Sábado, 24 de Maio de 2008

Surpresa no hipermercado


Esta história é rigorosamente veridica.
Faz cerca de 1 semana fui, após o jantar, fazer umas compras urgentes de poucas coisas num hipermercado perto de casa. Sendo fim da noite e dia de semana havia pouquíssimo movimento.
Assim que acabei de adquirir o que queria, dirigi-me a das caixas abertas na qual estava, à minha frente, um Sr. indiano. Tinha cerca de 50 anos, cerca de 170cm, uma certa barriguinha e muito boa aparência. Este Sr. encontrava-se a pagar um dos novos coletes obrigatórios para o trânsito, mas em amena conversa com a menina da caixa sobre se seria realmente aquele o colete homologado ou se seria um modelo que, depois, não era reconhecido.
Quando cheguei à caixa, pousei o meu cesto no chão bastante encostato aos pés do gajo e levantei-me. Confesso que fui percorrendo o corpo do gajo com os olhos à medida que me ia levantando e, portanto, se calhar, a culpa de toda esta cena foi minha; mas também acho que fui suficientemente discreto para ninguém perceber (nem ele). Quando, finalmente, estou em pé o homem desata a falar comigo com 1 ar de grande amabilidade. Ainda na caixa perguntou se já tinha colete, que era importante comprar, se queria que ele fosse à prateleira buscar 1, que tinha perguntado numa bomba de gasolina e que o preço era bem mais caro, ... bom e por aí a fora. Para culminar tudo acabou por ir à prateleira buscar-me um colete enquanto a menina me fazia a minha conta. Achei aquilo inacreditável. Quando veio eu paguei e lá sai dali com ele na conversa.
Nunca me tinha acontecido nada assim por isso não acreditei na ocasião que se tratasse de um engate, mas coloquei essa hipótese...
Como eu ia carregado o Sr. ofereceu-se para me ajudar e, pelo caminho, lá me ia fazendo elogios à simpatia. Num dado momento do caminho era suposto separarmo-nos de mim, já que os carros estavam para locais diferentes. O homem, perante a situação, ofereceu-se para me acompanhar ao carro e ajudar co os sacos e,em contrapartida, eu dar-lhe-ia boleia depois até ao carro dele. Assim foi... Dessa vez é que pensei: é engate!! O gajo quer levar-me para a cama. O jogo estava a agradar-me (até porque para mim era a 1ª vez) e foi concordando para ver onde ia parar.
Já dentro do meu carro, o Sr. não parava de me elogiar o carro... de dizer que era uma "granda" máquina, essas conversas para fazer conversa... Rapidamente chegámos ao carro dele e, aí, ele elogia-me a simpatia e convida-me para tomar 1 café. Saímos e eu fui atrás do carro dele.
O gajo pediu 1 carioca de limão e eu fiz-lhe companhia.
Convidei-o, depois, e porque estava aver o gajo sem imaginação para ir dar uma volta no meu carro do qual ele tinha gostado tanto. Lá fomos. O gajo recebe então 1 chamada. Indeciso de havia de antender, lá atende. Começa a falar ao telefone em indiano (apesar de me ter dito que estava há 20 anos em Portugal) com alguém. Percebi que não queria que eu entendesse a conversa...Depois de desligar disse-me, no entanto, que, brevemente, teria de ir para casa. A mulher dele tinha chegado do emprego... Parei o carro e ficámos lá dentro à conversa. Disse-me a profissão, fizemos mais alguma conversa. De repente o gajo volta-se para mim e diz-me:
- Sei que o amigo tem alguma coisa para me dizer.
- Eu? Não, nada para lhe dizer. Por mim está tudo dito. Aliás conhecendo-o tão mal, estava com dificuldade em arranjar mais conversa.
- Mas eu percebi deste que comecei a falar consigo que há aí qualquer coisa para dizer - diz o gajo
- Porque é que acha isso? O amigo tem algo para me dizer a mim? - Digo eu
- Desculpe ... você é que parece que me quer dizer alguma coisa.
Eu nessa altura comecei a ficar fodido e a perder a paciência, mas lá me controlei. Pensei: este gajo sabe que desde o inicío que se criou 1 clima, mas agora não tem coragem de falar. Pensei ainda não tendo essa coragem era porque não era 1 tipo "batido" neste tipo de situações.... Percebi então que tinha que tomar a iniciativa!
- OK. Eu posso dizer que um acho 1 gajo atraente, sexy, bonzudo desde que o vi no hipermercado! - digo sem hesitação.
- Eu acho o mesmo.- acrescenta o gajo
- Só isso? Então já podemos ir embora. Disse-lhe eu. - Não me quer dizer mais nada?
Foi nessa altura que o gajo perdeu a coragem e disse:
- Gostava de estar consigo, mas ainda gostava mais que fodesse comigo e com a minha mulher....
E passa-me a mão pela perna, perguntando:
- Importa-se?
- Não, disse eu (já a imaginar a cena de estar a comer a mulher dele com ele).
- E se eu fosse mais atrevido?
E dizendo isto, sobe com a sua mão grossa e enorme até à minha picha, já meia mole, meia dura!
- Aposto que não tem coragem para fazer o mesmo!
Este gajo 'tá a pedi-las, pensei...E coloco-lhe a mão no caralho por cima das calças (mais por uma questão de curiosidade que por outra razão qualquer), mas tiro logo. Percebo que o gajo tá cheo de tesão e que o caralho dele era - quase de certeza - um caralhão.
- Você tem um corpo que põe qualquer pessoa a "bater mal", diz-me o gajo. E a sua cara não lhe fica atrás...Neste momento, se fizesse o que me apetece, dava-lhe 1 beijo na boca.
Nessa altura concei a ficar assustado. Imaginei o gajo se ia esquecer que estavamos dentro de um carro, mas na rua e que, ás tantas, ainda ia tentar beijar-me; coisa que não ia dar autorização! Em vez disso, pergunta:
- Não gostava de sentir esta granda pichota? Se quiser pode ser sua...
Agarra por dentro das calças e mostra o tamanho da sarda! Era brutal ...comprida e grossa. Olhei para ela, olhei-lhe nos olhos. Pensei: este cabrão pensa que só ele é que tem a verga grande? Continuando nos olhos dele, exibo orgulhosamente o meu mangalho por dentro das calças, como que a dizer: se eu levar com esse, tu tens que levar com este!
- Eu acho que se vê melhor por fora das calças, não acha?
Dizendo isto agarra-me nas mãos põe-me no fecho bem como quem quer dizer "abre" e, ele próprio, vem abrir o meu. 1º ele e pouco depois eu estávamos com as mãos cheias com o caralho um do outro.
- Foda-se! Você tam algum defeito? Isto é que é um caralho! - diz o indiano
- Olhe que você não se fica atrás... isto é que é um cacete! E era, de facto! Cerca de 24 cm, grossão, praticamente preto (indiano) e com 1 cabeça des-co-mu-nal como nunca imaginei que fosse possível. Na verdade estava a achar o caralho do gajo uma delicia, mas não lhe queria dar a isso de bandeja...
O gajo foi mais sincero e disse:
- Este caralho só é pena não ser meu e da minha mulher...com 2 caralhos na cona ou no cu de 24 cm cada 1, acho que a gaja subia ao céu. Eu não gosto particularmente de picha, mas acho que neste caso, vou abrir 1 excepção. - diz o gajo!
- Temos que combinar 1 dia destes. - respondo com o chouriço preto ainda na mão...
Entretanto o gajo outro telefonema. Tira-me a mão do vergalho e atende. Era a gaja.
- Tenho que me ir embora, diz ele; mas vamos trocar de tlm. Combinamos já encontro na proxima semana. Eu este fm de semana tenho 1 casamento daqueles indianos que demoram 3 dias e, a seguir ao casamento vou falar com a minha mulher e ligo para combinar-mos e "granda" foda a 3.
- Que idade tem a sua mulher?
- 47.
Os meus olhos brilharam porque adoro gajas mais velhas.
- Gostas, não é?
Acho que a minha cara não deixou margem para dúvida...
- E o que e que fazemos a este tesão? - pergunta
- Aqui não podemos fazer nada! Estamos na rua, foda-se.
- E se fossemos para outro local? - diz o gajo louco de tesão ...
- Mas tens que ir embora!
- Só 15 minutos. Disse à minha mulher que ia só dar 1 salto à livraria...
Afastamos o jeep para uma zona muito escondida e, já com as pichas murchas parámos o carro. Olho-lhe para a vara... o que me impressionava neste caralho dele não era o enorme tamanho e grossura. Era a cabeça. Mesmo murcha era enorme.
- Mal sabe a minha mulher onde estou, desabafo com ele!
- Também és casado meu cabraozão? E não dizias nada ...! Quando é que fodemos a tua puta? Outra coisa boa era trocarmos de gaja! Tu fodias a minha e eu a tua, enquanto nos beijavamos na boca. Adorava experimentar swinging...
- Sim, acho que podemos pensar nisso tudo! Só falta convencer a minha mulher... isso é que é o pior!
- Achas? A minha também me disse sempre que não e que a nossa religião não o permitia, etc. Mas agora não me fala noutra coisa. Ela aliás sempre quis, nunca o admitiu. As gajas são todas iguais. Só tens que ir dando tesão à tua com a ideia até ela se descair...
- Prometo que vou tentar. Não há nada que me apetecesse mais.
Estivemos uns minutos a imaginar o que faríamos a 3 e a 4. Fiquei doido de tesão e decidido a convencer a minha mulher.
- Para já começamos a 3 e vais convencendo a tua puta.
- Isso. Assim tenho algum tempo! - disse convencido.
Chagamos os bancos para trás. Ficamos com MUITO espaço adiante de nós. o gajo pega-me na mão e lava-a ao mangalho teso. Enfia a mão por baixo dos meus colhões e prende-os na mão enorme. Com isto, fico com 24x6 cm de rolo de carne seguro e imóvel....Dobra-se e abocanha sem cerimónias. Começa a chupar e a cuspir-me. Mama durante cerca de 1 minuto. Metade do meu caralho gordo desaparece na boca dele.
- Mama meu cabrão. Chafurda nesse caralho...
- Foda-se, granda picha!! Nunca tinha mamado o caralho de 1 homem. Só tinha dado a mamar, mas 1 vez a um primo há já uns anos. Anda cá agora tu oh paneleiro do caralho.
- Fica para a próxima. Quando estivermos a 3...
- Foda-se! Qual é a tua? Fode já a picha do monhé com essa boca linda.
Dizendo isto agarra-me na cabeça e empurra-me para o caralho.
- Mama meu "granda" cabrão. Se não gostas, pensa que tás a fazer 1 minete à minha mulher que adora que lhe lambam a conaça. Vá, caralho. Chupa!
Abro a boca e o caralho do gajo que estava a empurrar os meus labios entra-me pala boca adentro e enche-me a boca toda. O gajo começa-me a foder a boca antes que eu o comece a mamar e vai-me empurrando a cabeça com força contra o instrumento que baba tanto que parece 1 fonte.
- Toma cabrão. Foda-se a tua boca parece 1 cona.
- Então vai-me à cona, porco do caralho!
E o gajo enterra-me o caralho na boca e fode sem sequer me deixar mamar.
Mal sinto o gajo tirar a mão da minha cabeça levanto-me.
- Foda-se, já chega!
- Cabrão... queria-me esporrar. Deixa-me encostar a picha ao teu cuzinho. Só encostar....
- Foda-se! Nem pensar. Tás parvo o quê? - Disse-lhe!
- Não tens confiança em mim? Eu tenho em ti! Dizendo isto, tira as calças e os sapatos e senta-se em cima de mim, que estava ainda sentado no meu banco.
Agarra no meu caralho e encosta-o ao cu. Escusado será dizer que fiquei logo a mil à hora ...
- Tás a ver? Eu nem sequer ligo a caralho e sentei-me em cma do teu. Se quiseres podes-me papar a peida!
O gajo ia dizendo isto e roçando-se na minha pintelheira pra me por louco.
Já louco de tesão, abro o porta-luvas e saco de 1 preservativo. Enfio-o a correr no caralho e abro-lhe bem o cu. O indiano senta-se em cima da minha arma. Empurro com força contra o buraco do cu dele. Não entra. O gajo enche-me a picha e o o caralho de cuspo e eu contribuo.
- Agora entra! Vá, parte-me a bilha cabrão. Tira-me os 3 do cu, pá.
- Juras que es virgem de cu? - pergunto cheio de tesão.
- Acredita que sim! Nunca levei nem nunca me interesei por levar, mas só para me deixares ir-te ao cu, faço tudo!
O buraco do cu vai cedendo à minha cabeçona e ao meu caralho e o gajo vai fugindo porque lhe está a doer. Queixa-se. Rebento de tesão, mas vou com calma. Quase que lhe rasgo o buraco do cu de tanto afastar as bordas. O rabo dele vai engolindo a pouco e pouco e vamos parando para ele se habituar à tora de carne dentro dele...
- Uuuuui! Acho que tenho a peida a transbordar de caralho. Foda-se que sorte eu tive em encontrar 1 macho que gosta de cona e de cu! Que granda monstro de caralho!
- Ai que bom! Adoro comer cu! Tá todo enterrado ... Tá a doer?
- Não, mas não mexas para já ....
Ficamos um bocado imoveis. O gajo tenta habituar o cu ao meu mastro. É nesse momento que me espeta a lingua no fundo da boca e me começa a chupar os lábios e a língua. Eu retribuo. Não nos mexemos.
Começo então a bombar-lhe a peidola indiana.
- Aaaaaaai cabrão. Estás-me a ir ao cu!
- Sim meu cabrão. E tu estás a adorar. Cavalga nessa pichota tesa!
- Faz-me paneleiro. Põe os cornos à minha mulher...
- Ponho os cornos à tua puta e vou te pôr os cornos a ti quando lhe comer a cona preta...
- Isso! Vamos-lhe comer a cona os 2. Agora martela-me bem essa peida.
- Vou-te rasgar o cu todo. Toma! Toma nesse rabo guloso meu cabrão.
Começo a bater-lhe uma punheta enquanto lhe papo o buraco do cu. O gajo cavalga em cima do meu caralho. De vez enquanto paramos para nos beijarmos.
- Estou-me quase a vir ... digo-lhe
- Deixa-me me ter agora em ti cabrão. Vá lá... - pede!
Pára então de me foder o caralho com o cu. Largo-lhe as bordas que me caem em cima das calças. Eu, ainda vestido, só com a pichota e os colhões de fora fico pensativo por segundos. O gajo enterrado em cima do meu caralho olha para mim...
- Tira aí outro preservativo pá...podes-me ir ao cu!
O gajo solta o cu, abre o porta-luvas e tira mais outro preservativo... Cobre o caralho... Eu olho arrependido por ter aceitado...
- E se aparece alguém?
- Quando me estavas a comer, não estavas preocupado com isso. Tou fodido contigo... diz o gajo!
Perante estes argumentos não soube o que responder. Passei para o lado dele e sentei-me no banco.
O gajo tira-me as calças até aos pés. Põe-me as pernas para cima para ter acesso ao meu rabo e para o lado para ter acesso completo à minha cara.
- Não me queres tirar as calças cabrão?
- Não, eu como-te assim!- diz
Começa então a forçar a entrada pelo meu cu virgem adentro.
- Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai foda-se! Tira já. Não aguento.
- Calma amor! Se eu consegui, tu também consegues...
- Foda-se mas o teu cu é mais largo e o teu caralho e mais cabeçudo que o meu... não dá, desculpa!
O gajo não desiste e continua a tentar com muita calma e cuidado! Afasta-me tanto as bordas da peida que quase me esgaça o buraco.
- ENTROU! A cabeça já lá está...
- Aaaaaaaaaaaai caralho! Que dor!
- Não faças força para fora cabrão! Aceita o meu vergalho nessa peida!Aguenta com ele! Aguenta, caralho! Vai valer a pena...
Tento relaxar o buraco do cu para aceitar aquele caralho de cavalo dentro de mim... O gajo começa a tentar meter o resto!
- Vá querida! Aguenta-te com ele. Aguenta...toma nessa peida. Consola-te!
Á medida que vai falando, vai-me enterrando. Quando dou conta:
- Tás todo encavado. Ía, foda-se!!! Que peida fenomenal. Engoliu-me a pichota toda! Olha que a minha mulher nunca conseguiu enfia-lo todo...
Sem sequer tirar 1 cm o gajo vai fazendo movimentos de anca para ajustar a picha gorda à minha peida cheia...
- Tás à vontade? Já estás relaxado? Então toma!
E começa a bombar devagar. Pouco depois aumenta o ritmo.
- Dá-me no cu... vai-me a esse cu. Come-me o buraco meu cabrão. Fodilhão do caralho. Tou a adorar sentir o que a tua puta vai sentir quando eu a enrabar.
Como estou com as pernas juntas e encostadas para o lado, decide tirar a pixota do cu.
- Foda-se. Agora já n consegues enterrar de novo.
Sem responder tira-me os sapatos e as calças e afasta-me as pernas. Tem agora completo acesso ao meu cu e à minha cara...
- Agarra-me nesse mangalho e espeta-te nele paneleiro.
Eu agaro na picha do indiano e oriento-a para o meu cu. Encosto-a e ele enterra-se de uma só vez. É nessa altra que o gajo começa a martelar com toda a força. Era uma coisa brutal!!
- Toma com o caralho do indiano meu paneleiro. Come com ele na peida cabrão. É isso que tu gostas...
- Vai-me à peida. Parte-me esse cu todo com essa sarda fodilhona.
- Foda-se! Sabes mesmo levar na peida! Engoles este pichão todo! Que tesão vê-lo desaparecer dentro de ti.
Começa a bater-me à punheta e a cuspir-me para a cara enquanto se afunda no meu cu.
- Ai que enrabadela. Come-me bem comido. Desvirgina-me esse buraco. Não pares de me papar. Cobre-me como se eu fosse 1 égua.
- Ai cadela do caralho. Mal sabe a puta da tua mulher o paneleiro que tu és... Toma picha no cu. Toma picha. Toma cabrão...
- Fode, enterra, espeta, come! Vai-me a esse cu! REBENTA-ME. Alarga-me esse buraco.
- Aaaaaaaaaaaaaaaai não aguento mais. Vou-me vir...
Tira o caralho do meu cu e enfia-me na boca.
- Espera. Tenho uma ideia melhor.
Saltamos para o banco de trás e, de lado, com as pichotas na boca um do outro desatamos a foder. pouco tempo depois estavamos com as bocas cheinhas de esporra...
Vestimo-nos e em pouco tempo estavamos em casa. Neste momento aguardo ansiosamente o telefonema dele para combinarmos o trio com a mulher dele.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 20:38
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Sexta-feira, 23 de Maio de 2008

