Sábado, 14 de Fevereiro de 2009

A caminho do Hotel


A caminho do Hotel sai do cinema mais cedo porque estava cansada e estava satisfeita com aquele encontro ardente que tive no cinema. Apanhei um táxi e fui para o meu hotel descansar da agitada noite. Ainda era cedo e estava sem sonho. A medida que ia no táxi pode ver pela janela as ruas vazias. Olhei para o motorista, pelo espelho retrovisor. Os nossos olhos trocaram-se por momentos. Ele era jovem, alto, bom corpo e era de origem africana. Passou-me logo uma ideia pela mente, queria ver se era verdade ue africanos tem grandes instrumentos. Essa ideia começava a provocar-me suores frios e arrepios de prazer. Não sabia como começar. Pelo olhar dele pode ver que o desejo era mutuo. Decidi provoca-lo um pouco mexendo nas minhas mamas, tocando os meus seios ao de leve. Ele não parava de olhar pelo espelho retrovisor e eu avancei um pouco e pus a minha mão bem entre as pernas dele. O volume que estava la era enorme. Estava a morrer de desejo que aquele bocado de carne entrasse por min a dentro ate não aguentar mais. ele parou o carro e era uma zona sem ninguém. Sai do carro e fui para o banco da frente, desapertei aquelas calças, abaixei os cuecas e aquele membro ficou bem a minha vida. Agarrei como de um brinquedo se trata-se e comecei a mexer um vai e vem . Aproximei a minha boca la e comecei a engolir aquele membro, grosso e comprido. O motorista agarrou-me pelos cabelos e comecei a mamar aquele membro. Percorria com a minha língua toda área, estava a adorar ter tudo aquilo dentro da minha boca.
E ele não se demorou a querer vir-se, eu tirei-o da minha boca e comecei a fazer com que ele se vie-se. A espora começou a sair e eu adorei ve-la a sair. Então puxei as minhas cuecas para o chao do carro, pus-me em posição e coloquei aquele grande instrumento dentro de min, queria ser penetrada. Comecei num vai e vem louco sem parar, queria comer aquele gajo, queria foder aquele africano. Estava a adorar tudo aquilo, ela não parecia ter ficado afectado por ja se ter vindo uma vez. Aquilo foi bom , a sençasão foi maravilhosa, e ele veio-se mais uma vez dentro de min. Estava satisfeita, e vesti me e fomos para o hotel. fiquei com o numero dele para me devirtir mais vezes mo porto. Fui dormir satisfeita, tinha feito sexo com dois desconhecidos numa so noite. ainda falta mais 2 dias no porto e tinha muita coisa para sentir no porto...
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De regresso a casa


De regresso a casa, depois de um dia de trabalho, eis que me apetece dar uma volta de carro...
eram umas onze da noite, de Inverno, meio chuvoso, a meio da semana, quase ninguem nas estradas...
perfeito....
acendo uma, ponho um som ambiente, a/c no quente, e relax....
Lembro-me de dar uma volta pela caparica, fonte da telha... ver o mar é perfeito assim...
passado o centro da caparica, faco-me a estrada em direccao a fonte da telha. Ninguem nas estradas... Eis que comeco a lembrar-me da praia 19 e fico logo cheio de tesao.....
so de imaginar uma boa mamada naquela altura...
mas passei a saida da praia 19 e continuei...
ate que mais a frente arrependi-me e voltei para tras... entrei na estrada, com cautela, e fui andando...
Chegando a ultima praia, havia uns 2 carros a circular...
nitidamente no engate...
dei uma volta calma, e dirigi-me para a saida da ultima praia...
eis que um carro liga as luzes e segue atras, ao longe....
virei para outra praia a seguir que estava deserta...
andei devagar, e parei o carro num sitio meio-escondido....
o carro dele chega, para mais ou menos a uns 30 metros, e sai um homem do carro...
aparentava uns 50 anos, 45, bem conservado, com alguma barriguinha.... como eu gosto.... ;)
desliga o carro, fecha-o, e ele dirige-se a meio caminho.
puxa um cigarro, acende-o, e leva a outra mao ao bolso das calcas, mexendo no proprio pau...

eu fiquei cheio de tesao.... sai do meu carro, acendi um cigarro, e dirigi-me a meio caminho.... ele comecou a andar para o meio da vegetacao, de modo a estarmos mais a-vontade.
segui-o, e quando cheguei perto dele, estava com o pau de fora, a bater uma..... olha para mim e sorri...
aproximei-me, e mal toquei no pau dele ele comecou logo a tirar o meu para fora, ajoelhou-se e comecou uma mamada divinal...
ali, ao ar livre, de noite, lindo.....
venho-me na boca dele, e como ele engoliu, a tesao manteve-se.
virei-o de costas, debrucei-o, e ele apontou o meu pau para o olho do cu dele, que estava sedento de uma boa foda.....
comi-lhe o rabo ate ele gemer de prazer, ele veio-se, eu vim-me novamente..... limpamo-nos, fumamos um cigarro, e no caminho de regresso aos carros ainda fizemos mais umas mamadas....

fui para casa, bem mais contente....
;)
publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:16
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Domingo, 1 de Fevereiro de 2009

A Rainha da noite...


Eis que irrompe pela porta um branco sorriso num moreno rosto e cristalino esverdeado olhar, sente-se hoje rainha de uma amena noite de verão, a musica toca as suas ondas harmoniosas envolvem a pele bronzeada fazendo vibrar o seu intimo agitando as suas hormonas libertando-as no ar. Ao passar muitas cabeças rodam muitos sorrisos e mesmo subtis toques que desculpados pela falta de espaço ora nos braços ora nas ancas, provocando-lhe por vezes agradáveis e inesperadas sensações, junto ao balcão é lhe servido um licor de Whisky de leitoso sabor que degustado aquece, o seu pescoço fino deixa escapar algumas gotas de suor apagadas por uma gentil mão que o percorre até bem perto dos seios.

