balcão dizendo ao colega que já vinha e segui em frente. Entrei no primeiro café que vi e sentei-me ao balcão cruzando as pernas... Pedi um café... ele entrou sentou-se ao meu lado e perguntou-me com uma voz super sensual " onde é que tens andado que nunca te tinha visto?", respondi "à tua procura"... Perguntou-me se eu queria ír conhcer o sítio onde se vestiam, na cave... acedi claro... Enquanto desciamos as escadas ele beijava-me, palapava-me e eu sentia-me toda molhada de desejo e daquilo que eu sentia nas calças dele... Abriu a porta e sem mais encostou-me à mesa que lá estava, puxou-me as cuecas para o lado e introduziu a língua dele em mim, enquanto dizia baixinho em como era saboroso o meu leite... eu gemia de gozo da antevisão do que estava para acontecer... Subiu e abriu a braguilha e então eu vi um caralho tão potente e grosso que me deixou extasiada... baixei-me e começei a chupá-lo fazendo-o deitar uns gritinhos deliciosos de gozo. A minha língua trabalhava aquela cabeça enorme que se ia molhando aos poucos enquanto eu o engolia num movimento de vaivém compassado... levantei-me coloquei a perna em cima da mesa e ele poude ver assim o espectáculo que eu tinha para ele... meteu-mo com força na cona que sequiosa parecia engoli-lo todo... esporrei-me ao mesmo tempo que ele, para ele me surpreender em seguida com um delicioso minete que me deixou ainda mais entessada e vim-me novamente na boca dele...
Vestimo-nos, saímos e enaquanto subíamos as escadas olhámos um para o outro com um olhar cúmplice. Separámo-nos cada um para o seu lado, com a sensação de satisfação espelhadas no rosto.
Caçadores os homens? Não amigos! Simples presas nas mãos das mulheres...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:06
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Meia Verdade


Há muito que ouvia falar daquele bar, tal como há muito falavamos em experimentar... e vinha sempre à baila o medo do “dia seguinte”. Nunca pensamos verdadeiramente em swing, mas em partilha, em juntar outro ou outros nos nossos jogos sexuais. Nos mais variados sítios provocavamo-nos mutuamente:
- Leva aquele, não gostavas de ter dois dentro de ti?
Ou então:
- Já imaginaste comeres-me enquanto aquela ali lambe o meu grelo e os teus tomates?
Nestas conversas, muitas vezes na rua, em brincadeiras, outras seriamente, no recato da casa, falavamos em ir ao bar (talvez alguns dos meus leitores, conhecedores de Lisboa, saibam do que falo). A Joana tinha lá ido há uns anos, mas nunca mais lá voltara, eu... só tinha ouvido falar.
Há pouco tempo, sem que estivessemos a pensar nisso, um casal amigo, que conhece as nossas hesitações, convidou-nos para lá ir, numa noite de sábado.
O Bar (vou-lhe chamar assim), já não é no mesmo local que a Joana conhecia, é agora um espaço fechado, uma espécie de clube onde só entra quem foi convidado. Nós fomos uma excepção, mas só entramos por os nossos amigos serem sócios e terem pedido que nos autorizassem.
Numa zona antiga da cidade, batemos à porta e pouco depois subiamos uma escadinha que dava acesso à sala. A um dos cantos, um pequeno bar onde os proprietários e animadores do clube serviam as bebidas. A sala, com uma zona um degrau mais elevada, devia ter cerca de 100 m2 e 4 ou 5 postes onde as deusas se podiam agarrar e exibir. O sanitário era unisexo, tal como o duche que ali estava à disposição de todos. Na sequência da passagem para estas instalações, uma estreita passagem levava-nos a duas divisões com duas plataformas, à altura do joelho, estofadas de negro e bastante amplas. A elas volatríamos bastante mais tarde.
Os nossos amigos já lá estavam e por isso fomos buscar uma bebidas e começamos a admirar o ambiente. Havia gente de todas as idades e feitios, dançando ao som de uma música razoavelmente moderna. Junto a nós um casal de perto de sessenta anos estava animadíssimo. Ali alguns que pouco passavam dos vinte. Quando entrámos dir-se-ia que estavamos numa pequena discoteca de província, mas rapidamente fomos notando alguns pormenores que a distinguiam.