Horas Extraordinarias


Oi pessoal! Vou aqui relatar-vos o que me aconteceu faz uns dias, e como tal, ainda estou completamente alucinado. Julgava que estas coisas apenas aconteciam nos filmes pornográficos, mas enfim, a vida tem agradáveis surpresas. Antes de mais nada vou-me apresentar. Chamo-me Alberto, sou moreno, tenho 23 anos, sou de Lisboa e sou um recém licenciado da Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Para além disso tenho namorada (se é que isso interessa para aqui...)!
Em Junho, e já pensando nas férias, antes de entrar em estágio curricular, decidi arranjar emprego e a coisa proporcionou-se através de uma pessoa conhecida, que tem uma empresa de Artes Gráficas na zona de Oeiras. Como percebia alguma coisa de computadores, especialmente programas de tratamento de imagem e desenho, não tivesse eu um curso de Belas Artes, facilmente fui integrado no trabalho. No primeiro dia fui apresentado ao pessoal do escritório, duas meninas um pouco mais velhas que eu, na casa do vinte e muitos. Soube ainda que havia mais uma mas que estava de férias no momento. No entanto uma delas deixou-me logo de sobreaviso e chamou-me a atenção, pois a sua alta estatura e o seu escuro bronzeado, com uns cabelos pretos lindos, sobressaiam. Não que ela fosse especialmente bonita, mas apesar de tudo chamava e chama a atenção. O pessoal da parte da oficina gráfica não tive nenhum prazer em conhecer, pois para além de antipáticos, eram todos homens e como se costuma dizer, "gosto muito de cú, mas tem de ser sem pêlos..." Mas era interessante o toque dado pelas duas (que eram 3, como disse) mulheres. Mais tarde tive de voltar à sala e então reparei melhor naquela mulher que há pouco me despertara. Que peito lindo. Imaginei-a logo nua! Mal eu sabia o que me esperava. O seu nome era Carolina. Até pelo nome eu me apaixonei pois é fora do vulgar! Embora eu namore, como disse, não posso dizer que esteja muito contente com a minha vida sexual com ela, pois a minha namorada, ainda que eu goste bastante dela, não se pode dizer que seja uma pessoa que adore sexo. Frequentemente recusa fazermos amor, e é um pouco púdica, virtude da educação que também teve dos pais. E loucuras na cama (anal ou oral), com ela, então é para esquecer! Como é difícil ás vezes convencê-la e um homem não é de ferro, com tanta mulher ávida por aí, lá me vou desenrascando por fora, embora saiba que não é muito correcto o que estou a fazer. Culpa dela. É ela que perde. E outras vezes vai mesmo à mão...
Mas voltando à minha coleguinha, a Carolina, logo me imaginei com ela! Pouco depois fui à casa de banho, e demorei um pouco mais que o costume, e vê-se porquê. Abri as calças, saquei do meu piço, e acariciando-o, levantou imediatamente. Batendo com força, imaginado que ela me estava a bombar forte e feio com boca, na minha mente pronunciando obscenidades, algum tempo depois esporrei-me contra a tampa da sanita. Naquele momento pensei como gostava que fosse a cara dela que estivesse a escorrer. Como seria aquela cona. Ai meu deus, será que eu iria conseguir trabalhar? E estava apenas no primeiro dia...
De vez em quando via-a passar no corredor, pela porta da minha sala e parece que eu disparava. Nunca uma mulher me tinha deixado "apanhado" tão depressa!
Nos dias seguintes continuava a olhá-la apenas e a falar-lhe quando havia assuntos de trabalho. Entretanto, a Isabel, a minha colega que eu não conhecia (que estava de férias) já tinha voltado, mas não era nada de especial e ainda por cima já tinha uma catrefada de filhos (3) e era mais velha, quarentona. Como eu gosto de "carne fresca"... estava fora de questão.
Passados cerca de quinze dias de lá estar, e após algumas punhetas na casa de banho quando via a Carolina, e umas quecas com a minha namorada imaginado que era ela, a sorte bateu à minha porta. Um computador do escritório decidiu fazer "greve" e avariar, e sendo que eu na minha sala tinha um computador vago desde o inicio, que pertencera a um antigo desenhador que se tinha ido embora, e o chefe queria um orçamento de paginação para uma grande encomenda de uma revista de B.D., sugeriu à Carolina ir para a minha sala para poder fazê-lo no computador vago. Agora é que seriam elas! Eu não iria conseguir trabalhar! Calma é que era preciso. Ela estava divinal. Com um bronze invejável, um top justo de alças que mostrava aquela barriguinha que me apetecia passar a língua e evidenciava as mamas, com uns bicos que davam tusa até a um velho de 70 anos. Ao mesmo tempo que trabalhava-mos, íamos falando de coisas banais. Entretanto chegaram as seis horas e o pessoal da oficina saiu, e as outras duas mulheres do escritório também, tal como o meu conhecido, o chefe, ou gerente, ou lá o que ele é! Ela como iria ficar até mais tarde, eu disse também que ficaria a adiantar umas coisas para o dia seguinte. À medida que trabalhava-mos, conversa puxa conversa, passaram duas horitas, até que começámos a falar de Internet, sites, etc., até que falámos de pornografia na Internet. Eu fiz-me de santinho e disse que não estava por dentro do assunto. Ela prontamente e sem qualquer vergonha decidiu mostrar-me o chat de sexo que frequentava. Eu perguntei-lhe porquê e ela disse que era interessante fazer-se fácil e depois gozar com os rebarbados que lá vão! Eu perguntei-lhe - Que prazer isso te dá? - E ela respondeu - Não me dá prazer nenhum, dá gozo! Prazer tenho de outra forma... - Decidi então passar de santo a sacaninha e perguntei-lhe - Que outra forma? -. Aí então ela com um tom irónico afirmou - Comendo um homem ou uma mulher todinhos! - Com que então tinha a meu lado uma bissexual e pelos vistos assumida. Por instantes senti-me intimidado. Carolina era diferente do que eu tinha imaginado. Ela não perdeu pela demora e chegou-se a mim, pondo-se a acariciar-me o caralho por cima das calças. Escusado será dizer que já estava duro como pedra. Eu estupidamente perguntei - Queres tê-lo? - Ela como resposta abriu-me as calças, puxou-me as cuecas e abocanhou-o. Começou a fazer-me um broche como nunca me tinham feito. Tive medo que aparecesse alguém, mas a emoção era mais forte! Que se lixe, se me despedirem, azar... Após uns cinco minutos em que ela não parava, batendo-me uma punheta ao mesmo tempo que me chupava, eu disse-lhe - Também te quero lamber a cona...- Ela sem o tirar da boca acenou que não! Compreendi que estava disposta a acabar o serviço. Uiii, e que broche ela me estava a fazer. Comecei a sentir aquele prazerzinho extra de quem se estava quase a vir. Ela parecendo perceber aumentou ainda mais o ritmo com a mão e com a boca. Dei um grito, - Ahhh, minha louca, enchi-te a boca!!!! - Ela saboreava tudo mas não largava o pau. Continuava agora lentamente a lamber de alto a baixo. Não havia dúvida, aquela vaquinha sabia bem o que fazia e tinha bastante experiência, pelos vistos. Aquele momento que estava a viver nunca pensei que acontecesse com ela, só mesmo na minha imaginação, e afinal era verdade. Sempre existem mulheres com "M" grande. Foi abrandando até largá-lo, e de seguida disse-me - Agora é a tua vez de provar o meu molho todo! Quero um minete , que me lambas a pachacha todinha. - Respondi - É aquilo que quero, vou-te retribuir esta mamada, minha tarada... - Ela sentou-se na secretária, inclinou-se para trás. Eu beijei-lhe a boca, que sabia e cheirava a piço e a esporra, e lentamente lambi-lhe o pescoço, mordisquei as orelhas. Ao mesmo tempo apalpava-lhe os seios, com uns bicões. Era altura de lhe tirar aquele top, de seguida foi o soutien. Aquela visão encheu-me de vigor novamente. Mergulhei a boca naquelas mamonas. Ela gemia e suspirava baixinho. Estava ávida. A minha língua desceu até ao umbigo, beijando-lhe a barriga. Neste momento foi ela própria que desapertou o botão das calças. Via-se mesmo o que ela queria! Ajudei-a a baixar as calças. As suas cuequinhas eram lindas. Uma fina tanguinha preta de renda, onde se evidenciava pelos buraquinhos a sua negra e densa pintelheira. Ela gemeu baixinho - Lambe-me, lambe-me... - Como poderia dizer aqui, "a cuequinha não engana", pois notava-se bem que estava toda molhada. E tanto molho ela tinha. Até nas pernas, junto aos lábios maiores ela tinha langonha. Não me fiz rogado. Que pitéu! Meti-lhe um dedo, que entrou sem a mínima dificuldade, e pus logo outro. Iniciei uns movimentos. Carolina contorcia-se de tanta tesão. Então com os dedos em V abri-lhe bem os lábios, o seu clitóris apareceu do seu esconderijo de carnes molhadas rosadas e macias. Aproximei a minha boca e comecei a lambê-lo lentamente e descendo um pouco penetrava-a com a língua, e subia novamente até ao seu clitóris. O meu pau apontava bem para cima. Sentia-o junto ao umbigo. Durante uns minutos fui brincando em todo este mar de carnes quentes e húmidas. Ela gemia, suspirava. Comecei a aumentar o ritmo da minha língua. Foi aí que os gemidos aumentaram, e senti as suas mãos na minha cabeça, empurrando-me bem entre as suas pernas, contra aquela cona sedenta de prazer. Que espectáculo devíamos estar a dar, ela deitada na secretária e eu sentado na cadeira, com a cabeça entre as suas pernas. Ela estremecia e roçava-se na minha língua, dando gritinhos, mostrando o prazer que estava a ter. Os espasmos sucediam-se. Sentia-a a viajar à lua, sem órbita. Ela vinha-se na máxima força. Sentia-a cada vez mais molhada na minha boca, e isso deixava-me totalmente passado. Mais um minuto ou dois e parei! Olhei-a nos olhos, ela mostrou um sorriso cúmplice mas exausto! Disse-me - És o máximo...- Depois afirmou que devíamos parar por ali, pois estávamos a correr um grande risco de aparecer alguém. Eu também já estava satisfeito e acedi. Dei-lhe mais um beijo e por sugestão dela decidimos continuar a encontrar-mo-nos numa casa que ela tem, onde dá explicações a putos do ciclo e secundário, para tratar-mos de outros assuntos, que não foram "resolvidos" desta vez. Estes encontros sucederam-se apenas duas vezes, onde fizemos o que faltou da primeira vez, e relembro cada pormenor de cada um. Acorda-mos que fora dessa "casa da depravação", como já lhe chamei por brincadeira, seríamos apenas colegas de trabalho, até porque existe a minha namorada que não sabe e nem deve saber de nada, evidentemente! Depois contarei as outras. Foram as horas extraordinárias mais lucrativas que tive. E é o que eu digo - Coisas destas só pensava que acontecessem nos filmes...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 18:16
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Tambem comi a minha sogra