Uma palavra aqui, um beijo acolá socializa sendo o centro de atenção do grupo, esta noite é a sua, um dia de praia um bom banho de agua doce seguido de um leite corporal revigorante deixam-na preparada para arrasar a concorrência. Sabendo que é cobiçada dá-se ao luxo de escolher a companhia com que irá terminar a noite. Na pista os sons de verão movem corpos, despertam a sensualidade, uma feroz luta de personagens onde as armas usadas são a ousadia, mordiscar subtil de lábios levam a melhor, aproxima-se de um casal a forma como dançam fazem-na sonhar por um momento de cumplicidade igual, aquele dois corpos unidos numa sintonia excitante despertam-lhe os sentidos, o seu peitos deixam escapar arrebitados mas discretos bicos e movendo-se copiando o que observa, atrai a sua atenção eles sorrindo convidam-na a aproximar-se até que o odor dos corpos seja notado, identificando de imediato a excitação destes seu novos “amigos”.

Ela e a mulher interagem entre si deixando-o com um mero espectador, cansadas recolhem-se até aos jardins tentando refrescar-se com a brisa suave caminham até que um convidativo banco lhes permite sentar, à sua volta outros bancos ocupados por vultos envoltos em gemidos reclamam para si uma noite de prazer, elas gracejam e comentam fantasiando quem será. Um tilintar de copos interrompe o momento é ele com três flutues e uma garrafa de champanhe, brindes e mais brindes até que uma mão feminina lhe toca numa perna ela colocando a sua mão por cima entreabre as pernas conduzindo até junto do seu sexo suado e molhado, de olhos cerrados beijando a boca da sua nova amiga deixando a sua pele arrepiada outra mão agora masculina timidamente abre o seu caminho até ao local onde outras mão se deliciam sendo igualmente recebida por outra, roda a cabeça solta um breve suspiro e beija aquela desenhada boca, liberta-se e divide-se entre carícias desabotoando as calças dele, subindo o vestido dela, detém agora dois sexos, um molhado e saboroso outro rijo e suculento na indecisão de qual dever possuir naquele momento.

As alças do seu vestido caem como por magia e duas bocas atacam os seus peitos de bicos intumescidos, deixando-a sem forma de escapar ao excitante desejo de os ter só para si. Estremecendo de prazer tem um orgasmo audível por todos, ergue-se em espasmos sentando-se no colo dele fazendo desaparecer um erecto e latejante pénis no vulcão ameaçador que é o seu sexo. Uma língua lambe o clítoris saliente, enquanto cavalga o seu garanhão nesta desenfreada corrida, satisfeita troca de posição emprestando a vara à respectiva dona que sem demoras escorrega até que apenas fiquem de fora a bonitas bolas que a ornamenta num vai e vem colossal.

Ela diverte-se com elas pedindo como troféu o sumo que sairá, ele solta um urro denunciador, está eminente a entrega a sua dona levanta-se apontando a vara na direcção da sua boca que abocanha para não desperdiçar uma gota que seja.

Jactos galopantes inundam a boca para seu deleite deixando-a agora satisfeita e vitoriosa. Despedem-se trocando números de telefone e promessas de novos encontros….

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Passagem de Ano a 3


Estávamos na última noite de 1990, a aguardar ansiosamente pelo entrada no novo ano. Tinha aceite um convite da minha namorada para passarmos a noite de reveillon na quinta de uns amigos dela perto de Coruche. Eu tinha 19 anos feitos à pouco, e ela 18 feitos à menos, namorávamos há 3 meses, tendo-nos conhecido na faculdade onde fui o seu padrinho de praxe. Ela era uma adolescente linda, 1,65, peito grande, corpo curvilíneo e um sorriso desarmante, cobiçada por metade da faculdade e eu tinha tido a sorte de namorar com ela.

Toda ela era sensualidade, respirando erotismo por todos os poros e os seus olhos provocantes pareciam dizer a todo o instante “come-me”. Já tínhamos tido relações algumas vezes e de cada vez era uma experiência inesquecível. Era ousada, inventiva e gostava de sexo, o que para um rapaz de 19 anos era o céu. Pois bem, estávamos na quinta juntamente com mais umas 30 pessoas. Era um grupo enorme, e metade não se conhecia. Jantamos, bebemos, conversamos, conhecemo-nos e divertíamo-nos. A música estava animada, a bebida circulava com abundânica e antes das 23H já havia muita gente bêbada, entre os quais eu e a Sandra.

Estávamos a dançar um slow quando ela me segreda “Está ali uma gaja a galar-me há mais de meia hora”, “onde”, pergunto e ela vira-me da direcção dessa rapariga. Vejo uma morena, alta, de cabelo curto. O rosto não era muito bonito, tinha um peito pequeno mas o rabo era uma delicia e as pernas, deixadas à mostra por uma minúscula mini saia eram do melhor que já tinha visto. Sorri para ela e falei para Sandra “é boa. Conheces?”, “não” respondeu ela, “mas está-me a dar tesão”, “A sério? Queres experimentar?” perguntei já com a cabeça a mil. Ela levou a mão às minhas calças e olhando bem nos meus olhos “hum, parece que há mais alguém com tesão. Vamos lá acima ao quarto para resolver isto” e pegando-me na mão puxou-me para fora do salão em direcção às escadas. Enquanto ia sendo arrastado olhei à volta mas já não vi a morena e pensei que teria ido à vida dela. Tínhamos acabado de sair a porta do salão e à nossa espera estava a morena, de sorriso nos lábios “Olá, sou a Ana e vocês?” apresentamo-nos, cumprimentei-a com dois beijos e quando a Sandra foi fazer o mesmo ela desviou a cara e beijou-a na boca.

Incrédulo com o que estava a ver pensei que a Sandra lhe ia dar uma estalada, mas para minha surpresa respondeu ao beijo de forma quente e espontânea. Deixei-as beijarem-se e quando finalmente quebraram o beijo desataram e rir. Efeitos do nervoso, excitação e álcool. Eu escusado será dizer estava com uma tesão que parecia que ia rebentar e sem dizer uma palavra só arfava. Mais uma vez tomaram a iniciativa e pegando-me na mão dirigimo-nos os 3 para o quarto. Lá dentro, e depois de trancarem a porta recomeçaram a beijar-se, mas desta vez eu não queria ser deixado de fora e juntei-me a elas. Um beijo a 3, as línguas a chocarem umas com as outras, as mãos e explorarem os corpos uns dos outros.