Quando há uns anos a Joana tinha vindo ao Bar, este era já um local de reunião de swingers, mas nessa altura era um bar aberto, onde toda a gente podia entrar, e que não passava disso mesmo, um ponto de encontro.
Agora era diferente. O ambiente foi aquecendo rapidamente, na pista de dança os casais trocavam-se, tocavam-se. Eu fui com a Joana para a pista, mesmo não sabendo se procuravamos alguma coisa, para ver melhor quem por ali dançava, para melhor observar tudo o que se passava, para, devo confessá-lo, ir escolhendo quem nos agradava. Danaçamos no meio da pista durante um bocado, vendo casais esfregarem-se uns nos outros, apalparem-se e beijarem-se. O ambiente era completa e crescentemente sexuado, febril. Voltamos um pouco para a zona mais elevada onde estavamos sentados a uma mesa. Os nossos amigos apresentaram-nos um outro casal, com quem tinham travado conhecimento e estavam a conversar. Falamos um pouco com eles, mas claramente não foram do nosso agrado, por isso nos sentamos à mesa a conversar um pouco, distraídos do que se passava à nossa volta. Quando voltamos a olhar para os nossos amigos eles tinham trocado de parceiros e beijavam-se sofregamente. Junto a eles havia um terceiro casal com quem também se misturavam de modo bem sensual. Na pista uma jovem faziam topless, mostrando umas mamas bem apetitosas. Depois subiu para o balcão, no que foi secundada pela dona do Bar, deliciando-nos com danças sugestivas, à medida que as roupas iam caíndo, mostrando dois corpos elegantes e apetitosos.
Estimulados por esta visão nós dançavamos, na zona mais elevada. Agarrada a dois postes, a Joana dançava sensualmente e eu, por detrás dela, agarrava-a e apalpava-a, correndo as mãos pelo seu corpo. Na sala várias mulheres mantinham-se somente com a roupa interior, rodopiando os corpos em movimentos provocatórios. Excitados, descemos para o meio da pista e sem termos combinado previamente, começamos a procurar parceiros que nos agradassem. A vista caiu-nos em dois casais próximos, que tal como nós dançavam bem agarrados, esfregando-se, olhando à volta, escolhendo as presas.
A escolha foi nossa, mas também fomos escolhidos e aos poucos fizemos a aproximação, tocando-nos enquanto dançavamos, sem que o espaço a isso obrigasse. As mulheres ficaram de costas uma para a outra, enquanto eu e o outro começamos a tocar o par que não era nosso. Eles eram experientes e por isso a outra, que por coincidência também se chamava Joana, virou-se para nós, abraçando a Joana por detrás. Esta interrogou-me:
- E agora, que faço?
- Vira-te também, segue-a, que ela guia, respondi-lhe.
De frente a Joana 2 (vou chamar-lhe assim) abraçou-a e deu-lhe um beijo fundo na boca, com as línguas a cruzarem-se. A Joana, que é completamente hetero, surpreendeu-se, mas não se fez rogada e correspondeu. Depois a Joana 2 beijou-me longamente enquanto a Joana beijava o Pedro (o outro) e as mãos corriam os corpos, apalpando. Dançando estivemos algum tempo neste jogo e só depois interrompemos para um cigarro e para nos apresentarmos. Falamos um pouco, rimos da coincidência dos nomes delas e, sem grandes demoras e nenhuns rodeios, fomos convidados para ver as divisões lá de cima, onde estavam as plataformas estufadas. Subimos. Na sala maior havia um bacanal, numa confusão de corpos e de sexos, onde estavam os nossos amigos, entregando-se ao prazer. Dez pessoas comiam-se com tesão. Da entrada viamos uma que era enrabada enquanto fazia um minete a outra que, por sua vez, resfolgava com um profundo broche. Outra gozava com uma dupla penetração, com os olhos vítreos do prazer, as mamas abanando com os movimentos de vai-vem. Finalmente o outro comia à canzana uma outra que estava num elegante 69 com a que restava.