Pelo que sei não sou o primeiro nem o último a comer a sogra.
Desde que o meu sogro morreu qua a minha sogra vive em nossa casa.
Eu e a Luisa, sua filha não temos tabus, e falamos de tudo abertamente.
A minha sogra é uma daquelas mulheres de 60 anos boa como o milho, com um bom cu, e um par de mamas melhores do que as da filha
Há muito que ando de olho naquelas mamas.
Um dia ao jantar estavamos a falar de sexo, e ela lamentou-se que antigamente não era como hoje... que os homens pouco sabiam e que elas a mulheres ainda menos.
Falou-se de sexo oral e de sex anal.
Os olhos dela até se riram
Um dia cheguei a casa fora de horas.
A sua filha perguntei eu?
Foi para o cabeleireiro e vem mais tarde.
Nessa altura ao cruzar-me com ela no corredor passei as mãos pelo seu cuzinho
Ela correspondeu com um sorriso.
Entrei no quarto e chamei-a.
Dª. Amelia !!!
ela veio, e eu sentei-a na borda da cama.
Sem lhe dar hipotese de nada tirei o bacamarte, 21 cm para o grosso, e meti-o na sua boca.
Vá chupe-o todo... disse eu.
Ela olhou para mim como sem saber o que fazer, e eu então agarrei-lhe na cabeça e comecei a foder aquela boquinha.
Aos poucos a tusa aumentou, e eu gemia que nem um doido.
Ela não parava de chupar.
Foi então que a deitei e procurei com a minha cabeça a sua ratinha.
Mas quecona.... bem peluda.
Lambi-a´.
Ela gemia de prazer e pude adivinhar a sua esporradela pela forma como ela reagia.
Vá fode essa cona... vá fode essa cona dizia-me ela.
Mudei de posição e enterrei-me todo de uma só vez.
Como estava molhada e a escorre leite....
Meti e voltei a meter tão fundo quanto podia.
Ela não parava de gemer e de se vir.
Eu não aguentava mais e tirei
Ela estava ofegante, e corada.
Ajoeilhei-me na cama e meti a cabeça dela entre as minhas pernas.
Gritei
abra a boquinha.... abra a boquinha e ao mesmo tempo ía batendo uma punheta.
Quando já não aguentava mais esporrei-me e enchi-lhe a boca com o meu leite.
Escorria leite da boca pelos cantos
Ela bebia-o mas era tanto que continuava a escorrer pelos cantos.
Bom, disse eu
A sopa já está, agora falta a sobremesa.
A sobremesa? disse ela
Sim
Volte-se que a vou enrabar.
Não.... não gemeu ela.... isso doi.
Não doi nada disse eu
Voltei-a e de imediato apontei a cabeça do caralho à quele cuzinho virgem
Empurrei, empurrei ate estar todo bem dentro
Ela gemia de dor e prazer.
Quando eu disse que ía tirar ela respondeu-me;
Não. Não tires agora, fode-me mais.
Fodi aquele cuzinho virgem ate me esporrar todo dentro dela.
Só parei quando já havia perigo da minha mulher voltar para casa.
Hoje é um segredo que nós temos.
Já voltamos a estar os dois, e o que ela mais gosta é mesmo ser enrabada.
Gosta de se por a olhar para o meu caralho de o admirar... e depois diz-me:
Vá fode essa cona faminta.
No outro dia a minha mulher olhava para mim de um modo que não sei se a mãe lhe contou ou não.
O que sei é que a filha fode tão bem como a mãe.
Julgo que ela sabe... mas não me importo
Julgo pois a minha mulher passou a ser mais exigente comigo.
Que bom que é comer as duas ... mãe e filha
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Minhas Ferias


Sou a Olga, tenho 42 anos, sou casada e tenho 2 filhos. Fomos os 4 para o Algarve onde temos 1 casa de ferias. Situada junto a praia, e ideal para relaxar e descontrair... Considero.me 1 mulher mto feliz e realizada, no entanto naquele periodo andava algo cansada e descontente com a rotina da vida familiar. Penso tb que sou atraente, pelo menos oiço mtos piropos qdo passo na rua e os meus colegas de trabalho estao smp a dar em cima de mim, ora a dizer q os meus olhos sao bonitos, ou q esta ou aquela saia sao 1 bençao para os seus olhos etc...
Chegados ao Algarve, e apos os 1ºos dias de praia e de convivio com os miudos, senti 1 necessidade enorme de sair e de me divertir... o Joao, meu marido nao se mostrava no entanto a companhia q eu procurava para tal diversao 1 vez q o trabalho e os telefonemas constantes da empresa nao o deixavam descansar por completo. Foi entao q certa noite apos termos ido ao cafe disse ao Joao e aos miudos q me apetecia ficar mais algum tempo e beber 1 copo, situaçao a q o Joao nao se opos 1 x q estava maçado com a praia e c o trabalho.
Sentia-me especialmente bonita nessa noite, o ruivo do meu cabelo contrastava com a a minha pele morena bem como o esverdeado dos meus olhos. Vestia apenas 1 vestido preto e justo, e calçava 1s chinelas de salto alto, com as quais eu me sinto ainda mais sexy.
Entrei no 1º bar q me apareceu, vodka apos vodka comecei a dançar ao som da musica cada x mais animada! Foi entao q 1 jovem moreno q nao aparentava mais de 25 anos se intrometeu e me agarrou para dançar; a principio ainda tentei resistir mas o q e certo e q nao axei mal nenhuma numa simples dança... A batida da musica ora rapida ora lenta fazia os nossos corpos entrelaçarem.se e roçarem-se cada x c mais sensualidade... Chamava-se Pedro, era algarvio e era estudante, disse.me q ao entrar nao conseguiu tirar os olhos de cima de mim, eu respondi.lhe q ja tinha conseguido pelo menos dançar cmg. Insistiu em pagar 1 bebida, a dada altura sentia.me completamente relaxada, livre e desinibida... o calor apertava e as suas maos durante a dança percorriam timidamente as minhas nadegas e coxas sem q eu oferecesse alguma barreira. Sentia.me completamente excitada, ainda mais qdo ele se colocava atras de mim e me apertava ligeiramente as ancas e sentia a sua respiraçao no meu pescoço... Tentava resitir ate q ele sugeriu q me levasse a casa... Pensei q seria a soluçao ideal para escapar a tamanha tentaçao, ja no jipe dele paramos ainda numa zona junto a praia... Dentro do carro e adivinhando o q ia acontecer, montei.me em cima dele e cai num beijo profundo em q a minha lingua serpenteava dentro da boca dele, as suas maos tomavam de assalto as minhas coxas roliças percorrendo-as ate as nadegas onde apenas o meu fio dental branquinho protegia as minhas fraquezas... Aquele moreno jovem e atletico apertava com força as minhas nadegas, bem do jeito q eu gosto para em seguida baixar o meu vestido e perder.se nas minha belas e grandes mamocas. Os meus mamilos pareciam 2 chupetas tal nao era a excitaçao e a minha ratinha depiladinha estava enxarcada urgindo de 1 bela verga... Foi entao q o Pedro pos a nu o seu belo instrumento (cerca de 20 cm bem grossinhos) qdo vi tanta consolaçao depressa desci para abocanhar e acariciar aquela enorme cabecinha descendo tb ate aos testiculos... Ja toda nua e so de chinelas virei.me de costas para q ele me possuisse a canzana... apos as 1as estocadas senti.me doida de prazer, gemia e gritava q nem 1 miuda de 20 anos, estava a ser dominada por 1 miudo q ao mesmo tempo q me penetrava avidamente me acariciava as coxas , nadegas e mamas... num compasso ritmado e forte! O pedro estava doido, dizia q nc 1 mulher o tinha excitado tanto e q adorava mulheres maduras... Sinceramente decidi dar.lhe 1 liçao e apos ter.mos trocado de posiçao, eu a cavalgar em cima dele, decidi dar.lhe o meu cuzinho pois qdo estou mto excitada faço-o a vontade e c prazer... Com a ponta da verga enxarcada de todo o meu prazer empurrou akele enorme mastro contra o meu buraquiho... ate q me rasgou todinha dando.me mtoo prazer... Nao aguentou no entanto mais 2 ou 3 estocadas tal nao era o aperto do meu buraquinho.. GEmeu e soltou 1 grito de prazer bem como 1 grande jacto de esporra para cima do meu cuzinho... Apos o orgasmo vesti as cuequinhas e o vestido, sai do carro e dei.lhe 1 beijo de despedida... ficou estupefacto e ainda tentou ir atras de mim... Senti-me realizada e satisfeita mas agora apetecia-me ir para junto do meu marido e sobretudo para junto dos meus filhos... Foi 1 maluquice q fiz, mas algo q realmente necessitava e me deu alento e energia! Actualmente eu e o joao estamos felizes, do Pedro nada seimas nc provei outra verga igual...
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Terça-feira, 20 de Maio de 2008