Em pouco tempo estávamos sem roupa e senti-me jogado na cama e literalmente atacado pelas duas que em simultâneo começaram a fazer-me um broche, primeiro as duas a lamberem-me o pau de alto a baixo e depois enquanto a Sandra me chupava os tomates a Ana abocanhou-o. Era excitação a mais para mim e soltando um guincho comecei a vir-me em jactos grandes e espessos que as duas se prontificaram a receber nas bocas e que partilharam entre elas sofregamente até não restar uma gota. A Sandra já eu sabia que gostava, e pelos vistos a Ana também. Eu devo ter fechado os olhos um bocado, porque só me lembro de abrir os olhos e ver a Sandra deitada na beira da cama e a Ana com a cabeça enterrada entre as pernas dela. Pelos vistos sabia o que estava a fazer porque a Sandra gemia muito e em pouco tempo estava a tremer sob a força de um orgasmo. Eu, juntei-me à Ana e comecei a beijar-lhe as mamas e a morder os mamilos o que a fez ficar ainda pior e atingir outro orgasmo rapidamente e desfalecer na cama sem força.

Eu, que estava cheio de tesão deitei a Ana na cama e comecei a lamber-lhe a cona, penetrando-a com os dedos. Nem me preocupei em ser meiguinho ou em dar-lhe prazer. A tesão era muita, eu queria era lamber aquela cona cabeluda, mas mesmo sem grandes cuidados ou primores a tesão era tanta que em poucos minutos ela veio-se e ao contrário da minha namorada a Ana ejaculou muito, nunca tinha visto e fiquei surpreendido mas esforcei-me para lamber tudo. A Sandra começou a dar sinais de si e disse-me que queria sentir-me dentro dela enquanto ela lambia a Ana. Aproveitando a posição desta pôs-se de quatro e eu penetrei-a, mais uma vez à bruta tal era a tesão. Enquanto me esforçava para não me vir só ouvia os gemidos da Ana e a Sandra a Dizer “que saborosa, nunca tinha lambido uma cona, é tão bom”.

Não aguentei e despejei tudo dentro dela, que olhou para mim com um ar de chateada por eu ter acabado tão depressa, olhar que rapidamente passou quando a Sandra se virou e começaram a fazer um 69 com a Ana a lamber o esperma que saia da Sandra. Eu, fiquei pronto ao ver isto e porque estava doido para comer a Ana, e aproveitando que ela estava de joelhos penetrei-a por trás. Era muito diferente da Sandra, mais larga e mais funda, o que juntamente com todos os sucos que a inundavam me fazia deslizar muito facilmente. A visão era sublime e muito erótica, a Ana de quatro, a Sandra deitada debaixo dela num 69 que as fazia gemer e eu a comer a Ana por trás. A Sandra ia lambendo a Ana e ao mesmo tempo o meu pau, percorrendo todo o tamanho do mesmo sempre que este saia para voltar a entrar.

Num movimento mais brusco saí de dentro dela e quando fiz o movimento para voltar a entrar e sem qualquer intenção apontei ao cu, o que fez a Ana dar um gritinho e dizer “Sim, sim, enrraba-me”. Não me fiz esquisito e pressionando coloquei tudo dentro daquele rabo apertado, com as duas a facilitarem a tarefa, a Ana pressionando o corpo em minha direcção e a Sandra abrindo as nádegas. Mais uma vez foi demais para mim e ao final de poucas estocadas vim-me inundando-a. Só me lembro de ver o meu pau flácido a sair de dentro dela, o olhinho a fechar lentamente e um fio de esporra a escorrer, tendo caído inconsciente na cama. Quando acordei já era de dia, e a Sandra dormia a meu lado. Da Ana nem sinal. Depois dessa noite ainda namorei com a Sandra mais 6 meses. Nunca mais nos aconteceu nada igual e nunca mais vimos a Ana. Apenas sabíamos que estudava em Coimbra.

Passado 11 anos, e por coincidência encontrei-a na Figueira da foz. Mais isso é outra história.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:36
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Leitura em dia


E tudo começa com um sorriso... Ora aqui estou eu mais uma vez a contar um momento de verdadeiro prazer vivido pela minha pessoa. Além de exercitar o corpo adoro um bom desafio mental para isso leio, estudo e observo. nada melhor que um sitio calmo acompanhado de chá ou café em frente ao mar enquanto nos cultivamos. Como moro junto ao mar (Cascais) custumo ir para a zona do guincho ler mas tabem existem muitos casais que vao para se amar, eu peguei no meu termo com chá tranquie o carro recostei o banco do condutor e comecei a ler... à minha volta foram estacionando carros com casais novos e de mais idade. Como é logico vou aproveitando para olhar em volta para ver se o ambiente aqueceu mais um pouco. Ao meu lado estava um carro com três pessoas que eu assumi serem amigos duas mulheres e um homem que fumavam um cigarro e bebiam tal como eu café (ou chá) eles olharam para mim e aproximaram-se ele questiona-me sobre o que eu estava a ler, eu respondi, ele aconselhou-me outros livros e fomos falando de varias coisas banais. ele despediu-se de mim e dirigiu-se ao seu carro onde o esperavam as suas amigas.
Eis que ele se volta para trás e me convida para ir ali perto tomar um copo visto que estavamos todos apresentados eu concordei e segui até ao local. Conversamos sobre tudo e uma das sras sugerio que continuassemos em sua casa pois como estava a escurecer seria bem mais agradavel. Estacionamos e entramos no seu predio apanhamos o elevador no elevador senti uma mão a acariciar-me o sexo e uns sorriso cumplices. entramos no apartamento de S. que rapidamente fecha a porta e salta para o meu colo agarrei nas suas nadegas por debaixo da saia e vi que não tinha roupa interior humm isto promete pensei eu. J. (ele) e C.(sua namorada) encostados no hall tocavam-se loucamente.
Dirigimos-nos à sala (bela sala) coloquei S. de costas afastei suas pernas e levantando sua saia tive uma magnifica visão uma rachinha e um cuzinho sem pelos, abri as suas nadegas lambi e sorvi os seus sucos hummm. J. coloca C. em frente a S. e ordena que a beije as duas gemem e nos sorrimos. elas pedem-nos que nos sentemos no sofá. sentados no sofá despem-nos e trocam de posição C. mama instensamente no meu sexo e S. em J. C. diz "Que belo pau! o J. acertou desta vez" S. dizia "e a lingua a lingua é de arrepiar!" C. debruça-se deixando o seu rabo e sexo Junto da minha boca, não me fiz de rogado e logo fui trabalhando. "troca, troca" oiço era J. "Amor vem sentar-te no meu pau, quero a tua coninha", S. coloca-me um preservativo e senta-se enterrando-o bem fundo, eu peço-lhe para bambolear em cima de de mim "como ela dança bem.." J. olha para mim e diz "eu fico com o cu, tu com a cona desta minha meretriz" e assim foi C. senta-se de frente para mim e de costas para o seu amor enfiando o pau de J. no cu e pegando no meu e colocando na sua cona. S. ao nosso lado masturbase gemendo.
Ficamos a comer C. durante 10 min. Começo a sentir o meu corpo a contrair e o meu pau a ser apertado suavemente era C. a vir-se. ela desmonta, e nós juntamos as duas de joelhos á nossa frente, eu expludo inundando a boca de S. de esperma de seguida J. faz o mesmo em C. que engole de uma vez só... e assim terminou

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:33
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Uma Estranha no café..