Não era aquilo que nós procuravamos, por isso saimos daquela sala e fomos para a outra, mais pequena, mas que tinha a vantagem de proporcionar alguma privacidade, pois tinha porta e fechadura. Para lá, ainda mais excitados pelas imagens que acabáramos de ver, entramos os 4 bem excitados. Eles sabiam, porque lho tínhamos dito, que era a nossa primeira vez e por isso tomaram naturalmente a iniciativa, mas de um modo bastante suave, para que nós fossemos entrando no esquema.
Fomo-nos beijando, apalpando, crescentemente excitados. Naturalmente fomos trocando de parceiros, mas várias vezes voltavamos atrás. O Pedro, muito lentamente foi despindo a Joana, tocando-lhe o corpo em carícias suaves, deixando-a cada vez mais excitada. A Joana 2 tirou-me a camisola, desabotoou-me a camisa. Beijava-me o tronco, oferecia-me os peitos já desnudos para chupar. Enquanto lhe beijava as costas virou-se para a Joana e tirando-lhe o sutien chupou-lhe os mamilos já espetados. Excitada a Joana nem sentia que as últimas peças de roupa lhe tinham abandonado o corpo, enquanto a Joana 2 continuava a mamar e eu e o Pedro fazíamos minete ao par um do outro. Entretanto estavamos todos nús, iniciando um pequeno bacanal. A Joana deitada de costas estava a ser tratada pelos dois, enquanto por trás da joana 2 lhe lambia a cona, já bem molhada, e o olho do cú, deixando-o lubrificado e desejoso. O Pedro enfiava os dedos nos buracos da Joana que começava a perder a noção do que dizia, entregando-se completamente ao prazer.
- Enterra-mo, querido. Fode-me! Mete-me um caralho grande e grosso!
A estas palavras o Pedro não se fez rogado e ajoelhado à sua frente enterrou-lhe o mangalho na cona. Enquanto era espetada a Joana 2 beijava-a na boca, deixando a cona à minha disposição, o que aproveitei para a comer à canzana, dando-lhe umas palmadas leves no traseiro que me oferecia. Gostou e eu aumentei um pouco a força, avermelhando levemente aquele rabo apetitoso. Enquanto a fodia enfiei-lhe o polegar no cú, estimulando-o, recebendo como reacção movimentos fortes dos quadris para que mais enterrasse. O Pedro fez a Joana deitar-se de lado, mas antes que ele se enterrasse apontei-lhe a cabeça da Joana 2 para que lhe fizesse um pouco de broche, segurando-a firmemente pelos cabelos. A Joana sentiu-se momentaneamente abandonada, mas virando-se foi lamber os colhões do Pedro, alternando com a Joana 2 no broche. A Joana 2 atingiu assim o primeiro orgasmo, com um caralho na cona, dois dedos no cú e outro caralho enterrado até à garganta, urrando de prazer. Saí de dentro dela e coloquei-me a jeito para que as duas me chupassem, enquanto o Pedro fodia novamente a Joana, depois de finalmente a deitar de lado, dando-lhe palmadas fortes, alargando-lhe o cú com os dedos. A Joana rapidamente atingiu também o orgasmo, gritando com força para que a fodessem, lhe enterrassem caralhos, chupando sofregamente na minha piça.
Enquanto recuperava foi-me chupando suavemente, enquanto a Joana 2 me beijava e o Pedro lhe lambia o cú. Sentado, puxei a Joana para mim e fi-la enterrar-se no meu caralho, começando rapidamente no sobe e desce, beijando-a e beijando a Joana 2 alternadamente. Disfarçadamente fiz um sinal ao Pedro que imediatamente compreendeu e, pondo-se de joelhos atrás da Joana começou a encostar o caralho ao estreito buraco. A Joana gosta realmente de ter um caralho no cú, mas nem sempre e não é algo que façamos com frequência e, por isso, tentou fugir, mas ambos a agarramos e ela não conseguiu sair. Também diga-se que enterrada no meu mangalho o esforço não foi grande. As Joana 2 lambia-lhe as mamas, mordiscava os mamilos e a sua excitação crescente diminuiu a resistência a nada. Com um pouco de creme o Pedro lubrificou-a e lentamente foi-se enterrando, com pequenos recuos, com algum vai-vem, aos poucos estava todo dentro dela. Durante um bocado mantivemos movimentos lentos, e foi mesmo ela que começou a aumentar o ritmo, enterrando-se nas duas piças.