Uma Mulher


O que vos vou contar aconteceu de uma forma insólita e ao mesmo tempo foi uma coisa daquelas que nos acontecem uma vez na vida. Tudo começou no final de uma tarde de verão, em que me sentia melancólico, triste por estar sozinho... ia passeando a beira mar, sentindo meus pés descalços serem banhados pela espuma das ondas que vinham ao meu encontro como me tentando consolar. A praia estava quase deserta e era um areal daqueles de perder de vista com vários quilómetros... ia pensando na vida, que me tem sido madrasta e naquele momento nunca poderia adivinhar o que me iria acontecer... pensava na falta que me fazia uma companheira, uma amiga, uma cúmplice, uma amante ou que fosse isso tudo ao mesmo tempo... com quem pudesse partilhar todo o carinho e ternura do mundo. Até aí só me tinham aparecido algumas pseudo amigas que apenas gostavam daquilo que eu lhes podia proporcionar materialmente e não daquilo que eu lhes poderia dar de mim. Foi então que meu olhar deparou com uma figura ao longe que se aproximava de mim em sentido contrário. Continuava com meus pensamentos, mas aquela figura ia-se tornando cada vez mais nítida e deslumbrante fazendo-me desconcentrar dos meus pensamentos. Comecei a notar que era uma figura feminina, vestindo uma túnica branca, larga que lhe dava quase pelos pés, nas mãos segurava uma sandálias, notava-se o contorno de seu corpo em contra luz e seu cabelo comprido esvoaçava doce e lentamente ao sopro de uma ligeira brisa quente... que formas divinais, parecia uma musa saindo de meus sonhos... Uma mulher! Á medida que se aproximava dava para ver que era ainda nova, devia rondar os 25, no máximo 35 anos, uma pele branquinha que contrastava com o cabelo negro, comprido e liso. Uns olhos grandes e negros que se destacavam aquela distancia... linda, de sonho mesmo! Foi quando notei que ela também me olhava... não sabia se havia de desviar o olhar, mas sentia-me como que hipnotizado e continuei olhando... ela também não tirava os olhos de mim o que me deixou um pouco sem jeito, pois não sou pessoa de me meter com uma mulher, nunca gostei dessas coisas... sempre fui um pouco acanhado num primeiro contacto com alguém e não me identifico com aquele tipo de homem que desbocadamente lança logo piropos e comentários despropositados. Comecei a ver-lhe as feições do rosto, rosada do sol, uma boca linda bem desenhada com lábios carnudos mas não em demasia e rosados, sensuais, um nariz pequeno e ligeiramente empinado ... estavam sorrindo, um sorriso lindo e misterioso... sorri também, perante tal visão eu pensei, por momentos, que aquilo era fruto da minha imaginação e que se calhar estava começando a perder a razão devido a estar há tanto tempo desejando ter alguém... mas não... foi então que, estando a cerca de dois metros de distância ela falou: - Então? Também a passear para afogar as mágoas? Eu abri a boca e não saiu nada, seria mesmo verdade? Estaria mesmo a falar comigo? Perguntei: - Quem eu? - Sim! Não vejo mais ninguém por aqui! E largou um sorriso entrecortado com uma gargalhada abafada e delicada, um riso lindo... - Desculpe, mas estava pensando na vida que se me tem escapado. - Então já somos dois. – disse ela Não sei como nem porquê mas naquele momento senti como se já a conhecesse há imenso tempo, como se ela fizesse parte de minha vida, e senti que isso acontecia também pela parte dela. Havia uma sintonia completa de sentidos e sentimentos. Perguntei: - Vamos passear juntos? - Sim! E como que se fosse um gesto normalíssimo demos as mãos e caminhamos de novo ao longo da praia... nem queria acreditar, eu de mão dada com aquela musa, de quem nada sabia, mas com quem sentia já uma afinidade como nunca sentira por outra mulher. A sua delicada mão, segurava a minha de forma firme e terna, nossos polegares afagavam mutuamente as costas de nossas mãos, sentia a sua pele sedosa e quente me transmitindo o desejo de carinho e atenção. Caminhamos durante uns minutos em silêncio. O Sol estava baixo e não tardava nada ia-se pôr. Parámos e ficamos olhando aquele espectáculo. Os raios da nossa estrela banhavam o oceano, reflectindo tonalidades quentes que aqueciam o coração. Nossos braços se envolveram num abraço ternurento e aconchegante, nossos corpos se encostaram, os olhares se cruzaram... fiquei olhando aqueles olhos negros por momentos, eles falavam... pediam carinho e amor. Lentamente ficamos frente a frente nos abraçando, ela envolvia meu pescoço com seus braços delgados e firmes, eu rodeava a cintura adelgaçada dela com os meus apertando-a ligeiramente contra mim... sentia aquele corpo de mulher sequiosa de amor contra o meu... sentia seus peitos rijos contra o meu, sua barriga colada na minha fazia transparecer sua respiração rápida e nervosa... continuava-mos nos olhando olhos nos olhos... que olhar ternurento... nossas caras foram se aproximando e nossos lábios se encostaram levemente. Senti um frio na barriga, uma onda de sensações inexplicáveis que toldavam toda e qualquer racionalidade que se pudesse impor. Parecia um adolescente apaixonado dando o seu primeiro beijo. E que beijo... nossos lábios permaneceram durante longos segundos encostados leve e delicadamente, nossas bocas se abriram e nossas línguas se tocaram trocando carícias num alegre bailado ao som de uma música imaginária de Vivaldi. Descolamos nossas bocas e nos olhámos profundamente nos olhos, sorrimos qual dois adolescentes enamorados. Ela disse: - Hummm... como eu desejava encontrar-te! - E eu! És tal como eu sempre imaginei em sonhos! - Disse eu. - Beija-me para eu ter a certeza de que não estou sonhando. - Pediu ela. Nossos lábios encontraram-se de novo num prolongado beijo ainda mais apaixonado do que o primeiro, um beijo que se prolongou durante alguns minutos, em que nossas línguas voltaram a dançar. Desta vez de forma mais intensa, mais sensual, em que trocamos novas sensações explorando nossos lábios, sentindo nossas respirações que ficavam cada vez mais ofegantes. Nossas pernas foram desfalecendo e nos deitamos na areia ainda quente, sempre nos beijando. Já deitados na areia, ela de costas e eu ao lado dela, inclinado sobre a sua face, tornamos a nos olhar e a sorrir. Será que era mesmo verdade? Mas eu nada sabia sobre ela assim como ela nada sabia de mim. Mas isso naquele momento era o que menos importava. Algo muito mais importante se estava a passar. Algo tinha nascido e se desenvolvia em nossos corações, em nossas almas em nossos corpos. Naquele momento apenas importava desfrutar disso mesmo, daquilo que crescia em nós. Ela se levantou de forma a ficar sentada ao meu lado e nos abraçamos longamente, num abraço apertado. Minha face estava encostada ao pescoço dela, o seu cabelo esvoaçando fazendo sentir um odor agradável e perfumado. Ela me deu um beijo no pescoço e disse: - O Sol esta a pôr-se. Sem dizer-lhe nada me virei continuando sentado e abrindo as pernas. Ela logo se aninhou no meio de minhas pernas encostando as suas costas ao meu peito. Passei as minhas mãos em volta do pescoço dela e ela as agarrou. Ficamos durante bastante tempo vendo aquele espectáculo do Sol se pondo no horizonte. Durante todo esse tempo ficamos nos acariciando, sentindo nossos mãos, nossos braços, nossas faces... naquela posição, eu também me pude permitir lhe acariciar o pescoço, os ombros e presenteá-la com ligeiros beijos no pescoço e orelhas ao que ela respondia com agrado sussurrando do seu peito alguns gemidos de prazer. Assim que o Sol se pôs ela se virou para mim com um sorriso malandro, estava linda, seus olhos brilhavam como dois diamantes sorridentes, sua boca esgaçava uma alegria e uma sensualidade como nunca tinha visto... atirou-se incondicionalmente para cima de mim me beijando e me fazendo deitar para trás. Ficou por cima me beijando sofregamente. Eu estava já morrendo de desejo de a ter em meus braços, de poder beijar toda ela e poder explorar toda a sua sensualidade mais intima. Minhas mãos começaram a descer pelo seu corpo sentindo as costas delicadas, suas ancas, suas coxas. Ela em cima de mim continuava me beijando, dando ligeiras dentadas nos lábios, beijando-me o pescoço, o que fazia percorrer em mim uma sensação incrível, começou depois a descer e a me beijar o peito, as suas mãos iam abrindo minha camisa e aflorando meu corpo. Seu corpo em cima do meu se esfregava docemente bamboleando como uma rosa ao vento. Minhas mãos subiram e foram ao encontro do peito de minha musa. Não eram muito grandes, mas eram firmes e delicados... ela soltou um suspiro e elevando um pouco seu corpo abriu sua túnica deixando saltar para fora aqueles peitos lindos, branquinhos, com uns mamilos castanhos que faziam um contraste lindo, pequenos e muito bem desenhados. Naquele momento só me passou pela cabeça beijá-los... e como que se ela adivinhasse meu desejo desceu-os sobre a minha face... Uauuuu... nem queria acreditar... mas aquela mulher era demais para mim, eu não merecia tal mulher, tão perfeita, tão querida, tão delicada, tão sensual e sobretudo tão em sintonia comigo. Seria que ela estaria sentindo o mesmo que eu em relação a mim? E como resposta ela apenas disse: - Eu sei que era isso que querias... estou sentindo que não te mereço, és tão querido, tão meigo. - Também tu és um amor, és perfeita, completa... hummm... O peito dela tocou em meus lábios e eu pensei naquele momento que sim, que estávamos em perfeita sintonia de sentidos... hummmm que peito delicioso... A partir daquele momento, se havia algum tabu ele caiu por terra e tudo seria permitido... nos envolvemos, rolamos pela areia... em poucos momentos estávamos desprovidos de qualquer roupa que foi arrancada em delicados volteios... eu só queria beijar todo aquele corpo lindo, sentia em mim toda a volúpia daquela mulher, daquela Deusa. Ela se deitou de costas na areia e com um sorriso me deu a entender que estava ali a minha disposição para eu lhe dar todo o amor que ela merecia. Me inclinei por cima dela e a beijei... beijei e explorei todo o seu corpo com afagos beijos e outros carinhos a que ela simplesmente largava alguns gemidos de prazer, de êxtase. Não sei quanto tempo se passou enquanto a amei... mas levantando os olhos reparei que já era noite e apenas tínhamos as estrelas nos iluminando e a lua começava a aparecer timidamente no horizonte sobre o mar. Não se via ninguém a praia estava completamente deserta... ela nesse momento aproveitou para me dizer: - Sinto-me tão bem, não quero que este momento termine nunca! - Assim o espero também amor! - Disse eu - Amor!... é isso.. acho que também és o meu amor! Retorquiu ela. Sorrimos e foi então que nos abraçamos mais intensamente e rolamos de novo pela areia... ela ficou por cima e sorrindo com um ar de garota apaixonada me começou a beijar o pescoço, o peito... até que não aguentamos mais... Fizemos amor durante bastante tempo... experimentamos várias posições e terminamos numa em que eu estava sentado e ela de frente para mim sentada em meu colo rodeando minha cintura com as suas delicadas pernas, nos abraçando e nos beijando... atingimos o êxtase em simultâneo e ficamos durante minutos muito quietos bem agarradinhos sentindo em uníssono o forte bater de nossos corações, nos beijámos suavemente... Eu estava incrédulo com toda esta situação, nem queria acreditar que tudo aquilo se tinha passado, que finalmente tinha encontrado a mulher dos meus sonhos... e daquela forma... completamente surrealista... mas meu coração rejubilava de felicidade. Os olhos de minha amada também transpareciam aquilo que eu estava sentindo... nunca até então tinha visto uns olhos tão meigos, tão cheios de ternura... - Amo-te como nunca amei ninguém... até tenho medo! Disse-lhe eu. - Amor, não tenhas medo, eu há muito que também já te conhecia de meus sonhos, só não sabia é que existias. Mas agora que te encontrei nunca mais te deixarei. Ainda na posição em que estávamos nos abraçamos com mais força e olhando para cima vimos em simultâneo duas estrelas cadentes que deixavam o seu rasto no firmamento vindo em nossa direcção como que nos abençoando. Formulamos então um desejo... um desejo secreto que tinha a ver com o nosso futuro. Sorrimos um para o outro, olhamos o mar que reflectia a luz prateada da lua que já ia alta, e num momento nos pusemos de pé correndo de mão dada para dentro de água. Mergulhamos, demos umas braçadas... aquela água fria retemperou nossas forças sem arrefecer, porém, nossos corações, que de novo dentro de água se juntaram num renovado abraço de paixão. Nossos corpos nus se uniram de novo num bailado ajudado pela ondulação. Um beijo salgado... aquela boca na minha... aquele pescoço sensual me despertou novamente sensações voluptuosas... e nos amamos de novo dentro de água ao sabor da ondulação... nossos corpos mantinham-se unidos como se fosse um só corpo... ela entrelaçou as suas pernas a minha cintura e se agarrou ao meu pescoço, eu a segurava pela cintura... nossas bocas mantinham-se coladas num apaixonado beijo... Eu estava delirante, e sentia que ela também, nunca nos teríamos imaginado naquela situação, fazendo amor dentro de água, numa praia deserta em plena noite, tendo como testemunhas simplesmente... milhões de estrelas e uma lua em quarto crescente, que mais parecia estar sorrindo com a nossa felicidade. Voltamos de novo para a areia onde nos deitamos lado a lado de mão dada vendo as testemunhas de nosso amor cintilando, tal como nossos olhos cintilavam de tanta satisfação. - Amo-te muito. Disse-me ela. Eu sorri e olhando aqueles olhos meigos não resisti, puxei-a para mim e dei-lhe um beijo, sussurrando-lhe de seguida: - Finalmente encontrei a felicidade. Ela deitou parte do seu corpo sobre o meu, descansando a cabeça no meu peito. Fechou os olhos enquanto eu observava as estrelas sentindo o perfume de seus cabelos, agora já um pouco misturado com o odor salgado do mar. Passados uns momentos senti que ela tinha adormecido, afinal não admirava nada, a noite já ia bastante avançada e passamos aquelas ultimas horas ardendo em paixão, fazendo amor, era natural que o cansaço a tivesse vencido. Eu também me sentia sonolento e fechei os olhos tendo o cuidado de a aconchegar um pouco mais para mim. Adormecemos embalados pelo som do mar... Nem sei o que sonhei, pois meus sonhos tinham todos se tornado realidade, já nada havia para sonhar. Acordei com o Sol me fustigando a face. Pensei... mas que é isto? Onde estou? Sim, já me lembro, minha Deusa... sou um homem feliz, ela está aqui comigo... procurei com minha mão... abri os olhos... NÃO... onde está o meu amor?... não a via em lado nenhum... olhei o mar, não fosse ela ter-se ido banhar... mas também não estava lá... Fiquei atónito... Não podia ser... ela tinha-se desvanecido... Comecei a procurar vestígios... Eu ainda estava nu, minhas roupas estavam a cerca de 5 metros do local onde me encontrava... mas mais nada. Procurei marcas na areia que me dessem alguma pista, que me ajudassem a confirmar que era verdade, que efectivamente se tinha passado algo, mas a maré tinha subido e tinha apagado qualquer marca que tivesse existido. Olhei de novo em volta e nada... um completo deserto. Apenas se viam algumas gaivotas passeando-se pela areia. Vesti meus calções e enfiei a camisa sem a abotoar. Sentei-me na areia desolado, pensando no que teria acontecido. Será que ela se arrependeu e decidiu desaparecer? Será que eu fiz algo que ela não gostou? Ou será que tudo não passou de um sonho? Acabei chegando á triste conclusão que tudo tinha sido um sonho, um maravilhoso sonho em que mais uma vez a minha Deusa me tinha visitado. Aquela mulher realmente só poderia existir em sonhos... resignado com a minha triste sorte levantei-me e fui caminhando em direcção a minha casa. Quando lá cheguei fui tomar um duche e qual não foi minha surpresa quando vi marcas em meu corpo que não tinha antes... marcas de chupões no pescoço e nas costas uns arranhões que logo me lembraram dos momentos de amor que passamos... Afinal não foi um sonho... Algo me fez ter um pressentimento... Como louco corri a revirar a minha roupa em busca de algo... no bolso de minha camisa encontrei um pedaço da túnica que ela trazia vestida onde estava escrito com um pedaço de carvão: - Amo-te. Eu existo mesmo. Espera por mim, pois ainda não era o momento. Estava assinado:
Uma mulher que te ama... se ela estiver por ai

giovanni40@hotmail.com

diz-me algo

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A MULHER A DIAS


«Na minha adolescência ia trabalhar a casa uma mulher a dias; chamávamos-lhe a “Besoura”; talvez por falar muito; deveria ter uns 40 anos; era para o cheio e com umas grandes mamas.

Um dia fui até ao quintal onde ela estava a dar comida às galinhas. Ficámos um pouco à conversa; no galinheiro, enquanto as galinhas iam comendo o milho, o galo resolveu dar uma galadela.

Voltei para a cozinha; passado algum tempo apareceu ela. Conversa para aqui, conversa para ali e diz-me: “o menino gostava de fazer como o galo?!”; “se tivesse uma galinha” respondi-lhe. De imediato, por cima das calças, começou a mexer-me no caralho; fiquei um pouco indeciso em deixar, mas soube-me bem. Vendo a correspondência, da minha parte, meteu a mão dentro das calças e tirou-o já bem teso. Ao mesmo tempo pôs-me a mexer-lhe nas grandes mamas. É claro que eu estava cheio de tesão ( como ainda hoje fico sempre que me lembro deste episódio ). Pôs-me cuspo na ponta do caralho e bateu-me uma punheta; vim-me de imediato; lambeu-me o caralho, “para limpar”.

Pediu-me para lhe meter a mão debaixo das saias e mexer-lhe nas cuecas; à medida que a minha mão ia descendo, as pernas dela iam-se abrindo; bem no meio das pernas tinha as cuecas todas molhadas.

Deitou-se em cima da mesa da cozinha de barriga para cima, dobrou as pernas, empurrou-me a cabeça para debaixo das saias e disse-me para lhe morder as cuecas; era mesmo bom aquele cheiro e sabor; a seguir mandou-me pô-las para o lado e lamber-lhe a cona; foi a cona mais peluda que me lembro de ter visto; com as mãos abriu-a bem, mostrando-me o seu interior rosado e molhado; então foi-me dizendo como devia fazer para lhe dar prazer; disse para lhe pôr saliva; de seguida fui-lhe passando com a língua de baixo para cima, chupei-a, mordisquei-a, passei-lhe com a língua no clitóris; ela estava a ficar muito excitada; mandou-me molhar-lhe o cú com saliva e meter-lhe um dedo bem fundo enquanto lhe enfiava a língua o mais fundo que podia na cona; voltei a chupar o clitóris e rapidamente atingiu o orgasmo; foi a minha primeira vez e soube tão bem. Foi um belo baptismo.