Olá a todos, Este é mais um conto verídico e deveras excitante (para mim foi). Eu sou um jovem de 30 anos solteiro e bom vivan, na zona onde eu moro tenho suscitado alguma curiosidade da vizinhança e tenho vindo a integrar-me bem. Todos os dias pela manha vou tomar pequeno almoço num café aqui na minha rua que fica a caminho do comboio, sempre encontrei por lá a Lu (o nome sei agora :)), uma mulher mais ou menos da minha idade, mulata bonita e corpo bem definido, é para mim desde o nosso primeiro trocar de olhar um mistério tal como para ela. Em todas as ocasiões fomos olhando e flirtando existia sempre alguma força que impedia a nossa comunicação até há bem pouco tempo... Um dia caminhamos juntos para o comboio parecia que um de nós tinha de dar o passo para quebrar o gelo, a situação manteve-se até entrar no comboio e sentarmo-nos frente a frente com um largo sorriso de cumplicidade. Ela deu o primeiro passo e disse "hoje está um calor terrível" e eu concordei dizendo "e parece que as noites estão demasiado quentes também" e um sorriso provocador acompanhado com um passar de língua pelos lábios fez com que despertasse uma ponta de tesão entre olhares.
Ela chegando á hora da sua saída disse-me que teria muito gosto de comunicar comigo então eu dei o meu msn e ela o dela. Chegando ao trabalho adicionei e eis que surge uma deusa do outro lado, fomos falando muito sem tocar directamente no sexo apenas usando frases subliminares. Uma bela noite estava eu no msn e Lu disse-me que estava com muito calor e poderia ir até à esplanada e convidou-me para ir eu prontamente aceitei coloquei um bom perfume e aí vou eu. A noite estava realmente quente e transpirávamos não só de calor mas também de tesão. Decidi então acompanha-la a casa. Chegando á porta do prédio ela tropeçou e eu agarrei-a ela abraçou-me como se fosse cair de um precipício beijando-me de imediato deixando-me louco. Meio encabulado eu despedi-me dela e marquei encontro no msn mais tarde. Já no msn ela pediu que eu liga-se a minha web cam e eu disse que só trocando. Assim fizemos a primeira imagem que tenho dela é uma lingerie sexy branca muito pequena, fiquei logo "todo aceso" ela confessou que gostaria muito de estar comigo pois o seu corpo sentia um fogo enorme, confessei que sentia o mesmo. Ela foi masturbando-se para mim até que eu num rasgo de valentia me convidei a ir a sua casa.
Chegando lá tão rápido como o super homem, toquei, subi e fui recebido com um longo beijo e um caminho de velas até á casa de banho onde uma banheira cheia de espuma e umas flutes de champanhe despiu-me encaminhando-me para a banheira, lá dentro de frente para mim começou a acariciar os seu seios e sua cona bem tratada (sem um pelo) sentou-se no topo da banheira e abrindo as pernas afasta com os dedos os lábios da sua vulva pede-me que a lamba, eu cheio de tesão rapidamente me delicio com a sua xaninha quente, saborosa atento aos seu gemido de prazer vou chupando o seu clitoris e mordendo os seus lábios fiquei assim até que me levantei e dei o meu pau para ela que louca chupou com mestria, ela olhando para mim enquanto mamava fazia o meu pau latejar de prazer. Ergo a e viro-a de costas para mim penetrando vagarosamente a sua xana com umas estocas fortes e fundas alternando com suaves e demoradas penetrações até que ela pega nele e o coloca no seu cuzinho e com a mão encosta até que eu não consigo entrar mais fundo. Os meus movimentos lentos e a dança das suas ancas me excitam de tal maneira que freneticamente eu acelero os meus movimentos até que sinto suas pernas tremer com um violento orgasmo não resisto e grito que me estou a vir e ela agarra-me não deixando sair. Do meu pau jorram rios de sémen que inundam o seu interior. Foi sem duvida um excelente momento de prazer.... Espero que tenham gostado...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:31
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Não era Carnaval, mas o meu tio Samuel teimava em organizar festas coloridas, exigindo que os convidados se mascarassem de acordo com o “tema” que ele estabelecesse. Eu adorava os festins do meu tio. Eram sempre na sua grande vivenda com piscina, onde tocava boa musica, havia bebida a jorros, machos para todos os gostos, e findava sempre com muito sexo, que durava até ao amanhecer. Era sábado e eu já tinha o fato preparado. Decidira mascarar-me de um modo que ninguém descobrisse quem eu era; então trajei-me de “pussycat”, e foi dessa forma que eu penetrei na festa do meu tio, acompanhada pelo meu marido, que teimou em se mascarar de “bobo”! Foi com grande contentamento que observei todos os convidados anónimos, sob as suas mascaras cómicas, a divertirem-se, a namorarem a flirtar...enfim, aquelas festas serviam para isso mesmo; para os casais trocarem de parceiro, fornicarem com quisessem, sem que ninguém soubesse quem esteve com quem, se é que me entendem!

