Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

Contos eróticos para seu site



Sou o Antonio de Andrade envio dois contos para colocar no seu site.



A água que esfriava fez com Fellicia e Gabriel saíssem da banheira e cada um enxugou o outro, enrolando-se os dois na felpuda e grande toalha, ficando ali enrolados, com os corpos nus encostados e unidos pelo longo beijo. Os cérebros deles agitavam-se em reações químicas, afetados pela excitação que estavam sentindo um pelo outro, fazendo disparar o complexo sistema de descarga hormonal, o hipotálamo aumentando o tônus do desejo sexual, secretando mais e mais hormônios sexuais, estrógeno nela e testosterona nele, e em ambos a adrenalina, preparando-os para a atividade sexual, levando-os a seduzir o outro e aumentar a emoção do amor que os unia. O sistema límbico, ou cérebro emocional, aumentava o desejo sexual e emocional, pondo fogo no encontro amoroso deles, fazendo aumentar as suas circulações do sangue, disparando os seus corações, fazendo as suas respirações ficarem ofegantes, eriçando os seus pêlos, enrubescendo a pele e concentrando sangue nas regiões genitais, dilatando-as, provocando o inchaço vaginal nela e a ereção, pujante, nele. E esse fogo do desejo cresceu com voluptuosidade neles, com seus corpos ficando inebriados pela endorfina, com sensações indescritíveis de prazer e satisfação emocional e espiritual. Eles não conseguiram segurar mais a vontade de fazerem amor. A cama redonda quase quebrou de tanto que mergulharam um no outro e foi um ato de amor galopante, levando-os a sentirem as vibrações extasiantes do orgasmo, sentidas como se fossem uma realização espiritual, naquele momento culminante no qual todas as células nervosas de seus cérebros descarregavam a energia elétrica vibratória. O prazer dos dois, com os corpos unidos pelo sexo, era superlativo, era demais! Parecia que uma luz brilhante explodia no centro do prazer, no lado direito dos seus cérebros, enchendo de vivacidade e sensualidade as suas emoções, levando-os a terem uma maior percepção dos sons e grunhidos que faziam, dos movimentos amorosos que faziam com seus corpos buscando uma maior aproximação física e uma maior percepção das cores verdes dos seus olhos, no olhar profundo que davam um ao outro. Nessa hora, inconscientemente, deixaram o lado esquerdo dos seus cérebros em repouso, sem qualquer abstração, sem qualquer pensamento ou raciocínio lógico, sem qualquer intelectualismo de análise, de medição, de classificação, de organização, de contagem... Sentiram apenas a satisfação sexual e a alegria, a serenidade, a paz espiritual e emocional que a acompanham. O que sentiam indicava que os dois, Fellicia e Gabriel, tinham a aptidão neurológica para a felicidade, com uma perfeita harmonização dos dois hemisférios cerebrais e das suas conexões neurológicas elétricas...

Depois do êxtase, parece que tinham sido afetados pela anfetamina do amor, a feniletilamine, secretada naturalmente pelo cérebro das pessoas apaixonadas fazendo desaparecer qualquer inibição, qualquer bloqueio. Sentindo-se cheios de amor, um riso contagiou os dois. Começaram a rir de alegria por estarem reencontrando-se... (...) Viviam naturalmente a simplicidade de serem doadores de amor e recebedores do amor do outro. O mundo parecia pequeno para a felicidade que estavam sentindo um com o outro. Sentiam o amor como um lugar onde refugiavam suas vidas, esquecendo o mundo que existia lá fora. Sentiam o amor majestoso como um oceano e infinito como o Universo! Nada mais era importante, só suspirar de prazer, sentindo o amor, adormecendo sorrindo... O quarto era bastante aconchegante, com móveis de madeira bruta, trabalhada artisticamente. A enorme cama de casal tinha espaço suficiente para quatro pessoas e na parede que ladeava a cama, um grande espelho estava fixado. O forte calor que fazia, apesar da deliciosa brisa que entrava pela grande janela envidraçada, levou Fellicia a tirar a minissaia e a miniblusa que usava, revelando toda a beleza nua do seu corpo de mulher de 30 anos, bem queimado de sol, sem marca de biquíni. Deitando-se voluptuosamente na enorme cama, ela convidou Carmem e Gabriel a seguirem o seu exemplo. Carmem, desinibida, foi a primeira a despir-se e deitar ao lado da Fellicia, abraçando-a e dando-lhe um beijo nos lábios, enquanto fazia um carinho nos seios dela. Gabriel teve uma excitação instantânea ao presenciar as duas se acariciando e mais estimulado ainda pela visão de duas mulheres muito bonitas inteiramente nuas à sua frente. As duas sorriram ao olharem para ele e constatarem que ainda estava de bermuda, empinada para a frente pelo membro excitado. Carmem exclamou: Tire logo essa bermuda, Gabriel! Quero constatar o que a Fellicia já me contou, que você é bem dotado! Vamos, não fique inibido, tire logo para eu matar a minha curiosidade de mulher e ver essa pujança que está empinando a sua bermuda!