Com ela outras aconteceram; umas parecidas, outras com novas variações mas essas ficarão para contar noutra vez.»
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:44
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A Mae do meu Colega


Passo a apresentar-me, meu nome ficticio é didi.tenho 17 anos e aconteceu-me uma coisa que sempre sonhei, talvez por ouvir os outros falar não sei. a mae de um dos meus colegas, uma quarentona loiraça, bem constiuida, rabinho empinado e gostoso, estatura média e muito simpatica, já me tinha convidado para ir varias vezes la a casa, mas por falta de confiança nao fui.numa festa do seu filho, eu claro la estava e ela fez-me um aparte cm se me fosse dizer alguma coisa importante puxou-me mas nao disse nada demais.os meus amigos falavam que ela gostava de provocar, tendo um deles a apanhado nua a vaguear pela casa, mas nunca me acreditei.certo dia ia para a escola a pé, eis quando vejo um carro a parar e a apitar. Era ela, linda e gostosa cm sempre, perguntou-me para onde ia e fez questao de me levar até À escola. entrei no carro e fomos conversando, falei-lhe da escola e de mais algumas coisas sem importancia.de repente ela para e disse que se esqueceu de uma coisa em casa. perguntou-me se tinha pressa e disse-lhe que não. fui com ela a casa e ja tinha saido toda a gente, estavamos sós e eu morria de tesão por aquela senhora tão distinta e ao mesmo tempo tao vagabunda.saimos os dois e entramos em casa, ela subiu e foi a um dos compartimentos da casa. eu q quase explodia de tesão fui á casa de banho e deixei a porta entre aberta . ela desceu passa olha e ve o meu penis erecto a erradiar calor. mas finge nao reparar. pensei logo que tinha perdido todas as hipoteses.entramos no carro e arrancamos. reparei q nao iamos em direcçao á escola e ela começou a falar nas minhas namoradas, se tinha uma e eu disse q no momento nao, ela disse que pena pq eu era tao bonitinho cm um sorriso maroto.foi ai que o meu tesao subiu, e ela repara no temanho do pau debaixo das calças e diz: és bem abonado, pelo que vi lá em casa.ai explodi, passei-lhe a mao entre as coxas recebendo dela uma resposta satisfatoria. ai o malandreco. pára o carro num sito deserto e manda-me rebater o meu banco. depois disso salta-me para cima e beija-me.de tanto tesao liberto o meu mastro e cutucava-lhe o cu de uma forma louca. ela pára e chupa-me o cacete cm tanta gula que parecia querer engoli-lo e em 5 minutos vim_me todo. para me recompor chupei-lhe o grelinho, ela desfazia-se em gemidos e prazer. o seu liquido vaginal era mel para a minha boca. num estado de extase manda-me penetrá-la, penetrei-a em varias posiçoes e ate em cima do capô, ela gemia cm uma cadela e pedia o pau todo. depois meti-lhe no seu cuzinho de sonho umas quantas vezes e vim-me no seu cu. a partir dessa altura mantemos uma relaçao de sexo muito intenso.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:42
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O Despertar Sexual


Este relato é verdadeiro. Passou-se há cerca de 2 Anos. Desde essa altura, a nossa vida mudou radicalmente.
Estavamos casados há 6 anos. O Fernando é um homem maravilhoso que toma conta de mim tanto emocionalmente como financeiramente e por isso nunca me tinha passado pela cabeça enganá-lo. No entanto, a minha promiscuidade começou quase por si só, sem nenhuma acção premeditada da minha parte. Antes de avançar mais, dexem-me falar-vos um pouco sobre mim.
Chamo-me Carla, tenho 32 anos e vivemos no Porto. Tenho 1,73 de altura e peso 52 kg. Tenho cabelos loiros, olhos castalhos clarose pode-se dizer que tenho um corpo muito bem feito, á custa de muito exercicio. O Fernando é Director de Marketing de uma Farmaceutica. Eu tenho uma Licenciatura em Matemática aplicada, mas como o Fernando ganha muito bem, prefere que eu não trabalhe e eu não me importo muito, ainda pensei em dar aulas, mas desisti da ideia.
Como eu disse, há cerca de dois anos deram-se os eventos que iriam mudar a nossa vida por completo.
Numa sexta feira, estava ele em Milão, numa viagem de trabalho, ligou-me por volta das 21:00 muito aflito poerque se tinha esquecido de colocar no correio uns documentos importantes para o chefe dele. Como o chefe (Pedro) mora perto de nossa casa, pediu-me para ir lá a casa entregar-lhos pessoalmente. Assim fiz. Peguei na pasta e fui a casa do Pedro. É uma vivenda com um jardim grande e com uma zona nas traseiras muito bonita, com piscina. Cheguei a casa dele e toquei á campainha do portão uma série de vezes. Como ninguém me respondia e o portão está só encostado, resolvi entrar e procurar outra entrada nas traseiras. Ao circundar a casa, vi á distância duas pessoas junto á piscina. Aproximei-me mais um pouco e vi o Pedro deitado numa espreguiçadeira e uma loira completamente nua, para aí com 20 anos ajoelhada ao lado dele a chupar-lhe o caralho O corpo do Pedro é quase perfeito. Musculado e moreno. A loira continuava a chupar-lhe com todo o empenho e ele estava a gostar. De repente, o Pedro tirou-o da boca dela, virou-a de costas para ele, ela colocou-se de gatas e ele montou-a, espetando com muito vigor.
Eu nuca tinha visto outro casal a foder e estava, por isso, completamente hiptotizada. Recuei mais um bocadinho, com medo que eles me vissem e fiquei á espreita a ve-los foder. Quando ela parecia que ia ter um orgasmo, ele inclinou-se, agarroua pelos cabelos e puxou-a para trás, fodendo com toda a força. Foi o sufciciente para ela explodir num orgasmo que se deve ter ouvido em toda a vizinhança.
Assustada, fui-me embora para casa. Nessa noite não conseguia parar de pensar no que vira. Na manhã seguinte, fui novamente a casa do Pedro para lhe entreguer os documentos, o Fernando dissera que era importante que ele os recebesse ainda naquele fim-de-semana. Mais uma vez fui pelas traseiras, desta vez com medo (ou excitação) do que ia encontrar. Podem imaginar o meu alivio quando vi o Pedro sozinho. Estava sentado numa das meses, com um roupão branco, a ler o Expresso e a tomar o pequeno almoço. "Bom dia Pedro!", disse eu, "Estás bom? O Fernando pediu-me para lhe entregar estes documentos". "sim, ele falou-me", disse ele. Equanto ele me cumprimentava, só conceguia pensar na cena da noite anterior.
"Por favor, sente-se e beba um cafá comigo, enquanto analiso os documentos..."
"Tenho mesmo que ir, desculpe..." comecei eu a dizer, mas ele interrou-me "por favor, insisto..."
Não tive outro remédio senão aceitar, e sentei-me em frente a ele a beber um café. Quando ele se sentou e pegou nos documentos, o seu roupão abriu um pouco e ficou a ver-se o seu caralho. Nunca tinha visto um caralho tão grande e tão bonito. Tentei virar a cara e controlar os meus instintos, mas só me conseguia lembrar da noite passada. Estava a sentir uma "comichão" caracteristicas no meio das pernas e estive uma eternidade a olhar directamente para o seu caralho, não ouvindo nada do que ele dizia.
De repente ele levantou-se, deixando cair o seu roupão. Quase me engasgava ao ver o que ele estava a fazer, mas fiquei imóvel a olhar para ele. Deu um passo em frente e o seu caralho ficou a um palmo da minha cara. Pegou nele e levou-o aso meus lábios. Esafregou-o nos meuslábios e depois recuou.
"Vá lá, não doi nada...", disse ele enquanto o esfregava mais uma vez nos meus lábios. Eu, lentamente, levei a minha mão ao seu caralho e abri os meus lábios deixando-o introduzi-lo na minha boca. Nunca tinha sentido uma caralho na minha boca, nem o do Fernando. Venho de uma familia conservadora católica e não era coisa que me passasse pela cabeça. Senti-lo na minha boca era inebriante. Nunca tinha chupado um homem, mas por alguma razão não conseguia resistir ao Pedro. Ele colocou ambas as mãso na minha cabeça e começou um vai vém constante.
Tinha que admitir a mim mesma que não só ia deixar este homem possuir-me como oqueria ardentemente. O meu corpo parecia que estava a arder a medida que ele ia e vinha dentro daminha boca, como se tratasse da cona de uma puta. Eu estava maravilhada com a sensação da pele sedosa e das veias do seu caralho, e pensava porque tinha resistido ao Fernando tanto tempo. Passado pouco tempo, o corpo do Pedro ficou tenso e o seu caralho começou a disparar jactos de esporra directamente na minha boca. O meu corpo tremeu e tive o primeiro orgasmo da minha vida que foi não provocado pelo contacto físico com a minha cona. Depois de lamber o seu caralho até á última gota, ele levantou-me e sem dizer uma palavra, deu-me um beijo na minha boca cheia de esporra. Nuca um beijo me soube tão bem. Enquanto me beijava, desapertou-me a blusa e o soutien.
"ohh não, merda!" disse eu, enquanto ele me deitava no chão e me tirava a saia e as cuecas.
"Estás pronta", perguntou ele enquanto guiava o caralho para o meio das minhas pernas.
"Por favor Pedro, não deviamos..." murmurei eu, enquanto a minha cona ia á procura do seu caralho. Pensei no Fernando e sabia que era tarde de mais. Estava tão excitada que a minha cona estava literalmente encharcada e parecia que tinha um iman para o caralho do Pedro. Ele facilmente entrou em mim e com uma só investida enfiou metade do seu enorme caralho.
"Ohhhhhhhh, foda-se!" gritei enquanto tinha uma especie de convulsões. Nunca tinha sentido um caralho tão grande e tão grosso e ainda só tinha enfiado metade. Na sua próxima investida, enterrou-o por interi e tive o maior orgasmo da minha vida "Ohhhhh, Meu Deus Pedro, estou-me a vir...foda-se!!!!".
Ele inclinou-se e deu-me um beijo. Eu não queria acreditar no que estava a acontecer. Após ser completamente fiel ao meu marido, aqui estava eu deitada, a deixar que o seu chefe (e logo o chefe!), enterrasse o seu caralho no meu buraco esfomeado.
"Foda-se! És uma mulher muito quente!" á medida que me fodia cada vez mais depressa, "o Fernando é um homem de sorte".
Fodeu-me com força durante mais uns minutos e depois veio-se mais uma vez, desta vez dentro da minha cona. Era como se eu fosse a sua escrava da foda. Passei o resto do dia em sua casa. Ele fodeu-me de todas as maneiras e feitios. Quando a noite chegou, eu era dele completamente. Eu sabia que faria o que lel quisesse, desde que ele me satisfizesse com o seu caralho maravilhoso. Só cheguei a casa por volta das 5 da manhâ de domingo e passei o dia inteiro no sofá a pensar no dia anterior.
Não fiquei muito surpreendida quando o meu marido telefonou a dizer que apareceram mais uns problemas e que teria de continuar em Milão mais duas semanas. Disse-me ainda que sem saber porquê, o Pedro o tinha promovida a Director de Marketing para os Assuntos internacionais e que por isso iria ter que viajar mais vezes. Porque será?...
AS nossas aventuras começaram aqui, mas fica para a próxima...
Beijinhos

Carla e Fernando
(fernantomor@hotmail.com)

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:40
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Comi minha Cunhada


Olá a todos. Como sabem sou do Porto, Portugal e um trintão bem parecido.
Mas melhor é o meu pau, de 20 x 06cm.
Um dia destes a minha cunhada Paula, que tem 32 anos, bem feita, um pouco forte (já é mãe de 2 filhos), mas tem um cu e umas mamas espectaculares, ligou para minha casa, moramos a cerca de 1 km, e me pediu para ir a sua casa já que tinha uma torneira com fuga de água e não percebia nada daquilo.
Perguntei pelo meu cunhado e ela me disse que ele tinha ido para a semana de campo (é militar) dar instrução.
Disse-lhe que demoraria cerca de 15 minutos já que teria de me vestir.
Meia hora depois cheguei, já eram cerca das 23 horas, toquei à campainha e ela veio abrir a porta já em camisa de dormir transparente.
Estava de soutien e de calcinha um pouco diminuta para um cú tão bem avantajado.
Cumprimentamo-nos e perguntei pelos pequenos e aí ela me disse para fazer pouco barulho que já estavam a dormir.
Fui ver a torneira e o problema foi resolvido em 5 minutos.
Ela ofereceu-me um café e um whisky, que aceitei, e fomos para a sala de estar e me sentei no sofá.
Como já sou casado com a irmã dela há 16 anos, temos bastante confiança e amizade para conversas mais picantes, mas nunca me tinha passado pela cabeça que acontecesse algo entre nós.
Comecei por lhe perguntar como ia fazer durante uma semana sem homem, já que sei que ela adora sexo e por vezes o meu cunhado queixa-se que ela está sempre pronta e ele como vem cansado do quartel, nem sempre tem vontade.
Ela respondeu que enquanto tivesse dedos não tinha problemas, já que era deste modo que resolvia muitas vezes o seu problema, mesmo com o marido em casa.
Depois veio a pergunta que levou a situação para diante, perguntei-lhe se não tinha vergonha de estar a mostrar o corpo a mim (e eu farto de a ver em bikini na praia) com camisa transparente.
Ela respondeu-me se não gostava do que estava a ver e eu disse-lhe, que se estivesse a ver tudo, tudo bem, mas como não estava a ver mais do que já tinha visto muitas vezes, não tinha que gostar ou não gostar.
Perguntou-me se queria ver mais; claro que lhe disse que se ela quisesse mostrar não me faria rogado.
Estava eu a pensar que ela brincava. Para meu espanto tirou logo as cuecas.
Tive logo a visão de uma coninha com pentilheira preta (pouca) e gordinha.
Perguntou se queria ver mais. Respondi que sim e ela de imediato tirou o soutian, e ficou com as mamas grandes e erectas (fiquei pasmado já que como disse tem dois filhos).
Voltou a perguntar se gostava e disse-lhe que se não tirasse a camisa de dormir, apesar de transparente, parecia que estava a olhar para uma radiografia. Ela tirou-a logo.
Sentou-se ao meu lado no sofá e disse-me que já há muitos anos me queria ver nu.
Tirei de imediato toda a roupa. Já estava com o pau duro como uma rocha.
Começamos a beijar-nos. Ela tem uns lábios grossos, maravilhosos.
Beijei e chupei as mamas e aquela cona faminta e rechonchuda. Estava toda húmida. Comecei a meter-lhe um dedo no cu e ela reclamou, dizendo que nem o marido lhe tinha mexido naquele buraco.
Disse-lhe que com a idade dela, já era tempo de experimentar. Não me respondeu, o que me fez acreditar que estava de acordo.
Foi a vez dela me mamar a pica dura. Fez-me uma mamada monumental, e como não sou herói 5 minutos depois já me estava a vir na sua boca, sequiosa, já que não verteu nem uma gota.
Coloquei-a na posição de mama-papa e comecei a meter o meu pau lentamente naquela cona maravilhosa (que sorte que o meu cunhado tem) e veio-se várias vezes. Mudamos de posição e ficou na posição de quatro, ela sentada no colo, até que me voltei a vir.
Fizemos uma pausa com beijos e começamos um 69 maravilhoso, chupava-lhe a cona e fui enfiando primeiro um, depois dois e até meter o terceiro dedo naquele cu, até que meu pau levantou outra vez.
Disse-lhe que a iria enrrabar. Pediu-me que não a aleijasse, já que a minha mulher lhe tinha dito que eu por vezes a aleijava.
Para que fosse ela a controlar a dor, pedi-lhe que fosse ela a meter e coordenar, então que se sentasse em cima de mim, que metesse devagar e que fosse respirando lentamente.
E ela assim fez, não sem ter dado uns gemidos, mas ao fim de 2 ou 3 minutos o meu pau estava todo metido dentro daquele cú fantástico. Ela começou a fazer os movimentos acima e abaixo até que gozou. Ficamos naquela posição quase 10 minutos quietos e com o meu pau dentro do cú dela.
Pedi-lhe então para ficar de quatro e comecei a meter e tirar tudo fora, até que me decidi a foder-lhe a anilha como se estivesse a comer-lhe a cona. Ela delirava de dor e prazer.
Por fim inundei-lhe o cu com todo o leite que saiu. Ela de seguida chupou e lambeu a minha pica até ficar completamente limpa, dizendo que era para que a irmã não desse conta que a tinha comido.
Voltei para casa e minha mulher me perguntou o porquê de ter demorado tanta, respondi-lhe que depois de ir a casa da irmã tinha ido beber um copo com uns amigos.
Claro que ela acreditou e nunca lhe passou pela cabeça que eu fodi a sua irmã.
Caso tenhas gostado do meu relato verídico e queiras ter uma experiência destas comigo, envia e-mail para:

empresárioporto@msn.com

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 01:36
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Sexta-feira, 16 de Maio de 2008