Curiosamente, o meu tio organizava estas festas com mascaras, sempre que andava doidinho para comer a mulher de algum marido mais distraído! Bem, voltando à narrativa, assim que lá cheguei perdi o “bobo” de vista, mas nem me preocupei em procurá-lo. Eu trajava uns calções pretos muito curtos, e um top igualmente muito reduzido. Sobre o meu rosto, ostentava uma grotesca máscara de gata, e ia miando sempre que passava por alguém que me agradasse. Oh, sim e foi aquele grupo, que mais me agradou: O batman, o Homem aranha e ainda o Capitão Fantasma! – Notei com agrado, que a conversa que eles estavam a ter, fora interrompida aquando a minha passagem... - Boa noite!... – Ronronei. Eu estava com o cio, percebem? Ao fim de uma hora, a festa estava mesmo animada, e eu também! Já tinha sorvido vários cocktails, mas entretanto tinha perdido os meus “heróis” de vista. Dei algumas voltas em redor da festa, e foi com algum desagrado que observei diversos convidados a divertirem-se à grande, e eu desiludida, sem saber dos meus três heróis. Apenas me restava uma solução: procurar o meu “bobo” e ir-me embora. Contudo, antes ainda, decidi ir aos lavabos, e foi mesmo ali que eu verifiquei que a minha noite não ia acabar, mas estava sim, prestes a começar! No interior do WC, os três mascarados aguardavam-me bastante alcoolizados e sorridentes. - Estávamos a ver que nunca mais aparecias, gatinha! – Murmurou o Homem aranha, trancando a porta de acesso ao exterior.

Agora éramos só nós os quatro. - Uma gata com cio, deve aguentar com três machos, não? – Indagou o Batman, envolvendo os seus braços de morcego em redor da minha cintura. De imediato, fiquei rodeada por aqueles mascarados suculentos, que eu tanto ansiara durante toda a noite, e agora estavam ali, disponíveis apenas para mim. E antes que pudesse dizer alguma coisa, notei que o Aranha me baixara os calções, para me invadir a rachinha com a sua língua marota, que penetrou por mim adentro. Simultaneamente, Batman e o misterioso Capitão Fantasma, colocaram-me as suas vergas imensas em frente da face, ansiando por serem chupadas e deglutidas, o que eu fiz, sem grande hesitação. Deixem-me revelar-vos que o Fantasma tinha um cacete descomunal, e que quase me deixava sem ar, sempre que o enfiava na minha boca para eu o mamar. Seguidamente foi a vez de eles trocarem. O aranha deu-me o seu pau para eu chupar, enquanto que o Capitão se ajeitou sob o meu corpo e, oh! Enfiou o seu pau demorado no meu cuzinho delicado. Sincronicamente, o batman afundou a sua haste na minha coninha viscosa. -Ah, fodam-me...que bons que vocês são...forniquem-me com as vossas vergas! – Grunhi eu, completamente em histeria. -Ah, Ligia! És a putinha com que sonhámos toda a noite. Agora és toda nossa! – Rosnou o capitão fantasma, ao mesmo tempo que me mordiscava os mamilos e me agarrava as nádegas com ambas as mãos.

Era sem dúvida, o mais belo de todos, contudo, ainda não lhe conseguira ver a face. Depois fui colocada numa estranha posição de suplicia, e fui atacada de novo. O capitão agora tinha-o metido na minha coninha; o aranhiço, no meu cuzinho; e eu mamava o Batman. Era sempre a girar! - Ah, venho-me...venho-me nem uma porca! – Grasnava eu, arrebatada pela loucura. - Ah, Ligia...queremos vir-nos na tua boquinha linda! – Sugeriu o Capitão Fantasma, ao fim de alguns minutos de puro sexo e êxtase total. - Sim. Venham dar-me o vosso leitinho! – Requeri eu, sem demandas. Oh, vocês nem imaginam o banho de seiva que eu levei daquelas vergas deliciosas e suadas, que me regaram com obscenidade e atrevimento. Por fim, eles removeram as suas mascaras, um a um. Primeiro o batman, que era um loiraço muito bonito, depois o aranha, que era moreno, e por fim, o Fantasma, que era...o meu tio Samuel!

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 17:27
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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2009

Fodi a amiga da minha mulher


A minha esposa tem uma amiga boa como o milho e todos os dias fazemos a viagem de comboio para o emprego eu ja andava de olho naquele cu mas oportunidades nem ve las ate k a mah mulher mudou de emprego e passei a ir com a amiga de comboio.as nossas conversas eram banais do dia a dia ate k um dia ela me mostra uma foto dela com um top k mal escondia as mamas,nao me fiz de rogado e aproveitei a deixa para lhe dizer.
susana eu desconfiava mas agora vejo k es mto sexy e bastante boa.
deixa te disso to.
e verdade es boa pena tenho eu de nao te poder provar.
la tas tu so pensam nisso vos os homens.
nao susy eu penso nisso ha mto tempo so de te ver de manha ja vou bem imaginativo para o trabalho.
e se eu te desse conversa como irias fazer?
sei la algo se arranjava,mas nao me tentes porque daqui a bocado tas me a dizer nao.
experimenta.
ok dexe cmg em sete rios e entra na casa de banho das mulheres eu irei atras de ti.assim foi ela entra e como nao saiu era sinal k nao estava mais ninguem meu caralho ja estava teso so de pensar k ia fode la ali msm.
entra para o privado e mostra me o teu caralho.
metio de fora os meus 22cm de prazer
foda se k e grande a carla deve ser bem fodida com ele
deixa a mha mulher e meteo na boca molha o bem para te poder foder
ela nao vai de modas e começa a mamar na mha verga cada vez mais tesa e começa um acima abaixo louco tao louco k ela ia se engasgando
deixa susy deixa eu po lo na tua cona
sentei me na sanita e ordenei lhe para se sentar na verga
anda mha vakinha linda senta nele e fode me todo
meteu apenas a cabeça e so depois foi descendo bem devagar senti aqula cona toda a descer no meu caralho estava eu com a boca nos bicos das mamas e ela a cavalgar cada vez mais a mha picha quando nisto eu me esporro todo e ela me diz
da me o teu leite mistura o com o meu tou a gozar nesse caralho oh oh k bem tu fodes mas k rico caralho tu tens.
vestimos e saimos e encontramos duas senhoras um pouco embaraçadas a olhar para nos,nada dissemos e saimos cada um para o seu emprego.hoje continuamos a ir no msm comboio e de vez em quando la vamos nos ver as casa de banho das estaçoes...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:33
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Eu e o Pastor Alemao