Já estou ficando toda molhada só de imaginar como ele é! ?

Quando Gabriel abaixou a bermuda e a cueca, ela exclamou:

Uaaaau! Que maravilha de instrumento você tem!

E tê-lo todo dentro, ou galopando sentada nele, recebendo o prazer que o dono dele sabe proporcionar! ? Fellicia enquanto elogiava Gabriel estendeu os braços, para que ele fosse deitar-se no meio das duas. Quando ele estava no meio delas, sentindo toda a eletricidade da excitação enorme que fazia avolumar o seu membro, sentiu que a Carmem acariciava-o e puxava-o, pelo membro, para enlaçá-lo com as coxas, com ares de proprietária.

Fellicia empurrava Gabriel, instigando-lhe as nádegas com o corpo colado ao dele, enquanto beijava a sua nuca, fazendo-o ficar com o corpo todo arrepiado, como se estivesse com frio.

Carmem balançava o corpo enquanto transpirava de prazer e tesão e com um olhar guloso, que ela gostava de usar, aproximou o rosto ao do Gabriel e colou os lábios nos dele. Fellicia incentiva-a a soltar o prazer, a deixar vir a avalanche de prazer. Carmem continuou a mexer o corpo, mantendo enlaçado o membro dele, enquanto ela beijava sofregamente e com paixão os seus lábios. Em poucos minutos o corpo dela começou a estremecer todo com a descarga energética que ela sentia com o forte orgasmo. Gabriel ficou impressionado como ela tinha orgasmos facilmente. Fellicia exultava de alegria ao ver a amiga convulsionada de prazer e depois que Carmem relaxou e abriu os olhos, beijando Gabriel e dizendo um obrigado pelo prazer, ela perguntou a se ele queria chegar ao final.

Só se você quiser que eu lhe dê prazer também!

Meu querido, eu demoro para chegar a ter prazer logo após o almoço, pois fico preocupada com a digestão. Vamos guardar energia para mais tarde, quando poderemos brincar bastante entre nós, está bom? Eu prefiro agora cochilar um pouco aproveitando esse soninho que a cerveja está me dando..

Fellicia, se você não quer usufruir dessa pujança, deixe-me ter a alegria de adormecer com ele dentro de mim. ? E enquanto falava, virou Gabriel de costas e sentou-se, sem a menor cerimônia, no membro dele, engolindo-o inteiro dentro dela. Depois, sem movimentar-se, com os braços segurou Gabriel e rolou de cima dele, deitando-se lado a lado com ele. Ficou quietinha, sem se mexer, apenas olhando nos olhos dele e sorrindo, enquanto ele também permaneceu imóvel, olhando para ela e também, sorrindo. Gabriel sorria para ela enquanto, com uma das mãos, acariciava levemente um dos seus seios. Fellicia, chegando o corpo por trás do Gabriel, enlaçava o corpo dele, colocando por trás uma das suas pernas no meio das dele. E foi assim que os três adormeceram...



www.editora-opcao.com.br



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publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 14:18
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