A Gerente do meu Banco


Segunda-feira, mais uma semana começando e ia ser difícil aguentar. A presidência da empresa me pressionando para baixar custos, a empresa vendendo pouco e ainda por cima, era a semana de pagar os funcionários..." vai ser foda"...pensei... Minha secretária me lembrou da visita da gerente de banco que já estava me enchendo o saco há vários dias...de tanto insistir, marquei um horário com ela naquela manha, às onze horas...era um horário corrido, no fim da manhã e pensei em dispensá-la logo, como faço com a maioria dos gerentes que vinham aqui. No horário marcado, a secretária me avisou que ela tinha chegado. Deixei-a aguardando um pouco e preparei minha sala, colocando a cadeira de visitas um pouco afastada da minha mesa...sempre faço isso, pra ver de longe a reacção das pessoas e saber se têm classe ou não...confesso que não tinha muita expectativa com aquela visita... eu estava assentado na minha cadeira, lendo um relatório quando ela abriu a porta e se apresentou... levantei o olhar, de baixo pra cima e logo vi um sapato feminino social muito lindo, anunciando que a mercadoria deveria ser muito boa...do sapato, vi um lindo par de pernas, bem bronzeadas pelo sol...continuei subindo o olhar e vi uma saia justa, azul escuro, que fazia parte de um tailleur, tudo isso com uma blusa de seda branca e transparente, que mostrava o contorno do soutien meia-taça segurando um lindo par de seios...prá completar, vi um lindo rosto de uma mulher adulta, lá pelos seus 35 anos, cabelos castanhos na altura dos ombros e um sorriso largo, bonito e sensual. Fiquei impressionado com a beleza e simpatia daquela mulher mas tentei disfarçar...com muita frieza convidei-a pra assentar e aguardar um pouco, enquanto acabava de ler o relatório...ela assentou e pude sentir o seu perfume, uma fragrância suave e discreta, sem exageros. Começamos a conversar, seu nome era Valéria e ela se mostrou uma profissional competente e inteligente...ela conversava olhando nos meus olhos, estava com as pernas cruzadas e nas poucas chances que tive, não perdi a oportunidade de olhar aquelas coxas grossas e roliças. Numa dessas olhadas, ela percebeu mas continuou falando, explicando os pontos positivos do seu banco, a proposta q tinha para minha empresa, essas coisas de gerente, sempre falando que o seu banco é o melhor do mundo...de repente, ela se inclinou para me entregar um documento e os outros papéis que estavam no seu colo caíram no chão...ela descruzou as pernas para pegar os papéis e, de relance, pude ver directo na sua virilha e pra minha supresa, ela estava sem calcinha... engasguei na hora e ela na maior classe, apanhou os papeis no chao e cruzou as pernas de novo...notei q ela fazia uma carinha de satisfação, daquelas assim bem safadinha, mas não deu nenhuma chance e continuou conversando sobre a abertura da conta...a partir daquele momento, concordei com tudo o q ela falava...aceitei a proposta do banco e falei, cheio de 'sétimas' intenções, q íamos fazer bons negócios e q seríamos bons parceiros...ela levantou-se, apertou minha mão e despediu-se... ela foi andando até a porta e pude ver sua bunda, bem desenhada e apertada naquela saia...realmente um tesão de mulher... A imagem daquela xoxotinha atrevida ali na minha frente, me provocando bem na minha sala, não me saiu da cabeça. Comecei a imaginar uma forma de transar com aquela mulher de qualquer jeito. Mandei meus funcionários prepararem a documentação para o banco e no dia seguinte liguei para ela. Valéria me atendeu, com uma voz muito sensual e bem receptiva...disse que ela poderia pegar a documentação na sexta-feira e sugeri um almoço, porque ainda tinha dúvidas em alguns pontos da proposta...ela aceitou a sugestão e marcamos o horário. Fiquei ansioso até na sexta-feira...aquela mulher tinha mexido comigo... mas eu já conhecia o estilo dela, mulher esperta, bonita e gostosa, que recebe cantada a toda hora; daquelas que detonam os homens, os deixam arrastando e implorando por ela...eu tinha q ser diferente, não poderia agir como um babaca com ela...eu tinha só uma chance e não poderia errar o tiro... No dia do almoço, nos encontramos no restaurante e ela já estava lá, no horário marcado. Tentei ser o mais informal possível, prá quebrar o gelo. Antes dos negócios, fizemos o pedido, tomamos um vinho e ficamos conversamos amenidades. Valeria se mostrava bem receptiva, e fora da 'fantasia' de gerente, ela era uma mulher super agradável...me disse que já estava no mercado financeiro há muitos anos, separada, sem filhos, 36 anos e uma alegria e disposição muito grande; fazia esportes com regularidade, gostava de mergulhar, viajar e praticava ténis; por uma incrível coincidência, dessas que só acontecem em filmes e novelas, ela frequentava o mesmo clube que eu, apesar de que eu não ia no clube há muito tempo...depois do almoço, falamos de negócios, concretizamos a abertura da conta e nos despedimos. Depois daquele dia, nós conversávamos sobre negócios diariamente por telefone, e gradativamente fomos ficando mais íntimos, mais 'amigos'. Alguns meses depois, combinamos de nos encontrar no clube; ela ia participar de um torneio amador de tênis. No dia do torneio, fui ao clube para vê-la. Apesar de não gostar de tênis, fiquei lá, olhando a bola passar de um lado pra outro...ela começou a jogar e fiquei só olhando suas pernas e seu corpo; ela usava aquelas saias brancas pequenas e estava com o cabelo preso, parecendo uma menininha sapeca e atrevida. Depois do jogo(ela perdeu feio), fomos para a piscina e finalmente pude vê-la de biquini... realmente, melhor do que eu esperava...ela usava um biquini rosa, bem pequeno, que mal cobria seu corpo...deu pra ver os seios lindos e firmes, a barriguinha durinha, a 'testa' estufada e a bunda redonda, assanhada e em forma de coração; ficamos conversando, tomando cerveja e caipirinha...convidei-a para sair logo mais à noite...queria sair pra dançar e atacar essa 'fera' de qualquer jeito...ela topou. Fomos embora, cada um no seu carro e fiquei de pegá-la na sua casa às dez e meia. À noite ela estava simplesmente deliciosa...usava um conjunto de saia e blusa, cor preta, que marcava o seu corpo mas não a deixava vulgar; a blusa era diferente, um decote ousado, uma alça bem fina, que contornava os ombros com suavidade e mostrava as costas; a saia deixava a bunda arrebitada, saliente e não aparecia marca nenhuma da calcinha...os cabelos soltos, bem selvagem, uma maquiagem leve e discreta; usava um outro perfume, uma fragrância cítrica/madeira que realmente combinava com ela naquele momento. Estava com uma sandália tipo tamanco, com salto médio, delicadamente sensacional. Na boate, nós dançamos bastante, bebemos à vontade, sem exagerar , e senti que naquela noite ela não me escapava...quando tocou uma música mais sensual, dançamos mais juntos e pude tocar no seu corpo...peguei nas suas costas e cintura, senti os seios sendo pressionados no meu peito...ela estava leve, dançando no ritmo da música e ficou de costas pra mim, rebolando e segurando meu pescoço...eu apertava sua cintura, passei a mão na sua bunda, beijava seu pescoço e esfregava de leve meu cavanhaque na sua nuca e pescoço.. sentia o cheiro daquele perfume delicioso...meu cacete endureceu na hora, ela sentiu e pressionava a bunda no meu pau...estava um clima delicioso...a música, aquele efeito gostoso da bebida, uma mulher maravilhosa comigo e eu sentindo aquele corpo todo nas minhas mãos...ela virou-se e nos beijamos ali mesmo, ainda dançando e acompanhando o ritmo da musica...senti a sua língua macia, passeando nos meus lábios e entrando de leve na minha boca...eu mordia com carinho os seus lábios, explorava sua boca e passava a língua no céu da sua boca...foi um beijo delicioso, daqueles com muito tesão e vontade...fomos para um canto da boate e continuamos no maior 'amasso'...eu falava no seu ouvido o quanto ela era bonita, inteligente e feminina; eu a elogiava com sinceridade, falava tudo o que estava sentindo e ela me abraçava, dizendo também que estava no maior tesão por mim, disse que não esperava muita coisa comigo, que não gostava de relacionar com 'clientes' mas que eu agi diferente, sem se expor pra ela ou seja, ela disse que eu soube conquistá-la...aquilo pra mim foi demais, minha 'tática' tinha dado certo...ainda abraçados, falei que queria fazer amor com ela... ela entendeu a mensagem e apenas me beijou, com mais intensidade e vontade... foi a senha... Saímos dali directo para o motel, sem escalas.. no transito, eu fiquei passando a mão nas suas coxas, apertava os seios, bolinava seu clit...e mais uma vez ela estava sem calcinha...chegando no motel, caímos na cama e ela por cima de mim, me beijava e deixava os cabelos caírem no meu rosto...no espelho em cima da cama eu via a cena, a sua bunda grande e arrebitada, a saia embolada na cintura e a sandália no pé...eu tirei os seios pra fora, os biquinhos duros e entumescidos, com a blusa esticada fazendo um grande esforço pra segura-los...chupei e molhei apenas o biquinho com a ponta da minha língua e fui escorregando a língua em toda a extensão dos peitinhos...ela rebolava a cintura sobre meu cacete e gemia igual a uma gatinha...com os peitinhos ainda na boca, alcancei sua bunda com as maos e apertei...uma bunda firme e macia, dura mesmo...dava uns tapinhas de leve e continuava mamando no biquinho dos seios...eu queria me livrar das minhas roupas mas ela disse que ainda não...ela queria simular uma situação que aconteceu com ela há uns meses atrás...eu topei a brincadeira e queria pagar pra ver...ela levantou-se, se arrumou e falou pra mim levantar também...assentei na cadeira do quarto, ela pôs a mesinha na minha frente e a outra cadeira do outro lado...na hora lembrei qual era a situação...ela sem dizer nada, veio andando pelo quarto de uma forma bem sacana e assentou-se na minha frente...se apresentou novamente e disse que queria abrir a conta da minha empresa...ela cruzava e descruzava as pernas só que dessa vez me mostrando a xoxota sem pudor...me perguntou se estava gostando do que via e eu sem palavras, só respondia afirmativamente com a cabeça...ela levantou-se, pôs as mãos sobre a mesa, se inclinou mostrando os seios e disse que para abrir a conta, eu tinha que provar se o banco realmente era bom.....gostei daquilo...ela virou de costas e olhando pra mim com cara de puta, tirou a saia bem devagar...ela colocou a bunda na mesa e me mandou verificar a 'proposta'...eu meio bobo, passei a mão na sua bunda e ela se inclinou mais; pude ver o cuzinho rosado, lisinho e a buceta melada...aquilo me deixou louco...ela entao tirou a blusa e ficou de pé, na minha frente...me perguntou se o banco era bom pra fazer investimentos e se eu queria fazer alguma aplicação...eu finalmente entrei no clima da brincadeira e perguntei qual era a melhor aplicação no momento...ela me disse, fazendo um biquinho sem-vergonha e com voz sacana: "aplique em tudo, e principalmente 'fundos' "...foi demais....levantei-me igual a um leão, derrubei a mesa, peguei-a pela mão e empurrei-a na cama...abri suas pernas e comecei a chupar a xoxota, sugando com vontade e provando o líquido... respirei um pouco e alcancei o grelinho, naquele momento todo estufado e molhado...lambi gostoso, passando a lingua com vontade...enfiei um dedo na xota e continuei chupando o grelo...ela rebolava na minha boca, gemia e chupava seus proprios dedos...empurrei suas pernas pra trás e o cuzinho se apresentou na minha frente...eu lambia a buceta e puxava o melado para o cuzinho...comecei a lamber o cuzinho, em movimentos circulares...com a língua igual a uma seta, provocava o botãozinho dela e subia mamando até o grelo, além de raspar meu cavanhaque na parte interna das coxas...ela berrava naquele momento, dizendo que ia gozar na minha boca...aumentei o ritmo, concentrei a chupada do grelo e mantive um dedo dentro da buceta e outro forçando a entrada do cú, só esperando a gozada dela...ela começou a tremer, em espasmos que nunca tinha visto, pressionou a buceta mais forte na minha boca...gritando e gemendo, ela gozou forte e eu senti meu dedo sendo mastigado por sua buceta... Ela respirava ofegante, parecendo estar sem ar...levantou-se e me beijou, lambendo todo o seu melado nos meus lábios e cavanhaque. De uma vez, ela abriu minha camisa, fazendo com que os botões voassem longe...com muito carinho e vontade, ela beijava meu pescoço, lambia minha orelha e ficava passando a mao no meu peito e na minha barriga...com as duas maos no meu pescoço, ela me beijou fundo, chupando minha lingua com vontade... tirou meus sapatos, abriu minha calça e ficou acariciando meu cacete por cima da cueca...me disse pra ficar na beirada da cama e ficou de quatro com a cabeça no meu colo...ela esfregava o rosto nas minhas coxas e cheirava meu saco...arrancou a cueca e o meu pau saltou pra fora e ficou balançando na frente dela...ela sem por a mão, colocou a cabeça do cacete na boca e começou a mamar...que visão!! Pelo espelho, eu via aquela bunda maravilhosa, de quatro, balançando com suavidade...olhava pra ela e via aquela boca linda sugando meu pau e me encarando com uma cara de satisfação e sacanagem...como ela chupava bem!! Sentia o pau sendo sugado, entrando fundo e raspando no céu da boca e na paredes da garganta. Ela segurou meu saco e começou a fazer movimentos fortes com a cabeça, chupando 'de com força' e engolindo praticamente todo o cacete. Eu quase não resistia, estava quase gozando. Ela parou de chupar o cacete e concentrou a mamada no saco; foi ótimo sentir sua língua molhada passeando nas minhas bolas, enquanto ela punhetava o pau de leve...com o cacete bem duro, ela e colocou a camisinha. Deitamos na cama, e ela se posicionou prá receber a vara de 'ladinho'...arrebitou a bunda, levantou um pouco a perna e deitou a cabeça no travesseiro...forcei o pau na entrada da buceta e fui deslizando pra dentro, sentindo aquela gruta quente e encharcada...com o pau todo atolado, comecei a bombar gostoso, com ela acompanhando os movimentos...com uma mao, apertava os seios e com a outra bolinava seu clit... o pau estava fundo e minha virilha batia gostoso naquela bunda macia...mudamos de posiçao, ela veio por cima, de costas prá mim, as pernas pra frente e as maos no meu ombro...mandei ela se levantar um pouco e abrir bastante as pernas e ficar olhando pelo espellho o cacete entrar na buceta...ela gemia, falava q estava adorando e engolia o pau com a xoxota...nessa posiçao, eu segurava os seios dela com as maos e enfiava bem fundo...ela gemia, berrava e gritava...senti que ela ia gozar e aumentei o ritmo da trepada, até que ela simplesmente desabou em cima de mim, arfando e dizendo palavras sem nexo...eu ainda não tinha gozado, meu pau estava todo melado e queria fazer a "aplicação'' nos "fundos" ... coloquei-a de quatro, bem arreganhada, abri a bunda com as maos e lambi o cuzinho... molhei com bastante saliva e também com o melado da buceta...ela de quatro, ficava com o rosto virado, mordendo os lábios e olhando pra mim... enfiei um dedo no cuzinho dela, bem devagar e fazia movimentos circulares, preparando tudo para a entrada da vara... ela rebolava a bunda no meu dedo e gemia baixinho... podia ver tambem a xoxota vermelha, melada e o clit ainda durinho... tirei o dedo e posicionei a cabeça do pau naquele anel apertado e redondo... ela deu uma rebolada e um gemido, se preparando para a enfiada... forcei a cabeça devagar e senti o cuzinho relaxando, permitindo a entrada... quando a cabeça entrou, ela deu um gritinho mas disse pra não parar e continuar enfiando... a vara já estava na metade, parei um pouco e deixei ela se mexer, pra acostumar com a tora no cú... forcei mais um pouco e entrou tudo... comecei os movimentos de vai-e-vem, segurando com força na cintura dela... o pau entrava apertado mas a lubrificação permitia uma sensaçao gostosa... olhei no espelho... via meu corpo colado no dela e os seios balançando a cada estocada... ela balançava a cabeça, gemia e mordia os lábios... eu tentava falar sacanagens com ela mas não conseguia, de tanto tesão... as bolas batiam na sua buceta... senti meu pau inchando dentro do cuzinho dela... parei de estocar, deixei somente ela mexendo... agarrei na cintura dela, forcei o pau até no fundo e gozei forte, com o pau todo atolado... Caí por cima dela, com o pau ainda dentro...ela mexia a bunda devagar e o pau foi saindo com suavidade... ela virou-se, me beijou e ficamos olhando nos olhos... sem dizer nada, apenas sorrimos... Depois desse dia, sempre que possível, ainda faço aplicações nos fundos de investimentos desse banco...
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:23
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Comi Minha professora