Tenho 41 anos, e moro com meu marido e filhos... ele viaja muito, então tivemos que comprar um cão, por causa dos constantes assaltos que estava tendo na vizinhaça, meu marido havia viajado já alguns dias, e eu estava daquele jeito de vontade de fazer amor. Parecia que estava escrito na minha testa, uma certa tarde meus filhos estavam na escola e eu sozinha em casa, quando comecei a imaginar coisas, tipo fazendo sexo bem gostoso, fiquei super excitada; derrepente comecei a ouvir os latidos do Burg, nome do nosso cão, aí fui olhar, estava com medo de ser alguem tentando pular o muro; quando cheguei lá, qual surpresa, o cão estava com a cabeça vermelha do penis pra fora, parecia q ele estava sentindo o cheiro do meu tesão la de fora...aí quando vi aquilo fiquei mais excitada ainda, e resolvi solta-lo da corrente, e fui entrando em casa, ele parecia adivinhar o q eu queria, foi me acompanhando pulando em cima de mim, com aquele penis enorme pra fora. Eu estava com um vestidinho todo solto, teve um momento que ele levou o focinho gelado por debaixo do meu vestido, estava com a calcinha toda ensopada. aí abri a perna um pouco mais, ele começou a lamber a minha calcinha, aí não aguentei tirei a calcinha e deixei minha xaninha carequinha livre para aquela lingua aspera e grossa passear; só q eu estava de pé. Resolvi me deitar no chão da sala, ele ficou mais louco ainda eu sentia aquele pinto umido encostando na minha perna, ele não sabia o que fazia, se lambia a minha xoxota, ou se andava pela casa afora, eu percebi que ele queria me comer ali mesmo, eu não me fiz de rogada e fiquei de quatro, ele veio cheirou minha bucetinha carequinha, cheirou meu cuzinho e ficou tentando subir em mim, eu claro como s]não sou boba, facilitei as coisas pra ele, entrei debaixo dele, e conduzi aquele pintão melequento na minha xaninha q estava pedindo loucamente para ser penetrada por ele, consegui enfiar a cabeça e ele ficou louco dando estocadas freneticas em mim, quando senti uma dorzinha, aí eu percebi que entrou um caroço sei lá o que era, só sei que era muito gostoso, aquilo não deixava o pinto dele sair, e ele foi metendo metendo sem parar até eu gozar muiiiiiiiiito, quando ele gozou ele deu um uivo estranho e ainda ficou um tempinho agarrado em mim, mas aquilo era delicioso, pois eu podia sentir ele pulsando dentro de mim, aí gozei varias vezes seguida, sentindo aquela porra com cheiro forte escorrendo por minhas coxas.... fiquei com um certo medo, de pegar alguma doença, mas que nada, a partir daquele dia o Burg, passou a ser o meu amante e toda vez que estou sozinha em casa ele me faz muito feliz, oh cachorrão gostoso.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:31
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Broche no Trabalho


No escritorio onde trabalho tenho uma colega linda e boa capaz de levantar um morto,ana assim se chama e uma morenaça com um par de tetas nao mto grandes mas rijos onde se nota os bicos um rabo k cada vez k olho so me apetece agarra lo,ou seja sempre k vem ao meu gabinete fico pregado a olhar para ela
numa bela tarde ana entra e como sempre la fiquei eu a olhar para as mamas dela ela apercebeu se e a cabra fez ainda pior inclinou se na secretaria a mostrar uns papeis e pude ver quase na totalidade aquelas ricas mamas,nisto deixa cair alguns papeis e ao apanha los nem se dobrou e olhei reparando nakele rabo,fiquei de pau feito.ela saiu e eu nao me aguetei fui a casa de banho tentar aliviar a pressao como temos casa de banho comun quando eu estava com o caralho na mao sinto alguem a entrar,tentei nao fazer barulho quando ouvi
antonio keres ajuda?
ana,ja saio um momento
nao saias eu sei o k tas a fazer,eu apenas kero ajudar te.
nisto ela abre a porta e vendo o meu caralho teso diz me
mas k bela verga a tua e dura sera k posso mamar nela ou tas com medo
medo, eu?anda mha puta mama nesta verga k tanta vez se poi em sentido por ti
vou fazer te vir na mha boca e hoje so levas isso o resto vem depois
e nisto mete a boca dela no meu caralho fazendo me uma mamada divinal tao boa k ate chupoes na cabeça me deu e foi num desses k me vim
a cabra toma o meu leite toma o todo
levantou se espetou me um beijo ainda com o leitinho nos labios e disseme
amanha iras tu sentir o meu leite vou te por amamar amha cona e se mamares bem vens me ao pito,ate ja meu lindo caralho despedido se da minha picha...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:29
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Paragem inesquecivel


Ia eu em mais uma viajem,pela nossa autoestrada,uma das mais importantes do nosso pais,a certa altura,fiz uma paragem numa area de servico para beber um cafe e ir ao wc.quando estava a beber o meu cafe reparo na troca de olhares entre dois homens,tambem eles a beber o seu cafe,chamando desde logo a minha atencao,pois nao era uma troca de olhares normal,os dois senhores sairam um de cada vez,primeiro saiu um senhor mais velho,bem posto bem vestido na casa dos seus 60anos logo de seguida saiu o outro bem mais novo,35 anos no maximo.nao consegui resistir e sai atras.o dia ja estava escuro e os dois senhores foram para a parte de tras do wc,onde tem umas arvores onde podiam estar a vontade,eu fiquei na esquina para ver o que ia acontecer.quando o senhor mais novo chegou ficaram os dois a olharem um paro o outro,quando de repente o mai velho aproximou-se dando-lhe um beijo bem molhado e perlongado,de seguida pos-se de joelhos e abriu as calcas do seu parceiro bem devagar tirando para fora um belo caralho ja bem teso,chupou como se nao ouve-se outro dia,nunca vi um broche tao bem feito,o senhor mais novo gemia de prazer chamando-lhe de puta e pedia para que ele chupa-se mais depressa,eu so de ver estava com uma tesao tao grande que tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma valente punheta.a certa altura o senhor mais velho levanta-se e pede para que ele o penetrace o senhor mais novo nao se fez de rogado e de uma so vez enterrou aquele belo caralho no seu cu.e foi dando bombadas cada vez mais depressa e fortes para delirio do seu parceiro,a certa altura tirou aquele caralhao para fora e veio-se para a boca do seu parceiro,eu tambem nao consegui suster e esporrei-me a ver aquela bela foda entre dois homens.ainda hoje nao consegui esquecer os gemidos de prazer daqueles dois homens...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 22:26
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Sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009