- Abram-me toda, espetem-me esses caralhos. Batam-me. Com força. Fodam-me filhos. Foda-se. Espeta. Enterra com força! Isso! Fooooooooooda-se!
Ai, queridos, foi tão bom.
A Joana 2, que se tinha entretido a beijar tudo e todos, apressou-se a dizer:
- Agora sou eu, também quero dois caralhos dentro de mim. Fodam-me, enrabem-me. Rebentem-me toda.
Desta vez foi o Pedro que se sentou, pedindo à Joana que, antes de começar, lhe fizesse um broche muito lento pois assim iria aguentar mais tempo. Enquanto ela o chupava sofregamente, agradecendo pela forte enrabadela que lhe tinha proporcionado, eu fazia um botão de rosa à Joana 2, enterrando a língua toda naquele buraco apertado.
Então peguei-lhe ao colo e cuidadosamente coloquei-a sobre o Pedro, enquanto a Joana abandonando o broche, apontou o caralho que facilmente se enterrou na cona bem molhada. Puxando a Joana obriguei-a a ajoelhar atrás deles e a prosseguir o beijo negro, para depois a afastar e abrir aquele buraco já bem estimulado com a minha piça. A Joana 2 estava bem mais habituada a ser enrrabada e estimulada como estava começou a bombar com força atingindo rapidamente o orgasmo, dando urros fortes.
- Não saiam, continuem a espetar-me, tenho direito a um pouco mais de tempo. Joana, ajoelha-te com o cú virado para mim. Vou-te lamber o cú para que te espetem novamente.
Durante mais um pouco seguimos este movimento até que a Joana 2, que tinha assunido a direcção de cena, pediu para pararmos e deitando-se por baixo da Joana começou um 69, no que foi correspondido por esta. Juro que fiquei surpreso, sempre me tinha dito que nada queria com mulheres, mas estava totalmente excitada. A Joana 2 disse-me para a foder e ao Pedro para enrabar a Joana enquanto ela a chupava.
Neste movimento nos mantivemos um pouco, até que sem aguentar mais saí da paxaxa quente da Joana 2 e tirando o preservativo vim-me na boca da Joana, que engoliu tudo o que tinha para lhe dar e me continuou a chupar atingindo um novo orgasmo, quase desfalecendo de prazer. O Pedro bombava agora com força no cú, e ela pedia pressa pois começava a doer. Louco de tesão ele lubrificou com mais creme e continuou a bombar, a abrir-lhe as pregas do cú, a rebentá-la. Assim atingiu o orgasmo vindo-se na boca da Joana 2 que por baixo da Joana continuava a fazer o minete ou a lamber os tomates do Pedro. Estavamos satisfeitos, por isso limpamo-nos e voltamos à sala.
Conversamos um pouco sobre o bar, como as pessoas se escolhiam, o que as atraía. A Joana 2 fez um comentário interessante:
- É simples! Os bonitos escolhem os bonitos. Os feios escolhem os feios. Os gordos com os gordos, os magros com os magros, os novos com os novos os velhos com os velhos.
Olhamos para eles, olhamos à nossa voltam, aos grupos que se formaram. É realmente assim, ali como na vida.

Assim poderia ter terminado a noite, se a Joana não estivesse com o período e nós não tivessemos hesitado. Talvez da próxima, porque eles eram realmente atractivos e eramos do mesmo grupo.

Se me estão a ler (“Joana” e “Pedro”) e reconhecem a parte real da história, espero que numa próxima vez aceitem voltar a tentar. Nós continuamos a desejá-lo.


publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:05
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