Quando tinha 16 anos e andava no Liceu, tive Português com uma professora estagiária com cerca de 28 anos. Nas primeiras aulas não lhe dei grande importância, mas no ultimo dia de aulas do 1º período comecei a interessar-me. Como havia varias realizações e 1 festa na escola, apenas apareceram 3 alunos a aula de Português, entre os quais eu. Nesse maravilhoso dia de Sol, eça levava uma mini-saia muito curta e uma blusa coladinha ao corpo, onde era possível ver o seu soutien. A professora tratou de dizer as notas de cada um e eu fiquei mais um bocadinho na sala para falar sobre a minha nota, pois achava-a injusta. Ela sentou-se então na sua mesa, a altura da minha vista, podendo eu ver que ela não usava cuecas. Fiquei todo nervoso e ela notou o que se passava. Então levantou-se, dirigiu-se a mim, deu-me um beijo e disse pra lhe telefonar nessa tarde. Deu-me um papel com o seu numero. Tal como combinado, embora nervoso telefonei-lhe e ela disse para eu ir rápido a sua casa. Eu fui e quando cheguei la ela estava toda nua para mim. despiu-me todo, deitou-me, pôs-me a camisinha e sentou-se em cima de mim. Eu nem queria acreditar no que estava vivendo. Mas a dada altura resolvi que era altura de ser eu a mandar. Então peguei nela, pu-la de baixo de mim com o seu cuzinho pra cima e enfiei meu bacamarte naquele lindo buraquinho. Ela gemeu e gozou ate não poder mais. Quando me estava quase a vir, tirei meu membro e coloquei-o na sua boquinha de anjo. Ela ainda refilou, mas depois acabou por beber todo o meu leitinho. desde essa altura e ate ela se ir embora, no final do ano lectivo, comia-a quase todas as semanas. Foi mesmo espectacular.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:21
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A Primeira Foda


A primeira foda
Cá tou de novo, e hoje vou-vos contar como perdi a virgindade.tinha 17 anos e achei que seria a altura de perder os três, apetecia-me foder, só pensava no que poderia andar a perder, é claro que nessa altura já me tinha masturbado muitas vezes, e via filmes de foda à brava, ata já tinha masturbado uma prima minha que me tinha pedido. Achei que tinha chegado a altura. Como tive sempre toda a liberdade, disse aos meus pais que ia para casa de uma amiga em Lisboa, e como já aparentava vinte e tal anos, em vez dos 17, foi-me fácil arranjar um quarto num hotel. Tinha sabido que havia uns clubes em lisboa onde seria possível encontrar belos homens disponíveis e discretos. Mas eu nunca pensei que seria tão delicioso como foi. O clube fica numa Rua central de lisboa e me hospedei num um hotel mais ou menos perto de lá. Para me preparar e tomar coragem comprei uma revistas pornográficas e me masturbei até, sonhando com o grande momento... Mas a realidade foi melhor que o sonho. Quando estava ainda meio zonza no salão de "repouso" do clube , em meio aquela quantidade de homens lindos e suas maravilhosas máquinas , um homem me chamou a atenção. Estava de pé, masturbando um pau já ereto e me chamava para entrar para o banho turco. Eu meio sem querer (mas é claro que queria...) fui entrando com ele. Ele era muito bonito - o tipo cinematográfico : alto, olhos verdes, e muito gostoso. Eu não vacilei em atender a seu chamado por um instinto ... feminino. E também não me fiz de rogada ao sarro que ele começou a fazer em mim, roçando aquele maraviloso pau nas minhas coxas. Eu nunca tinha sentido o pau de um homem em mim. E era demais, muito melhor do que havia imaginado... Nos beijamos longamente na boca e eu queria logo sentir aquele pau entrando dentro de mim. Foi o que ele fez em seguida. Veio por trás de mim e me penetrou com cuidado e carinho, mas com muita tesão. Eu quase desmaei. Afinal estavamos num banho turco, apenas com uma luz negra e muita , mas muita fumaça. Adorei aquela sensação deliciosa que pela primeira vez sentia com um homem de verdade me comendo. Nada de objetos ou vibradores mas um grande e gostoso pau me penetrando, sem nenhuma dor, só prazer. A dor veio quando um outro homem, de cor, resolveu entrar de socapa na festa. Estavamos em um local público, e o homem achou que eu era de todos alí. Para falar a verdade , como eu estava a fim de dar e aquela loucura toda me deixava louca de tesão - DOIS homens querendo me comer era bom demais! Mas o cara começou a dar uma de sádico e começou a exagerar na penetração. Aí o meu parceiro o afastou, coisa que adorei pois além de estar me realizando como fêmea, meu macho ainda me defendia de um sacana ! Era demais para a primeira vez. Nesse momento , resolvi sair , alegando que não estava me sentindo bem. Mas era apenas a surpresa de tanta coisa boa assim de repente. O meu parceiro me acompanhou e me convidou para uma sala privê. Vacilei um tempo, mas resolvi ir lá. Foi uma delicia. Eu e um homem a sós finalmente. Inciamos naquela posição anterior, ele me penetrando por trás, mas passamos logo para uma posição que até hoje adoro - sentado no pau do homem, ele me acariciava os mamilos e me masturbava. O vaivem do pau me penetrando, aquele cheiro de eucalipto no ar, aquele homem todo me comendo. Começou a crescer cada vez mais meu prazer, que vinham em ondas de baixo pra cima e me lançavam num mundo de prazeres imensos nunca antes sentidos e gozados. Era aquilo quue eu almejava há anos, e estava acontecendo ali, de uma forma esplendida. Eu rebolava, fazia ele me acariciar os mamilos, e me exultava de me sentir uma verdadeira femea nos braços daquele homem. Fechei os olhos para melhor sentir aquele prazer e logo explodi em um gozo maravilhoso, que vinha de dentro de mim me engolfando numa nuvem brilhante de gozo e alegria. Mas aquela transa foi tão gostosa, e tão surpreendente que reagi de maneira totalmente besta. Tão logo gozei, me levantei, e sem olhar muuto para o meu parceiro, me despedi e saí rapidamente da sala privê. Nem mesmo retribui a ele aquele inesquecível prazer que ele havia me dado... Até hoje eu relembro com um misto de alegria e pesar esta minha primeira transa com um homem.
Claro que paguei a inexperiência da primeira vez, mas foi muito bom, claro que agora, sou uma “puta” com experiência, não deixo nenhum homem plantado. Já sabes se me quiseres conhecer , ou experimentar uma foda em grupo

Gataselvagem69@yahoo.co.in

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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008

Fantasia Concretizada


Estava a meio de uma tarde de trabalho a falar com uma amiga minha do Porto pelo messenger e ela disse-me que uma colega dela tinha gostado muito da minha foto, brinquei com a situação mas não dei muita importância ao facto, à noite, e já em casa, recebo uma notificação de uma Ana para a adicionar à minha lista de contactos, acedi e para meu espanto, era a colega da minha amiga que tinha decorado o meu email e contacto do messenger. Começamos na conversa e desde o principio que ouve ali umas provocações, as conversas continuaram e ao fim de umas semanas as coisas descambaram por completo. Sexo por net e por telefone tornou-se um hábito sem nunca nos termos visto, apenas por fotos. Nessas muitas conversas, várias fantasias foram surgindo e quando surgisse a oportunidade, prometemos um ao outro que iríamos concretiza-las. Essa oportunidade surgiu este verão quando ela veio a Lisboa, fiz-lhe um mapa de como vir ter a minha casa com o via michellin e no dia combinado ainda tive de lhe dar umas orientações por telefone… mas finalmente íamos concretizar uma das nossas fantasias…

Tal como combinado… tinha a casa às escuras, ela tocou lá em baixo e deixei a porta cá em cima aberta, fui para o quarto e fechei a porta. Ela entrou, fechou a porta e procurou a sala, tudo estava combinado e estávamos ambos a seguir o guião. Quando a ouvi, o meu nervoso miudinho aumentou e ouvi-a a passar para a sala, nunca a tinha visto e nem a ia ver…

Deixei passar dois minutos e depois saí do quarto… fui devagar, pelo corredor às escuras até à sala, sabia que ela me esperava e não me desiludiu, como na nossa fantasia estava à janela, debruçada e com as cortinas a tentar tapar a visão para dentro da sala, só via o seu magnifico rabo e o seu cabelo longo… estava com a saia combinada e o meu nervosismo era agora muito grande. Estava excitado mas não estava a conseguir levanta-lo, fiquei ainda mais nervoso… aproximei-me dela e tirei-o para fora, comecei a estimula-lo ao mesmo tempo que lhe toquei pela primeira vez, senti que ela se arrepiou toda… estava excitada, no entanto não se moveu e manteve a posição… era assim que ia acontecer, era assim que tínhamos combinado, sem palavras, sem contacto visual. Ela não me iria ver e eu não iria ver o seu rosto.

Levantei-lhe a saia e vi que não trazia roupa interior, perfeito, não se tinha esquecido de nenhum pormenor. Levei os dedos à boca, molhei-os e pus a mão na sua cona, ela estremeceu toda, quando a senti, já molhada, o meu pau ganhou vida e estava cheio de vontade de entrar nela. Eu não queria acreditar no que ia acontecer, parecia um filme, mas era realidade, não perdi tempo, pus o preservativo e meti-o todo devagar, entrou todo e ela controlou-se para não fazer barulho, estava à janela num primeiro andar e sabia que não podia dar nas vistas (embora já fosse uma da manhã). Estava todo dentro dela e comecei a fodê-la, sempre devagar para que o movimento não a denunciasse para fora, eu estava cheio de tesão e ela parecia partilhar o meu estado, ouvia-a a gemer baixinho e pouco tempo depois ela veio-se… baixou a cabeça e a respiração estava mais ofegante do que nunca, tentava controlar-se mas havia limites… veio-se toda e senti-a muito, mas muito molhada mesmo. Eu também estava a tentar aguentar-me, era incrível, uma sensação indescritível, tirei uma das mãos da sua anca e apalpei-lhe as mamas, elas gostou e deixou durante uns segundos mas… não estava combinado… com a sua mão, afastou a minha e tive de me contentar em apalpar o seu bonito rabo. Não aguentei muito mais, embora a fodê-la devagar, estava quase a vir-me… não aguentava mais e comecei a vir-me… aumentei um pouco a cadência e ela veio-se também… estava a ser fenomenal… já me tinha vindo todo mas ela continuava… eu não queria parar pois queria que ela aproveitasse ao máximo… até que por fim parou… eu estava de rastos… tinha sido muito bom…

Faltava o resto do plano… tirei-o… tinha de me afastar… no entanto não conseguir ir sem primeiro lhe fazer uma caricia… ela manteve a postura… nunca olhou para trás. Fui novamente para o quarto, estava ainda noutro mundo, não acreditava no que tínhamos feito, nem sequer tinha pensado na possibilidade de terem topado, os vizinhos, as pessoas que passavam, não me importei e ainda bem. Pouco depois ouvi os seus passos… passou pelo quarto fechado e saíu… ouvi a porta fechar-se…

Pouco depois ligou-me… tinha adorado… tal como eu… e também não acreditava que tínhamos conseguido…

Para vocês que estão a ler, só posso dizer uma coisa, experimentem… mesmo que seja com alguém já conhecido, é simplesmente fantástico. Eu e ela já estivemos depois, já nos conhecemos e já experimentámos as outras fantasias. ;)

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:04
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Meu penis de plastico


No último sábado eu e o Rui comemoramos 15 anos de casamento. Eu só percebo, mais nitidamente, o quanto o tempo passa, quando vejo a nossa filha, que já tem 13 anos, crescendo e ganhando formas de mulher.

Eu e o Rui nos casamos quando eu tinha 22, então já podem calcular a minha idade. Namorei muitos rapazes antes dele. Casei-me porque o Rui foi o primeiro homem a me fazer descobrir coisas novas.

Com o tempo, nossa relação desgastou-se um pouco, mas sexualmente sempre manteve-se activa. O Rui considera-se um “pervertido sexual”, e não define isso como um defeito. Acha que o sexo foi feito para ser desfrutado, e não para ser entendido ou debatido em congressos de intelectuais.

Ele foi o primeiro – e único – a comer meu cu. Gostei tanto que estou com ele até hoje. É de certeza o que ele mais gosta de fazer; e eu também. Não que eu tenha ficado com qualquer um que tivesse comido o meu cu, mas porque o Rui fez-me perceber que eu também tinha direito ao orgasmo, e que o sexo deveria ser uma experiência que também me desse prazer. Se alguma coisa não agradava a um dos dois, então tentaríamos outra. O mais delirante nisso tudo era que com o Rui a nossa vida sexual nunca virava rotina.