Os gemidos do quarto ao Lado


A uns dias atras fomos os dois passear, e ficamos a dormir em Castelo Branco. Nessa noite quando estava-mos ja para quase a dormir ouvimos no quarto ao lado barulho de alguem a chegar. Passado pouco tempo comecei a ouvir gemidos, e que gemidos. Ela gemia alto e em bom som pois ouvia tudo. Comecei a ficar excitado, e tesão ja estava dificil de conter, mas a Bela ja dormitava e eu ja não conseguia, ate parecia que ía estourar de tanto tesão que sentia. Tinha de me aliviar, tinha de foder tambem. Eu bem que tentava acalmar sem acordar a Bela. Comecei a tocar uma punheta. Esporrei-me copiosamente. No outro lado estava tudo mais calmo, e pensei que iria agora adormecer mas enganei-me, logo no quarto ao lado começououtra vez a festa. E que festa. Cama deles batia na parede, ela gemia, o macho do quarto ao lado chamava-lhe nomes e dizia para não parar, e quem ja estavaoutra vez mal era eu. Não aguentei e comecei a acariciar as grandes mamas da Bela e ao mesmo tempo meti uma mão por dentro do pijama dela para lhe acariciar a cona. Bela começou a mexer-se e acabou por acordar dando-me um raspanete, mas eu disse que ja nao aguentava e contei porqué. Ela pôs-se á escuta e logo começou a ouvir tambem os gemidos. Não demorou nada e ja a Bela se encontrava tambem excitada com os gemidos daquele casal ao lado. Bela logo me pediu que a lambesse toda. Não me fiz de rogado e logo pode ver como ela estava molhada. Que cona boa, que sumo maravilhoso ela tinha, como eu adorava lamber-la toda. Bela agora gemia. Gemia e de que maneira. Passado pouco tempo ouvimos bater á parede. Era o outro casal. Mas nada disseram, foi como a dizer agora quem ouve somos nós. Fodi a Bela com um entusiasmo medonho. Bela veio-se de tal maneira que ate a cama molhou e eu esporrei-me abundantemente, nem sei como tinha tanta langonha nos tomates. Quando acabamos começaram eles e nos a ouvir. Quando acabaram começamos nós e assim foi a noite toda. No dia seguinte quando nos levantamos e íamos a sair eles tambem iam para pequeno almoço. Qual não foi meu espanto. Era um casal que já conhecia. Conhecia o homem, era caçador como eu e ia para a mesma caçada. Rimo-nos, tomamos o pequeno almoço juntos, elas ficaram as duas num dos carros a conversar enquanto nos homens fomos caçar e nesse dia á noite como ficava-mos ambos para outra caçada fizemos uma festa a quatro...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:56
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Paragem inesquecivel


Ia eu em mais uma viajem,pela nossa autoestrada,uma das mais importantes do nosso pais,a certa altura,fiz uma paragem numa area de servico para beber um cafe e ir ao wc.quando estava a beber o meu cafe reparo na troca de olhares entre dois homens,tambem eles a beber o seu cafe,chamando desde logo a minha atencao,pois nao era uma troca de olhares normal,os dois senhores sairam um de cada vez,primeiro saiu um senhor mais velho,bem posto bem vestido na casa dos seus 60anos logo de seguida saiu o outro bem mais novo,35 anos no maximo.nao consegui resistir e sai atras.o dia ja estava escuro e os dois senhores foram para a parte de tras do wc,onde tem umas arvores onde podiam estar a vontade,eu fiquei na esquina para ver o que ia acontecer.quando o senhor mais novo chegou ficaram os dois a olharem um paro o outro,quando de repente o mai velho aproximou-se dando-lhe um beijo bem molhado e perlongado,de seguida pos-se de joelhos e abriu as calcas do seu parceiro bem devagar tirando para fora um belo caralho ja bem teso,chupou como se nao ouve-se outro dia,nunca vi um broche tao bem feito,o senhor mais novo gemia de prazer chamando-lhe de puta e pedia para que ele chupa-se mais depressa,eu so de ver estava com uma tesao tao grande que tirei o meu pau para fora e comecei a bater uma valente punheta.a certa altura o senhor mais velho levanta-se e pede para que ele o penetrace o senhor mais novo nao se fez de rogado e de uma so vez enterrou aquele belo caralho no seu cu.e foi dando bombadas cada vez mais depressa e fortes para delirio do seu parceiro,a certa altura tirou aquele caralhao para fora e veio-se para a boca do seu parceiro,eu tambem nao consegui suster e esporrei-me a ver aquela bela foda entre dois homens.ainda hoje nao consegui esquecer os gemidos de prazer daqueles dois homens...

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:50
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Primos da minha Mulher


Á muito tempo que sonhava foder a prima da minha mulher, mas como é casada e tem a mania de que é pudica, só em pensamento é que que alguma vez pensei concretizar esse fetiche.
Num sabado de Novembro, estavamos os quatro no café, mas como estava frio convideios para vir até nossa casa, pois acendia a lareira e podiamos ver televisão ou jogar cartas. Aceitaram.
Já em casa e á lareira a ver televisão, como não estava a dar nada que interessasse propus um jogo de cartas para nos entretermos, enquanto beberricavamos umas bebidas brancas, mas eis que Paulo que era marido da Patricia prima de minha esposa ( Bela ) me diz
- Então porque não jogamos antes outro jogo mais interessante que eu sei que tens
- Por mim tudo bem, o problema é que os jogos que tenho são todos eroticos ou porno e a tua mulher mata-te, é muito pudica. digo logo
- Eu sou pudica? Mas se quiserem podemos jogar e se estiver a ser demais paramos. diz-me Patricia
- Tu pensas que depois de começar é facil parar não? Tás é tola porque o tesão que se sente faz com que se queira continuar e quando deres por isso já tás a ser fodida e não é pelo teu marido! diz Bela
- Só jogo se eu quiser parar o jogo pára mesmo se não não jogo. diz Patricia
O jogo que fui buscar era maravilhoso pois havia tarefas para eles e elas que envolviam beijos, caricias e mais tarde broches e fodas.
Lá começamos a jogar e logo calhou a Bela ter de dar um beijo a Paulo e ela não se fez de rogada, tascou-lhe logo um linguado de tirar o folgo que deixou Patricia de olhos arregalados e vermelha com a audacia e abontade de Bela.
- Foda-se Bela esse é o meu marido, ate parece que o queres comer.
O jogo lá continuou e calhou novamente a tarefa a Bela, que teve de tirar uma peça de roupa, que ja não era muita pois estavamos junto á lareira. Eu como batuteiro que sou e ao fim de algumas jogadas continuava todo vestido mas os outros ja tinham tirado alguma estando Bela so de sutiã e cueca e Paulo nao tirava os olhos das tetas de Bela, ele estava de tronco nu e Patricia ainda estava de calças mas so de sutiã. Calhou uma tarefa a Patricia e a ordem foi dada pelo marido.
- Hehehe, agora quero ver como o vais beijar. diz ele á mulher
Ela chega á minha beira e da-me um beijo insipido como amigos. Logo ouve protestos de todos inclusivé do marido, e teve de repetir com a achega de que se eu não estivesse satisfeito teria de repetir novamente por isso que posesse animo no beijo. Nem lhe dei tempo para nada agarreia e tasquei-lhe um beijo de tirar o folgo, enfiei a lingua na boca dela e saboriei o maximo possivel. Meu deus como ela sabia beijar bem, e que lingua que mais parecia uma cobra na minha boca a serpentear. Quando acabou olhou para nos e disse
- Agora não me digam que foi mal dado
- Não, ate me poses-te em brasa só de vos ver beijar. diz Bela
O jogo continuou, o Paulo ja tava só de cuecas e notava-se que estava de pau feito eu tinha perdido umas vezes e ja estava só de calças e cuecas e elas estavam as duas so de langeri. A Bela tornou a perder e teve de tirar a parte de cima e fazer broxe ao Paulo. Patricia protestou disse que não mas o marido queria e ensistiu com ela que era só um jogo, ela lá concordou e Bela tirou-lhe a piça para fora e engoliu-a logo, que fervor, que bontade, que espetaculo estavamos a ter eu e a Patricia. A Patricia não tirava os olhos daquela cena e começava a ficar excitada pois toda ela mexia toda ela não parava quieta e eu aproveitei para me por por trás dela, agarreia e dei-lhe um beijo no pescoço arrepiando-a, ia protestar mas não lhe dei tempo, tapei-lhe a boca com a minha e estando eu por trás passei logo a mão por aquelas mamas pequenas mas duras, que bicos duros ela tinha, notava-se que estava muito excitada e logo se deixou ir na onda, para o qual aproveitei para desapertar o sutiã e passar uma mão pelas mamas nuas e com a outra fui logo acariciar a cona que se encontrava toda babada, comecei a manietar aquela cona e segredei ao ouvido
- Olha bem para teu corno como gosta de ser chupado por uma vaca
- AAAAiiiii cala-te e não pares de me mexeeeerrr
Desci-lhe as cuecas, deitei-a no chão e comecei a lamber o corpo daquela deusa excitada, quando cheguei á cona ela veio-se logo sem demoras. Como ela gemia. Não perdi tempo e espetei-lhe o meu pau pela cona acima e quando olhei para o lado já Bela cavalgava o piçalho do Paulo com fervor. Comi a Patricia montes de tempo fazendo-a vir-se mais duas vezes antes de tentar enrabar ao que ela me diz que não, mas Paulo estava tambem mortinho por a enrabar, ela era virgem anal. Eu segredo ao Paulo para a segurar e quando ela dá por ela ja não podia fugir pois até a Bela a segurava e encentivava a que descontraísse e que eu não parasse o que acabou por acontecer. Que cu apertado, estava no cêu enrabeia eu e ele e ainda lhe fizemos uma DP e granda vaca veio-se como uma louca. Só sairam de nossa casa já era dia e foi uma noite onde fizemos de tudo com as duas e onde tiveram direito a tudo coma promessa final de no proximo fim de semana repetir

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:48
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O meu homem a dias


Passaram-se já uns 3 meses desde que eu transformei o meu marido (melhor dizendo, ex-marido) numa empregada doméstica. Ele ficou a dormir no quarto da criada (ligado à cozinha) e tratei de o obrigar a fazer todas as tarefas domésticas: lavar e limpar a cozinha e a casa de banho, aspirar, limpar o pó, fazer a minha cama, passar a ferro, ir às compras e cozinhar o que eu lhe mandar para mim e para os meus amigos. Mas não é isso o que quero narrar nesta história. O mais giro é que ele se transformou! A princípio choramingava, depois habituou-se e conformou-se. Mas agora está diferente. Dá-me um grande gozo gritar com ele mesmo a desproposito e ver como ele se põe de gatas a pedir desculpa - não se sabe de quê - e lamber-me os pés como se fosse um cão. Passei a obrigá-lo a usar bata e a servir à mesa fardada. Falei dos meus amigos. Pois bem. Eles gozam com ele (com ela) chamando-lhe criada obediente e mandando ela apanhar guardanapos que atiram para o chão. Eu digo ela porque na verdade eu obriguei-a a transformar-se numa ela. Veste-se como uma mulher, com vestidos, colãs e tudo.Os meus amigos dizem para mim: põe esta cadela a lavar a loiça e vamos fazer uma orgia. Eu gozo que nem uma doida. Depois, quando já estamos relaxados, os meus parceiros mandam-me ir chamá-la ao quarto dela. Lá vou eu acordá-la. Ela fez-nos café e depois de nos reconfortarmos mandam-na tirar a camisa de dormir e a cuequinha. Fica nua, com um penduricalho que é uma pilinha triste e murcha, mais pequeninha do que uma pilinha de porco. Depois, como já estavamos um bocadinho bebidos, começámos a gozar com ela. Primeio mandámo-la por-se a 4 patas. Depois o Pedro (um dos meus amigos) começou a dar-lhe palmadas nas nalgas. Depois eu fui buscar o meu vibrador e enfiei-lho no cu. Quando ela já gemia o André mandou-me parar. Disse: agora ela vai beber. E enquanto ela chupava o André todos os meus amigos se preparavam para a humilhação final. Assim que o André se esporrou para cima dela ela já estava cansada e deitou-se no chão. Foi então que todos eles e eu tamém gritámos: É agora! E pusemo-nos a fazer xixi para cima dela, para a boca fiz eu, eles apontavam para outras partes. Ela chorou, mas amochou. Foi assim que eu transformei o meu homem a dias em mulher a dias e a pus ao meu serviço e dos meus amigos. Gosto tanto de ser fudida por eles! Sou insaciável. Eles às vezes gostam de me ver fazer amor com outra mulher à frente deles, mas eu até gosto. Não me levem a mal por transformar um homem a dias numa mulher a dias mas ela mereceu. Eu sou ao mesmo tempo oferecidinha e obedientezinha para os meus amantes e amigas, mas fui muito mandona para aquela coisa. Beijinhos desta vossa puta.

publicado por Contos dos Leitores da Atrevida às 21:45
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