Costumávamos namorar no meio das árvores, numa rua quase deserta, perto da casa que meus pais haviam construído numa aldeia. Lembro de um dia em que ele encostou-me numa árvore, abaixou minha cueca, e meteu. Tão simples como isso: sem rodeios, sem jogos de palavras, sem jantares e rosas frescas. Foi deliciosa a sensação, pois era o sexo puro e desejado. Tentei gemer baixinho, com medo que alguém aparecesse. Mas o medo fazia parte. Às vezes eu via as luzes dos carros a passar, e por impulso eu abaixava-me. Ele metia as mãos por dentro do meu sutiã e ficava apertando meus seios. Outra vez fomos para um parque, onde ele dizia ser muito seguro para estarmos à noite. Mas quando estacionamos, vimos outros carros também parados. Pensei que seriam carros abandonados, e só depois notei o quanto fui estúpida e ingénua. Os carros balançavam, como se fossem colchões macios a suportar grande peso. Os carros dançavam e uivavam, como se fizessem parte do desejo que as suas portas trancavam. Como se o carro fosse um voyer, que presenciava um sexo tórrido, quente… e espremido. Andamos pela mata, ele segurando a minha mão por causa da escuridão, para que eu não tropeçasse em algo. Paramos perto de uma árvore, e já estávamos excitados mesmo antes de lá chegar. Mas quando nos preparávamos, ouvimos um barulho. Depois outro. E mais outro. Parecia uma sinfonia. Na verdade, muita gente estava ali, com o mesmo intuito que o nosso. “Vamos embora daqui.” – eu segredei no ouvido do Rui. “Não, vamos ficar… Vai ser até mais emocionante.” – ele disse. E foi. Nossos uivos e gemidos se misturavam com os das outras pessoas, e foi muito excitante trepar sabendo que muita gente também trepava ali perto. O Rui sempre gostou de me levar para lugares assim. Ele diz que é um sujeito ecológico, que adora fazer amor com a natureza. Na praia? Foram diversas vezes que também trepamos por lá, com ou sem companhia de uivos iguais, e até dentro da água também já fizemos amor. Já cheguei em casa com o cu todo sujo de areia e de sal, mas com a cona toda doce em função do orgasmo que havia tido.

O Rui é um homem inovador, mas só não tolera uma coisa: “Paneleirices”, é essa a expressão que ele utiliza. Ele quase chega a ser homofóbico nesse sentido. Basta ver um gay a menos de 10m de distância para ele soltar alguma piada.

Ele é muito impulsivo, e por vezes não escolhe as palavras, nem o momento certo para dizê-las. Basta eu engordar dois kilos, que ele é o primeiro a notar, e a dizer que eu deveria fazer uma dieta. Entendo suas palavras como carinho, como preocupação que tem comigo.

Pouco antes de ter a minha filha, fizemos amor no quartinho dela. Seria a última vez que foderíamos ali antes que ela chegasse. E seria a última vez que ele foderia uma grávida, pelo menos enquanto não decidíssemos ter outro filho. Coloquei-me de quatro e fiz anal, porque era mais prático com o tamanho da minha barriga.

Com o passar dos anos, fui dedicando o meu tempo mais à minha filha do que a ele. Ele notou, obviamente. Mas eu não tinha notado, até ele ter chamado a minha atenção para esse facto.

O Rui sempre gostou de sair com os amigos, fazer programas só de homens, como ir à caça ou ao futebol, e nunca fui uma pedra no seu caminho nesse sentido. Os amigos dele eram sempre muito simpáticos e divertidos. Mas nos últimos anos eu tinha notado algo de estranho. Ele já não chegava à casa nos mesmos horários que antigamente, e sempre que eu ligava dizia estar com algum conhecido. Chegou a passar o telemóvel para o amigo, certa vez, para que eu confirmasse que estava com ele. Vasculhei os bolsos, para ver se encontrava algum papel, algum bilhete, algum número de telefone. Peguei seu telefone e verifiquei as últimas chamadas recebidas. Nenhum número de mulher. Teria apagado, propositadamente? Vi as chamadas efectuadas. Um número de mulher. Mas era o da minha mãe, e era eu que tinha feito a chamada pelo telefone dele, porque o meu estava sem saldo. Olhei nas mensagens. Nada de suspeito. Apenas uma mensagem do Gonçalo, que dizia: “Então, Rabo de Aço? Vais à caça no fim do mês?”. Achei estranha aquela expressão, Rabo de Aço, mas deve ser alguma brincadeirinha entre eles. Não há quem não observe que meu marido tem um rabo duro, e, cá entre nós, bonito e vistoso. Vasculhei sua camisa, para ver se havia alguma marca de batom. Cheirei-a. Não era esse o perfume do Rui. Era de facto um perfume muito forte, mas não era o dele. Fui tomar-lhe satisfações. Ele disse que eu estava histérica, paranóica, neurótica. “A gente passa por vários lugares e pega o odor desses lugares. Isso parece-te perfume de mulher?” – perguntou.

Conversamos muito nesse último mês. Chegamos à conclusão que nos amamos e que deveríamos voltar à nossa vidinha, como era antes. Numa noite dessas deixei a minha filha na casa da minha mãe, e saímos sem rumo. “Quero fazer-te uma surpresa” – ele disse. Levou-me até a primeira árvore onde trepamos no início do nosso namoro. Senti-me jovem e revigorada novamente. Gozei como não gozava desde então. Depois de ter comido a minha cona, virou-me e deixou-me com as mãos apoiadas numa árvore. Então penetrou o meu cu e foi metendo, até eu ter o meu segundo orgasmo. Dessa vez eu já gritava sem pudores, pois se o sexo fazia parte da nossa natureza, eu estaria no lugar ideal para expressar meus desejos. Gritei apoiando minhas mãos no tronco da árvore e, se ela tivesse mãos, possivelmente se masturbaria com os meus uivos. Era como se eu sentisse a energia daquela árvore a entrar pelo meu corpo e, através do meu corpo, essa mesma energia passasse para o corpo do Rui. Através dos seus pés, o Rui transmitia toda essa energia para o resto da natureza, e assim estávamos todos em comunhão.

O Rui achou que ainda precisaríamos de incrementar algo mais. Perguntou se eu nunca havia tido fantasia de ter outro homem na cama. “Você já me basta.” – eu disse espontaneamente, e não entendi se a reacção que via nos seus olhos era de felicidade ou descontentamento. “Pensei que deveríamos ter algum acessório, para melhor te satisfazer…” – ele começou. Pensei logo em algemas, mas ele completou: “Um vibrador. Não pensas em ter um?” Quis logo saber o que ele pensava fazer com o vibrador, e ele disse que seria interessante ter a minha primeira experiência de dupla penetração. “Mas eu não vou conseguir ir num sex shop comprar uma coisa dessas… E se encontro algum conhecido?” Ele disse que eu não me preocupasse, pois já existiam sites pela Internet que vendiam esses acessórios de forma discreta, e que nem precisava sair de casa, pois chegaria pelo correio.

Ficamos um bom par de horas juntos na Internet, eu sentada no seu colo enquanto ele mudava as páginas e seguia os links dos vibradores que mais interessavam. “Que tal esse preto?” – ele perguntou. Eu queria um pénis mais parecido com o dele, não tão grande, mais para o médio. Escolhemos um, e ele disse que depois faria a encomenda. Ele ficou excitado de ver tantos artigos eróticos, e resolvemos fazer amor ali mesmo, naquela cadeira, enquanto a miúda estava na casa de uma amiguinha.

Fizemos amor pela manhã, no dia do nosso aniversário de casamento. A noite seria muito agitada, pois tínhamos reservado um restaurante onde comemoraríamos a data com os nossos amigos. Dei-lhe um bom relógio de presente. Ele sussurrou no meu ouvido: “O meu presente espera-te em casa”, o que deixou nossos amigos um tanto curiosos.

Não via a hora de chegar em casa para saber qual era a tal surpresa. Ele abriu o armário do quarto e tirou de lá uma caixa, embrulhada com um papel estampado com rosas vermelhas. Abri aquele grande laço, e, já eufórica, rasguei o papel de presente. Era… o vibrador! Ele ficou a me mostrar os movimentos que o pénis de plástico fazia depois que colocávamos as pilhas. “Vamos testá-lo?” – fui eu a sugerir dessa vez. Ele logo ficou empolgado, tirando a minha roupa e despindo-se. Primeiro chupou-me toda a cona, lambendo bastante o meu clitóris, e com cuidado metia um dedo na minha vagina e o outro no meu cu. “Está a gostar? Calcula a excitação maior que vai ter depois?” Eu já estava a delirar com seus dedos, e tive que me segurar para não gozar já ali. “Pára um pouco…” – eu tive que pedir, de tanto tesão que sentia. Ele parou por uns segundos, e seu pau manteve-se rijo. Me colocou de quatro e começou a meter na minha cona. Eu rebolava em cima do caralho dele, já à espera do outro, no meu rabo. Ouvi o click do botãozinho do vibrador, e comecei a ouvir aquele barulhinho. Estava ligado. Passou saliva no meu ânus com o dedo, e depois foi aproximando o vibrador, quase que a acariciar, fazendo movimentos circulares. Meteu a cabeça, e depois foi metendo o resto. Contraí a minha cona instantaneamente, espremendo seu pau dentro de mim. Comecei a rebolar de forma mais intensa, espremendo o rabo para dentro e para fora, e seguindo seu movimento. Gozei e ele gozou também. Repetimos essa experiência durante muitos dias, e o meu pénis de plástico foi o nosso companheiro de noitadas.

Fui levar a minha filha para passar o fim-de-semana na casa dos meus pais, e disse que passaria a tarde por lá. O Rui não quis ir, porque assistiria uma partida de futebol no canal a cabo, com o Gonçalo. Resolvi voltar um pouco mais cedo, para fazer uma surpresa.

Abro a porta sem querer fazer barulho, e vou caminhando pelo corredor na ponta dos pés e despindo a roupa, que ia deixando pelo caminho. Ouvi um barulho estranho que vinha justamente do quarto. Cheguei com o ouvido na porta. Era o Rui, a uivar, como fazia quando estava trepando. Estaria a tocar uma punheta… ou teria uma mulher com ele, na nossa cama de casal? Abri a porta com cuidado, e choquei-me. Um filme passava no vídeo. O lençol estava completamente desarrumado e tinha várias roupas espalhadas pelo chão. O Rui segurava o nosso vibrador, bem penetrado no seu cu e, na sua frente, estava o Gonçalo, a ser penetrado por ele, meio curvado de costas, com uma das mãos apoiada num travesseiro, e a outra a tocar uma punheta. Fiquei ali, nua, parada, sem dizer nada ou ter reacção alguma. Eles estavam de costas, e não me perceberam ali. Só notaram a minha presença quando eu acendi a luz.

O mundo caiu.
Separei-me do Rui. E não foi por descobrir que ele era bissexual, ou talvez um homossexual com medo de assumir, que apenas tinha relações de fachada comigo, para provar sua suposta masculinidade, mas por descobrir que vivia com um estranho. Eu libertei-me a todas as fantasias que ele propôs, mas nunca tinha libertado as suas comigo. Dizia ter nojo de homem, e estava ali agarrado a um. Dizia que tinha me dado o vibrador para eu ter prazer, e quem tinha prazer agora, com o meu pénis de plástico, era ele. Descobri que o pénis de plástico era muito mais honesto comigo. Não sei se não teria me separado do Rui da mesma forma caso ele tivesse me contado do seu caso com o Gonçalo, ou com tantos outros que talvez eu nunca venha a saber. Eu sei que pelo menos não teria aquela sensação que tive naquele instante, de que tinha vivido uma mentira. Teria ele me desejado verdadeiramente? Agora eu não queria mais nenhuma mentira na minha vida. O vibrador não precisava de qualquer estímulo para estar rijo. Apenas precisaria de pilhas quando quisesse se mexer. Mas não me faria promessas, nem faria acreditar que eu precisava de experimentar coisas novas para gozar. Ele me bastaria, enquanto não encontrasse algo de mais verdadeiro.

“Devolva o meu presente.” – eu ordenei. Os presentes já pareciam prever o que aconteceria. Eu fiquei com o vibrador de plástico e ele com o relógio, que marcava a sua hora de partir.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 16:01
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Minha namorada no Cinema


Escusado será dizer que a minha namorada tem um corpo de sonho. É uma morena elegante com um cuzinho em forma de coração e umas pernas bem torneadas. Tem um lábios bem definidos e que poêm qualquer homem maluco só de olhar.

Tinhamos uma fantasia muito particular que acabamos por realizar. Eu imaginava-a a bater uma bela punheta a um homem num banco de cinema....ela adorou a ideia. Combinamos tudo depois de encontrar uma pessoa na net que nos parecia o ideal....entramos e sentamo-nos. O "nosso convidado" facilmente nos reconheceu e como o filme não era muito bom havia muitas cadeiras vazias e ele acobou por se sentar ao lado dela, ficando assim ela no meio de nós dois.
Já passava uns 20 minutos de ter começado o filme quando reparei que havia uns gestos mais repentinos que ela fazia....Sem dar nas vistas, notei q ela já estava a abrir o feixo das calças do gajo e que movimentou-se no sentido de se encostar ao meu ombro enquanto tirava o pau do tipo para fora. Segredou-me ao ouvido, "é agora que me vais ver fazer vir um homem que não tu, e não podes fazer nada, ele tocou-me nas pernas e já estou completamente molhada". Senti o meu pau a estalar de tesão, e eu sabia que ela por baixo daquelas saias não trazia nada. Notei por cima da cabeça dela, que estava encostada no meu ombro que o tipo delirava com aquela punheta bem batida que só a mão sabia da minha namorada sabe fazer.
De repente ele segredou-lhe algo ao ouvido que não precebi....mas não demorou muito a perceber o que ia acontecer....ela cruzou as pernas de forma a que ele pudesse enfiar-lhe os dedos na racha que a essa hora devia estar encharcada. A partir daí assisti a um frenético compulsar dos corpos deles que gemiam, contorciam e ouvi ele perguntar-lhe se gostava de ser fodida daquela forma e ela respondeu que adorava a forma como ela a fodia com os dedos......ele avisou que se vinha elela debrucou-se sobre ele de forma a receber a esporra dele toda nas mamas, tendo para isso levantado o top que tinha vestido.
Depois virou-se para mim e disse com ar erónico: " limpa-me as tetas com a lingua....agora". Bebi aquela esporra de macho que entretanto já fodia bem a bruta a rata da minha namorada com os dedos.....ela veio-se comigo a chupar-lhe as tetas e ele a esmorrar-lhe a cona que estava toda, mas toda aberta.
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 15:57
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